ENFRENTANDO O DESÂNIMO

ENFRENTANDO O DESÂNIMO

Todos temos uma razão para desanimar e “jogar a toalha”. Ficamos desanimados por brigas entre parentes e amigos queridos, pela frieza e insensibilidade das pessoas, desrespeito com o dinheiro público, falta de segurança pública, traição, objetivos não alcançados, acusações infundadas, perda de habilidade, capacidade e saúde; falta de reconhecimento profissional e etc. A lista é grande.

Lillian Weber é uma senhora americana de 99 anos. Todos os dias ela cumpre um mesmo objetivo: Fazer um vestido infantil por dia para crianças carentes da África. Ela já produziu cerca de 800 vestidos e sua meta é produzir 1000 antes de completar 100 anos. Ela conta que todos os vestidos são feitos no mesmo padrão de corte, mas cada um possui costuras e detalhes individuais que diferenciam cada vestido, valorizando a individualidade de cada menina que o recebe. Ela não se deixa desanimar na tarefa de fazer vestidos.

É muito fácil desanimar. Mas Paulo, por exemplo, não se deixou desanimar. Em 2 Coríntios 4.1 ele escreve: “Deus, na sua misericórdia, nos deu essa tarefa, e é por isso que nunca ficamos desanimados.” Ele pregou o evangelho de Jesus com muita bravura. Ele enfrentou uma série de problemas para ir adiante com a tarefa dada por Deus de pregar o Evangelho. O que o encorajava? Paulo considerava a grandeza de sua vocação. Ele não focava em si, nos seus problemas ou na sua dor. Ele estava consciente de que Deus lhe havia dado um chamado e poder para ir adiante em sua vocação.
Quando o desânimo bater precisamos combatê-lo. Precisamos sair de nós mesmos e ir adiante no poder de Deus. Tanto Paulo como Lillian Weber poderiam desanimar em cumprir seus objetivos. Mas por que nunca o fizeram?  Porque eles focaram em algo maior.

Você e eu passaremos pelo desânimo. E para enfrentá-lo precisaremos mais do que nossa própria capacidade. Precisamos pedir pelo poder de Deus. O mesmo poder que Jesus buscou em oração no jardim do Getsêmani e que O capacitou a ir a cruz e pagar o preço por nossos pecados, mesmo enfrentando a dor e o deboche.

É o poder de Deus que destrói o desânimo e  lhe capacita a sair de si, servir pessoas e fazer a diferença. Por isso, se você está desanimado(a), peça ao Senhor o Seu poder e enfrente o desânimo!

CONSTRUINDO PONTES

CONSTRUINDO PONTES

Conta-se a história de dois fazendeiros sisudos e orgulhosos que não conviviam bem um com outro. Um grande barranco separava as duas fazendas. Como sinal de mútua aversão e para manter o outro longe, cada um comprou madeira e construiu uma cerca no seu lado do barranco. Um dia, a filha de um fazendeiro conheceu o filho do outro, e ambos se apaixonaram. Determinados a pôr um fim na insensata discórdia de seus pais, eles derrubaram a cerca, e usaram a madeira para construir uma ponte sobre o barranco ligando as duas fazendas.

Somos chamados nessa vida para relacionarmos com Deus e com pessoas. Ninguém pode viver como uma ilha. Devemos aprender a construir pontes e não levantar cercas em nossos relacionamentos.  É certo de que há pessoas difíceis de se relacionar, mas não devemos piorar a situação. Deus nos ensina algo simples e profundo para nossa vida relacional: a prática do amor.

Relacionamentos basicamente são destruídos por egoísmo, orgulho, ressentimentos, julgamento e falta de perdão. E para construir pontes é preciso amar. Paulo apresenta o perfil dos construtores de pontes em 1 Coríntios 13.4,8 Ele afirma: “Quem ama é paciente e bondoso. Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Quem ama não é grosseiro, nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas. Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo. Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência. O amor é eterno…”
Se quisermos aprender a construir pontes em nossos relacionamentos precisamos olhar para o exemplo de Deus. No Éden Ele construiu a ponte para o retorno do relacionamento com Adão e Eva. Eles pecaram e Deus foi atrás deles. Ele perguntou a Adão: “onde você está?” Ele deu o primeiro passo. E na história bíblica, de forma definitiva, Ele veio atrás de toda a rebelde raça humana por meio de Jesus. João 3.16 diz que “Deus amou o mundo…”

Se você conhece a Jesus, você já recebeu do Espírito Santo e o amor do próprio Deus que o capacita a construir pontes com pessoas. Há um poder em você para se humilhar, pedir perdão e perdoar.

Se você ainda não se entregou a Jesus, hoje e agora você pode receber o Seu perdão que o capacitará a construir ponte com os outros. Pois, para construir ponte com outros, você precisa se humilhar, confessar seus pecados e passar pela ponte que Deus construiu em Jesus para se relacionar com você.

Alguém afirmou: “O orgulho constrói cercas entre as pessoas, mas a humildade constrói pontes.” Responda: Você está construindo cercas ou construindo pontes em seus relacionamentos?

CONVICÇÕES

CONVICÇÕES…

Vivemos num mundo sem princípios e valores. É preciso de pessoas que vivam com coerência suas convicções. Pessoas convictas são ousadas, corajosas, audaciosas, intrépidas e destemidas.

Um grande exemplo de pessoas convictas na Bíblia foram os três amigos de Daniel: Hananias, Misael e Azarias. Eles se tornaram cativos em Babilônia. Seus nomes foram mudados, suas roupas foram mudadas, sua língua foi mudada, mas a Babilônia não conseguiu mudar suas convicções espirituais.

Em Daniel 3, diante da ordem de adorar uma estátua de ouro, eles disseram: Não! O rei da época, Nabucodonozor, ficou indignado e disse: “…É verdade…que vós não servis a meus deuses, nem adorais a imagem de ouro que levantei? Agora, pois, estai dispostos…prostrai-vos e adorai a imagem que fiz;”? E acrescentou: “…porém, se não a adorardes, sereis, no mesmo instante, lançados na fornalha de fogo ardente. E quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos?”.

A essa palavra do rei, esses homens convictos e ousados disseram: ” Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei.Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste.” (Dn 3.14-18). Eles estavam prontos a morrer por suas convicções espirituais.

Quais são suas convições espirituais? Você está pronto a mantê-las? Pessoas convictas dizem “não” ao que Deus diz “não” e diz  “sim” ao que Deus diz “sim”. Elas não ficam “em cima do muro”. Elas dependem de Deus e deixa com Ele os resultados e consequências de suas convicções.

Os três amigos de Daniel se salvaram, mas  em Marcos 6.17, 18, João Batista foi degolado por ser ousado ao dizer a verdade a respeito do adultério de Herodes e Herodias. Ambos foram ousados e convictos, mas com consequências diferentes.

E você? Está pronto a viver suas convicções em áreas de sua vida e confiar em Deus as consequências? Pessoas com convicções espirituais agradam a Deus e faz com que o cotidiano torne-se uma aventura de fé. É assim a sua vida?

PESSOAS GRACIOSAS

PESSOAS GRACIOSAS

Em Lucas 6.27-30 Jesus ensina o que é ser uma pessoa graciosa. Ele afirma: “Mas eu digo a vocês que estão me ouvindo: amem os seus inimigos e façam o bem para os que odeiam vocês. Desejem o bem para aqueles que os amaldiçoam e orem em favor daqueles que maltratam vocês. Se alguém lhe der um tapa na cara, vire o outro lado para ele bater também. Se alguém tomar a sua capa, deixe que leve a túnica também. Dê sempre a qualquer um que lhe pedir alguma coisa; e, quando alguém tirar o que é seu, não peça de volta.”

“Graça” é um “favor imerecido” que Deus dá aos pecadores. Não merecemos nada de Deus. Deus não nos deve nada. Qualquer coisa boa que tivermos em nossas vidas é um resultado de Sua graça. Quem entende e vive a “graça de Deus” torna-se uma “pessoa graciosa”; torna-se parecida com Deus. Pessoas graciosas faz com que o Evangelho de Jesus seja visualizado em “full HD”.

Quando não existe “graça” a vida fica ácida. Por vezes “coisas” se tornam mais importante do que “pessoas”; sobra indiferença; não há espaço para a flexibilidade; o legalismo toma conta; a atitude crítica passa ser a “bola da vez”; o sentimento de superioridade reina e acima de tudo, passa-se um ideia deturpada de Deus porque se afirma crer nEle – o Deus gracioso – e vive-se sem demonstrar Sua “graça”.

Há um perfil que define pessoas graciosas. Pessoas graciosas…

  • tratam os outros melhor do que elas merecem;
  • tratam os outros melhor do que elas esperam ser tratadas;
  • não desistem das pessoas que desistem delas;
  • fazem coisas que do ponto de vista lógico parece ser insano e inacreditável;
  • servem os que se declaram inimigos como se fossem amigos;
  • abençoam e nunca amaldiçoam;
  • acham uma coisa boa para falar do outro;
  • oram pelos que o perseguem;
  • desejam o bem a quem o deseja mal;
  • perdoam quando o perdão não é solicitado;
  • se importam com os que não se importam;
  • respeitam e tratam com gentiliza quando é tratada com desrespeito ou ingratidão.

Pessoas graciosas, são graciosas, não porque são melhores do que outras, mas porque receberam, entenderam e aplicaram a graça de Deus em suas vidas.

Pergunta: Você já recebeu a graça de Deus em sua vida? Você poderia afirmar que está a caminho de se tornar uma “pessoa graciosa”?

“MARAVILHOSA GRAÇA”

“MARAVILHOSA GRAÇA”

Paulo entendeu, creu, explicou, ensinou, pregou e viveu a “Graça de Deus”. Ele tinha uma profunda gratidão ao Senhor pelo fato de Sua “Maravilhosa Graça” o ter alcançado e feito dele um homem diferente e cheio de propósitos.

Ele afirmou em 1 Timóteo 1.12-15: Sou grato para com aquele que me fortaleceu, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério, a mim, que, noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade. Transbordou, porém, a GRAÇA de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus. Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.

A palavra “graça” aparece cerca de cento e cinquenta vezes no Novo Testamento. “Graça” é um atributo de Deus que é exercido na salvação de pecadores. “Graça” é a demonstração efetiva e prática do amor, bondade e misericórdia de Deus a qual é concedida ao pecador, e que ele recebe sem que mereça, sem que possa reivindicar ou pagar por ela. “Graça” é um “favor imerecido.”

A “Graça de Deus” perdoa, purifica, salva, transforma, liberta e santifica. A “Graça de Deus” traz significado, razão, propósito, utilidade, serviço e desejo de agradar e viver para Deus.

Amazing GraceMaravilhosa Graça – é, sem dúvida um dos grandes e mais famosos hinos cristão. Seu autor, o pastor inglês John Newton (1725-1807), foi um ex-traficante de escravos. Certo dia, durante uma forte tempestade, Newton entregou-se totalmente a Deus. O conteúdo do hino diz o seguinte: A graça de Deus, que doce som! Levou-me ao Salvador. Perdido era eu, a graça me achou; tão grande pecador. Perigos, horrores passarei na peregrinação, mas pela graça alcançarei,
celestial mansão. E quando enfim ao céu chegar louvores cantarei! Jamais terminará o gozo perenal da graça que ganhei.”

John Newton faleceu com a idade de 82 anos. Ele resumiu sua vida e escreveu seu próprio epitáfio, que diz o seguinte: “John Clerk Newton, uma vez um infiel e libertino; um servo de escravos na África. Pela misericórdia de nosso Senhor e Salvador Jesus foi preservado, restaurado, perdoado e nomeado para pregar a fé.”

A “Maravilhosa Graça” de Deus que alcançou Newton é apenas para quem reconhece seus pecados! Ela nunca será experimentada por aqueles que tem no prazer seu alvo final ou que tem no moralismo e legalismo religioso o seu estilo de vida. Ela é um presente de Deus a pecadores arrependidos e convertidos a Ele.

Você já se rendeu a essa “Maravilhosa Graça”?

“GRAÇA” PARA VIVER

“GRAÇA” PARA VIVER

Há problemas que não podemos fazer nada. Em 2 Coríntios 12.7-10 Paulo está diante de um grande problema que ele chama no versículo 7 de “espinho na carne”. Não se sabe muito bem definir o que era esse “espinho na carne”, mas sabe-se que era algo que o afligia fortemente. Paulo não podia fazer nada para resolver a questão e estava diante de uma situação insolúvel. O que ele fez?

No versículo 8 ele diz: “…três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim.” E no versículo 9 ele recebeu a resposta de Deus: “…A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza…” Assim, a solução para Paulo foi buscar a Deus e descansar em Sua graça para lidar com a crise com a qual passava.

“Graça” é uma palavra muito interessante e importante na Bíblia. “Graça” significa “favor não merecido.” Há três tipos de “graça” na Bíblia:

1) Há a “GRAÇA COMUM”. Essa é aquela que Deus dá a todos de forma indistinta: como o brilhar do sol, as estações, comida, roupa, abrigo, trabalho etc. Todos os seres humanos estão envolvidos nessa “graça comum”.

2) Há “GRAÇA SALVADORA”. Essa é a que Deus opera na vida de uma pessoa trazendo convicção de seus pecados, apontando para a salvação em Jesus. Essa “graça salvadora” faz do indivíduo um ser regenerado, nascido de novo, herdeiro com Cristo e filho de Deus.

3) Há a “GRAÇA CAPACITADORA”. Essa é a que o apóstolo Paulo experimentou. É um tipo de “graça” que traz força na luta, na dor, na tribulação; que traz discernimento e capacita ir adiante quando humanamente tudo conspira contra. Essa é a “graça” que faz a pessoa ir além do normal, do lógico, do trivial, do óbvio, do comum e do racional. É uma graça que sustenta na provação, no cansaço e nos problemas sem fim.

Pessoas auto suficiente, prepotentes, orgulhosas, “cheias de si” não entendem a “graça”. Elas não conseguem dizer “obrigado” na manifestação da “graça comum.” Elas não enxergam seus pecados e por isso não participam da “graça salvadora”. Elas não estão envolvidas na “graça capacitadora” porque não querem depender de Deus por acreditarem em sua sua própria força e capacidade.

A “graça” de Deus está disponível apenas para um grupo de pessoas: os humildes! Deus nos diz claramente Em 1 Pedro 5.5: “…Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça.”

Só existe uma razão porque os problemas chegam em nossas vidas: eles mostram como somos fracos, falíveis e extremamente dependentes de Deus. Se não nos refugiarmos em Sua maravilhosa “graça”, a vida perde a graça. Pense nisso!

A PREFERÊNCIA DE DEUS

BOM DIA!

A PREFERÊNCIA DE DEUS…

A UNICEF-BRASIL apresentou dados sobre adoção de crianças em nosso páis. 80 mil delas vivem em abrigos. 8 mil cumprem os requisitos para adoção. 4.106 famílias estão registradas no Cadastro Nacional de Adoção para 469 crianças que podem ser adotadas. A PREFERÊNCIA  por adoção é por crianças de pele branca do sexo feminino. O perfil das crianças que esperam por adoção no país é de mais de 60% com origem afro-brasileira, entre 7 e 15 anos de idade, sendo a maior parte composta de meninos.

Do ponto de vista matemático, a verdade é que muitas crianças no Brasil não serão adotadas; não porque não haja famílias com o desejo de adotar, mas porque a PREFERÊNCIA dessas famílias leva em conta, especialmente, a cor da pele. Um dado alarmante e triste.

Em 1 Samuel 16, Deus enviou o profeta Samuel a casa de Jessé para ungir um de seus filhos como Rei. Ao chegar ali, Samuel viu a Eliabe e disse consigo mesmo: “Certamente, está perante o Senhor o Seu ungido.” (vs 6). Mas Deus prontamente lhe respondeu: “…Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração.” (vs 7).

Social e espiritualmente as preferências de Deus são diferentes das nossas. Achamos que os certinhos, os que se consideram “bons”, os moralistas, os sábios, os que praticam boas obras, os que tem fervor religioso é que fazem parte de uma elite que Deus se agrada. Mero engano! Deus tem preferência é pelos pecadores!

Deus prefere gente que sabe a sujeira de seu coração, que reconhece seus erros e pecados, que estão cientes de sua culpa espiritual.

Em Lucas 19.1-10 temos a história de Jesus com o publicano Zaqueu, chamado de “pecador” pelos religiosos” (Vs 7). Ele se levanta e diz a Jesus: “Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais.” (vs 8). A resposta de Jesus foi clara a ele e a todos: “Hoje, houve salvação nesta casa…” (vs 9). E Jesus arremata dizendo no versículo 10: “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.”

Como Zaqueu, Deus só adota em sua família os miseráveis pecadores, porque através deles o Senhor revela sua preciosa e maravilhosa graça. É isso que Paulo afirma em Romanos 5.20: “…mas onde abundou o pecado, superabundou a graça.”

A lógica da preferência humana não é a mesma de Deus. Os preferidos de Deus são os que não lhe podem dar nada, fazer nada e agir em nada.

Você faz parte da preferência de Deus? Então se você já é um pecador escolhido por Deus, por que não sair em busca dos excluídos nas escolhas humanas e daqueles que ainda não se deixaram encontrar pelo Salvador Jesus?

A MISSÃO DE JESUS

A MISSÃO DE JESUS

Nesse final de semana comemoramos a Páscoa. A Páscoa na verdade revela a missão de Jesus nesse mundo. Em 1 João 3.5 temos descrito a “MISSÃO” de Jesus: “Sabeis também que ele se manifestou para tirar os pecados, e nele não existe pecado.” O conteúdo básico da missão de Jesus é que Ele veio ao mundo para “tirar os pecados.”

Em Mateus 1.21, quando o anjo aparece a José no meio de suas dúvidas quanto a gravidez de Maria, a resposta do anjo foi: “….lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.”

O nome “JESUS” já define a Sua missão. “JESUS” vem do termo grego “Iessus”, advindo do vocábulo hebraico “Ieshua”, que traduzido em português para “Josué”, cujo significado é “JEOVÁ É SALVAÇÃO”. Assim Jesus é Deus que veio ao mundo para nos salvar de nossos pecados.

O problema da humanidade chama-se: “pecado”. O pecado é a transgressão a Lei de Deus. O pecado é transgridir os 10 mandamentos. Pecado é viver de forma independente e rebelde a Deus. Essa é a realidade de todos ser humano. A Bíblia afirma que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. (Rm 3.23). “Todos” indistintamente na Bíblia são chamados por Deus de “pecadores”; todos estão longe e separados de Deus.

Para a resolução desse grande problema, o pecado, Deus tornou-se um ser humano. Jesus tornou-se um homem, sem pecado para trazer de volta a Deus os pecadores. Deus fez-se homem para salvar o homem. Essa é a história da salvação na Bíblia.

JESUS é o Salvador; Ele é único Salvador. Ele deu sua vida na cruz e pagou o preço do pecado. Ele fez isso porque “nele não existe pecado”. E é somente por Ele que todo pecador, arrependido, reconcilia-se com Deus.

Assim, o que Deus espera é que você reconheça seus pecados e responda a obra de Jesus na cruz. Só Ele pode limpar e lhe purificar de seus pecados; só Ele pode lhe trazer de volta a Deus. Essa foi a Sua missão aqui nessa terra: morrer pelos pecadores.

Pergunta: Qual foi o dia na história de sua vida que você se arrependeu de seus pecados e recebeu a Jesus como Seu Senhor e Salvador? O dia pode ser hoje! O momento pode ser agora!

FOI NA CRUZ

FOI NA CRUZ

No Monte Soledad, na cidade de San Diego, Califórnia, Estados Unidos, há uma grande cruz de quase 9 metros. O Monte Soledad pertence ao governo americano onde também atualmente é um memorial daqueles que perderam sua vida em guerras. A “cruz” no Monte Soledad faz parte até hoje de um debate jurídico na Suprema Corte americana. Alguns afirmam que o símbolo em terras públicas é ilegal porque viola a separação entre Igreja e o Estado. Contudo, os defensores da “cruz” exploram várias opções para preservá-la.

A cruz tem um significado importante para o seguidor de Jesus. E ela sempre atraí pessoas e levanta oponentes. Não a cruz do Monte Soledad, ou qualquer outra de forma visível. Mas o que a cruz significa; o que ela simboliza.

A cruz foi o lugar onde Jesus morreu. Na cruz Jesus voluntariamente se deu por nossos pecados. Paulo nos ensina em Colossenses 1.20: “…e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dEle, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas…”

Quando recebemos o sacrifício de Jesus naquela cruz pela fé, escapamos por Sua graça do justo juízo de Deus e recebemos gratuitamente a vida eterna. Foi na cruz que Jesus deu sua vida por nós. João 10.11 Jesus afirma: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.” Foi na cruz que Ele providenciou os meios para que o pecador pudesse, como inimigo de Deus, se reconciliar com Ele. Lemos em Romanos 5.10: “Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.”

A Páscoa cristã é o fato de que Jesus foi a cruz pelos nossos pecados. Ele foi reconhecido como um morto, sendo sepultado no sábado. Ao terceiro dia, no domingo, ressuscitou. Jesus está vivo! E sua vida é dada a todos os creem nEle.

Não basta ter uma cruz no peito, em uma moldura, numa sala de estar, num monte, numa roupa etc. O que vale diante de Deus é ter o Jesus da cruz dentro de si. O que vale é crer que Jesus foi a cruz por você. O que vale é se arrepender dos seus pecados. A cruz só faz diferença para quem recebe a Jesus.

O autor do famoso hino “FOI NA CRUZ ” escreve dizendo: “Foi na cruz, foi na cruz, onde um dia eu vi meus pecados castigados em Jesus. Foi ali, pela fé, que meus olhos abri, e agora me alegro em sua luz.“

Você também já teve a oportunidade e o privilégio de ver Jesus castigado por seus pecados na cruz? É essa a experiência que muda toda a vida.