A ALEGRIA COMPLETA

A ALEGRIA COMPLETA

Muita gente nesse mundo vive num profundo estado de tristeza. Não uma tristeza momentânea derivada de circunstâncias reais que machucam e chateiam. Mas uma tristeza que perdura, ainda que se tenha saúde, bens, recursos, pessoas ao redor e todo o tipo de oportunidades. Essa tristeza parece que não consegue sair da alma; nada pode preencher ou completar a vida. É uma tristeza incompreensível. Essa é uma tristeza espiritual que precisa de uma alegria espiritual.

Em 1 João 1.4 o apóstolo João afirma: “Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa.” João tem interesse na felicidade e alegria de seus ouvintes. Mas ele sabe que a verdadeira felicidade está no “Verbo da vida: Jesus”. Jesus é aquele que João teve oportunidade de estar, ver, ouvir e apalpar. Jesus é essa fonte da alegria.

A primeira mensagem de Jesus foi sobre a felicidade. Em Mateus 5.1-12, Jesus dá uma lista sobre como se pode ter a felicidade verdadeira. Jesus sabia que apartado de Deus ninguém poderia ser realmente feliz. Jesus estava ciente de que sua missão era resgatar as pessoas de volta para Deus para que pudessem encontrar a verdadeira vida e, por conseguinte a verdadeira felicidade. Para Jesus felicidade antes de ser uma realidade emocional ela é de origem espiritual. Jesus é essa fonte de felicidade espiritual plena. É nEle que há alegria.

A fé em Jesus abre espaço para que a vida experimente uma alegria completa. A alegria completa de Jesus na alma pode ser experimentada em qualquer lugar, em qualquer circunstância ou diante de qualquer pessoa. Com Jesus se há alegria estando numa prisão, com uma doença, numa notícia ruim, na falta de emprego, na falta de recursos, no término de um relacionamento, na rebeldia de um filho, na incompreensão dos pais, estando só, etc.

A tradução mais literal para o título original da famosa composição de Bach – “Jesus, alegria dos homens” (Jesus, Joy Of Man’s Desiring) – seria “Jesus, a alegria que os homens desejam”. Dois trechos para coral indicam a força com que o compositor considerava Jesus como a resposta aos anseios de felicidade do homem:  

“Feliz sou, porque tenho Jesus.

Oh, quão firmemente eu o seguro,

Para que traga refrigério ao meu coração,

Quando estou triste e abatido.

Eu tenho Jesus, que me ama e se confia a mim.

Ah! Por isso não o deixarei,

Mesmo que meu coração se quebre.

 

Jesus continua sendo minha alegria,

O conforto e a seiva do meu coração

Jesus refreia a minha tristeza,

Ele é a força da minha vida

É o deleite e o sol dos meus olhos,

O tesouro e a grande felicidade da minha alma,

Por isso, eu não deixarei ir Jesus

Do meu coração e da minha presença.”

Se sua fé está alicerçada em Jesus, você já tem essa “alegria completa” e pode enfrentar as lutas de sua vida com a alegria dEle.

E se você não tem essa “alegria completa”, por que não vir a Jesus hoje e agora?

 

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