ENTENDENDO A PÁSCOA

ENTENDENDO A PÁSCOA

A Bíblia afirma que todos pecamos contra Deus. Somos pecadores! Não somos nós mesmos o padrão de comportamento que Deus quer; a sociedade também não é. Deus é o padrão. Não atingimos seu padrão; “erramos o alvo” estabelecido por Ele. Assim, somos pecadores. Temos um débito com Ele.

Caso você cometa um crime, segundo as leis você tem que pagar por ele. É a justiça de forma prática. Se você quebra as leis de Deus, você precisa pagar o preço dessa “quebra” da lei de Deus. A Bíblia diz em Romanos 6.23: “Porque o salário do pecado é a morte.” O preço da desobediência a Deus é a morte.

A justiça de Deus, segundo a Bíblia, exige um pagamento pela ofensa cometida contra Ele. Agora, ninguém pode pagar pelo pecado cometido, porque “todos são pecadores”. O que fazer? 

É nesse ponto que entendemos a Páscoa. O pecado que não podemos pagar, Jesus, sendo Deus, tornou-se homem e veio a esse mundo para fazê-lo. Na Páscoa entendemos que todos os pecadores têm a grande oportunidade de voltar para Deus porque Jesus pagou o preço do pecado na cruz. 

Não há pecado que não possa ser perdoado. Não importa quantos pecados ou quantas vezes se pecou. Qualquer que arrependido se achegar a Deus receberá dEle o perdão, a justificação e a remissão dos pecados.

Nessa páscoa Deus quer que você entenda que há perdão para os seus pecados. A ordem de Deus é que você se arrependa e creia em Jesus. Apenas se achegue a Ele, dizendo: “Senhor, sou pecador, confesso meus pecados a Ti, tenha misericórdia de mim; perdoa-me; salva-me”. 

A Páscoa é o entendimento de quem você é diante de Deus , e o que o Senhor Jesus veio fazer por você na cruz do Calvário.

QUANDO DEUS “DEIXA IR”

QUANDO DEUS “DEIXA IR” 

1 João 4.8 afirma que “Deus é amor”. Seu amor é muito bem retratado no pai da parábola de Lucas 15.11-31, a qual chamamos de “parábola do filho pródigo”.

 

Na parábola, o filho mais novo decide ir e o pai não o impede. Isso não significa que o pai não o amava, mas simplesmente que deu-lhe a parte de sua herança e o “deixou ir.”

 

O pai da parábola é o próprio Deus. Ele é o Deus que ama, que tem o melhor para os seus; que cuida, zela, protege, sustenta e orienta. Mas sendo amoroso, Ele não prende e não ameaça aqueles que não querem o Seu amor. Ele apenas os “deixa ir”

 

Quando Deus “deixar ir”, isso não significa que desprezou os que O desprezaram. Em Seu perfeito amor, Ele permite que alguns se desviam de forma desastrosa e perigosa, enquanto por Sua graça ainda os preserva e cuida de males piores.  

 

Quando Deus “deixa ir” ele sabe que o “país distante” não é melhor do que a casa do Pai. Ele sabe que os tempos difíceis chegarão. O vigor, o dinheiro, o ânimo, o prazer e alegria numa hora acaba. Mas é preciso passar pela decepção e pelo “fundo do poço.”

 

Quando Deus “deixar ir, Ele permite a pessoa experimentar a miséria. Permite porque é necessário experimentar comer com “os porcos” e “passar fome” para valorizar a abundância do passado. É quando a pessoa diz: “eu era feliz e não sabia.”  

 

Quando Deus “deixar ir” alguns voltarão para casa e outros não. Os que voltam dizem: “Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai” (Lucas 15.17,18).

 

Deus talvez o tenha deixado ir para que você volte arrependido, quebrantado e valorizando quem realmente Ele é. Porque quando Deus deixa você ir é o melhor que você faz, é voltar.

QUANDO O MEDO CHEGAR

QUANDO O MEDO CHEGAR

Em 2 Crônicas 20.1,2 temos o seguinte relato: “Depois disto, os filhos de Moabe e os filhos de Amom, com alguns dos meunitas, vieram à peleja contra Josafá. Então, vieram alguns que avisaram a Josafá, dizendo: Grande multidão vem contra ti…” No versículo 3 encontramos a reação do rei Josafá: “Então, Josafá teve medo e se pôs a buscar ao SENHOR; e apregoou jejum em todo o Judá.”

No versículo 12, o rei Josafá em sua oração disse algo muito interessante: “…Porque em nós não há força para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti.” Josafá diante de seu medo, reconhece seus limites humanos. Ele sabia que não tinha capacidade alguma contra o inimigo, e pior, ele não tinha nenhuma estratégia de ação organizada, mas declarou sua confiança no Senhor.

Nos versículos 15 e 17 o Senhor respondeu a Josafá dizendo: “…Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus…Neste encontro, não tereis de pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o salvamento que o SENHOR vos dará…Não temais, nem vos assusteis; amanhã, saí-lhes ao encontro, porque o SENHOR é convosco.”

Como Josafá, talvez algo tem ocorrido em sua vida que lhe traz muito medo e ao enfrentar o problema você talvez tenha também chegado ao seu limite e não sabe o que fazer.

Mas o Deus de Josafá não mudou em nada! Ele espera que como Josafá, você também O busque. Ele espera de você uma atitude de dependência total.

Quando o medo chegar, volte-se para Deus. Decida ouvir constantemente Sua doce voz, como em Hebreus 13.5, que diz: “…De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.”

APRENDENDO A ESTAR CONTENTE

APRENDENDO A ESTAR CONTENTE

Todos, sem exceção, estamos prontos a ficar irritados quando as coisas não ocorrem como achamos que deveriam ocorrer. Nossa irritação passa pelo pressuposto de que merecemos algo melhor nessa vida.

Em Filipenses 4.11, Paulo dá um testemunho interessante sobre si mesmo. Ele afirmou: “…aprendi a viver contente em toda e qualquer situação.”

O contentamento foi algo que Paulo teve que aprender. Essa não era uma capacidade inerente dele ou um dom. Ele reconheceu a necessidade de ser ensinado sobre essa área de sua vida.

Por ter aprendido, Paulo não mais se importava sobre suas condições de saúde, econômica, social, familiar, ministerial ou emocional. Ele aprendeu que sua vida não poderia ser definida e nem dirigida por nada e por ninguém, a não ser pelo próprio Deus.

Para Paulo, desfrutar de prosperidade material ou passar privação, não influenciaria o seu ânimo, porque ele “aprendeu” a se contentar onde e como Deus o colocasse. Ele aprendeu de que Deus era a fonte de sua vida. Por isso em Filipenses 4.13 ele diz: “Tudo posso naquele que me fortalece.”

Bem, se você tem o mesmo Jesus de Paulo e conhece o caráter de Deus como ele conhecia, então você também já está qualificado para aprender o contentamento, isso porque estar contente não tem nada a ver com melhoras na condição de vida, mas na clara visão de quem Deus é.

Enquanto você continuar acreditando que Deus lhe deve uma situação melhor, esteja certo de que você continuará murmurando, triste e frustrado.

Se você não crê que Deus cuida de sua vida nos dias maus e bons, você nunca aprenderá estar contente nEle. E pior, provavelmente você não é ensinável e tudo indica que não aprenderá muita coisa nessa vida.

ENTENDENDO A DOR

ENTENDENDO A DOR

A palavra “dor” e seus sinônimos aparecem cerca de 70 vezes na Bíblia. Conforme Gênesis 3, a dor é um dos diversos resultados da entrada do pecado no mundo. 

Deus tem propósitos na dor. Deus tem estabelecido que pela dor a realidade de Sua graça será manifestada. Essa foi a experiência de Paulo em 2 Coríntios 12. Diante de uma dor extrema, enfrentando um “espinho na carne”, ele orou ao Senhor e sua oração foi respondida, não do seu modo, mas segundo os propósitos de Deus. E o Senhor diz a ele no versículo 9: “…A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza…” E Paulo concluiu dizendo: “…De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.”

Paulo reconheceu que na dor a presença da graça de Deus estaria ali para o ajudar. E a lição é essa: É por intermédio da dor que Deus manifestará ao que sofre Sua presença, força, ânimo, paz, e no tempo certo, o alívio total. 

O livro de Apocalipse revela que a dor terá fim. Em Apocalipse 21.4 diz que Deus “…lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.” A promessa de Deus é que a dor um dia será extirpada.

Enquanto você aguarda a destruição definitiva da dor, não fuja dela. Clame a Deus! Anime-se nEle! 

Apegue-se nas palavras de Jesus em João 16.33: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”

Há dia e hora no relógio de Deus para que a dor cesse.

OS PROPÓSITOS DAS PROVAÇÕES

OS PROPÓSITOS DAS PROVAÇÕES

As provações virão! Quando elas chegam o desânimo e o vigor espiritual podem também aparecer. Quando as provações chegam o foco central nunca deveria ser a provação em si, mas os objetivos e propósitos de Deus nelas. 

Na verdade, o Senhor permite e usa as provações para certos fins. Um deles é para apurar a própria fé; saber a qualidade dela. Jesus afirmou em Lucas 8.13: “A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; estes não têm raiz, creem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam.”

Tiago 1.3 aponta para outro propósito da provação. O texto diz: “Sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança.” Segundo Deus, as provações são importantes para fortalecer o caráter espiritual e ajudar a pessoa a se manter perseverante, duro, firme e inabalável.

Mas tudo também tem limite. As provações não duram eternamente. Deus sabe a hora de dar fim a todas elas. 2 Pedro 2.9 afirma que ” o Senhor sabe livrar da provação os piedosos…” Deus entende os nossos limites.

Não existe “Super Cristão”. Existe sim, pessoas que amam profundamente a Deus e por Ele estão dispostas a enfrentar tudo e todos, enquanto vivem um dia de cada vez olhando para Jesus e confiando nEle.

Por isso, mantenha-se firme diante de suas provações. Não abandone sua fé; não perca seu ânimo em Deus. Quando não tiver forças para nada, faça a oração do salmista no Salmo 143.11: “Vivifica-me, SENHOR, por amor do teu nome; por amor da tua justiça, tira da tribulação a minha alma.”

Creia firmemente que muita coisa boa de Deus virá após as provações. Creia assim! Viva assim! Fique firme!

A PRÁTICA DA JUSTIÇA

A PRÁTICA DA JUSTIÇA


Em 1 João 3.7 o apóstolo João afirma: “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo.”

O apóstolo João apresenta nesse texto a importância do discernimento espiritual. Sem o discernimento espiritual podemos ser enganados por nós mesmos e por outras pessoas. O ponto central de João é que aqueles que dizem ter fé em Jesus, pratica a justiça, ou seja, vive uma vida correta aos olhos de Deus, de si mesmo e das pessoas. Por um outro lado, ninguém deveria dizer que crê em Jesus se não pratica a justiça. 

A Bíblia ensina claramente que alguém se torna justo por depositar sua fé em Jesus Cristo. Ao agir assim, praticar o que é justo e certo se torna uma prática de vida; um hábito.

Não se pode desassociar o crer em Jesus do viver como Ele. Se alguém diz crer em Jesus, Ele será visto por meio de comportamento prático que condiz com a fé nEle. Charles Spurgeon afirmou: “A graça que não muda minha vida não salvará a minha alma.”

A fé em Jesus deve produzir uma vida justa e reta. E para que você não seja enganado, responda para você mesmo as seguintes perguntas: A fé que eu digo professar em Jesus é demonstrada em mim pelo estilo de vida que Ele viveu? Poderia dizer para mim mesmo que a forma como eu vivo realmente demonstra a vida de Jesus? As pessoas ao meu redor realmente veem Jesus em minha vida? O próprio Senhor Jesus se vê em mim?

Quem é de Jesus pratica a justiça.

A OBEDIÊNCIA DE HOJE

A OBEDIÊNCIA DE HOJE

2 Crônicas 7 narra a dedicação do templo em Jerusalém ao Senhor, construído por Salomão. A cerimônia de dedicação foi algo maravilhoso e sobrenatural (vs 1-3). Após o término de todos os atos de dedicação, todas as pessoas foram embora com muita alegria por ver tantas bênçãos do Senhor sobre o reino de Salomão e sobre o povo de Israel (vs 4-11).

Depois daqueles dias, o Senhor falou com Salomão e lhe disse que havia ouvido sua oração (v 12). No versículo 13, o Senhor afirma algo muito importante: “Se eu fechar o céu para que não chova ou mandar que os gafanhotos devorem o país ou sobre o meu povo enviar uma praga.” O Senhor esclarece a Salomão que Suas bênçãos seriam perdidas caso o povo ande no pecado. Somente o pecado faz cessar as bênçãos de Deus.

Mas no versículo 14 o Senhor conclui dizendo: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.” O Senhor faz Salomão lembrar que a única forma de se ter Suas bênçãos restauradas seria pelo pronto arrependimento e retorno a Ele.

A simples lição do texto é que as bênçãos de ontem não garantem as bênçãos de hoje. O relacionamento com Deus precisa ter frescor. O que importa é a caminhada com Ele hoje e agora. A obediência de hoje é o que Deus requer.

Assim, avalie sua vida espiritual hoje e agora. Se você hoje está em obediência ao Senhor, continue. Suas bênçãos estão sobre você. Caso você tenha se desviado dEle, volte hoje e agora. Se humilhe, ore e busque agora a face do Senhor.

O que vale mesmo para Deus é a sua obediência de hoje.

 

DEUS SE IMPORTA

DEUS SE IMPORTA

Em Mateus 10.29,30 Jesus diz: “Não se vendem dois pardais por uma moedinha? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados.”

Jesus cita essas palavras num contexto de perseguição. No versículo 28 ele afirma que diante de uma perseguição severa por causa de seu nome, seus verdadeiros seguidores podem morrer. Mas ele diz que eles não devem nem temer a morte e nem os que matam, antes devem temer a Deus. Sim, Aquele que tem o controle soberano de tudo; Aquele que cuida dos pardais e sabe a quantidade de cabelos de cada um. Ele que realmente se importa com os grandes e pequenos detalhes da vida.

O Deus que a Bíblia revela é aquele que ouve as orações, sente a dor e está presente. Ele cuida das necessidades de Seu povo porque os ama e os quer bem. 

Se um dia você entregou-se totalmente ao Senhor Jesus, Ele hoje é o seu Senhor e Salvador. Nele deve estar sua esperança, confiança e dependência. Ele se importa com você, e quando o medo ou a incerteza chegar é preciso crer e confiar que Deus se importa com você.

Não se deixe desanimar diante das circunstâncias da vida; diante de mudanças; diante de um futuro possivelmente incerto; diante de qualquer peso da vida. Entregue tudo nas mãos desse Deus que se importa. 

Não tenha medo! Se Deus cuida de pássaros e sabe a soma dos cabelos de sua cabeça, Ele cuidará de você, porque Ele se importa. Creia nisso! Viva assim!

A questão nunca é o tamanho dos seus medos e problemas, a questão sempre é o tamanho do seu Deus.