PECADOS PERDOADOS

PECADOS PERDOADOS

Uma certa jovem estava desesperada, e em busca de ajuda escreveu o seguinte: “Cometi um pecado terrível. Desde que cometi esse pecado me sinto suja, triste e mui longe de Deus…Já não creio que possa ser perdoada. Já pensei até em cometer uma loucura e tirar minha vida, pois me sinto terrível. Será que Deus pode perdoar o meu pecado?”

Para essa jovem e para muitas outras pessoas o apóstolo João responde em 1 João 2.12: “Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome.”

Dois princípios estão claros nesse texto. O primeiro é que os pecados podem ser perdoados. A Bíblia é muito clara quanto à disposição de Deus em perdoar o pecador arrependido. Em 1 João 1.9 lemos: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” Em Provérbios 28.13 somos também exortados: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.”

Para perdoar qualquer pecado, o que Deus exige de nós é o arrependimento e a confissão. Essas duas ações demonstram nossa disposição em querer construir uma nova história, e quando essa atitude é apresentada diante de Deus, Ele perdoa o arrependido e nunca mais lhe imputa o pecado perdoado.

O segundo princípio que está claro no texto é que os pecados são perdoados “por causa do seu nome”, o nome de Jesus. O nome de Jesus significa a realidade do próprio Jesus e sua identidade. O Seu nome significa quem Ele é.

Em Atos 4.12 Pedro afirmou o seguinte: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.”

Jesus é o único a quem Deus aceitou e validou diante dEle para lidar com os pecados. Na verdade, o próprio João afirma em 1 João 3.5: “…sabeis também que ele se manifestou para tirar os pecados, e nele não existe pecado.” Jesus é a única fonte de salvação; não há salvação em nenhum outro. É só por Ele que os pecados são perdoados. Assim é necessário vir a Ele e a mais ninguém. Porque não existe nem um outro nome abaixo do céu que pode perdoar pecados, salvar e transformar a vida.

Todos os pecados podem ser perdoados e o requisito de Deus é vir somente a Jesus em confissão e arrependimento. Pedro também diz em Atos 10.43: “…por meio de seu nome, todo aquele que nele crê recebe remissão de pecados.”

Se você se sente triste, em culpa, desejando até cometer uma loucura e muito longe de Deus por causa de seus pecados, Ele mesmo diz: “Há solução!” Todos os seus pecados podem ser perdoados por causa do nome poderoso de Jesus. O que você precisa fazer é vir a Ele arrependido e confessar seus pecados. Faça isso hoje e agora, crendo que “…os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome.”

LIVRES DO ÓDIO

LIVRES DO ÓDIO

O ódio é um egoísmo agudo. O ódio é uma força destruidora, tanto para quem odeia como para quem é odiado. 

O “Holocausto” foi a perseguição e o extermínio sistemático, organizado e patrocinado pelo governo nazista de aproximadamente seis milhões de judeus pela Alemanha e seus então colaboradores. Alguns poucos sobreviveram a esse ódio racial, dentre esses estava Lyudmila Botcharova. 

Lyudmila nasceu em Minsk, na Bielorrússia, em 1940. Apenas três anos depois, ela foi mandada, junto com sua mãe e avós maternos, para o campo de extermínio Auschwitz II – Birkenau, ao sul da Polônia. Estima-se que 1,1 milhão de pessoas tenham morrido neste lugar nas mãos do regime Nazista, durante a II Guerra Mundial. Mas Lyudmila sobreviveu. No entanto, o que ela viu e sentiu nas mãos do III Reich deixou cicatrizes eternas. O número – 70.072 -, que servia para identificá-la entre os 1,3 milhão de prisioneiros, continua lá, tatuado no antebraço esquerdo de Lyudmila. Mais do que marcada no corpo, o ódio contra ela e tantos outros judeus, marcaram acima de tudo, suas almas. 

O apóstolo João escreveu em 1 João 2.9: “Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, até agora, está nas trevas.” O que João afirma nesse texto é que se alguém diz seguir Jesus e odeia seu irmão, não é Jesus quem dirige sua vida, mas o pecado. 

João gosta muito de antíteses. Ele contrasta “luz” com “trevas”; e agora contrasta “amor” com “ódio”. Luz combina com amor; ódio combina com trevas. Assim, quem se diz conhecer a Jesus, conhece a Deus, obedece a Ele e ama as pessoas. A fé verdadeira é sempre vista numa correta relação com Deus e com as pessoas. 

O ódio é um pecado. O “ódio” está sempre associado com a mágoa, a inveja, o rancor, a ira e a antipatia às pessoas. Não é sem motivo que João afirma em 1 João 3.15: “Todo aquele que odeia a seu irmão é assassino…” O “ódio’ sempre mata, tira, destrói, fulmina, arranca, golpeia, revida e abate. O “ódio” consome a pessoa por dentro até que consuma o outro por fora. Contudo, a fé verdadeira não combina com o ódio, mas com o amor; amar a Deus e as pessoas. 

Você ama as pessoas? Você está permitindo que mágoas e rancores dominem seu coração? Por favor, não deixe que seus relacionamentos se acabem por mal-entendidos. Sente-se com as pessoas; converse; peça perdão; perdoe. Não permita que o ódio domine sua vida. 

Queira ter as pessoas por perto. Aprenda a conversar, perdoar, rir, chorar junto; passear, brincar e até brigar. Mas queira ter as pessoas por perto. 

Não combina você dizer que “vive com Jesus”, “segue Jesus”, “crê em Jesus” e “anda com Jesus” e não consegue viver com gente, servir gente, apoiar gente, andar com gente, e pior, odiar gente.

O ódio envenena o corpo físico, a mente e a própria alma. Livre-se do ódio!

RENOVANDO O AMOR

RENOVANDO O AMOR

Nesse mundo moderno as coisas são basicamente descartáveis. Rapidamente queremos substituir o antigo para nos manter “atualizados”.

O “amor” na Bíblia é um princípio “antigo” que precisa ser constantemente renovado. O apóstolo João afirmou em 1 João 2.7: “Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual, desde o princípio, tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes.”

Quando Jesus disse em João 13.34: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como vos amei…” Ele não estava dizendo que não havia um ensino sobre o amor. Na verdade, a Lei de Moisés dizia em Levítico 19.18: “Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo, mas amarás ao teu próximo como a ti mesmo…” O que Jesus ensinou não é a ordem de amar, mas uma nova qualidade, um novo tipo, uma nova forma, um novo padrão de amar, tendo Ele mesmo como exemplo.

O amor do Novo Testamento é personificado em Jesus. Jesus é o amor que dá sem receber; Ele é o amor que está disposto a um alto sacrifício; Ele é o amor que perdoa sem se manter ofendido; Ele é o amor que não exige; Ele é o amor que visa o bem do outro ao extremo.

Jesus é o amor ensinado e cantando em 1 Coríntios 13. Ele é o amor paciente, bondoso, sem ciúme, sem orgulho, sem vaidade. Ele é o amor sem grosseria, sem egoísmo, sem irritabilidade, que não guarda mágoas. Ele é o amor que não se alegra quando o erro prospera, mas se alegra quando a verdade triunfa. Ele é o amor que nunca desiste, que tudo suporta. Ele é o amor cheio de fé, esperança e paciência. Ele é o amor eterno.

Hoje talvez você precise renovar seu amor, mas você não conseguirá sem Jesus. Talvez antes de renovar o amor em sua vida, você precisará renovar primeiro o seu amor por Jesus.

Você só ama de forma nova se a vida de Jesus estiver presente em você.

SER COMO CRISTO

SER COMO CRISTO

A Editora Habacuc publicou um livro chamado: “PAIS QUE MUDARAM O MUNDO”. O conteúdo apresenta cerca de 70 biografias que incluem os pais de Abraham Lincoln, Albert Einstein, Martin Luther King Jr, Nelson Mandela, Jimmy Carter, Bono Vox e muitos outros. O foco central do compêndio é apresentar como esses pais influenciaram seus filhos através de uma vida plena de princípios e valores. A conclusão simples é o poder que esses pais tiveram na educação desses filhos e o impacto na vida deles, fato por terem eles permanecidos no que foi ensinado, andando na mesma postura de seus pais.

Nessa mesma linha foi o que o apóstolo João afirmou em 1 João 2.6: “Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.” O que João explica nesse texto é que se alguém diz estar em Cristo, ser dEle e crer nEle, esse deve ser como Cristo. É incoerente dizer que permanece nEle, quando não vive como Ele viveu.

Ser como Cristo não significa necessariamente fazer as obras que Ele fez. Na verdade, muita gente vive enganada porque pensa ser dEle pelo fato de supostamente fazer o que Ele fez. O próprio Jesus advertiu em Mateus 7.21-23: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.” Por que Jesus ordena que esses se apartem dEle? Simplesmente porque eles não têm o caráter de Jesus. Eles praticam a iniquidade; eles vivem no pecado; eles não se parecem em nada com Jesus. Eles aparentemente dizem “permanecer em Jesus”, mas não vivem como Ele viveu; não andam como Ele andou. Eles não são como Ele.

O missionário escocês, David Livingstone compôs um poema enquanto servia e testemunhava de Jesus aos pobres, simples e rejeitados no interior do continente africano. Ele escreveu: “Tenho um desejo especial: quero ser como Cristo. Este é meu santo ideal: quero ser como Cristo. Mestre e Senhor sempre há de ser. Que o mundo inteiro possa ver sua presença em meu viver. Quero ser como Cristo.”

Sua fé em Cristo não pode ser medida por um aglomerado de crenças ou por movimentos místicos espetaculares. Essa não é a fé planejada por Jesus; ela não tem nenhuma consistência no padrão estabelecido por Jesus. Essa fé precisa antes ser convertida para um estilo de vida como o dEle.

Agora se você realmente pertence a Jesus, naturalmente você centrará sua vida nEle. Você desejará pensar, falar, agir e reagir como Ele. Você intentará também ter as intenções, motivações, gostos, obediência e a submissão dEle. Você simplesmente desejará ser como Cristo.

AMANDO A DEUS

AMANDO A DEUS

O apóstolo João afirmou em 1 João 2.5: “Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele.”

Amar a Deus é uma ordem advinda do próprio Deus. Ele ordena em Deuteronômio 6.5: “Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força.”

Amar a Deus precisa se tornar a prioridade das nossas vidas, e isso envolve uma disposição emocional, física e espiritual ativa. O Senhor nos ensina a amá-Lo com uma sinceridade perfeita, com o máximo de fervor, com o exercício pleno de uma razão iluminada e com toda a energia do ser. Quem ama a Deus tem saúde espiritual. O ex-ateu, C. S. Lewis afirmou: “A saúde espiritual de um homem é proporcional ao seu amor por Deus.”

João nos diz que a obediência a Deus é a materialização do amor a Ele. Amar a Deus não é o resultado de um forte sentimento ou de uma experiência mística, antes é uma decisão consciente. A obediência é a expressão máxima do amor a Deus.

Jesus afirmou em João 14.15: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” Nos versículos 21 e 24 ele continua dizendo: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele… Quem não me ama não guarda as minhas palavras…”

O apóstolo João também reafirma essa verdade em 1 João 5.3: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos.” O pregador alemão, Dietrich Bonhoeffer asseverou: “Um ato de obediência é melhor do que uma centena de sermões. Você só pode aprender o que a obediência é, pela obediência.” E essa foi a postura final de Jesus. Em João 4.34 ele diz: “…A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.”

Na prática, quando você obedece, isso faz com que o amor a Deus seja demonstrado. Seu amor a Deus gera confiança nEle, aquela confiança que diz que você pertence a Ele, que você permanece nEle e vive para Ele. A. W. Tozer comentou: “…O amor e a obediência foram organicamente unidos. O teste final do amor é a obediência.”

Pergunta: você está realmente amando a Deus?

OBEDECER A DEUS

OBEDECER A DEUS

Katy Perry é uma famosa cantora. Seu pai, Keith Perry é pastor na cidade de Santa Bárbara, Califórnia, EUA. Ela foi criada sob princípios cristãos. Katy um dia foi entrevistada pela revista Reader’s Digest, e num momento da entrevista ela foi questionada sobre o look de um de seus CDs, suas poses nas fotos e o tipo de roupa que usa em seus shows. A repórter perguntou: “Você posaria totalmente nua?” Ela respondeu: “Há limites que não deveriam ser ultrapassados. Mas isso depende de cada um. O que digo faz as pessoas pensarem, mas não é algo que tenha de ser seguido pelos outros.” Aproveitando a deixa, a repórter fez outra pergunta: “Como isso se encaixa na sua criação cristã?” Ela respondeu: “Não acho que me vestir assim seja necessariamente considerado rebeldia. É claro que me afastei muito do modo como fui criada. Mas respeito as opiniões dos meus pais e concordo com alguns aspectos delas… Acredito em Deus e que há alguém lá em cima nos observando, nos cobrando responsabilidades pelo que fazemos. Mas eu diria que, definitivamente, estou aqui na minha peregrinação pessoal. Eu é que decido o que é certo e o que é errado para mim e como vou levar minha vida. Disso não abro mão.”

Qualquer pessoa tem a liberdade de pensar o que quer e viver como quer. Contudo, se alguém deseja se relacionar intimamente com Deus, precisa ter uma plena disposição em amá-Lo e obedecê-Lo; precisa abandonar os “achismos”, as próprias opiniões e o jeito pessoal de ver e viver a vida, submetendo-se alegremente às propostas do Eterno.

O apóstolo João ensina em 1 João 2.4: “Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade.”

O verbo “conhecer” no texto significa: “conhecer por experiência”, “conhecer por intimidade”. Aplicando a Deus, o termo significa desenvolver um relacionamento pessoal e íntimo com Ele.

Se alguém diz que tem e mantém um relacionamento íntimo e pessoal com Deus, mas não o obedece, João qualifica essa pessoa de “mentiroso”. Por quê? Porque o discurso é um, e a prática é outra.

Segundo Jesus, obediência é a demonstração prática do amor a Deus. Jesus afirmou em João 14.15,21,23-24: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos… Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele… Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada… quem não me ama não guarda as minhas palavras…”

Se você quiser um relacionamento íntimo com Deus pare de decidir o que é certo e o que é errado; pare de conduzir sua própria vida; abandone suas opiniões e achismos, e disponha-se a obedecer em tudo o que Deus manda e ordena.

Para que sua vida dê certo, obedeça a Deus!

AS NOTÍCIAS DE DEUS

AS NOTÍCIAS DE DEUS

A Bíblia ensina claramente que Deus é santo e justo, ou seja, Ele é separado do pecado.

A Bíblia também ensina que cada pessoa quebrou a santa Lei de Deus, e essa atitude faz de cada ser humano um pecador.

A Bíblia também ensina que Deus, por ter tido Sua santidade afrontada, está irado contra o pecador e seu pecado. Essa é a “má notícia” dEle para todos nós.

Mas a Bíblia também ensina que Deus sendo santo e justo, é também misericordioso e compassivo. E assim Ele oferece o perdão completo de todas as violações à Sua Lei. Ele oferece fuga completa e libertação do justo castigo eterno. Essa é a “boa notícia” dEle para todos nós.  

O apóstolo João diz em 1 João 2.2: “E Ele (Jesus) é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.” “Propiciação” é a tradução de uma palavra grega que significa simplesmente, um apaziguamento.  

Ao morrer na cruz do Calvário, Jesus pagou o preço pelo pecado. Para isso Ele precisava ser “sem pecado”. Jesus, o Justo, o Santo, o Inocente, o Cordeiro de Deus, o Cordeiro perfeito, pagou na cruz o débito do pecado. Ao dar-se na cruz pelo pecado, Jesus tornou-se a “propiciação” dos pecados. Ao fazer isso Ele tomou o “cálice” da ira de Deus contra o pecado, o mesmo cálice que deveria vir sobre todos nós, mas veio sobre Ele.

Na cruz, Jesus recebeu o julgamento do meu pecado e do seu pecado. Na cruz Ele expiou o pecado; Ele apaziguou a ira de Deus; Ele deixou Deus satisfeito.

A obra de Jesus na cruz do Calvário foi aceita e autorizada por Deus, e agora todos podem ter seus pecados perdoados e se livrarem da condenação eterna, porque Jesus tornou-se a “propiciação pelo pecado”.

Esse é o Evangelho de Deus: a boa notícia de Deus ao pecador. Esse é o amor de Deus a mim e a você. O Dr. Billy Graham escreveu: “Deus provou o Seu amor na Cruz. Quando Cristo estava pendurado, sangrando e quando Ele definitivamente morreu, era Deus dizendo: ‘Eu te amo’.”

Somos pecadores; essa é a má notícia! A salvação está disponível a todos porque Jesus foi a “propiciação pelos pecados”; essa é a boa notícia! Essas são as notícias de Deus a todos nós.  

Deus não aceita as suas boas obras, sua religião, sua filosofia ou sua moralidade. Nada disso pode pagar por seus pecados. Deus aceita apenas a obra de Jesus na cruz do Calvário. Sem Ele eu e você não temos esperança eterna; sem Ele você e eu não seremos salvos.

Deus exige que todos nos arrependamos de nossos pecados e confiemos somente na obra que Jesus Cristo fez na cruz, pagando ali o preço pelos nossos pecados. É só isso! É tudo isso!

A má notícia de Deus é que você é um pecador. A boa notícia de Deus é que Jesus Cristo pagou o preço pelo seu pecado. Agora, Deus espera que você se arrependa e se volte para Ele.

O que você fará com essas notícias de Deus?

LIVRES DA CULPA

LIVRES DA CULPA

Culpa é o sofrimento obtido após a reavaliação de um comportamento passado tido como reprovável por si mesmo. 

O apóstolo João nos ensina a livrar-nos da real culpa do pecado em 1 João 2.1, ele diz: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.”

Quando João diz, “…estas coisas vos escrevo para que não pequeis…”, ele está fazendo especificamente referência ao texto anterior, 1 João 1.5-10. Nesses versículos anteriores, somos informados que os que pertencem a Deus devem andar na luz como Ele está na luz, devem também confessar seus pecados diretamente a Ele, e jamais tentarem se auto enganarem, dizendo não ter pecado, porque agindo assim chamariam Deus de mentiroso.

João também diz: “…se, todavia, alguém pecar…”, aqui ele afirma que todos somos responsáveis pela realidade de nossos corações corruptos, e estamos sujeitos a pecar. A questão não é o pecar e nem o tipo de pecado, mas o que fazer quando se peca. Ao invés de sentir-se culpado, desanimado ou desesperado, João apresenta a resposta simples: “…temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.”

Jesus é “o Justo”. Ele nunca pecou; Ele não tem pecado. Quando Ele morreu na cruz do Calvário o pagamento pelo pecado foi feito. Deus aceitou e autorizou a realidade desse pagamento ressuscitando-O dentre os mortos. Agora, Jesus está diante do Pai como Advogado de defesa para auxiliar todos aqueles que tendo um dia se arrependido de seus pecados, mas em algum momento da vida voltam a pecar, e ao pecarem, ao invés de viverem debaixo da culpa que o pecado produz, Jesus se achega diante Deus, não dizendo que esses não pecaram, mas apresentando a Si mesmo como substituto seguro de todos esses que nEle creram. Assim, Jesus como o Advogado, compromete-se a ser a segurança espiritual daquele que nEle crê.

Os que se achegam a Deus mediante os méritos de Jesus se tornam livres do pecado e da culpa que o pecado produz. Não há pecado que Ele não perdoe; não há erro que Ele não repare; não há caminho torto que Ele não endireite. O que Deus quer é que você não esconda seus pecados, antes que você os trate diante dEle por meio da confissão.

No Salmo 32.5 o salmista nos encoraja a viver livres da culpa de qualquer pecado, quando diz: “Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: Confessarei as minhas transgressões ao Senhor; e tu perdoaste a culpa do meu pecado.”  

Hoje, se Deus abre os braços para lhe perdoar, por que fechar o seu coração? Não se tranque na culpa se Ele lhe oferece o perdão. Entregue-se a Deus, peça seu perdão; viva livre; viva sem culpa. 
A culpa definha a alma de todos aqueles que não buscam e nem aceitam o perdão gracioso de Deus em Cristo Jesus.

SERIA DEUS MENTIROSO?

O artigo 138 do Código Penal Brasileiro afirma: “Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime, a pena é detenção de seis meses a dois anos, e multa.” O parágrafo 1º do mesmo artigo diz o seguinte: “Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.” 

Assim, quem por meio de palavra, gestos ou agressão, ataca a honra e a boa imagem de uma pessoa, comete um crime que pode ser classificado como calúnia, difamação ou injúria que gera dano moral, passível de reclusão e indenização. 

Se tudo isso ocorre com uma pessoa comum no dia a dia, muito mais responsável é quem assim o faz para com Deus. Mas seria possível alguém caluniar a Deus e chama-Lo de mentiroso? O apóstolo João diz que sim. Ele afirma em 1 João 1.10 o seguinte: “Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” 

Na Bíblia Deus chama o homem de “pecador”. Deus não só diz que o homem pratica o pecado, mas que sua essência é pecadora; sua natureza é pecadora. Por exemplo, em Jó 14.4 lemos: “O ser humano, que é impuro, nunca produz nada que seja puro.” Deus também usa o rei Davi para afirmar o seguinte no Salmo 14.1-3: “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. Corrompem-se e praticam abominação; já não há quem faça o bem. Do céu olha o SENHOR para os filhos dos homens, para ver se há quem entenda, se há quem busque a Deus. Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem um sequer.” Em todos esses textos, acrescentando ainda o Salmo 51, Romanos 1,2,3 e tantos outros, Deus claramente diz que eu e você somos pecadores. 

Segundo a Bíblia, chamar Deus de mentiroso é uma perversa tendência humana. Paulo diz em Romanos 1.25 que a forma como os homens fazem isso é porque mudam “a verdade de Deus em mentira”. Contudo, conforme Tito 1.2: “Deus não pode mentir.” E mais, Em Romanos 3.4, Paulo afirma: “…seja Deus verdadeiro, e mentiroso, todo homem…” 

Negar o que Deus diz põem em perigo sua vida e sua alma. Por isso, reconheça, arrependa-se e confesse seus pecados diante dEle. Peça por Sua misericórdia e perdão. Diante do trono do soberano e verdadeiro Deus flui sempre amor, graça, bondade e misericórdia para todos os que se arrependem; para todos, que como o publicano em Lucas 18.13 oram também a Deus dizendo: “…Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador.”

A. C. Dixon escreveu: “Em Jesus Cristo na cruz há refúgio; há segurança; há abrigo; e todo o poder do pecado não pode chegar sobre aqueles que já estão abrigados sob a cruz que expia os pecados.”

Deus espera que você hoje não só reconheça os seus pecados, mas venha a Ele arrependido, pedindo seu perdão. Não agir assim é chama-Lo de mentiroso. Essa é uma acusação séria e com consequência eterna irreparável.

A CONFISSÃO DOS PECADOS

A CONFISSÃO DOS PECADOS

Na Bíblia, a palavra “pecado” sugere a ideia de “errar o alvo”, “desviar-se do rumo”, “fracassar” ou “transgredir”. “Pecado” indica que alguém errou propositadamente o alvo. Não trata de uma ideia passiva do erro, mas uma ação intencional. Na prática, “pecado” é uma ativa oposição a Deus e uma transgressão à Suas leis.

O pecado teve seu início com Lúcifer, provavelmente o mais belo e poderoso dos anjos. Não contente com sua posição, ele queria ser igual a Deus, o que ocasionou a sua queda. O profeta Isaías conta os detalhes dessa queda no capítulo 14.12-15.

Renomeado depois de “Satanás” (“Adversário” de Deus e tudo o que provém dEle), esse induziu o pecado à raça humana no Jardim do Éden, onde tentou Adão e Eva, os pais da raça humana. Gênesis 3 descreve com detalhes o episódio da tentação, onde Adão e Eva deliberadamente transgrediram rebeldemente a ordem de Deus, desobedecendo-O e assim pecando; “errando o alvo”.

Desde aquela época, o pecado tem sido passado através de todas as gerações da humanidade. E todos nós, sem exceção, descendentes de Adão, herdamos dele a natureza pecaminosa e a prática desenfreada do pecado.

Romanos 5:12 nos diz que através de Adão o pecado entrou no mundo e, assim também a morte passou a todos os homens, porque “todos pecaram”. A morte é a consequência direta da realidade da entrada do pecado no mundo. Em Romanos 6.23, Paulo afirma que o “salário do pecado é a morte.”

O pecado sempre é diretamente contra Deus e por isso precisa ser tratado diretamente com Ele. Esse “tratar o pecado” é feito por meio da confissão. Confessar significa “concordar”; concordar com Deus sobre o pecado cometido contra Ele. O apóstolo João diz em 1 João 1.9: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”

Deus perdoa qualquer pecado! Ele faz isso somente aos que confessam seus pecados a Ele. Deus perdoa o pecado confessado não pelo mérito pessoal do confessante, mas por causa dos méritos de Jesus Cristo na cruz do Calvário.

Por causa da morte sacrificial de Jesus na cruz, Deus é “fiel e justo” a essa obra, e Ele perdoa e purifica de “toda” injustiça a todos os que se achegam a Ele arrependidos dos pecados. Todos, sem exceção, que se achegam a Deus nos méritos de Jesus recebem o completo perdão de todo e qualquer pecado.

Você já reconheceu e confessou seus pecados diante de Deus? Você já reconheceu que Jesus Cristo morreu para salva-lo e liberta-lo de todos os seus pecados? Se não o fez, o dia é hoje e a hora é agora!