OS ÚLTIMOS DIAS

OS ÚLTIMOS DIAS

Na Bíblia a expressão “últimos dias” refere-se a um período de depravação moral e espiritual dos homens, que culminará com a manifestação final justiça de Deus contra o pecado e o retorno pessoal e visível de Jesus em glória para estabelecer nessa terra o reino universal e mundial conforme profetizado pelos profetas do Antigo Testamento e pelo próprio Senhor Jesus.

Segundo as profecias dadas por Jesus em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21 os “últimos dias” seriam marcados pelo gradual desenvolvimento do engano espiritual, da falsidade, do aumento de guerras, e conflitos entre as nações, terremotos em vários lugares, o crescimento da fome, aliado a uma perseguição conceitual, psicológica e física aos seguidores de Jesus. O evento profético que dará visibilidade a esses “últimos dias” será o arrebatamento da igreja profetizado em 1 Tessalonicenses 4.11-17.

Paulo ensinou sobre os “últimos dias” em 2 Timóteo 3.1-5. Ele profetizou a postura dos homens dizendo o seguinte: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes.”

Paulo vai adiante dizendo que os “últimos dias” também seriam marcado por uma grande apostasia, ou seja, pessoas se afastariam da verdade de Deus. Ele diz em 1 Timóteo 4.1: “O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios.” Pedro profetizou sobre os “últimos dias” em relação a disposição do homem em zombar das coisas de Deus e viver uma vida moral desenfreada. Ele afirma 2 Pedro 3.3: “Antes de tudo saibam que, nos últimos dias, surgirão escarnecedores zombando e seguindo suas próprias paixões.”

Os “últimos dias” são evidentes. Desde o início do século XX até o presente momento em que estamos vivendo no século XXI, muito dessa realidade espiritual profetizada tem sido percebida de forma real e clara, de alguma forma podemos afirmar que estamos vivendo como nunca os “últimos dias”.

Jesus ao iniciar seu ministério, estando a nação de Israel longe de Deus, profere Suas primeiras palavras dizendo: “Arrependam-se, pois o Reino dos céus está próximo” – (Mateus 4.17).

“Arrependam-se!” Ou seja, coloque toda sua esperança somente em Jesus e esteja ciente de que esse mundo só vai de mal a pior.

O PODER DA INFLUÊNCIA

O PODER DA INFLUÊNCIA

Jesus afirmou em Mateus 5.13:“Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.”

O sal é algo perceptível. Sua função básica é dar sabor, proteger e purificar. Na época de Jesus o “sal” vinha principalmente do Mar Morto. Não havia refinarias e sua ação seria comprometida caso fosse misturado com outros elementos impuros.

Nesse texto Jesus usa a metáfora do sal para ensinar o PODER DA INFLUÊNCIA. Os discípulos de Jesus são “sal da terra”, ou seja, eles fazem a diferença nesse mundo. Eles são chamados a influenciar. O pecado contaminou o mundo. Os valores, padrões, conceitos, interesses, a moral, a postura e os princípios do mundo são diferentes do Deus que estabelece em Sua Palavra.

O discípulo de Jesus deve manter sempre uma linha clara entre o “certo” e o errado”. Ele precisa também considerar  “feliz com Jesus” e não andar em busca de um “pacote de felicidade” que o mundo apresenta.

O discípulo de Jesus não faz concessões porque ele não pertence mais ao sistema do mundo. Ele anda na contra mão da história. Ele vive numa “contra cultura”. O poder de sua influência apenas é percepida quando ele assume publicamente viver igual a Jesus e não no padrão do mundo.

Assim, se você se é um seguidor de Jesus, o seu “sal” precisa salgar. Você precisa assumir a postura de influenciar onde está e por onde vive. Jesus não veio para estabelecer uma religião, mas um estilo de vida, ou seja, pessoas que se dispõe voluntariamente a ama-lo, servi-Lo, obedece-Lo, viver Seus ensinos e imitar Sua vida.

O mundo não precisa de mais filosofias e religiões; já existem muitas. O mundo busca mesmo uma direção que possa seguir com segurança . O mundo está sedento de algo coerente, sério, íntegro e que dá para entender. O mundo deseja algo que resolva os conflitos internos de sua alma, traga soluções práticas para o dia a dia, e faça com que a vida realce cada manhã. O mundo busca uma resposta. E a resposta é JESUS. Ele diz em João 14.6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai, senão por Mim” . Mas o mundo precisa de alguém que ensine sobre Jesus e que O viva.

Por isso, assuma ser “sal da terra”. Use o poder de sua influência.

LIDANDO COM OS ZOMBADORES ESPIRITUAIS

LIDANDO COM OS ZOMBADORES ESPIRITUAIS

Jesus disse em Mateus 7.6: “Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.”

Esse é um texto chocante. Pessoas são comparadas a “cães” e a “porcos”. A pergunta básica olhando para esse texto é: quem são os “cães” e os “porcos”?

“Cães” e “porcos” eram animais na época de Jesus associados com hábitos sujos. Os “cães” que não eram os bem comportados cachorrinhos de colo de nossos dias, antes eram cães selvagens e que fuçavam no lixo da cidade. Os “porcos” sempre foram animais imundos e impuros para os judeus.

“Cães” e “porcos” é uma ilustração dada por Jesus a pessoas cuja a incredulidade as coisas de Deus se mostra de uma forma forte e agressiva. Essas pessoas tratam as verdades espirituais com desprezo, zombaria e crítica. A esses Jesus diz claramente: “Não lhes deis o que é santo e precioso”.

Um judeu jamais daria alimento “santo” a cães, ou seja, aquele alimento que fora a oferecido como sacrifício no altar. Um judeu jamais sonharia em jogar valiosas pérolas aos porcos. Isso porque os porcos provavelmente confundiriam as pérolas com nozes ou ervilhas e tentariam come-las, e ao descobrir que não eram comestíveis, iriam pisotea-las e até mesmo poderiam atacar o doador.

O que Jesus ensina nesse texto é que as verdades de Deus são “santas” como uma “pérola de grande valor.” (Mateus 13.46). O Evangelho de Jesus, a salvação que Ele oferece, e o relacionamento com Deus são a prioridade das prioridades. Se alguém a rejeita, questiona e ridiculariza condena-se a si mesmo e ao mesmo tempo se torna indigno de continuar ouvindo as preciosas verdades.

Jesus ensina que você não deve continuar expondo as verdades de Deus para com os que não querem ouvir ou crer. Não discuta com eles, apenas não lhes dê informoções espirituais visto que eles não as querem. Por um outro lado elas são preciosas demais para serem desprezadas. Apenas ore por eles!

Contudo, se você é um dos zombadores e sarcásticos das verdades de Deus, meu apelo e que você se arrependa de sua incredulidade e creia em Jesus como Senhor e Salvador. Caso não queira, “toque sua vida”. Lembre-se que ninguém tem obrigação de aceitar suas críticas e incredulidades e ao mesmo ninguém também é obrigado a repassar para você qualquer verdade espiritual. Infelizmente você é um intratável espiritualmente.

AS DUAS PORTAS

AS DUAS PORTAS

Jesus fez um apelo a uma decisão em Mateus 7.13,14: “Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.”

Nesse texto Jesus está por concluir o Sermão do Monte. E antes de finaliza-lo Ele exige que seus ouvintes (e leitores) tomem uma decisão. E Jesus no texto apresenta a decisão através da metáfora das “duas portas”.

A primeira porta é a “porta estreita.” Ele diz que “estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida…” Essa é definida por um caminho difícil, cheio de limites demarcados por Deus segundo Sua Palavra. Essa porta conduz a um caminho onde há um “jugo suave” e um “fardo leve”; onde há lutas e provações; onde os pensamentos e vontades são centrados em Deus. Essa é a porta que conduz a vida hoje e na eternidade. E a constatação de Jesus é que “…são poucos os que acertam com ela.”

A segunda porta é apresentada como “porta larga”. Essa é porta é a “…do caminho que conduz para a perdição.” Essa é a porta do caminho fácil e confortável. É a porta da imoralidade, da permissividade, da vida sem freios no pensamento e na conduta. É a porta onde o foco são os desejos e as inclinações naturais. Essa também é a porta da superficialidade, do egoísmo, da hipocrisia, da ambicão, da religião ritualista que deixa tudo, permite tudo,onde nada é exigido. Essa á porta que conduz a perdição. E a triste constatação de Jesus é que é “…são muitos os que entram por ela.”

Ninguém está neutro nessa decisão. Decidir pela ”porta larga” é escolher pelo pecado, pela justiça própria, pelo orgulho e pela religiosidade vazia. Decidir pela “porta estreita” é escolher pelo arrependimento da ambição egoísta, da cobiça, de si mesmo, da auto-imagem e todo pensamento, comportamento, desejos e vontades que não honram e nem agradam a Deus.

Assim, Jesus ordena que você tome a decisão certa: “Entrai pela porta estreita…” Ele quer que você mude de vida! Ele sabe que “estreita é a porta, e apertado, o caminho…” Mas Ele também quer que você saiba que esta porta é a “…que conduz para a vida…” A vida que você está procurando e de alguma forma na “porta larga”.

D.L. Moody declarou: “Eu acredito do fundo de minha alma, que há mais gente neste dia se perdendo por falta de uma decisão espiritual do que por qualquer outra coisa.”

Decida pela “porta estreita”!

O JESUS DO IMPOSSÍVEL

O JESUS DO IMPOSSÍVEL

Em João 6 temos a história da multiplicação dos pães para uma grande multidão. Os versículos 5-11 nos relata o seguinte: Jesus olhou em volta de si e viu que uma grande multidão estava chegando perto dele. Então disse a Filipe: — Onde vamos comprar comida para toda esta gente? Ele sabia muito bem o que ia fazer, mas disse isso para ver qual seria a resposta de Filipe. Filipe respondeu assim: — Para cada pessoa poder receber um pouco de pão, nós precisaríamos gastar mais de duzentas moedas de prata. Então um dos discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse: Está aqui um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos. Mas o que é isso para tanta gente? Jesus disse: — Digam a todos que se sentem no chão. Então todos se sentaram. Estavam ali quase cinco mil homens. Em seguida Jesus pegou os pães, deu graças a Deus e os repartiu com todos; e fez o mesmo com os peixes. E todos comeram à vontade.

Esse um texto extremamente rico em lições espirituais. A primeira está relacionada com a pessoa de Filipe. Jesus pergunta a ele: “Onde vamos comprar comida para toda esta gente? E ele responde: “Para cada pessoa poder receber um pouco de pão, nós precisaríamos gastar mais de duzentas moedas de prata.” Jesus pergunta: “Para onde vamos” e Filipe responde: “quanto vai custar”. Filipe era um sujeito calculista, estatístico e pessimista. E a verdade é que alguns de nós somos como Filipe. Acreditamos que o impossível é realmente impossível. Pela lógica “os números não fecham”, a “crise é profunda”. Tudo é grande demais…impossível demais… Tudo é fora da realidade. Mas o Jesus que faz a pergunta é o mesmo que tem a resposta. O texto diz: “Ele sabia muito bem o que ia fazer…” Assim, quando os problemas chegarem, antes de desesperar, entenda que o Senhor permitiu e Ele mesmo tem a resposta. Basta dizer a Jesus o que Filipe não disse: “Senhor…eu não sei…mas o Senhor sabe…o Senhor tem a resposta.”

A segunda lição é a do menino que tinha cinco pães e os dois peixinhos. Ele trouxe para Jesus o pouco, e o pouco tornou-se muito. Assim, traga a Jesus o pouco que você tem. Traga a Ele, seja lá o que for. E diga: “Senhor está aqui…faça do meu pouco uma benção para muitos…glorifique o Teu nome, nesse pouco.”

A terceira lição é sempre saber que o Senhor Jesus é especialista em situações impossíveis. Ele multiplicou o cinco pães e dois peixinhos e alimentou uma grande multidão. Assim, não há nada impossível ao Salvador. Se Ele quiser agir, toda necessidade será suprida e tudo que é ilógico, improvável e impossível será solucionado.

É importante que você não esqueça que o Jesus do impossível continua ainda vivo e ativo.

UMA VIDA ESPIRITUAL SADIA

UMA VIDA ESPIRITUAL SADIA

Estamos todos os dias sendo bombardeados por uma cultura de violência e imoralidade, o que faz com que não sejamos mais chocados com nada e aumente em nós dia após dia uma insensibilidade ao mal segundo os olhos de Deus.

Tentar racionalizar o comportamento errado, achando que a exposição ao pecado não trará mal algum, é um grande engano. Quanto mais se expõe ao mal, ao pecado e ao erro, mais a resistência espiritual diminui e mais o conformismo aumenta.

Na Bíblia, a verdade explícita é que Deus ama o que é bom, certo e justo e odeia o que é mal e pecaminoso. Salmo 5.4,6 nos diz: Pois tu não és Deus que se agrade com a iniqüidade, e contigo não subsiste o mal…Tu destróis os que proferem mentira; o SENHOR abomina ao sanguinário e ao fraudulento.”

O caráter santo de Deus exige nada menos do que a oposição hostil a toda forma de mal. E naturalmente, todos aqueles que dizem amar a Deus e segui-Lo deveriam também odiar ao mal e amar o que é bom. Provérbios 8.13 diz: O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal…” A.W. Pink disse: “ Um Deus inefavelmente santo, que tem a maior aversão ao pecado, não foi inventado por qualquer um dos descendentes de Adão.”

Se você se diz ser um fiel seguidor de Cristo, é natural que você venha desejar ser conhecido como alguém que anda em integridade, sem se acomodar a qualquer estilo de pecado em sua vida. Contudo, você precisa saber que viver odiando ao mal será uma grande luta. Lutar contra o mal e odiá-lo pode ser um grande desafio, contudo, quando você se torna contra aquilo que Deus é contra, e quando você se dispõe a viver como Ele quer, você receberá a Sua ajuda, apoio e força.

Não flerte com o pecado porque ele certamente lhe dará um “bote” espiritual. O ensino de Paulo em 1 Timóteo 2.2 é: “Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.

O caminho da santidade é difícil porque exige luta, esforço e uma vida disciplinada. Mas na caminhada, o Senhor lhe oferece toda a Sua graça, força e recursos espirituais em nosso Senhor Jesus pelo poder de Seu Espírito Santo.

Por isso, sempre dê prioridade a Deus, e lute. A construção de uma vida espiritual sadia nunca virá sem compromisso.

EVIDENCIANDO O AMOR

EVIDENCIANDO O AMOR

A visão que o mundo tem sobre o amor tem sido confundido com a busca dos próprios prazeres e desejos egoístas. Os maiores propagandistas dessa mentalidade de um amor hipócrita em nossa cultura tem sido a mídia, os filmes e as redes sociais.

Na Bíblia, “amor” é um termo usado para descrever o bem estar de alguém. Amor na Bíblia é um estilo de vida que coloca de lado o próprio interesse e foca no direto e benefício do outro, sem se importar com o custo.

No Novo Testamento, a palavra mais usada para esse tipo de amor é “ágape”. “Ágape” é a qualidade do amor de Deus. Na Bíblia, o amor de Deus é expressado de forma prática ao dar Jesus como Salvador daqueles que não merecem Seu amor, antes o Seu julgamento. Paulo diz em Romanos 5.8: “ Mas Deus prova o seu próprio AMOR para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.”

Jesus é a demonstração do amor de Deus. Ele tornou-se o substituto dos pecadores na cruz do calvário; Ele recebeu a ira de Deus que todo pecador merecia. Jesus revelou o amor DANDO a si mesmo para salvar os pecadores. O Pai expressou amor DANDO o Filho como o preço do pecado. Assim, amor bíblico é alguém DANDO algo sacrificial a bem do outro. Na prática eles precisam morrer para si mesmo, para seus interesses, voltar-se a bem do outro e revelar a mesma qualidade de amor como o de Deus.

O cristianismo autêntico não é definido pela aglomeração de pessoas que se reúnem em busca de uma benção, antes é a disposição em ser uma benção para alguém. A beleza do verdadeiro cristianismo está em viver e ser como Jesus; está em demonstrar nitidamente o Seu amor. Jesus afirmou em João 13.35: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.”

O amor verdadeiro é demonstrado de forma prática. O amor abre sua casa ao outro (1 Pedro 4.9,10); serve o outro (Gálatas 5.13); edifica o outro (Romanos 14.19); ajuda o outro em suas dificuldades (Gálatas 6.2); submete-se ao outro (Efésios 5.21); perdoa o outro (Colossenses 3.13); conforta o outros nas suas dificuldades (1 Tessalonicenses 4.18); repreende o outro (Tito 1.13); encoraja o outro (Hebreus 10.24,25); confessa os próprios pecados ao outro (Tiago 5.16) e ora pelo outro (Tiago 5.16).

Não se engane! Se você não demonstra o amor de Jesus aos que estão ao seu redor, você nunca pertenceu a Ele. Essa verdade está afirmada em 1 João 1.7,8: “…todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.”

Sem a evidência prática do amor de Jesus, você continua enganado e iludido por uma fé morta. Sem amor você continua espiritualmente perdido.

O VENCEDOR

O VENCEDOR…

No dia 25 de Julho de 2015, em Detroit – EUA, foi inaugurada por um grupo de 700 satanistas, uma suposta estátua (Baphomet) representando Satanás. A inauguração feita em um prédio industrial de Detroit gerou diversas manifestacões tanto ao contrário como a favor. O custo final da obra de meia tonelada e de quase três metros de altura foi patrocinada por um grupo satanistas e ficou em aproximadamente U$ 100.000,00.

Essa realidade que aparentemente parece bizarre na verdade é algo muito real. Satanás é real. Ele existe e está agindo. No campo espiritual, não há neutralidade. C.S.Lewis afirmou: “Não há terreno neutro no universo; cada polegada quadrada, cada fração de segundo é reivindicada por Deus e contra reivindicada por Satanás.”

A Bíblia é clara quando se fala sobre Satanás. Ele é o inimigo já derrotado de Deus. Ele é contra tudo o que Deus é, faz, diz, afirma, deseja e estabelece. Ele odeia o Criador e todas as suas criaturas. Seu foco é afastar as pessoas de Deus e destruí-las. Essa é sua maior satisfação. Ele é astutíssimo. Ele é um ser espiritual poderoso que pode se transformar em “anjo de luz” (2 Coríntios 11.14).

Sua maior arma é a mentira. Ele ama a falsidade e engano. Ele trabalha poderosamente no campo conceitual; nas ideias; nos pensamentos. E ninguém é pário para ele. Ele é capaz destruir qualquer vida e relacionamento. Ele só teme grandemente uma pessoa: O SENHOR JESUS! Por quê?

A Bíblia nos diz Colossenses 2.15: “…despojando (Jesus) os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. Quando Jesus Cristo morreu na cruz os pecados foram expiados. Abriu-se a oportunidade da reconciliação com Deus. Cumpriu-se a profecia de Gênesis 3.15, que o nascido de uma mulher esmagaria a cabeça da serpente.

A morte de Cristo na cruz desarmou e derrotou Satanás. A única arma eternamente destrutiva que ele tinha foi tirada de sua mão, ou seja, a sua acusação diante de Deus que somos culpados e que todos agora precisamos perecer. Mas quando Cristo deu sua vida na cruz, essa acusação foi anulada. E agora, todos os que se entregam a Cristo nunca mais perecerão. Eles foram tirados do poder de Satanás; eles foram “libertados das trevas para o Reino do Filho…” (Colossenses 1.13). Os que creram em Cristo nunca mais poderão ser separados do grande amor de Deus que está em Cristo Jesus (Romanos 8.37-39). Eles estão seguros hoje e eternamente. Tudo…tudo por causa de Jesus, O VENCEDOR!