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DEUS ESTÁ AGINDO

DEUS ESTÁ AGINDO!

Uma das frustrações da vida é que o tempo de Deus raramente é o nosso tempo. Estamos muitas vezes com pressa de algo quando Deus não está.

As grandes pessoas da história foram cultivadas através de lutas, tempestades e estações de sofrimento. Por isso, é importante ser paciente e confiar em Deus. Em Tiago 1.3,4 somos lembrados: “Sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.”

Ao contrário de títulos de livros, estudos e pregações, não há “passos fáceis para a vitória” ou “segredos para uma vida santa instantânea”. Quando Deus quer fazer um carvalho gigante, ele leva cem anos, mas quando ele quer fazer um cogumelo, ele faz isso durante à noite.

Quando o profeta Habacuque ficou deprimido porque ele não achava que Deus estava agindo rápido o suficiente, O Senhor lhe disse: “Ainda não chegou o tempo certo para que a visão se cumpra; porém ela se cumprirá sem falta. O tempo certo vai chegar logo; portanto, espere, ainda que pareça demorar, pois a visão virá no momento exato” (Habacuque 2.3).

Deus está trabalhando! Deus está agindo! Deus está trabalhando em sua vida e você precisa crer nisso. Ele tem o controle total de qualquer situação; nada fugiu de suas mãos. É certo de que talvez você não esteja entendendo o porquê e como Ele está agindo, mas Ele é sempre bom, amoroso e sábio. Deus sabe o que está fazendo. Cabe a você confiar nEle, pacificar seu coração e ser paciente.

Deus está agindo e não muda Seus planos baseado em suas reações emocionais. Diante de suas dores, Jó perguntou a Deus: “Quantas faltas e pecados cometi? De que erros e pecados sou acusado? Por que te escondes de mim? Por que me tratas como inimigo?” (Jó 13.23,24). Mas no tempo certo Deus se revelou a Ele. Após ouvir Suas respostas (Jó, capítulos 38-41), Jó afirmou: “Eu reconheço que para ti nada é impossível e que nenhum dos teus planos pode ser impedido. Tu me perguntaste como me atrevi a pôr em dúvida a tua sabedoria, visto que sou tão ignorante. É que falei de coisas que eu não compreendia, coisas que eram maravilhosas demais para mim e que eu não podia entender.”

Deus nunca cede às suas “birras” ou desespero. Ele não leva em conta sua chateação ou mágoa contra Ele. Isso apenas revela o quanto você é imaturo espiritualmente e o quanto, como Jó, você também sabe pouco de Sua graça, bondade e fidelidade.

Você pode se sentir frustrado com o progresso aparentemente lento de Deus em sua vida, mas Ele está agindo, e isso exigirá de você não apenas fé e confiança, mas acima de tudo descanso nEle.

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LIDANDO COM A DOR

LIDANDO COM A DOR

Há dia e hora, no relógio de Deus para que a dor cesse.

A palavra “dor” e seus sinônimos aparecem cerca de 70 vezes na Bíblia. Conforme Gênesis 3, a dor é um dos diversos resultados da entrada do pecado no mundo. A dor que sentimos hoje é apenas a parte natural da vida em um mundo caído e amaldiçoado pelo pecado.

Contudo, Deus tem propósitos na dor. Deus tem estabelecido que pela dor a realidade de Sua graça será manifestada. Essa foi a experiência de Paulo em 2 Coríntios 12. Diante de uma dor extrema, enfrentando um “espinho na carne”, ele orou ao Senhor e sua oração foi respondida, não do seu modo, mas segundo os propósitos de Deus. E o Senhor diz a ele no versículo 9: “A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza…” E Paulo concluiu dizendo: “…De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.”

Paulo reconheceu que na dor a presença da graça de Deus estaria ali para o ajudar. E a lição é essa: É por intermédio da dor que Deus manifestará ao que sofre Sua presença, força, ânimo, paz, e no tempo certo, o alívio total. A todos os que o buscarem, compreenderão que há algo maior na dor.

Outro princípio bíblico importante sobre a dor é o seguinte: enquanto o livro de Gênesis apresenta a dor como resultado do pecado, o livro de Apocalipse revela que a dor terá fim. Em Apocalipse 21.4 diz que Deus “…lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.” A dor um dia será extirpada! Essa é uma grande promessa.

A promessa de que a dor terá um fim, tem sua explicação em 1 Pedro 3.18: “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito.” Quando Jesus pagou o preço pelo pecado na cruz, o pecado perdeu totalmente seu poder e força. Assim, há dia e hora, no relógio de Deus para que a dor cesse.

A dor, sempre deve nos lembrar que somos seres finitos, incapazes e frágeis, enquanto nos encoraja a parar de lutar em nossas forças e ancorar nossas vidas desesperadamente nas mãos de Deus.

Por isso, enquanto todos aguardamos a destruição definitiva da dor, não fuja dela. Seja humilde em suas limitações e clame a Deus. Anime-se nEle! Ancore sua vida em Deus porque Ele sabe muito bem o que é a dor. Apegue-se fortemente nas palavras de Jesus em João 16.33, que diz: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”

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JESUS E O PLURALISMO RELIGIOSO

JESUS E O PLURALISMO RELIGIOSO

Baseado nos princípios claros do Novo Testamento, Jesus é o único caminho para Deus. 

O pluralismo religioso é a crença de que toda religião é verdadeira. Cada uma proporciona um encontro genuíno com o Supremo; uma pode ser melhor que a outra, mas todas são adequadas.

O pluralismo se adequa numa postura relativista e inclusivista que afirma que não há critérios pelos quais se possa saber qual religião é verdadeira ou melhor. Não há verdade objetiva na religião, e cada religião é verdadeira para quem acredita nela, e uma religião é explicitamente verdadeira, enquanto todas as outras são implicitamente verdadeiras.

O pluralismo religioso aplica-se na vida das pessoas de forma consciente ou inconsciente. O Dr. Roberto Simões, num artigo denominado “Os problemas do pluralismo religioso”, de 13 de abril de 2016, faz a seguinte citação: “As pesquisas de opinião mostram que as visões pluralistas de religião desfrutam de grande apoio hoje em dia…” Num recente levantamento, por exemplo, 62% dos adultos americanos concordaram com a afirmação: “Não importa que fé religiosa você segue, porque todas ensinam lições semelhantes de vida.”

Na contramão do pluralismo religioso, Jesus afirma categoricamente em João 14.6: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”

Essa verdade incendiou o coração de seus discípulos. O apóstolo Pedro dominado por essa verdade foi enfático ao argumentar com a liderança judaica, dizendo em Atos 4.11,12: “Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.”  

Paulo aprofunda ainda mais essa verdade ao ensinar em Filipenses 2.9-11: “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.”

É preciso respeitar a variedade e a liberdade religiosa. Contudo, respeitar não significa concordar. Baseado nos princípios claros do Novo Testamento, Jesus é o único caminho para Deus. 

Não existe outro nome nessa terra que um ser humano possa confiar para ser salvo, senão por Jesus. Somente Jesus recebe de Deus nome mais glorioso e poderoso, de forma que todos os joelhos se dobrarão e confessarão que Ele é Senhor.

Por isso, importa e muito em quem você está colocando sua fé, porque se ela não estiver em Cristo, você está perdido e desorientado espiritualmente.

A fé verdadeira não é uma colcha de retalhos. A fé verdadeira tem um nome, Jesus; tem uma direção, Jesus; tem uma verdade, Jesus; tem uma razão para essa vida e para a eternidade, Jesus. Sem ele, “…ninguém vem ao Pai”.

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O DESASTRE DA RIQUEZA

O DESASTRE DA RIQUEZA

Salomão afirmou em Provérbios 23.4,5: “Não esgote suas forças tentando ficar rico; não apliques nisso a tua inteligência. Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus.”

Deus criou os bens para que todos fossem atendidos. Acumular riquezas é de alguma forma a usurpação de uma quantidade maior desses bens em detrimento dos que nada ou pouco conseguem.

Por causa da natureza temporal da riqueza é que Deus condena tentar se tornar rico e colocar todas as forças da vida nessa finalidade. Salomão ensina no versículo 5: “Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus.”

A riqueza procurada e acumulada sempre produz problemas na vida: ladrões sempre a estão procurando; pessoas se aproximam para desfrutá-la; o governo à sobretaxa, etc. Salomão ainda afirma em Eclesiastes 5.10: “ Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda; também isto é vaidade.” Assim, correr atrás da riqueza é vaidade e aflição de espírito!
Paulo também afirmou em 1 Timóteo 6.9,10: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação e cilada, e em muitos desejos descontrolados e nocivos, os quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos”.

O problema não é o dinheiro, mas o “amor ao dinheiro”. Quando há cobiça, o “amor ao dinheiro”, torna-se objetivo de vida, o preço é alto. Os relacionamentos começam a ser afetados, especialmente em casa, com a esposa e filhos; as prioridades da vida são distorcidas, e o relacionamento com Deus e com princípios espirituais são deixados em segundo plano.

O princípio bíblico para evitar o desastre da busca pela riqueza é simples: abandone a própria sabedoria! Pare de crer que todos os problemas de sua vida serão resolvidos quando você tiver mais e ser mais. Creia no que Deus diz. Sua palavra é clara em afirmar que o “amor ao dinheiro” destrói sua vida, seus relacionamentos e sua caminhada espiritual. Jesus diz em Mateus 6.24: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.”

Faça de Cristo o centro de sua vida, viva de forma simples, seja sábio e comprometido com Deus a partir dos recursos que Ele lhe dá, e acima de tudo, incorpore em seu viver os princípios de Hebreus 13.5,6, que diz: “Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?”

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POSICIONE-SE

POSICIONE-SE

Paulo afirmou em 1 Coríntios 13.6: “O amor …não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.” 

Corinto era uma cidade conhecida naqueles tempos por ser um lugar mal para se viver por causa de todo tipo de pecado e em especial a imoralidade sexual desenfreada. Os primeiros cristãos daquela cidade tiveram dias difíceis. Para centrá-los em Cristo, Paulo os ensinou que o amor não tem prazer naquilo que é desagradável aos olhos de Deus; o amor não se “alegra na injustiça, mas regozija-se na verdade.” O amor deve concentrar sua alegria plena naquilo que é verdadeiro, justo e honesto; naquilo que agrada a Deus. 

Para quem decidiu seguir a Jesus, o pecado deve ser abandonado de vez e a nova vida em Cristo deve ser absorvida pela santidade e seriedade no viver. A razão explícita dessa postura é explicada no Salmo 5.4, que diz: “Pois tu não és Deus que se agrade com a iniquidade, e contigo não subsiste o mal.” Os que são de Deus amam o que Ele ama e odeiam o que Ele odeia. 

Vivemos tempos de grande relativismo moral e espiritual. Nossa sociedade está espiritualmente corrupta, onde o padrão normal é se alegrar com tudo o que é mal e injusto aos olhos de Deus. Nossa sociedade não só perdeu a visão do certo e do errado, do justo e do injusto, como também tem perdido a visão de Deus e se alegrado no pecado, no errado e no injusto. E diante dessa realidade, paira sobre nós – sobre nossa sociedade – a voz solene de Deus em Isaías 5.20: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem das trevas luz e da luz, trevas; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” 

Nesses dias onde a moral está em um baixíssimo nível, o pecado é aplaudido e reverenciado, a espiritualidade é desprezada e as verdades de Deus são ridicularizadas, sim, nesses dias difíceis é preciso se posicionar; é preciso dizer quem você é e no que crê. É preciso vivenciar convictamente os princípios do Salmo 1.1,2, que diz: “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.”

Você nunca poderá amar a Deus, viver para Ele e servi-Lo, enquanto não se posicionar. Enquanto não viver para Ele de todo o seu coração; enquanto não tratar seriamente o pecado em sua vida; enquanto continuar amando o que Ele não ama e alegrando-se no que Ele não se alegra. 

Deus espera que você se posicione; Ele o quer ter como aliado diante de um mundo que se alegra com a injustiça e não se regozija com a verdade.

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OS MILAGRES

OS MILAGRES

Em João 2, Jesus e seus discípulos foram convidados para um casamento. De repente, no meio da festa, acaba o vinho. “Acabar o vinho” era uma grande gafe social. Naquele estilo de sociedade, falhar em fornecer o vinho aos convidados numa festa de casamento seria um erro tremendo, que com certeza nunca seria esquecido pelos convidados e nem pelos noivos.

Diante desse grande problema Jesus é convidado a intervir. Para dar uma solução a esse dilema, Ele pede aos servos da casa que encham os potes até à borda com água. E após obedecerem a Jesus, o milagre ocorreu: a água transformar-se em vinho. Não num vinho qualquer, mas num bom vinho. O casamento foi salvo. Todos ficaram felizes e gratos.

O texto termina dizendo no versículo 11: “Com este, deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galiléia; manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele.” Naquele dia memorável os noivos ficaram alegres, os convidados ficaram alegres, os discípulos ficaram alegres, Jesus ficou alegre, mas mais do que isso, pessoas creram em Jesus e abandonaram a incredulidade.

Há pelos menos quatro verdades sobre os milagres nesse texto. O primeiro é que quando Jesus é convidado para estar na vida de alguém, os milagres acontecem. Deve-se esperar grandes coisas quando Jesus está presente na vida. O segundo é que nada é sem importância quando apresentado a Jesus. Jesus fez um milagre que salvou um casal de noivos de uma grande gafe. Assim, Ele miraculosamente pode agir em qualquer pessoa e em qualquer necessidade, desde que se creia nEle e o peça. Em terceiro lugar, os milagres podem incluir a participação de pessoas. Homens colocaram água nas talhas; homens levaram a água ao mestre-sala; a água é transformada em vinho. Assim, milagres acontecem e por vezes Deus usa pessoas para que eles se realizem. Em quarto lugar, milagres surgem quando se há disposição para obedecer. Aqueles homens fizeram tudo como Jesus ordenou e viram os milagres. A obediência é o caminho para os milagres. Por isso é sempre importante lembrar que milagres nunca ocorrerão onde há incredulidade, falta de perdão, egoísmo, orgulho, a pratica da imoralidade sexual, mentiras e qualquer outro pecado gritante. O pecado impede os milagres.

Tudo é possível para Deus! Você pode experimentar grandes milagres quando convida Deus para intervir em sua vida. Esqueça fórmulas; não se preocupe em tentar fazer orações bonitas e perfeitas, apenas convide Jesus para agir em todas as situações em que você precisa de um milagre.

O Milagre não é importante e nem relevante até que você precise de um. E mais, nenhum argumento humano é páreo para alguém com uma experiência divina.

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RESISTA AO DESÂNIMO

RESISTA AO DESÂNIMO

O trabalho de um escultor é muito árduo. Para que a escultura saia ele precisa escolher a pedra certa e então começar o trabalho com o cinzel e o martelo. Enquanto desbasta, o excesso de pedra vai caindo revelando arte. Mas para fazer que a bela obra de arte saia, ele precisa continuar batendo e desbastando. Obras de arte dão trabalho, mas o seu final é recompensador se o escultor não desanimar.   

Paulo afirmou em Gálatas 6.9: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.” 

Constantemente temos que lidar com o desânimo. Muitas coisas trabalham para nos impedir de ir adiante; para nos fazer parar. O principal segredo para lidar com o desânimo é resistir a ele. Paulo afirmou: “…não nos cansemos…”

Por vezes você se cansa de fazer o que é certo e direito; você se cansa de fazer bem a sua parte; você se cansa da rotina; você se cansa de lidar com suas responsabilidades. Por vezes você se cansa com aquilo que sabe que precisa fazer. Quando você desanima, você se torna ineficaz. O desânimo é um veneno para a vida.

O desânimo é poderoso e letal; ele sempre nos acua, nos silencia e tem seus aliados. O desânimo é sempre um forte aliado dos fracassos na vida, do mau humor quando as coisas não saem do jeito planejado, da frustração e da reclamação. Quando você reage às circunstâncias da vida de forma errada, o desânimo lhe dominará.

Mas é preciso resistir ao desânimo da forma certa. É preciso parar de ouvir a voz do desânimo que diz: “isso não vai dar certo…” É preciso ouvir a voz da fé que afirma: “Deus me ajudará; Deus me dará força e sabedoria para fazer; Deus fará um milagre; Deus está ao meu lado; Deus abrirá uma porta.” 

Grandes pessoas não são extraordinárias em si mesmas ou nasceram “cheias de luz”. Grandes pessoas se tornaram grandes; elas determinaram em olhar para Deus e para Seu poder; elas decidiram centrar em Deus e não ceder ao desânimo. 

Resista hoje ao desânimo. Resolva seguir o santo conselho de Paulo: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.”

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