CONSELHOS PARA O PRÓXIMO ANO

CONSELHOS PARA O PRÓXIMO ANO

Salomão afirmou em Provérbios 9.9: “Instrua o homem sábio, e ele será ainda mais sábio; ensine o homem justo, e ele aumentará o seu saber.”

Eis aqui alguns conselhos que podem lhe fazer uma pessoa mais sábia e diferente no próximo ano.

#1

Aproxime-se mais das pessoas. Não faça nada que lhe tire de gente. É difícil consolidar uma amizade, mas é muito fácil perde-la. Foque em seus relacionamentos e os valorize.

#2

Reformule seu conceito de felicidade. Não ceda à pessoas que tentam lhe empurrar para metas, alvos, projetos, padrões, estilos, formas etc. Felicidade não está na roupa que você usa, por onde você vai, com quem você vai e como você vai. Felicidade não é um lugar, uma coisa, uma proposta. Felicidade é a forma como você lida com a vida do ponto de vista de Deus. Se não agir assim, você será um eterno infeliz.

#3

Não use seu dinheiro de forma errada. Aprenda a não gastar se não tem. Aprenda a guarda e aprenda a contribuir com o Reino de Deus e com pessoas que precisam. Não seja cobiçoso. Aprenda a estar contente. Rejeite ser medido por bens materiais. Use com critério o seu dinheiro.

#4

Nunca desculpe seu pecado. Quando pecar assuma e diga: “eu fiz isso…” Peça perdão a Deus e procure as pessoas a quem pecou pedindo perdão. Não há preço para consciência pura e limpa diante de Deus e dos homens.

#5

Assuma a responsabilidade sobre sua vida. Não viva baseado no que seu pai, mãe, irmãos, amigos, líderes e outros acham. Não tenha medo de contrariar seja lá quem for, especialmente aqueles a quem você ama. Não fique esperando o dia “D”. Faça o dia “D” chegar hoje. Saia da mesmice e da dependência emocional do outro.

#6

Trate com seriedade todo ressentimento, mágoas e amarguras. Talvez você tenha que dar o primeiro passo e pedir perdão; talvez você tenha que perdoar. Lembre-se que nem sempre você está certo. Se a pessoa não quiser perdoar, ou pedir perdão, toque sua vida pra frente. A vida é sempre melhor para os que decidem viver o perdão como estilo de vida.

#7

Não abandone sua intimidade com Deus. Ore quando a vida estiver boa e ruim. Seja grato a Ele diariamente. É nEle e por Ele que o ruim da vida apenas se torna difícil.

 #8

Foque em Jesus. Siga o Mestre. Não se arrisque achando que fora dEle há vida. Balela! Os que tentaram, se enganaram. É nEle que tudo toma sentido. É com Ele que a vida ganha brilho. Não se esqueça: foque nEle e entregue-se a Ele.

Fazendo assim, o seu ano será de benção e de muita felicidade.

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FELIZ ANO NOVO

FELIZ ANO NOVO

Todo dia 31 de Dezembro, às 00hrs, algumas pessoas crêem que algo super e sobrenatural vai acontecer. Há basicamente uma ilusão universal de que as viradas do ano significam algo grande e bom; que a felicidade está tão perto e próxima como nunca. Um puro engano!

Felicidade não é resultado de algo mágico, sobrenatural ou supersticioso. Felicidade é fruto de atitudes certas com base em valores certos. É algo desejado, mas é algo construído. É obvio que todos queremos ser felizes. Sem felicidade a vida é muito cansativa e opressiva. Mas como ser felizes?

Ao abrir suas series de pregações no Sermão da Montanha, Jesus começou com as “Bem Aventuranças”. Ele disse: “Bem aventurados…” ou “Felizes”. Jesus nesse texto estabeleceu que a verdadeira felicidade é o resultado final de focar a vida em Deus. Felicidade vem de uma vida em obediência a Ele. Deus quer o nosso bem e quando O obedecemos, Ele nos abençoa com felicidade. Quem ama e obedece a Deus, é feliz.

O problema é que atrelamos nossa felicidade à circunstâncias e pessoas. Quando as circunstâncias não vão bem, nossa felicidade vai embora. Quando pessoas nos decepcionam, a felicidade cede a tristeza. E por que isso acontece? Porque o alicerce da nossa felicidade não está em Deus.

Por exemplo, Paulo no livro de Filipenses usa a palavra “alegria” cerca de 16 vezes. É importante lembrar que Paulo não estava de férias nas ilhas gregas quando escreveu a carta aos Filipenses. Ele estava para ser executado em Roma. Seus dias eram difíceis e sombrios. Mas ele ordenou em Filipenses 3.1: “Alegrai-vos no Senhor…” O que basicamente Ele disse foi o seguinte: “olhem para minha vida nessa prisão. Estou aqui por causa das minhas convicções em Cristo. Sou feliz com Ele. As circunstâncias são difíceis, mas elas não dirigem minha felicidade. Minha felicidade está em Deus, por isso, sejam vocês também felizes nEle.”

O que é ter a felicidade em Deus? Significa agarrar com firmeza a crença simples que Ele está no controle de pessoas e circunstâncias; significa que nada está à deriva e que por onde você for, com quem se encontrar e o que fizer, Deus está controlando e cuidando para seu bem que Ele é a seu favor; que Seu amor nunca pára, e por isso você está sempre seguro e sem nada a temer. Há uma razão, propósito e significado na vida de todo aquele crê que há um Deus que ama e cuida.

Com essa visão correta de Deus, você pode viver feliz ainda que tudo esteja supostamente dando errado. Ser feliz é uma decisão. Ela não depende de pessoas ou circunstâncias.

Se você quer ser feliz precisa imediatamente entrar em sintonia com Deus. Lembre do conselho de Salomão em Eclesiastes 2.26: Ao homem que o agrada, Deus dá sabedoria, conhecimento e felicidade…”

Conhecendo hoje essas verdades, você diria que terá um “feliz ano novo”?

OS FRACOS

OS FRACOS

Mentimos para nós mesmos quando nos achamos fortes. Achamos que somos fortes o suficiente e na verdade até queremos ser vistos assim. Essa suposta força é por vezes manifestada pelo fato de não buscarmos ajuda, conselhos e auxílio quando nos sentimos fracos.

Quando vamos aprender que somos fracos? Esse discurso da fraqueza bate contra toda a filosofia diária que procura dizer: “seja forte”; “não chore”; “enfrente”; “vá adiante”; “você pode”. Mas todos sabemos que numa hora as palavras de positivismo perdem o efeito, e aí temos que sair a procura de alguém ou algo para nos ajudar.

Quando vamos dizer que somos fracos? Quando vamos reconhecer que não dá mais? Quando vamos afirmar que o limite chegou? Quando?

Na Bíblia, a prosperidade humana começa no reconhecimento de que precisamos de Deus; que somos fracos sem Sua orientação, presença, auxílio, ajuda e apoio. Não fomos criados para sermos independentes de Deus. O salmista reconheceu sua fraqueza e necessidade de Deus ao dizer no Salmos 103.1:“Das profundezas clamo a ti, SENHOR.” 

Através da leitura do livro dos salmos, aprendemos o poder e a importância da dependência de Deus; aprendemos sobre o lugar da oração; da comunhão e da conversa íntima com Deus. Aprendemos a expor a Ele todas as dores, lutas e fraquezas.

Deus sabe nos trazer a Ele; Ele sabe nos atrair a Ele; Ele sabe nos fazer dependente dEle. Por muitas vezes Ele nos permite ir “as profundezas” da vida.  As mesmas “profundezas” onde estiveram o salmista, o profeta Jonas (Jn 2), o apóstolo Paulo (2 Co 12) e muitos outros personagens bíblicos.  Deus sabe deflagrar nossa fraqueza para que abracemos Sua força.

Deus não é Deus dos fortes. Ele só é Deus dos fracos. Muitos andam sobre seus próprios recursos, tentam e falham. Hudson Taylor afirmou: “Todos os gigantes foram homens fracos que fizeram grandes coisas para Deus, porque eles contaram com Seu poder e Sua presença para estar com eles.

Se você se sente forte, você não precisa de Deus. Deus é para os que se sentem fracos e tem grande prazer e alegria em depender dEle e receber Sua força para cada momento, para cada dia.

Por isso, seja forte em Deus!

A INDIFERENÇA AO NATAL

A INDIFERENÇA AO NATAL

Em Mateus 2.4-6 lemos: “Tendo (Herodes) reunido todos os chefes dos sacerdotes do povo e os mestres da lei, perguntou-lhes onde deveria nascer o Cristo. E eles responderam: “Em Belém da Judéia; pois assim escreveu o profeta: Mas tu, Belém, da terra de Judá, de forma alguma és a menor entre as principais cidades de Judá; pois de ti virá o líder que, como pastor, conduzirá Israel, o meu povo.”

Quando os magos apareceram em Jerusalém procurando o “Rei dos Judeus”, Herodes mandou chamar a cúpula dos religiosos de sua época que compunha dos chefes dos sacerdotes e mestres da lei. A maior parte dos principais sacerdotes eram do grupo saduceus. Os mestres da lei eram os escribas, e esses pertenciam ao grupo dos fariseus. Esses dois grupos sabiam onde o Messias havia de nascer porque compreendiam que o profeta Miquéias havia profetizado em Miquéias 5.2 que em Belém Ele nasceria.

O povo judeu esperou e procurou (e ainda espera procura até hoje) pelo Messias. Durante sua história eles esperavam pelo Libertador; aquele que os tiraria da opressão de seus inimigos. O que choca, é que quando os magos chegam, esses líderes religiosos não estavam dispostos a viajar cerca de 10 km para descobrir se a criança poderia ser o Messias. Eles perderam o Natal por causa da indiferença. Eles não se importaram. Eles tinham todos os fatos, mas não precisavam de um Messias. Um Messias para que? Eles se achavam justos demais, corretos demais, religiosos demais, Eles se viam como guardiões da lei. Eles eram orgulhosos. Não havia espaço para o Messias em seu sistema. E quando a criança cresceu e foi revelada a todo Israel, esse grupo religioso O odiou e O desprezou. Eles planejaram Seu assassinato até que O mataram. Tudo porque foram indiferentes.

Muitas pessoas hoje vão passar o Natal de forma indiferente a Cristo; eles O ignoram. Eles não mostram qualquer interesse no Salvador.. As preocupações de suas vidas estão no nível terreno. Eles são indiferentes a sua realidade espiritual. Como aqueles religiosos da época de Jesus, acham que também não precisam de um Messias Salvador de seus pecados. Eles ignoram que Romanos 6.23 diz que “salário do pecado é a morte” Eles não acreditam que correm riscos espirituais. Assim, não entendem que sua urgente necessidade é de serem salvos de seus pecados; pecado que os condenarão eternamente. Eles ignoram o remédio porque nem sequer sabem que têm uma doença.

Que nesse Natal você não seja espiritualmente indiferente. Entregue-se a Jesus! Ele que é o Salvador e o Significado do Natal.

COM SEDE

COM SEDE

Tem hora que a alma se cansa. O tudo tornar-se nada. Nada satisfaz. A busca parece não ter sentido: fama, glória, dinheiro, poder, oportunidade, influência… para que serve? Há um momento em que a alma tem aversão até da própria vida. O vazio bate. Falta algo e a alma clama por vida plena e cheia de propósito e sentido.

A cultura mundial ensina-nos a saciar do que é instantâneo e superficial, e não à toa que as pessoas se tornam então descartáveis e os relacionamentos superficiais. Será que a vida é apenas para trabalhar, pagar contas, viajar, cuidar de filhos, limpar a casa, fazer exercício físico, etc. Será? Salomão, um homem que teve de tudo diz em Eclesiastes 3.11: “Ele (Deus) fez tudo apropriado ao seu tempo. Também colocou no coração do homem o desejo profundo pela eternidade…” A fala de Salomão pode ser resumida na oração de Agostinho: “Senhor, tu nos criaste para ti e nossa alma não encontrará repouso até voltar-se para ti”.

Fomos criados por Deus e para Deus. Somente Deus pode satisfazer os desejos e anseios mais profundos do nosso coração. Ele é o que estamos procurando; Ele é o que precisamos. A alma anseia por Ele naquilo que só Ele mesmo pode saciar: amizade, segurança, sentido, paz, perdão, alegria, descanso e toda a extensão dos anseios. A alma sem Deus está espiritualmente desidratada.

Na Bíblia, Deus sempre vem ao encontro do ser humano. Quando Adão pecou, em Gênesis 3.9 Deus foi atrás dele e perguntou: “Onde está você?” É Deus quem encurta a distância. Ele inicialmente nos fala pela natureza, no tempo e na história, como Deus Soberano e Todo Poderoso, se encarnou, fazendo-se homem em Jesus, Seu Filho Amado. Por meio da encarnação – Deus tornando-se homem – o Senhor Jesus assume a humanidade para trazer-nos de volta a Ele. É por meio de Jesus que o pecado é redimido e tudo o que alimenta a vida vazia e sem sentido, só encontra propósito e significado em Jesus Cristo.

Jesus oferece a cada um, por meio de Sua morte e ressurreição, o caminho rumo a uma vida plena hoje e na eternidade. Em João 14.6 Ele diz: “…ninguém vem ao Pai, senão por Mim.” Nossa vida passa rapidamente e todos estamos a caminho da eternidade. Até quando vamos viver de aventuras e de coisas banais dessa vida? Se faz urgente e necessário buscarmos a Deus.

Que você em sua sede não seja como Israel, que o profeta disse o seguinte em Jeremias 2.13: “O meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a mim, a fonte de água viva; e cavaram as suas próprias cisternas, cisternas rachadas que não retêm água.”

O que você procura está em Deus. Só Ele pode saciar sua alma.

 

 

 

 

 

VIVA SIMPLES!

VIVA SIMPLES!

O homem moderno vive frustrado e doente diante da realidade de um mundo competitivo e materialista cuja a demanda constante é fazer algo, e ter algo para ser alguém.

Essa estrutura social enferma tem moldado padrões e valores que leva pessoa, por exemplo, a sentir vergonha se não estiver usando a roupa tal, andando com pessoal tal, dirigindo o carro tal ou morando no lugar tal.

A raiz desse engano social que estabelece e define pessoas com base em valores distorcidos, impede de se viver uma vida simples, contente e alegre com o que é, se tem ou se tornou. O cerne da questão é que por vezes luta-se para possuir coisas que não necessita, para mostrar a pessoas que nem conhece e tendo que pagar com um dinheiro que nem se tem.

Jesus afirmou em Lucas 16.15: “…Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens”. O princípio estabelecido por Jesus nessas palavras é que por traz de um materialismo desenfreado está o pecado da ganância: o desejo egoísta de possuir pelo possuir. E mais, Jesus nos choca de forma objetiva e reflexiva ao afirma que “…a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens”, ou seja, ninguém deve ser definido com base no que se tem, é ou se tornou.

A proposta de Jesus é a vida simples. Ele viveu de forma simples. Sua simplicidade começou por dentro e se mostrou por fora de forma coerente e cativante. A simplicidade de Jesus gera liberdade, alegria e equilíbrio.

O desafio é: Viva simples!

Mas como viver um vida simples de forma prática? 1o) – Aprenda a comprar as coisas por sua utilidade e não por “status” ou glamour. 2o) – Recuse ser escravo de coisas que lhe estejam viciando. Reduza comida, bebida, diversão, entretenimento, compras, tecnologia ou qualquer coisa que lhe vicie. 3o) – Crie o hábito de doar coisas. Desacumule! Pare de comprar e doe mais. 4o) – Desfrute das coisas sem possuí-las. Por exemplo, aproveite a praia sem achar que você tem que comprar um pedaço dela. 5o) – Alegre-se na natureza que Deus criou. Aprenda a ouvir os pássaros, ver as folhas, os frutos, as flores; sinta a textura, o cheiro; encante-se com a natureza. 6o) – Cumpra a ordem Jesus em Mateus 6.34: “Buscai, pois em primeiro lugar o Seu Reino e Sua justiça.” Priorize Deus! Tudo na vida depende de manter em primeiro lugar o que realmente é “primeiro”. Nada deve vir antes de Deus, e nem mesmo o desejo de um estilo de vida simples. A simplicidade torna-se idolatria quando precede a busca do próprio Deus.

Richard Byrd, após meses de solidão no estéril Ártico, escreveu no seu diário: “Estou aprendendo… que um homem pode viver intensamente sem grande quantidade de coisas.”

Viva simples!

LIVRANDO-SE DA CONFUSÃO ESPIRITUAL

LIVRANDO-SE DA CONFUSÃO ESPIRITUAL

Há muita gente espiritualmente confusa. Muitos se perguntam: Qual a religião certa? Em quem devo crer? Estou no caminho certo? Talvez essa e outras perguntas passam agora por sua mente.

Na Bíblia, Em 1 João 4.15, o apóstolo João norteia a qualquer um que supostamente esteja em confusão espiritual, ao dizer: “Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus.”

Esse pequeno versículo afirma que um relacionamento com Deus não é baseado em qualquer religião ou filosofia. O texto faz uma afirmação séria: “ Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus”. O texto fala de Jesus. O vocábulo “confessar” significa literalmente “estar de acordo com,” “concordar com”. A verdade do texto é que se alguém concorda que Jesus é o Filho de Deus, o resultado prático é que “…Deus permanece nele, e ele, em Deus.” O termo “permanecer” significa “ficar, estar presente.” Assim, ao concordar que Jesus é o Filho de Deus, Deus estabelece um relacionamento com a pessoa e a pessoa com Ele. A questão então não é religião, mas um relacionamento com Deus por meio de Jesus.

O grande problema para esse relacionamento é que alguém pode estar confessando a Jesus de forma errada. Pode confessa-Lo apenas como um grande profeta, um hábil rabino, um excelente filósofo, um abnegado mártir, um ser iluminado ou um exemplo a ser seguido.

É preciso confessar Jesus corretamente; é preciso esclarecer quem é o “Filho de Deus” e o que Ele veio fazer nesse mundo. Assim, em 1 João 1.14 lemos: E vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho para ser o Salvador do mundo.”

Jesus, o “Filho de Deus” é intitulado como o “Salvador do mundo.” Ele veio para salvar o mundo. Mas é preciso perguntar: Jesus veio salvar o mundo de que? A resposta está em Em Mateus 1.21. Antes de Jesus nascer, e tomar um corpo humano, um anjo apareceu a José e disse-lhe: “…você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”. Assim, Jesus veio ao mundo para salvar os homens de seus pecados. E por que só Ele pode ser o Salvador? 1 João 3.5 responde: “Vocês sabem que ele (Jesus) se manifestou para tirar os nossos pecados, e nele não há pecado.” Jesus veio a esse mundo para ser o Salvador, para tirar o pecado, porque porque nEle não há pecado.

A grande definição bíblica para todos os seres humanos é que somos pecadores. Como pecadores diante de Deus não podemos salvar a nós mesmos. Não há uma religião que consiga fazer isso. Jesus veio ao mundo para dar sua vida na cruz do Calvário e pagar o preço pelo pecado, para todos que se arrependessem, e viessem a Ele pudessem ter um relacionamento íntimo e pessoal com Deus.

Por isso, livre-se de toda sua confusão espiritual. Jesus é o Salvador. O problema é o pecado. Ele veio ao mundo para dar Sua vida pelo pecado. Quem nEle crer “…Deus permanece nele, e ele, em Deus.” Assim, arrependa-se de seus pecados e confesse a Jesus como seu Senhor e Salvador.