AS PRINCIPAIS ATITUDES PARA 2015

AS PRINCIPAIS ATITUDES PARA 2015…

Nada em sua vida muda se não você não tiver uma ATITUDE. 2015 só será diferente se suas atitudes forem de investir mais no que é preciso e menos no que prejudica.
Se você quiser ver uma diferença significativa no final de 2015 algumas atitudes precisam fazer parte do “cardápio” da sua vida todos os dias.
EM 2015…FOQUE “MAIS” EM DEUS

A ordem clara de Jesus em Mateus 6.33 é: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”

Os que buscam a Deus não argumentam sobre Ele na base de uma teoria filosófica. C.S Lewis escreveu: “Deus nunca se faz de filósofo diante de uma lavadeira.” Deus é uma pessoa com quem nos relacionamos. Com Ele se fala, alegra, chora, canta, cala, ri. Com Ele se vive.

Os que buscam a Deus sabem lidar melhor com o inevitável, a ansiedade, a angústia, o stress de maneira calma, responsável e confiante. Por isso em 2015 ame e foque mais em Deus!

EM 2015…FOQUE “MAIS” EM PESSOAS.

A Bíblia ensina em Romanos 13.9: “…Se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”

Nascemos com pessoas ao redor. Morremos com pessoas ao redor. Por que será que tanta gente insisti em viver longe de pessoas? Por que não fazemos de pessoas uma prioridade na vida?

Em 2015 valorize mais pessoas. Valorize mais seu cônjuge, seus filhos, seus parentes e seus amigos. Invista com seu tempo, bens e recursos em “gente” que precisa. Em 2015 ame e foque mais em pessoas.

EM 2015…FOQUE “MAIS” EM SUAS RESPONSABILIDADES.

Há coisas na vida que só dependem de você. Você por várias vezes tem ouvido que é preciso alimentar de forma saudável, fazer exercícios, gastar menos e poupar mais e trabalhar duro, pesado e sério. Você está agindo assim?

Provérbios 27.12 diz: “O prudente vê o mal e esconde-se…” Muita gente está sofrendo hoje por nunca ter levado áreas de sua vida a sério. Em 2015, seja mais responsável consigo mesmo.

Lembre-se, não é o ano que muda sua vida e lhe faz feliz. São as suas atitudes que muda o ano e o faz mais feliz e diferente. Por isso mude hoje suas atitudes e você terá um ano feliz.

TOMANDO DECISÕES ACERTADAS – (2)

TOMANDO DECISÕES ACERTADAS – (2)

Comumente ninguém decidi para errar. Erra-se por decidir mal. Erra-se pela falta de conhecimento, inteligência e sabedoria na decisão.

Boas decisões não nascem do nada. A Bíblia ensina que boas decisões são pautadas na SABEDORIA. E a fonte está em Provérbios 2.6: “Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca procedem o conhecimento e o entendimento.” Sabedoria de Deus é o modo ordeiro e moral de pensar e conduzir a vida.

Pessoas sábias aprendem a tomar boas decisões porque são dirigidas pelos princípios de Deus, e aprenderam a aplicar de forma prática esses princípios aos dilemas da vida.

Mas quais são os princípios para se tomar uma boa decisão na vida?

O primeiro princípio para se tomar uma boa decisão na vida é considerar os ensinos de Deus revelado em Sua Palavra. Em Provérbios 3.5-6 lemos: “Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em TODOS os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.

O segundo princípio para se tomar uma boa decisão é buscar conselhos. Muitos erros são evitados quando se consulta pessoas maduras e experientes para orientar a vida. Em provérbios 15.22 diz: Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito.”

O terceiro princípio para se tomar uma boa decisão é evitar a precipitação no agir. Em Provérbios 19.2 lemos: “Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado.” É extremamente importante aprender a esperar, refletir e tirar o poder emocional e colocar o poder racional e lógico na decisão. Salomão ainda nos ensina Provérbios 21.5:“Os planos do diligente tendem à abundância, mas a pressa excessiva, à pobreza.”

O quarto princípio para se tomar uma boa decisão é sondar as motivações. Intuitivamente achamos que tudo o que fazemos dará certo. Essa é um tendência natural já ensinada em Provérbios 16.2: “Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos…” Nem sempre os motivos na decisão são corretos. Por vezes decide-se errado para impressionar pessoas ou demonstrar aos pais, parentes e amigos que eles estão errados na percepção da vida. Motivos errados levam a decisões erradas e decisões erradas paralisam a vida.

Assim sendo, se você deseja ter uma vida diferente, é preciso aprender a tomar boas decisões baseado nos princípios simples, elementares e sábios da Palavra de Deus.

TOMANDO DECISÕES ACERTADAS – (1)

TOMANDO DECISÕES ACERTADAS – (1)

Todos os dias cada um de nós se depara com inúmeras oportunidades para decidir sobre a as várias facetas da vida. O que fazer? Como decidir?

Alguém disse com muita propriedade: “Muitos dos nossos problemas ocorrem porque decidimos nossas vidas baseadas em autoridades não confiáveis: na cultura (“todo mundo está fazendo isso”),na tradição (“nós sempre fizemos isso”), na razão (“parece lógico de fazer”), ou na emoção (“eu me sinto bem fazendo isso”).

O Salmista nos dá um norte claro ao dizer no Salmo 119.30: “Escolhi o caminho da fidelidade e decidi-me pelos teus juízos.” Ele sabia que sua vida tomaria um rumo certo se ela estivesse totalmente apoiada e fixada nos princípios da Palavra de Deus.

Para que possamos desfrutar de uma vida feliz e equilibrada é necessário que nossas decisões sejam baseadas nas eternas verdades de Deus.

Há dois princípios bíblicos básicos que nivelam todas as demais decisões.

1o – DECIDA SEGUIR A JESUS COMO SEU SENHOR E SALVADOR PESSOAL

Jesus afirmou em João 7.38: “Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.”

A vida somente toma sentido quando Jesus está no comando dela. Essa é principal decisão da vida. Ela define onde se passará a eternidade; define a forma como se vai viver; define a influência sobre todas as outras decisões. Você já recebeu Jesus como seu Senhor e Salvador?

2o – DECIDA FAZER TUDO PARA A GLÓRIA DE DEUS

Somos ensinados em 1 Coríntios 10.31: “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.”

Paulo foi bem incluso quando disse “fazei TUDO para a glória de Deus.” Tudo significa tudo! Toda decisão precisa ter como motivação última a glória de Deus. O que você faz glorifica a Deus?

Se Jesus é o Senhor de sua vida, Ele agora manda e dirige o seu viver. Se Ele é o seu Salvador, sua alma vive descansada e cheia de esperança hoje e eternamente. E se tudo o que você fizer tiver como motivação última a glória de Deus, não há como decidir errado.

Quando os princípios de Deus são prioridades em sua vida, esteja certo de que você estará sempre andando confiante no trilho certo.

VIVENDO À LUZ DA ETERNIDADE

VIVENDO À LUZ DA ETERNIDADE

Todos sabemos – mas nem sempre acreditamos – que nossa vida nessa terra é passageira, breve, temporária e transitória. Não estaremos aqui por muito tempo. Em Tiago 4.14 lemos: “Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.”

A grande maioria acha que é algo meio mórbido pensar e falar sobre a morte. Mas na verdade é uma grande tolice passar pela vida negando e evitando a morte e a eternidade. Salomão nos ensina em Eclesiastes 7.2: “É melhor ir a uma casa onde há luto do que ir a uma casa onde há festa, pois onde há luto lembramos que um dia também vamos morrer. E os vivos nunca devem esquecer isso.

Se a vida é temporária devemos saber como vive-la. Não podemos nos apegar muito a ela. Temos coisas nesse mundo que esforçamos, lutamos e brigamos em vão.

Jesus afirmou em João 6.40: De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.” “Vida eterna” é uma promessa a todos os que creem em Jesus. É uma vida que transcende a própria vida. Ele orou assim em João 17.3: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”

Há anseios nessa vida que jamais serão satisfeitos aqui. São anseios que só serão cumpridos na eternidade. Não podemos nos enganar que seremos completamente felizes nesse mundo. Aqui não é o lar final. Os que creram em Jesus como seu Senhor e Salvador foram criados para algo muito melhor.

Quando vivemos todos os dias à luz da eternidade, os valores mudam profundamente. Começamos a usar o dinheiro com sabedoria; valorizamos mais profundamente os relacionamentos; desenvolvemos melhor nosso caráter em vez de fama, riqueza, compras, status ou realizações; controlamos melhor o que lemos, assistimos na TV e nos entretemos.

Você e eu não viveremos eternamente nesse mundo. Somos mortais! Precisamos parar de pensar a curto prazo; precisamos investir nas coisas eternas; precisamos fazer das coisas eternas uma prioridade e o foco da vida.

Assim, viva hoje à luz da eternidade!

NESTE NATAL…

NESTE NATAL…

NESTE NATAL…confraternize com seus amigos e familiares, mas ponha a mão no bolso e seja generoso com alguém. Faça um “limpa” em seu guarda-roupa e doe boas roupas. Ponha uma boa comida na mesa daqueles que você sabe que precisa. Presentei uma criança que não seja um de seus filhos.

NESTE NATAL…só compre o que realmente você precisa. Não faça prestações em cartões ou cheques. Lembre-se que isso pode ser um inferno em sua vida em 2015. Diga não ao consumismo e vença o seu ímpeto de ser igual a alguém ou ser aprovado pelo que é ou tem.

NESTE NATAL…faça algo simples. Caminhe de mãos dadas com o cônjuge; vá passear no parque com os filhos; lave as louças; enxugue as louças; jogue um jogo de mesa com a família; veja fotos antigas; arrume um bom tempo para dar boas gargalhadas.

NESTE NATAL…deixe o seu smartphone, tablet, computador e televisão de lado. Faça um jejum 24 horas de toda a tecnologia. Não abra facebook, instagram ou What’s app. Sente-se para bater papo com seu cônjuge, filhos, pais, avós e amigos. Lembre-se, talvez seja esse o último Natal com alguns deles.

NESTE NATAL…pare alguns minutos para refletir. Vá para um lugar a sós e pense em algo de bom que você tem recebido. Não comece com coisas materiais ou realizações, comece por exemplo, agradecendo pela saúde. Mas seja específico, agradeça pelos olhos que veem, que pelas mãos que pegam, pelos ouvidos que ouvem, pelos pés que andam etc. Tenha um coração grato e humilde diante de Deus.

NESTE NATAL…Tire um tempo para ler as histórias bíblicas sobre o Natal. Leia Mateus capítulo 1 e 2; leia Lucas capítulo 1 e 2; leia João capítulo 1. Leia devagar e orando para que Deus fale ao seu coração enquanto revê as mesmas verdades do Natal que inspiram pregadores, professores, e todos os mestres da arte.

NESTE NATAL…lembre-se que o centro de tudo é JESUS. Ele veio ao mundo como a demonstração clara do amor de Deus e sua prontidão em reconciliá-lo com Ele devido seus pecados. Jesus é “o caminho, a verdade e a vida” e ninguém terá um relacionamento com Deus Pai sem Ele (João 14.6).

Tudo o que alguém supostamente esteja buscando nesse Natal, a resposta está só em Jesus.

NESTE NATAL faça tudo diferente!

A ATITUDE CERTA NO NATAL

A ATITUDE CERTA NO NATAL

Para muitos o período de Natal é um tempo maravilhoso de confraternização com os amigos e uma oportunidade especial para estar junto com a família.

Para outros, o período de Natal torna-se um momento triste e depressivo. As lembranças das dores do ano que se finda batem forte e parece que uma nuvem negra se instaura na alma.

Mas na verdade a atitude do Natal não pode e nem deve ser regida por situações boas e ruins que ocorreram na vida. É preciso ir adiante; é preciso manter uma atitude diferente e mais sublime no Natal.

Em Lucas 2 temos o relato do nascimento de Jesus. José e Maria não encontraram uma hospedaria porque a pequena cidade de Belém recebeu muito mais gente para recensear conforme o decreto do imperador Romano, César Augusto.

Em Lucas 2.6,7 lemos assim sobre o nascimento de Jesus: “…e aconteceu que, enquanto se achavam em Belém, chegou o tempo de a criança nascer. Então Maria deu à luz o seu primeiro filho. Enrolou o menino em panos e o deitou numa manjedoura, pois não havia lugar para eles na pensão.”

Por que José e Maria se submeteram a dormir num estábulo e a colocar Jesus numa manjedoura (literalmente num cocho, onde animais comem) quando esse nasceu?

A resposta é simples: José e Maria eram um casal humilde e estavam gratos a Deus por encontrarem um local para ficar e para deitar o pequeno Jesus.

Por um outro lado, Deus permite toda essa situação para revelar que o Rei Salvador vem ao mundo de um forma humilde para alcançar somente os humildes de coração.

É bem provável que nenhum de nossos pais ou qualquer um de nós enfrentamos uma situação tão calamitosa como a de José e Maria quando do nascimento de Jesus. Nossas vidas, ainda que estejamos numa situação adversa, é bem melhor do que a deles. É certo de que talvez não tenhamos as “meias” cheias de presentes, mas deveríamos ser gratos porque no mínimo temos pés e pernas onde as meias do dia a dia cabem.

É triste afirmar, mas nem sempre nossa atitude tem sido marcada pela humildade e gratidão. O espírito consumista, hedonista e de orgulho depõe contra nós no período de Natal. Somos fascinados pela ostentação e pelo glamour e não pela simplicidade da cena do primeiro Natal.

Lembremos sempre: Sem a atitude certa, não há Natal.

A VIDA RADICAL DO DISCÍPULO DE JESUS

A VIDA RADICAL DO DISCÍPULO DE JESUS

O termo “radical” assusta. Dá uma ideia de “extremismo”. Mas na verdade, o termo radical vem do latim “radix”, raiz. Geralmente se usa a palavra para se referir aos que tem opiniões que vão as raízes e que são extremos em seus compromissos.

Tornar-se discípulo de Jesus não significa abraçar uma religião, antes é assumir um profundo e radical compromisso de vida que transforma a forma de pensar, falar, agir e reagir.

Mas o discípulo de Jesus não está sozinho nessa caminhada. O Espírito de Deus é o agente que promove o crescimento e a mudança. Na verdade onde há o Espírito de Deus profundas mudanças ocorrerão. A ordem de Paulo em Gálatas 5.16  é: “…andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne.

Há uma ação do Espírito de Deus, mas há uma responsabilidade do discípulo de tomar a iniciativa. Quando o discípulo vai em direção a obediência, Deus opera.

Em Efésios 4.22-24 Paulo afirma: “No sentido de que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e vos renoveis no espírito do vosso entendimento, e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade. E em 4.28 ele exemplifica: “Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado.”

O discípulo de Jesus é ordenado a crescer radicalmente nele. Em 2 Pedro 3.18 lemos: “Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo…”

Crescimento significa mudança e amadurecimento; significa fazer algo novo, inédito, diferente e incomum; significa sair de hábitos velhos e trocar por outros novos; significa sair da vida estática para uma vida dinâmica.

O discípulo de Jesus se propõe a abandonar radicalmente o pecado, fazer a correção e a educar-se para não manter-se nos velhos erros. Ele decidi reestruturar radicalmente a forma de pensar, decidir e conduzir a vida.

Assim sendo, se não há mudanças radicais em seu viver é preciso questionar se houve uma compreensão clara e uma firme decisão em se tornar um discípulo de Jesus.

Os discípulos de Jesus buscam viver a vida dEle. Que vida? A vida diferente e radical.

Você é esse discípulo de Jesus?

PERDOE!

PERDOE!

Perdoe! É preciso perdoar. Deus nos ordena em Colossenses 3.13: “perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra o outro…”

Mas antes de tudo é preciso achar a dor. A dor que machucou, destruiu, arrancou, destroçou, arrebentou e matou.

Perdão significa ir ao encontro da dor, chorar, reconhecer o estrago, mas também significa decidir fechar a porta do passado e nunca mais abri-la. Quem perdoa zera as contas do passado.

Perdoar significa “deixar ir”, deixar livre, soltar, libertar, despedir. Perdoar significa assumir o definitivamente e, com boa attitude, o ônus da história.

Perdoar é algo irracional aos olhos humanos, porque é uma decisão e não uma emoção.

Perdoar é “faxinar” o coração; é prover a cura das memórias e a “aminésia” dos erros pelo amor. Perdoar é tratar a ofensa e liberar o ofensor. Perdoar é uma questão de obediência a Deus.

Quem perdoa reconhece que só Deus tem o direito de julgar e tratar a pessoa e a situação.

Quem perdoa deixa aberto os canais por onde fluem a confiança e o amor.

Quem perdoa reconstrói em si a destruição deixada.

Quem perdoa diz não ao ressentimento e a mágoa.

Quem perdoa deixa a graça prevalecer e não a vingança.

Quem perdoa reconhece a fraqueza humana e vê com misericórdia o ofensor.

Perdoar é difícil, porque custa caro. Custa o ego; custa o orgulho; custa a sinceridade para dizer que “doeu”; custa a humildade para também se ver diante de Deus e reconhecer as grandes e horrendas ofensas cometidas contra Ele.

Por isso, vá a Deus, se veja perante Ele e peça perdão. Depois, saia para perdoar a qualquer um que lhe ofendeu e esteja disposto a perdoar a qualquer um como estilo de vida.

Perdoe!

PARE DE RECLAMAR

PARE DE RECLAMAR!

O falecido Raul Seixas em sua música “Eu Também Vou Reclamar”, afirmou: “Pare o mundo que eu quero descer…” Parar o mundo? Isso é impossível! Desde que o pecado entrou no mundo a vida é caótica. Não dá para parar nem circunstâncias e nem pessoas. Precisamos antes prosseguir, mas prosseguir corretamente: prosseguir sem reclamar.

Reclamar é um hábito. Reclamar é um hábito pecaminoso. Pessoas que reclamam também murmuram, censuram, criticam, difamam, lastimam e queixam da vida e de pessoas.

Reclamar é um pecado contra Deus. Os Israelitas após saírem do Egito seguiram pelo deserto reclamando. Reclamaram de tudo e de todos. Em Números 14.27 Deus diz: Até quando sofrerei esta má congregação que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações que os filhos de Israel proferem contra mim.”

Pessoas que reclamam são egoístas e incrédulas. Elas não conseguem entender e ver que há um Deus soberano que age no dia a dia e usa o bem e o mal a favor delas.

A reclamação é antes de tudo uma declaração de insatisfação para com Deus. Os que reclamam revelam sua míope visão de Deus e seus propósitos. Na verdade o maior analfabeto é o ignorante espiritual. Os ignorantes de Deus nunca são gratos.

A Bíblia nos ordena em Filipenses 2.14: “Fazei tudo sem murmurações nem contendas.” Ela também nos ensina em 1 Tessalonicenses 5.18: “Em tudo, dai graças, porque essa é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.”

Jesus é o nosso exemplo máximo. Você nunca o vê reclamando de nada e de ninguém. Sua vida foi de total gratidão e de entrega ao Pai.

Assim, decida hoje confessar suas reclamações a Deus; decida hoje olhar ao seu redor e ter um coração grato pelo que tem e é; decida hoje agradecer as pessoas que lhe fazem de alguma forma um bem; decida hoje a aprender a dizer a Deus: “muito obrigado”.

Pare de reclamar! Substitua o hábito de reclamar pelo hábito de agradecer.

EM BUSCA DA OVELHA PERDIDA

EM BUSCA DA OVELHA PERDIDA…

Deus ama aqueles que estão firmes no seu caminho; gente séria e compromissada, que O busca numa vida íntima e próxima a Ele. Deus está feliz com eles. Contudo…

A vida cristã é uma grande luta. E nem todos mantém-se firmes e focados nEle. Alguns nesse embate ficam pelo caminho. São pessoas que se afastam da fé por causa de dúvidas não respondidas, decepção com pessoas ou com o “sistema”, ou porque caíram gritantemente no pecado e não acharam alguém para o confrontar, orientar e consolar.

Deus quer resgatar os seus filhos que estão longe. O desejo de Deus é expresso nas palavras de Jesus em Mateus 18.12-14: “O que acham vocês? Se alguém possui cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixará as noventa e nove nos montes, indo procurar a que se perdeu? E se conseguir encontrá-la, garanto-lhes que ele ficará mais contente com aquela ovelha do que com as noventa e nove que não se perderam. Da mesma forma, o Pai de vocês, que está nos céus, não quer que nenhum destes pequeninos se perca.”

Deus quer alcançar seus “pequeninos”. Ele está interessado que eles voltem para o seu cuidado porque Ele está certo de que o mundo lá fora é perigoso, inseguro, “frio” e cheio de “lobos” vorazes.

Sem dúvida, é duro o trabalho buscar os que se “desviaram”. Para alguns é extremamente frustrante. Mas quando se lembra que eles também são amados pelo Pai, tudo muda.

Jesus sente falta e se entristece com aqueles que acharam que a “grama” do mundo é mais verde do que o “redil” e o cuidado do Bom Pastor. E é por isso que Ele deseja que nos achegamos aos que se desviaram para o buscarmos para Si.

Em Tiago 5.19,20 somos encorajados a intencionalmente irmos atrás dos que se desviaram da verdade. Tiago diz: “Meus irmãos, se algum entre vós se desviar da verdade, e alguém o converter, sabei que aquele que converte o pecador do seu caminho errado salvará da morte a alma dele e cobrirá multidão de pecados.”

Por isso, pare e pense agora se não há pelo menos uma pessoa que você poderia no mínimo começar a orar por ela.

Será que não há alguém que você poderia também telefonar, mandar uma mensagem, enviar um e-mail ou visitar?

Hoje você pode começar a ser o instrumento de Deus para buscar a “ovelha que se perdeu.”

SEUS MOTIVOS SÃO PUROS?

SEUS MOTIVOS SÃO PUROS?

Há uma triste realidade de que muito do que se faz tem por traz de si motivos errados. Há muita coisa sendo feita por raiva, despeito, inveja, ambição, vaidade, obrigação, ganância e avareza.

Ninguém melhor na Bíblia para expressar a realidade dos motivos errados do que os escribas e fariseus. Eles eram os principais religiosos da época de Jesus.

Esses homens são caracterizados não porque tivessem desvios bíblicos gritantes ou porque vivessem uma vida imoral e dissoluta. O problema central deles estava ligado a seus motivos.

Suas diversas atividades eram questionáveis. Por exemplo: eles oravam para serem ouvidos pelos homens; contribuiam generosamente para o templo para que pudessem de alguma forma escapar em ajudar seus pais em necessidade; condenavam o pecado que viam nos outros para exaltar a sua própria justiça, revelando assim a dureza de seus corações.

Por não sondarem seus reais motivos, eles foram dominados por uma cegueira espiritual sem precedente, que culminou com o envolvimento direto na crucificação impiedosa do Senhor Jesus, sem que eles em nenhum momento pudessem em enxergar a gravidade do seu crime.

Por isso, é preciso constantemente orar e certificar as reais motivações do coração

Preocupado com isso, Davi ora no Salmo 139.23,24 dizendo: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.”Em Jeremias 17.9 o profeta nos diz:Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?

Desse modo precisamos nos achegar a Deus e pedir que Ele nos ajude a ter motivações puras. Precisamos confessar toda nossa tendência ao exibicionismo, vaidade e competição. Devemos levar a sério diante dEle para termos um coração puro.

A.W.Tozer nos lembra sabiamente: “A prova pela qual toda conduta será finalmente julgada é o motivo.”

Seus motivos são puros?

COMO É QUE VOCÊ VÊ DEUS?

COMO É QUE VOCÊ VÊ DEUS?

Jó declarou sua ignorância quanto a Deus e Seus propósitos ao dizer: “…Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado…Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem.” ( Jó 42.2,5)

Vivemos em uma época onde se há uma grande ignorância com respeito a Deus. Muito se diz sobre Ele, mas há muito do que não se diz.

Assim, sempre é bom lembrarmos que…

Deus se alegra em abençoar os seus filhos com toda sorte bênçãos, dentre elas as de ordem material, mas todas as bênçãos é resultado de sua GRAÇA maravilhosa e NÃO um DIREITO que alguém possa exigir, reivindicar ou ordenar dEle.

Deus responde nossas orações quantos a bens materiais, saúde, provisão e melhores condições na vida, mas se Ele disser um “não” aos nossos pedidos, não significa que isso seja falta de fé, infidelidade de nossa parte ou que Ele esteja irado conosco.

Deus é o supridor de tudo. Tudo o que temos e somos devemos a Ele. Contudo, sendo abençoados, Deus espera que sejamos generosos em dar, mas Ele nunca nos obriga a fazer isso. Paulo nos ensina em 2 Corintios 9.7 que “…Deus ama a quem dá com alegria…”

Deus faz grande e poderosos milagres na saúde e provisão das pessoas, mas nem sempre Ele cura; nem sempre Ele provê segundo nossas expectativas. Em Sua suprema sabedoria Ele se revela também de uma forma surpreendente no meio da dor e do sofrimento enquanto mantêm força e graça sobrenatural para se passar por qualquer tribulação.

Deus fez o rico e o pobre (Pv 22.2 ). Ser rico não é sinal de benção espiritual e ser pobre não é sinal de maldição ou infidelidade espiritual. O Rico deve ser generoso com o pobre; o pobre deve esperar, confiar e ter em Deus sua alegria e provisão.

Devemos partir sempre do ponto que somos míopes diante da realidade completa de Deus. Contudo quando colocamos os “óculos” espirituais, Suas “lentes” corrigem nossas deficiências e nos faz ler nossa história à luz da plena, amorosa, bondosa e soberana história dEle em nós e por nós.

Assim, corrija seu foco espiritual!

PESSOAS AMARGURADAS

PESSOAS AMARGURADAS

Pessoas amarguradas desonram a Deus, prejudicam os outros e a si mesmos. Alguém testemunha: “Eu lutei com amargura em relação a algumas pessoas…Essa raiz de amargura foi crescendo dentro de mim…meu apêndice rompeu e tive peritonite…”

Pessoas amarguradas tem a capacidade de sufocar o amor, destruir a harmonia e prejudicar a vida emocional de um ambiente coletivo.

Pessoas amarguradas são ásperas, irritadas, irritantes, descontentes, murmuradoras, fofoqueiras, julgadoras e frustradas. Elas machucam, ignoram, ofendem e desrespeitam os outros.

Pessoas amargurada são capazes de proliferar uma “cultura da amargura.” Lemos em Hebreus 2.15: “…Nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados;” Por isso, pessoas amarguradas precisam ser confrontadas!

Pessoas amarguradas são iradas. A ira revela a forte amargura e o ressentimento de seus corações.

Pessoas amarguradas precisam urgentemente examinarem-se a si mesmas e confessarem seu pecado. 1 João 1.9 nos ensina: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”

Se você hoje se vê como uma pessoa amargurada tome o propósito diante de Deus de tirar essa sujeira de sua vida. Paulo ensina em Colossenses 3.8: Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar.

Proponha-se a obedecer os princípios de Efésios 4.31,32 que diz: “…Longe de vós toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda a malícia. Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou.”

E lembre-se sempre do simples ensino de Tiago 1.19,20: “Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus.”

Proponha-se hoje em tratar diante de Deus toda amargura do seu coração! E se você tem machucado alguém, peça perdão a ela.

ONDE ESTÁ SUA CONFIANÇA?

ONDE ESTÁ SUA CONFIANÇA?

Sempre confiamos em alguém ou algo. A confiança diz onde realmente está o nosso coração. E onde está o nosso coração ali se prestará honra, homenagem e adoração.

Nossa lista de onde e em quem depositamos nossa confiança é grande. Somos tendentes a confiarmos em nós mesmos: em nossas habilidades, instrução, cultura, experiências e oportunidades. Confiamos também em pessoas: parentes, amigos, politicos, médicos, patrões etc. Confiamos absurdamente em coisas: posses, dinheiro e bens etc. O arsenal errado de nossa confiança é enorme.

A Bíblia ensina claramente: ponha sua confiança somente no Senhor!

O Salmo 13.5,6 afirma: “No tocante a mim, confio na tua graça; regozije-se o meu coração na tua salvação. Cantarei ao SENHOR, porquanto me tem feito muito bem.”

O Salmo 22.4,5 nos ensina: “Nossos pais confiaram em ti; confiaram, e os livraste. A ti clamaram e se livraram; confiaram em ti e não foram confundidos.”

O Salmo 40.4 nos diz: “Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança e não pende para aos arrogantes, nem para os afeiçoados à mentira.

O Salmo 56.3-4 afirma: “Em me vindo o temor, hei de confiar em ti. Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um mortal?”

O Salmo 118.8,9 ensina dizendo: “Melhor é buscar refúgio no SENHOR do que confiar no homem.
Melhor é buscar refúgio no SENHOR do que confiar em príncipes.”

O profeta Jeremias 17.7 nos encoraja ensinando: “Bendito o homem que confia no SENHOR e cuja esperança é o SENHOR.”

Talvez hoje você se sinta frustrado, desencorajado, desanimado ou deprimido porque depositou sua confiança em algo ou em alguém errado.

Por isso, ouça o conselho de Deus e redirecione hoje sua confiança nEle.

Os que nEle confiam mantém-se sempre seguros!

A ERRADA OPÇÃO PELO ISOLAMENTO

A ERRADA OPÇÃO PELO ISOLAMENTO

Vivemos numa sociedade que alimenta todas as condições para uma vida isolada. Pessoas tem seu próprio quarto, TV, PC, celular, etc. Outros podem optar em morar sozinhos, pedir bens e serviços que serão entregues na porta. Nada disso é errado. Errado é isolar-se.

Isolamento também não é solitude. Solitude é uma escolha de tempo a sós para pensar, refletir e decidir mudanças na vida.

No Jardim do Edem, Deus disse: “…Não é bom que o homem esteja só…” (Gênesis 2.18). Deus não criou o homem para o isolamento.

Isolamento não é a visão de Deus. Ele não vive sozinho. A Bíblia diz que Deus se revela em Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Há uma unidade, intercâmbio e foco relacional entre o Deus-Triúno. Suas criaturas não deveriam viver do mesmo jeito?

O isolamento é uma opção. Isolamento é uma opção errada e egoísta. Pessoas precisam de Deus; pessoas precisam de pessoas.

Quando Jesus disse em Mateus 16.18: “…Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”, Ele não tinha em mente construir uma religião ou cristianismo. Pelo contrário, Jesus tinha mente estabelecer uma comunidade de seguidores que viveriam para Ele e seriam como Ele.

Uma comunidade onde o amor seria o elo. Lucas define a vivência dessa comunidade em Atos 2.44 ao dizer: “Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum.”

Não se pode afastar de pessoas. Não se pode isolar-se de amigos; não se pode impedir amizades; não se pode abandonar a família.

É preciso viver o adjetivo masculino singular, “junto”. É preciso rir junto, chorar junto, sofrer junto, construir junto, orar junto e até discordar junto, mas sempre “junto”. É preciso construir uma sólida vida relacional; é preciso dizer “não” ao isolamento.

É em Jesus que o isolamento e a solidão acaba. Quando se veem a Ele ganha-se uma família. É óbvio que não são pessoas perfeitas, mas são pessoas centradas na perfeição de Jesus.

É por meio de Jesus e de Seu poder que o conforto do isolamento é destruído. É nEle que o isolamento sede definitivamente ao verdadeiro e profundo relacionamento.

Assim, saia de si para Jesus e por meio de Jesus para o outro.

Nao opte pelo isolamento!

DESEJO E FÉ

DESEJO E FÉ…

Desejar é algo por vezes muito perigoso. Nossos desejos tem em si o poder de esmagar e silenciar nossa fé em Deus.

A guerra entre “desejo” e “fé” iniciou-se no Jardim do Edém. Em Gênesis 3.5 Satanás diz a a Eva: “Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal.”

Nesse texto, Satanás está terminando seu ataque astuto e mentiroso a fé de Eva. Ele a influencia por meio da lógica, fazendo-a questionar não só o mandamento, mas o caráter de Deus.

Ao enfraquecer o caráter de Deus, Satanás redireciona o desejo de Eva para a desobediência. Porque se Deus não é confiável, então não é necessário obedece-lo, não é necessário crer que Ele exista, não é necessário acreditar que Ele é bom e amoroso.

Assim, Eva inicia o processo de seguir seus desejos e abandonar sua fé. Ela já não vê mais a árvore na perspectiva de Deus. O seu paradigma inicial foi mudado. Ela começa a ir em direção a uma árvore imaginária. Em Gênesis 3.6 nos diz que: “Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu…” Seus desejos agora a dominam e sua fé em Deus é desmoronada.

Todos temos uma fábrica de desejos escondidos em nossas almas. Queremos conforto, cura, paz, apoio, segurança, comida e provisão. Esses não são desejos maus, pecaminosos e errados. Todos eles são desejos humanos.

O nosso problema não são nossos desejos básicos. O problema é quando nossos desejos nos dominam e procuramos satisfazer a cada um deles sem considerar Deus e Seus princípios.

Quando tentamos resolver os buracos e vazios da alma à parte de Deus, a vida estraga e perde o rumo.

Contudo, Deus continua sendo bom e confiável. O Seu amor é grandioso. Ele não desistiu do ser humano por causa de sua desobediência. Em sua misericórdia Ele põem em pratica um plano e envia ao mundo Jesus Cristo, Seu Filho Amado, para morrer e pagar o preço na cruz pelo pecado, afim de que todos os que crerem nEle tenham a vida que tanto buscam hoje e na eternidade.

Quando todos os nossos desejos estão apresentados e depositados em Deus, a vida ganha direção, paz, satisfação, tranquilidade, significado e propósito.