DIGA “NÃO” A SOLIDÃO

DIGA “NÃO” A SOLIDÃO

Fomos criados por Deus para estar e conviver com pessoas. Deus, por exemplo, vive num relacionamento triúno: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.

O primeiro desagravo de Deus na Bíblia foi contra a solidão. Em Gênesis 2.18 ao ver o homem só ele decretou “…Não é bom que o homem esteja só…”

Em Eclesiastes 4.7-12, Salomão numa longa sentença afirmou o seguinte: Descobri ainda outra situação absurda debaixo do sol: Havia um homem totalmente solitário; não tinha filho nem irmão. Trabalhava sem parar! Contudo, os seus olhos não se satisfaziam com a sua riqueza. Ele sequer perguntava: “Para quem estou trabalhando tanto, e por que razão deixo de me divertir? ” Isso também é absurdo. É um trabalho muito ingrato! É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas. Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se! E se dois dormirem juntos, vão manter-se aquecidos. Como, porém, manter-se aquecido sozinho? Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade.”

Há pessoas que insistem em viver só. Há pessoas que escolherão não se relacionar. Gente, como o exemplo citado por Salomão, que foca no trabalho como seu alvo final; trabalha sem parar; estão fartos de dinheiro, mas sem ninguém para compartilhar a vida.

Alguns dizem: “Relacionei-me, mas me machuquei…não vou sofrer novamente!”, ou ainda, “decepcionei-me com muita gente…não confio mais em ninguém”. Esse é um argumento pobre e covarde. É preciso “cair na real”: qualquer pessoa que se relaciona machuca e será machucado, decepciona e será decepcionado.

Jesus, por exemplo, não escolheu a solidão. Jesus sabia da força e do poder dos relacionamentos. Ele chamou doze homens para estar com ele e os treinou e capacitou. Desses doze Ele tinha um relacionamento mais próximo com três: Pedro, Tiago e João. Dos três Jesus era mais próximo de João. Desses doze, um o traiu, um o negou e todos o abandonaram no Jardim do Getsêmani. Após sua ressurreição, Jesus foi atrás de todos (com exceção de Judas que havia se suicidado). Ele a todos perdoou e restaurou. Jesus cria nos relacionamentos.

Todos teremos problemas com pessoas. Mas isso não pode ser o fator determinante para escolher viver só e apartado dos outros. Os que insistem na solidão por causa da decepção e dores podem estar jogando fora a oportunidade de um bom casamento, de constituir uma linda família, de ter filhos que farão a diferença, de conviver numa igreja saudável e de se relacionar com pessoas que apoiam e ajudam.

É preciso enfatizar: tudo de bom nessa vida não é bom, a menos que seja compartilhado com alguém.

O resumo prático do ensino de Salomão e do Senhor Jesus é: Diga “não” a solidão.

A INTIMIDADE COM DEUS

A INTIMIDADE COM DEUS

Deus nos criou para termos um relacionamento de plena intimidade com Ele. A frase “intimidade com Deus” soa como um conceito estranho. Como posso ter intimidade com alguém que não vejo, não ouço e não toco? Como posso ter intimidade com alguém com quem não passeio no shopping, não tomo café e não dou um abraço?

O Deus que a Bíblia apresenta não é tão transcendente, tão exaltado, tão longe, tão abstrato, tão inatingível, tão intocável que ninguém possa conhece-Lo e ser íntimo dEle. O Deus da Bíblia é retratado como uma pessoa próxima, presente, acessível, pronta e disposta a se relacionar.

Em 1 João 4.8 a Bíblia afirma que “Deus é amor”. Em João 3.16 diz que “…Deus amou o mundo (pessoas)”. Deus é uma pessoa que expressa sentimentos para com suas criaturas. O amor é um de Seus principais atributos. Deus ama! E porque Deus ama, Ele desenvolve relacionamentos de profunda amizade com os que O buscam. Em Jeremias 29.13 o próprio Deus declara: “Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração.”

A Bíblia deixa claro que é totalmente possível se ter amizade e intimidade com Deus! Por exemplo em Provérbios 3.32 somos informados que “…o justo é Seu grande amigo…” Em Isaías 41.8 Deus chama Abraão de “…meu amigo.” Em Tiago 2.23 diz que “Abraão creu em Deus…e ele foi chamado amigo de Deus.” Assim, todos podemos nos tornar íntimos e “amigos de Deus.”

 A Bíblia apresenta pelo menos três passos básicos e simples para se ter intimidade com Deus.

O primeiro passo para a intimidade com Deus é crer em Jesus, Seu Filho Amado. Em João 14.6 Jesus diz: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” É somente por Jesus que a via de intimidade e amizade com Deus se torna garantida. Quem creu e recebeu a Jesus como seu Senhor e Salvador tem acesso íntimo ao Pai; não precisa de mediador.

O segundo passo para a intimidade com Deus é a obediência. Quem obedece a Jesus demonstra que O ama. E quem O ama experimentará um profundo relacionamento com Deus Pai. Jesus afirmou essa verdade em João 14.21: “Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele”.

O terceiro passo para a intimidade com Deus é a oração. Em Jesus o caminho está aberto, e pela oração a intimidade é efetivada. Essa verdade é confirmada em Hebreus 4.16 que diz: “…aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade.”

É possível sim ter intimidade com Deus. O que você precisa saber é se Jesus é Seu Senhor e Salvador, se você está em obediência a Ele, e se você está orando.

A intimidade com Deus está ao meu alcance e ao seu alcance.

A ARROGÂNCIA DOS ARROGANTES

A ARROGÂNCIA DOS ARROGANTES

Arrogância é o sentimento que caracteriza a falta de humildade. É Fingir-se de humilde; é não aceitar o erro; é não pedir desculpas quando erra. A Arrogância é filha do orgulho, irmã da soberba, prima da altivez, amiga da vanglória e parceira da jactância.

Pessoas arrogantes são extremamente vaidosas. Elas tem um espírito altivo. Elas se acham mais que os outros. Uma das demonstrações da vaidade é que elas nunca estão dispostas a ouvir. Rubens Alves escreveu: “Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade…”

Pessoas arrogantes nunca estão dispostas a aprender algo novo. Elas odeiam ser ensinadas. Elas se acham superiores. Mark Baker afirmou: “A arrogância que nos leva a acreditar que somos superiores aos outros, tem origem no medo de sermos inferiores.”

O arrogante nunca se contenta em ser comum. T.S.Eliot afirmou: “A maior parte do problema no mundo é causada por pessoas que querem ser importantes.” E não é atoa que num texto judaico está escrito: “A arrogância é o reino – sem a coroa.”

Os arrogantes são indiferentes, intolerantes, insubmissos, gostam de fazer as coisas de seu jeito, desprezam e desdenham, falam de forma insolente e desacatam as pessoas. O arrogante é pedante. Eles gosta de esnobar. Eles se gaba e tem uma opinião exagerada de si mesmo.

Diante de Deus a arrogância é pecado. As palavras arrogância, arrogante, orgulhoso e altivez, são mencionadas mais de 200 vezes na Bíblia. Arrogância é um pecado sutil. Ela é pouco citada nas confissões.

Os arrogantes não passam desapercebidos por Deus. Ele os vê. O Salmo 138.6 afirma; “Embora esteja nas alturas, o Senhor olha para os humildes, e de longe reconhece os arrogantes.” Deus não somente vê os arrogantes, mas Ele os trata com rigor. Em Isaías 2.17 lemos: A arrogância dos homens será abatida, e o seu orgulho será humilhado…”

Enquanto Deus despreza o arrogante, Ele abençoa os humildes. Em Tiago 4.6 aprendemos: “…Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes”. Em Provérbios 29.23 lemos: “O orgulho do homem o humilha, mas o de espírito humilde obtém honra.”

O mais sensato a se fazer na vida é seguir o sábio conselho que está 1 Pedro 5.6: “…humilhem-se debaixo da ponderosa mão de Deus, para que Ele os exalte no tempo devido.”

A arrogância apodrece a alma. Certas são as palavras: Ou o arrogante se humilha diante de Deus, ou Deus O humilhará em sua arrogância.”

É uma incoerência dizer-se de Jesus e ser arrogante. Jesus diz de si mesmo em Mateus 11.29: “…aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração.”

A verdade é que se você se diz seguidor de Jesus e é arrogante, ou você não é, acha que é, ou ainda não entendeu o que realmente significa seguir o humilde Jesus.

A CONSCIÊNCIA

A CONSCIÊNCIA

Um certo homem cometeu uma grande fraude na empresa que trabalhava. Sua consciência não o deixava dormir. Para aliviá-la escreveu à empresa o seguinte: “Envio anexo uma parte do valor que fraudei a empresa. Caso não consiga dormir em paz hoje à noite, enviarei mais uma parcela amanhã.”

A consciência aprova e reprova o que fazemos. Gordon Olson afirmou: “Tudo o que fazemos procede de uma decisão da vontade, envolve nossa inteligência e percepção, leva à reações emocionais ou experiências, é aprovado ou reprovado pela consciência, e está registrada na memória em perspectiva completa.”

A voz da consciência precisa ser ouvida. Segundo a Bíblia a consciência é uma poderosa voz que avalia moralmente os atos, os pensamentos, os planos, os desejos, as opiniões, os interesses, as vontades e as reações. Por vez ela pode sussurrar, debater, discutir e até gritar conosco.

Em João 8 os saduceus e fariseus trouxeram a Jesus uma mulher pega em adultério. Usando o Antigo Testamento, esses homens aproveitaram a oportunidade para tentar desqualificar Jesus. Ele simplesmente disse a eles: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” Mas eles acusados pela consciência, saíram e foram embora (João 8.7,9).

A consciência é um meio pelo qual Deus nos fala, porque Ele a implantou em cada ser humano. Em Romanos 2.15 lemos: “Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se.” Através da consciência, Deus escreveu sua Lei em nossos corações. Por ela, Deus nos confronta com nossos erros e pecados, e nos leva ao arrependimento e nos conduz ao perdão.

A sua consciência hoje lhe deixa desconfortável? Talvez ela esteja lhe dizendo: “não vá a tal lugar; não ande com tais pessoas; não leia isso; não assista tal programa na TV; fuja desse site; não minta.” Talvez você está tentando calá-la. Mas a consciência apenas está lhe dizendo: “pare com isso e mude de vida”.
Sua consciência lhe diz que você precisa dar um passo em direção a Deus. Davi nos diz no Salmo 32.3-4: “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.”

Somente a verdadeira confissão diante de Deus pode libertá-lo de uma consciência culpada. Austin Phelps escreveu: “ Uma consciência disciplinada é o melhor amigo do homem. Ela pode não ser a mais amável, mas é o seu mais fiel do monitor.”
Faça isso agora, viva com uma consciência tranquila diante de Deus e diante dos homens.

Não cale sua consciência!

A CONFISSÃO DOS PECADOS

A CONFISSÃO DOS PECADOS

A Bíblia tem muito a dizer sobre a confissão de pecados. Em Provérbios 28.13 lemos: “Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia.”

A Bíblia afirma que todos precisamos confessar nossos pecados porque todos somos pecadores. Essa é a verdade exposta em Romanos 3.10,23: “…Não há nenhum justo, nem um sequer… pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.”

A confissão de pecados é uma grande bênção e um direito outorgado por Deus. Por ela toda crise advinda pelo pecado é tirada e a comunhão com Deus é imediatamente restaurada. É acertado dizer que por meio da confissão dos pecados a alma é totalmente higienizada.

Confissão dos pecados é o ato de se apresentar diante de Deus para se declarar culpado de pecados pessoais específicos, com o propósito de obter o perdão e a purificação diante de Deus por meio da obra de Jesus na Cruz. O Salmista diz no Salmo 32.5: “Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: ‘Confessarei as minhas transgressões ao Senhor’, e tu perdoaste a culpa do meu pecado.”

Confissão de pecados é o momento quando a consciência é repreendida pela Palavra de Deus por meio do Espírito Santo. É um ato que precisa ser contínuo e habitual. A Bíblia diz em 1 João 1.9: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.”

O nosso coração é tão enganoso que podemos fazer da confissão algo formal, vago e cheio de chavões. Podemos praticar a confissão sem a real convicção do pecado e sem o arrependimento verdadeiro.

Muitos não confessam seus pecados. As razões básicas para isso é que talvez não creem no que a Bíblia ensina sobre a confissão e por isso não se veem como pecadores diante de Deus. Outros obstáculos a confissão são o orgulho, a consciência endurecida, a incredulidade, o medo de pecar novamente, ou a falta de compreensão correta em relação ao pecado.

Ao confessar os pecados devemos ser específicos. Alguém disse que pecamos no varejo, mas queremos confessar no atacado. São tendentes a dizer: “Senhor, perdoa todos os meus pecados.” Não! Precisamos confessar especificamente a inveja, orgulho, imoralidade sexual, ira, mágoas, difamação, julgamento, preocupação com o futuro, palavras maldosas, mau trato ao cônjuge, filhos ou pais, egoísmo, incredulidade, mentira, vontade de aparecer, etc. A lista específica é grande.

Sugiro que você tome um tempo – que pode ser agora – para pedir ao Senhor que mostre seus pecados, e confesse-os um por um.

Erwin Lutzer afirmou: “O perdão é sempre livre. Mas isso não significa que a confissão é sempre algo fácil. Às vezes é difícil. Incrivelmente difícil. É doloroso admitir nossos pecados e confiar-nos aos cuidados de Deus.”

Confessar os pecados pode ser doloroso, mas é o certo a fazer diante de Deus.

INTEGRIDADE

INTEGRIDADE

Em Provérbios 11.3 lemos: “A integridade dos justos os guia, mas a falsidade dos infiéis os destrói.”

Integridade significa viver a vida particular da mesma forma que se vive a vida pública. C.S.Lewis definiu integridade da seguinte maneira: “Integridade é tudo o que você faz de forma correta quando ninguém está vendo.”

Ser exposto a um ensino sobre integridade pode talvez ser algo difícil, porque quando se foi requerido viver de forma íntegra isso não foi feito. A mente pode trazer várias oportunidades em que a integridade não foi praticada. Contudo, isso não significa que não se pode viver de forma íntegra. A integridade começa com a confissão do pecado. Onde há confissão, há o início de uma vida pura e íntegra.

Para se viver de forma íntegra é necessário admitir o pecado diante de Deus. Talvez seja não cumprir o que promote; fofocar de pessoas; ser negligente no trabalho; fingir ser alguém que não é; dar-se de vítima para conseguir algo; mentir para tirar vantagem etc. Ser íntegro diante de Deus é admitir tudo isso e alguma coisa a mais.

Alguns acreditam que são íntegros porque seus pecados e erros não trazem mal para uma outra pessoa. Puro engano! O pecado sempre traz consequência para as pessoas ao redor.

Integridade é viver de forma séria na certeza de que Deus está presente e vê todas as coisas. O Salmo 139.1-3 diz: “Senhor, tu me sondas e me conheces. Sabes quando me sento e quando me levanto; de longe percebes os meus pensamentos. Sabes muito bem quando trabalho e quando descanso.” O salmista conclui o salmo dizendo nos versículos 23,24: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece as minhas inquietações. Vê se em minha conduta algo que te ofende, e dirige-me pelo caminho eterno.”

Não podemos nos enganar. Sempre que não andamos em integridade com Deus, de alguma forma não estaremos sendo íntegro com alguém. Pequenas áreas de vida quando não controlada pode nos destruir e destruir outros.

Nenhum de nós é perfeito e Deus não espera isso. O que Ele espera é um coração íntregro, que coloca diante dEle todas as fraquezas – que Ele já conhece – e que pede Sua graça e poder. O coração que “joga limpo” e que confessa o seu pecado diante de Deus, terá dEle o Seu perdão.

“Fazer o que é justo e certo é mais aceitável ao Senhor do que oferecer sacrifícios”, diz Provérbios. Assim, o que Deus deseja é que você viva de forma íntegra.

A verdadeira integridade para com você, para com os outros e para com Deus começa com o próprio Deus.

Faça da integridade um valor em sua vida!

VIVENDO A VERDADE

VIVENDO A VERDADE

Em 2 João 1.2-4 lemos: “A graça, a misericórdia e a paz, da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, o Filho do Pai, serão conosco em VERDADE e amor. Fiquei sobremodo alegre em ter encontrado dentre os teus filhos os que andam na VERDADE, de acordo com o mandamento que recebemos da parte do Pai.”

Sem exceção, todos somos definidos pelo que rejeitamos tanto quanto pelo o que aceitamos. Há muita gente de “mente aberta” que estão apenas com “cabeças vazias”. É aconselhável manter uma “mente aberta” sobre muitas coisas, mas nunca se deve manter uma “mente aberta” para com a mentira. É preciso estar aberto à VERDADE.

Bill Muehlenberg afirmou: “Vivemos numa cultura decadente onde a verdade é um enorme problema. A ideia de que a verdade é algo absoluto é rejeitada pela grande maioria das pessoas. Na verdade o preto e o branco foi substituído por noventa e nove tons de cinza.”

É necessário dizer “sim” a todas as coisas certas, mas é preciso também dizer “não” para tudo o que é falso e mal. É preciso rejeitar o que é dúbio, ilegal e imoral.

João, no texto lido, enfatiza a VERDADE. O que ele ensina é que unidade dos cristãos não advém de relacionamentos sociais, da compatibilidade política ou da defesa sobre temas como moral e família. O que une os cristãos é a VERDADE. Toda a VERDADE exposta na Palavra de Deus.

A VERDADE para cristão é muito importante. O cristão verdadeiro não abre mão e não negocia as VERDADES ensinadas pela Palavra de Deus. Ele não abre mão delas por causa de qualquer conveniência. A VERDADE para ele sempre é a VERDADE.

Mas isso não pode soar como radicalismo ou extremismo? Não! Estamos tão frouxos quanto aos valores e princípios que qualquer posicionamento sério e destemido soa como arrogância.

Defender a VERDADE não é ser arrogante, intolerante, sem amor, ou “homo” alguma coisa. Defender a VERDADE significa não transigir com o erro, com o falso, com o herético ou com qualquer ensino que não tenha seu fundamento definido pela Palavra Deus.

Mas a VERDADE precisa ser vivida e expressada em amor. João fala no texto sobre a “…VERDADE e amor.” – Ralph Cudworth afirmou: “Verdade e amor são as duas coisas mais poderosas do mundo, e quando ambas andam juntas elas nunca podem ser facilmente resistidas.”

Quem não aceita a VERDADE, facilmente se torna uma presa dos falsos e mentirosos, e pior, em qualquer tempo pode se tornar um deles.

Nada descansa mais a alma do que uma consciência pura, advinda do pensar e do praticar a VERDADE.

Viva a verdade!