EXERCITANDO A FÉ

EXERCITANDO A FÉ

Há na vida muitos os dias “negros” e difíceis. Dias em que parecem não haver “luz”. Há momentos que parecem que Deus poderia falar, mas Ele não fala, Ele mantém-se em silêncio. Ficamos aflitos. Achamos que não vale a pena continuar crendo.

Quando os dias estavam difíceis na vida de Jó, ele passou a refletir sobre a vida. Ele expõe seu coração em Jó 3.24-26: “Pois me vêm suspiros
em vez de comida;
meus gemidos
transbordam como água. O que eu temia veio sobre mim;
o que eu receava me aconteceu. Não tenho paz,
nem tranquilidade, nem descanso;
somente inquietação”.As palavras de Jó, são as palavras de muitas pessoas. Os tempos de Jó eram difíceis, e talvez o seus também o sejam.

Em tempo difíceis, quando as respostas não vem e as perguntas, dúvidas e desânimo são fortes, precisamos reagir de alguma forma. O que fazer? A resposta bíblica é que precisamos exercitar a “FÉ” e a plena confiança no Senhor. É preciso crer que quando não sabemos, Deus sabe, mas Ele nem sempre responde no nosso tempo e baseado em nossas expectativas. Andar por fé significa crer ainda que não veja o que Deus está fazendo. Andar por fé é crer que Ele está no controle de tudo, mesmo que não aja uma lógica ou um senso comum. Quando agimos assim, isso agrada a Deus. Em Hebreus 11.6 lemos: “Sem fé é impossível agradar a Deus…”

Devemos andar com Deus na escuridão, com a mesma confiança quando andamos com Ele quando tudo era luz. O silêncio de Deus nunca significa que Ele esteja parado, apático ou insensível a nossa vida. Andar pela fé é a pratica diária de “ver o invisível”. Deus se agrada quando mesmo em dor, não entendendo a vida, dizemos de coração: “Senhor, não entendo, mas confio.”

O maior exemplo bíblico de andar pela fé, foi o próprio Senhor Jesus. Antes de ir a cruz, sabendo da responsabilidade imposta sobre Ele, baseado nas Escrituras do Antigo Testamento, Ele chega ao jardim do Getsemani e ora. Em Lucas 22.42 ouvimos suas palavras: “Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua”. Jesus não foi liberto do “cálice”, Ele bebeu o cálice do sofrimento. O Pai não o livrou da cruz. Mas Ele, obediente, submisso e resignado cumpriu o plano perfeito do Pai e pagou na cruz o preço pelo pecado. Jesus, no meio da escuridão de sua alma, andou por fé.

Se você pensa em seguir a Jesus, não espere por respostas prontas e por soluções mirabolantes para vida. É preciso fé para crer no Jesus que fez a obra de Deus na cruz, mas é preciso muita fé para continuar seguindo-o todos os dias. Ele não lhe dará todas as repostas, mas Ele estará com você sempre.

Se alguém pretende se relacionar com Deus, precisa aprender a andar por fé.

O PODER DO CONTENTAMENTO

O PODER DO CONTENTAMENTO

A cobiça corre solta, e estar contente tem se tornado algo extremamente raro em nossa cultura. Contudo a Bíblia nos ordena que estejamos contentes com o que temos e somos. Em Hebreus 13.5 lemos: “Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: Nunca o deixarei, nunca o abandonarei”.

Há vários problemas que se acumulam para aqueles que são descontentes. Os descontentes se queixam de tudo, vivem aflitos, invejam outros, são ingratos, e por causa da cobiça, sempre querem mais e mais. Os descontentes vivem no falso conceito do “mais”. Eles acreditam que se tivessem mais, eles teriam mais paz e mais felicidade.

Você quer se tornar uma pessoa contente? Você quer ser invadido pelo poder do contentamento? Então é preciso tomar algumas sérias decisões.

A primeira é que você precisa reconhecer diante de Deus seu descontentamento. Você precisa confessar a Ele que a busca de sua alegria e paz está no lugar errado. Precisa confessar suas queixas e ingratidão. Você precisa confessar sua inveja, a prática de comparar-se com o outro e por sentir-se talvez miserável por não ser o que o outro é e não ter o que o outro tem. Confessar a Deus o descontentamento é o primeiro passo para uma vida contente.

Em segundo lugar você precisa também decidir fazer do contentamento um estilo de vida. Se você não decidir assim, a cultura o fará por você. É preciso viver a contracultura; é preciso que você reconheça que não será mais feliz e terá mais paz por ter algo a mais. Paulo nos ensina em 1 Timóteo 6.6-8 o seguinte: “De fato, a piedade com contentamento é grande fonte de lucro, pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar; por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos.” Faça do contentamento um estilo de vida.

Em terceiro lugar decida dizer: “eu já tenho o suficiente.” Nossa sociedade parece nunca estar satisfeita e por isso, é preciso dizer em voz alta: “eu já tenho o suficiente”. Não se deixe ser conduzido a ter algo a mais – aquilo que você não precisa – simplesmente porque ganhou uma herança, recebeu um bônus salarial ou porque ganhou dinheiro em um bom negócio. Diga apenas: “eu tenho o suficiente”. E mais, se um recurso inesperado chegar, ore a Deus dizendo: “Senhor, como posso usar o que o Senhor me tem dado para abençoar pessoas e a Seu reino?”

Contentamento é uma atitude poderosa. Assim, deixe que o suficiente seja o suficiente. Aprenda também com o exemplo daqueles que estão ao seu redor. Alguns estão endividados e estão comprometendo sua vida, família e sua própria espiritualidade por viver no descontentamento.

Você certamente se salvará de um mundo de dores se reconhecer e decidir viver contente com o que tem e é.

A ESPIRITUALIDADE SIMPLES

A ESPIRITUALIDADE SIMPLES

Jesus afirmou em Mateus 6.5: “E, quando orardes, não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa.”

Jesus ensina que oração é algo sério e simples. Sério, porque por meio dela falamos diretamente com Deus sem qualquer intercessor. Simples, porque a oração é uma conversa, um diálogo, um “bate papo” e uma “prosa santa” com o Senhor.

A religião e o religioso gostam de formalizar o sério e complicar o simples. E é isso que Jesus condena nessa passage bíblica. Pessoas que deveriam apenas orar, falar com Deus, vão para as reuniões religiosas e para as praças mostrar-se para outros a tal “profunda espiritualidade.”

Se Jesus foi veemente contra essa conduta, a ponto de chamar esses líderes religiosos de “hipócritas”, devemos refletir sobre tudo isso, perguntando o seguinte:

Será que também não gostamos de aparecer mais do que realmente somos em nossa espiritualidade?

Será que o nosso cristianismo não tem um quê de devoção farisaíca? Aquela “casca” espiritual que quer sempre ser o centro das atenções?

Será que não estamos complicando o simples; e pior, não estamos também discipulando outros para uma espiritualidade “profunda” e complicada?

O melhor que se pode fazer nesse momento é abrir o coração e ser sincero com Deus sobre nossos “mundo ocultos”, hipocrisias, falsidades, enganos e mentiras.

É preciso pedir ao Senhor que nos perdoe, nos livre e nos guarde de sermos o que não somos, ou o que os outros querem que sejamos. Devemos orar para que Ele nos ajude a não perpetuar a máscara de uma espiritualidade estéril.

É preciso ser sincero com Deus, abrir totalmente o coração e dizer que queremos aprender a falar com Ele, assim como uma criança fala com seu pai, e contar a Ele todos os nossos desejos, anseios, alegrias, tristezas e expectativas.

O pregador Charles Spurgeon afirmou: “A verdadeira oração é medida pelo seu peso, e não pelo comprimento. Um único gemido diante de Deus pode ter mais plenitude do que uma polida longa oração.”

Por isso, volte-se para uma espiritualidade simples.

ENFRENTANDO O EGOÍSMO

ENFRENTANDO O EGOÍSMO

Paulo afirmou em 1 Coríntios 13.5: “O amor…não procura seus interesses.”

Paulo ainda profetizou em 2 Timóteo 3.1: “Sabe, porém, isto nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas…” Ao iniciar a classificação das atitudes que permearão os “últimos dias”, o primeiro dessas atitudes é o egoísmo.

E desde que o pecado entrou no mundo em Gênesis 3, os seres humanos são egoístas. Egoísmo é o hábito ou a atitude de uma pessoa colocar seus interesses, opiniões, desejos e necessidades em primeiro lugar, em detrimento das demais pessoas com quem se relaciona. H.W. Beecher afirmou: “O egoísmo é aquele vício detestável que ninguém perdoará nos outros, e ninguém está sem ele dentro de si.”

O egoísmo caracteriza-se pela fantasia de imaginar que o mundo gira em torno de si, tomando o “eu” como a referência para as relações e fatos. A pessoa egoísta não consegue imaginar que não seja ela a prioridade.

Embora raramente identificado, o pecado do egoísmo é um forte culpado por diversos problemas relacionais. Os dizeres comum de um egoísta são sempre os mesmos: “Eu quero…”; “esses são meus direitos…”; “estou atrás da minha felicidade…”; “seu eu não cuidar de mim, quem o fará?…”;

O egoísmo é um pecado que causa muita tristeza e miséria. Por exemplo, boa parte dos pobres no mundo teriam suas necessidades básicas supridas se seus governantes e líderes não fossem egoístas. A corrupção é uma forma destruidora do egoísmo.

Ao contrário o egoísmo deve ceder ao altruísmo. Altruísmo significa preocupar-se com o outro de forma espontânea, e Jesus foi o seu maior expoente. Em Marcos 10.45 Ele diz:“Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.”

É primeiramente no relacionamento com Jesus que se enfrenta o egoísmo. Ele afirmou em Mateus 16.24-25 o seguinte: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á.” É vindo a Jesus que se ganha o poder para “negar a si mesmo…tomar a cruz e seguí-lo.” E tudo isso produz uma revolução na vida. Andrew Murray afirmou: “Um verdadeiro avivamento significa nada menos do que uma revolução; expulsa-se o espírito do mundanismo e egoísmo, fazendo de Deus e Seu amor o triunfo no coração e na vida.”

Que você abra o seu coração totalmente a Jesus e procure nEle a purificação de todo pensamento e toda ação egoísta. Que você ore a Ele para que
não haja nem um espaço para o ego e que por meio de Seu poder você não só enfrente, mas vença definitivamente o egoísmo.

BUSCANDO SOCORRO

BUSCANDO SOCORRO

Todos os dias estamos expostos a situações incontroláveis. Nos expomos a perigos, doenças, acidentes e notícias desagradáveis. O que fazer?

Davi diante dos impasses e perigos de sua vida, afirmou no Salmo 121.1,2: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.”

O Salmo 121 encoraja-nos a depositar nossa confiança plena no Senhor; pedindo, desejando e buscando Sua ajuda. O Salmo nos inspira a repousar nossas vidas sob a proteção eterna do Senhor e nos comprometermos com Seu cuidado, com um coração totalmente resignado.

Davi diz: “Elevo os olhos…” Essa era uma expressão que definia a postura de orar. Esse gesto expressava uma oração cheia de esperança e expectativa da ajuda e salvação no meio da luta.

Durante muito tempo os lugares mais altos – os montes e colinas – de Israel tornaram-se verdadeiros centros de adoração aos ídolos. De forma que levantar os olhos aos montes, na verdade era perguntar se o socorro para os problemas viria dos ídolos. O salmista respondeu de forma negativa a essa possibilidade. Ele diz: “…o meu socorro vem do Senhor.”

Quantas vezes no meio das dores buscamos os “ídolos” para nos socorrer. Queremos que o cônjuge, os filhos, os pais, os amigos, o gerente de banco, o médico, o remédio, o político, o presidente, o pastor, o padre, o guru e tantos outros sejam o nosso socorro. Pior, lançamos sobre eles toda a nossa confiança. E não é à toa que conseguimos nos decepcionar.

O salmista nos ensina a ir a Deus. Para ele, Deus continua vivo e ativo; Ele está acima de todas as nossas dores e problemas; Ele mantém-se soberano regendo o “mundo mal”; Ele ainda é o “SOCORRO” dos que o buscam.

Um grande problema é que não estamos indo a Deus como nossa primeira e única opção. Depois de lutarmos muito e esgotarmos todas nossas opções, por vezes vamos a Deus, e ainda, somos tão orgulhosos e prepotentes que nunca O consideramos.

Assim como o salmista, precisamos de ajuda, de auxílio, de orientação, de “norte”, de certezas, de “chão” para o nosso viver. Mas a pergunta é: para quem estamos indo? Se não formos para Deus, não teremos socorro para nada.

Não seja como aquele que se afogando no mar, não abraça o “salva vida” que lhe foi enviado, simplesmente porque acha que pode sair de seu desespero com mais uma “braçada”.

Faça de Deus o seu socorro, senão, não haverá ajuda para você.

BUSCANDO SOCORRO

BUSCANDO SOCORROTodos os dias estamos expostos a situações incontroláveis. Nos expomos a perigos, doenças, acidentes e notícias desagradáveis. O que fazer?

Davi diante dos impasses e perigos de sua vida, afirmou no Salmo 121.1,2: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.”

O Salmo 121 encoraja-nos a depositar nossa confiança plena no Senhor; pedindo, desejando e buscando Sua ajuda. O Salmo nos inspira a repousar nossas vidas sob a proteção eterna do Senhor e nos comprometermos com Seu cuidado, com um coração totalmente resignado.

Davi diz: “Elevo os olhos…” Essa era uma expressão que definia a postura de orar. Esse gesto expressava uma oração cheia de esperança e expectativa da ajuda e salvação no meio da luta.

Durante muito tempo os lugares mais altos – os montes e colinas – de Israel tornaram-se verdadeiros centros de adoração aos ídolos. De forma que levantar os olhos aos montes, na verdade era perguntar se o socorro para os problemas viria dos ídolos. O salmista respondeu de forma negativa a essa possibilidade. Ele diz: “…o meu socorro vem do Senhor.”

Quantas vezes no meio das dores buscamos os “ídolos” para nos socorrer. Queremos que o cônjuge, os filhos, os pais, os amigos, o gerente de banco, o médico, o remédio, o político, o presidente, o pastor, o padre, o guru e tantos outros sejam o nosso socorro. Pior, lançamos sobre eles toda a nossa confiança. E não é à toa que conseguimos nos decepcionar.

O salmista nos ensina a ir a Deus. Para ele, Deus continua vivo e ativo; Ele está acima de todas as nossas dores e problemas; Ele mantém-se soberano regendo o “mundo mal”; Ele ainda é o “SOCORRO” dos que o buscam.

Um grande problema é que não estamos indo a Deus como nossa primeira e única opção. Depois de lutarmos muito e esgotarmos todas nossas opções, por vezes vamos a Deus, e ainda, somos tão orgulhosos e prepotentes que nunca O consideramos.

Assim como o salmista, precisamos de ajuda, de auxílio, de orientação, de “norte”, de certezas, de “chão” para o nosso viver. Mas a pergunta é: para quem estamos indo? Se não formos para Deus, não teremos socorro para nada.

Não seja como aquele que se afogando no mar, não abraça o “salva vida” que lhe foi enviado, simplesmente porque acha que pode sair de seu desespero com mais uma “braçada”.

Faça de Deus o seu socorro, senão, não haverá ajuda para você.

RESPEITE AS PESSOAS!

RESPEITE AS PESSOAS!

A grosseria está em alta. As pessoas estão mais grosseiras com as outras, física e verbalmente do que em qualquer outro tempo na história.

Em 1 Coríntios 13.5 Paulo afirmou: “ O amor não se conduz inconvenientemente…” O termo usado para “inconvenientemente” significa “agir indecorosamente; se comportar de uma maneira não adequada.” A palavra refere-se a uma má conduta; a falta de respeito ao outro.

Pessoas que amam não se comportam de uma forma inapropriada, inadequada ou de uma forma feia. O amor não se comporta com brutalidade, rudeza, grosseria e estupidez, seja no falar ou no agir.

Pessoas rudes não respeitam o que os outros são, pensam e fazem. Os grosseiros não se importam com pessoas. A palavra que define alguém grosso, rude e estúpido é “egoísmo”.

A Bíblia nos ensina a ir por outro caminho. Em 1 Pedro 2.17 somos ensinados: “Tratai todos com honra…” O que significa essa frase? Significa que todas as pessoas precisam ser respeitadas.

Respeito não significa que você concorde com tudo que a pessoa é, pensa, diz ou faz. Respeito apenas reflete que você trata as pessoas com gentileza por ser elas criadas à imagem e semelhança de Deus. O Salmo 8.5 afirma: “No entanto fizeste o ser humano inferior somente a ti mesmo; e lhe deste a glória e a honra de um rei.”

Todos somos erradamente tendentes a ser mais simpáticos apenas com as pessoas com quem temos afinidades ou quem consideramos mais importantes que nós mesmos, ou ainda do mesmo status social. Mas isso está errado. Deus a todas fez e espera que as respeitemos.

É o poder do amor que nos faz respeitar as pessoas. E o amor revela algo maravilhoso. Em 1 João 4.8 diz: “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.” Na Bíblia um verdadeiro cristão não é apenas identificado por ter a crença correta, o linguajar correto ou a postura correta. Todas essas verdades são importantes, mas perdem sua relevância quando não se ama. Porque dizer-se cristão e não amar é algo incoerente, porque a vida do Senhor Jesus foi dominada pelo amor. Ele foi gracioso com as pessoas. Ele protegeu a dignidade delas. Ele se importou com uma prostituta arrependida em Lucas; ele foi educado e gentil com a mulher adúltera de João 8. Ele recebeu os pais e as crianças de forma amorosa em Mateus 19.13-15.

A ética cristã relacional baseada na vida de Jesus ensina que quando você for falar com as pessoas seja amável com elas e não somente sincero. Quando você for servido por pessoas, seja compreensivo, grato e nunca exigente. Quando você discordar de alguém seja gentil e não juiz. Quando for compartilhar sua fé, respeite as pessoas e não as rejeite. E por último, quando alguém for rude com você, responda polidamente.

Eric Hoffer afirmou: “A grosseria é a imitação do forte feita por um homem fraco.” Assim, respeite as pessoas.