POR QUE JESUS MORREU NA CRUZ?

Por que Jesus morreu na cruz? Por que Ele se entregou? Qual é o significado de sua morte? Quais as implicações de sua morte na minha vida? Essas são perguntas cruciais.

Paulo fez a seguinte afirmação em Romanos 5.6: “Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, MORREU a seu tempo pelos ímpios.”

Para entender o significado da morte de Jesus na cruz, também conhecida como A EXPIAÇÃO, precisamos entender o caráter de Deus, a criação de Deus e o pecado humano.

Quanto ao caráter de Deus, Ele é bom. Tudo o que Ele faz é bom. Ele fez tudo bom e o “top” de sua criação é o ser humano. Ele o fez segundo “à sua imagem”.

Ele estabeleceu um relacionamento com ele na base da obediência (Gênesis 2.15-17). Mas o homem resolveu não obedecer a Deus e pecou contra Ele (Gênesis 3). E ao fazer isso ele assumiu assim as consequências de seu pecado no dia a dia e na eternidade.

Por causa de nossos primeiros pais, Adão e Eva”, todos nos tornamos pecadores. Romanos 3.23 diz: “Que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” E porque somos pecadores, escolhemos sempre pelo pecado. Como resultado do pecado todos estamos separados de Deus e caminhamos para a morte e condenação eterna, é o que diz Romanos 6.23: “…pois o salário do pecado é a morte.”

O pecado está impregnado na natureza humana. Ninguém pode se livrar dele. Mas por sua graça e misericórdia, Deus trouxe a solução. Ele enviou ao mundo Seu Filho Jesus. Ele é a única pessoa que viveu nesse mundo sem pecado.

O que Jesus veio fazer nesse mundo? JESUS VEIO AO MUNDO PARA TRAZER-NOS DE VOLTA A DEUS, E ELE PROPICIOU ISSO MORRENDO NA CRUZ, PAGANDO O PREÇO DO PECADO QUE NOS SEPARA DE DEUS.

Jesus é Deus que tornou-se homem. Ele veio ao mundo e na cruz tornou-se o substituto dos pecadores.

Na cruz Jesus pagou o preço de morte para que o homem voltasse a Deus. Ele, sem pecado, morre pelos pecadores. Ele fez a “grande troca”.

A morte de Jesus na cruz é a expressão máxima do grande amor de Deus ao mundo. Na cruz, Jesus recebe a ira de Deus, o silêncio de Deus e o abandono de Deus, para que todos aqueles que nEle crer possam ter o retorno a Deus, a plena comunicação com Deus e a intimidade com Deus.

Ele foi a cruz voluntariamente. Ele substitui o pecador. Ali Ele sofre a dor, a vergonha e o pavor com morte cruel, para disponibilizar aqueles que creem, o retorno a Deus Pai.

Jesus fez o sacrifício final. Ele diz em João 19.30: “Está consumado”.

Assim, não há como você chegar a Deus por si só, por suas obras, por sua religião ou por seu esforço. Deus não aceita outra obra a não ser a de Seu filho Jesus na cruz.

Por isso, pare de tentar fazer algo, arrependa-se dos seus pecados e creia que Jesus morreu na cruz por você. É isso que transformará sua vida. E é só isso que salvará sua alma!

QUANDO DEUS SE ENTRISTECE

Em Lucas 19.41 Jesus chegou à cidade de Jerusalém e “…vendo-a chorou…” Jesus chora! Seu choro é um choro compulsivo e em soluços.

Jesus não chora por si. Ele já sabia que ao entrar em Jerusalém Ele seria o “Cordeiro de Deus” que tiraria o pecado, expiando-o na cruz para providenciar salvação eterna para pecadores arrependidos.

Jesus chora porque nos próximos dias e num futuro próximo, muitas coisas tristes aconteceriam ao povo e a cidade.

Jesus chora também porque sabia que as pessoas inconstantes que cantariam “Hosana!” — que significa “salve, agora” — logo estariam gritando: “Crucifica-O!”

Ele chora porque sabia que um de Seus discípulos Judas, O trairia; que outro discípulo, Pedro, O negaria; que Caifás, o sumo sacerdote, conspiraria com Pilatos, o governador romano, para matá-Lo.

Jesus chora porque está ciente do futuro da cidade, porque cerca de 40 anos ela estaria destruída pelas mãos do Imperador Tito e suas legiões romanas, levando milhares de judeus à morte.

Na verdade, o choro de Jesus é devido à rejeição espiritual e à incredulidade do povo que habitava Jerusalém.

Jesus chora porque o povo perderia a maior e única oportunidade de suas vidas. Ele diz em Lucas 19.42,44: “Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz!… porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação.”

Rejeição e descrença são os dois componentes que partiram o coração de Jesus. Por quê? Porque Ele já conseguia ver as consequências de um coração fechado para Deus.

Deus o criou para que você viva para Ele e com Ele. O Seu coração se entristece quando você O rejeita e O ignora. Ele se entristece porque sabe que sem Ele, sua vida não tem nenhuma razão de ser e as consequências de sua rejeição a Ele serão inevitáveis em sua vida.

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O ESSENCIAL DA VIDA

No livro de Eclesiastes, Salomão começou a pesquisar e escrever sobre os propósitos da vida.

Ao fazê-lo ele diz em Eclesiastes 1.14: “Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás do vento!”

Salomão começou sua busca pelos propósitos da vida através da sabedoria, educação e do conhecimento.

Apesar de uma educação fantástica, no entanto, ele ainda tinha um grande vazio em sua vida. Ele afirma em Eclesiastes 1.17: “Por isso me esforcei para compreender a sabedoria, bem como a loucura e a insensatez, mas aprendi que isso também é correr atrás do vento.”

A busca acadêmica não satisfez Salomão, então ele decidiu sair para festas em busca de alegria. Ele afirma em Eclesiastes 2.2: “Concluí que o rir é loucura, e a alegria de nada vale.”

Continuando em Eclesiastes 2, Salomão em sua busca, tornou-se um conhecedor de vinhos, lançou-se em fazer grandes construções e fez vários investimentos e por fim ficou famoso. Mas no versículo 11 ele resume, dizendo: “Contudo, quando avaliei tudo o que as minhas mãos haviam feito e o trabalho que eu tanto me esforçara para realizar, percebi que tudo foi inútil, foi correr atrás do vento; não há nenhum proveito no que se faz debaixo do sol.”

Em Eclesiastes 12.13 Salomão então resume a busca do propósito da vida dizendo o seguinte: “Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos, porque isso é o essencial para o homem.”

Assim sendo, fica a dica: você não precisa desperdiçar sua vida e entrar pelas mesmas tolices e erros de Salomão. Basta decidir colocar Deus no centro dela, temendo-o e obedecendo-o, porque como conclui Salomão: “…isso é o essencial para o homem.”

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A PODEROSA GRAÇA DE DEUS

A mensagem da Bíblia é que Deus é gracioso para com pecadores quebrantados e arrependidos.

Em Deus há oportunidade de uma nova vida; nEle há sempre a chance do recomeço. Paulo experimentou essa verdade. Seu testemunho está relatado em 1 Timóteo 1.12-14. Ele afirma: “Sou grato para com aquele que me fortaleceu, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério, a mim, que, noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade. Transbordou, porém, a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus.”

Saulo, pela poderosa graça de Deus foi transformado em Paulo. Ele foi confrontado com sua vida errada, se arrependeu, e Jesus o transformou. Ele se tornou um novo homem e recebeu dEle também um novo nome, um chamado e propósito de vida.

Saiba que jamais seus erros, pecados e passado podem calar a poderosa graça de Deus. Ele está pronto e disposto, por meio de Cristo, a perdoar, “zerar” seu passado e dar-lhe a oportunidade de um recomeço de vida. Sua responsabilidade é abrir mão de seus conceitos e preconceitos e se achegar humildemente a Ele, com palavras de arrependimento, advindo de um coração humilde e quebrantado.

Como Paulo, a graça de Deus é também poderosa para lhe transformar. Paul Tripp escreve que “…a graça de Deus… nos conecta ao Invisível em um eterno relacionamento de amor que nos enche de alegria que nunca conhecemos antes e nos dá um descanso que seria impossível…”

Pare de remoer o que você era e se tornou. Não viva dominado pela culpa e vergonha. Avance para os braços de Cristo. Lance hoje sua esperança e expectativa na poderosa graça que Ele lhe oferece.

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AS DIMENSÕES DA VIDA

A vida tem suas dimensões. A primeira é a dimensão do PROBLEMA.

Os problemas da vida existem e vêm sobre todos. Nem sempre se tem respostas aos problemas da vida.

Os que não aceitam a dimensão do PROBLEMA se frustram, optam por acreditar demais em seu potencial e demoram em confiar em Deus.

A segunda dimensão da vida é a do PARADOXO. Paradoxo é uma declaração aparentemente verdadeira que leva a uma contradição lógica.

Vivemos num mundo contraditório onde nem sempre o certo, o justo, o reto e o ético vencem. Quem não entende o paradoxo da vida sofre.

Deus lida com o paradoxo há tempo. Jesus, sendo bom, amoroso e cuidadoso, não deveria morrer, mas morreu. Enquanto o mal parecia vencer, a graça de Deus conduzia tudo num plano perfeito para trazer a salvação eterna aos que nEle crer.

Deus sabe muito bem usar os paradoxos da vida.

A terceira dimensão da vida é a da PERPLEXIDADE. Tem muita coisa que é inexplicável.

Um pôr do sol, um olhar para o mar, o sorriso de uma criança são coisas inexplicáveis. A vida nos convida à admiração. Não aceitar receber a perplexidade nos faz egoístas, frios e insensíveis.

O inexplicável faz a nossa finitude ante a grandeza inexplicável de Deus.

Salomão finaliza o livro de Eclesiastes afirmando em 12.13: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem.”

A verdade é que precisamos da DIMENSÃO DA FÉ. Por ela podemos viver a vida com seus problemas, paradoxos e perplexidades.

Os que querem respostas prontas para tudo se perderão na vida. A vida se entende no abraçar da fé.

Sem a DIMENSÃO DA FÉ, a vida patina.

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NAS MÃOS DE DEUS

Lidar com a dor, a crise, a doença, a morte, o desemprego, a tragédia, etc., não é algo fácil, especialmente para quem deposita sua confiança em Deus e dEle espera uma solução ou um milagre.

A forma como reagimos aos nossos problemas hoje é basicamente um reflexo de nossas atitudes para com Deus ao longo da vida. O Senhor Jesus é um exemplo disso.

Durante Seus anos aqui na Terra, Ele viveu em plena confiança e dependência do Pai. Suas orações sempre foram de rendição e entrega à vontade do Pai. Diante da realidade de Sua prisão no Jardim do Getsêmani, Ele apenas queria estar na presença do Pai para cumprir o Seu querer.

Ao ser crucificado na cruz do Calvário, o Senhor Jesus em sua última respiração, deixa soar também suas últimas palavras que foram registradas em Lucas 23.46: “…Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!”

Ele diante da traição, rejeição e negação dos homens, encontrou no Pai um indizível conforto e refúgio. Ele encarou com paz e tranquilidade a morte porque confiou e descansou mais uma vez nAquele que tomaria conta de seu espírito.

A morte não foi o fim para Jesus, como também não é o fim para os seus seguidores. Ele foi para a presença do Pai, de onde agora nos espera.

Independentemente de sua crise, dor ou tragédia, o seu desafio é aprender a viver como Jesus, ou seja, colocar tudo nas mãos de Deus e achar somente nEle o conforto, a calma e o refúgio.

Quando seus desejos, anseios e vontades estão entregues a Deus, tudo que aparentemente esteja pesado se tornará leve e possível, porque se você decide descansar tudo em Suas poderosas mãos, você receberá dEle o descanso e a paz que quer e precisa.

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INJUSTIÇADOS

No capítulo 6 do livro de Daniel, Daniel já era um homem idoso e extremamente comprometido com suas funções delegadas pelo rei Dario, o rei medo-persa.

Sua capacidade, habilidade e postura incomodavam a muitos no império e foi arquitetado um plano para matá-lo.

Seus inimigos, por não acharem nada no seu caráter e nem na sua conduta, ludibriaram o rei com uma lei religiosa que proíba buscar a qualquer deus, a não ser o próprio rei.

Esse foi o único meio de tentar incriminar a Daniel, visto que ele buscava ao Senhor em oração disciplinadamente três vezes ao dia.

Daniel foi pego descumprindo a ordem e foi acusado diante do rei, o qual tentou de todos os modos livrá-lo, mas pela impossibilidade de revogação da lei, o rei assim, condenou a Daniel à cova dos leões.

O rei Dario, no dia seguinte, bem cedo, triste pela resolução e maquinação dos inimigos de Daniel, foi apressadamente à cova dos leões.

Em Daniel 6.19,20 diz que “Chegando-se ele à cova, chamou por Daniel com voz triste; disse o rei a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo! Dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?”

Para sua grande surpresa, Daniel respondeu nos versículos 21 e 22 dizendo: “Ó rei, vive eternamente! O meu Deus enviou o seu anjo e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele…”

O final da história é que Daniel não foi morto pelos leões porque Deus cuidou dele e o defendeu da injustiça cometida.

Se você confia em Deus como Daniel, não necessariamente você ficará livre das injustiças, mas creia que Ele está vendo e controlando tudo. Por isso, você pode manter-se em paz e em calma.

Deus agirá a seu favor, a Seu tempo. Ele agirá para com todos os injustiçados que nEle confiam .

Ps –

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