TRATANDO A CULPA

TRATANDO A CULPA

“Culpa” não é apenas um sentimento negativo, ou uma picada na consciência quando se comete algo errado ou grave. “Culpa” é um termo judicial que aponta para uma responsabilidade criminal diante de um tribunal de justiça humano ou divino.

A “culpa” nunca deve ser minimizada, subestimada ou desprezada. Contudo, há pessoas que sentem-se culpada por estar sendo vítima de táticas de manipulação e controle de alguém. Essa é uma “falsa culpa”. Fora disso, sempre há uma razão pela qual alguém sente-se culpado.

A “culpa” verdadeira produz medo e vergonha. Medo, devido a dimensão das consequências inesperadas do pecado; vergonha pelo fato de se ter feito algo de errado ou falhado diante de uma obrigação.

Mas a “culpa” não é de toda ruim. A Bíblia afirma que a “culpa” é o resultado direto do pecado, e o único meio para se lidar com ela é o verdadeiro arrependimento. O arrependimento verdadeiro produz mudanças verdadeiras e profundas. Ao reconhecer o seus pecados, o salmista afirma o seguinte no Salmos 32.5: “Então reconheci diante de ti o meu pecado
e não encobri as minhas culpas.
Eu disse: “Confessarei as minhas transgressões”,
ao Senhor,
e tu perdoaste a culpa do meu pecado.”

Na Bíblia, Deus, em Jesus, providenciou o único meio para que toda a culpa do pecado fosse tratada. Em Isaías 53.6 lemos que Jesus foi o sacrifício para tirar a culpa do pecado. O texto diz: Contudo, foi da vontade do Senhor
esmagá-lo e fazê-lo sofrer,
e, embora o Senhor tenha feito da vida dele
uma oferta pela culpa…” E é somente por meio de Jesus que Deus concede Sua maravilhosa graça perdoando a todos aqueles que reconhecem seus pecados, livrando-os de toda culpa. Em 1 João 1.9 lemos: Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.”

Assim, todos os que se achegam a Jesus e recebem dEle perdão de seus pecados, podem agora andar com uma consciência pura e limpa de qualquer culpa diante de Deus e dos homens.

Se a sua culpa é advinda do pecado contra Deus e contra as pessoas, o caminho não é encobri-lo, mas confessá-lo. Assuma hoje a responsabilidade de seu erro e para de se desculpar, culpar pessoas ou as circunstâncias. Lembre-se que o pecado apenas gera engano e mentira.

É importante que você saiba que não há pecado que Deus não perdoe. No momento em que você se vira contra o pecado em direção a Jesus Cristo, seu pecado é perdoado.

Quando o pecado é confessado, a graça de Deus é suficientemente capaz para perdoar qualquer pecado, limpar qualquer culpa, de qualquer pessoa e em qualquer tempo.

Trate o seu pecado e assim você tratará a sua culpa.

 

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EM CRISE EXISTENCIAL

EM CRISE EXISTENCIAL

O ser humano comumente vive desiludido, desesperançoso e desesperado. Ele é plenamente dominado por um extremo descontentamento que o faz pensar constantemente no “novo” como a solução de sua crise existencial. Ele acha, por exemplo, que algo novo o levará a uma vida melhor. Assim ele quer um novo emprego, um novo amor, um novo carro, uma nova casa, um novo país etc. Ele é compulsivamente inquieto e insatisfeito. E pior, logo que realiza um desejo surge outro.

Platão afirmou que o espírito humano vive numa caverna; falta a ele o senso de eternidade. Dizia ele que os indivíduos são seres vazios que vivem em busca de preencher seu mundo interior com algum entretenimento ou com algum objeto.

A crise existencial do ser humano é tão interessante que mesmo quando as coisas aparentemente parecem até estar indo bem, surge um sentimento de falta; um sentimento de algo que traga satisfação, alegria, esperança e razão permanente para viver.

Mas segundo a Bíblia, tudo o que todos estão procurando está em Deus. Salomão, escreveu em  Eclesiastes 3:11: “Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem…” O que significa isso? Significa que Deus criou cada um de nós com desejo de coisas eternas e espirituais. Em outras palavras: todos têm uma inquietude que só Deus pode satisfazer.

Tentar satisfazer a alma com coisas externas é perda de tempo. Quem insiste em agir assim apenas aumenta o vazio, a frustração e a solidão. A alma não pode ser satisfeita com mais um drink, mais um gole, mais uma noitada, mais um caso, mais uma viagem, mais uma compra, mais uma droga, mais uma hora extra de trabalho etc. A alma não se preenche com um “mais mais” que nunca cessa. Isaías 55.2 o próprio Deus afirma o seguinte: “Por que vocês gastam dinheiro com o que não é comida? Por que gastam o seu salário com coisas que não matam a fome? Se ouvirem e fizerem o que eu ordeno, vocês comerão do melhor alimento, terão comidas gostosas. Escutem-me e venham a mim, prestem atenção e terão vida nova.”

Tentar desassociar Deus da vida é como achar que um peixe sobreviverá fora da água. A nossa fonte de vida está em Deus. A existência humana só encontra razão nEle. Agostinho afirmou:  “Fizeste-nos para Ti e o nosso coração não está tranqüilo até que descanse em Ti”.

A crise existencial deixa de ser crise quando volta-se para o Eterno, o Criador, o que trouxe tudo a existência. E essa volta é feita por meio de Seu Filho Jesus. Foi Ele mesmo afirmou em João 6.35: “…Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede.”

Jesus não é uma das opções para a crise existencial, Ele é a solução definitiva para ela. E quem se entregou a Ele, sabe muito bem disso.

 

“NÃO JULGUEIS!”

“NÃO JULGUEIS!”

Jesus ensinou em Mateus 7.1:“Não julgueis, para que não sejais julgados.” Conforme Jesus nesse texto, não devemos julgar as pessoas. Mas o que significa a ordem de Jesus “não julgueis”?

“Não julgar”, em primeiro lugar, não significa abandonar o senso crítico em relação as pessoas; não significa “fechar os olhos”, “fingir” sobre algo; recusar em discernir entre o bem e o mal, entre a verdade e o erro. “Não julgar” significa apenas que você não deve CENSURAR ou condenar alguém de forma severa sem fatos.

Julgar alguém é procurar o erro que por vezes nem existe; é destruir pessoas com palavras maliciosas; é passar adiante o que não é verdadeiro com o objetivo de denegrir a imagem; é imaginar o horrível da pessoa.

Julgar é uma forma extrema de censurar e tentar assumir o papel de juiz. Ser juiz de alguém é propor a responsabilidade, autoridade e competência para julgar. O pior de tudo é que julgar significa arrogar ser o próprio Deus, o justo Juiz. Isso é uma blasfêmia! Julgar é se achar capaz de poder ler o coração, os pensamentos, as motivações e os desejos de outros. Na verdade julgar alguém é “brincar de ser Deus”.

Em Mateus 7.2, Jesus segue em sua argumentação e nos leva a refletir seriamente, dizendo: “Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.” Isso significa que haverá um maior rigor para os julgadores. Os julgadores cruéis também receberão, na mesma medida, as consequências de seus atos insensatos de julgar.

Jesus não pede que você seja cego diante de uma situação relacional, antes que você seja terno, amoroso, sensível, misericordioso, bondoso, esperando o bom das pessoas. Ele ordena que você renuncie a pecaminosa ambição de se colocar no lugar de Deus, pois na verdade, só Ele conhece o coração das pessoas.

Thomas Kempis afirmou sabiamente: “Aquele que com bom senso reconsidera suas próprias atitudes, encontrará poucas razões para julgar mal o outro.”

Por isso, busquemos obedecer a ordem clara, séria e objetiva de Jesus: “Não julgueis!”

TORNANDO-SE COMO CRIANÇA

TORNANDO-SE COMO CRIANÇA

Falta a nossa sociedade um senso de valorização da criança e de tudo o que é “infantil.” Na verdade, o próprio termo “infantil” é visto como pejorativo e assume uma conotação negativa. Nesse mundo adulto as crianças quase não tem vez, a menos que se tornem adultas.

Mas esse nunca foi o conceito que Jesus teve em relação as crianças. Elas sempre ocuparam um espaço especial em Seu ministério. Elas se tornaram para Ele um modelo simples de uma caminhada espiritual profunda.

Por exemplo, em Mateus 18.1 Jesus é questionado por seus discípulos: “…Quem é o maior no Reino dos céus?” E nos versículos 2-4 Jesus responde da seguinte maneira: “Chamando uma criança, colocou-a no meio deles, e disse: “Eu asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus. Portanto, quem se faz humilde como esta criança, este é o maior no Reino dos céus.”

Esse texto, em primeiro lugar revela que no conceito de Jesus, tornar-se como criança significa se deixar levar pelo que é simples; é viver sem complexidade. A criança é o exemplo de simplicidade. Ela não vive a vida com muitas perguntas existenciais. Ela não busca resposta para tudo. Ela de forma simples vive intensamente o presente. E no Reino de Deus não há espaço para pessoas complicadas e que complicam. O Reino de Deus é apenas vivenciado por aqueles que se renderam a simplicidade de Deus; aqueles que estão abertos e prontos a viver confiando em Deus por entenderem que Ele é Deus. No Reino de Deus não se complica, mas confia.

Em segundo lugar, no conceito de Jesus, tornar-se como criança significa reconhecer os erros e pecados. A criança não tem problema em ser repreendida pelos seus erros. Quando bem ensinada e treinada ela obedece. A criança não é orgulhosa. Ela está disposta a mudar quando repreendida porque é humilde. E o Reino de Deus são dos humildes; dos que se deixam repreender. O Reino de Deus são dos arrependidos, dos convertidos e dos quebrantados; são dos que dizem a Deus: “eu errei…perdoa-me”. Ninguém verá o Reino de Deus enquanto manter-se no pedestal da hipocrisia espiritual, achando-se o perfeito e o certinho. O Reino de Deus é para pecadores arrependidos.

Em terceiro lugar, no conceito de Jesus, tornar-se como criança significa viver em dependência. Uma criança depende de um adulto para tudo. Uma criança não produz nada e nem se auto dirige. Ela crê que na fome terá a comida e que será dirigida, pega pela mão para atravessar a rua ou ir para escola etc. A criança é dependente. E o Reino de Deus é apenas dos que aprenderam a depender do Pai. As crianças espirituais não dependem mais de si, de seus esforços, méritos e capacidades. Eles sentem prazer em depender de Deus e por isso oram, lançam diante dEle todas as agonias e alegrias da vida. Elas vivem intensamente na presença e na dependência do Pai.

O Reino de Deus são daqueles que se tornam como criança e que tem no Pai seu prazer, alegria, amor, respeito, obediência e submissão.

Você espiritualmente já se tornou como uma criança?

EM BUSCA DE TRANSFORMAÇÃO

EM BUSCA DE TRANSFORMAÇÃO

Se formos sinceros e honestos diríamos que precisamos urgentemente de uma transformação interna rápida e profunda. A alma clama e sai à busca de uma mudança que possa suprir totalmente o vácuo espiritual da vida. O problema é que pode-se ir a pessoas erradas, em locais errados e num sistema filosófico e religioso errado. Assim, a pergunta vem: para onde ir? para quem ir?

A resposta bíblica é: pare de procurar seus próprios meios de transformação e vá somente a Jesus. ..” A.C.Dixon escreveu: “Homens apresentam seus respectivos planos e filosofias para a reparação dos males da terra, mas somente Jesus apresentou, não é um sistema, mas Sua própria vida e personalidade como a única capaz de suprir todas as necessidades da alma.” Jesus diz em João 8.12: “… Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.” O vazio da alma produz uma sensação de incerteza e insegurança; tudo se torna escuro e de difícil discernimento. Só em Jesus é que se cessa toda a confusão da alma.

E na busca de transformação, a alma também deseja um caminho certo, uma forma de viver concreta, correta e coerente, e acima de tudo uma razão que conecta Deus aos afazeres e realidades da vida. E para essas questões Jesus afirma em João 14.6: “…Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” Todo o suprimento último que a alma precisa para uma completa transformação está em Jesus. Ele mesmo declara em João 6.35: “…Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede

Quem vier a Jesus receberá dEle tudo o que a alma precisa. Não há nada que Ele não coloque no lugar; não há nada difícil que não se torne fácil e suportável. É nEle que os milagres acontecem. Em João 3.1-12 Jesus transformou a água em vinho para que o noivo não fosse envergonhado em sua festa de núpcias. Ele fez ali um grande milagre. E milagres é a especialidade de Jesus. É isso que ele pode fazer a você! Adrian Rogers escreveu: “O mesmo Jesus que transformou água em vinho pode transformar sua casa, sua vida, sua família, e seu futuro. Ele ainda está no negócio de milagres, e Seu negócio é o negócio da transformação.” Em Jesus há esperança!

É importante que se diga que o maior impedimento para transformação de sua vida, é você mesmo. Enquanto você insistir em viver seus caminhos pecaminosos, rebeldes e orgulhosos contra Deus; seus preconceitos, incredulidade e “achismos”, tudo se torna uma grande barreira e o impedirá de experimentar a ação miraculosa e transformadora de Jesus em sua vida.

Deus quer transformar sua vida e isso só será feito apenas por meio de Jesus. É Ele mesmo quem diz em João 10.10: “…Eu vim para que tenham vida e a tenha em abundância.”

OS ESTÁGIOS DA TENTAÇÃO

OS ESTÁGIOS DA TENTAÇÃO

Em Tiago 1.13-15 lemos: “Quando alguém for tentado, jamais deverá dizer: “Estou sendo tentado por Deus”. Pois Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido. Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz ao pecado, e o pecado,  após ser consumado, gera a morte.”

Não é pecado ser tentado. Pecado é cair na tentação. Satanás pode criar as condições para o pecado, mas a decisão e a responsabilidade final é de cada um de nós.

A questão é que dentro de nós a muitos desejos pecaminosos. Há um tendência natural a tudo o que é mal. Desejamos aquilo que desagrada a Deus e agrada nossa “carne”. “Carne” é um termo bíblico que define toda nossa tendência de pensar, desejar, sentir, falar e agir contra os princípios de Deus. Tudo isso existe dentro de nós e facilita a tentação.

A tentação tem seus estágios e o primeiro deles é a atração; a sedução. Satanás sabendo dessa realidade, lança a isca da tentação para atrair a vítima ao pecado. Pode ser um envolvimento sexual ilícito, uma posição tão desejada, o dinheiro fácil, a oportunidade de vingar-se etc. As possibilidade são enormes.

O segundo estágio da tentação é concepção do pecado. Nesse estágio os desejos, vontades e anseios são motivados e “turbinados”; o pecado é assim concebido. E uma fez concebido, se não for “abortado” rapidamente, a semente do pecado planta-se e torna-se resistente.

O terceiro estágio da tentação é a queda, o pecado em si. O pecado não é um simples fato mas um processo. Depois de seduzido, desejado e concebido, o pecado nasce. E ao nascer traz consigo as mais desastrosas consequências.

Satanás é um ser ardiloso. Ele cria todas os meios possíveis para conduzir pessoas ao pecado, a desobediência e a rebelião contra Deus porque sabe o peso dos resultados destruidores do pecado.

Mas a Bíblia traz esperança para aqueles que estão lidando com a tentação: 1o) Quem lida com a tentação de sempre ter em Deus o seu bem maior. O salmista afirma no Salmos 43.4: “…Deus, a fonte da minha plena alegria.” Ninguém será seduzido ao pecado quando Deus for a plena fonte de alegria. 2o ) Quem lida com a tentação precisa aprender a orar e depender de Deus. Jesus ordenou em Mateus 26.41: “Vigiem e orem para que não caiam em tentação…” 3o ) Quem lida com a tentação deve aprender a resistir a tentação. Em Tiago 4.7 lemos: “Resistam ao Diabo, e ele fugirá de vocês.” 4o) Quem lida com a tentação precisa aprender a refugiar em Cristo. Em Hebreus 4.15 somos encorajados: Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.”

 C.S.Lewis escreveu: “Cristo foi o único homem que nunca cedeu à tentação, e é também o único homem que conhece ao máximo o que significa a tentação.”

Se a tentação bater a sua porta, peça a Cristo para atender.

INJUSTIÇADOS

INJUSTIÇADOS

Quando a vida de José passava por um árduo deserto de injustiças, e ele não entendia nada do que se passava, um oásis é visto e lido em Gênesis 39.23: “…O Senhor era com José…”

Sentir-se injustiçado é algo muito triste. E se há alguém na Bíblia que sabia o que era realmente injustiça e falsa acusação, essa pessoa era José.  José recebeu um tratamento injusto de seus irmãos. Eles o odiavam e intencionavam   matá-lo, mas por fim venderam-no como escravo.

As injustiças sofridas por José o levaram ao desconhecido. José tornou-se escravo numa terra desconhecida, com um idioma desconhecido, vendido para um homem desconhecido, indo para uma casa desconhecida, para fazer um trabalho desconhecido. Sua vida tornou-se um mistério dia após dia. De repente, José, um jovem de dezessete anos, com todo vigor pela frente, com sonhos, viu-se no desconhecido.  E para piorar, estando na casa de seu patrão Potifar, ele foi injustamente acusado de sedução sexual pela esposa, o que o levou injustamente a prisão. A prisão para José foi o fim do fim.

Assim como José, você talvez sinta-se injustiçado. E a injustiça pode estar sendo não é só uma, mas várias. E pior, não há o que fazer, nem a quem recorrer. Você sente-se estar num beco sem saída. E o que fazer?

Em primeiro lugar é preciso saber que você não está sozinho na história de sua injustiça. José é seu companheiro. José não tinha mais esperança de nada, mas ele não estava perdido na história. O texto diz que “Deus era com José”, e isso é o suficiente.

Se Deus está em sua vida, você tem esperança. Deus mesmo afirma em Isaías 55.8,9 que Ele tem planos maiores e melhores para você. O texto diz: “Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos’, declara o Senhor. Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos; e os meus pensamentos, mais altos do que os seus pensamentos.”

Os planos de Deus para José era torná-lo um grande governador e futuramente o provedor de toda sua família para que as promessas feitas a Abraão, Isaque e Jacó fossem cumpridas. Deus estava no controle das injustiças sofridas por José.

As injustiças doem, mas se ficarmos nos lambendo e sentido pena de nós mesmos não iremos para frente. Nesse mundo cheio de pecado e injustiças somos ludibriados que a justiça precisa reinar e os que fazem tudo certo receberão bênçãos e recompensas no dia a dia. Isso não aconteceu com José e não acontecerá com nenhum de nós. Precisamos aprender a tocar nossas vidas no caminho de Deus. O que o mundo chama de estrume, Deus chama de adubo.

É preciso aprender que quando Deus permite que a injustiça venha, sem dúvida há um propósito maior e mais profundo. José aprendeu isso. E você decide se irá a buscar o que Deus quer, ou chorar a vida toda, reclamando, resmungando e se ressentido.

Aprenda a lidar com as injustiças.