AS LUTAS DA VIDA

AS LUTAS DA VIDA

Há na vida os dias “negros” e difíceis. Dias em que parecem não haver “luz” e solução; o desânimo e o desespero parecem ser os melhores companheiros. O que fazer?

Em Hebreus 11.17-19 temos o relato histórico de uma grande luta na vida de Abraão. O autor de Hebreus diz o seguinte: “Pela fé Abraão, quando Deus o pôs à prova, ofereceu Isaque como sacrifício. Aquele que havia recebido as promessas estava a ponto de sacrificar o seu único filho, embora Deus lhe tivesse dito: “Por meio de Isaque a sua descendência será considerada”. Abraão levou em conta que Deus pode ressuscitar os mortos; e, figuradamente, recebeu Isaque de volta dentre os mortos.”

Em Gênesis 12, quando Deus chama a Abraão de Ur dos Caldeus, Ele lhe promete dar-lhe um filho que seria seu descendente direto. Os anos se passaram e miraculosamente, depois de idosos, Abraão e Sara tiveram o filho prometido: Isaque. Com certeza foi uma grande alegria.

Estando o menino já jovem, Deus, em Gênesis 22 põe Abraão a prova e lhe pede o filho em sacrifício. O texto diz que Abraão levou Isaque ao monte Moriá para o sacrifício. E estando já pronto para sacrificar o filho querido e prometido, O Anjo do Senhor aparece e lhe diz no versículo 12: “Não toque no rapaz”… “Não lhe faça nada. Agora sei que você teme a Deus, porque não me negou seu filho, o seu único filho. “

A história de Abraão nos ajuda a entender alguns princípios espirituais quanto às lutas da vida.

O primeiro princípio é que as lutas da vida são enviadas pelo próprio Deus para testar a qualidade de nosso caráter espiritual. O texto diz que “Deus o pôs a prova”. Sim, como Abraão, Deus nos colocará a prova para checar a saúde espiritual.

O segundo princípio é que nas lutas da vida o caminho mais seguro é obedecer a Deus sem tentar entende-lo. A isso a Bíblia chama de “fé”. O texto diz que Abraão “ofereceu Isaque…”. Ele obedeceu a voz de Deus. Abraão estava convicto que mesmo que Isaque estivesse morto, Deus o ressuscitaria, porque Ele havia dito que “por meio de Isaque a sua descendência será considerada.” Entre a benção de Deus – Isaque – Abraão preferiu o abençoador, Deus. Abraão amava mais a Deus do que Isaque.

O terceiro princípio nos ensina que o mesmo Deus que envia as lutas da vida, é O mesmo que traz o socorro de forma sobrenatural. Em Gênesis 22.12 o Anjo do Senhor disse: “Não toque no rapaz…Não lhe faça nada.” Deus livrou Abraão e a Isaque da agonia. Por quê? Porque Abraão amava a Deus em primeiro lugar e estava disposto a obedecê-Lo de forma extrema, e por sua atitude, Deus o honrou.

É bom sempre lembrar que as lutas da vida revelarão sempre nossa real identidade espiritual e mostrarão para nós mesmos qual é a nossa real visão e perspectiva de Deus.

ONDE ESTÁ DEUS?

ONDE ESTÁ DEUS?

Essa é uma pergunta muito comum nos nossos dias. Basicamente ela é feita de forma sincera e especificamente quando a DOR chega.

 Por exemplo, pergunta-se: “Onde está Deus que me deixa passar por tanta aflição”? “Onde está Deus que deixou meu filho, meu cônjuge, meu pai, minha mãe, meus avós, meu irmão e meu amigo morrer”? “Onde está Deus que permitiu essa doença na minha vida”? “Onde está Deus que parece insensível diante da minha dor, da minha enfermidade e dos meus problemas?” Onde…onde está Deus”? Quando não se acha a resposta para essa pergunta, a resposta mais fácil é dizer: “NÃO HÁ DEUS”! “Ele não existe”! Será?

Essa mesma pergunta foi feita pelos vizinhos de Israel a 3000 anos atrás e foi respondida pelo salmista no Salmo 115.2: “Onde está o Deus deles? No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada.”

O mundo do povo de Israel era dominado por divindades visíveis. Todos os povos tinham seu panteão de deuses. A expressão comum era: quanto maior a quantidade de deuses, mais proteção e segurança para a vida. Assim, acostumados com seus deuses visíveis, as nações olham para a nação de Israel, não vêem nenhum deus, e perguntam: “Onde está o Deus deles?” e o salmista responde: “No céu está o nosso Deus e tudo faz como Lhe agrada.”


Que resposta! A pergunta está respondida: “Deus está nos céus…”. Ele como soberano está lá dirigindo o mundo. Ele está vivo! Ele é real! E mais, “…FAZ TUDO como lhe agrada.”

Devemos tomar cuidado para não concluirmos algo errado sobre Deus, simplesmente porque Ele não age do modo como queremos e desejamos. Não podemos confundir o silêncio de Deus e com uma possível inércia Sua. É melhor sermos humildes e dizermos que não compreendemos o que Ele está fazendo, porque Ele “FAZ TUDO COMO LHE AGRADA.”

 Deus faz as coisas por capricho? Não! Ele é o Deus amoroso, bondoso, fiel e presente. Antes de nos agradar, Ele agrada a Si mesmo. E todos os seus propósitos e desígnios são santo, puro, bom e com objetivo.

 “Onde está Deus?” Ele está invisível aos nossos olhos, mas reinando consciente sobre tudo e todos, fazendo “tudo como lhe agrada.” E se Ele está agindo, algo de bom está por acontecer.

Na verdade a pergunta deveria ser mudada. Seria mais sábio perguntar, não “onde está Deus?”, mas, “ONDE ESTOU EU DIANTE DESSE DEUS QUE FAZ TUDO COMO LHE AGRADA?”

Lembre-se: Se você descartar Deus, você joga fora a esperança e as respostas que tanto deseja e busca para a sua vida.

Responda: onde você está diante desse Deus que “tudo faz como Lhe agrada?”

DIANTE DA FRAQUEZA

DIANTE DA FRAQUEZA

Somos fracos e limitados. O discurso diário: “seja forte”, “não chore”, “enfrente”, “vá adiante”, “você pode” é algo muito vazio e revela por vezes um positivismo sem efeito, especialmente diante de uma simples gripe quando ronda o medo de um possível diagnóstico de H1N1. Na verdade somos mais fracos do que pensamos.

Somos fracos e vulneráveis. Mentimos para nós mesmos que somos fortes. Ser forte significa que não precisamos de ajuda, de auxílio ou de conselhos. Ser forte é uma fútil negação da realidade e uma péssima decisão em viver na hipocrisia e no auto engano da “força”.

O salmista não fingiu e não fugiu de sua fraqueza. Ele busca a Deus em oração. Ele assim orou no Salmos 130.1: “Das profundezas clamo a ti, SENHOR.” Ele não teve medo de dizer a Deus que sentia-se no buraco. Ele não se sentia envergonhado de dizer que era totalmente dependente de Deus.

Na Bíblia, a prosperidade humana começa no reconhecimento de que se precisa urgentemente de Deus. Os que se sentem fracos, sem orientação, auxílio, ajuda e apoio, mas achegam-se a Deus, dEle receberão forças.

O livro dos Salmos é basicamente um canto contínuo dos fracos exaltando o Deus Todo Poderoso. Por meio dele aprendemos o poder e a importância da dependência, da oração, da comunhão e da conversa íntima com Deus. Os Salmos nos ensina a expor todas as nossas dores, lutas e fraquezas a Deus.

Deus sabe nos trazer a Ele. Ele sabe nos atrair a Ele e nos fazer ver nossas fraquezas. Na verdade, Deus nos permite ir “as profundezas” da vida. As mesmas “profundezas” onde estiveram o salmista, o profeta Jonas (Jn 2), o apóstolo Paulo (2 Co 12) e muitos outros personagens bíblicos. Deus sabe deflagrar nossa fraqueza para que abracemos Sua força.

Deus nunca é o Deus dos fortes, Ele O é dos fracos. É no reconhecimento da fraqueza que experimentamos a ação poderosa de Deus. Ele sempre se manifestará em pronta ajuda aos que lhe buscam; os que se alegram em depender dEle e só dEle.

O teólogo A.W.Pink sabiamente afirmou: “ Antes de Deus fornecer uma abundante oferta, é preciso primeiro nos tornarmos conscientes de nosso vazio. Antes que Ele dê a força, Ele nos leva a ver nossa fraqueza.”

Há um grande paradoxo na ótica divina: os fortes sem Deus, são fracos; os fracos com Deus, são fortes.

DE ONDE VIRÁ O SOCORRO?

DE ONDE VIRÁ O SOCORRO?

O salmista afirma no Salmos 121.1,2: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.”

“Elevar os olhos” era uma forma de oração do povo judeu. Esse gesto expressava sempre uma oração cheia de esperança, expectativa de ajuda e busca por salvação no meio de uma luta ou dificuldade.

Durante muito tempo os lugares mais altos em Israel – os montes e colinas – tornaram-se verdadeiros centros de adoração aos ídolos. De forma que “levantar os olhos aos montes” significava perguntar se o socorro para os problemas viriam dos ídolos. Mas o salmista de forma clássica responde dizendo que “O meu socorro vem do Senhor…”

Quantas vezes nas mais variadas dores decidimos também buscar os “ídolos” para nos socorrer. Fazemos do nosso cônjuge, filhos, pais, amigos, gerente de banco, político, presidente, pastor, padre, guru e tantos outros, o centro de nosso socorro; os elegemos como nossos “ídolos funcionais”. E pior, lançamos sobre eles toda a nossa expectativa, esperança e confiança. E não é atoa que não conseguimos nada e nos decepcionamos.

O salmista nos ensina a ir a Deus. Para ele Deus continua vivo e ativo; Ele está acima de nossas dores e problemas; Ele mantém-se soberano regendo esse “mundo mal”; Ele ainda é o “SOCORRO” de todos aqueles que O buscam.

Um dos maiores problemas de nossa vida é que não estamos indo a Deus como nossa PRIMEIRA E ÚNICA opção. Comumente, depois de lutarmos muito e esgotarmos todas as nossas opções, por vezes vamos a Deus. E o mais triste é que alguns por serem tão orgulhosos e prepotentes nunca O consideram.

Assim como o salmista, precisamos de ajuda, de auxílio, de orientação, de “norte”, de certezas, de “chão” para o nosso viver. Mas a pergunta é a mesma: para quem estamos indo? O certo é que se não formos a Deus não teremos o socorro que buscamos e precisamos.

Não seja como aquele que, se afogando no mar, não abraça o “salva vida” que lhe foi enviado, simplesmente porque acha que pode sair de seu desespero com mais uma “braçada”.

Faça hoje de Deus o seu único socorro. Se não você não terá ajuda.

Eleja Deus como o seu único socorro!

ESPERANÇA!

ESPERANÇA!

O que as pessoas mais precisam? Comida? Uma boa casa? Roupas? Dinheiro? Profissão? Oportunidades? Saúde? Bons negócios? Viagens? Amigos? Parentes? Tudo isso é bom e importante. Mas o que todos precisamos mesmo é de ESPERANÇA.

Quando se perde a esperança, se perde a vontade de viver. E qualquer um é tendente a não continuar quando os obstáculos chegam. Por vezes paramos a vida por causa da doença, da morte, do desprezo, do deboche, do sarcasmo, da fofoca, da provação, da crise e etc.

A Bíblia é um livro de ESPERANÇA. No meio de suas profundas dores o salmista grita e afirma uma tremenda realidade sobre Deus no Salmo 46.1-3: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares; ainda que as águas tumultuem e espumejem e na sua fúria os montes se estremeçam.”

O apóstolo Pedro escreveu para cristãos que enfrentavam duras tribulações. Ele trouxe a eles um grande incentivo e esperança ao dizer em 1 Pedro 1.3: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.”

Ao estudar o relato bíblico sobre a crucificação de Cristo, parece que no final a injustiça venceu. Seus discípulos perderam o ânimo. Contudo, a morte não teve a palavra final, porque Ele ao terceiro dia ressuscitou. E ao ressuscitar, a esperança e o ânimo voltaram aos corações dos discípulos. Por causa da ressurreição de Jesus, todos os que sofrem podem esperar e confiar nEle, porque nenhum problema tem a palavra final.

Não jogue fora sua esperança simplesmente porque os problemas chegaram. Segundo a Bíblia, sua esperança deve estar no Deus vivo e real. Não importa o tamanho do problema, mas sim o tamanho de seu Deus. Ele permite as dores para um propósito maior.

Se você abraçar seus problemas e focar neles, com certeza você cairá. Mas ao levantar seus olhos a Deus e confiar nEle, sua esperança voltará e seu ânimo será dobrado.

Sua fé deve ditar sua esperança. Se você não apoiar em Deus, você cairá. Olhe para Ele e não desista. O Deus vivo lhe dá uma fé viva para viver uma esperança viva para que você não só se mantenha vivo, mas vivificado.

Mude o foco do problema e da dor, para a fé em Deus e a esperança nEle. Quando a corda da vida está ligada em Deus, você será  diariamente sustentado com esperança.

DECIDA SUA LEALDADE

DECIDA SUA LEALDADE

“Lealdade” significa a qualidade de alguém que é leal; alguém que não falha com os seus compromissos, demonstrando responsabilidade, honestidade, retidão, honra e decência. Uma pessoal leal é alguém fiel e compromissado. Um texto judaíco diz o seguinte: “A lealdade é um dos pilares que sustentam o real valor do homem.”

No mundo de hoje ouvimos tantas pessoas fazendo votos de lealdade e compromisso com outras, mas quando as dificuldades e dores chegam, abandonam suas promessas. E isso também é muito válido em relação a Deus. Devemos manter nossos votos de lealdade a Deus, e uma forma é definirmos claramente nossa postura em relação ao mundo.

Em Tiago 4.4 somos exortados: “Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz-se inimigo de Deus.” “Adúlteros” é um vocubalário ilustrativo tirado da postura de Israel no Antigo Testamento quando a nação fora atraído por alguma forma de idolatria. E no texto Tiago usa o termo para aqueles que se dizem de Deus, mas estão em plena “amizade” com o mundo. 

“Mundo” no Novo Testamento refere-se frequentemente ao vasto sistema de vida desta era presente que é fomentado por Satanás e existente à parte de Deus. “Mundo” consiste não somente nos prazeres obviamente malignos, imorais e pecaminosos, mas também se refere ao espírito de rebelião que nele age contra Deus, e de resistência ou indiferença a Ele e à Suas verdades reveladas. Assim, Tiago reconhece que ninguém pode ser leal a Deus e ao mesmo tempo ser leal a um sistema que expressa declaradamente sua rebelião contra Deus.

Jesus afirmou que o sistema desse mundo é um inimigo mortal a verdadeira espiritualidade. Ele diz em João 15.19: “Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia.” E ainda em João 17.14 Jesus ora ao Pai dizendo: “Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou.”

Assim, é impossível manter lealdade a Jesus e ao mundo ao mesmo tempo. É de suma importância definir a lealdade a um deles. Em João 12.25 Jesus apelou: “Quem ama a sua vida perde-a; mas aquele que odeia a sua vida neste mundo preservá-la-á para a vida eterna.”

Lealdade a Deus foi definida por A.B.Simpson da seguinte maneira: “Temos de aprender a viver no lado celeste e olhar para as coisas de cima. Contemplar todas as coisas com a ótica de Deus; vê-las como Cristo as vê; vencer o pecado, desafiar Satanás, dissolver perplexidades, nos elevar para o que é sublime e nos separar definitivamente do mundo…”

Decida hoje a quem você será leal!

PERTENCER A DEUS

PERTENCER A DEUS

O apóstolo João afirmou em 1 João 4.6: “Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.”

 Ao usar a frase “…nós somos de Deus…”, o apóstolo João estabelece o princípio do “pertencer a Deus.” E “pertencer a Deus” significa ser dEle, viver com e para Ele, e manter um relacionamento íntimo com Ele. Quem pertence a Deus tem o seu conforto e consolo; vive tranquilo e em paz. E Deus sabe muito bem aqueles que lhe pertecem. Paulo afirmou em 2. Timóteo 2.19: “Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem…”

João, no texto, faz uma outra afirmação categórica: “…aquele que conhece a Deus nos ouve…” Isso significa que os que pertecem a Deus tem um grande desejo de ouvir e aprender de Deus com o objetivo final de praticar e compartilhar Suas verdades. Por um outro lado, João também afirma: “…aquele que não é da parte de Deus não nos ouve.”

 Todos podem pertecer a Deus. Ele não está distante e nem indisponível; Ele é acessível. Jesus fez Deus acessível a todos, e por meio dEle o relacionamento com Deus é instaurado. Paulo afirmou essa verdade em Romanos 7.4: “Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele (Deus) que ressuscitou dentre os mortos…”

Deus não é uma franquia religiosa. Ele não é propriedade de ninguém. Deus está pronto a se relacionar com qualquer um que esteja disposto a crer em Jesus, recebê-Lo como Salvador e Senhor e obedecê-Lo. É sempre bom lembrar que para se relacionar com Deus a “senha” é Jesus. Ele disse em João 14.6: “…ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.”

Pertencer a Deus deve gerar um profundo compromisso com Ele. Os que pertecem a Deus são seus filhos amados. O alvo agora de ser aprender e centrar a vida em Jesus. Uma nova realidade de vida deve surgir e fluir.

Alguém acertadamente afirmou: “Temos a ilusão de que a vida se torna preciosa e ficamos melhores na medida que coisas nos pertencem. Esta é uma ilusão que facilmente nos domina. Por isso lutamos muito para conquistar bens e neles colocar o nosso nome. Nos sentimos seguros quando podemos verificar nosso extrato e ele nos diz que o saldo é mais que suficiente. Mas isso é uma grande ilusão. Há muitas coisas que o dinheiro não pode comprar e que bem algum pode garantir. O segredo da segurança e da paz para viver neste mundo não é possuir, é pertencer. Pertencer a Deus!”