RESOLUÇÕES ESPIRITUAIS

RESOLUÇÕES ESPIRITUAIS

RESOLUÇÃO significa simplesmente a capacidade de decidir algo. É o meio pelo qual alguém se posiciona em uma determinada questão ou situação. Pessoas resolutas são firmes e determinadas especialmente diante do perigo; elas continuam onde alguns pararam ou nunca tentaram.

A história está repleta de erros espirituais memoráveis. Muitos foram cometidos por pessoas bem-intencionadas e outras, gerados por indivíduos motivados por ganância e poder que provocaram catástrofes igualmente terríveis. Na verdade, desde o momento em que Adão e Eva resolveram que valeria a pena desobecer a Deus, todos hoje somos tendentes a resoluções espirituais equivocadas que podem trazer grande destruição.

Mas aá vários exemplos positivos de profundas resoluções espirituais na Bíblia. Uma dentre elas é a que foi tomada pelo jovem Daniel na Babilônia.

Daniel foi um dos cativos da primeira leva de cativos de Jerusalém para Babilônia. Ele, seus três amigos e outros tantos jovens de sua idade passaram a assistir no palácio real. E estando ali, o rei Nabucodonozor ordenou que fosse dado a todos eles uma porção diária de comida e vinho. Mas Daniel se incomodou com essa ação do rei devido suas convicções espirituais. Em então em Daniel 1.8,9 lemos sobre sua atitude: “Daniel, contudo, resolveu não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei, e pediu ao chefe dos oficiais permissão para se abster deles. E Deus fez com que o homem fosse bondoso para com Daniel e tivesse simpatia por ele.” O resultado final foi que devido suas resoluções espirituais, Daniel não só teve a sabedoria de Deus para montar um plano alternativo, como foi honrado por Ele em sua resolução espiritual.

Há várias resoluções espirituais que se deve tomar, mas de forma prática, imagine o impacto que teria em sua vida se você hoje decidisse por exemplo, abandonar um pecado secreto, pedir perdão a quem você ofendeu, perdoar um ofensor, ou ainda não aceitar uma proposta ou um convite que transgridiria o conjunto de seus princípios e valores.

Dennis Griffith escreveu em seu blog sobre as decisões de um também jovem adolescente chamado Jonathan Edwards. Ele diz que Edwards desejava seguir os princípios de 2 Pedro 3.18 que diz: “antes crescei na graça e no conhecimento de Cristo Jesus…” E para isso ele escreveu uma lista de resoluções, as quais revisava toda semana. O resultado então foi que Edwards, um homem de origem humilde, tornou-se um homem piedoso e sua vida ensinou e inflamou um dos maiores avivamentos da história, sendo ele reconhecido como uma das mentes mais brilhantes do continente americano.

Assim, reveja seus valores espirituais e coloque-os todos numa perspectiva eterna e não temporal, e então você estará preparado para decidir as questões corriqueiras e cruciais da vida.

OBEDIÊNCIA GENUÍNA

OBEDIÊNCIA GENUÍNA

Em Mateus 5.20 Jesus afirmou: “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no Reino dos céus.”

Algo que não falta no atual cristianismo é uma religiosidade e obediência externa. Em nome de Deus muitos estão envolvidos com “ritos”, “dogmas”, “ordenanças”, programas e projetos. Está faltando uma obediência genuína.

Os escribas e fariseus da época de Jesus enganavam a si e a seus seguidores com uma obediência externa. Eles eram famosos por sua “justiça”. Por exemplo, eles calcularam que a Lei continha 248 mandamentos e 365 proibições. Eles tentaram obedecer a esses mandamentos e proibições, um a cada dia.

Jesus choca a todos ao dizer que “…se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.” O que Jesus queria dizer com isso? O problema dos escribas e fariseus é que eles CONTENTAVAM-SE COM UMA OBEDIÊNCIA EXTERNA. E Jesus ensina que as exigências de Deus são muito mais radicais do que apenas práticas religiosas externas.

“justiça” que agrada a Deus tem uma só origem: O CORAÇÃO. Em 1 Samuel 16.7 Deus mesmo afirma: “…O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração”. Ele conhece o coração de todos. Ele sabe o que passa por dentro de cada um, sem exceção. E o verdadeiro relacionamento com Ele vem de um coração com intenções puras.

“justiça” que excede a religiosidade vazia é antes de tudo uma obra espiritual produzida pelo Espírito de Deus. O Espírito de Deus age nas pessoas dando-lhes as condições para que elas obedeçam, observem e guardem tudo o que Deus ordena.

Essa “justiça” também é chamada na Bíblia de “Novo Nascimento”; o “nascer do alto”; o “nascer do Espírito”. É nesse mover do Espírito no coração que produz a “justiça” que Deus quer e faz com quem a pessoa tome posse do “reino dos céus.”

Deus está interessado em ver em você uma obediência genuína e não uma religiosidade cheia de “justiça” própria. Deus deseja que suas ações sejam uma resposta a tudo o que Ele significa em sua vida. Deus deseja que acima de tudo que você O obedeça e sintonize o seu coração com Sua plena vontade.

Oswald Chambers afirmou: “A regra de ouro para o entendimento em assuntos espirituais não é intelecto, mas a obediência.”

Sendo assim, lembre-se que é muito fácil você se perder em obedecer a Deus. O descuido e desvio espiritual sempre começa com a hipocrisia e a obediência velada. É a obediência genuína que Deus está procurando na minha vida e na sua vida.

DIGA “OBRIGADO”

DIGA “OBRIGADO”!

Relacionamentos são constantemente ameaçados quando se vive com ressentimentos, ciúmes, expectativas irreais e também pela ingratidão. E a ingratidão está em alta. Vivemos num mundo onde as pessoas cada dia mais estão se acostumando a serem servidas, e mais, estão exigindo ser servidas. Há um grande déficit de gratidão.

A ingratidão destroem relacionamentos. Por exemplo, uma pesquisa recente com 2 mil americanos revelou que, embora quase todo mundo concorde que no ambiente de trabalho, os chefes agradecidos são os mais bem-sucedidos, apenas 10% deles agem conforme essa impressão e expressam agradecimentos no dia a dia.

Pessoas ingratas comumente acrescentam também outros hábitos ruins a sua vida: elas reclamam, murmuram, censuram, criticam, difamam, lastimam e queixam-se de Deus, da vida e das pessoas. Elas são egoístas.

Na contracultura desse movimento egoísta é necessário sempre dizer “obrigado”. William A Ward observou que “gratidão pode transformar dias comuns em dias de ação de graça, converter trabalhos rotineiros num prazer e fazer com que as simples oportunidades se tornem uma benção”. Um pequeno gesto de agradecimento pode fazer a diferença e transformar um casamento, uma família, um ambiente de trabalho e uma sociedade. É preciso criar o hábito de dizer sempre, “obrigado.”

Assim, diga primeiramente “obrigado” a Deus. O salmista afirmou no Salmos 100.4:”Entrai por suas portas com ações de graças…” Diga “obrigado” a Deus pela vida, saúde, alimentos, roupa, família, emprego, amigos, oportunidades, bênçãos espirituais e especialmente por Sua graça em nos enviar a Jesus para nos conectar novamente com Ele.

Diga também “obrigado” a Deus pelas lutas, dores, sofrimentos, dificuldades, provações, fraquezas e pelas orações não respondidas, porque sempre o “não” de Deus hoje é o Seu “sim” amanhã.

Diga “obrigado” as pessoas a seu redor. Diga “obrigado” a todos aqueles que lhe fazem o menor favor ou benefício. Diga “obrigado” para o cônjuge, filhos, pais, amigos, os que lhe servem  todos os dias.

Diga “obrigado” não só em palavras; envie um e-mail, escreva uma carta, deixe um recadinho escrito, mande uma mensagem por Facebook, WhatsApp ou outra forma de comunicação em redes sociais.

E por que então não começar dizer “obrigado” agora? Diga “obrigado” sempre que puder. Faça da gratidão um hábito em sua vida.

Aprenda a dizer sempre a Deus e as pessoas, “obrigado.”

CORRIJA O FOCO ESPIRITUAL

CORRIJA O FOCO ESPIRITUAL

Comumente não conseguimos definir muito bem as circunstâncias da vida quando elas chegam. Somos lentos em entender processos e especialmente os de Deus em nossas vidas. Isso porque nem sempre Ele esclarece o que fazer e como o fará. 

Somos tendente a agir e reagir errado quando as coisas não acontecem como planejamos ou desejamos. E por vezes, silenciosamente, fazemos perguntas erradas, acusamos pessoas, acusamos Deus, reclamamos das circunstâncias, usamos muito o ” se” e por fim nos sentimos desanimados, derrotados e deprimidos.

Quando estudamos a história de Jó, de alguma forma nos vemos nele. Jó teve dias extremamente difíceis, cheios de dores e questionamentos.

Além de suas lutas internas, ele teve que lidar com a interpretação errada que sua esposa e seus amigos fizeram dele. E mais, de alguma forma Jó queria respostas que só Deus poderia dar, mas Ele manteve-se calado e aparentemente até inerte. 

Jó tinha perguntas. Jó fez perguntas. Suas perguntas revelavam mais dele do que o próprio Deus. Suas perguntas eram mais ou menos assim: “Por que eu fui acometido por tanta desgraça, sendo eu um homem tão fiel, íntegro e temente ao Senhor?” “Por que Deus não responde minha oração tirando-me deste caos, mesmo que seja pela morte?” “No meio de minhas dores será que Ele realmente se importa?” No final, Deus não respondeu suas perguntas, na verdade Ele fez outras perguntas onde Jó viu suas limitações. 

Os capítulos 38-42 do livro de Jó descrevem a fala de Deus. Deus fez perguntas às quais Jó ficou impossibilitado de responder; elas eram simples, mas profundas demais. E quando Deus termina de falar, Jó apenas diz o seguinte em Jó 42.2,5: “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado…Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem.” Jó humildemente se rende a Deus e a Seus propósitos em sua vida. Jó corrige seu foco espiritual. 

Como Jó, qualquer um de nós podemos também nos perder em nossos problemas, sejam eles pequenos ou grandes. Podemos permitir que eles ocupem um lugar tão prioritário em nossas vidas, ao ponto de agir e reagirmos errados em relação à Deus e Sua fidelidade, amor, bondade e propósito para conosco. 

É preciso ter fé! É preciso desfocar no problema e focar no propósito maior que Deus tem. E é assim que devemos andar e orar com Deus
Contudo quando colocamos os “óculos” e as “lentes” espirituais de Deus, essas corrigem nossas deficiências e nos faz ler nossa história à luz da plena, amorosa, bondosa e soberana história dEle em nós e por nós.

Por isso, corrija hoje seu foco espiritual!

SEM FORÇAS

SEM FORÇAS

Tem hora que as forças acabam. Tem hora que o esgotamento físico, mental e emocional chega no limite. E o que fazer?

Se você sente-se sem forças, você não está sozinho(a). Há pessoas na Bíblia que passaram pela mesma experiência. Por exemplo, Jó. Em Jó 6.12 ele diz: “Acaso tenho a força da pedra? Acaso a minha carne é de bronze?” Observe também o desabafo do salmista no Salmos 38.8: “Sinto-me muito fraco e totalmente esmagado; meu coração geme de angústia.

Se você sente-se sem forças diante das lutas de sua de sua vida, é importante que você saiba que isso não significa que você esteja longe de Deus e que nem Deus está longe de você.

Mas você pode dizer: estou orando, orando e orando, mas percebo que Deus não me responde. Bem, você também não está só nesta atitude. O Salmista no Salmos 69.3 conta sua experiência. Ele diz: “Cansei-me de pedir socorro; minha garganta se abrasa. Meus olhos fraquejam de tanto esperar pelo meu Deus.”

A pergunta que talvez você possa estar fazendo nesse momento seja: vale a pena orar? Vale a pena confiar que Deus trará uma resposta? O próprio Deus que responde a sua pergunta. E Ele mesmo o faz através de várias promessas em Sua palavra. Nos Salmos 28.8 lemos: O Senhor é a força do seu povo, a fortaleza que salva o seu ungido.” O Salmos 89.21 Deus afirma: A minha mão o susterá, e o meu braço o fará forte.” No Salmo 118.14 somos desafiados: “O Senhor é a minha força e o meu cântico; ele é a minha salvação.” Em Jeremias 31.25 o próprio Deus diz: Restaurarei o exausto e saciarei o enfraquecido”. E o texto clássico de Isaías 40.29-31, o profeta diz: Ele fortalece ao cansado e dá grande vigor ao que está sem forças. Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam bem alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam.”

Você está sem forças hoje? Essas são promessas maravilhosas escritas para você. É preciso que você leia, releia, reflita, memorize com bases nelas.

O Senhor Jesus diz em João 16.33: “Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.

Oriento você venha a Jesus. Ele provavelmente não lhe tirará todos fardos, mas Ele lhe ajudará a carregá-los. Em Jesus você terá todos os dias Sua pessoa, Seu poder, Sua sabedoria e Sua paz. Ele é tudo o que você precisa.

Lembre-se: quando seu ânimo está renovado em Jesus, você receberá dEle todas as forças que precisa para lidar com um problema de cada vez, sem dimensioná-lo.

Se você se sente sem forças, fortaleça-se no Senhor!

A HONESTIDADE

A HONESTIDADE

A palavra honestidade tem origem no latim honos, que remete para dignidade e honra. A honestidade é uma característica de uma pessoa ou de uma instituição e significa falar a verdade, não omitir, não dissimular. O indivíduo honesto repudia a malandragem, a esperteza e o querer levar vantagem.

Uma pesquisa sobre a honestidade revelou que: 20% das pessoas já mentiram para ganhar mais dinheiro; 25% disseram que podem mentir apenas para ter boa aparência; 30% disseram que mentiram no preenchimento do formulário de emprego; 46% conheciam um amigo que já enganou o cônjuge; 51% disseram que as pessoas não são hoje mais honestas do que eram há dez anos; 60% disseram que se pode mentir para se livrar de uma situação embaraçosa.

Outra pesquisa fez a seguinte pergunta: “Para quem você mentiu regularmente?” 86% disseram que mentiram para os pais; 75% para os amigos; 61% para os superiores no emprego; 59% para os filhos; 73% para irmãos e irmãs e 69% para os cônjuges.
O resultado dessas pesquisas constatam que está faltando gente honesta no mundo.

O certo é que nenhuma pessoa, nenhum relacionamento, nenhuma empresa, nenhuma sociedade e nenhum país poderá se manter de forma séria e ordeira, se a honestidade não se tornar um valor.

A Bíblia ensina que a honestidade é de grande valor diante de Deus e todos aqueles que desejam se relacionar com Ele e experimentar Suas bençãos devem viver uma vida correta, séria e honesta. O Salmos 15.1-3 afirma: “Senhor, quem habitará no teu santuário? Quem poderá morar no teu santo monte? Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica o que é justo; que de coração fala a verdade e não usa a língua para difamar; que nenhum mal faz ao seu semelhante e não lança calúnia contra o seu próximo.”

É buscando agradar a Deus e e viver de forma honesta para com as pessoas, o apóstolo Paulo testemunha sobre si mesmo em 2 Coríntios 8.21: “Pois estamos tendo o cuidado de fazer o que é correto, não apenas aos olhos do Senhor, mas também aos olhos dos homens.”

Honestidade significa que a pessoa ama, fala, vive e defende a verdade. A pessoa honesta não faz rodeio; é direta, clara, sincera; não diz “meias verdades.” O honesto é confiável; ele não esconde, não oculta e não dissimula em nada; ele é coerente e consistente. Pessoas honestas não mentem, não furtam, não roubam e nunca precisam arrogar para os outros sua honestidade.

Assim, se a honestidade não é um valor em sua vida, você precisa humildemente ir a Deus, e em plena confissão e arrependimento pedir que Ele purifique totalmente seu coração do pecado, da mentira, da falsidade e da hipocrisia.

Não se engane! Quando o Deus da verdade não reina no coração humano, a desonestidade crescerá, e será inútil manter expectativas de mudanças profundas.

JESUS E AS MULHERES

JESUS E AS MULHERES

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como: redução na carga diária de trabalho, equiparação de salários com os homens e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano. 53 anos depois, em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, que foi depois homologada oficialmente em 1975 pela ONU (Organização das Nações Unidas).

O dia “Internacional da Mulher” foi estabelecido para resgatar atos de injustiça, deslealdade, preconceito, inferioridade e outras atrocidades sofridas pelas mulheres. Muito já se alcançou, mas há algo que precisa ser ainda entendido e apreciado por toda mulher.

Em Lucas 8.2,3, o evangelista Lucas relata algo muito interessante sobre Jesus e as mulheres. O texto diz o seguinte: “…iam com Ele (Jesus)…mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios; e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Suzana e muitas outras, as quais lhes prestavam assistência com os seus bens…”

As mulheres na época de Jesus eram totalmente desvalorizadas. Os rabinos, por exemplo, jamais permitiam mulheres em seu rol de ensino ou como discípulas. Eles a trataram como seres inferiores. Mas Jesus não agiu assim. Ele foi gentil, cordial e amoroso com as mulheres. No relacionamento com Jesus as mulheres receberam esperança, amor e cuidado. Ele pessoalmente curou algumas delas de doenças físicas e as purificou espiritualmente, a exemplo Maria, que era de Magdala, na Galiléia.

No relacionamento com Jesus, as mulheres ganharam dignidade e puderam viver a plenitude de sua feminilidade. E por causa de seu respeito, amor e cuidado com elas, elas o serviram, se devotaram a ajuda-lo e apoiá-lo, e isso se estendeu até mesmo com recursos financeiros.

É certo que leis, governos e a sociedade cível precisam continuar trabalhando em conjunto afim de coibir todos os abusos sofridos pela mulher, mas é preciso algo a mais. Como as mulheres do texto de Lucas, cada mulher precisa de um encontro pessoal com Jesus em sua vida.

É por Ele que se restaura toda a alma, o jeito e a forma de ser mulher tanto no lar como na sociedade.

É sempre bom lembrar que a esperança feminina não está num sistema ou numa data, não obstante ser isso muito importante. Mas a esperança feminina está numa pessoa: Jesus Cristo!