DEUS SE REVELA A VOCÊ

DEUS SE REVELA A VOCÊ…

No Antigo Testamento há aproximadamente mais de oitenta nomes para Deus. Inicialmente Ele se  auto revelou como Elohim. Em Gênesis 1.1 lemos: “No princípio criou Deus…” A palavra hebraica Elohim tem o significado de “alguém forte ou criador”.

À medida que o tempo passava, Deus não só foi visto como uma força poderosa. Os personagens da Bíblia viram-No como Alguém com quem se relaciona no cotidiano da vida.

ABRAÃO, por exemplo, usou no seu relacionamento com Deus o termo: Jeová-Jiré, “O Senhor que provê.” Ele enxergava  Deus como seu provedor. Deus lhe proveu as condições para sair de Ur dos Caldeus e viver em Canaã; Deus lhe proveu um filho em sua velhice quando tudo conspirava contra; Deus lhe proveu também quando foi testado para lhe dar Isaque em sacrifício. Ao subir ao monte, diante da pergunta de Isaque, “..onde está o cordeiro para o holocausto?”, (Gn 22.7), Abraão confiante responde: “Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho.” (v. 8) Para Abraão Deus é Jeová-Jiré, “O Senhor que provê.”

JACÓ, neto de Abraão, chamou Deus em seu relacionamento de Jeová-Raah, “O amoroso pastor.”  Em Gênesis 48.15 ele diz: “Deus me tem guiado toda a minha vida”. Mesmo diante de tantos erros pessoais, Jacó reconhece que Deus foi transformando sua vida, cuidando de suas necessidades e dirigindo-o em cada momento difícil. Para Jacó Deus era Jeová-Raah, “O amoroso pastor.”

Muitos anos depois, Deus se revela a um homem, GIDEÃO. Ele queria usá-lo para liderar Israel contra os midianitas. Mesmo hesitante, Gideão obedeceu ao chamado. Sua alma estava atribulada diante da tarefa que Deus lhe havia comissionado, mas Deus foi lhe acalmando o coração. Gideão em seu relacionamento com Deus chama-o de Jeová-Shalom, “O Senhor é paz” (Jz 6.24).

No Novo Testamento Deus se revela a cada um de  nós por meio de Jesus. Jesus diz em João10.30: “Eu e o Pai somos um.” E Em João 14.9: “…Quem me vê a mim vê o Pai.” Assim, em Jesus temos a PROVISÃO que precisamos. Ele afirma João 6.35: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome…” Ele também é a DIREÇÃO que desejamos. Ele se descreve em João 10.14: “Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim.” E ainda Ele é a PAZ que necessitamos. Ele declara em João 14.27: “…Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou.”

Em Jesus há sustento quando seus recursos estão escassos. Em Jesus há direção quando suas decisões precisam perspectiva. Em Jesus há paz quando suas lutas lhe sugerem apenas o desespero.

Qual é sua necessidade hoje? Sugiro que você ore para que Deus em Jesus possa se revelar a você de forma muito pessoal e muito especial, como fez com aqueles homens no passado. Se você orar, Ele o fará!

ANÔNIMOS

ANÔNIMOS

Vivemos no afã do sucesso. Acreditamos que devemos ser mais, fazer mais, esforçar mais e conquistar mais. Sentimos que precisamos ser mais do que somos; precisamos ser vistos, reconhecidos, aplaudidos. O sucesso e a fama futilmente nos encanta e implanta sua tirania. O anonimato por vezes é uma frustração.
O conhecido e famoso escritor, Max Lucado, descreve que em sua juventude, após a faculdade, numa época difícil de sua vida, precisando de dinheiro, aceitou emprego de dirigir um caminhão de entrega de combustível. Naquela época ele estava muito rebelde e longe de Deus. O dia estava frio e tentando passar o tempo enquanto dirigia, ligou o rádio. Para sua surpresa a rádio só pegava uma estação. Havia um pregador falando. Sua mensagem era sobre a cruz. Após ouvir a mensagem daquele pregador anônimo, Max parou o caminhão, abaixou sua cabeça e re-dedicou sua vida a Cristo.  Anônimos… eles existem e fazem a diferença.

A Bíblia também conta a história de vários anônimos que fizeram a diferença. Dentre eles temos em 2 Reis 5 a história uma menina israelita que foi levada cativa após uma guerra entre a Síria e Israel. Ela ficou a serviço da esposa de um grande e famoso general sírio chamado Naamã.  Não obstante ele ser conceituado no exército, Naamã era leproso. Vendo a situação de seu senhor, a menina intrepidamente disse à sua senhora: “Tomara o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra.”  As poucas e simples palavras da menina estabeleceram um movimento tão grande na vida de Naamã que o conduziu a presença do profeta Elizeu. Nãamã não só fora curado de sua lepra, como fora espiritualmente transformado.
Ninguém sabe o nome dessa menina. Em nenhum outro lugar da Bíblia ela é citada. Nada se fala sobre o seu futuro, se ela foi libertada ou com quem se casou. O que se sabe é que ela foi um instrumento de Deus para transformar a vida de uma pessoa importante do país na qual era estrangeira.

A verdade é que temos todos um desejo de sermos úteis. O problema é quando confundimos utilidade com sucesso. Ninguém precisa ser famoso para ser útil. Como a menina anônima, nos tornamos relevantes e úteis quando abrimos nossos olhos e ouvidos para as necessidades das pessoas. Há muita gente ao nosso redor esperando a atitude de um “anônimo”. Alguém que lhe doe seu conhecimento, habilidade, capacidade, profissão, recursos, bens, dinheiro etc.

Aquele pregador que conduziu Max Lucado de volta ao Senhor e aquela menina que foi instrumento para a cura e transformação de Naamã nunca foram lembrados por seus nomes, mas foram lembrados pelo que fizeram. Eles foram usados grandemente por Deus para tocar uma só pessoa.  E isso fez a diferença. Porque na verdade, o que realmente importa é ser útil nas mãos de Deus e ter sucesso aos olhos Seus olhos.

Por isso alegre-se em ser um anônimo útil.

O CONVITE A LIBERDADE

O CONVITE A LIBERDADE

Conta-se a estória de um canário na gaiola e um curió na janela. O curió observando o canário perguntou:
— Qual é o seu propósito?
— Meu propósito é comer sementes – respondeu o canário.
— Mas para quê?
— Para ficar forte.
— Mas para quê? – Insistiu o curió.
— Para poder cantar.
— Mas para quê?
— Porque quando eu canto, ganho mais sementes – afirmou o canário.
— Então você come a fim de ficar forte para poder cantar, e então ganhar mais sementes para comer?
— Isso mesmo – concluiu o canário.
— Há mais para você – ofereceu o curió – Se você me seguir, eu lhe mostrarei. Mas primeiro de tudo você deve deixar sua gaiola.

Há muita gente engaiolado e preso nessa vida. Em Mateus 19.16-22 temos a história do encontro de Jesus com um “jovem rico”. Ele estava desejoso em alcançar a vida eterna e perguntou sobre isso (16). Jesus o questionou sobre o cumprimento dos mandamentos, e ele respondeu que estava  “andando na linha” (17-20). Surpreendendo-o, Jesus disse que lhe faltava apenas uma coisa: “…vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me.” (21). As palavras de Jesus chocaram sua alma. E sua decisão é descrita assim: “retirou-se triste, por ser dono de muitas propriedades…” (22)

Jesus sabia que ele estava engaiolado pelos bens materiais. Seu significado, propósito e objetivo de vida estava atrelado aos seus recursos. Os seus bens justificavam sua existência. Ele estava preso a mentira das possessões materiais como identidade de vida. E Jesus queria tirá-lo da tirania da idolatria do dinheiro e bens. Jesus queria deixá-lo livre. Mas uma pena…ele não quis.

E assim também é muita gente. Não são poucos os que estão engaiolados, presos, reclusos em futilidades da vida. Gente presa na gaiola dos recursos, títulos, oportunidades,  reconhecimentos, diplomas, dogmas, religião etc. Coisas que daqui a 100 anos não farão a mínima diferença.

Há uma razão maior, um propósito e uma missão em nossa existência. É impossível que estejamos nesse mundo apenas para nascer, crescer, estudar, trabalhar, comer, dormir, divertir e depois morrer.

Jesus disse ao “jovem rico”: “Vem e segue-me”. Por que Ele fez esse convite? Porque o queria tirar da gaiola do engano da riqueza material e dar propósito e significado a sua vida. E Ele faz o mesmo convite a você.

Jesus lhe oferece vida e liberdade porque sabe que o mais importante não é ter a identidade em coisas ou bens, mas em Deus. Mas para sair do que lhe prende é necessário aceitar o convite a liberdade proposto por Jesus,“vem e segue-me.”

Você aceitará esse convite?

ENFRENTANDO O DESÂNIMO

ENFRENTANDO O DESÂNIMO

Todos temos uma razão para desanimar e “jogar a toalha”. Ficamos desanimados por brigas entre parentes e amigos queridos, pela frieza e insensibilidade das pessoas, desrespeito com o dinheiro público, falta de segurança pública, traição, objetivos não alcançados, acusações infundadas, perda de habilidade, capacidade e saúde; falta de reconhecimento profissional e etc. A lista é grande.

Lillian Weber é uma senhora americana de 99 anos. Todos os dias ela cumpre um mesmo objetivo: Fazer um vestido infantil por dia para crianças carentes da África. Ela já produziu cerca de 800 vestidos e sua meta é produzir 1000 antes de completar 100 anos. Ela conta que todos os vestidos são feitos no mesmo padrão de corte, mas cada um possui costuras e detalhes individuais que diferenciam cada vestido, valorizando a individualidade de cada menina que o recebe. Ela não se deixa desanimar na tarefa de fazer vestidos.

É muito fácil desanimar. Mas Paulo, por exemplo, não se deixou desanimar. Em 2 Coríntios 4.1 ele escreve: “Deus, na sua misericórdia, nos deu essa tarefa, e é por isso que nunca ficamos desanimados.” Ele pregou o evangelho de Jesus com muita bravura. Ele enfrentou uma série de problemas para ir adiante com a tarefa dada por Deus de pregar o Evangelho. O que o encorajava? Paulo considerava a grandeza de sua vocação. Ele não focava em si, nos seus problemas ou na sua dor. Ele estava consciente de que Deus lhe havia dado um chamado e poder para ir adiante em sua vocação.
Quando o desânimo bater precisamos combatê-lo. Precisamos sair de nós mesmos e ir adiante no poder de Deus. Tanto Paulo como Lillian Weber poderiam desanimar em cumprir seus objetivos. Mas por que nunca o fizeram?  Porque eles focaram em algo maior.

Você e eu passaremos pelo desânimo. E para enfrentá-lo precisaremos mais do que nossa própria capacidade. Precisamos pedir pelo poder de Deus. O mesmo poder que Jesus buscou em oração no jardim do Getsêmani e que O capacitou a ir a cruz e pagar o preço por nossos pecados, mesmo enfrentando a dor e o deboche.

É o poder de Deus que destrói o desânimo e  lhe capacita a sair de si, servir pessoas e fazer a diferença. Por isso, se você está desanimado(a), peça ao Senhor o Seu poder e enfrente o desânimo!

CONSTRUINDO PONTES

CONSTRUINDO PONTES

Conta-se a história de dois fazendeiros sisudos e orgulhosos que não conviviam bem um com outro. Um grande barranco separava as duas fazendas. Como sinal de mútua aversão e para manter o outro longe, cada um comprou madeira e construiu uma cerca no seu lado do barranco. Um dia, a filha de um fazendeiro conheceu o filho do outro, e ambos se apaixonaram. Determinados a pôr um fim na insensata discórdia de seus pais, eles derrubaram a cerca, e usaram a madeira para construir uma ponte sobre o barranco ligando as duas fazendas.

Somos chamados nessa vida para relacionarmos com Deus e com pessoas. Ninguém pode viver como uma ilha. Devemos aprender a construir pontes e não levantar cercas em nossos relacionamentos.  É certo de que há pessoas difíceis de se relacionar, mas não devemos piorar a situação. Deus nos ensina algo simples e profundo para nossa vida relacional: a prática do amor.

Relacionamentos basicamente são destruídos por egoísmo, orgulho, ressentimentos, julgamento e falta de perdão. E para construir pontes é preciso amar. Paulo apresenta o perfil dos construtores de pontes em 1 Coríntios 13.4,8 Ele afirma: “Quem ama é paciente e bondoso. Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Quem ama não é grosseiro, nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas. Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo. Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência. O amor é eterno…”
Se quisermos aprender a construir pontes em nossos relacionamentos precisamos olhar para o exemplo de Deus. No Éden Ele construiu a ponte para o retorno do relacionamento com Adão e Eva. Eles pecaram e Deus foi atrás deles. Ele perguntou a Adão: “onde você está?” Ele deu o primeiro passo. E na história bíblica, de forma definitiva, Ele veio atrás de toda a rebelde raça humana por meio de Jesus. João 3.16 diz que “Deus amou o mundo…”

Se você conhece a Jesus, você já recebeu do Espírito Santo e o amor do próprio Deus que o capacita a construir pontes com pessoas. Há um poder em você para se humilhar, pedir perdão e perdoar.

Se você ainda não se entregou a Jesus, hoje e agora você pode receber o Seu perdão que o capacitará a construir ponte com os outros. Pois, para construir ponte com outros, você precisa se humilhar, confessar seus pecados e passar pela ponte que Deus construiu em Jesus para se relacionar com você.

Alguém afirmou: “O orgulho constrói cercas entre as pessoas, mas a humildade constrói pontes.” Responda: Você está construindo cercas ou construindo pontes em seus relacionamentos?

CONVICÇÕES

CONVICÇÕES…

Vivemos num mundo sem princípios e valores. É preciso de pessoas que vivam com coerência suas convicções. Pessoas convictas são ousadas, corajosas, audaciosas, intrépidas e destemidas.

Um grande exemplo de pessoas convictas na Bíblia foram os três amigos de Daniel: Hananias, Misael e Azarias. Eles se tornaram cativos em Babilônia. Seus nomes foram mudados, suas roupas foram mudadas, sua língua foi mudada, mas a Babilônia não conseguiu mudar suas convicções espirituais.

Em Daniel 3, diante da ordem de adorar uma estátua de ouro, eles disseram: Não! O rei da época, Nabucodonozor, ficou indignado e disse: “…É verdade…que vós não servis a meus deuses, nem adorais a imagem de ouro que levantei? Agora, pois, estai dispostos…prostrai-vos e adorai a imagem que fiz;”? E acrescentou: “…porém, se não a adorardes, sereis, no mesmo instante, lançados na fornalha de fogo ardente. E quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos?”.

A essa palavra do rei, esses homens convictos e ousados disseram: ” Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei.Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste.” (Dn 3.14-18). Eles estavam prontos a morrer por suas convicções espirituais.

Quais são suas convições espirituais? Você está pronto a mantê-las? Pessoas convictas dizem “não” ao que Deus diz “não” e diz  “sim” ao que Deus diz “sim”. Elas não ficam “em cima do muro”. Elas dependem de Deus e deixa com Ele os resultados e consequências de suas convicções.

Os três amigos de Daniel se salvaram, mas  em Marcos 6.17, 18, João Batista foi degolado por ser ousado ao dizer a verdade a respeito do adultério de Herodes e Herodias. Ambos foram ousados e convictos, mas com consequências diferentes.

E você? Está pronto a viver suas convicções em áreas de sua vida e confiar em Deus as consequências? Pessoas com convicções espirituais agradam a Deus e faz com que o cotidiano torne-se uma aventura de fé. É assim a sua vida?

PESSOAS GRACIOSAS

PESSOAS GRACIOSAS

Em Lucas 6.27-30 Jesus ensina o que é ser uma pessoa graciosa. Ele afirma: “Mas eu digo a vocês que estão me ouvindo: amem os seus inimigos e façam o bem para os que odeiam vocês. Desejem o bem para aqueles que os amaldiçoam e orem em favor daqueles que maltratam vocês. Se alguém lhe der um tapa na cara, vire o outro lado para ele bater também. Se alguém tomar a sua capa, deixe que leve a túnica também. Dê sempre a qualquer um que lhe pedir alguma coisa; e, quando alguém tirar o que é seu, não peça de volta.”

“Graça” é um “favor imerecido” que Deus dá aos pecadores. Não merecemos nada de Deus. Deus não nos deve nada. Qualquer coisa boa que tivermos em nossas vidas é um resultado de Sua graça. Quem entende e vive a “graça de Deus” torna-se uma “pessoa graciosa”; torna-se parecida com Deus. Pessoas graciosas faz com que o Evangelho de Jesus seja visualizado em “full HD”.

Quando não existe “graça” a vida fica ácida. Por vezes “coisas” se tornam mais importante do que “pessoas”; sobra indiferença; não há espaço para a flexibilidade; o legalismo toma conta; a atitude crítica passa ser a “bola da vez”; o sentimento de superioridade reina e acima de tudo, passa-se um ideia deturpada de Deus porque se afirma crer nEle – o Deus gracioso – e vive-se sem demonstrar Sua “graça”.

Há um perfil que define pessoas graciosas. Pessoas graciosas…

  • tratam os outros melhor do que elas merecem;
  • tratam os outros melhor do que elas esperam ser tratadas;
  • não desistem das pessoas que desistem delas;
  • fazem coisas que do ponto de vista lógico parece ser insano e inacreditável;
  • servem os que se declaram inimigos como se fossem amigos;
  • abençoam e nunca amaldiçoam;
  • acham uma coisa boa para falar do outro;
  • oram pelos que o perseguem;
  • desejam o bem a quem o deseja mal;
  • perdoam quando o perdão não é solicitado;
  • se importam com os que não se importam;
  • respeitam e tratam com gentiliza quando é tratada com desrespeito ou ingratidão.

Pessoas graciosas, são graciosas, não porque são melhores do que outras, mas porque receberam, entenderam e aplicaram a graça de Deus em suas vidas.

Pergunta: Você já recebeu a graça de Deus em sua vida? Você poderia afirmar que está a caminho de se tornar uma “pessoa graciosa”?