PRECISAMOS DE JESUS

PRECISAMOS DE JESUS

O homem pós-moderno mantém-se inquieto, insatisfeito e desejoso. Ainda que exteriormente não pareça assim, é assim que ele vive. Ele busca por algo mais profundo, significativo e verdadeiro; ele busca por um sentido maior, uma razão, uma resposta para o seu vazio interior. A verdade é que a busca da alma é a busca do próprio Deus. Agostinho estava certo quando disse: “Inquieto está o nosso coração até que descanse em Ti.”

Para qualquer alma sedenta Jesus faz um convite maravilhoso em Mateus 11.28: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.”

Esse não é um convite a religião, a práticas religiosas, a mais um mantra, mais um dogma, mais rito ou coisa parecida. Esse é um convite para todos os que se sentem no último do último, cujas as esperanças se foram. Esse é um convite a um relacionamento profundo, duradouro e transformador com Jesus. É um convite para quem se vê no fundo do poço. É um convite para quem precisa desesperadamente de uma ajuda dos céus.

Jesus nos é apresentado nas páginas do Novo Testamento como alguém cheio de graça e de verdade. Ele recebeu pecadores e publicanos, curou leprosos e paralíticos e demonstrou compaixão para multidões famintas. Por seu amor Jesus traz esperança aos que a perderam. Ele é o conforto para os desesperados.

Mas Jesus também é apresentado no Novo Testamento de uma outra forma. Ele condenou hipócritas cheios de justiça própria, profetizou julgamento sobre os habitantes de Jerusalém por causa da dureza de seus corações, falou sobre o inferno mais do que sobre o céu. Por que Jesus falou assim? Porque Ele é também a única esperança do arrogante, do hipócrita, do orgulhoso, do promíscuo, do imoral, do incrédulo e de tantos outros. Jesus é o confronto que todo rebelde precisa.

Precisamos de Jesus! Precisamos de Sua graça em nossas vidas. Precisamos saber que Deus não espera que purifiquemos nossos atos e pecados antes de irmos a Cristo. Ele quer que venhamos a Ele como estamos – apenas em quebrantamento, em dor, em humildade, em arrependimento e fé.

Precisamos de Jesus! Precisamos de Sua graça, mas também precisamos de Sua verdade. Precisamos ouvir sua voz em João 8.34-36 que diz: “Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado…se pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.”
Precisamos de alguém tão gracioso como Jesus que nos diz a verdade, que nos confronta, que mostra que não estamos bem e que precisamos tratar os nossos pecados e receber dEle o perdão, a verdade, a salvação e a libertação.

Sim, você precisa de Jesus! Só Ele pode lhe salvar de seu egoísmo, impiedade, perversidade, rudeza, covardia, irritabilidade, descuido, idolatria, adultério, e qualquer outro tipo de pecado.

Em Jesus você terá uma nova vida; o “novo nascimento”. É nEle que tudo torna-se novo: novos desejos, novas motivações, novos interesses, novo ânimo, nova perspectiva, novas oportunidades e uma nova canção; um tudo, novo.

Não demore em concluir que você precisa de Jesus; não estenda o seu sofrimento. Seja humilde e diga: “Eu preciso de Ti, Jesus.”

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PARE DE RECLAMAR

A tendência humana é reclamar. Comumente reclama-se das pessoas, das oportunidades, do tempo, das circunstâncias, das condições, etc. A lista é grande. Imaginar situações perfeitas num mundo imperfeito é ser romântico ou irrealista demais. Somos idealistas demais num mundo caótico. Devemos aprender que nosso controle sobre pessoas e circunstâncias é basicamente zero. Não existem situações perfeitas num mundo imperfeito.

Em Filipenses 2.14 somos exortados: “Fazei tudo sem murmurações nem contendas…” 

A grande verdade é que pessoas que reclamam revelam muito de si. Revelam a realidade de seus corações egoístas. Ao reclamar elas apenas estão dizendo: “eu mereço algo melhor”. Elas tentam se inserir no centro do universo e exigir que tudo gire ao seu redor e que tudo seja feito da sua forma. 

Pessoas que reclamam cometem um grande erro espiritual. Elas revelam o ápice de sua ignorância sobre Deus. Elas não refletem que Ele dirige tudo e todos; elas disputam com Deus e o Seu governo prioridades sobre pessoas e circunstâncias, e como consequência se decepcionam, se frustram, e se deprimem. 

Pessoas que reclamam não conseguem ver a vida com a ótica de Deus. Eles não entendem que Deus está trabalhando. A vida nem sempre nos supre com aquilo que gostaríamos. Situações da vida são usadas por Deus para nos ajudar a orar mais, confiar mais e agradecer mais. Deus quer que saibamos que Ele está no controle de tudo e de todos.

Antes de você reclamar e exigir, é importante que você se lembre que você não merece nada do que é, tem ou se tornou. Tudo em sua vida é fruto da graça, amor e bondade de Deus. É nessa perspectiva que você deve viver. É preciso que você diariamente se lembre do Salmo 103.3,4 que afirma: “Ele é quem perdoa todas as tuas iniquidades; quem sara todas as tuas enfermidades; quem da cova redime a tua vida e te coroa de graça e misericórdia; quem farta de bens a tua velhice, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.”

A melhor atitude que você deveria tomar do hábito de reclamar, é rapidamente confessar seu pecado de ingratidão e estabelecer uma postura diária e constante de agradecer.

Aprenda a ser cordial e grato com todos os que estão ao seu redor e coloque Deus no centro de suas ações, decisões e reações, achando sempre um espaço para Lhe dizer: “obrigado, Senhor.”

DEUS OUVE O CHORO

O choro é um efeito fisiológico que se manifesta em um estado emocional alterado. O choro é uma expressão para comunicar dor. As lágrimas são um poderoso instrumento de comunicação. Os que reprimem o próprio choro perdem um importante canal de diálogo.

Em Gênesis 21, após ser despedida por Abraão, Agar saiu sem rumo para o deserto de Berseba. Tendo acabado a água ela colocou o menino debaixo de uma pequena árvore, um arbusto. E os versículos 16 e 17 continuam dizendo: “E, afastando-se, foi sentar-se defronte, à distância de um tiro de arco; porque dizia: Assim, não verei morrer o menino; e, sentando-se em frente dele, levantou a voz e chorou. Deus, porém, ouviu a voz do menino; e o Anjo de Deus chamou do céu a Agar e lhe disse: Que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino, daí onde está.” 

Como Agar, por vezes a dor é tão grande, tão imensa que não há palavras para expressá-la. As lágrimas emocionais podem ser identificadas, em linhas gerais, como “pedidos de ajuda”. O choro pode se tornar não só um meio de comunicação da dor, mas uma forma aceitável de oração diante do Senhor. Deus ouve o choro. Deus sempre vê dos céus a dor, ouve, entende e age por aqueles que O buscam.

Um dos menores versículos da Bíblia está em João 11.35: “Jesus chorou.” Ao ver a dor de suas amigas Marta e Maria, pelo fato de seu irmão Lázaro ter morrido, Jesus chora. Jesus chora por causa do estrago que o pecado e a morte causaram na criação. Jesus chora porque revela seu lado humano, cordial e amoroso com as pessoas. Ele sente a dor. 

Jesus não é indiferente à dor. Assim, como ele chorou sentindo a dor de suas amigas, Marta e Maria, e por causa da perda de Lázaro, assim Ele continua sendo sensível à nossa dor. Ninguém precisa de um “Deus” religioso; um “Deus” frio e insensível. Precisamos de um “Deus” que sinta nossa dor; que escuta; que faz algo; que age; que está pronto para chorar conosco. E esse Deus é Jesus. 

Jesus é Deus Todo-Poderoso. Ele nos revela Deus Pai. Ele tornou-se homem de verdade. Ele sabe das nossas alegrias e das nossas dores. Ele sabe o estrago que o pecado fez. Ele veio para nos libertar dos pecados e aliviar as mais profundas dores que o pecado inflige. 

Os que confiam em Suas promessas, não só terão suas dores extirpadas, mas viverão uma eternidade com Ele e com muitos outros que já estão consolados com Ele; viverão num eterno estado de paz que não só foi sonhado e idealizado, mas muito, muito mais; algo indizível. 

Hoje, em Jesus, Deus ouve o seu choro. Porque Ele é capaz de não só de entender seu sofrimento e chorar com você, mas Ele é extremamente capaz de lhe dar consolo e conforto que você precisa. 

Chegue-se a Deus hoje. Não precisa de palavras. Apenas creia, que como Agar, Deus também ouve seu choro.

DEUS ESTÁ AGINDO

DEUS ESTÁ AGINDO!

Uma das frustrações da vida é que o tempo de Deus raramente é o nosso tempo. Estamos muitas vezes com pressa de algo quando Deus não está.

As grandes pessoas da história foram cultivadas através de lutas, tempestades e estações de sofrimento. Por isso, é importante ser paciente e confiar em Deus. Em Tiago 1.3,4 somos lembrados: “Sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.”

Ao contrário de títulos de livros, estudos e pregações, não há “passos fáceis para a vitória” ou “segredos para uma vida santa instantânea”. Quando Deus quer fazer um carvalho gigante, ele leva cem anos, mas quando ele quer fazer um cogumelo, ele faz isso durante à noite.

Quando o profeta Habacuque ficou deprimido porque ele não achava que Deus estava agindo rápido o suficiente, O Senhor lhe disse: “Ainda não chegou o tempo certo para que a visão se cumpra; porém ela se cumprirá sem falta. O tempo certo vai chegar logo; portanto, espere, ainda que pareça demorar, pois a visão virá no momento exato” (Habacuque 2.3).

Deus está trabalhando! Deus está agindo! Deus está trabalhando em sua vida e você precisa crer nisso. Ele tem o controle total de qualquer situação; nada fugiu de suas mãos. É certo de que talvez você não esteja entendendo o porquê e como Ele está agindo, mas Ele é sempre bom, amoroso e sábio. Deus sabe o que está fazendo. Cabe a você confiar nEle, pacificar seu coração e ser paciente.

Deus está agindo e não muda Seus planos baseado em suas reações emocionais. Diante de suas dores, Jó perguntou a Deus: “Quantas faltas e pecados cometi? De que erros e pecados sou acusado? Por que te escondes de mim? Por que me tratas como inimigo?” (Jó 13.23,24). Mas no tempo certo Deus se revelou a Ele. Após ouvir Suas respostas (Jó, capítulos 38-41), Jó afirmou: “Eu reconheço que para ti nada é impossível e que nenhum dos teus planos pode ser impedido. Tu me perguntaste como me atrevi a pôr em dúvida a tua sabedoria, visto que sou tão ignorante. É que falei de coisas que eu não compreendia, coisas que eram maravilhosas demais para mim e que eu não podia entender.”

Deus nunca cede às suas “birras” ou desespero. Ele não leva em conta sua chateação ou mágoa contra Ele. Isso apenas revela o quanto você é imaturo espiritualmente e o quanto, como Jó, você também sabe pouco de Sua graça, bondade e fidelidade.

Você pode se sentir frustrado com o progresso aparentemente lento de Deus em sua vida, mas Ele está agindo, e isso exigirá de você não apenas fé e confiança, mas acima de tudo descanso nEle.

JESUS E O PLURALISMO RELIGIOSO

JESUS E O PLURALISMO RELIGIOSO

Baseado nos princípios claros do Novo Testamento, Jesus é o único caminho para Deus. 

O pluralismo religioso é a crença de que toda religião é verdadeira. Cada uma proporciona um encontro genuíno com o Supremo; uma pode ser melhor que a outra, mas todas são adequadas.

O pluralismo se adequa numa postura relativista e inclusivista que afirma que não há critérios pelos quais se possa saber qual religião é verdadeira ou melhor. Não há verdade objetiva na religião, e cada religião é verdadeira para quem acredita nela, e uma religião é explicitamente verdadeira, enquanto todas as outras são implicitamente verdadeiras.

O pluralismo religioso aplica-se na vida das pessoas de forma consciente ou inconsciente. O Dr. Roberto Simões, num artigo denominado “Os problemas do pluralismo religioso”, de 13 de abril de 2016, faz a seguinte citação: “As pesquisas de opinião mostram que as visões pluralistas de religião desfrutam de grande apoio hoje em dia…” Num recente levantamento, por exemplo, 62% dos adultos americanos concordaram com a afirmação: “Não importa que fé religiosa você segue, porque todas ensinam lições semelhantes de vida.”

Na contramão do pluralismo religioso, Jesus afirma categoricamente em João 14.6: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”

Essa verdade incendiou o coração de seus discípulos. O apóstolo Pedro dominado por essa verdade foi enfático ao argumentar com a liderança judaica, dizendo em Atos 4.11,12: “Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.”  

Paulo aprofunda ainda mais essa verdade ao ensinar em Filipenses 2.9-11: “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.”

É preciso respeitar a variedade e a liberdade religiosa. Contudo, respeitar não significa concordar. Baseado nos princípios claros do Novo Testamento, Jesus é o único caminho para Deus. 

Não existe outro nome nessa terra que um ser humano possa confiar para ser salvo, senão por Jesus. Somente Jesus recebe de Deus nome mais glorioso e poderoso, de forma que todos os joelhos se dobrarão e confessarão que Ele é Senhor.

Por isso, importa e muito em quem você está colocando sua fé, porque se ela não estiver em Cristo, você está perdido e desorientado espiritualmente.

A fé verdadeira não é uma colcha de retalhos. A fé verdadeira tem um nome, Jesus; tem uma direção, Jesus; tem uma verdade, Jesus; tem uma razão para essa vida e para a eternidade, Jesus. Sem ele, “…ninguém vem ao Pai”.

O DESASTRE DA RIQUEZA

O DESASTRE DA RIQUEZA

Salomão afirmou em Provérbios 23.4,5: “Não esgote suas forças tentando ficar rico; não apliques nisso a tua inteligência. Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus.”

Deus criou os bens para que todos fossem atendidos. Acumular riquezas é de alguma forma a usurpação de uma quantidade maior desses bens em detrimento dos que nada ou pouco conseguem.

Por causa da natureza temporal da riqueza é que Deus condena tentar se tornar rico e colocar todas as forças da vida nessa finalidade. Salomão ensina no versículo 5: “Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus.”

A riqueza procurada e acumulada sempre produz problemas na vida: ladrões sempre a estão procurando; pessoas se aproximam para desfrutá-la; o governo à sobretaxa, etc. Salomão ainda afirma em Eclesiastes 5.10: “ Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda; também isto é vaidade.” Assim, correr atrás da riqueza é vaidade e aflição de espírito!
Paulo também afirmou em 1 Timóteo 6.9,10: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação e cilada, e em muitos desejos descontrolados e nocivos, os quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos”.

O problema não é o dinheiro, mas o “amor ao dinheiro”. Quando há cobiça, o “amor ao dinheiro”, torna-se objetivo de vida, o preço é alto. Os relacionamentos começam a ser afetados, especialmente em casa, com a esposa e filhos; as prioridades da vida são distorcidas, e o relacionamento com Deus e com princípios espirituais são deixados em segundo plano.

O princípio bíblico para evitar o desastre da busca pela riqueza é simples: abandone a própria sabedoria! Pare de crer que todos os problemas de sua vida serão resolvidos quando você tiver mais e ser mais. Creia no que Deus diz. Sua palavra é clara em afirmar que o “amor ao dinheiro” destrói sua vida, seus relacionamentos e sua caminhada espiritual. Jesus diz em Mateus 6.24: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.”

Faça de Cristo o centro de sua vida, viva de forma simples, seja sábio e comprometido com Deus a partir dos recursos que Ele lhe dá, e acima de tudo, incorpore em seu viver os princípios de Hebreus 13.5,6, que diz: “Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?”

POSICIONE-SE

POSICIONE-SE

Paulo afirmou em 1 Coríntios 13.6: “O amor …não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.” 

Corinto era uma cidade conhecida naqueles tempos por ser um lugar mal para se viver por causa de todo tipo de pecado e em especial a imoralidade sexual desenfreada. Os primeiros cristãos daquela cidade tiveram dias difíceis. Para centrá-los em Cristo, Paulo os ensinou que o amor não tem prazer naquilo que é desagradável aos olhos de Deus; o amor não se “alegra na injustiça, mas regozija-se na verdade.” O amor deve concentrar sua alegria plena naquilo que é verdadeiro, justo e honesto; naquilo que agrada a Deus. 

Para quem decidiu seguir a Jesus, o pecado deve ser abandonado de vez e a nova vida em Cristo deve ser absorvida pela santidade e seriedade no viver. A razão explícita dessa postura é explicada no Salmo 5.4, que diz: “Pois tu não és Deus que se agrade com a iniquidade, e contigo não subsiste o mal.” Os que são de Deus amam o que Ele ama e odeiam o que Ele odeia. 

Vivemos tempos de grande relativismo moral e espiritual. Nossa sociedade está espiritualmente corrupta, onde o padrão normal é se alegrar com tudo o que é mal e injusto aos olhos de Deus. Nossa sociedade não só perdeu a visão do certo e do errado, do justo e do injusto, como também tem perdido a visão de Deus e se alegrado no pecado, no errado e no injusto. E diante dessa realidade, paira sobre nós – sobre nossa sociedade – a voz solene de Deus em Isaías 5.20: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem das trevas luz e da luz, trevas; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” 

Nesses dias onde a moral está em um baixíssimo nível, o pecado é aplaudido e reverenciado, a espiritualidade é desprezada e as verdades de Deus são ridicularizadas, sim, nesses dias difíceis é preciso se posicionar; é preciso dizer quem você é e no que crê. É preciso vivenciar convictamente os princípios do Salmo 1.1,2, que diz: “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.”

Você nunca poderá amar a Deus, viver para Ele e servi-Lo, enquanto não se posicionar. Enquanto não viver para Ele de todo o seu coração; enquanto não tratar seriamente o pecado em sua vida; enquanto continuar amando o que Ele não ama e alegrando-se no que Ele não se alegra. 

Deus espera que você se posicione; Ele o quer ter como aliado diante de um mundo que se alegra com a injustiça e não se regozija com a verdade.