CALMA NA TRAGÉDIA

CALMA NA TRAGÉDIA

O salmista afirmou nos Salmos 131.2,3: “De fato, acalmei e tranqüilizei a minha alma. Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como essa criança. Ponha a sua esperança no Senhor, ó Israel, desde agora e para sempre!”

Diante das tragédias da vida somos fracos e incapacitados. Choca-nos a realidade de que somos tão vulneráveis e sem controle.

Quem, por exemplo, pode se livrar de um assalto quando se já está nas mãos dos assaltantes? Quem pode se livrar da doença quando essa já está no corpo? Quem pode livrar um querido da morte quando essa já o levou? Quem pode se livrar de um temporal quando esse já passou e deixou os desastres?

As tragédias da vida são consequências de um mundo caído e longe de Deus. O corpo, a natureza, a sociedade e os relacionamentos, sentem. E sem controle, deve haver uma saída; precisa haver uma saída. E há!

Diante da realidade da tragédia o salmista propõe duas saídas simples. Na primeira ele diz o seguinte: “De fato, acalmei e tranqüilizei a minha alma. Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como essa criança…”

O salmista  ensina que quando a tragédia chegar não podemos permitir que nossas emoções sejam controladas por ela. Diante da tragédia é preciso reduzir o estado de agitação para que se possa voltar a pensar com serenidade, prudência e bom senso, e assim tomar decisões sensatas. A idéia da criancinha amamentada e satisfeita no colo da mãe, transmite a ideia de calma, sossego e paz. O que revela que podemos e devemos aprender a nos controlar.

A segunda resposta é um passo além. Há coisas que podemos fazer, que é nossa responsabilidade no momento. Mas para não sermos dominados pela ansiedade; para não sermos consumidos por um futuro incerto, o salmista diz: ” Ponha a sua esperança no Senhor, ó Israel, desde agora e para sempre!” É preciso esperar no Senhor, hoje e sempre.

Ter Deus como esperança na tragédia significa crer que Ele pode mudar tudo; significa crer que a tragédia não tem a voz final; significa viver o amanhã pela fé e que o melhor ainda está por vir.

Com o salmista aprendemos que não podemos nos livrar das tragédias, mas também aprendemos que não podemos permitir que a vida fique travada porque inicialmente não conseguimos uma resposta rápida.

Como salmista também aprendemos que ainda que a vida seja dura, precisamos ser humildes o suficiente para reconhecer que não temos controle e somos limitados, e por isso urgentemente precisamos ir a Deus e pedir sua ajuda.

Se você está vivendo uma tragédia, acalme-se e espere em Deus. Creia que Ele pode usar sua tragédia para trazer um grande milagre. Não se permita amargar. Não jogue a culpa em outras pessoas. Não fique lambendo as dores. É inútil centrar em si. Deus consegue fazer o sol brilhar no meio de uma nuvem aberta na tempestade. E o cenário fica lindo!

Permita que suas tragédias tornem um palco para um pleno descanso em Deus e numa verdadeira oportunidade para mudanças e grandes milagres.

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