O NOME DE JESUS

O NOME DE JESUS

O nome de uma criança é uma decisão muito importante dos pais. Mas José e Maria não tiveram que lutar com a decisão do nome de seu filho, isso porque Deus já havia escolhido o nome da criança. Em Mateus 1.21 o anjo disse a José: “Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”.

Deus escolheu o nome perfeito para Seu Filho, “Jesus”, que significa na língua aramaica, “Jeová salva” Na verdade esse nome refletiria Sua missão e propósito na terra: “salvar o seu povo de seus pecados.” Deus vem a nós em Jesus para resolver o nosso principal e mais profundo problema: o pecado. É o pecado que nos separa de Deus e nos condena. Paulo afirmou em Romanos 3.23: “pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.”

Se o nosso maior problema fosse a falta de educação, Deus nos teria enviado um professor para nos ensinar e nos tirar da ignorância. Não obstante ser Jesus um grande Mestre, Ele ensinou o cerne da verdade, mas o núcleo de sua missão não é encontrado em seus ensinamentos. Ele não veio para nos ensinar, Ele veio para nos salvar de nossos pecados.

Se o nosso maior problema fosse a falta de auto-estima, Deus teria nos enviado um incentivador, um palestrante motivacional ou um terapeuta. Jesus certamente trouxe alento e esperança as pessoas , mas a Sua missão não era para nos fazer sentir melhor sobre nós mesmos e como somos. Ele não veio para nos salvar de nós mesmos. Ele veio para nos salvar de nossos pecados.

Se o nossos maior problema fosse de natureza política – o governo – então Deus teria nos enviado um rei terreno para corrigir a situação política. Mas Jesus não estava interessado em um trono terreno. Seu trono é muito acima de todos os poderes terrestres. E sua maior obra não foi feito em um trono, mas na cruz da calvário, morrendo ali pelos nossos pecados.

Quando Deus deu o nome de “Jesus” para que assim fosse chamado, o objetivo é apontar que Ele seria o Salvador dos pecados. E foi na cruz, Sua maior obra. É ali que Ele leva os nossos pecados; paga o preço de morte para que a salvação pudesse ser propiciada.

O que todos precisamos não é de mais educação, bons salários, inspiração, bons governos etc. Tudo isso é muito bom, mas não é o mais importante. O que precisamos é de um Salvador de nossos pecados. E Ele já nos foi dado por Deus: Jesus. O que basta agora é crermos nEle e nos arrependermos de nossos pecados. Essa é a solene afirmação de Pedro em Atos 2.38: “…Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos seus pecados…”

Pergunta: Você já foi a Jesus e pediu a Ele para que Ele perdoasse os seus pecados? Porque isso é o que Ele faz, e é isso o que realmente você precisa.

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VER COM OUTROS OLHOS

VER COM OUTROS OLHOS

“Ver com outros olhos” é uma frase comumente usada que significa ver a vida com uma outra perspectiva; com um outro ponto de vista.

A Palavra de Deus nos ensina a ver a vida com olhos de Deus. Precisamos aprender a ver tudo na perspectiva de Deus. Deus mesmo diz em Isaías 55.8: “Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos”, declara o Senhor.”

Jesus nos ensina a ver a vida com outros olhos. Em João 4.31 os discípulos pedem para que Ele se alimente. No versículo 32 Ele responde: “…Tenho algo para comer que vocês não conhecem”. Os discípulos espantados perguntam no versículo 33:“…Será que alguém lhe trouxe comida? Mas no versículo 34 o próprio Jesus afirma: “…A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e concluir a sua obra.”

A comida é muito importante mas naquele exato momento não o era para Jesus. Ele acabara de ter uma conversa com a mulher samaritana. Jesus sabia que aquela conversa mudaria os rumos, não de sua vida, mas de toda sua cidade. Vidas e mais vidas seriam transformadas. Vidas transformadas era a perfeita vontade do Pai e naquele exato momento a comida material cedeu espaço a comida espiritual.

E é aqui que muitas vezes nos perdemos. Infelizmente não conseguimos ir além. Nossa perspectiva da vida é pequena demais. Vemos do mesmo jeito sempre; insistimos em ver como queremos ver, e assim, os episódios cotidianos, as lutas, as dores, as oportunidades e diversas circunstâncias são interpretadas apenas com a ótica humana. Somos lentos e míopes demais para ver Deus na nossa história de nossas vidas.

Nos perdemos porque não conseguimos ver que há algo maior, mais profundo, mais oportuno e mais transformador no meio das circunstâncias. E pior, nos tornamos mestres em reclamar. Achamos que pessoas e a própria vida tem sido “injusta”; deveríamos ter algo melhor; ser algo melhor; receber algo melhor; viver melhor. E esses, infelizmente, são sinais claros de uma profunda cegueira espiritual.

É preciso “ver a vida com outros olhos”. Há um Deus que rege a história, que rege a vida, que rege tudo. E ao pensar sobre isso, Davi diz o seguinte no Salmo 139.1-3: “Senhor, tu me sondas e me conheces. Sabes quando me sento e quando me levanto; de longe percebes os meus pensamentos.”

 Por isso, não permita que as circunstâncias da vida lhe engolfe e lhe deixe amargo. Pare de jogar a culpa de sua vida nas pessoas e nas circunstâncias. Ore e peça discernimento a Deus sobre a situação. Peça que Ele que abra seus olhos. Procure entender qual o propósito dEle nesse exato momento de sua vida.

A afirmação de A. Simpson deve nos inspirar: “Temos que aprender a viver do lado celeste e olhar para as coisas de cima. Devemos ver todas as coisas como Deus as vê…”

Ver com os outros olhos é ver as coisas como Deus as vê.

DEUS É BOM!

DEUS É BOM!

Em Naum 1.7 o profeta afirma: “O SENHOR é bom, um refúgio em tempos de angústia. Ele protege os que nele confiam.”

 Ao dizer que “Deus é bom”, a Bíblia afirma que Sua natureza e ações são boas. A bondade de Deus não se expressa necessariamente barrando os problemas e lutas – por vezes Ele o faz – mas dando as devidas condições para se passar por elas, sempre apresentado um propósito melhor, mais amplo e um escape no final das dificuldades.

Um exemplo claro da bondade de Deus no meio das dores é visto no livro de Daniel, através da vida de quatro jovens que foram deportados para a Babilônia: Daniel, Ananias, Misael e Azarias. Na Babilônia eles tiveram seus nomes mudados, passaram por uma lavagem cerebral, foram forçados a aprender a língua, a cultura babilônica e participarem de uma nova dieta alimentícia com o objetivo de serem preparados para no futuro assumirem postos de liderança na Babilônia. Enquanto estes sofriam nessa condição, as convicções espirituais deles não havia mudado em nada. Eles não se contaminaram com a vida na Babilônia. E mesmo estando numa situação difícil e desagradável, ao invés de reclamarem e se amargarem, eles confiaram em Deus, e Sua bondade foi a eles manifestada. Daniel e seus amigos, devido a bondosa mão de Deus, assumiram posições estratégicas na Babilônia e depois no reino Medo-Persa, simplesmente porque mantiveram a confiança na plena e graciosa bondade de Deus.

Quando as coisas estão indo bem em sua vida é difícil você não acreditar que Deus é bom. Mas se a vida toma um rumo ruim e algo devastador acontece, você pode começar a perguntar: “Como poderia um Deus bom permitir tudo isso?” O problema é que erradamente definimos a bondade de Deus com base nas circunstâncias e não no que a Palavra de dEle afirma sobre Sua bondade.

Devemos crer que Deus é bom quando tudo está bom ou ruim. A soberania de Deus sobre tudo e todos nos inspire a seguir crendo e reafirmando a bondade de Deus. Foi isso que Daniel e seus amigos fizeram. Eles criam que Deus estava no controle do mal e Sua bondade era real mesmo estando eles distantes de seus pais, amigos e pátria.

Daniel e seus amigos decidiram olhar e confiar na bondade de Deus e não para as circunstâncias. Caso o tivessem feito eles se manteriam confusos, desanimados, desencorajados, desiludidos, irritados e amargos. Mas eles confiaram na bondade de Deus.

Deus é bom! E para viver essa bondade de Deus na vida é preciso confiar nEle. É preciso fé. Fé na plena soberania de Deus. Os que assim o fazem, um dia terão oportunidade de olhar para trás e dizer: “Oh Deus, Tu és bom e fiel a mim…louvado seja o Teu nome.”

Creia plenamente na verdade do Salmos 118.68: Tu és bom, e o que fazes é bom…” Confie! Essa atitude mudará sua vida!

TOMANDO BOAS DECISÕES

TOMANDO BOAS DECISÕES

Comumente ninguém decidi para errar. Erra-se por decidir mal. Erra-se pela falta de conhecimento, inteligência e sabedoria na decisão.

Boas decisões não nascem do nada. A Bíblia ensina que boas decisões são pautadas na SABEDORIA. E a fonte da sabedoria está em Provérbios 2.6, que diz o seguinte: “Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca procedem o conhecimento e o entendimento.” A sabedoria de Deus é o modo ordeiro e moral de pensar e conduzir a vida.

Pessoas sábias aprendem a tomar boas decisões porque são dirigidas pelos princípios de Deus, e aprenderam a aplicar de forma prática esses princípios aos dilemas da vida.

Mas quais são os princípios para se tomar uma boa decisão na vida?

O primeiro princípio para se tomar uma boa decisão na vida é considerar os ensinos de Deus revelado em Sua Palavra. Em Provérbios 3.5-6 lemos: “Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em TODOS os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.

O segundo princípio para se tomar uma boa decisão é buscar conselhos. Muitos erros são evitados quando se consulta pessoas maduras e experientes para orientar a vida. Em provérbios 15.22 diz: Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito.”

O terceiro princípio para se tomar uma boa decisão é evitar a precipitação no agir. Em Provérbios 19.2 lemos: “Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado.” É extremamente importante aprender a esperar, refletir e tirar o poder emocional e colocar o poder lógico na decisão. Salomão ainda nos ensina Provérbios 21.5:“Os planos do diligente tendem à abundância, mas a pressa excessiva, à pobreza.”

O quarto princípio para se tomar uma boa decisão é sondar as motivações. Intuitivamente achamos que tudo o que fazemos dará certo. Essa é um tendência natural já ensinada em Provérbios 16.2: “Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos…” Nem sempre os motivos na decisão são corretos. Por vezes decide-se errado para impressionar pessoas ou demonstrar ao cônjuge, pais, parentes e amigos que eles estão errados na percepção da vida. Motivos errados levam a decisões erradas e decisões erradas paralisam a vida.

Assim sendo, se você deseja ter um uma vida diferente é preciso aprender a tomar boas decisões baseado nos princípios simples, elementares e sábios da Palavra de Deus.

A Bíblia é o caminho da sabedoria.

ABA, PAI

ABA, PAI

Dentre todos os seus nomes, um dos favoritos de Deus é “Aba”, Pai. Enquanto Jesus esteve na terra, Ele chamou Deus de “Pai” mais de duzentas vezes. Só no Evangelho de João, o Senhor Jesus repetiu este nome 156 vezes. Em Lucas 2.49, quando suas primeiras palavras foram registradas, Jesus disse: “Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?” Em Marcos 14.36, estando Jesus aflito e em profunda agonia no Jardim do Getsêmani, Ele ora dizendo: “Aba, Pai, tudo te é possível… “ E em Lucas 23.46, na última e triunfante oração, Jesus diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.”

Não é difícil hoje entendermos a simplicidade de chamar Deus de “Pai”, mas isso foi algo revolucionário no ensino de Jesus. Joachim Jeremias, erudito no Novo Testamento, descreve quão raramente o termo era usado: “ Examinei a literatura devocional do antigo judaísmo. O resultado desses exames foi que, em lugar algum dessa vasta literatura, foi achada a invocação de Deus como “Aba, Pai”. Aba era uma palavra comum; uma palavra familiar e corriqueira. Nenhum judeu teria ousado tratar Deus dessa maneira. Não obstante, Jesus o fez…”

É só por meio de Jesus que chegamos a intimidade com Deus; o chamamos de “Aba”, Pai. Jesus diz em João 14.6: “…ninguém vem ao Pai, senão por mim.” Não há uma filiação universal a Deus; ninguém nasce filho de Deus. É necessário tornar-se Seu filho. Em João 1.12,13 somos ensinados: “Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus.” Jesus é o caminho dessa filiação, e por causa dEle, os que são dEle por meio do Espírito Santo achegam-se com ousadia em sua presença lhe chamando de “Aba, Pai”. É isso que Paulo afirma em Gálatas 4.6:“E, porque vocês são filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho aos seus corações, o qual clama: “Aba, Pai.”

É com essa ótica que se entende a oração ensinada por Jesus em Mateus 6.9: “Vocês, orem assim: ‘Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome.” Jesus autorizou os discípulos a repetirem a palavra “Aba” depois dEle, dando-lhes o direito de partilharem sua condição de Filho. Autorizou-os a falar com o seu Pai celeste de um modo mais confiante e familiar. A oração chamada de “Pai nosso” lembra-nos que somos bem-vindos à Casa do Pai, porque por intermédio único de Jesus fomos adotados na família de Deus.

A.C. Dixon afirmou: “Quando aceitamos a Jesus Cristo, nós nos tornamos aparentados do Pai; nos transformamos em Seus, temos recebido o Espírito de filiação pelo qual podemos entrar na Sua presença e dar-lhe a conhecer todos nossos desejos de uma forma íntima e familiar.”

Pergunta: Deus é o seu “Aba, Pai”?

UM CONVITE A SALVAÇÃO

UM CONVITE A SALVAÇÃO

Jesus afirmou no Sermão do Monte em Mateus 7.21-23: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.”

 O que uma pessoa deveria se preocupar enquanto está vivo? Dinheiro? Fama? Glórias? Poder? Oportunidades ou outra coisa? Jesus ensina que a pessoa deveria se preocupar em “entrar no reino dos céus”, ou seja, SER SALVO. Dr Billy Graham disse: “Suponha que você poderia ganhar tudo no mundo inteiro e perder a sua alma. Valeu a pena?” A salvação eterna é a mais importante pergunta que a mente pode formular e a mais sublime resposta de Deus que alguém poderia ouvir. Mas infelizmente alguns não se preocupam, não acreditam, nunca ouviram falar e outros estão equivocados com respeito a salvação.

Nesse texto Jesus responde duas perguntas básica sobre a salvação.

Primeiro: QUEM NÃO SERÁ SALVO? Jesus afirma que alguns não serão salvos. E esse primeiro grupo são chamados de os “professos”. Aqueles que apenas dizem: “Senhor, Senhor!” Eles são excelentes religiosos. São do tipo de pessoas que usam até vocábulos corretos e possuem uma terminologia correta. Contudo, seus corações nunca pertenceram a Cristo. Eles nunca se submeteram ao senhorio de Jesus. O seu discurso é incoerente com a prática de suas vidas.

O segundo grupo são os que “ministram” em nome de Jesus. Estes exercem ministérios envolvendo “profecia”, ou seja, de alguma forma falam a Palavra de Deus. Eles também praticam exorcismo e milagres. Eles parecem manipular muito bem o sobrenatural, mas segundo Jesus eles são falsos profetas. Esse grupo de “ministradores” são motivados por glória, fama, poder, dinheiro ou outra coisa.

A resposta de Jesus a todos esses “professos” e “ministradores falsos” é bem clara: “nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.” Jesus nunca teve qualquer intimidade espiritual com eles e estes nunca estarão com Ele na eternidade.

A segunda pergunta é QUEM SERÁ SALVO?

Os salvos tem algo em comum. Jesus diz: “…entrará no reino dos céus… aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.”

 Mas qual é vontade do Pai que todos precisam saber para serem salvos? Jesus responde em João 6.40: “De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.”

Deus quer que você creia em Jesus como Senhor e Salvador de sua vida. Não interessa para Deus o que você DIZ e nem o que você FAZ para Ele. O que realmente lhe interessa é que você creia só e unicamente em Seu Filho Jesus Cristo.

Assim, convido você hoje a se entregar totalmente a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador para que você seja eternamente salvo. Este é o mais importante de todos os convites e a mais séria de todas as decisões.

O IMPACTO DA SUBMISSÃO

O IMPACTO DA SUBMISSÃO

Em Mateus 3.13-15 lemos: “Então Jesus veio da Galiléia ao Jordão para ser batizado por João. João, porém, tentou impedi-lo, dizendo: “Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?” Respondeu Jesus: “Deixe assim por enquanto; convém que assim façamos…”

Esse é um texto que expõe o coração submisso de Jesus. Ele se apresenta para ser batizado por João Batista. O batismo de João era para todos os que se arrependessem de seus pecados. Mas Jesus precisava ser batizado? Obviamente não. Mas por que o fez se ele não tinha pecado para confessar? A razão simples é porque as pessoas não tinham entendimento da impecabilidade de Jesus.

Há algo importante no batismo de Jesus: caso Ele recusasse a se submeter a João, sendo ele profeta de Deus que prepararia o caminho dEle como Messias, o povo também poderia ter essa mesma atitude. Assim, Jesus não só deu o exemplo batizando-se como não desabonou a autoridade de João e não se tornou um empecilho para os propósitos de Deus. Jesus tinha o direito de recusar o batismo, uma ordenança para pecadores. Mas, Ele abriu mão do seu direito para que a justiça de Deus fosse realizada. Jesus sabia do impacto da submissão.

A submissão só tem verdadeiro impacto quando as pessoas se dispõe a obedecer a Deus. Uma pessoa submissa não toma decisões da forma que entende, antes mantém-se humilde, espontâneo, com uma atitude servil e uma obediência voluntária a Deus.

A submissão não é uma prática diária porque a tendência humana é a rebelião e o egoísmo. Dani Leão definiu o espírito dessa época, dizendo: Sou submissa apenas as minhas vontades. Porque faço o que quero e quando quero faço.” As pessoas de nossos dias estão muito mais centradas em si mesmas, exigindo seus direitos e a preservação de sua liberdade, do que manter-se humilde e dispostos a obedecer a Deus e aqueles a quem Ele instituiu como autoridade.

Deus é glorificado, honrado e servido quando Ele vê em nós um coração submisso. Watchman Nee afirmou: “Para que se sirva a Deus, a sujeição à autoridade é uma necessidade absoluta. A obediência transcende nosso trabalho. Se Davi reinasse mas fracassasse em sujeitar-se à autoridade de Deus, teria sido tão inútil quanto Saul.”

Você está totalmente submisso a Deus e a Sua vontade como Jesus? Você tem submetido às autoridades que Deus tem colocado sobre sua vida? Há alguém em plena autoridade estabelecida por Deus que você tem afrontado com palavras e atitudes?

O impacto da submissão é sempre a recusa voluntária de vivermos para nós mesmos e a radical decisão de viver dispostos a fazer a vontade plena de Deus. Foi assim que Jesus viveu. Foi assim que Ele morreu, e é assim que Ele nos ensina a ser.