O ISLÃ CONQUISTARÁ O MUNDO?

O ISLÃ CONQUISTARÁ O MUNDO?
Por Roberto N. Amorim
A sede espiritual que avassala o mundo, aprofundado pelo baixo padrão moral das nações do ocidente, alimentando pelo fraco conceito da família, atrelado a um improdutivo ensino secular e a postura de um cristianismo retrógrado, ritualista e sem Cristo, abrirá totalmente as portas para uma “espiritualidade diferente”. O Islã se apresenta como esta proposta de “espiritualidade diferente”. Seus conceitos sobre moral, família e espiritualidade são fortes e praticados seriamente.
Mas o Islã não prega o ódio, a violência e a destruição? Isso é o que mídia vende. Os radicais islâmicos não representam o Islã. E Estado Islâmico é uma proposta radical do Islã. E acredite, eles são alvo de críticas e repúdio do Islã moderado.
O futuro espiritual do mundo, não é a SECULARIZAÇÃO, mas o avanço do Islã. Loucura? Acompanhe os fatos.
Boa parte da ÁSIA, do ORIENTE MÉDIO e da ÁFRICA está sob o controle do Islã.
Os quase 1 milhão de refugiados acolhidos na Europa não se tornarão cristãos. Na verdade os conceitos cristãos de crença e pratica no “velho continente” está longe do padrão vivido no passado. A Europa não resistirá a “Islamização”.
OS EUA e as AMÉRICAS se tornarão a seu tempo um local da chegada “calma” e tranquila do Islã.
Nos EUA o Islã é uma realidade. O Islã crescerá a medida em que os americanos continuem afastando-se de Deus, como já estão. Em um período da história o vacum espiritual nacional será preenchido pelo Islã. Talvez não nessa geração, mas nos futuros netos e bisnetos. E conquistando os EUA, eles irão forte nos outros países das Américas, enquanto devagar já estão entrando. O que soa como absurdo hoje, será algo normal no futuro.

Creio que profeticamente a realidade espiritual que o mundo viverá conforme o livro do Apocalipse lança claras evidências do avanço do Islã.

O Islã conquistará o mundo? Sim! Talvez não estaremos aqui para ver, mas isso ocorrerá.

UM SER ESPECIAL

UM SER ESPECIAL

Até o sétimo mês de gestação, a pele de um bebê é muito fina e lisa. É nesse período que, somado às informações genéticas, a pele desenvolve sulcos. Durante a formação do bebê, esses sulcos são alterados dentro do líquido amniótico, e isso cria um padrão para cada dedo, daí surge a impressão digital, o que garante uma assinatura individual e imutável pelo resto da vida.

O conceito das digitais demonstra como Deus, em sua sabedoria, fez a cada um de forma especial. Essa verdade é declarada no Salmo 139.13,15: “Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe. Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Disso tenho plena certeza.”

Nenhum ser humano é igual ao seu semelhante. Cada pessoa tem sua própria singularidade que a distingue como ser humano individual. Cada um tem sua própria personalidade, interesses, habilidades, gostos, talentos etc.

Não se pode deixar pressionar por uma cultura que ensina que ser o outro é o padrão. Ninguém precisa ser um Isaac Newton, um Santos Dumont, um Neymar, um Messi, uma Margaret Tatcher etc. É permitido admirar essas personalidades. É permitido honrar pessoas geniais, mas ninguém deve ceder ou se sentir pressionado a ser igual ao outro. Somos diferentes; é preciso celebrar a diferença.

Plutarco escreveu a biografia Júlio César. Júlio César foi, com certeza, um dos maiores imperadores de todos os tempos. Seu reinado marcou a história de tal maneira que os sucessores ao trono romano adotaram seu nome. Augusto, Marco Aurélio e todos os demais também queriam ser César. Até os imperadores da Rússia passaram a se chamar de Tsar – e os germânicos, de Keiser – César em alemão. Acontece que o próprio Júlio César era insatisfeito consigo mesmo. Ele invejava Alexandre, o Grande. Plutarco narra que certa vez flagrou Júlio César banhado de lágrimas enquanto lia a vida de Alexandre. Plutarco perguntou o motivo das lágrimas: “Choro não por Alexandre, que morreu tão cedo, mas por mim. Com minha idade Alexandre já havia conquistado o mundo e eu nada fiz”. Eis o problema: todos queriam ser iguais a Júlio César, mas ele queria ser Alexandre. A situação era ainda pior: Alexandre, o Grande, não era satisfeito consigo mesmo. Ele queria ser Hércules. Mas Hércules não existia, pois era um personagem mitológico.

Por isso, seja você mesmo! Fique feliz porque Deus o criou de modo especial e admirável. Não defina sua identidade pelo padrão do outro, isso é injusto com você e lhe leva a busca de uma perfeição sem fim, um descontentamento e a ansiedade; pecados clássicos dos nossos tempos.

Não tenha medo de ser diminuído pelo anonimato. A vida não acaba porque você não alcançou o “estrelato”. Fuja dessa inveja fútil.

Sua digital diz que você é um ser especial criado de “modo especial e admirável” por Deus e para Deus. Seja você mesmo! Desfrute sua singularidade e diferença.

A INCREDULIDADE

A INCREDULIDADE

“Incredulidade” significa desacreditar, desmerecer, desconfiar, e desprezar a pessoa e a palavra de Deus. “Incredulidade” é a recusa deliberada em admitir que Deus é Deus e que Sua Palavra é a verdade. Horatius Bonar afirmou: “ Toda incredulidade é a crença em uma mentira. E toda incredulidade é movida por duas coisas: uma boa opinião de si mesmo, e uma má opinião de Deus.”

“Incredulidade” não é uma dúvida sincera. A dúvida é um questionamento honesto; é a busca de mais luz. A “incredulidade” é diferente. Ela é declaradamente uma recusa em crer; é uma decisão em não querer acreditar; é uma obstinação.

Jesus lidou fortemente com a “incredulidade” em seu ministério. Em Mateus 13.58 o texto diz que Jesus “…não realizou muitos milagres ali, por causa da incredulidade deles.”

A Bíblia chama “incredulidade” de pecado. John Stott asseverou: “A incredulidade não é uma desgraça a ser lamentada; é um pecado a se lamentar. É um pecado porque contradiz totalmente a Palavra do único e verdadeiro Deus e, portanto, atribui que Ele é falso.”

Um dos maiores exemplos da Bíblia de “incredulidade” está relatado no livro de Números 14. O povo de Israel estava para entrar na terra prometida. Mas eles não entraram devido a incredulidade. Em Hebreus 13.9 lemos a interpretação dessa situação: “…foi por causa da incredulidade que não puderam entrar.” Ao invés de obedecerem a voz de Deus, Israel ficou paralisado diante do grande desafio. Eles super valorizaram os inimigos e distorceram a verdade sobre eles. Israel foi tomado por um senso de impotência e inferioridade. O resultado final foi desespero, medo, desânimo, murmuração, ingratidão, rebeldia e um por fim um motim contra Deus.

A “incredulidade” que atacou Israel, pode a qualquer momento assaltar o seu coração. E a única solução para ela é o sincero arrependimento diante de Deus e a oração feita pelo o pai cujo filho estava endemoninhado e que suplicou a Jesus em Marcos 9.24 o seguinte: “…ajuda-me a vencer a minha incredulidade.

A “incredulidade” só pode ser destruída pela Palavra de Deus. Paulo afirmou em Romanos 10.17: “Conseqüentemente, a fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a Palavra de Cristo.”

Ao voltar-se para a Palavra Deus, a “incredulidade” perde totalmente seu poder. Quando se desenvolve o hábito de ler, ouvir, estudar, e meditar na Palavra de Deus, a fé surge e renasce com vigor.

Se a “incredulidade” rondar sua vida, ore a oração do salmista nos Salmos 119.37,43: “Desvia os meus olhos das coisas inúteis; fazê-me viver nos caminhos que traçaste…Jamais tires da minha boca a palavra da verdade, pois nas tuas ordenanças coloquei a minha esperança.”

DIGA “NÃO” A SOLIDÃO

DIGA “NÃO” A SOLIDÃO

Fomos criados por Deus para estar e conviver com pessoas. Deus, por exemplo, vive num relacionamento triúno: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.

O primeiro desagravo de Deus na Bíblia foi contra a solidão. Em Gênesis 2.18 ao ver o homem só ele decretou “…Não é bom que o homem esteja só…”

Em Eclesiastes 4.7-12, Salomão numa longa sentença afirmou o seguinte: Descobri ainda outra situação absurda debaixo do sol: Havia um homem totalmente solitário; não tinha filho nem irmão. Trabalhava sem parar! Contudo, os seus olhos não se satisfaziam com a sua riqueza. Ele sequer perguntava: “Para quem estou trabalhando tanto, e por que razão deixo de me divertir? ” Isso também é absurdo. É um trabalho muito ingrato! É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas. Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se! E se dois dormirem juntos, vão manter-se aquecidos. Como, porém, manter-se aquecido sozinho? Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade.”

Há pessoas que insistem em viver só. Há pessoas que escolherão não se relacionar. Gente, como o exemplo citado por Salomão, que foca no trabalho como seu alvo final; trabalha sem parar; estão fartos de dinheiro, mas sem ninguém para compartilhar a vida.

Alguns dizem: “Relacionei-me, mas me machuquei…não vou sofrer novamente!”, ou ainda, “decepcionei-me com muita gente…não confio mais em ninguém”. Esse é um argumento pobre e covarde. É preciso “cair na real”: qualquer pessoa que se relaciona machuca e será machucado, decepciona e será decepcionado.

Jesus, por exemplo, não escolheu a solidão. Jesus sabia da força e do poder dos relacionamentos. Ele chamou doze homens para estar com ele e os treinou e capacitou. Desses doze Ele tinha um relacionamento mais próximo com três: Pedro, Tiago e João. Dos três Jesus era mais próximo de João. Desses doze, um o traiu, um o negou e todos o abandonaram no Jardim do Getsêmani. Após sua ressurreição, Jesus foi atrás de todos (com exceção de Judas que havia se suicidado). Ele a todos perdoou e restaurou. Jesus cria nos relacionamentos.

Todos teremos problemas com pessoas. Mas isso não pode ser o fator determinante para escolher viver só e apartado dos outros. Os que insistem na solidão por causa da decepção e dores podem estar jogando fora a oportunidade de um bom casamento, de constituir uma linda família, de ter filhos que farão a diferença, de conviver numa igreja saudável e de se relacionar com pessoas que apoiam e ajudam.

É preciso enfatizar: tudo de bom nessa vida não é bom, a menos que seja compartilhado com alguém.

O resumo prático do ensino de Salomão e do Senhor Jesus é: Diga “não” a solidão.

A INTIMIDADE COM DEUS

A INTIMIDADE COM DEUS

Deus nos criou para termos um relacionamento de plena intimidade com Ele. A frase “intimidade com Deus” soa como um conceito estranho. Como posso ter intimidade com alguém que não vejo, não ouço e não toco? Como posso ter intimidade com alguém com quem não passeio no shopping, não tomo café e não dou um abraço?

O Deus que a Bíblia apresenta não é tão transcendente, tão exaltado, tão longe, tão abstrato, tão inatingível, tão intocável que ninguém possa conhece-Lo e ser íntimo dEle. O Deus da Bíblia é retratado como uma pessoa próxima, presente, acessível, pronta e disposta a se relacionar.

Em 1 João 4.8 a Bíblia afirma que “Deus é amor”. Em João 3.16 diz que “…Deus amou o mundo (pessoas)”. Deus é uma pessoa que expressa sentimentos para com suas criaturas. O amor é um de Seus principais atributos. Deus ama! E porque Deus ama, Ele desenvolve relacionamentos de profunda amizade com os que O buscam. Em Jeremias 29.13 o próprio Deus declara: “Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração.”

A Bíblia deixa claro que é totalmente possível se ter amizade e intimidade com Deus! Por exemplo em Provérbios 3.32 somos informados que “…o justo é Seu grande amigo…” Em Isaías 41.8 Deus chama Abraão de “…meu amigo.” Em Tiago 2.23 diz que “Abraão creu em Deus…e ele foi chamado amigo de Deus.” Assim, todos podemos nos tornar íntimos e “amigos de Deus.”

 A Bíblia apresenta pelo menos três passos básicos e simples para se ter intimidade com Deus.

O primeiro passo para a intimidade com Deus é crer em Jesus, Seu Filho Amado. Em João 14.6 Jesus diz: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” É somente por Jesus que a via de intimidade e amizade com Deus se torna garantida. Quem creu e recebeu a Jesus como seu Senhor e Salvador tem acesso íntimo ao Pai; não precisa de mediador.

O segundo passo para a intimidade com Deus é a obediência. Quem obedece a Jesus demonstra que O ama. E quem O ama experimentará um profundo relacionamento com Deus Pai. Jesus afirmou essa verdade em João 14.21: “Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele”.

O terceiro passo para a intimidade com Deus é a oração. Em Jesus o caminho está aberto, e pela oração a intimidade é efetivada. Essa verdade é confirmada em Hebreus 4.16 que diz: “…aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade.”

É possível sim ter intimidade com Deus. O que você precisa saber é se Jesus é Seu Senhor e Salvador, se você está em obediência a Ele, e se você está orando.

A intimidade com Deus está ao meu alcance e ao seu alcance.

A ARROGÂNCIA DOS ARROGANTES

A ARROGÂNCIA DOS ARROGANTES

Arrogância é o sentimento que caracteriza a falta de humildade. É Fingir-se de humilde; é não aceitar o erro; é não pedir desculpas quando erra. A Arrogância é filha do orgulho, irmã da soberba, prima da altivez, amiga da vanglória e parceira da jactância.

Pessoas arrogantes são extremamente vaidosas. Elas tem um espírito altivo. Elas se acham mais que os outros. Uma das demonstrações da vaidade é que elas nunca estão dispostas a ouvir. Rubens Alves escreveu: “Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade…”

Pessoas arrogantes nunca estão dispostas a aprender algo novo. Elas odeiam ser ensinadas. Elas se acham superiores. Mark Baker afirmou: “A arrogância que nos leva a acreditar que somos superiores aos outros, tem origem no medo de sermos inferiores.”

O arrogante nunca se contenta em ser comum. T.S.Eliot afirmou: “A maior parte do problema no mundo é causada por pessoas que querem ser importantes.” E não é atoa que num texto judaico está escrito: “A arrogância é o reino – sem a coroa.”

Os arrogantes são indiferentes, intolerantes, insubmissos, gostam de fazer as coisas de seu jeito, desprezam e desdenham, falam de forma insolente e desacatam as pessoas. O arrogante é pedante. Eles gosta de esnobar. Eles se gaba e tem uma opinião exagerada de si mesmo.

Diante de Deus a arrogância é pecado. As palavras arrogância, arrogante, orgulhoso e altivez, são mencionadas mais de 200 vezes na Bíblia. Arrogância é um pecado sutil. Ela é pouco citada nas confissões.

Os arrogantes não passam desapercebidos por Deus. Ele os vê. O Salmo 138.6 afirma; “Embora esteja nas alturas, o Senhor olha para os humildes, e de longe reconhece os arrogantes.” Deus não somente vê os arrogantes, mas Ele os trata com rigor. Em Isaías 2.17 lemos: A arrogância dos homens será abatida, e o seu orgulho será humilhado…”

Enquanto Deus despreza o arrogante, Ele abençoa os humildes. Em Tiago 4.6 aprendemos: “…Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes”. Em Provérbios 29.23 lemos: “O orgulho do homem o humilha, mas o de espírito humilde obtém honra.”

O mais sensato a se fazer na vida é seguir o sábio conselho que está 1 Pedro 5.6: “…humilhem-se debaixo da ponderosa mão de Deus, para que Ele os exalte no tempo devido.”

A arrogância apodrece a alma. Certas são as palavras: Ou o arrogante se humilha diante de Deus, ou Deus O humilhará em sua arrogância.”

É uma incoerência dizer-se de Jesus e ser arrogante. Jesus diz de si mesmo em Mateus 11.29: “…aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração.”

A verdade é que se você se diz seguidor de Jesus e é arrogante, ou você não é, acha que é, ou ainda não entendeu o que realmente significa seguir o humilde Jesus.

A CONSCIÊNCIA

A CONSCIÊNCIA

Um certo homem cometeu uma grande fraude na empresa que trabalhava. Sua consciência não o deixava dormir. Para aliviá-la escreveu à empresa o seguinte: “Envio anexo uma parte do valor que fraudei a empresa. Caso não consiga dormir em paz hoje à noite, enviarei mais uma parcela amanhã.”

A consciência aprova e reprova o que fazemos. Gordon Olson afirmou: “Tudo o que fazemos procede de uma decisão da vontade, envolve nossa inteligência e percepção, leva à reações emocionais ou experiências, é aprovado ou reprovado pela consciência, e está registrada na memória em perspectiva completa.”

A voz da consciência precisa ser ouvida. Segundo a Bíblia a consciência é uma poderosa voz que avalia moralmente os atos, os pensamentos, os planos, os desejos, as opiniões, os interesses, as vontades e as reações. Por vez ela pode sussurrar, debater, discutir e até gritar conosco.

Em João 8 os saduceus e fariseus trouxeram a Jesus uma mulher pega em adultério. Usando o Antigo Testamento, esses homens aproveitaram a oportunidade para tentar desqualificar Jesus. Ele simplesmente disse a eles: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” Mas eles acusados pela consciência, saíram e foram embora (João 8.7,9).

A consciência é um meio pelo qual Deus nos fala, porque Ele a implantou em cada ser humano. Em Romanos 2.15 lemos: “Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se.” Através da consciência, Deus escreveu sua Lei em nossos corações. Por ela, Deus nos confronta com nossos erros e pecados, e nos leva ao arrependimento e nos conduz ao perdão.

A sua consciência hoje lhe deixa desconfortável? Talvez ela esteja lhe dizendo: “não vá a tal lugar; não ande com tais pessoas; não leia isso; não assista tal programa na TV; fuja desse site; não minta.” Talvez você está tentando calá-la. Mas a consciência apenas está lhe dizendo: “pare com isso e mude de vida”.
Sua consciência lhe diz que você precisa dar um passo em direção a Deus. Davi nos diz no Salmo 32.3-4: “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.”

Somente a verdadeira confissão diante de Deus pode libertá-lo de uma consciência culpada. Austin Phelps escreveu: “ Uma consciência disciplinada é o melhor amigo do homem. Ela pode não ser a mais amável, mas é o seu mais fiel do monitor.”
Faça isso agora, viva com uma consciência tranquila diante de Deus e diante dos homens.

Não cale sua consciência!