TRATANDO O ORGULHO

TRATANDO O ORGULHO

Quando o ator Gregory Peck havia feito seus primeiros filmes, foi a um restaurante exclusivo na área de Beverly Hills. Ele desejava uma mesa reservada. Mas lhe disseram que o restaurante estava cheio e não havia mesas. Seu amigo então lhe disse: “Por que não diz a eles quem você é?” Sua resposta foi clássica. Ele respondeu: “Se eu tenho que dizer quem sou, então eu não sou.”

 Não há dúvida de que em nossa cultura a imagem é tudo. Quase sempre as pessoas desejam ser vistas, cobiçadas e paparicadas. Facebook, Instagram e outras redes sociais estimulam e alimentam esse culto à imagem. Vivemos numa sociedade que está sempre se ostentando e se autopromovendo.

Mas aonde este tipo de ostentação e autopromoção tem levado as pessoas? A grande maioria delas vive uma vida hipócrita, falsa, estressada e com relacionamentos quebrados. Na verdade, ninguém pode se autopromover e desenvolver relacionamentos bons e verdadeiros ao mesmo tempo. O orgulho destrói a vida. Provérbios 29.23 diz: “O orgulhoso acaba sendo humilhado, mas quem é humilde será respeitado.”

Em 1 Coríntios 13.4 Paulo afirmou o seguinte: “O amor… não se orgulha…” O que Paulo quis dizer com essa frase é que as pessoas que amam não se gabam, não se auto exibe, não se autopromovem. Elas não se colocam em primeiro lugar e não se enaltecem.

Pessoas que amam se auto controlam. Elas, por exemplo, não falam de si mesmas de forma arrogante, presunçosa, orgulhosa ou soberba; elas se preocupam com que os outros não se sintam inferiores.

O orgulho na Bíblia quase sempre é alimentado pela falta de uma visão correta de Deus. Em Provérbios 8.13 lemos: “O temor do Senhor consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância…” Pessoas que não centram Deus em suas vidas sempre buscarão se autopromover. Diferente de Davi que por temer a Deus disse o seguinte a Ele nos Salmo 131.1: “Senhor, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim.”

A maioria das vezes você é incapaz de perceber como o orgulho destrói seu relacionamento com Deus e com as pessoas. Quando você acha que é alguma coisa ou que sabe tudo, nunca você estará pronto a aprender de Deus ou de outra pessoa.

Pessoas orgulhosas basicamente perdem a capacidade de ouvir quem está ao seu lado: seu cônjuge, seus filhos, seus pais, seu chefe, seus amigos e até seus próprios opositores. O seu orgulho destrói relacionamentos.

Lembre-se que o orgulho transformou um anjo em demônio (Satanás), mas a humildade fez Deus tornar-se homem (O Senhor Jesus), e hoje você decide com quem realmente você quer ser parecido.

Como qualquer outro pecado, o orgulho precisa ser tratado com seriedade. Se você humildemente confessar seu orgulho a Deus, Ele lhe perdoará e transformará sua vida.

Anúncios

AGINDO COM BONDADE

AGINDO COM BONDADE

Relacionamentos são edificados por meio de pessoas que decidem ser bondosas. Paulo afirmou em 1 Coríntios 13.4: “O amor… é benigno…”. “Benigno” no texto literalmente significa “ser gentil”; “ser bom”; “usar de bondade”.

A Bíblia nos ensina que devemos agir com bondade para com as pessoas, conhecendo-as ou não. Em Deuteronômio 24.17 somos exortados que devemos ser bons para com os imigrantes, os órfãos e as viúvas. O texto diz: “Não perverterás o direito do estrangeiro e do órfão; nem tomarás em penhor a roupa da viúva.” No Salmo 82.3 lemos: “Fazei justiça ao fraco e ao órfão, procedei retamente para com o aflito e o desamparado.” E mais, em Tiago 1.27 somos ensinados que “a religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.” E acima de tudo a “bondade” é uma característica do próprio Deus. O Salmo 17.6,7 afirma: “Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina-me os ouvidos e acode às minhas palavras. Mostra as maravilhas da tua bondade, ó Salvador dos que à tua destra buscam refúgio dos que se levantam contra eles.”

A verdade é que podemos saber excelentes textos bíblicos sobre a bondade e ainda assim mesmo não o sermos. Ser bom não é uma questão de saber, mas de viver.

Agir com bondade significa não ficar questionando o óbvio. Em Lucas 10.29 o doutor da lei, depois de ouvir sobre o ensino de Jesus sobre amar o próximo, para se justificar, perguntou para Ele o seguinte:
“Quem é o meu próximo?” Ele sabia quem era o seu próximo, mas sua pergunta era apenas para se justificar. Daí tiramos o princípio que não se pode ficar questionando o óbvio. Se você sabe que deve fazer algo de bom para alguém, faça-o! Há hoje e agora grandes oportunidades para demonstrar bondade para pessoas a seu redor.

Agir com bondade significa também uma ação prática. Bondade não é aparência demonstrada no rosto e nem uma atitude reflexiva ou meditativa. Não! Bondade é algo prático; é dar dinheiro para quem está precisando; é dar uma carona para quem está a pé; é emprestar um bem material que não se está usando para alguém que precisa; é usar uma capacidade manual para quem dela necessita, etc. Bondade tem que ser algo prático.

E por último, agir com bondade exige o desenvolvimento de um coração compassivo; um coração que sente a dor do outro e a necessidade do outro. Pessoas compassivas naturalmente são bondosas porque ao ver a necessidade são impelidas a fazer alguma coisa.

Portanto, lembre-se da ordem de Paulo em Efésios 4.32: “…sede uns para com os outros benignos…” pois fazendo assim seus relacionamentos serão melhores.

Aja com bondade!

VERDADEIRO ARREPENDIMENTO

VERDADEIRO ARREPENDIMENTO

Em Lucas 18.13 o publicano orou assim: “…Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador.” Nesse texto enxergamos o que é o arrependimento. O publicano foi tomado por uma verdadeira tristeza por causa de seu pecado cometido contra Deus e clamou a Ele por misericórdia. Ele fez isso porque desejava por uma completa mudança em sua vida.

O Breve Catecismo de Westminster faz a seguinte definição quanto ao arrependimento: “Arrependimento para a vida é uma graça salvadora pela qual o pecador, tendo um verdadeiro sentimento do seu pecado e percepção da misericórdia de Deus em Cristo, se enche de tristeza e de horror pelos seus pecados, abandona-os e volta para Deus, inteiramente resolvido a prestar-lhe nova obediência.”

O arrependimento em relação a salvação significa que a pessoa joga fora a tentativa de se aproximar de Deus na base dos méritos pessoais, e para de lidar com o pecado por si mesmo. Ele põe a sua fé única em Jesus Cristo, e busca o perdão de seus pecados nEle. Essa foi a atitude do publicano, e é o que Deus exige em Isaías 55.7, que diz: “Que o ímpio abandone seu caminho, e o homem mau, os seus pensamentos. Volte-se ele para o Senhor, que terá misericórdia dele; volte-se para o nosso Deus, pois ele perdoará de bom grado.”

Paulo ensina em 2 Coríntios 7.10 sobre o arrependimento ao dizer: “A tristeza segundo Deus produz um arrependimento que leva à salvação e não ao remorso, mas a tristeza segundo o mundo produz a morte.” Segundo Paulo, o arrependimento tem uma composição emocional: a tristeza, ou seja, a tristeza em relação ao pecado, não uma tristeza por não ter alcançado um certo padrão, ou por não ter guardado um mandamento, ou por não ter sido melhor, ou por ter falhado e decepcionado pessoas, mas antes e acima de tudo, uma tristeza diante de Deus, por ter desagradado e desonrado a Ele somente.

O arrependimento tem dois conceitos simples: primeiro, revela uma postura em relação ao pecado; segundo, revela uma postura diante de Deus em relação ao pecado. O arrependimento genuíno sempre vê o pecado com a ótica de Deus e suplica a Ele por perdão e libertação do fardo, do medo e do julgamento que o pecado produz.

O arrependimento não é simplesmente uma reforma ou “melhorada” no comportamento, mas antes e acima de tudo envolve uma profunda mudança no coração, que inevitavelmente resulta numa mudança na forma de falar, pensar, agir e reagir.

O arrependimento envolve o reconhecimento do pecado diante de Deus; envolve o reconhecimento da culpa do pecado; envolve uma profunda tristeza diante de Deus em relação ao pecado, porque ele fere o coração do Santo Deus; envolve como resultado final, uma decisão de se afastar do pecado com o fim de buscar o perdão e purificação dele diante de Deus.

O arrependimento sempre produzirá em você uma visão correta de como Deus vê o pecado. Isso lhe trará tristeza e uma disposição em mudar de vida para agradá-Lo. Isso não significa que você não pecará mais, antes que você decidiu não desculpar seus pecados, mas vê-lo como Deus o vê.

Há verdadeiro arrependimento hoje em sua vida?

SEJA PACIENTE!

SEJA PACIENTE!

Em Gênesis 25.24-27 lemos: “Cumpridos os dias para que desse à luz, eis que se achavam gêmeos no seu ventre. Saiu o primeiro, ruivo, todo revestido de pelo; por isso, lhe chamaram Esaú. Depois, nasceu o irmão; segurava com a mão o calcanhar de Esaú; por isso, lhe chamaram Jacó. Era Isaque de sessenta anos, quando Rebeca lhos deu à luz. Cresceram os meninos. Esaú saiu perito caçador, homem do campo; Jacó, porém, homem pacato, habitava em tendas.”

Nesse texto, a Bíblia apresenta uma pequena biografia da gestação e do nascimento de Esaú e Jacó. O interessante nessa narração é que mesmo sendo Esáu e Jacó gêmeos, eles eram extremamente diferentes na aparência física, personalidade e na forma como lidavam com a vida.

Como Esaú e Jacó, todos também somos diferentes uns dos outros. Somos todos diferentes em personalidade, desejos, capacidades e experiências de vida. E porque somos diferentes precisamos ser pacientes.

Boa parte de nossa impaciência nos relacionamentos advém de falsas pressuposições. Mal-entendidos envolvem sempre o uso de palavras, a forma de ver e de fazer as coisas. A mesma palavra pode ter um significado diferente para uma outra pessoa; pode-se ver uma mesma coisa com um ângulo diferente; há jeito diferente de fazer a mesma coisa. E tudo isso alimenta os problemas relacionais e gera impaciência.

Paulo afirmou em 1 Coríntios 13.4: “O amor é paciente…” Ao usar a palavra “paciente” para definir amor nos relacionamentos, Paulo quis dizer que aquele que ama está pronto a suportar ofensas, injúrias, aborrecimentos, infortúnios, descartando qualquer sombra de possibilidade de vingança ou punição. Enquanto em 1 Coríntios 13.4 Paulo define o amor como paciente, em 1 Tessalonicenses 5.14 ele ordena dizendo: “…Sejam pacientes para com todos.” Em ambos os textos, Paulo expõe que paciência não vem do nada, antes é um esforço; é algo espiritual que precisa de foco para se ter resultado.

Segundo a Bíblia, uma pessoa paciente colherá excelentes frutos na vida. Em Provérbios 14.29,30 temos o seguinte ensino: “ O longânimo (o paciente) é grande em entendimento, mas o de ânimo precipitado exalta a loucura. O ânimo sereno é a vida do corpo…”

Provérbios 16.32 ensina que o paciente fará parte de uma “elite” qualificada para lidar com relacionamentos. O texto diz: “Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade…melhor é o paciente do que o arrogante.”

Todos que se dizem seguidores de Jesus precisam demonstrar amor em seus relacionamentos através da paciência. Precisam parar de “jogar pesado” com os erros e estilos de vida das pessoas. Isso porque, todos os dias Deus em Sua graça demonstra grande dose de paciência para conosco, não nos tratando conforme os nossos erros.

Sua oração hoje deveria ser assim: “Deus, em vez de mudar aquelas pessoas que me irritam comece trabalhando nas minhas atitudes. Faça-me mais paciente”. 

QUAL SEU OBJETIVO DE VIDA?

QUAL SEU OBJETIVO DE VIDA?

Como você completaria essa frase? O meu objetivo para minha vida é________________.

Com certeza alguns diriam que seu verdadeiro objetivo na vida seria ganhar mais dinheiro, divertir‐se, manter‐se seguro, ser reconhecido, continuar os estudos, etc.

Paulo, em 1 Coríntios 12, após ter falado sobre o uso dos dons espirituais, ele termina com a seguinte frase no versículo 31: “…Passo agora a mostrar‐lhes um caminho ainda mais excelente.” E qual seria esse caminho mais excelente? Ele continua dizendo nos primeiros 3 versículos do capítulo 13 o seguinte: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas se não tiver amor, nada serei. Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas se não tiver amor, nada disso me valerá.” O mais excelente é a prática do amor.

Para Paulo, o verdadeiro objetivo da vida é AMAR. Amar é mais importante do que qualquer outra coisa nessa vida. Sem amor a vida não anda. E precisamos aprender isso.

Amar pessoas é o que faz a diferença. Segundo Paulo, precisamos aprender que amar é mais importante do que a busca por qualquer outra capacidade e habilidade na vida. Ele diz no versículo 1: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine…” Sem amor, tudo em sua vida é ineficaz e inadequado.

Amar também é mais importante do que conhecer. Paulo diz no versículo 2: “Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento… nada serei.” Sem amor sua vida fica incompleta.

Amar é mais importante do que crer. Paulo continua ensinando no versículo 2: “ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.” 

Sem amor o que cremos e insuficiente.
E por último, amar é mais importante do que dar ou se esforçar. Paulo diz no versículo 3: “Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas se não tiver amor, nada disso me valerá.” 
Sem amor tudo o que você der ou se esforça é insignificante.

Assim, que o amor seja o alvo de sua vida. Escolha amar e não odiar; escolha amar e não revidar; escolha amar e não exigir o amor. Amar é uma escolha.
Lembre‐se que sem amor o que você produz não tem valor, o que as pessoas recebem não tem valor e a própria vida não tem valor.

O objetivo da vida é amar.

O PERIGO DA INGENUIDADE

O PERIGO DA INGENUIDADE

 

Em Josué 9.14 lemos: “Os israelitas examinaram as provisões dos gibeonitas, mas não consultaram o Senhor.”
Quando Josué assumiu o comando dos filhos de Israel no lugar de Moisés, a nação já havia transposto vários obstáculos, como passado o Jordão a pé, derrotado Jericó com seus muros imponentes e subjugado os corajosos habitantes da cidade de Ai. Lendo os primeiros oito capítulos de Josué parece que nada poderia prosperar contra Israel. Mas o que as armas e as forças bélicas não fizeram, um astuto povo, chamado de gibeonitas, fez.
Em Josué 9.3-14 temos os detalhes dessa história. Os gibeonitas eram heveus; eles eram cananitas. Eles montaram uma delegação e vieram astutamente a Josué com jumentos carregados de coisas velhas. Os homens calçavam sandálias gastas e os alimentos que estavam com eles eram secos, esmigalhados e bolorentos. 
Com essa artimanha eles disseram a Josué que vieram de um lugar distante, que por tanto tempo para chegar, tudo se desgastou. E eles vieram para um acordo de paz com Israel porque ouviram das grandezas do Senhor no meio da nação. Após ouvir os gibeonitas, Josué e os líderes examinaram o que eles trouxeram e fizeram depois um acordo de paz com eles. 
Mas tristemente o texto afirma no versículo 14: “mas não consultaram o Senhor.” Depois do acordo, Josué e os líderes descobriram que eles eram cananeus e haviam mentido. Mas como Josué e os líderes haviam dado a palavra de paz a eles não puderam voltar atrás. Josué e os líderes foram muito ingênuos.
O erro de Josué e dos líderes nos mostra a principal lição: podemos nos precipitar decidindo algo por apenas achar que os fatos são convincentes demais.

Como os gibeonitas, tudo pode parecer muito claro e lógico, mas nem sempre o que aparentemente parece ser, muitas vezes é. Podemos estar sendo enganados por palavras lisonjeiras e bonitas; nosso orgulho pode ser inflamado por tais palavras; nossas emoções podem ser tocadas como nunca antes; o falso senso de segurança pode também nos enganar.
O erro principal de Josué e dos líderes nessa situação foi ter consultado a si mesmos e não ao Senhor. Josué, como líder, poderia ter dito aos gibeonitas: “Esperem aqui. Nós vamos ali orar e buscar ao Senhor sobre tudo o que vocês falaram. Ele nos revelará Sua vontade.” Uma simples e pequena decisão poderia ter mudado tudo.
Josué e os líderes foram ingênuos, mas você não precisa ser. Essa história está na Bíblia para lhe ensinar que você não precisa se precipitar numa decisão simplesmente porque os fatos parecem ser muito convincentes. Antes de decidir, busque ao Senhor.
Lembre-se que os gibeonitas ainda estão por aí, usando outros artifícios, porém com o mesmo propósito: enganar e ludibriar os ingênuos que não buscam saber a plena vontade de Deus para as pequenas e grandes decisões da vida. 

DEUS EM TUDO

DEUS EM TUDO

Temos a tendência de pensar que Deus apenas está disposto a responder orações complexas, difíceis e impossíveis. Achamos que não devemos incomodar a Deus com orações que afetam o nosso dia a dia. Ledo engano! Em Provérbios 3.6 somos ensinados a orar: “Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.”

Incrustado no meio das geneologias do livro de 1 Crônicas, temos a história de Jabez. Esse homem fez algo interessante, ele contou a Deus o que estava no seu coração. Ele expôs todos os seus desejos. Em 1 Crônicas 4.9,10 lemos: “Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz. Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Oh! Tomara que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido.”

Pouco se sabe sobre Jabez, exceto que ele era um descendente de Judá, um homem honrado e sua mãe chamou-lhe “Jabez” (que significa “triste” ou “que causa dor”) porque o seu parto tinha sido doloroso. Em sua oração, Jabez clama a Deus por proteção e bênção. Usando um jogo de palavras, Jabez, o “homem de dores”, pede a Deus para protegê-lo do sofrimento que o seu nome tanto lembrava.

A oração de Jabez contém um pedido urgente por quatro coisas: Em primeiro é a benção de Deus.

Jabez reconhece que o Deus de Israel é a fonte de toda bênção, e ele pede a Deus por Sua graça. Em segundo foi a expansão do território. Jabez ora pela vitória e prosperidade em todos os seus empreendimentos e que sua vida fosse marcada por progresso. Em terceiro a presença da mão de Deus. Em outras palavras, Jabez pede a orientação de Deus e que o Seu poder seja evidente em sua existência diária. E em quarto a proteção contra o mal. Jabez olha para Deus em confiança e coloca diante dEle tudo o que está em seu coração.

Assim, você também pode reconhecer a Deus em tudo. Como Jabez você pode orar se algo estiver entristendo o seu coração. Você também pode pedir a Deus por sua vida profissional, a cura de sua saúde, sua vida sentimental, seus negócios, seus estudos, por melhor capacidade, por oportunidades etc. Você é livre para colocar diante de Deus tudo, e tudo mesmo. O importante é que você aprenda a reconhecer a Deus em todos os seus caminhos.

O bonito da história de Jabez é que termina assim: “…E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido.” Isso é algo tremendo porque ensina que devemos pedir. Aqueles que tem o pedido certo, para a pessoa certa, terá a seu tempo a resposta certa.

Aprenda a colocar Deus em tudo. Como Jabez, não aceite nenhum estigma em sua vida. Jabez estava fadado pelo nome a viver na tristeza, mas ele orou por bençãos, e o Senhor o ouviu. Faça o mesmo!

Não permita que nada ou ninguém defina a sua vida. Você deve insistir com Deus em oração naquilo que é justo e que O glorifica.

Somente os que colocarem tudo diante de Deus serão realmente abençoados e íntimos com Ele. Que privilégio!