A ALEGRIA COMPLETA

A ALEGRIA COMPLETA

Ser alegre e estar feliz é quase que uma obrigação social. Muitos estão pagando caro por uma pequena euforia. Desejam, buscam, anseiam e investem na alegria mesmo que seja momentânea. Ser alegre virou um produto de consumo.

O Senhor Jesus antes ir a cruz e pagar o preço pelo pecado, orou. Sua oração é descrita em João 17. É uma oração pequena, simples, mas profunda. Há muitos detalhes nessa oração. No versículo 13, Ele ora por algo que responde a todos aqueles que estão em busca da alegria. Ele diz: “Agora vou para ti, mas digo estas coisas enquanto ainda estou no mundo, para que eles tenham a plenitude da minha alegria.”

A oração de Jesus é um pedido ao Pai. Ele sabe que em pouco tempo estará de volta aos céus. Ele diz: “Agora vou para Ti…” Jesus voltará para a presença do Pai de onde veio. E Ele veio a esse mundo para cumprir uma missão bem definida: dar a sua vida para salvar os pecadores. Os que se voltam a Deus, arrependendo-se de seus pecados, recebem vida; vida plena, completa, repleta e feliz.

Segundo a Bíblia, o pecado é o distanciamento deliberado de Deus. O pecado é a tentativa fracassada de fazer com que a vida dê certo sem a os valores, os princípios e a própria vida de Deus. O pecado é desejar ser feliz do próprio jeito; é fabricar e construir a própria felicidade; é se auto suprir emocionalmente; é tentar se auto salvar dos reveses da vida. John Piper escreveu: “O pecado obtém seu poder por me persuadir a acreditar que serei mais feliz se eu segui-lo. O poder de toda tentação é a perspectiva de que o pecado me fará mais feliz.”

A alegria plena nunca será alcançada à parte de Jesus. E encontrar-se com Jesus não é o resultado de um aprimoramento religioso: mais estudo ou mais conhecimento dele; também não é um “frio na barriga”, ou o levantar a mão em culto publico “recebendo a Jesus”, ou ainda uma busca espiritual mística e transcendente. Também não é se esforçar mais. Encontrar-se com Jesus é a decisão de abandonar uma forma habitual e viciada de vida, que só leva em conta o “eu”, o “meu”, “o meu jeito”, a “minha forma”. Foi isso que Pedro fez em Lucas 5; foi isso que o filho pródigo fez em Lucas 15; foi isso que Zaqueu fez em Lucas 19. E ao fazer assim, entregar-se a Jesus, a alegria brota na vida como um resultado de um voltar-se para Deus e seguir os Seus caminhos.

Uma “noitada boa”, dinheiro, prazeres, oportunidades, festas, glamour, encontro sociais, comilanças, viagens etc, podem até providenciar momentos de alegria, mas nunca uma alegria permanente e duradoura. A alegria no sentido lato está num relacionamento pessoal e íntimo com Jesus.

Se alguém quiser obter de Jesus a alegria completa, a “…plenitude da minha alegria.”, como Ele mesmo diz, deverá abrir mão totalmente daquilo que hoje se chama de “minha alegria”. Você está disposto a isso?