O ÚNICO NOME

Atos 4:12 afirma: “E não há salvação em nenhum outro, porque debaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos. ”

Essa afirmação bíblica é clara, direta e profundamente confrontadora. Ela se levanta contra toda mentalidade pluralista que sustenta que todos os caminhos espirituais conduzem à mesma verdade. A Escritura não apresenta Jesus como uma alternativa entre muitas, mas como o único Salvador.

No primeiro século, o Império Romano vivia imerso em pluralismo e politeísmo. Era uma cultura aberta à diversidade religiosa, pronta para absorver novos deuses em seu vasto panteão. Ainda assim, foi essa mesma sociedade que perseguiu os cristãos com extrema crueldade. Eles foram lançados aos leões e queimados vivos, não por serem religiosos, mas por se recusarem a acrescentar Cristo a outros deuses. A exclusividade de Jesus era vista como uma ameaça direta à ordem cultural vigente.

Quando Pedro e João declararam diante das autoridades que não existe outro nome pelo qual o homem possa ser salvo, tocaram no coração do problema. Afirmar que Jesus é o único caminho sempre confrontou sistemas que rejeitam verdades absolutas. Mas Jesus mesmo afirmou em João 14:6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. Essa verdade não mudou com o tempo nem perdeu sua força.

Hoje, vivemos em uma cultura semelhante. O pluralismo moderno se apresenta como tolerante, mas frequentemente rejeita qualquer afirmação exclusiva. Um Jesus soberano continua sendo ofensivo. Mas Paulo afirmou claramente em 1 Timóteo 2:5: “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus”.

Jesus não é apenas mais uma opção religiosa. Ele é o único Senhor e Salvador. Sem Ele, não há esperança de salvação eterna.

Creia que Ele morreu por seus pecados, ressuscitou para lhe dar vida nova e confesse-O como Senhor da sua vida. Apegar-se a essa verdade e proclamá-la com amor e fidelidade é o chamado de

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