UM CORRETO CONCEITO DE DEUS

UM CORRETO CONCEITO DE DEUS

O filósofo Friedrich Nietzsche disse sem rodeios que a fé equivale a não querer conhecer a verdade. O famoso psiquiatra Sigmund Freud afirmou que uma pessoa que acredita em um Deus Criador é delirante e agarra-se a essas crenças devido a um fator chamado “desejo de realização”. Karl Marx disse também que alguém que acredita em Deus deve ter um distúrbio mental que invalidou sua capacidade de pensar. É assim que esses nomes da história pensam.

A Bíblia, por exemplo, não defende a existência de Deus. A Bíblia AFIRMA  a existência de Deus. Em Gênesis 1.1 lemos: “No princípio criou Deus os céus e a terra.” Deus não se preocupa com o fato de pessoas crerem ou não em Sua existência.  A essa atitude de descrença, a Bíblia AFIRMA o seguinte no Salmo 14.1: “Diz o insensato no seu coração: não há Deus…”

Ao falar sobre Deus, Jesus ora a Ele afirmando o seguinte em Mateus 11.25: “…Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da terra…” Jesus não só reconhecia a realidade de Deus, a quem Ele chamou de “Pai”, como O identificou como o Criador dos céus e da terra. No versículo 27 Jesus vai além ao dizer: ” …Ninguém conhece o Filho a não ser o Pai, e ninguém conhece o Pai a não ser o Filho e aqueles a quem o Filho o quiser revelar.” A clareza nas palavras de Jesus informa-nos que nada se pode conhecer de Deus senão for por meio dEle próprio.

O apóstolo João também não gasta seu tempo explicando a existência de Deus, apenas AFIRMA categoricamente em 1 João 1.5: “Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma.” No conceito de João, Deus é “luz” porque Ele é a verdade; sua mensagem não é falsa e não concorda e nem se adapta a nenhum conceito ateísta, agnóstico ou filosófico sobre Ele.

Gilberto Theiss escreveu o seguinte: “Esse Deus que foi expulso por Karl Marx do céu, retirado do inconsciente por Freud, banido da ciência por Darwin, assassinado por Nietzsche, transformado em delírio por Richard Dawkins, secularizado e relativizado por cristãos pós-modernos, em breve virá gloriosamente sobre as nuvens dos céus para espanto, terror e decepção dos incrédulos.”

Seu conceito de Deus afeta e muito a forma como você pensa, sente e age. Por isso, reorganize sua visão de Deus e sua vida entrará no eixo e no equilíbrio que tanto deseja.

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UMA VIDA PARA DEUS

UMA VIDA PARA DEUS

A nossa alma tem necessidade, carência e ânsia de Deus. No Salmos 63.8 o salmista declarou o seguinte: “A minha alma apega-se a Ti…” John Piper afirmou: “Somos alegria para Deus quando Ele é nosso tesouro.”

A maior necessidade da nossa vida não é ter algo de Deus, mas ter o próprio Deus. Riquezas, glórias e alegrias desse mundo, ausente de Deus, nada valem. Agostinho disse: “As riquezas terrenas estão cheias de pobreza.” E no Salmos 16.11 o salmista diz o seguinte: “Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita.”

 Nossa vida é para Deus. É nEle que a vida encontra razão e a alma encontra descanso. Deus é a fonte de tudo o que procuramos. No Salmo 4.7 o salmista nos relembra: “Encheste o meu coração de alegria, alegria maior do que a daqueles que têm fartura de trigo e de vinho.”

O que urgentemente todos precisamos é mais de Deus: mais de Sua presença; mais de Seus ensinos; mais foco nEle e para Ele. Precisamos de mais alegria em Deus. Precisamos orar, pedir e suplicar a Ele por isso. Precisamos do mesmo sentimento do salmista no Salmos 68.3: “Alegrem-se, porém, os justos! Exultem diante de Deus! Regozijem-se com grande alegria!”

Em João 4.31, os discípulos foram comprar comida e disseram a Jesus: “..Mestre, come alguma coisa”. Mas o Senhor Jesus estava centrado em outras coisas e respondeu no versículo 32: “..Tenho algo para comer que vocês não conhecem”. No versículo 33 os discípulos com a mente voltada para a comida física e o bem estar do Mestre, disseram entre si: “…Será que alguém lhe trouxe comida?” Então no versículo 34 Jesus revela a simples profundidade de seu foco e diz: “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e concluir a sua obra.” E é desse sentimento de Jesus que todos precisamos : uma vida para Deus; um senso de centrar nEle como o fim último da vida; fazer Sua vontade, cumprir seus desejos e amá-Lo profundamente.

Há uma vida mais abundante do que a vida que chamamos de vida. Há uma vida além da vida rotineira. Salomão fez uma observação triste em Eclesiastes 4.7,8: “Descobri ainda outra situação absurda debaixo do sol: Havia um homem totalmente solitário; não tinha filho nem irmão. Trabalhava sem parar! Contudo, os seus olhos não se satisfaziam com a sua riqueza. Ele sequer perguntava: “Para quem estou trabalhando tanto, e por que razão deixo de me divertir? ” Isso também é absurdo. É um trabalho muito ingrato!” Assim, Salomão concluiu o seu livro em Eclesiastes 12.13 dizendo o seguinte: “Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e guarde os seus mandamentos, pois isso é o essencial para o homem.”

Assim, certas e sábias são as palavras de John Piper: “Lembre-se, você tem apenas uma vida e foi feito para Deus. Não a desperdice.”

A PAZ DE DEUS

Em Romanos 15.33 Paulo termina a carta dizendo o seguite: “ O Deus da paz seja com todos vocês…” E em 2 Tessalonicenses 3.16, Paulo também finaliza seus escritos dizendo: “O próprio Senhor da paz lhes dê a paz em todo o tempo e de todas as formas.”

Essas são palavras de ânimo e incentivo. Elas são lembretes poderosos porque apresentam que Deus é real, vivo e dono da paz. Essas palavras quando recebidas com convicção transforma as vidas diante de qualquer preocupação ou ansiedade.

“Paz” comumente é definida como um sentimento de calma, contentamento, felicidade e tranquilidade. É um bem-estar que sentimos quando tudo está caminhando do jeito que realmente desejamos. Mas na verdade essa definição é incompleta.Todos esses sentimentos podem ser produzidos por um medicamento, pela uso da bebida, por uma viagem, por um bom descanso, por receber uma “bolada boa” de dinheiro e etc. Tudo isso é uma paz temporária.

A “Paz de Deus” não tem nada haver com gente, circunstância e sentimento. Uma paz alicerçada nessas condições com certeza será totalmente destruída quando o fracasso, a dúvida, a dificuldade, o medo, a culpa, a vergonha, a angústia, a perda, a preocupação, o maltrato, a incerteza, a crise, as ameaças e qualquer ansiedade chegar.

A “Paz de Deus” é diferente de tudo isso. Ela nunca está entregue as ondas de incertezas da vida. A “Paz de Deus” é algo espiritual; é uma atitude de coração e mente; ela é consequência direta da confiança no Deus soberano que está no controle de tudo e de todos.

A “Paz de Deus” é um resultado da “Paz com Deus”. Ela é a certeza de que os pecados foram perdoados, que há um livre acesso a Ele, que há uma plena confiança de um relacionamento paternal com o Senhor. Essa “paz” crê que o destino final é o céu e que a vida é para ser vivida nos propósito dEle; cheia significado para Ele e com Ele.

Quem vive a “Paz de Deus” entende que essa paz é uma qualidade da vida do próprio Deus. O Senhor nunca está cansado, preocupado, ansioso, ou estressado com nada. Deus nunca duvida, teme ou está confuso. Ele está sempre calmo e contente. E por que Ele vive assim? Porque Ele está no comando de tudo e faz todas as coisas de forma perfeita, no seu tempo e dentro de Sua vontade soberana. Não há ameaças à sua onipotência; não há pecado possível que possa manchar sua santidade; não há arrependimento em Sua mente. O Senhor desfruta sempre de perfeita harmonia dentro de si mesmo. Por isso que Ele é o “Deus da Paz”.

Assim, a paz perfeita que Ele tem nunca falta a Ele, e Ele a dá a todos aqueles que se achegam sinceramente a Ele. Quem já tem a “Paz com Deus” pode desfrutar da “Paz de Deus” independente de pessoas, circunstâncias e sentimentos.

Você já tem a “Paz com Deus” e a “Paz de Deus”?

ESPECIAL DE PÁSCOA – POR QUE JESUS MORREU NA CRUZ?

ESPECIAL DE PÁSCOA

POR QUE JESUS MORREU NA CRUZ?

Por que Jesus morreu na cruz? Por que Ele se entregou? Qual é o significado de sua morte? Quais as implicações de sua morte na minha vida? Essas são perguntas cruciais.

Paulo fez a seguinte afirmação em Romanos 5.6: Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, MORREU a seu tempo pelos ímpios.”

Para entender o significado da morte de Jesus na cruz, também conhecida como A EXPIAÇÃO, precisamos entender o caráter de Deus, a criação de Deus e o pecado humano.

Quanto ao caráter de Deus, Ele é bom. Tudo o que Ele faz é bom. Ele fez tudo bom e o “top” de sua criação é o ser humano. Ele o fez segundo “à sua imagem”. Ele estabeleceu um relacionamento com ele na base da obediência (Gênesis 2.15-17). Mas o homem resolveu não obedecer a Deus e pecou contra Ele (Gênesis 3). E ao fazer isso ele assumiu assim as consequências de seu pecado no dia a dia e na eternidade.

Por causa de nossos primeiros pais, Adão e Eva”, todos nos tornamos pecadores. Romanos 3.23 diz: “Que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” E porque somos pecadores, escolhemos sempre pelo pecado. Como resultado do pecado todos estamos separados de Deus e caminhamos para a morte e condenação eterna, é o que diz Romanos 6.23: “…pois o salário do pecado é a morte.”

O pecado está impregnado na natureza humana. Ninguém pode se livrar dele. Mas por sua graça e misericórdia, Deus trouxe a solução. Ele enviou ao mundo Seu Filho Jesus. Ele é a única pessoa que viveu nesse mundo sem pecado.

O que Jesus veio fazer nesse mundo? JESUS VEIO AO MUNDO PARA TRAZER-NOS DE VOLTA A DEUS, E ELE PROPICIOU ISSO MORRENDO NA CRUZ, PAGANDO O PREÇO DO PECADO QUE NOS SEPARA DE DEUS.

Jesus é Deus que tornou-se homem. Ele veio ao mundo e na cruz tornou-se o substituto dos pecadores. Na cruz Jesus pagou o preço de morte para que o homem voltasse a Deus. Ele, sem pecado, morre pelos pecadores. Ele fez a “grande troca”.

A morte de Jesus na cruz é a expressão máxima do grande amor de Deus ao mundo. Na cruz, Jesus recebe a ira de Deus, o silêncio de Deus e o abandono de Deus, para que todos aqueles que nEle crer possam ter o retorno a Deus, a plena comunicação com Deus e a intimidade com Deus.

Ele foi a cruz voluntariamente. Ele substitui o pecador. Ali Ele sofre a dor, a vergonha e o pavor com morte cruel, para disponibilizar aqueles que creem, o retorno a Deus Pai. Jesus fez o sacrifício final. Ele diz em João 19.30: “Está consumado”.

Assim, não há como você chegar a Deus por si só, por suas obras, por sua religião ou por seu esforço. Deus não aceita outra obra a não ser a de Seu filho Jesus na cruz.

Por isso, pare de tentar fazer algo, arrependa-se dos seus pecados e creia que Jesus morreu na cruz por você. É isso que transformará sua vida. E é só isso que salvará sua alma!

ESPECIAL DE PÁSCOA – QUEM É JESUS? – (2)

ESPECIAL DE PÁSCOA – QUEM É JESUS? – (2)

Quem é Jesus Cristo?

Diferentemente da pergunta “Deus existe?”, bem poucas pessoas perguntam se Jesus Cristo existiu ou não. Geralmente se aceita que Jesus foi de fato um homem que andou na terra, em Israel, há quase 2000 anos atrás.

O debate começa quando se analisa o assunto da completa identidade de Jesus. Quase todas as grandes religiões ensinam que Jesus foi um profeta, um bom mestre ou um homem piedoso. O problema é que a Bíblia nos diz que Jesus foi infinitamente mais do que um profeta, um bom mestre ou um homem piedoso.

Em Marcos 8.29 Jesus pergunta a seus discípulos: “..Mas vós, quem dizeis que eu sou? Respondendo, Pedro lhe disse: Tu és o Cristo…” A identidade de Jesus foi entendida claramente por seus discípulos por meio de uma revelação espiritual. Jesus é o MESSIAS, o SALVADOR. Ele não era uma pessoa comum.

Agora, como Jesus se via a si mesmo? Qual era a visão dEle sobre Ele? O apóstolo João teve o cuidado de escrever o testemunho que Jesus deu sobre si mesmo.

1 ) JESUS AFIRMOU SER DEUS

Jesus declarou em João 10.30: “Eu e o Pai somos Um.” Em João 14.9 Ele diz: “Quem me vê, vê ao Pai”

2) JESUS AFIRMOU SER O MESSIAS PROMETIDO DE ISRAEL

Em João 4.25, A mulher samaritana, no diálogo com Jesus, disse o seguinte: Eu sei…que há de vir o Messias, chamado Cristo; quando ele vier, nos anunciará todas as coisas.” E no versículo 26 Jesus afirma: “…Eu o sou, eu que falo contigo.”

3) JESUS AFIRMOU SER O MESTRE E SENHO

Em João 13.13 Jesus diz:   “Vós me chamais o Mestre e o Senhor e dizeis bem; porque eu o sou.”

4) JESUS AFIRMOU SER TUDO AQUILO QUE ESPIRITUALMENTE UMA PESSOA ESTÁ PROCURANDO

Jesus declarou em João 6.35: “…Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede.” Em João 6.51 Jesus afirma: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.”

5) JESUS AFIRMOU SER A RESPOSTA DAS PERGUNTAS MAIS PROFUNDAS DA ALMA

Em João 8.12 Jesus declara: “…Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.”

6) JESUS AFIRMOU QUE NINGUÉM CHEGARÁ A DEUS PAI SENÃO POR ELE

Em João 14.6 Jesus afirma: “…Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”

Ou Jesus era e é tudo o que afirmou e afirma ser, ou ele é um grande mentiroso. Ou você acredita ou rejeita naquilo que Ele disse sobre si mesmo. Mas a verdade é que sua resposta a Jesus tem grandes implicações eternas para sua alma.

 

ESPECIAL DE PÁSCOA – QUEM É JESUS? – (1)

ESPECIAL DE PÁSCOA – QUEM É JESUS? – (1)

O que disseram sobre JESUS?

Uma edição da “Enciclopédia Britânica” usa 20.000 palavras para descrever a pessoa e a biografia de Jesus. Essa descrição ocupa mais espaço que a biografia de Aristóteles, Cícero, Alexandre, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte.

O filosófo francês Jean Jacques Rousseau afirmou: “Conseguir inventar ou criar a história de uma vida como a de Jesus seria um milagre maior do que foi Sua existência real.”

 Jesus poderia ser somente uma de quatro coisas: uma lenda, um mentiroso, um lunático ou Senhor e Deus.

Há tantas evidências históricas e arqueológicas para apoiar a existência de Jesus que cada historiador com reputação concorda que Ele não foi uma lenda.

Se Jesus fosse um mentiroso, por que Ele iria morrer por Suas alegações quando Ele poderia simplesmente ter evitado morte tão cruel com a escolha de algumas poucas palavras?

E se Jesus fosse um lunático, como Ele se envolvia em debates tão inteligentes com seus opositores ou administrava a tensão de sua traição e crucificação, enquanto continuava a demonstrar um amor profundo por seus antagonistas?

Na verdade, o Jesus afirmou sobre si é a pura verdade. Ele afirmou que era Senhor e Deus. A evidência apóia a esta alegação.

Tão certo é essa verdade que o Evangelista Marcos afirma em Marcos 1.1: “…Jesus Cristo, Filho de Deus…”.

Em seu livro “Cristianismo Autêntico”, C.S.Lewis, um ex-ateu, fez a seguinte declaração: “Um homem que fosse um simples homem e dissesse o tipo de coisas que Jesus disse, não seria apenas um grande professor de moral…Ou ele era e é o Filho de Deus, ou é um louco ou algo pior. Você pode tê-lo por um tolo, ou você pode cair aos seus pés e chamá-lo Senhor e Deus. Mas não lhe é permitido vir com algum disparate sobre ele ser apenas um grande mestre. Ele não nos deixou esta opção.”

Se Jesus é o “Filho de Deus…”, se Jesus é Senhor e Deus…”, se Ele é o que diz ser, a opção é simplesmente crer ou rejeitá-Lo. Não se pode ficar “em cima do muro” ou neutro quanto a fé nEle.

 

O EVANGELHO PURO

O EVANGELHO PURO

A lente do cristianismo do século XXI nunca esteve tão desfocada do evangelho puro. O foco atual desse cristianismo tem sido um evangelho misturado e falsificado. Fala-se muito na “minha benção”, no “meu milagre” e a na “minha unção”. A ênfase dada por Jesus que deveria ser nas pessoas e nos outros, mudou-se para “eu”, “meu” e “nós”. O evangelho que deveria ser do “reino dos céus” assumiu a visão do “reino na terra”. Deseja-se hoje apenas um evangelho que cura, decreta e ordena a Deus que traz prosperidade física e material. Esse é um evangelho perigoso, falsificado e mentiroso, porque é um evangelho do “aqui” e do“agora”. Tudo muito, muito estranho aos ensinos do Senhor Jesus e de seus apóstolos no Novo Testamento.

Mas o que é o evangelho puro?

Ao anunciar a José o nascimento de Jesus em Mateus 1.21, o anjo disse o seguinte: “Ela (Maria) dará á luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” Em Mateus 4.17, ao iniciar seu ministério, as primeiras palavras de Jesus foram: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.”

Jesus veio ao mundo e revelou o problema do homem. E esse não é outro a não ser sua rebelião e independência de Deus; o seu pecado. Pecado é a doença da raça humana que afeta tudo e todos. E para o pecado apenas tem uma única solução: o arrependimento. O evangelho puro sempre expõe o perigo que a alma corre, suas conseqüências eternas e a solução única em Jesus.

Em Lucas 19.10, O Senhor Jesus deixou clara a finalidade de sua vinda ao mundo: “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o perdido”. Em João 10.10 Ele também diz: “..eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” E em João 12.45 Jesus reafirma: “Eu, que sou a luz, vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.”

Jesus tinha uma missão e a perseguia firmemente. Curas, libertações e outros milagres eram suas credenciais como o Messias prometido aos homens para que eles pudessem ver e enxergar o Todo-Poderoso Deus que veio ao mundo para fazer a maior e a grandiosa obra: salvar os homens de seus pecados e trazê-los de volta a Deus.

Esse era e é o evangelho puro. E esse evangelho puro precisa ser pregado e ensinado.