PREVINA-SE CONTRA OS FALSOS PROFETAS

PREVINA-SE CONTRA OS FALSOS PROFETAS

O escritor cristão do segundo século, Lucius C. F. Lactantius escreveu: “O primeiro ponto da sabedoria é discernir o falso; o segundo é saber o que é verdadeiro”.

Jesus alertou em Mateus 7.15: “Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores.” Segundo Jesus, os falsos profetas existem e estão presentes. Eles são caracterizados por ensinarem, pregarem e discursarem conceitos que não tem origem na Palavra de Deus. Eles relativizam a Palavra de Deus e se põem acima dela.

O apóstolo João escreveu em 1 João 4.5:  “Eles (os falsos profetas) procedem do mundo; por essa razão, falam da parte do mundo, e o mundo os ouve.” Segundo o apóstolo João, o falsos profetas tem sua origem no “mundo”; o conteúdo da mensagem deles enfoca o “mundo”, e por consequência o “mundo os ouve.” Se alguém pertence a Jesus, o mundo é um inimigo mortal. O mundo odeia os que são de Jesus e de forma alguma O ouve. Jesus avisou em João 15.19: “Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia.” Assim, os falsos profetas têm um auditório próprio, de gente que gosta e sente prazer em ouvir a verdade maquiada. Os falsos profetas normalmente deixam os ouvintes em posição confortável e nunca confrontam aqueles que aplaudem com seus próprios pecados.

A primeira maneira de se prevenir contra os falsos profetas e seus enganos é CONHECER A VERDADE. Para detectar uma imitação, estude a coisa verdadeira. É preciso estudar a Bíblia e julgar todo ensino de acordo com o que ela. Foi o mesmo Jesus quem disse em João 17.17: “Santifica-os na verdade, a Tua Palavra é a verdade.”
A segunda maneira de se prevenir contra os falsos profetas é fazer uma pergunta simples: O QUE ESSA PESSOA DIZ SOBRE JESUS CRISTO? Em 2 João 9, lemos: “Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho”. Em outras palavras, a pessoa de Jesus Cristo e a Sua obra redentora são de maior importância na Bíblia. Tome cuidado com qualquer um que nega que Jesus é Deus, que rejeita Sua humanidade, que desvaloriza Sua morte na cruz pelos pecados e que despreza ou desacredita em Sua ressurreição corporal. 1 João 2.22 diz: “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo?…”

A terceira maneira de se previnir contra os falsos profetas ANALISAR QUE “EVANGELHO” ELE ESTÁ ENSINANDO. O “EVANGELHO” é definido na Bíblia em 1 Coríntios 15.1-4 como as boas novas concernentes à morte, ao sepultamento e à ressurreição de Jesus Cristo. Por mais bonitas que soem as afirmações como “Deus te ama”,Deus quer que alimentemos os famintos” e “Deus quer que você tenha prosperidade”, essas NÃO são as mensagens completas do evangelho. Ninguém, nem mesmo um grande pregador, tem o direito de mudar a mensagem que Deus deu. A isso Paulo afirmou em Gálatas 1.9: “Se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja amaldiçoado.”

Assim, previna-se contra os falsos profetas.

 

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INTEGRIDADE NO FALAR

INTEGRIDADE NO FALAR

Jesus ensinou em Mateus 5.33-37: “Também ouvistes que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás rigorosamente para com o Senhor os teus juramentos. Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis; nem pelo céu, por ser o trono de Deus; nem pela terra, por ser estrado de seus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno.”

Juramentos estão em toda a Bíblia. A Bíblia não condena o juramento. A lei enfatizava o perigo do juramento falso e o dever de cumprir os votos feitos ao Senhor. Por exemplo em Êxodo 20.7 lemos: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão” Levítico 19.12 afirma: “Não jurareis falso pelo meu nome, pois profanaríeis o nome do vosso Deus”. Em Números 30.2 aprendemos: “Quando um homem fizer voto ao Senhor…não violará a sua palavra” E em Deuteronômio 23.21 Moisés exorta: “Quando fizeres algum voto ao Senhor teu Deus, não tardarás em cumpri-lo”

Na época de Jesus, o indivíduo jurava para afirmar a veracidade de suas palavras. O juramento era uma maldição que a pessoa se impunha se sua palavra não fosse verdadeira, ou se sua promessa não fosse cumprida.

Contudo, os fariseus pendiam a permissividade para fazer com que os mandamentos se tornassem mais fáceis de ser obedecidos. Eles afastavam a atenção das pessoas do voto propriamente dito e da necessidade de cumpri-lo. Eles estavam arrumando “um jeitinho” para desobedecer a Palavra de Deus.

“Jurar falsamente” para eles, apenas significava profanação, ou seja, o uso profano do nome divino, e não perjúrio, ou seja, empenhar a palavra desonestamente. Por isso, desenvolveram regras elaboradas para fazer votos.

Mas Jesus combate firmemente essa farsa. Ele lembra que Deus é parte de cada juramento. Se alguém jurar pelo céu, terra, Jerusalém, ou mesmo a sua cabeça, jura por Deus, e seu juramento deve ser honrado.

O Senhor Jesus exigiu que a palavra do homem seja tão digna de confiança que ninguém tenha que discutir o que ele queria dizer e interpretar o que foi dito. Todos saberiam o que ele quis dizer porque se trata de uma pessoa honesta, que fala a verdade.

Vivemos num período da história extremamente caracterizado pela mentira, falsidade e hipocrisia. A palavra do homem basicamente não vale nada. Ela está sempre sob suspeita. E as pessoas estão clamando e pedindo por gente íntegra, sincera e honesta. E os discípulos de Jesus devem ser pessoas íntegras, honestas e que amam, praticam e falem a verdade.

O ensino de Jesus é claro: quem fala a verdade não precisa fazer uso do juramento, porque seu “sim” é “sim”, e seu “não” é “não”. Jesus espera que todos seus seguidores sejam íntegros no falar.

VENCENDO AS TENTAÇÕES

VENCENDO AS TENTAÇÕES

O apóstolo Paulo escreveu em 1 Coríntios 10.13: “Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele mesmo providenciará um escape, para que o possam suportar.”

A tentação é algo real. Paulo diz que a vitória a tentação está sempre disponível. A tentação não é além da realidade humana, antes é algo “comum aos homens”, como diz o texto. As tentações não são experiências únicas em nossas vidas, elas já foram vividas por milhões de outras pessoas.

O termo “tentação” usado por Paulo  no texto grego é ‘peirasmós’, traduzida para a vulgata latina como ‘temptatio’ – palavras cujos sentidos, nas línguas antigas, evocam simplesmente as noções de ‘tentar, sondar, provar, tocar.’ Tentação é sempre uma prova, um teste. A resposta a tentação é que fará a diferença. Se a tentação for resistida no poder de Deus, ela se tornará um teste de fidelidade a Ele, senão for resistida, ela se tornará uma oportunidade ao pecado.

 O Senhor Jesus Cristo é de fato nosso supremo exemplo de resistência à tentação. Em Mateus 4.4,7,10, quando Ele foi tentado pelo diabo, sua resposta foi sempre a mesma: “Está escrito…está escrito…está escrito…” Em cada uma de suas tentações, Jesus respondeu a Satanás com a Palavra de Deus. E Ele saiu vitorioso. E Ele agora, estabelece o padrão, o modelo e o exemplo claro e simples para se vencer cada tentação: submissão e obediência plena e completa a Palavra de Deus. O Senhor Jesus apegou-se totalmente as verdades da Palavra de Deus.

Assim, o único sucesso divino para resistir a tentação é viver o padrão estabelecido por Jesus. É obvio que é preciso também ser radical com o pecado. Jesus disse em Mateus 5:29: “Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti…” “Arrancar o olho é uma medida drástica, e Jesus está ensinando que é necessário ser drástico com o pecado. Essa mesma verdade é ensinada também em Hebreus 12.1:“..Livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta,”

Como Senhor Jesus foi tentado e venceu todas as tentações, Ele agora está pronto a ajudar a todos aqueles que estão em tentações. Em Hebreus 4.15 lemos: “Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado”

Quando as tentações vierem, elas se tornam sempre uma resposta a fidelidade ou a infidelidade a Deus. Quando nossa fidelidade é testada temos sempre a própria fidelidade de Deus como nosso recurso.

Deus nos oferece formas para vencermos as tentações: a confiança em Sua Palavra, o foco em Jesus Cristo e a oração. E temos sempre que nos submeter a Deus para vencer as tentações.

Ed Cole afirmou: “A capacidade para você resistir à tentação é diretamente proporcional à sua submissão a Deus.” Por isso, para vencer as tentações, submeta-se a Deus.

 

A ALEGRIA COMPLETA

A ALEGRIA COMPLETA

Ser alegre e estar feliz é quase que uma obrigação social. Muitos estão pagando caro por uma pequena euforia. Desejam, buscam, anseiam e investem na alegria mesmo que seja momentânea. Ser alegre virou um produto de consumo.

O Senhor Jesus antes ir a cruz e pagar o preço pelo pecado, orou. Sua oração é descrita em João 17. É uma oração pequena, simples, mas profunda. Há muitos detalhes nessa oração. No versículo 13, Ele ora por algo que responde a todos aqueles que estão em busca da alegria. Ele diz: “Agora vou para ti, mas digo estas coisas enquanto ainda estou no mundo, para que eles tenham a plenitude da minha alegria.”

A oração de Jesus é um pedido ao Pai. Ele sabe que em pouco tempo estará de volta aos céus. Ele diz: “Agora vou para Ti…” Jesus voltará para a presença do Pai de onde veio. E Ele veio a esse mundo para cumprir uma missão bem definida: dar a sua vida para salvar os pecadores. Os que se voltam a Deus, arrependendo-se de seus pecados, recebem vida; vida plena, completa, repleta e feliz.

Segundo a Bíblia, o pecado é o distanciamento deliberado de Deus. O pecado é a tentativa fracassada de fazer com que a vida dê certo sem a os valores, os princípios e a própria vida de Deus. O pecado é desejar ser feliz do próprio jeito; é fabricar e construir a própria felicidade; é se auto suprir emocionalmente; é tentar se auto salvar dos reveses da vida. John Piper escreveu: “O pecado obtém seu poder por me persuadir a acreditar que serei mais feliz se eu segui-lo. O poder de toda tentação é a perspectiva de que o pecado me fará mais feliz.”

A alegria plena nunca será alcançada à parte de Jesus. E encontrar-se com Jesus não é o resultado de um aprimoramento religioso: mais estudo ou mais conhecimento dele; também não é um “frio na barriga”, ou o levantar a mão em culto publico “recebendo a Jesus”, ou ainda uma busca espiritual mística e transcendente. Também não é se esforçar mais. Encontrar-se com Jesus é a decisão de abandonar uma forma habitual e viciada de vida, que só leva em conta o “eu”, o “meu”, “o meu jeito”, a “minha forma”. Foi isso que Pedro fez em Lucas 5; foi isso que o filho pródigo fez em Lucas 15; foi isso que Zaqueu fez em Lucas 19. E ao fazer assim, entregar-se a Jesus, a alegria brota na vida como um resultado de um voltar-se para Deus e seguir os Seus caminhos.

Uma “noitada boa”, dinheiro, prazeres, oportunidades, festas, glamour, encontro sociais, comilanças, viagens etc, podem até providenciar momentos de alegria, mas nunca uma alegria permanente e duradoura. A alegria no sentido lato está num relacionamento pessoal e íntimo com Jesus.

Se alguém quiser obter de Jesus a alegria completa, a “…plenitude da minha alegria.”, como Ele mesmo diz, deverá abrir mão totalmente daquilo que hoje se chama de “minha alegria”. Você está disposto a isso?

O PERIGO DA AUTO INDULGÊNCIA

O PERIGO DA AUTO INDULGÊNCIA

Pessoas auto indulgentes são aquelas que tendem a desculpar seu próprios erros e defeitos. Elas são por demais complacentes, misericordiosas e perdoadoras de si mesmas; elas se toleram demais. Pessoas auto indulgentes é um perigo para elas mesmas.

Ninguém escolhe ser um fracasso. Ninguém diz: “Eu vou ser um viciado em drogas” ou “Eu quero terminar meu casamento” ou “Eu vou destruir a minha saúde” etc. O fracasso vem gradualmente. Ele começa com uma pequena coisa hoje, amanhã, essa semana, um mês, um ano, e anos, até que numa hora a pessoa acorda e diz: “O que aconteceu comigo?” “Por que estou vivendo assim?”

A Bíblia conta em Juízes 13-16, a história de um homem que fracassou. Seu nome é Sansão. Ele nasceu debaixo do voto de nazireado de Números 6.1-21. Esse voto indicava que a pessoa seria devotada a Deus todos os dias de sua vida. E o voto incluía: não comer uvas, nem beber vinho ou algo extraído da videira; nunca se contaminar com um morto e nunca cortar o cabelo. O nazireu era alguém separado por Deus e visto assim.

Mas o problema é que Sansão recusou levar a sério a si mesmo e a Deus. Ele em sua toda vida brincou com a tentação e o pecado. Basicamente ele dizia: “Até onde posso ir sem me queimar?”

Depois de viver a seu bel prazer, Sansão envolveu-se num perigoso e profundo relacionamento amoroso com Dalila (Juízes 16). Dalila, instigada por dinheiro, pediu que Sansão lhe contasse o segredo de sua grande força. Ao invés de Sansão fugir da tentação, ele jogou o jogo de Dalila. Ele não fez uma, mas quatro vezes, e a cada vez ele se comprometia, ele caia.

Assim, Dalila soube de seu segredo. E ao saber, o fez dormir em seu colo e chamou homens que cortaram suas sete tranças. E ao fazer, depois de já ter desobedecidos nos dois primeiros votos de nazireado, faltando lhe apenas cortar o cabelo, Sansão é acordado, e Dalila lhe diz em Juízes 16.20: “Sansão, os filisteus o estão atacando!”
Ele acordou do sono e pensou: “Sairei como antes e me livrarei”. Mas não sabia que o Senhor o tinha deixado.”

A trágica declaração do texto é que “…não sabia que o Senhor o tinha deixado.” Sansão se perdeu em sua história. Ele se afastou de Deus e Deus se afastou dele. Seu estilo auto indulgente de viver perpetuou o seu fracasso. Foi um processo gradual.

Olhando para Sansão aprendemos que precisamos nos manter fortes em nossos compromissos espirituais. Não podemos brincar com nossas convicções. E mais, não podemos justificar nossos erros. Devemos lembrar que nossa vida é forte enquanto nossos compromissos forem fortes.

Por isso, empenhe-se em seu compromisso com Deus, com sua família, com a igreja, com os valores, com seu chamado, e aí a sua força vem!

Sansão caiu porque foi auto indulgente. Não seja auto indulgente!

O QUE FAZER ENQUANTO ESPERA PELO SENHOR

O QUE FAZER ENQUANTO ESPERA PELO SENHOR

Se você está passando por alguns problemas, é importante saber que alguns deles não tem uma resposta imediata. É preciso aprender a esperar pelo Senhor. E esperar pelo Senhor não significa preguiça, inércia, indolência ou ir para cama abandonando qualquer esforço. Antes, significa que todas as supostas ações estarão entregues sob a direção de Deus, e nada será feito até que haja uma convicção plena de Seu comando. E isso só pode ser entendido por aqueles que se relacionam com Deus. Só esses entenderão não só o que fazer, mas o quando e como fazer.

Mas há algumas coisas que você pode fazer enquanto esperar pelo Senhor. A primeira delas é ORAR. Davi afirmou no Salmo 4.3: “Saibam que o Senhor escolheu o piedoso; o Senhor ouvirá quando eu o invocar.” Enquanto você espera uma resposta de Deus, continue orando. Quando o problema vier a sua mente, ore. A oração mantém você no foco certo: não no problema, mas em Deus. A oração chama Deus para o problema e acalma a sua alma.

A segunda coisa que você pode fazer enquanto espera pelo Senhor é DESCANSAR NELE. Quando os problemas chegam, a alma se agita. Davi diz para si mesmo no Salmo 62.5: “Descanse somente em Deus, ó minha; dele vem a minha esperança.” Suas lutas te levam ao cansaço emocional e você precisa prontamente quer descanso. O problema é que pode busca-lo em lugar errado e com pessoas erradas. Davi ensina que devemos descansar em Deus, e os que descansam nEle nunca se decepcionam.

A terceira coisa que você pode fazer enquanto espera pelo Senhor é CONTINUAR CRENDO. Lemos no Salmos 33.20-22: Nossa esperança está no Senhor; ele é o nosso auxílio e a nossa proteção. Nele se alegra o nosso coração, pois confiamos no seu santo nome…” Você pode se deixar consumir pelo problema e sua fé então pode ser totalmente destruída. Os problemas são excelentes testes da fé. Quando os problemas chegam você pode averiguar a robustez de sua fé. A fé nunca vê o tamanho do problema, mas o tamanho de Deus.

A quarta coisa que você pode fazer enquanto espera pelo Senhor é ESTAR COM PESSOAS. A sua tendência diante do problema é se esconder, fugir e não “ver gente”. Essa é uma decisão insensata que alimenta um estado depressivo. Você precisa estar com pessoas, e pessoas certas. Jesus, tendo pela frente o desafio de sua morte, chamou seus três próximos discípulos e disse-lhes: “… A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal. Fiquem aqui e vigiem comigo”. Jesus não nega sua dor e nem nega a necessidade de estar com pessoas. Assim, diante de seus problemas, e enquanto espera no Senhor, esteja com pessoas que lhe darão apoio, encorajamento e força espiritual. Não fuja de pessoas em sua dor.

E por fim, lembre-se sempre da promessa de Isaías 40.31: “Mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam.”

CONSAGRAÇÃO ESPIRITUAL

CONSAGRAÇÃO ESPIRITUAL

Os últimos dias tem sido difíceis. As propostas ao pecado e ao distanciamento de Deus são constantes. E para manter uma vida espiritual diferente, coerente, vibrante e abençoada é preciso uma consagração espiritual.

Consagração espiritual significa manter o foco em Deus; viver nEle e para Ele; tê-Lo como centro de tudo. Paulo nos adverte em Romanos 12.1: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” 

Segundo Paulo, a consagração espiritual começa quando se entende as “misericórdias de Deus.” Ser alvo da misericórdia de Deus inclui o entendimento básico e claro de que Ele não só trata, mas perdoa os pecados. Se alguém é perdoado de seus pecados, essa pessoa se torna voltada para Deus. E por estar perdoada, ela se torna grata e consagrada ao Senhor. Quem não entende o pecado segundo Deus, continua pecando e zombando dele, nunca pensará em arrependimento e santificação de vida. Os que entendem as “misericórdias de Deus” por terem seus pecados perdoados, vivem sempre motivados e gratos a Ele.

Consagração espiritual segundo Paulo também inclui “apresentar-se” a Deus.  Essa apresentação é voluntária; uma entrega livre. O que Deus espera de cada um de nós é uma apresentação voluntária e não imposta. Devemos nos consagrar a Deus porque queremos e desejamos isso; queremos fazer essa decisão de forma livre; do fundo do coração.

Consagração espiritual inclui também a apresentação do “corpo” a Deus. Por quê o corpo? Porque o corpo é a fonte e a sede do pecado. Quem peca, peca através dos membros do corpo. Quem fofoca, fofoca com a língua, quem rouba, rouba com a mão, quem cobiça, cobiça com os olhos. Assim, o corpo precisa ser consagrado. Paulo diz que a consagração espiritual envolve a entrega do corpo.

Consagração espiritual segundo Paulo inclui um “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”.  “Vivo” significa dedicação do corpo e da alma para Deus. Deve-se usar toda a energia da vida para o Senhor. “Santo” significa a vida reta e pura aos olhos de Deus. Uma vida sem hipocrisia, sem fingimento e sem pecado.  “Agradável a Deus…” significa “do jeito de Deus”, aceitável a Ele; aprovado por Ele. Fazer com que as ações e decisões agradem a Ele. É viver para Ele; tudo para Ele. Quem vive assim, segundo Paulo, pratica o “culto racional”, ou seja, adora a Deus de forma consciente, decidida, entendendo o que se faz e o porque precisa ser feito. Consagração espiritual  não é uma êxtase mística, frenética e fanática. Não! É o bom uso da razão.

Nesses dias difíceis, onde pecar está fácil, precisamos de consagração espiritual. Precisamos, mais do que nunca decidir amar, obedecer, servir, adorar, priorizar, buscar e centrar em Deus.

Por isso, decida por uma vida consagrada!