REAGINDO CORRETAMENTE

REAGINDO CORRETAMENTE

Os capítulos finais dos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João relatam as últimas horas de Jesus. Essas foram marcadas por grandes dores.

Depois de ser preso no Gêtsemani, Jesus passou por fortes e infundadas acusações, e por um julgamento injusto pelo Sinédrio que durou toda a madrugada. Ali, Ele manteve-se calado. E após questionado sobre sua deidade, Jesus afirmou ser o Filho de Deus e o Messias. E por essa afirmação Ele foi madrugada afora golpeado, cuspido e zombado.

Bem pela manhã, Jesus foi apresentado a Pilatos. Pilatos, mesmo não vendo injustiça nEle, mandou açoita-Lo. Os açoites romanos tinham como objetivo a pressão mental pelo deboche e a forte tortura física. Após os injustos açoites, Pilatos o entregou para ser crucificado.

E ao chegar ao Calvário, depois de ter carregado a própria cruz, Jesus foi deitado na cruz, onde o crucificaram seus pés e mãos com enormes pregos. Depois de ser crucificado, Ele foi levantado. E após levantado, Jesus ora dizendo as seguintes palavras em Lucas 23.34: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo…”

Por que Jesus, estando crucificado, ao invés de xingar, irar, dizer palavrões, blasfemar ou reclamar, ora pedindo para que o Pai perdoasse todos os seus inimigos? Por que Ele reagiu assim?

Jesus perdoa porque Ele decide que a atitude de suas algozes não definiria a forma como ele reagiria. Ao invés de retaliar, o que seria para muitos uma atitude “natural” e “normal”, Jesus decide perdoar.

E aqui é o ponto. Sua alegria, paz, tranquilidade, serenidade não pode ser dirigida pelos outros. É sempre você que escolhe como reagirá. Você é o único responsável por suas reações.

No livro: “Em Busca de Sentindo”, Viktor Frank, um psiquiatra judeu, foi levado para um dos campos de extermínio na Alemanha nazista. Toda a sua família e todos os seus amigos tinham sido assassinados numa câmera de gás. Ele diz que quando estava diante da Gestapo (a polícia secreta Alemã), eles tiraram sua roupa e o anel de casamento. Ele ficou inteiramente nu diante deles. Mas enquanto a Gestapo lhe tirava tudo, de repente ele percebeu que havia uma coisa que os nazista não puderam tirar-lhe: a forma como ele escolheria reagir aquela situação.

Você não pode controlar o que as outras pessoas fazem a você. Você também não pode controlar o que as outras pessoas falam de você. Mas você pode controlar muito bem como você reage a elas.

Um pouco de você é delineado por suas ações, mas o muito de você é percebido por suas reações. E se você deseja reagir como Jesus reagiu, você precisa dEle dentro de sua vida. Somente através dEle que você conseguirá reagir corretamente quando lhe fizerem o mal.

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FRUTIFICANDO

FRUTIFICANDO

Nos capítulos 13-16 do Evangelho de João, Jesus deu diversos ensinos antes de ir à cruz. E um deles está em João 15.4: “Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em mim.”

Jesus afirma que ninguém pode progredir espiritualmente, dando frutos espirituais sem estar ligado a Ele. “Permanecer” significa centrar em Jesus, viver para Ele, se inspirar nEle, devotar-se a Ele e agir por Ele. “Permanecer” é uma experiência espiritual que se desenvolve por ouvir, amar e viver Jesus. A isso chamamos de “vida cristã.”

Ninguém conseguirá espiritualmente viver de forma fecunda e produtiva a parte de Jesus. O que faz alguém ser produtivo aos olhos de Deus é estar ligado a Jesus como estilo de vida. E isso não por meio de religião, cultos, ritos, filosofias, programas, projetos, estudos, treinamentos etc.

Uma planta ou um ramo desconectado, não pode produzir fruto. Na verdade a desconexão de uma ramo a árvore, já produz morte. Estar sem Jesus é estar morto espiritualmente.

Agora, quais são os frutos visíveis quando se está “permanecendo” em Jesus?

Paulo nos aponta para eles em Gálatas 5.22,23: “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio…”

O que permanece em Jesus ama mais e está disposto a focar mais no outro do que em si. Ele mantém-se alegre independente das circunstâncias; vive debaixo de uma paz indizível ainda que tudo possa conspirar para o mal; demonstra gentileza, cuidado e paciência para com as pessoas, mesmo que estes lhe façam o mal; mantém-se fiel aos votos, promessas e compromissos, tantos para com Deus como para com as pessoas; suas palavras, jeito de ser e viver, cheio de serenidade e calma. E por último, mantém controle sobre seus impulsos, desejos e vontades.

A partir desse versículo, a conclusão básica é: se alguém está em Jesus e nEle permanece, a vida torna-se diferente: os relacionamentos tornam-se saudáveis e o mundo interior é ajustado.

Se você realmente quer uma vida produtiva e fecunda, é necessário, em primeiro lugar, ter um verdadeiro encontro pessoal com Jesus. E depois dessa experiência , manter-se dia após dia, momento após momento, ligado, centrado e focado nEle.

Todos podemos permanecer em Jesus e deixar que Sua vida seja a nossa. E quando assim o fizermos, daremos fruto. Frutos que glorificam a Deus; frutos que abençoam pessoas.

 

FÉ NA FRAQUEZA

FÉ NA FRAQUEZA

Em Juízes 16.28 lemos que Sansão orou ao Senhor: “Ó Soberano Senhor, lembra-te de mim! Ó Deus, eu te suplico, dá-me forças, mais uma vez…”

Os capítulos 13 a 16 de Juízes relatam a gloriosa história de Sansão. Ele havia sido juiz em Israel por vinte anos. Ele tinha sido usado de forma sobrenatural por Deus em diversas ocasiões. Mas Sansão brincou com o pecado por várias vezes, e num momento, o pecado o engoliu.

Sansão ao orar estava numa cena constrangedora. Ele era um espetáculo vergonhoso para os filisteus, os inimigos de Israel. Os filisteus estavam em milhares, num grande estádio, louvando a seus deuses por eles terem dado Sansão em suas mãos. Mas na verdade, Sansão estava ali por causa de seu pecado e insensatez. Ele não conseguiu dizer não a sedutora Dalila, que montou um meio para pegá-lo de surpresa, quando ele estava indefeso e impotente. Ao prendê-lo, seus inimigos furaram os seus olhos, os mesmos que o sempre o seduziram ao pecado. E no meio dessa tristeza, humilhado por seu pecado, Sansão ora a Deus.

Mas há algo interessante na Bíblia sobre Sansão. O capítulo 11 de Hebreus é chamado de a “galeria dos heróis da fé”. O autor do livro de Hebreus no versículo 32 cita a Sansão como um “herói da fé”. Ele diz: Que mais direi? Não tenho tempo para falar de Gideão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e os profetas.” Nos versículos 33 e 34 ele continua: “…os quais pela fé conquistaram reinos, praticaram a justiça, alcançaram o cumprimento de promessas, fecharam a boca de leões, apagaram o poder do fogo e escaparam do fio da espada; da fraqueza tiraram força, tornaram-se poderosos na batalha e puseram em fuga exércitos estrangeiros.” A descrição mais condizente com Sansão nesses relatos é que “da fraqueza tiraram força.”

Essa é a vida de Sansão. Sansão entra na “galeria dos heróis da fé”, não por causa de sua própria força, habilidade ou estratégia, e muito menos por seu pecado. Ele está lá, porque ele foi um exemplo de arrependimento de seus pecados. Ele reconheceu diante de Deus que não andou em Seus caminhos como deveria, e isso o tornou fraco. Sansão pediu a Deus por Sua misericórdia; pediu que Ele ainda lhe desse força para que cumprisse a missão que lhe fora dado mesmo antes dele nascer.

Sansão está na “galeria dos heróis da fé”, porque diante de sua fraqueza, ele tirou força. Sansão teve fé o suficiente para chegar a Deus e pedir por Seu perdão. E por fazer isso, Deus elogia sua fé.

Não importa se sua vida está bagunçada por causa de seus erros e pecados; tudo pode mudar em sua vida, se como Sansão, pela fé, você voltar para Deus. Independente de onde estiver e como estiver, Ele curará sua vida, transformará seu coração e perdoará os seus pecados.

Lembre-se que você pode escolher por fé ou por incredulidade, diante da fraqueza que você está vivendo.

PICADOS PELA INGRATIDÃO

PICADOS PELA INGRATIDÃO

A ingratidão é uma picada na alma. William Shakespeare escreveu: “Ter um filho ingrato é mais doloroso do que a mordida de uma serpente!” Lutero foi ainda mais enfático ao dizer: “Existem três cachorros perigosos: a ingratidão, a soberba e a inveja. Quando mordem deixam uma ferida profunda.”

Ingratidão é não reconhecer o bem recebido. A pessoa ingrata não valoriza o que recebe, ressente-se porque não recebe e acha que precisa continuar recebendo. Ela é egoísta! Ela age em prol dos seus próprios objetivos, pretensões e sonhos. E essa é uma postura social, profetizada na Bíblia, que tende somente a crescer. Paulo afirmou em 2 Timóteo 3.1,2: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos,…” Um sábio afirmou: “Existem três classes de ingratos: os que silenciam diante do favor; os que o cobram e os que se vingam.”

Devemos abandonar a ingratidão e desenvolver o hábito de sermos gratos. Em primeiro lugar devemos ser gratos a Deus. O Salmo 103.2 nos ensina: “Bendiga o Senhor a minha alma! Não esqueça nenhuma de suas bênçãos!” Deus espera que sejamos gratos. Quando Jesus curou dez leprosos, em Lucas 17.17,18, apenas um voltou. Então Jesus perguntou o seguinte: “Não foram purificados todos os dez”? Onde estão os outros nove? Não se achou nenhum que voltasse e desse louvor a Deus, a não ser este estrangeiro?”

Devemos também ser gratos as pessoas que nos fazem o bem. Paulo fez isso ao reconhecer o serviço amoroso que Priscila e Áquila lhe fizeram. Sobre eles, ele afirma em Romanos 16.4: “…os quais pela minha vida expuseram as suas cabeças; o que não só eu lhes agradeço, mas também todas as igrejas dos gentios.”

Conta uma lenda que um mestre e seu discípulo iam por uma estrada, quando, ao passar por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pela correnteza. O mestre, imediatamente, desceu até a margem do rio, entrou na água e pegou o aracnídeo, salvando-o, mas foi picado por ele. Por causa da dor, o mestre largou-o, deixando o escorpião cair novamente no rio. Então, mais uma vez, se jogou nas águas, salvou o escorpião e pela segunda vez foi picado por ele, o que fez com que o soltasse de novo, deixando-o cair nas águas do rio. Tentou uma terceira vez, mas agora com a ajuda de uma folhinha de árvore, conseguindo retirar o escorpião com sucesso e salvando-o definitivamente. Seu discípulo, que a tudo observava, aproximou-se do mestre e o recriminou: – “Mestre, o senhor deve estar muito doente! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda, picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão! Eu deixaria o ingrato se afogar.” Depois de escutá-lo, ainda se refazendo da dor, o paciente e amoroso mestre respondeu” “Amigo, a tarefa é ajudar. A minha, é ajudar. Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha.”

Seja grato a Deus! Seja grato as pessoas! Perdoe todos os ingratos! Abandone a ingratidão! Alexandre Herculano afirmou: “A ingratidão é o mais horrendo de todos os pecados.”

QUANDO INJUSTIÇADO

QUANDO INJUSTIÇADO

Ser injustiçado significa receber de alguém, algo imerecido. Significa que alguém lhe fez algo de errado ou lhe retribuiu com o mal sem você merecer. Ao dar amor, você recebeu ódio; ao dar fidelidade, você recebeu traição; ao dar carinho, você recebeu hostilidade; ao dar apoio, você recebeu desamparo. A lista é grande. Tudo isso é muito triste, e dói muito.

Em Lamentações 3.59, o profeta Jeremias viu-se injustiçado, e ao sentir-se assim ele ora, dizendo: “Viste, SENHOR, a injustiça que me fizeram; julga a minha causa.

O profeta ora a Deus. Ele ora a Deus porque ninguém melhor que o próprio Deus sabe muito bem o que é ser injustiçado. Após criar amorosamente o homem, dar-lhe bondosamente o jardim do Éden para seu suprimento, estabelecer cuidadosamente uma ordem para sua própria segurança e lhe preparar graciosamente sua esposa para não ficar sozinho, o homem traiu a Deus. Ele ouviu a voz de Satanás, e O abandonou. Assim, Deus sabe muito bem a dor da injustiça.

Um princípio bíblico é que sempre colhemos o que plantamos. Agora, receber o mal, não significa que plantamos necessariamente o mal. Muitos de nós sofremos pelo mal que outros plantaram. É preciso entender que desde que o pecado entrou no mundo, tornamos todos vítimas do mal e de toda injustiça.

A questão não é se vamos ser injustiçados, porque realmente vamos; a questão é como reagiremos, o que plantaremos depois de ter sido afetados pela injustiça.

Jesus nos ensinou a reagir diante do mal recebido da seguinte forma em Lucas 6.27-31: “Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica; dá a todo o que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda. Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles.”

Mas você pode perguntar: “diante das minhas injustiças, eu não consigo reagir dessa maneira como Jesus ensinou?” Mas acredite, ninguém consegue!

Para reagir corretamente a injustiça como Jesus ensina, é preciso ter a vida dEle na sua vida. Ninguém mais do que Ele soube o que é lidar com a injustiça. Ele sofreu pela traição de Judas, Ele sofreu pela negação de Pedro, Ele sofreu pelo abandono de todos os seus discípulos, Ele foi vítima da ingratidão da multidão  e do desafeto e ódio dos líderes de sua nação, que por fim, O crucificaram.

Para lidar com as injustiças você precisa de Jesus. Você precisa de Sua pessoa e de Seu poder dentro de você.  Somente Ele lhe capacitará a amar, a orar e a fazer bem ao inimigo. E mais, somente ele lhe libertará do ódio e do ressentimento profundo que as injustiças causaram em seu coração.

Não combata injustiça com mais injustiça. Entregue sua injustiça a Deus. Ele sabe muito bem como lidar com elas.

PARE DE LUTAR

PARE DE LUTAR

As provações chegam para todos. E quando os dias estão difíceis é preciso ancorar corretamente a vida. No Salmo 46.10 o próprio Deus encoraja: “Parem de lutar! Saibam que eu sou Deus!…”

O Salmo 46 é uma declaração de confiança em Deus. No versículo 1 Deus é apresentado como o refúgio, a força e o auxílio do seu povo quando os problemas chegam. O texto diz: “Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade.” E com base no que Deus é, o salmista diz que não tem nada a temer nessa vida. Os versículos 2,3 afirmam: “Por isso não temeremos, embora a terra trema e os montes afundem no coração do mar, embora estrondem as suas águas turbulentas e os montes sejam sacudidos pela sua fúria.”

No versículo 4 o salmista demonstra que a presença de Deus está na cidade e a chama de “…o Santo Lugar onde habita o Altíssimo.” E por isso ele afirma com confiança no versículo 5: “…Deus está lá! Não será abalada! Deus vem em seu auxílio desde o romper da manhã.” E se Deus se acha presente, Ele age contra o que pode causar problema. A tônica do versículo 6: “Nações se agitam, reinos se abalam; ele ergue a voz, e a terra se derrete.” 

 O salmista não vê em Deus uma pessoa distante da vida e de seus dilemas. Diante dos problemas ele afirma com segurança no versículo 7: “O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é a nossa torre segura.” E por viver na plena convicção de que Deus está presente na vida, o salmista faz um convite para que todos vejam Deus agindo. Ele diz nos versículos 8,9: “Venham! Vejam as obras do Senhor, seus feitos estarrecedores na terra. Ele dá fim às guerras até os confins da terra; quebra o arco e despedaça a lança, destrói os escudos com fogo.”

E após a declaração do poder e da presença de Deus, o próprio Deus fala no versículo 10: “Parem de lutar! Saibam que eu sou Deus! Serei exaltado entre as nações, serei exaltado na terra.” E o salmista conclui o Salmo exaltando a presença e o poder de Deus para com o seu povo. O versículo 11 diz: “O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é a nossa torre segura.” 

O que será determinante para você resistir com bravura os dias maus de sua vida, não será o quanto você mentaliza pensamentos positivos, ou quanto de terapia você faz, ou ainda o quanto de remédios você toma. O que fará a diferença é a sua visão de Deus.

Se você estiver crendo plenamente na pessoa, no poder e na presença de Deus, esteja certo de que Ele se manifestará também como seu refúgio, fortaleza e auxílio.

Quando Deus for tudo o que você tem, o que você confia, deseja e espera, aí sim, a sua vida entrará no eixo. E aí sim, você definitivamente vai parar de lutar.

PLANTANDO E COLHENDO

PLANTANDO E COLHENDO

O apóstolo Paulo ensinou um grande princípio em Gálatas 6.9-10: “E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé.

Um agricultor não colhe o que não planta e nem mantém insensatamente a expectativa de um fruto cuja a semente não corresponda ao fruto. Planta-se milho para colher milho, e não trigo. Bons resultados de uma colheita advém de boas escolhas da semente e da sabedoria em onde, quando, como e quanto plantar. Más decisões no plantio, mal resultado na colheita.

E na vida é a mesma coisa. Paulo nos ensina que “…não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos…enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos…” Na vida não podemos colher o que não plantamos e sempre colhemos o que plantamos.

Pessoas que plantam generosidade na vida de outros com o seu tempo, recursos, habilidades e oportunidades, receberão generosidade. Os que plantam amor, serão amados. Os que plantam misericórdia e compaixão, receberão tudo isso em suas vidas. Em contra partida, os que plantam qualquer tipo de mal receberão o que plantam. Essa é uma lei natural, espiritual e sócio relacional.

É também muito perigoso para a vida quando alguém diz: “Vou agir da maneira que quero, do jeito que quero, ninguém pode me impedir e não estou nem aí para o que pode me acontecer.” Isso é um erro! A vida cobra a forma como se vive.

Tome muito cuidado com o que diariamente você está plantando. Lembre-se que suas escolhas e seus hábitos tem consequências boas ou ruins, dependendo de que como você está decidindo sua vida. Você colhe o que planta.

Podemos colher as consequências de ações insensatas. Salomão fez um severa observação em Provérbios 1:29-32: Visto que desprezaram o conhecimento e recusaram o temor do Senhor, não quiseram aceitar o meu conselho e fizeram pouco caso da minha advertência, comerão do fruto da sua conduta e se fartarão de suas próprias maquinações. Pois a inconstância dos inexperientes os matará, e a falsa segurança dos tolos os destruirá.”

Aconselho a você ler as biografias da Bíblia, o livro de Provérbios e de Eclesiastes e acima de tudo os Evangelhos, onde se encontra a vida, as obras e os ensinos de Jesus. Nesses conteúdos bíblicos você aprenderá com a sabedoria de Deus que a vida é realmente de plantio e colheita.

Certas, reflexivas e poderosas são as palavras de Deus em Gálatas 6.7: “Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá.” Alguém sabiamente disse: “Deus é bom que nos deixa plantar o que quisermos. E Ele é justo, que nos deixa colher o que plantamos.”