O VALOR DA ALMA

O VALOR DA ALMA

Jesus afirmou em Mateus 16.26: “Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma?”

A honra, a riqueza, o status, o poder, a influência, a autoridade e a glória seduzem muita gente. Pessoas podem perder suas almas por irem atrás de coisas supostamente valorosas nessa vida, mas sem nenhum valor diante de Deus.

É fácil perder a alma. Todos podemos ser seduzidos pelas coisas passageiras desse mundo. Muita gente tem perdido sua alma por tirar o foco de Deus ou se afastar dEle. Alguns estão perdendo sua alma por motivos fúteis e insistem em viver longe de Deus. Reconhecem que nada ganharam, apenas a constatação de que a alma está mais pobre e a vida mais complexa.

Não há vida longe de Jesus. Longe dEle a alma corre risco, a vida desvirtua-se e tudo perde o sentido. Jesus diz que a alma tem grande valor e que ela corre risco eterno. É preciso voltar-se a Deus e realizar-se nEle. O escritor A. W. Pink afirmou: “Feliz é a alma que foi tomada pela majestade de Deus.”

Sua alma tem valor. Por isso, dê a ela o valor que Deus dá. Firme sua mente, decisões e intenções em Jesus. Volte-se totalmente para Ele independente do passado, pessoas e circunstâncias.

Faça voltar a alegria das verdades eternas em seu coração. Permita que as simples e profundas palavras de Jesus em João 10.10 entrem novamente em seu coração. Jesus diz: “… Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.”

DESEJOS DIRECIONADOS

DESEJOS DIRECIONADOS

O salmista afirmou no Salmo 38.9: “Na tua presença, Senhor, estão os meus desejos todos, e a minha ansiedade não te é oculta.”

Todos somos uma fábrica de desejos; desejamos muitas coisas. Desejamos conforto, cura, paz, apoio, segurança, comida e provisão. Esses não são desejos maus, pecaminosos ou errados, esses são apenas desejos humanos.

Por vezes o nosso problema não são os desejos. O problema central é quando os nossos desejos estão em desacordo com a vontade de Deus, ou eles nos dominam de tal forma que procuramos satisfazê-los a qualquer preço sem considerarmos Deus e Seus princípios. Quando tentamos resolver os buracos e vazios da alma à parte de Deus, a vida se perde.

O salmista apresentou ao Senhor os desejos de seu coração. Assim também, Deus quer que você leve a Ele todos os desejos do seu coração e alinhe sua vontade com a plena vontade dEle. Philip Yancey compartilhou sua experiência, dizendo: “Se Deus não quer algo para mim, eu também não quero. Gastar tempo em oração meditativa e conhecer a Deus, ajuda-me a alinhar os meus desejos com Deus.”

Quando todos os seus desejos são apresentados e depositados em Deus, sua vida ganha paz, direção e satisfação. O Senhor do salmista é ainda o mesmo; Ele continua sendo extremamente bom e confiável.

Quais são seus principais desejos? Seus desejos estão alinhados com a vontade de Deus? Você já os colocou diante de Deus? Faça-o agora!

Entregue todos os desejos do seu coração ao Senhor. Faça do Salmo 37.4,5 um lema em sua vida. O texto diz: “Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.”

ANDANDO POR FÉ

ANDANDO POR FÉ

Em Hebreus 11.6 lemos: “…sem fé é impossível agradar a Deus…”

A fé que agrada a Deus é um verdadeiro milagre. Ninguém a possui por si mesmo,
antes é um presente que Ele dá. Paulo afirmou em Efésios 2.8,9: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” É Deus quem capacita a pessoa a crer nEle.

Mas como a fé nasce? Paulo afirma em Romanos 10.17: “E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo.” A fé nos é dada quando ouvimos e nos expomos à Palavra de Deus.

A fé nos faz andar crendo que a mão do Senhor nos guiará em qualquer caminho e para qualquer direção.

A fé nos faz andar centrados na Palavra de Deus, porque crê que ela é a verdade e que ela sempre será uma luz diante das trevas e indecisões da vida.

A fé nos faz andar quando nada é claro e definido. A fé nos faz andar diante dos medos, incertezas e dores.

A fé nos faz andar porque ela tem Sua base na pessoa e nas promessas de Deus. Quando temos fé andamos por fé.

Talvez hoje você precise começar sua caminhada de fé no primeiro passo: pedindo ao Senhor que lhe dê a fé para crer em Jesus e viver para Ele. Esse primeiro passo o colocará numa vida repleta de experiências espirituais e fará com que você se relacione de forma real e verdadeira com Deus.

A vida que não anda por fé está paralisada.

LIDANDO COM AS TRAGÉDIAS

LIDANDO COM AS TRAGÉDIAS

As tragédias na vida por vezes são dolorosas, imprevisíveis e humilhantes, mas são também oportunidades para profundas mudanças. A Bíblia oferece princípios para que você lide com todas elas.

O primeiro princípio para lidar com as tragédias é que você não precisa esconder sua dor. O salmista afirmou no Salmos 13.2: “Até quando estarei eu relutando dentro de minha alma, com tristeza no coração cada dia?” Sentir dor não significa que você seja um fracasso, mas apenas que você é humano. Compartilhe sua dor com o Senhor e com as pessoas confiáveis ao seu redor.

O segundo princípio para lidar com as tragédias é que você precisa ver onde errou e tratar com seriedade o seu erro diante de Deus e das pessoas envolvidas. O Salmos 32.3,5 afirma: “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos… Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim… Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei… e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.” A confissão de seus pecados o leva a começar novamente do zero diante do Senhor. A confissão abre espaço para uma nova vida.

O terceiro princípio para lidar com as tragédias é que você deve aprender a viver acima das circunstâncias em que você se encontra. O profeta afirmou em Habacuque 3.17-19: “Ainda que a figueira não floresça… eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação. O SENHOR Deus é a minha fortaleza…”

Lembre-se que a tragédia sempre traz oportunidades. A tragédia é como uma onda no mar, ou você a vê como uma oportunidade de surfar e fazer grandes manobras em Deus e com Deus, ou você a vê como uma ameaça e como a destruição de sua vida. A questão é como você está vendo a tragédia.

Como você está lidando com as tragédias em sua vida?

A FORÇA DA FRAQUEZA

A FORÇA DA FRAQUEZA

O salmista afirmou no Salmo 130.1: “Das profundezas clamo a ti, SENHOR.”

Vivemos no mundo da força. Há um discurso diário que declara: “seja forte”; “não chore”; “enfrente”; “vá adiante”; “você pode”, etc. Mas sinceramente a vida não é feita desse positivismo todo. Há períodos na vida que nos sentimos fracos.

Quando vamos dizer que somos fracos? Quando vamos reconhecer que não dá mais? Quando vamos afirmar que o limite chegou? Quando?

Na Bíblia, as coisas começam a mudar quando as pessoas enxergam suas fraquezas e se achegam a Deus. É impossível viver as facetas da vida sem a convicção da fraqueza e a busca pela orientação, presença, auxílio e ajuda de Deus. Precisamos desesperadamente dEle.

Ao lermos os Salmos aprendemos sobre o poder e a importância da dependência de
Deus. Foi assim que o salmista fez no texto ao dizer: “Das profundezas clamo a ti, SENHOR.” Aprendemos nos Salmos a importância e o lugar da oração, da comunhão e da conversa íntima com Deus. Aprendemos a expor todas as dores, lutas e fraquezas.

Deus sabe nos atrair e nos fazer dependentes dEle. Ele sabe deflagrar nossa fraqueza para que abracemos Sua força. Deus não é Deus dos fortes, Ele só o é dos fracos. É no reconhecimento da fraqueza que vemos o poder de Deus. Ele se manifestará e ajudará apenas os que lhe buscam; os que se alegram em depender dEle e só dEle.

O paradoxo divino é: os fortes sem Deus são fracos; os fracos com Deus, são os fortes.

Quando você se renderá a Deus?

PERDÃO PARA A CULPA

PERDÃO PARA A CULPA

O cineasta espanhol Pedro Almodóvar ao falar sobre a culpa disse: “Eu e muitos espanhóis recebemos uma educação baseada na culpa e no castigo, perfeita para criar psicopatas.”

A culpa é um problema. A culpa é uma das experiências emocionais mais dolorosas da vida. Ela provoca vergonha, medo, tristeza, raiva, angústia e enfermidade física. A culpa é o sofrimento trazido pela consciência após a reavaliação de um comportamento passado tido como reprovável diante de Deus, diante das pessoas e de si mesmo.

Há esperança para a culpa por meio do arrependimento, confissão e aceitação do perdão de Deus. Quando pecamos devemos reconhecer nosso pecado diante Deus. Davi dá seu exemplo e nos ensina no Salmo 32.5: “Então reconheci diante de Ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: Confessarei as minhas transgressões ao Senhor, e Tu perdoaste a culpa do meu pecado.”

Segundo a Palavra de Deus, não há pecado que Deus não perdoe; não há erro que Deus não repare; não há caminho torto que Deus não endireite; não há situação que Deus não reverta; não há coração triste que Deus não alegre. Quando o pecado é confessado ao Senhor, tudo muda!

Hoje se Deus abre os braços para lhe perdoar, não feche seu coração para receber o Seu perdão. Confesse a Ele seus pecados, livre-se definitivamente de qualquer culpa e receba em seu coração as mesmas palavras que Jesus deu à mulher que fora pega em adultério em João 8.11: “… Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.” Não se tranque na culpa.

Em Jesus, Deus oferece hoje o perdão para a culpa.

O “VERBO” DE DEUS

O “VERBO” DE DEUS

Em João 1.1 o apóstolo João afirma o seguinte: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.”

João ao abrir o seu evangelho ele apresenta o “Verbo”. O termo “Verbo” significa “Palavra”. João identifica o “Verbo” como alguém, uma pessoa que estava com Deus e era Deus. Quem seria essa pessoa? No versículo 14 João faz uma afirmação esclarecedora: Ele afirma que “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.” O “Verbo” é uma pessoa, e essa pessoa “habitou entre nós”. A pessoa que “habitou entre nós” é identificada na Bíblia como o Senhor Jesus Cristo.

João deixa claro que o “Verbo” que estava com Deus e sendo Deus veio dos céus para “habitar entre nós”. O termo “habitar” é uma expressão usada no Antigo Testamento para alguém que “monta uma tenda”. Assim, Jesus é aquele que veio dos céus para morar temporariamente entre os homens.

O versículo 14 continua dizendo que o “Verbo”, O Senhor Jesus, “habitou entre nós cheio de graça e verdade…”, ou seja, enquanto aqui esteve todas as suas atitudes demonstraram o favor, o amor, a bondade e a misericórdia de Deus, enquanto tudo o que falava e vivia revelava a verdade de forma esclarecedora e confrontadora.

João continua ainda dizendo no versículo 14 que “vimos a sua glória, glória como do unigênito de Deus. ” No versículo 18 João faz uma afirmação importante: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.” Jesus nesse versículo não é somente o unigênito de Deus, mas Ele é identificado como o “Deus unigênito” que revelou Deus, o Pai. Assim, sendo que Deus Pai que não pode ser visto, Ele foi revelado e manifestado em Jesus e por Jesus.

Jesus, é o “Verbo” de Deus. Ele é Deus. Ele é o “unigênito de Deus”. Ele veio dos céus para manifestar e revelar a Deus. Jesus é a revelação visível do Deus invisível.

As verdades desse texto são abundantes para nossas vidas. A primeira dentre elas é que somente podemos chegar a Deus porque Ele mesmo se revelou. Não temos condição de criar nossa ida a Deus, seja por esforço próprio ou por atos de caridade, religião ou qualquer outro meio. Foi Deus que dos céus nos trouxe Jesus e é só por Ele que o Pai nos é revelado. Só chegamos a Deus por revelação dEle mesmo e não por esforços próprios.

A segunda verdade é que o fato de Deus nos ter revelado a Jesus, isso deve encher nossos corações de alegria, gratidão, louvor e adoração. Nunca chegaríamos a Deus se o Senhor Jesus não O revelasse. Estaríamos todos sem rumo e sem direção espiritual. O Senhor Jesus nos revelou o caminho para o Pai. Ele afirmou em João 14.6: “… Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” Louvemos ao Senhor Jesus por Sua bondade em nos revelar o Pai.

A terceira verdade é que muitas pessoas estão enganadas quanto a forma de se aproximar a Deus. É preciso enfatizar e afirmar que o único meio para se chegar a Deus é Jesus. Tudo é Ele e por Ele. Ele é a boa notícia para qualquer pessoa que deseja profundamente aproximar-se de Deus. Ele é o “Verbo” de Deus que veio “habitar entre nós”. Ele é que nos “revelou o Pai.”

Pergunta: Você já reconheceu que só Jesus é o único meio para achegar-se a Deus? Você já veio a Jesus? Que Deus revele essas verdades ao seu coração.

OS OLHOS DA ALMA

OS OLHOS DA ALMA

Desfrutar da capacidade de ver é algo maravilhoso. Basicamente tudo o que o corpo faz depende da visão. É fato de que os cegos conseguem desenvolver e dominar várias áreas da vida sem a visão, mas o princípio é simples: quem vê anda na luz, enquanto um cego anda na escuridão.

Em Mateus 6.22,23 Jesus afirmou: “São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!”

O contexto anterior a essa passagem é Mateus 6.19-21. O assunto aqui é não acumular tesouros sobre a terra. Jesus diz: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.”

O que Jesus diz nessas passagens é sobre a importância de manter o coração no lugar certo, com os desejos certos e com os valores certos, e isso equivale a ter os “olhos bons”. Quem não mantém o coração no lugar certo tem os “olhos maus”. Para Jesus, assim como os nossos olhos afetam todo o nosso corpo, o nosso coração controla e dirige toda a nossa vida.

Aqueles que tem “olhos bons” manifestam em si um desejo sincero de servir a Deus, viver por Ele, obedecê-lo e amá-Lo. Os “olhos bons” também se expressam numa vontade de viver em prol das pessoas, ajudando-as, apoiando-as, servindo-as e as honrando. Aqueles que têm “olhos bons” naturalmente amam a Deus e amam as pessoas. Quem assim vive e age mantém uma vida cheia de significado e propósito.

Aqueles que têm os “olhos maus” centram numa vida ambiciosa e egoísta. Pessoas com “olhos maus” vivem debaixo de uma escuridão pessoal porque insistem em viver declaradamente contra os princípios de Deus e machucam as pessoas ao seu redor. Todos os que têm “olhos maus” são invadidos pela escuridão da alma e suas vidas perdem o rumo e o significado.

Tudo em sua vida é uma questão de visão! Segundo o ensino de Jesus é extremamente importante que você avalie se seus olhos são “bons ou maus”. As profundas intenções de seu coração dirigirão sua vida. Assim como os seus olhos conduzem bem seu corpo, sua visão espiritual guia sua vida.

Se as intenções de seu coração estiverem ajustadas, fixadas e centradas em Deus, seu “olho é bom”, e sua vida será cheia de propósito e significado. Mas se você estiver sendo guiado pelo materialismo, imoralidade, ganância, mentira, hipocrisia, orgulho e qualquer outro pecado, seu “olho é mau”, e isso conduzirá a desgraças e quedas.

Ore para que Deus revele os seus “olhos maus” e o desperte, tirando toda a cegueira que há em seu coração, e que lhe dê “olhos bons” para que você foque e centre-se em Jesus.

“VINDE A MIM”

“VINDE A MIM”

Em algum período da vida algumas perguntas vêm à mente: Onde está o sentido da vida? Por que vivemos? Por que há tanta dor e sofrimento? Essas são perguntas existenciais que precisam ser respondidas; a alma anseia por uma resposta.

A vida é muito difícil. No dia a dia nos sentimos por vezes cansados, chateados, desanimados, entristecidos e abatidos. Por vezes também se instaura na alma um grande vazio. Parece que tudo perde a razão, o sentido, o significado, o propósito e o valor.

No meio das trevas a alma pede e busca a luz. Para alguns, essa busca pode ser mais um “pileque”, mais uma “noitada”, mais uma “balada”, mais um prazer, mais um “baseado”, mais um trago, mais um relacionamento, mais uma compra, mais uma viagem, mais uma graduação, mais uma religião, mais uma filosofia, mais um “ismo”, mais um remédio, mais um sono e mais alguma coisa.

Quando Jesus veio ao mundo, o seu povo (os judeus) vivia debaixo de uma forte opressão. Eles eram oprimidos politicamente pelos Romanos, que dominavam seu país e eram também oprimidos espiritualmente por um grupo religioso de legalistas e hipócritas. O sistema religioso opressor estabeleceu que a forma para se relacionar com Deus era por meio de regras e ritos. A vida do judeu comum da época de Jesus era debaixo de um insuportável fardo político e religioso. O caos existencial era insuportável para alma.

No meio das trevas e do vazio daquelas vidas a quem Jesus amava, Ele se apresenta e faz um maravilhoso convite em Mateus 11.28: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e EU vos aliviarei.”

A proposta de Jesus é de descanso e alívio. Ele propõe descanso e alívio dos fardos impostos pelo sistema, dos pesos impostos pela política, religião e filosofia, e das dores adquiridas pelos pecados e erros, tentando dirigir a vida do próprio jeito.

É só em Jesus que a alma descansa e encontra alívio. NEle toda lágrima é enxugada; a escuridão cede à luz; a aflição cede à paz; a fraqueza cede à força; o ódio cede ao amor; o caos cede à ordem, o pecado cede ao perdão e o desespero cede à esperança.

É a graça de Jesus que faz o pior “temporal” da vida passar. É nEle que o vazio é preenchido, o significado e a razão da vida são encontrados. É no simples aceitar o precioso convite, “Vinde a mim…” que a vida ganha sentido e propósito. É nEle que há alegria completa, e quando você vem a Ele a alma se satisfaz plenamente e todo o resto perde o encanto.  

Há um convite maravilhoso de Jesus para você hoje e agora: “Vinde a mim…” A pergunta é: Você virá?