NASCER DE NOVO

NASCER DE NOVO

Recentemente o site da UOL apresentou em um vídeo de 22 segundos a cena de um jovem debruçado numa grade que dividia a calçada de uma rua. Aparentemente ele estava chateado com algo. Depois de 11 segundos ele sai andando pela calçada, passa por um poste de luz, chuta algo e 6 segundos após sua saída, um carro desgovernado bate exatamente na grade onde ele estava. O jovem não é morto porque ele se retirou 6 segundos antes e o veículo se choca diretamente com o poste que de alguma forma protegeu o rapaz. O nome dado ao vídeo foi “Ele nasceu de novo.”

 “Nascer de novo” para muitos significa ser inexplicavelmente livre da possibilidade concreta da morte. Mas será esse mesmo o significa de “nascer de novo”? O que realmente significa “nascer de novo”?

A passagem clássica da Bíblia sobre “nascer de novo” é João capítulo 3. Nesse texto Jesus encontra-se com um famoso e respeitado líder religioso de sua época: Nicodemos. Este de noite veio ter com Jesus e introduziu sua conversa dizendo o seguinte no versículo 2: “…Mestre, sabemos que ensinas da parte de Deus, pois ninguém pode realizar os sinais miraculosos que estás fazendo, se Deus não estiver com ele”. E Jesus sem demorar lhe afirmou no versículo 3: “…Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo”. Ao ouvir essa declaração de Jesus, Nicodemos indagou no versículo 4: “Como alguém pode nascer, sendo velho? É claro que não pode entrar pela segunda vez no ventre de sua mãe e renascer!” Então Jesus respondeu nos versículos 5-7: “Digo-lhe a verdade: Ninguém pode entrar no Reino de Deus, se não nascer da água e do Espírito. O que nasce da carne é carne, mas o que nasce do Espírito é espírito. Não se surpreenda pelo fato de eu ter dito: É necessário que vocês nasçam de novo.”

 Nicodemos chegou a Jesus porque tinha uma necessidade espiritual real. Os anos de prática sincera na rígida religião judaica não lhe trouxe a resposta para sua alma. Ele queria ser salvo! Ele queria entrar no reino dos céus! Ele queria ter convicção de que após sua morte ele estaria com Deus. Ele estava desejoso por uma resposta. E a resposta de Jesus foi simples: “…é necessário …nascer de novo…”

 “Nascer de novo” não se refere a nascimento físico, ou a uma dedicação maior na vida religiosa e nem ainda a uma volta a terra com um novo corpo.

 “Nascer de novo” significa “nascer do alto”; significa nascer de Deus. “Nascer de novo” é uma ação de Deus na vida da pessoa dando-lhe convicção de seus pecados e apontando para a definitiva solução deles por meio morte sacrificial de Jesus pelos pecados na cruz.

“Nascer de novo” significa que os pecados foram perdoados, o coração foi limpo e Espírito de Deus habita na pessoa dando novos desejos, anseios e vontades.

“Nascer de novo” significa que prioritamente o foco da vida passa ser amar, obedecer, submeter, servir e viver para Deus.

O que Jesus disse a Nicodemos, diz hoje também a todos nós: “…Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo”.

PESSOAS FELIZES

PESSOAS FELIZES

Felicidade é um sentimento de alegria, bem estar e de paz; é a qualidade ou estado de ser feliz. Felicidade é uma busca de todo ser humano. Tomás de Aquino afirmou: “Existe dentro de cada alma uma sede por felicidade e significado.”

Para alguns, felicidade pode ser definida como ter “sucesso”, acumular bens, ter dinheiro, criar e aproveitar oportunidades, dar-se ao luxo, manter o “status quo”, buscar um “corpo perfeito”, estar com pessoas influentes e ter prazer ao máximo.

Vivemos numa cultura que busca ansiosamente a felicidade. Felicidade tornou-se um imperativo social. A jornalista Barbara Axt escreveu o seguinte: Vivemos numa época em que ser feliz é uma obrigação – as pessoas tristes são indesejadas e vistas como completamente fracassadas. A doença do momento é a depressão. ‘A depressão é o mal de uma sociedade que decidiu ser feliz a todo preço’… Muitos de nós estão fazendo força demais para demonstrar felicidade aos outros – e sofrendo por dentro por causa disso. Felicidade está virando um peso: uma fonte terrível de ansiedade.”

Mas a verdade explícita e por vezes negada, é que desde que o pecado entrou no mundo (Gn 3), as pessoas são infelizes e buscam por felicidade. Há um vazio inexplicável no coração de todo ser humano.

Em Mateus 5.3, Jesus inicia o seu famoso “SERMÃO DO MONTE” afirmando por nove vezes a frase “bem-aventurados…” O termo significa literalmente felizes, alegres, benditos e abençoados. Jesus apresenta uma nova e estável proposta de “felicidade”.

“Bem-aventurados…” é uma expressão que representa muito mais do que apenas um estado emocional superficial ou passageiro. Jesus fala de um bem-estar espiritual concedido a todos os que se conectam com Deus.

Segundo todo o ensino do Senhor Jesus, “felicidade” é um estado duradouro de paz, de alegria, de contentamento dado por Deus, e que nunca é dirigido por qualquer circunstância ou ausência de problemas.

A proposta estável de “felicidade” segundo Jesus é resultado de uma vida interna reconectada com Deus. E é para isso que Jesus veio ao mundo, trazer o homem de volta a Deus. Jonathan Edwards afirmou que “a felicidade da criatura consiste em se alegrar em Deus…”

A proposta de Jesus para você é bem simples: a sua busca de felicidade não está em coisas, circunstâncias ou pessoas. A verdadeira felicidade está em voltar a origem, a um relacionamento pessoal com Deus. E quem tem Deus em sua vida vive a pessoa de Deus, os desejos de Deus e os propósitos de Deus. E quem vive Deus não busca a felicidade, porque a felicidade já mora dentro dela.

ENTENDENDO DEUS PELO PERDÃO

ENTENDENDO DEUS PELO PERDÃO

José é um dos maiores exemplos bíblicos sobre como demonstrar perdão de forma prática e objetiva. Quando ainda jovem, seus irmãos alimentaram ódio contra ele. E em uma propícia oportunidade, seus irmãos o venderam para uns mercadores midianitas. Estes, por sua vez, venderam-no como escravo para um general no Egito chamado de Potifar.

Nem se pode medir a dor e o sofrimento de José. Ele foi desprezado, usado e desvalorizado por seus irmãos. José foi tirado bruscamente do relacionamento familiar, e em especial de seu pai, Jacó, que o amava profundamente.

Depois de vários anos, os papéis se invertem. De forma miraculosa José torna-se o segundo homem mais poderoso no Egito, e devido a uma grande fome mundial, seus irmãos vão ao Egito para comprar alimento. E após reconhece-los e sem ser reconhecido, José monta um projeto para entender as reais motivações de seus irmãos que culmina em ele mesmo se fazer conhecido a eles. E por sua atitude e pela providência divina, seu irmãos, seu pai e todos seus parentes são salvos da maior crise econômica da história de então.

Após a morte de Jacó, seus irmãos, por terem suas consciências atacadas pela culpa, se apresentam a José para se tornarem seus escravos. E em Gênesis 50.19-21 temos sua resposta a eles: “…Não tenham medo. Estaria eu no lugar de Deus? Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem, para que hoje fosse preservada a vida de muitos. Por isso, não tenham medo. Eu sustentarei vocês e seus filhos.”

O perdão de José concedido a seus irmãos é sustentado por pelo menos três princípios básicos.

O primeiro princípio é que José sabia que Deus estava em sua história. Ele aprendeu que Deus estava no controle de sua vida. Se ele não fosse para o Egito, ele não se tornaria um homem poderoso, e assim ele não poderia salvar tantas pessoas da fome como o fez.

O segundo princípio é que José sabia que Deus estava no controle total do mal que fora feito contra ele. José aprendeu que Deus sabe muito bem usar os erros humanos para levar adiante Seus propósitos soberano. Com Deus o mal nunca tem a palavra final.

O terceiro princípio é que pelo fato de José olhar a vida do ponto de vista de Deus, ele se dispôs a ser um instrumento para abençoar. Deus era o centro do pensamento e das ações de José e por isso ele se tornou uma benção para seus irmãos e familiares.

Na verdade, ninguém será capaz de perdoar o ofensor enquanto não entender Deus em sua história. Mágoas e ressentimentos são decisões que revelam o pobre conhecimento de Deus. Os que insistem em não perdoar, ou são totalmente ignorantes de Deus, ou são expressamente rebeldes a Ele.

O certo é que se o perdão não faz parte de sua vida, infelizmente você não entendeu Deus.

ACERTANDO NAS DECISÕES DA VIDA

ACERTANDO NAS DECISÕES DA VIDA

Numa placa de rua estava o seguintes dizeres: “Coisas acontecem por uma razão. Por vezes a razão é a estupidez de fazer más decisões.”

Todos fazemos várias decisões por dia. Elas podem ser pequenas ou grandes dependendo das responsabilidades que são assumidas no campo pessoal, profissional e relacional da vida. O certo é que somos o produto direto das decisões tomadas. E podemos escolher certo ou errado.

A pergunta mais simples seria: como fazer decisões acertadas na vida?

Em primeiro lugar, decisões precisam ser tomadas com BOM SENSO. O Provérbios 2.11 lemos: “O bom senso te guardará, e o discernimento te protegera.” Pessoas sábias sempre refletem antes de decidir. Elas “colocam suas cabeças para funcionar” e “engrenam o seu cérebro”. Elas são prudentes e analisam previamente os resultados e impactos de uma decisão. Elas estão cientes de que elas mesmas são as maiores responsáveis por suas vidas.

 Em segundo lugar, decisões precisam ser tomadas SEM O IMPULSO EMOCIONAL. Aprendemos em Provérbios 19.2: “Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado.” Muitas decisões erradas são tomadas quando se está chateado, irado ou empolgado. Tomar decisões no âmbito emocional é basicamente convidar a tragédia para vida.

Em terceiro lugar, decisões precisam ser tomadas depois de CONSULTAR PESSOAS IDÔNEAS. Em Provérbios 15.22 aprendemos que “Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito.” Mais do que um conselho precisamos saber a quem estamos pedindo o conselho. Há pessoas que vivem contando suas vidas para qualquer um. Esse é um grande erro. É preciso procurar pessoas idôneas, com experiência de vida e maturidade espiritual. Pessoas que possam ajudar a enxergar a situação de outro ângulo e abrir os olhos para questões que não estão sendo identificadas no momento. É preciso buscar conselhos, mas com pessoas certas.

Em quarto lugar, decisões precisam tomadas CONSIDERANDO PRIORITARIAMENTE DEUS. Em 2 Samuel 22.33 lemos: É Deus quem me reveste de força e torna perfeito o meu caminho.” Perdemos quando não consideremos as verdades de Deus nas horas das decisões, e pior, perdemos quando não oramos buscando sua orientação.

E por último, a principal decisão da vida é ENTREGAR-SE A JESUS COMO SENHOR E SALVADOR. Em Mateus 11.28 Jesus convida a uma decisão pessoal: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.” Jesus faz um convite a todos aqueles que já decidiram errado e afundaram suas vidas. Ele deseja dar-lhes uma nova vida.

Lembre-se: Quem decide seguir a Jesus já tem si o potencial de acertar em todas as decisões da vida.

VOCÊ É UM VERDADEIRO “CRISTÃO”?

VOCÊ É UM VERDADEIRO “CRISTÃO”?

“Cristão” é comumente definido como “uma pessoa que professa a crença em Jesus Cristo ou na religião baseada nos ensinamentos de Jesus.” Enquanto este é um bom ponto de partida para entender o que é ser um “Cristão”, a Bíblia apresenta o termo de uma forma mais ampla.

O palavra “Cristão” foi usada primeiramente na Bíblia em Atos 11.26: Em Antioquia, os discípulos foram pela primeira vez chamados cristãos.” Os habitantes da cidade de Antioquia fizeram uso do termo porque o comportamento, a atividade e a fala dos seguidores de Jesus os identificavam com Ele.

Etimologicamente o termo “Cristão” significa “pequeno Cristo.” No passar dos anos, os que decidiram seguir a Jesus adotaram o termo “Cristão” para se identificarem com Ele. Em 1 Pedro 4.16 lemos: “Contudo, se sofre como cristão, não se envergonhe, mas glorifique a Deus por meio desse nome.”

Infelizmente, com o tempo, a palavra “Cristão” perdeu grande parte de seu significado. Pessoas hoje acreditam que são cristãs porque vivem numa “nação crista”, ou porque vão a uma igreja cristã, ou ainda porque participam de certos dogmas e ritos ensinados pelos diversos ramos da cristandade no mundo.

Segundo a Bíblia, ir à igreja, servir aos menos afortunados, ou ser uma boa pessoa não fazem de alguém um “Cristão”. Alguém disse que “ir à igreja não faz de você um “Cristão”, como ir a uma oficina não faz de você um carro.” Ser um membro de igreja, freqüentar cultos regularmente e trabalhar para a igreja não faz ninguém um “Cristão”.

A Bíblia nos afirma em Tito 3:5: “Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo Sua misericórdia, Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo.” O verdadeiro “Cristão” segundo a Bíblia é aquele que passou pelo “novo nascimento”. Um verdadeiro “Cristão” é aquele que se arrependeu dos seus pecados e colocou a sua fé e confiança na pessoa de Jesus Cristo. Creu no fato que Ele morreu na cruz como pagamento pelos pecados e ao terceiro dia ressuscitou.

Um verdadeiro “Cristão” é marcado por seguir e obedecer aos ensinos de Jesus; por viver a vida de Jesus; por publicar verbalmente e em atos sua fé em Jesus; por pregar e centralizar todo o seu viver em Jesus; por se identificar pessoalmente com Ele pelo batismo. Para o verdadeiro “Cristão” Jesus é o seu ûnico caminho, sua única verdade e sua plena vida.

Sendo assim, você é um verdadeiro “Cristão”?