UM CORRETO CONCEITO DE DEUS

UM CORRETO CONCEITO DE DEUS

O filósofo Friedrich Nietzsche disse sem rodeios que a fé equivale a não querer conhecer a verdade. O famoso psiquiatra Sigmund Freud afirmou que uma pessoa que acredita em um Deus Criador é delirante e agarra-se a essas crenças devido a um fator chamado “desejo de realização”. Karl Marx disse também que alguém que acredita em Deus deve ter um distúrbio mental que invalidou sua capacidade de pensar. É assim que esses nomes da história pensam.

A Bíblia, por exemplo, não defende a existência de Deus. A Bíblia AFIRMA  a existência de Deus. Em Gênesis 1.1 lemos: “No princípio criou Deus os céus e a terra.” Deus não se preocupa com o fato de pessoas crerem ou não em Sua existência.  A essa atitude de descrença, a Bíblia AFIRMA o seguinte no Salmo 14.1: “Diz o insensato no seu coração: não há Deus…”

Ao falar sobre Deus, Jesus ora a Ele afirmando o seguinte em Mateus 11.25: “…Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da terra…” Jesus não só reconhecia a realidade de Deus, a quem Ele chamou de “Pai”, como O identificou como o Criador dos céus e da terra. No versículo 27 Jesus vai além ao dizer: ” …Ninguém conhece o Filho a não ser o Pai, e ninguém conhece o Pai a não ser o Filho e aqueles a quem o Filho o quiser revelar.” A clareza nas palavras de Jesus informa-nos que nada se pode conhecer de Deus senão for por meio dEle próprio.

O apóstolo João também não gasta seu tempo explicando a existência de Deus, apenas AFIRMA categoricamente em 1 João 1.5: “Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma.” No conceito de João, Deus é “luz” porque Ele é a verdade; sua mensagem não é falsa e não concorda e nem se adapta a nenhum conceito ateísta, agnóstico ou filosófico sobre Ele.

Gilberto Theiss escreveu o seguinte: “Esse Deus que foi expulso por Karl Marx do céu, retirado do inconsciente por Freud, banido da ciência por Darwin, assassinado por Nietzsche, transformado em delírio por Richard Dawkins, secularizado e relativizado por cristãos pós-modernos, em breve virá gloriosamente sobre as nuvens dos céus para espanto, terror e decepção dos incrédulos.”

Seu conceito de Deus afeta e muito a forma como você pensa, sente e age. Por isso, reorganize sua visão de Deus e sua vida entrará no eixo e no equilíbrio que tanto deseja.

UMA VIDA PARA DEUS

UMA VIDA PARA DEUS

A nossa alma tem necessidade, carência e ânsia de Deus. No Salmos 63.8 o salmista declarou o seguinte: “A minha alma apega-se a Ti…” John Piper afirmou: “Somos alegria para Deus quando Ele é nosso tesouro.”

A maior necessidade da nossa vida não é ter algo de Deus, mas ter o próprio Deus. Riquezas, glórias e alegrias desse mundo, ausente de Deus, nada valem. Agostinho disse: “As riquezas terrenas estão cheias de pobreza.” E no Salmos 16.11 o salmista diz o seguinte: “Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita.”

 Nossa vida é para Deus. É nEle que a vida encontra razão e a alma encontra descanso. Deus é a fonte de tudo o que procuramos. No Salmo 4.7 o salmista nos relembra: “Encheste o meu coração de alegria, alegria maior do que a daqueles que têm fartura de trigo e de vinho.”

O que urgentemente todos precisamos é mais de Deus: mais de Sua presença; mais de Seus ensinos; mais foco nEle e para Ele. Precisamos de mais alegria em Deus. Precisamos orar, pedir e suplicar a Ele por isso. Precisamos do mesmo sentimento do salmista no Salmos 68.3: “Alegrem-se, porém, os justos! Exultem diante de Deus! Regozijem-se com grande alegria!”

Em João 4.31, os discípulos foram comprar comida e disseram a Jesus: “..Mestre, come alguma coisa”. Mas o Senhor Jesus estava centrado em outras coisas e respondeu no versículo 32: “..Tenho algo para comer que vocês não conhecem”. No versículo 33 os discípulos com a mente voltada para a comida física e o bem estar do Mestre, disseram entre si: “…Será que alguém lhe trouxe comida?” Então no versículo 34 Jesus revela a simples profundidade de seu foco e diz: “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e concluir a sua obra.” E é desse sentimento de Jesus que todos precisamos : uma vida para Deus; um senso de centrar nEle como o fim último da vida; fazer Sua vontade, cumprir seus desejos e amá-Lo profundamente.

Há uma vida mais abundante do que a vida que chamamos de vida. Há uma vida além da vida rotineira. Salomão fez uma observação triste em Eclesiastes 4.7,8: “Descobri ainda outra situação absurda debaixo do sol: Havia um homem totalmente solitário; não tinha filho nem irmão. Trabalhava sem parar! Contudo, os seus olhos não se satisfaziam com a sua riqueza. Ele sequer perguntava: “Para quem estou trabalhando tanto, e por que razão deixo de me divertir? ” Isso também é absurdo. É um trabalho muito ingrato!” Assim, Salomão concluiu o seu livro em Eclesiastes 12.13 dizendo o seguinte: “Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e guarde os seus mandamentos, pois isso é o essencial para o homem.”

Assim, certas e sábias são as palavras de John Piper: “Lembre-se, você tem apenas uma vida e foi feito para Deus. Não a desperdice.”

A PAZ DE DEUS

Em Romanos 15.33 Paulo termina a carta dizendo o seguite: “ O Deus da paz seja com todos vocês…” E em 2 Tessalonicenses 3.16, Paulo também finaliza seus escritos dizendo: “O próprio Senhor da paz lhes dê a paz em todo o tempo e de todas as formas.”

Essas são palavras de ânimo e incentivo. Elas são lembretes poderosos porque apresentam que Deus é real, vivo e dono da paz. Essas palavras quando recebidas com convicção transforma as vidas diante de qualquer preocupação ou ansiedade.

“Paz” comumente é definida como um sentimento de calma, contentamento, felicidade e tranquilidade. É um bem-estar que sentimos quando tudo está caminhando do jeito que realmente desejamos. Mas na verdade essa definição é incompleta.Todos esses sentimentos podem ser produzidos por um medicamento, pela uso da bebida, por uma viagem, por um bom descanso, por receber uma “bolada boa” de dinheiro e etc. Tudo isso é uma paz temporária.

A “Paz de Deus” não tem nada haver com gente, circunstância e sentimento. Uma paz alicerçada nessas condições com certeza será totalmente destruída quando o fracasso, a dúvida, a dificuldade, o medo, a culpa, a vergonha, a angústia, a perda, a preocupação, o maltrato, a incerteza, a crise, as ameaças e qualquer ansiedade chegar.

A “Paz de Deus” é diferente de tudo isso. Ela nunca está entregue as ondas de incertezas da vida. A “Paz de Deus” é algo espiritual; é uma atitude de coração e mente; ela é consequência direta da confiança no Deus soberano que está no controle de tudo e de todos.

A “Paz de Deus” é um resultado da “Paz com Deus”. Ela é a certeza de que os pecados foram perdoados, que há um livre acesso a Ele, que há uma plena confiança de um relacionamento paternal com o Senhor. Essa “paz” crê que o destino final é o céu e que a vida é para ser vivida nos propósito dEle; cheia significado para Ele e com Ele.

Quem vive a “Paz de Deus” entende que essa paz é uma qualidade da vida do próprio Deus. O Senhor nunca está cansado, preocupado, ansioso, ou estressado com nada. Deus nunca duvida, teme ou está confuso. Ele está sempre calmo e contente. E por que Ele vive assim? Porque Ele está no comando de tudo e faz todas as coisas de forma perfeita, no seu tempo e dentro de Sua vontade soberana. Não há ameaças à sua onipotência; não há pecado possível que possa manchar sua santidade; não há arrependimento em Sua mente. O Senhor desfruta sempre de perfeita harmonia dentro de si mesmo. Por isso que Ele é o “Deus da Paz”.

Assim, a paz perfeita que Ele tem nunca falta a Ele, e Ele a dá a todos aqueles que se achegam sinceramente a Ele. Quem já tem a “Paz com Deus” pode desfrutar da “Paz de Deus” independente de pessoas, circunstâncias e sentimentos.

Você já tem a “Paz com Deus” e a “Paz de Deus”?

ESPECIAL DE PÁSCOA – QUEM É JESUS? – (2)

ESPECIAL DE PÁSCOA – QUEM É JESUS? – (2)

Quem é Jesus Cristo?

Diferentemente da pergunta “Deus existe?”, bem poucas pessoas perguntam se Jesus Cristo existiu ou não. Geralmente se aceita que Jesus foi de fato um homem que andou na terra, em Israel, há quase 2000 anos atrás.

O debate começa quando se analisa o assunto da completa identidade de Jesus. Quase todas as grandes religiões ensinam que Jesus foi um profeta, um bom mestre ou um homem piedoso. O problema é que a Bíblia nos diz que Jesus foi infinitamente mais do que um profeta, um bom mestre ou um homem piedoso.

Em Marcos 8.29 Jesus pergunta a seus discípulos: “..Mas vós, quem dizeis que eu sou? Respondendo, Pedro lhe disse: Tu és o Cristo…” A identidade de Jesus foi entendida claramente por seus discípulos por meio de uma revelação espiritual. Jesus é o MESSIAS, o SALVADOR. Ele não era uma pessoa comum.

Agora, como Jesus se via a si mesmo? Qual era a visão dEle sobre Ele? O apóstolo João teve o cuidado de escrever o testemunho que Jesus deu sobre si mesmo.

1 ) JESUS AFIRMOU SER DEUS

Jesus declarou em João 10.30: “Eu e o Pai somos Um.” Em João 14.9 Ele diz: “Quem me vê, vê ao Pai”

2) JESUS AFIRMOU SER O MESSIAS PROMETIDO DE ISRAEL

Em João 4.25, A mulher samaritana, no diálogo com Jesus, disse o seguinte: Eu sei…que há de vir o Messias, chamado Cristo; quando ele vier, nos anunciará todas as coisas.” E no versículo 26 Jesus afirma: “…Eu o sou, eu que falo contigo.”

3) JESUS AFIRMOU SER O MESTRE E SENHO

Em João 13.13 Jesus diz:   “Vós me chamais o Mestre e o Senhor e dizeis bem; porque eu o sou.”

4) JESUS AFIRMOU SER TUDO AQUILO QUE ESPIRITUALMENTE UMA PESSOA ESTÁ PROCURANDO

Jesus declarou em João 6.35: “…Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede.” Em João 6.51 Jesus afirma: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.”

5) JESUS AFIRMOU SER A RESPOSTA DAS PERGUNTAS MAIS PROFUNDAS DA ALMA

Em João 8.12 Jesus declara: “…Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.”

6) JESUS AFIRMOU QUE NINGUÉM CHEGARÁ A DEUS PAI SENÃO POR ELE

Em João 14.6 Jesus afirma: “…Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”

Ou Jesus era e é tudo o que afirmou e afirma ser, ou ele é um grande mentiroso. Ou você acredita ou rejeita naquilo que Ele disse sobre si mesmo. Mas a verdade é que sua resposta a Jesus tem grandes implicações eternas para sua alma.

 

ESPECIAL DE PÁSCOA – QUEM É JESUS? – (1)

ESPECIAL DE PÁSCOA – QUEM É JESUS? – (1)

O que disseram sobre JESUS?

Uma edição da “Enciclopédia Britânica” usa 20.000 palavras para descrever a pessoa e a biografia de Jesus. Essa descrição ocupa mais espaço que a biografia de Aristóteles, Cícero, Alexandre, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte.

O filosófo francês Jean Jacques Rousseau afirmou: “Conseguir inventar ou criar a história de uma vida como a de Jesus seria um milagre maior do que foi Sua existência real.”

 Jesus poderia ser somente uma de quatro coisas: uma lenda, um mentiroso, um lunático ou Senhor e Deus.

Há tantas evidências históricas e arqueológicas para apoiar a existência de Jesus que cada historiador com reputação concorda que Ele não foi uma lenda.

Se Jesus fosse um mentiroso, por que Ele iria morrer por Suas alegações quando Ele poderia simplesmente ter evitado morte tão cruel com a escolha de algumas poucas palavras?

E se Jesus fosse um lunático, como Ele se envolvia em debates tão inteligentes com seus opositores ou administrava a tensão de sua traição e crucificação, enquanto continuava a demonstrar um amor profundo por seus antagonistas?

Na verdade, o Jesus afirmou sobre si é a pura verdade. Ele afirmou que era Senhor e Deus. A evidência apóia a esta alegação.

Tão certo é essa verdade que o Evangelista Marcos afirma em Marcos 1.1: “…Jesus Cristo, Filho de Deus…”.

Em seu livro “Cristianismo Autêntico”, C.S.Lewis, um ex-ateu, fez a seguinte declaração: “Um homem que fosse um simples homem e dissesse o tipo de coisas que Jesus disse, não seria apenas um grande professor de moral…Ou ele era e é o Filho de Deus, ou é um louco ou algo pior. Você pode tê-lo por um tolo, ou você pode cair aos seus pés e chamá-lo Senhor e Deus. Mas não lhe é permitido vir com algum disparate sobre ele ser apenas um grande mestre. Ele não nos deixou esta opção.”

Se Jesus é o “Filho de Deus…”, se Jesus é Senhor e Deus…”, se Ele é o que diz ser, a opção é simplesmente crer ou rejeitá-Lo. Não se pode ficar “em cima do muro” ou neutro quanto a fé nEle.

 

O EVANGELHO PURO

O EVANGELHO PURO

A lente do cristianismo do século XXI nunca esteve tão desfocada do evangelho puro. O foco atual desse cristianismo tem sido um evangelho misturado e falsificado. Fala-se muito na “minha benção”, no “meu milagre” e a na “minha unção”. A ênfase dada por Jesus que deveria ser nas pessoas e nos outros, mudou-se para “eu”, “meu” e “nós”. O evangelho que deveria ser do “reino dos céus” assumiu a visão do “reino na terra”. Deseja-se hoje apenas um evangelho que cura, decreta e ordena a Deus que traz prosperidade física e material. Esse é um evangelho perigoso, falsificado e mentiroso, porque é um evangelho do “aqui” e do“agora”. Tudo muito, muito estranho aos ensinos do Senhor Jesus e de seus apóstolos no Novo Testamento.

Mas o que é o evangelho puro?

Ao anunciar a José o nascimento de Jesus em Mateus 1.21, o anjo disse o seguinte: “Ela (Maria) dará á luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” Em Mateus 4.17, ao iniciar seu ministério, as primeiras palavras de Jesus foram: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.”

Jesus veio ao mundo e revelou o problema do homem. E esse não é outro a não ser sua rebelião e independência de Deus; o seu pecado. Pecado é a doença da raça humana que afeta tudo e todos. E para o pecado apenas tem uma única solução: o arrependimento. O evangelho puro sempre expõe o perigo que a alma corre, suas conseqüências eternas e a solução única em Jesus.

Em Lucas 19.10, O Senhor Jesus deixou clara a finalidade de sua vinda ao mundo: “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o perdido”. Em João 10.10 Ele também diz: “..eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” E em João 12.45 Jesus reafirma: “Eu, que sou a luz, vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.”

Jesus tinha uma missão e a perseguia firmemente. Curas, libertações e outros milagres eram suas credenciais como o Messias prometido aos homens para que eles pudessem ver e enxergar o Todo-Poderoso Deus que veio ao mundo para fazer a maior e a grandiosa obra: salvar os homens de seus pecados e trazê-los de volta a Deus.

Esse era e é o evangelho puro. E esse evangelho puro precisa ser pregado e ensinado.

HÁ UM PROPÓSITO A MAIS

HÁ UM PROPÓSITO A MAIS

Por que Deus tem nos mantido com saúde,  alimento,  roupas,  trabalho, recursos, tempo, sustento, relacionamentos e muito mais? Será que é simplesmente para vivermos uma boa vida e depois morrermos? Acredito que não! Há um propósito a mais.

Todos percebemos que a vida é mais do que a própria vida. Existe uma razão maior para vivermos nesse mundo. Há um propósito a mais. Billy Sunday afirmou: “Mais homens falham por falta de propósito do que a falta de talento.” E o jovem missionário David Brainerd também expressou: “Oh, quão precioso é o tempo, e como me dói vê-lo escorregar vagarosamente, enquanto eu faço tão pouco para qualquer bom propósito.”

Não estamos aqui por nada. E o principal propósito de nossa existência foi declarado por Paulo em Atos 17.28: “Pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos…” Deus nos trouxe a esse mundo porque Ele quer ser glorificado por nós e através de nós. Ele tem propósitos definidos hoje e agora. Na verdade a nossa realização pessoal somente encontra um fim quando estamos plenamente ativos e focados em viver para glória de Deus e realizar Seus propósitos.

A Bíblia é um livro que relata a história de pessoas a quem Deus usou. Alguns grande nomes aparecem na história bíblica como Noé, Abraão, Jacó, José, Moisés, Josué, Davi, Salomão, Elias e outros. Mas há também os meros anônimos que também foram usados por Deus. Gente simples como a pequena escrava judia que se tornou o instrumento para a cura da lepra do poderoso general Naamã; ou ainda o anônimo que emprestou a jumentinha para Jesus entrar em Jerusalém; ou o outro anônimo que também emprestou o cenáculo, palco da última ceia; ou ainda um tal de Epafrodito que foi de auxílio para Paulo em Filipenses 2.25-30, e tantos outros. Assim como Deus usou essas pessoas em Seu plano maior, é também Seu plano usar a cada um de nós para Seus propósitos, independente da dimensão do propósito.

Ser usado para os propósitos de Deus nada mais é do que fazer a história com Deus. E os que agem assim não ficam esperando “uma benção”; eles se dispõem a ser uma benção. Eles não são “consumistas no reino”; eles não são daqueles que criticam, murmuram e reclamam; eles decidiram não ser expectadores, mas protagonistas.

Pessoas que entendem que há um propósito a mais, são aquelas que abrem mão do tempo, recursos, bens, dons, habilidades, talentos e capacidades e os colocam para que Deus possa usar para fazer a diferença.

Assim sendo, é preciso perguntar: Você será um agente com Deus na história desse mundo, ou vai apenas “assentar no bonde da história” e ver a vida passar?

A oração mais poderosa que você poderia fazer agora, seria a seguinte: “Senhor quero ser usado por Ti; usa-me para os Teus propósitos nesse mundo!”

Há um propósito a mais.

RESOLUÇÕES ESPIRITUAIS

RESOLUÇÕES ESPIRITUAIS

RESOLUÇÃO significa simplesmente a capacidade de decidir algo. É o meio pelo qual alguém se posiciona em uma determinada questão ou situação. Pessoas resolutas são firmes e determinadas especialmente diante do perigo; elas continuam onde alguns pararam ou nunca tentaram.

A história está repleta de erros espirituais memoráveis. Muitos foram cometidos por pessoas bem-intencionadas e outras, gerados por indivíduos motivados por ganância e poder que provocaram catástrofes igualmente terríveis. Na verdade, desde o momento em que Adão e Eva resolveram que valeria a pena desobecer a Deus, todos hoje somos tendentes a resoluções espirituais equivocadas que podem trazer grande destruição.

Mas aá vários exemplos positivos de profundas resoluções espirituais na Bíblia. Uma dentre elas é a que foi tomada pelo jovem Daniel na Babilônia.

Daniel foi um dos cativos da primeira leva de cativos de Jerusalém para Babilônia. Ele, seus três amigos e outros tantos jovens de sua idade passaram a assistir no palácio real. E estando ali, o rei Nabucodonozor ordenou que fosse dado a todos eles uma porção diária de comida e vinho. Mas Daniel se incomodou com essa ação do rei devido suas convicções espirituais. Em então em Daniel 1.8,9 lemos sobre sua atitude: “Daniel, contudo, resolveu não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei, e pediu ao chefe dos oficiais permissão para se abster deles. E Deus fez com que o homem fosse bondoso para com Daniel e tivesse simpatia por ele.” O resultado final foi que devido suas resoluções espirituais, Daniel não só teve a sabedoria de Deus para montar um plano alternativo, como foi honrado por Ele em sua resolução espiritual.

Há várias resoluções espirituais que se deve tomar, mas de forma prática, imagine o impacto que teria em sua vida se você hoje decidisse por exemplo, abandonar um pecado secreto, pedir perdão a quem você ofendeu, perdoar um ofensor, ou ainda não aceitar uma proposta ou um convite que transgridiria o conjunto de seus princípios e valores.

Dennis Griffith escreveu em seu blog sobre as decisões de um também jovem adolescente chamado Jonathan Edwards. Ele diz que Edwards desejava seguir os princípios de 2 Pedro 3.18 que diz: “antes crescei na graça e no conhecimento de Cristo Jesus…” E para isso ele escreveu uma lista de resoluções, as quais revisava toda semana. O resultado então foi que Edwards, um homem de origem humilde, tornou-se um homem piedoso e sua vida ensinou e inflamou um dos maiores avivamentos da história, sendo ele reconhecido como uma das mentes mais brilhantes do continente americano.

Assim, reveja seus valores espirituais e coloque-os todos numa perspectiva eterna e não temporal, e então você estará preparado para decidir as questões corriqueiras e cruciais da vida.

OBEDIÊNCIA GENUÍNA

OBEDIÊNCIA GENUÍNA

Em Mateus 5.20 Jesus afirmou: “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no Reino dos céus.”

Algo que não falta no atual cristianismo é uma religiosidade e obediência externa. Em nome de Deus muitos estão envolvidos com “ritos”, “dogmas”, “ordenanças”, programas e projetos. Está faltando uma obediência genuína.

Os escribas e fariseus da época de Jesus enganavam a si e a seus seguidores com uma obediência externa. Eles eram famosos por sua “justiça”. Por exemplo, eles calcularam que a Lei continha 248 mandamentos e 365 proibições. Eles tentaram obedecer a esses mandamentos e proibições, um a cada dia.

Jesus choca a todos ao dizer que “…se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.” O que Jesus queria dizer com isso? O problema dos escribas e fariseus é que eles CONTENTAVAM-SE COM UMA OBEDIÊNCIA EXTERNA. E Jesus ensina que as exigências de Deus são muito mais radicais do que apenas práticas religiosas externas.

“justiça” que agrada a Deus tem uma só origem: O CORAÇÃO. Em 1 Samuel 16.7 Deus mesmo afirma: “…O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração”. Ele conhece o coração de todos. Ele sabe o que passa por dentro de cada um, sem exceção. E o verdadeiro relacionamento com Ele vem de um coração com intenções puras.

“justiça” que excede a religiosidade vazia é antes de tudo uma obra espiritual produzida pelo Espírito de Deus. O Espírito de Deus age nas pessoas dando-lhes as condições para que elas obedeçam, observem e guardem tudo o que Deus ordena.

Essa “justiça” também é chamada na Bíblia de “Novo Nascimento”; o “nascer do alto”; o “nascer do Espírito”. É nesse mover do Espírito no coração que produz a “justiça” que Deus quer e faz com quem a pessoa tome posse do “reino dos céus.”

Deus está interessado em ver em você uma obediência genuína e não uma religiosidade cheia de “justiça” própria. Deus deseja que suas ações sejam uma resposta a tudo o que Ele significa em sua vida. Deus deseja que acima de tudo que você O obedeça e sintonize o seu coração com Sua plena vontade.

Oswald Chambers afirmou: “A regra de ouro para o entendimento em assuntos espirituais não é intelecto, mas a obediência.”

Sendo assim, lembre-se que é muito fácil você se perder em obedecer a Deus. O descuido e desvio espiritual sempre começa com a hipocrisia e a obediência velada. É a obediência genuína que Deus está procurando na minha vida e na sua vida.

DIGA “OBRIGADO”

DIGA “OBRIGADO”!

Relacionamentos são constantemente ameaçados quando se vive com ressentimentos, ciúmes, expectativas irreais e também pela ingratidão. E a ingratidão está em alta. Vivemos num mundo onde as pessoas cada dia mais estão se acostumando a serem servidas, e mais, estão exigindo ser servidas. Há um grande déficit de gratidão.

A ingratidão destroem relacionamentos. Por exemplo, uma pesquisa recente com 2 mil americanos revelou que, embora quase todo mundo concorde que no ambiente de trabalho, os chefes agradecidos são os mais bem-sucedidos, apenas 10% deles agem conforme essa impressão e expressam agradecimentos no dia a dia.

Pessoas ingratas comumente acrescentam também outros hábitos ruins a sua vida: elas reclamam, murmuram, censuram, criticam, difamam, lastimam e queixam-se de Deus, da vida e das pessoas. Elas são egoístas.

Na contracultura desse movimento egoísta é necessário sempre dizer “obrigado”. William A Ward observou que “gratidão pode transformar dias comuns em dias de ação de graça, converter trabalhos rotineiros num prazer e fazer com que as simples oportunidades se tornem uma benção”. Um pequeno gesto de agradecimento pode fazer a diferença e transformar um casamento, uma família, um ambiente de trabalho e uma sociedade. É preciso criar o hábito de dizer sempre, “obrigado.”

Assim, diga primeiramente “obrigado” a Deus. O salmista afirmou no Salmos 100.4:”Entrai por suas portas com ações de graças…” Diga “obrigado” a Deus pela vida, saúde, alimentos, roupa, família, emprego, amigos, oportunidades, bênçãos espirituais e especialmente por Sua graça em nos enviar a Jesus para nos conectar novamente com Ele.

Diga também “obrigado” a Deus pelas lutas, dores, sofrimentos, dificuldades, provações, fraquezas e pelas orações não respondidas, porque sempre o “não” de Deus hoje é o Seu “sim” amanhã.

Diga “obrigado” as pessoas a seu redor. Diga “obrigado” a todos aqueles que lhe fazem o menor favor ou benefício. Diga “obrigado” para o cônjuge, filhos, pais, amigos, os que lhe servem  todos os dias.

Diga “obrigado” não só em palavras; envie um e-mail, escreva uma carta, deixe um recadinho escrito, mande uma mensagem por Facebook, WhatsApp ou outra forma de comunicação em redes sociais.

E por que então não começar dizer “obrigado” agora? Diga “obrigado” sempre que puder. Faça da gratidão um hábito em sua vida.

Aprenda a dizer sempre a Deus e as pessoas, “obrigado.”

CORRIJA O FOCO ESPIRITUAL

CORRIJA O FOCO ESPIRITUAL

Comumente não conseguimos definir muito bem as circunstâncias da vida quando elas chegam. Somos lentos em entender processos e especialmente os de Deus em nossas vidas. Isso porque nem sempre Ele esclarece o que fazer e como o fará. 

Somos tendente a agir e reagir errado quando as coisas não acontecem como planejamos ou desejamos. E por vezes, silenciosamente, fazemos perguntas erradas, acusamos pessoas, acusamos Deus, reclamamos das circunstâncias, usamos muito o ” se” e por fim nos sentimos desanimados, derrotados e deprimidos.

Quando estudamos a história de Jó, de alguma forma nos vemos nele. Jó teve dias extremamente difíceis, cheios de dores e questionamentos.

Além de suas lutas internas, ele teve que lidar com a interpretação errada que sua esposa e seus amigos fizeram dele. E mais, de alguma forma Jó queria respostas que só Deus poderia dar, mas Ele manteve-se calado e aparentemente até inerte. 

Jó tinha perguntas. Jó fez perguntas. Suas perguntas revelavam mais dele do que o próprio Deus. Suas perguntas eram mais ou menos assim: “Por que eu fui acometido por tanta desgraça, sendo eu um homem tão fiel, íntegro e temente ao Senhor?” “Por que Deus não responde minha oração tirando-me deste caos, mesmo que seja pela morte?” “No meio de minhas dores será que Ele realmente se importa?” No final, Deus não respondeu suas perguntas, na verdade Ele fez outras perguntas onde Jó viu suas limitações. 

Os capítulos 38-42 do livro de Jó descrevem a fala de Deus. Deus fez perguntas às quais Jó ficou impossibilitado de responder; elas eram simples, mas profundas demais. E quando Deus termina de falar, Jó apenas diz o seguinte em Jó 42.2,5: “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado…Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem.” Jó humildemente se rende a Deus e a Seus propósitos em sua vida. Jó corrige seu foco espiritual. 

Como Jó, qualquer um de nós podemos também nos perder em nossos problemas, sejam eles pequenos ou grandes. Podemos permitir que eles ocupem um lugar tão prioritário em nossas vidas, ao ponto de agir e reagirmos errados em relação à Deus e Sua fidelidade, amor, bondade e propósito para conosco. 

É preciso ter fé! É preciso desfocar no problema e focar no propósito maior que Deus tem. E é assim que devemos andar e orar com Deus
Contudo quando colocamos os “óculos” e as “lentes” espirituais de Deus, essas corrigem nossas deficiências e nos faz ler nossa história à luz da plena, amorosa, bondosa e soberana história dEle em nós e por nós.

Por isso, corrija hoje seu foco espiritual!

SEM FORÇAS

SEM FORÇAS

Tem hora que as forças acabam. Tem hora que o esgotamento físico, mental e emocional chega no limite. E o que fazer?

Se você sente-se sem forças, você não está sozinho(a). Há pessoas na Bíblia que passaram pela mesma experiência. Por exemplo, Jó. Em Jó 6.12 ele diz: “Acaso tenho a força da pedra? Acaso a minha carne é de bronze?” Observe também o desabafo do salmista no Salmos 38.8: “Sinto-me muito fraco e totalmente esmagado; meu coração geme de angústia.

Se você sente-se sem forças diante das lutas de sua de sua vida, é importante que você saiba que isso não significa que você esteja longe de Deus e que nem Deus está longe de você.

Mas você pode dizer: estou orando, orando e orando, mas percebo que Deus não me responde. Bem, você também não está só nesta atitude. O Salmista no Salmos 69.3 conta sua experiência. Ele diz: “Cansei-me de pedir socorro; minha garganta se abrasa. Meus olhos fraquejam de tanto esperar pelo meu Deus.”

A pergunta que talvez você possa estar fazendo nesse momento seja: vale a pena orar? Vale a pena confiar que Deus trará uma resposta? O próprio Deus que responde a sua pergunta. E Ele mesmo o faz através de várias promessas em Sua palavra. Nos Salmos 28.8 lemos: O Senhor é a força do seu povo, a fortaleza que salva o seu ungido.” O Salmos 89.21 Deus afirma: A minha mão o susterá, e o meu braço o fará forte.” No Salmo 118.14 somos desafiados: “O Senhor é a minha força e o meu cântico; ele é a minha salvação.” Em Jeremias 31.25 o próprio Deus diz: Restaurarei o exausto e saciarei o enfraquecido”. E o texto clássico de Isaías 40.29-31, o profeta diz: Ele fortalece ao cansado e dá grande vigor ao que está sem forças. Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam bem alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam.”

Você está sem forças hoje? Essas são promessas maravilhosas escritas para você. É preciso que você leia, releia, reflita, memorize com bases nelas.

O Senhor Jesus diz em João 16.33: “Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.

Oriento você venha a Jesus. Ele provavelmente não lhe tirará todos fardos, mas Ele lhe ajudará a carregá-los. Em Jesus você terá todos os dias Sua pessoa, Seu poder, Sua sabedoria e Sua paz. Ele é tudo o que você precisa.

Lembre-se: quando seu ânimo está renovado em Jesus, você receberá dEle todas as forças que precisa para lidar com um problema de cada vez, sem dimensioná-lo.

Se você se sente sem forças, fortaleça-se no Senhor!

A HONESTIDADE

A HONESTIDADE

A palavra honestidade tem origem no latim honos, que remete para dignidade e honra. A honestidade é uma característica de uma pessoa ou de uma instituição e significa falar a verdade, não omitir, não dissimular. O indivíduo honesto repudia a malandragem, a esperteza e o querer levar vantagem.

Uma pesquisa sobre a honestidade revelou que: 20% das pessoas já mentiram para ganhar mais dinheiro; 25% disseram que podem mentir apenas para ter boa aparência; 30% disseram que mentiram no preenchimento do formulário de emprego; 46% conheciam um amigo que já enganou o cônjuge; 51% disseram que as pessoas não são hoje mais honestas do que eram há dez anos; 60% disseram que se pode mentir para se livrar de uma situação embaraçosa.

Outra pesquisa fez a seguinte pergunta: “Para quem você mentiu regularmente?” 86% disseram que mentiram para os pais; 75% para os amigos; 61% para os superiores no emprego; 59% para os filhos; 73% para irmãos e irmãs e 69% para os cônjuges.
O resultado dessas pesquisas constatam que está faltando gente honesta no mundo.

O certo é que nenhuma pessoa, nenhum relacionamento, nenhuma empresa, nenhuma sociedade e nenhum país poderá se manter de forma séria e ordeira, se a honestidade não se tornar um valor.

A Bíblia ensina que a honestidade é de grande valor diante de Deus e todos aqueles que desejam se relacionar com Ele e experimentar Suas bençãos devem viver uma vida correta, séria e honesta. O Salmos 15.1-3 afirma: “Senhor, quem habitará no teu santuário? Quem poderá morar no teu santo monte? Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica o que é justo; que de coração fala a verdade e não usa a língua para difamar; que nenhum mal faz ao seu semelhante e não lança calúnia contra o seu próximo.”

É buscando agradar a Deus e e viver de forma honesta para com as pessoas, o apóstolo Paulo testemunha sobre si mesmo em 2 Coríntios 8.21: “Pois estamos tendo o cuidado de fazer o que é correto, não apenas aos olhos do Senhor, mas também aos olhos dos homens.”

Honestidade significa que a pessoa ama, fala, vive e defende a verdade. A pessoa honesta não faz rodeio; é direta, clara, sincera; não diz “meias verdades.” O honesto é confiável; ele não esconde, não oculta e não dissimula em nada; ele é coerente e consistente. Pessoas honestas não mentem, não furtam, não roubam e nunca precisam arrogar para os outros sua honestidade.

Assim, se a honestidade não é um valor em sua vida, você precisa humildemente ir a Deus, e em plena confissão e arrependimento pedir que Ele purifique totalmente seu coração do pecado, da mentira, da falsidade e da hipocrisia.

Não se engane! Quando o Deus da verdade não reina no coração humano, a desonestidade crescerá, e será inútil manter expectativas de mudanças profundas.

JESUS E AS MULHERES

JESUS E AS MULHERES

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como: redução na carga diária de trabalho, equiparação de salários com os homens e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano. 53 anos depois, em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, que foi depois homologada oficialmente em 1975 pela ONU (Organização das Nações Unidas).

O dia “Internacional da Mulher” foi estabelecido para resgatar atos de injustiça, deslealdade, preconceito, inferioridade e outras atrocidades sofridas pelas mulheres. Muito já se alcançou, mas há algo que precisa ser ainda entendido e apreciado por toda mulher.

Em Lucas 8.2,3, o evangelista Lucas relata algo muito interessante sobre Jesus e as mulheres. O texto diz o seguinte: “…iam com Ele (Jesus)…mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios; e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Suzana e muitas outras, as quais lhes prestavam assistência com os seus bens…”

As mulheres na época de Jesus eram totalmente desvalorizadas. Os rabinos, por exemplo, jamais permitiam mulheres em seu rol de ensino ou como discípulas. Eles a trataram como seres inferiores. Mas Jesus não agiu assim. Ele foi gentil, cordial e amoroso com as mulheres. No relacionamento com Jesus as mulheres receberam esperança, amor e cuidado. Ele pessoalmente curou algumas delas de doenças físicas e as purificou espiritualmente, a exemplo Maria, que era de Magdala, na Galiléia.

No relacionamento com Jesus, as mulheres ganharam dignidade e puderam viver a plenitude de sua feminilidade. E por causa de seu respeito, amor e cuidado com elas, elas o serviram, se devotaram a ajuda-lo e apoiá-lo, e isso se estendeu até mesmo com recursos financeiros.

É certo que leis, governos e a sociedade cível precisam continuar trabalhando em conjunto afim de coibir todos os abusos sofridos pela mulher, mas é preciso algo a mais. Como as mulheres do texto de Lucas, cada mulher precisa de um encontro pessoal com Jesus em sua vida.

É por Ele que se restaura toda a alma, o jeito e a forma de ser mulher tanto no lar como na sociedade.

É sempre bom lembrar que a esperança feminina não está num sistema ou numa data, não obstante ser isso muito importante. Mas a esperança feminina está numa pessoa: Jesus Cristo!

 

O ERRO DE AGRADAR AS PESSOAS

O ERRO DE AGRADAR AS PESSOAS

Viver agradando pessoas é um perigo. Provérbios 29.25 nos alerta: “Quem teme ao homem cai em armadilhas…”

Há pessoas que são mentalmente escravas da aprovação dos outros. Se elas não são aprovadas, elas se amarguram; elas se preocupam demais com os que os outros pensam dela. O certo é que se você centrar sua vida tentando descobrir o que o outro quer que você seja, em breve você se tornará o que o outro quer.

Viver preocupado com que os outros pensam é algo muito profundo; é algo espiritualmente sério: é uma idolatria. Devemos nessa vida apenas agradar a Deus. Quando lemos em Êxodo 20.3 a ordem de Deus: “Não terás outros deuses além de mim”, isso significa que qualquer coisa que você coloca acima de Deus se torna um ídolo. A profissão, os bens, um relacionamento, um esporte, desejos etc, podem se tornar um ídolo em sua vida; a lista é grande. E assim, quando você permiti que as opiniões e o pensamento das pessoas se tornem algo prioritário em sua vida, mais do que a opinião e a vontade de Deus, isso lhe transforma num idólatra. E qualquer coisa que tira o seu coração de Deus é um ídolo. E a idolatria é pecado!

Um exemplo. Do ponto de vista espiritual quando você esconde das pessoas suas decisões espirituais, ou seja, você não quer que elas saibam sobre sua fé em Jesus, sobre sua ida a igreja, sobre sua leitura da Bíblia etc, simplesmente porque ao saber disso, você crê que elas podem deixar de lhe amar, ou até mesmo lhe criticar, nesse exato momento agradar pessoas tornou-se mais importante do que agradar a Deus, e isso é idolatria. E para essas questões espirituais, Paulo afirmou categoricamente o seguinte em Gálatas 1.10: “Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo.”

Você até poderia dizer: “Muito bem…é isso que eu precisava ouvir… vou parar de agradar as pessoas e começar agradar e pensar mais em mim mesmo.” Errado! Não agradar as pessoas não significa que você deva centrar em si mesmo. Jesus disse o seguinte em João 5.30: “…não procuro agradar a mim mesmo, mas àquele que me enviou”. O alvo final da vida não é agradar pessoas, agradar a você, mas agradar a Deus.

Lembre-se: Você não pode agradar a todos. Na verdade não há necessidade de agradar a todos. Quem agrada a todos arruinará a vida, e por isso pare de agradar a todos e agrade apenas a Deus. Liberte-se desse vício da aprovação das pessoas.

Se você creu em Jesus como seu Senhor e Salvador, você já está totalmente aprovado por Deus e amado por Ele. E se alguém porventura lhe amar menos, é importante que você saiba que Deus nunca o fará, porque o Seu amor por você não é baseado naquilo que você faz, fez ou deixou de fazer. Ele te ama porque decidiu te amar. E isso é algo maravilhoso, poderoso e libertador!

Não viva debaixo da aprovação de ninguém. Viva apenas debaixo da aprovação de Deus.

A VIDA BAGUNÇADA

A VIDA BAGUNÇADA

Talvez numa analise fria e simples você descreveria que sua vida hoje está uma bagunça. Talvez você ache que ela está num desastre completo. Sente-se que não há mais nada de pior que poderia acontecer. E o resultado é que você se sente triste, chateado, desanimado e confuso.

A Bíblia apresenta algumas histórias de pessoas cuja a vida estava numa bagunça total. Eles se sentiram como você.

Por exemplo, Jacó. Em Gênesis 27, ainda moço, enganou seu pai e seu irmão. Ele era um mentiroso e um trapaceiro e fugiu para salvar sua vida. Enquanto Jacó fugia, ele teve um encontro com Deus. Ali Deus afirmou que seria com ele. Quando acordou, Jacó disse que o Senhor estava naquele lugar. Deus usou aquela bagunça total de sua vida para transformá-lo e fazer dele um homem especial. Deus é especialista em transformar pessoas bagunçadas.

O outro exemplo é José em Gênesis 47. Ele foi odiado por seus irmãos. Eles quase o mataram, mas preferiram vendê-lo para os ismaelitas, que o venderam depois para Potifar no Egito. E por José ter ido para o Egito, Deus salvou milhares de pessoas da fome, dentre eles seus irmãos que o odiaram tanto. Deus é especialista em transformar a bagunça que o ódio promove, em perdão.

Um outro exemplo é Sansão em Juízes 13-16. Ele foi um homem escolhido por Deus desde o ventre, mas a vida toda fez as “coisas da cabeça”. Ele se tornou orgulhoso, prepotente, imoral e egoísta. Diante de seu último erro, Sansão se arrependeu. E o final é que em sua morte Deus o usou mais para Seus propósitos do que quando ainda estava vivo. Deus é especialista em transformar vidas bagunçadas e usá-las como Ele quer, ainda que seja no último minuto.

Talvez sua vida pode até parecer que está organizadinha na superfície, mas por baixo reina uma grande bagunça e confusão. Angústia, dor, vergonha, decepção, medo, indecisão e outros adjetivos talvez sejam a definição de sua vida nesse momento. Mas a boa notícia é que Deus é bem maior do que sua vida bagunçada.

Deus é onipotente. Ele não está confinado pelos limites que você dá a Ele, e até mesmo por sua descrença nEle. Ele não se ofende. Ele é especialista em situações confusas. Ele não tem medo trabalhar em situações confusas e bagunçadas. Ele sempre surpreende com Sua “Maravilhosa Graça”.

O que está bagunçado na sua vida hoje? Qual é a confusão que você está lutando? Entregue pra Deus. Diga a Ele: “Senhor, está aqui…tudo bagunçado…dê um jeito…já lutei demais…sou incapaz demais…estou perdido demais…”

Lembre-se de Efésios 3.20 que diz: “Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós.”

Entregue sua bagunça de vida a Deus e deixe Ele tranformá-la em uma grande benção. Deus é especialista em lidar com vidas bagunçadas.

O AMOR AO DINHEIRO

O AMOR AO DINHEIRO

O dinheiro é um problema? Não! O dinheiro pode tornar-se um problema? Pode! O dinheiro é bom, mas corrompe; a questão sempre é como lida-se com ele. O certo é que o dinheiro mal usado pode nublar a linha da moralidade e da consciência.

O apóstolo Paulo afirmou em 1 Timóteo 6.10: “Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males…” “amor do dinheiro”, não o “dinheiro” é o problema. E de onde Paulo tirou esse princípio? Com certeza Paulo lia os escritos de Salomão no livro de Eclesiastes. Eclesiastes 5.10 afirma: Quem ama o dinheiro
jamais terá o suficiente;
quem ama as riquezas jamais ficará
satisfeito com os seus rendimentos.”

Amar o dinheiro não significa apenas ser avarento e ganancioso; significa torná-lo prioridade na vida; significa confiar, esperar e sentir-se seguro com ele. Os que amam o dinheiro por vezes acreditam que podem controlar tudo e todos; mantém-se soberbos e orgulhosos; enganam-se num falso senso de segurança e estabilidade, e até mesmo acreditam estar acima da lei e da justiça.

Jesus ao ter um encontro com um jovem rico, esse queria saber sobre a vida eterna. Mas quando confrontado para abandonar o amor ao dinheiro, ele foi embora muito triste. E após sua partida, Jesus afirmou categoricamente em Mateus 19.23: “Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no reino dos céus.”

Essa é uma palavra dura para o homem do século 21. Jesus não está dizendo que todos ricos não serão salvos, mas que isso seria algo muito difícil. Por que? Porque os ricos amam o dinheiro; eles o coloca em primeiro lugar; eles definem suas escolhas, relacionamentos, oportunidades e espiritualidade através da ótica financeira. E quem assim o faz, perde a sua alma.

J.D. Rockefeller, falecido em 1937 com a idade de 97 anos, um homem muito rico, não só freqüentava assiduamente a igreja, como também, muitas vezes ensinava a palavra de Deus. Num dos seus estudos bíblicos testemunhou o seguinte com respeito ao seu êxito extraordinário: “Considero meu dever ganhar todo o dinheiro que possa ser ganho de modo honrado, mas também dar todo o dinheiro que se possa dar.” O que é o sucesso? É o dinheiro? Então é muito pouco…Quem é o mais pobre no mundo? Eu lhes direi: O mais pobre que eu conheço é o que nada possui além de dinheiro.”

Diante da possibilidade do amor ao dinheiro, o mais prudente a fazer é incorporar na vida a oração que o sábio fez em Provérbios 30.7-9: “Duas coisas peço que me dês
antes que eu morra: Mantém longe de mim
a falsidade e a mentira;
não me dês nem pobreza nem riqueza;
dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais,
eu te negaria e te deixaria,
e diria: ‘Quem é o Senhor?’
Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar,
desonrando assim o nome do meu Deus.”

A ordem bíblica é: Não ame o dinheiro. Antes, direcione seu amor apenas para Deus e para as pessoas.

OS PROPÓSITOS DE DEUS

OS PROPÓSITOS DE DEUS

Pensamos erradamente sobre as circunstâncias da vida. Achamos que se elas vem num pacote “bom” é porque merecemos, mas se elas chegam num pacote “ruim” achamos que fizemos algo de errado e nos sentimos péssimos, desesperamos, deprimimos e perdemos o ânimo.

O livro de Jó é um livro que expõe a dor ao extremo. Jó sofreu como poucos. Mas depois de passar por todas as suas aflições e dúvidas, tendo sido finalmente questionado por Deus em vários assuntos, sem ser capaz de dar-Lhe uma resposta, Jó concluiu em uma só frase sua visão sobre a ações de Deus em sua vida em Jó 42.2 dizendo: “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado.”

Jó em suas lutas entendeu que Deus tem todo o poder e um plano perfeito sobre tudo, e nada pode impedir que Ele siga adiante com o que está fazendo. Jó aprendeu que há um Deus soberano que tem propósitos definidos e reina sobre tudo.

Segundo a Bíblia, Deus reina sobre todas as circunstâncias. Ele tem um propósito claro em tudo. Paulo afirmou essa verdade em Romanos 8.28: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

A palavra “cooperar” significa “trabalhar junto”, ou seja, Deus permite que as circunstâncias boas e ruins da vida trabalhem para um plano perfeito e bom que Ele está desenvolvendo na vida daqueles que O amam.

Assim, o que supostamente não faz sentido hoje, o fará amanhã, porque Deus está no controle de todas as circunstâncias. Mas pensar assim exige fé. E fé significa andar com Deus, confiando nEle e manter-se calmo, e em paz quando as circunstâncias são desfavoráveis. Fé significa andar confiante no escuro da mesma forma que se fazia quando tudo estava claro. Fé significa agir com a mesma postura de Moisés em Hebreus 11.27 que “…saiu do Egito, não temendo a ira do rei, e perseverou, porque VIA AQUELE QUE É INVISÍVEL.”

No dia 30 de julho de 1967, Joni Eareckson Tada, uma jovem de 18 anos, sofreu uma fratura cervical que a deixou tetraplégica. Durante seus dois primeiros anos de reabilitação ela experimentou a raiva, depressão, pensamentos suicidas, e as dúvidas espirituais. Depois de uma séria experiência com Deus, Joni escreveu seu primeiro best-seller internacional chamado: “Joni: A inacreditável história da luta de uma jovem contra a quadriplegia e depressão.” Sua auto biografia tornou-se um filme, tendo ela mesma como atriz principal. Desde então ela tem escrito mais de 50 livros, envolvido em comitês para ajuda a deficientes, dando palestras e ajudando a muitos que sofrem diante de circunstâncias que não entendem. Joni ajuda as pessoas a caminhar com fé em Deus. Joni decidiu que suas circunstâncias não dirigiriam sua vida.

Ninguém será feliz nessa vida enquanto continuar brigando e teimando com Deus, ao invés de humildemente andar por fé e buscar compreender os Seus perfeitos propósitos.