JESUS, O ÚNICO!

JESUS, O ÚNICO!

Os ensinos de Jesus no “Sermão do Monte” são concluídos com essas palavras em Mateus 7.28,29: “Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os escribas.”

Jesus ao terminar seus ensinos do “Sermão no Monte”, deixou as multidões maravilhadas. A razão para isso é que Ele falava com autoridade. Ao ensinar Ele escandalizou o sistema conservador de sua época, confrontou as tradições religiosas sem qualquer reverência e falou com tanta originalidade que atraiu alguns e enfureceu outros.

Jesus proclamou Sua mensagem com segurança, sem hesitar e sem justificar o que falava. Ele expôs as verdades do reino de Deus de forma calma, clara e contundente.

Seus ouvintes naturalmente compararam seu ensino com o dos escribas e fariseus. Esses não tinham autoridade própria; falavam apenas o que receberam da tradição religiosa judaica. A fonte da suposta autoridade deles eram os comentários de rabinos famosos.

Assim, “O Sermão do Monte” apresenta o Mestre e a Sua Mensagem. O impacto de Jesus na vida dos ouvintes nos leva a dizer que ou Jesus era um doido, ou era o que reivindicou ser.


Uma edição da “Enciclopédia Britânica” usa 20.000 palavras para descrever a pessoa de Jesus. Essa descrição ocupa mais espaço que a de Aristóteles, Cícero, Alexandre, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte. Flávio Josefo – historiador judaico-romano (37-100dC) fez uma observação interessante: “…e nesse tempo surgiu Jesus, um homem sábio, se de fato podemos chamá-lo de homem; pois ele é genitor de grandes feitos, professor de homens que receberam a verdade com grande prazer. Ele conquistou muitos judeus e também muitos gregos. Esse homem era o messias. E quando Pilatos o condenou à cruz por instigação de nossos próprios líderes judeus, aqueles que o amaram desde o começo não cessaram de dele falar, pois Ele apareceu a eles no terceiro dia ressuscitado, como os profetas previram e disseram muitas outras coisas maravilhosas sobre ele. E até agora o movimento dos cristãos, denominados assim por causa dEle, ainda não morreu.”

Enquanto Jesus for apenas mais um mestre entre muitos mestres, sua vida não experimentará a mudança que Ele mesmo prometeu e que seus seguidores proclamaram nesses últimos 2.000 anos. Enquanto você não estiver convicto de que Ele é o ÚNICO que o leva a Deus, você patinará em sua busca espiritual.

Jesus no “Sermão do Monte” ensinou que Ele é o Mestre, Messias, Senhor, Salvador, Juiz, Filho de Deus e Deus. Por isso, leia e releia o “Sermão do Monte” (Mateus 5 a 7) e peça a Deus para que Ele mesmo revele as verdades de Jesus para que você nEle creia.

OLHE PARA O ALTO

OLHE PARA O ALTO

Todos nós brasileiros recebemos com muita tristeza a notícia da queda do avião perto de Medellín, na Colômbia. A aeronave transportava o time, a comissão técnica da Chapecoense e vários outros passageiros e tripulantes. Cerca de 75 pessoas morreram e apenas 6 sobreviveram e estão em estado grave. Esse acidente foi uma grande tragédia e deixa lacunas irreparáveis na vida dos que ficaram. E o que fazer diante das tragédias? 

Em Atos 7.55,56 lemos: “Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, levantou os olhos para o céu e viu a glória de Deus, e Jesus de pé, à direita de Deus, e disse: Vejo o céu aberto e o Filho do homem de pé, à direita de Deus.”

Estêvão passou por uma grande tragédia em sua vida que o levou à morte. Por causa de sua fé em Cristo, ele deu um poderoso testemunho a respeito dEle. Por causa dessa atitude Estêvão foi apedrejado. Enquanto era alvo de seus inimigos, ao invés de recuar em sua ousadia ou se desesperar, o texto diz que ele “levantou os olhos aos céus…”

DIANTE de suas dores e tragédias o salmista também afirmou no Salmo 121.1,2: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.” O Salmista resolveu não elevar os olhos aos montes, onde os sacrifícios aos ídolos eram feitos, mas decidiu colocá-los no Senhor. 

O que aconteceu quando Estêvão e o salmista olharam para o alto? Eles viram a Deus. Eles não pediram explicações e nem blasfemaram contra Deus em suas dores. Eles não se rebelaram contra Ele; eles não confundiram a vida com a fé nEle. Ao elevarem seus olhos para Deus eles viram o próprio Deus, e isso bastou para eles. 

A vida reserva dissabores a cada um de nós. Os reveses da vida podem nos entristecer e nos desorientar. As lutas da vida podem conduzir erradamente nossos olhos para nós mesmos, produzindo culpa; podem nos fazer olhar para os outros, produzindo rancor; podem nos levar a olhar as circunstâncias e produzir desespero. Olhos baixos ou horizontais não produzem esperança. É preciso olhar para o alto. É preciso olhar para Deus. 

Quando a existência humana se abala é preciso olhar para Deus. Insistir em tirar os olhos dEle é desistir da esperança. A ordem de Paulo em Colossenses 3.1,2 é muito clara: “Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas.”

Eu e você não temos respostas a todas as tragédias da vida. Não existe um documento oficial dos céus para explicar todas as tragédias. O que sábia e prudentemente nos resta a fazer é andar por fé, olhando para cima, focando no Deus soberano que é sempre cheio de amor, graça e misericórdia. 

O incompreensível Deus é digno de toda honra e glória. Sempre há algo maior em Seus planos para o nosso bem, mesmo que as tragédias ocorram. 

Quando tudo desabar em sua vida, olhe certo; olhe para o alto.

OUVIR E PRATICAR

OUVIR E PRATICAR

Jesus afirmou em Mateus 7.24-27: “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.”

Essas são as últimas palavras de Jesus no “Sermão do Monte”. Esse é o seu último desafio. A conclusão de Jesus é: “você realmente é meu seguidor se você OUVIR as verdades e as PRATICAR.”

Para Jesus não interessa se você é um bom ouvinte das coisas de Deus. O que interessa é o que você pratica, observa e obedece daquilo que ouve. Essa verdade é estampada no Novo Testamento. O apóstolo João escreveu em 1 João 2.4: “Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.” Tiago também afirmou em Tiago 1.22: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.”

Jesus ilustra a vida espiritual como a construção de uma casa. A casa pode ser bonita e ornamentada, mas se ela tiver sido construída num alicerce errado, ela ruirá quando a tempestade bater, trazendo assim desperdício de recursos e tempo.

Assim é importante perguntar: em que alicerce estou construindo minha vida espiritual? Sou apenas um bom ouvinte ou um praticante do que ouço? Jesus e suas verdades são o único alicerce onde você pode e deve solidificar sua vida.

Jesus finaliza sua mensagem dizendo que se você não colocar em prática o que ouviu, não adianta nada. Você não ganha nenhum mérito espiritual com Ele porque gosta de ouvir Suas verdades. Ele ordena que você O obedeça. A obediência demonstra para você, para Ele e para o mundo que você é Seu verdadeiro e leal discípulo.

Ricardo Barbosa observou: “Nosso problema com o Sermão do Monte é mais com aquele que ensina do que com o ensino em si. Confiamos neste Senhor? Cremos que ele é bom? Estamos seguros de que ele realmente sabe o que necessitamos? Se não confiamos nele, vamos achar suas palavras bonitas de se ouvir e boas para se falar – mas não reais para se viver…”

Decida confiar sua vida a Jesus Cristo, o Senhor dos Senhores, o Rei dos Reis. Ele é a rocha, o fundamento, o alicerce seguro que você precisa e busca para lidar com as fortes e perigosas tempestades de hoje e da eternidade.

O SENTIDO DA VIDA

O SENTIDO DA VIDA

Buscar o sentido da vida tem sido o grande desafio de toda a raça humana durante milhares de anos. E a questão central desse desafio é que normalmente se começa a busca com o viés errado – o próprio ser humano.

Quando o sentido da vida tende a focar o homem como o centro de tudo, aí paira a confusão. Começam-se a fazer as perguntas erradas, como “o que eu deveria ser? O que eu deveria me tornar? Como posso dirigir melhor meus objetivos, sonhos e ambições para o futuro?”

O centro da vida não é o homem. O centro da vida é Deus! Se alguém deseja saber a razão, o objetivo, o propósito, o significado e o sentido da vida, precisa começar com Deus. Todos nascem de acordo com os objetivos DELE e para fazer Sua vontade.

A Bíblia ensina que o sentido da vida começa em Deus. Em Romanos 11.33-36 vemos: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque DELE, e por meio DELE, e para ELE são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!”

Em Isaías 42.5, o próprio Deus afirma de forma contundente: “Assim diz Deus, o SENHOR, que criou os céus e os estendeu, formou a terra e a tudo quanto produz; que dá fôlego de vida ao povo que nela está e o espírito aos que andam nela.”

As pessoas são sutilmente enganadas quando se deixam levar por seminários, filmes, livros, política, poder, fama, ou por qualquer estrutura filosófica ou religiosa que ensina que para se descobrir o sentido da vida é preciso primeiramente olhar bem para dentro de si. Não! Não é para dentro de si, é para o alto… é para Deus. É DELE que vem o significado da vida.

É muito importante que você saiba que sua existência só se tornou real por causa de Deus. Você foi criado por Ele e para Ele. E enquanto não compreender e ceder a essa verdade, sua vida jamais terá sentido. É nEle que todos descobrimos nossa origem, nossa identidade, nosso significado, nosso propósito, nossa importância e nosso destino. É nEle que há o sentido da vida. Todas as outras propostas são enganosas.

Lembre-se: o sentido da vida não começa com você, mas com Deus. Por isso, volte e foque nEle e viva para Ele!

O MISSIONÁRIO E O GUERRILHEIRO

O MISSIONÁRIO E O GUERRILHEIRO

(Em decorrência do falecimento de Russell Shedd e Fidel Castro)

Ora, havia um famoso homem, guerrilheiro, extremamente conhecido que levou sua nação a uma revolução. Após assumir o poder, baniu vários princípios e valores, dentre eles o conceito do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.

Havia também, no mesmo período, um outro homem, filho de missionários, que ainda jovem tornou-se um querido missionário do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.

Aconteceu, estando já com 87 anos e doente, morreu o missionário e foi levado pelos anjos à presença do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Sua presença no paraíso celestial foi comemorada e foi motivo de muita alegria, tanto diante do Deus triúno, como diante dos anjos e de todos os remidos do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.

Morreu também o ilustre chefe de estado aos 90 anos e foi cremado. Os jornais de todo o mundo noticiaram e discutiram sobre sua morte.

Ao chegar na eternidade, o guerrilheiro encontrou-se com ex-amigos, chamados de “companheiros”. Uma confusão foi armada e as frases que constantemente foram repetidas, eram: “Por que insistimos em crer em Marx?” Por que demos valor a valores sem valor?” Por que impedimos que as verdades do Rei dos Reis e do Senhor dos Senhores fossem negadas por nós e ao nosso povo a quem lideramos?” Alguém disse: “guerrilheiro, você é o mais famoso de todos… diga-nos algo?”

Desesperado o guerrilheiro diz: “Preciso de misericórdia…” Ele grita: “Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, por favor, mande que esse um tal: querido missionário, molhe em água a ponta do dedo e refresque a minha língua e a de meus companheiros porque estamos atormentados nesta chama.”

Inusitadamente, o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores se aproxima. Vendo o guerrilheiro e seus companheiros tremendo, chorando, desesperados, diz: “Guerrilheiro e companheiros do guerrilheiro, lembrem-se de que vocês receberam habilidades, capacidades e poder em suas vidas. Poderiam e muito ter usado o que receberam não só para o bem de seu povo, para a promoção da paz social e econômica, mas também para que eles pudessem me conhecer, porque como já havia dito antes: ‘Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?’ Esse querido missionário e tantos outros fiéis a mim, viveram suas vidas debaixo do meu comando e chamaram os homens ao arrependimento de seus pecados. Os que a eles ouviram, estão aqui comigo em descanso e paz, e vocês que rejeitaram, juntamente com tantos outros, estão em tormento, e mais, os que aqui comigo estão não podem ir a vocês, e vocês que aí estão não podem nunca mais vir a mim. ”

O guerrilheiro, humildemente (algo raro) disse ao Rei dos Reis e Senhor dos Senhores: “Oh, Soberano Reis dos Reis, já que nada pode ser mudado na eternidade, por favor, envie esse tão querido missionário de volta ao meu povo e ao povo dos meus companheiros para que lhes falem sobre o Senhor; para que ajudem o nosso povo a não crer no que pregamos a eles; para que não coloquem suas vidas em coisas materiais e mundanas, a fim de que eles não venham também para este lugar de tormento.”

O Rei dos Reis e o Senhor dos Senhores disse ao guerrilheiro: “Ninguém que está comigo voltará ao mundo novamente para falar de mim, muito menos esse querido missionário, que juntamente com outros que promovi esse ano, estão agora em descanso e paz. O seu povo já tem acesso à Bíblia, e ela testifica de mim. Eles também têm acesso a internet, ao You Tube, e mesmo alguns, como esse querido missionário, continuam ainda a falar em vídeos. Que eles procurem assim ler a Bíblia, ver e ouvir esses vídeos.”

Mas o guerrilheiro insistiu: “Não, Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, estou certo de que se esse famoso missionário ressuscitar dos mortos e for ter com o meu povo, esses se arrependerão.”

O Reis dos Reis e o Senhor dos Senhores respondeu: “Se não só o seu povo, mas todos os povos da terra, não ouvem e não se deixam persuadir por minhas Palavras, como estão na Bíblia, muito menos serão conduzidos a crer, ainda que um homem como esse meu fiel e querido missionário ressuscite dentre os mortos.”

De repente, o Rei dos Reis e o Senhor dos Senhores, apareceu numa forte luz, não só com o querido missionário, mas com tantos outros fiéis a Ele, e dando as costas ao guerrilheiro e aos seus companheiros, saem todos cantando um estrondoso cântico ao Rei do Reis e Senhor dos Senhores que dizia: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.”

O guerrilheiro, ao ver a retirada do Rei dos Reis e o Senhor dos Senhores, juntamente com seus outros companheiros gritam desesperados: “Que vida vazia que vivi… Por que não cri no Rei dos Reis e no Senhor dos Senhores?” Por quê? …Por quê? …Por quê?…”

O PLANO DE DEUS

O PLANO DE DEUS

Ao ler os primeiros quatro livros do Novo Testamento: Mateus, Marcos, Lucas e João, encontramos o testemunho de quem Jesus é, o que Ele fez e o que Ele ensinou. O Novo Testamento afirma com clareza que Jesus é Deus. Em João 1.1 lemos que “o Verbo era Deus.” Em João 1.14 diz que “o Verbo se fez carne…”, ou seja, um dia na história, Jesus sendo Deus, tornou-se um ser humano.

Jesus ao tornar-se um homem veio a esse mundo com um propósito definido. Quando de seu nascimento um anjo disse a José – o ainda noivo de Maria – em Mateus 1.20,21: “…José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” Jesus veio do céu para salvar o homem de seus pecados. Ele mesmo afirmou em Lucas 19.10: “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.”

O pecado é o principal problema do ser humano. O pecado separa o homem de Deus. Deus diz em Isaías 59.2 que “…as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus…” O pecado é o câncer da alma. Não há uma solução humana para ele. Ninguém pode se auto libertar do pecado. Jesus afirmou em João 8.34,36: “Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado… Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” O apóstolo Paulo afirmou em Romanos 3.9-12,23: “…pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, juntamente se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer… pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.”

Jesus é o único habilitado e autorizado diante de Deus para salvar o homem de seus pecados, isso porque Ele não tem pecado. O apóstolo João escreveu em 1 João 3.5: “Sabeis também que ele (Jesus) se manifestou para tirar os pecados, e nele não existe pecado.”

Jesus veio para tirar os pecados, e essa obra foi feita na cruz, quando ali ele pagou o preço, dando Sua vida. Paulo afirmou em Colossenses 1.19-22: “Porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz… e a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte.”

A chamada de Deus para a libertação dos pecados é só uma: arrependimento! Ao iniciar seu ministério Jesus ordenou a seus ouvintes em Mateus 4.17: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.” Pedro, em Atos 2.38, após apontar em Jesus a salvação para os pecados, Ele ordena: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados…” Como também o faz em Atos 3.19: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados…”

Se você abandonar seu modo de pensar, viver, crer, ser, e se arrepender de seus pecados, crendo em Jesus, submetendo-se à Sua autoridade e o segui-Lo como Seu Mestre e Senhor, você receberá de Deus hoje, não só o perdão de seus pecados, mas uma vida nova aqui e na eternidade.

Esse é o plano de Deus para você.

GRATIDÃO A DEUS

GRATIDÃO A DEUS

A Bíblia está repleta de mandamentos que nos ordenam a agradecer a Deus. No Salmos 106.1, 107.1 e 118.1 somos lembrados com a mesma frase: “Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua misericórdia dura para sempre.” Por que agradecer a Deus? O Salmo 136.3 diz que agradecemos a Deus porque “Seu amor é eterno…”. No Salmo 118.29 diz que devemos agradecer a Deus porque “Ele é bom… e Sua misericórdia dura para sempre…”

Gratidão a Deus não é só exigida de cada um de nós como também foi exemplificada na pessoa do próprio Senhor Jesus. Em Mateus 11.25-26 Jesus agradece algo ao Pai, dizendo: “…Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.”

Deus espera que sejamos gratos a Ele, especialmente pelo fato de que tudo de bom que em nós há tem sua origem nEle. Tiago 1.17 afirma: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes…”

Sem a gratidão a Deus nos tornamos altivos, soberbos, arrogantes, egocêntricos, atrevidos e insolentes. Sem gratidão a Deus nos enganos achando que somos o que somos e temos o que temos por causa unicamente dos nossos esforços, capacidades e habilidades.

Sem gratidão a Deus nos tornamos murmuradores, críticos e mesquinhos. Passamos a desenvolver vícios perigosos como a amargura e o ressentimento. Sem gratidão a Deus a alma seca.

Sem gratidão a Deus alimentamos a cobiça. Quem não agradece a Deus pelo o que se é e se tem, naturalmente se entristecerá pelo que não se tornou e pelo que não se tem. Os ingratos a Deus sempre se acham merecedores de algo e mantém uma postura de exigir mais e mais. Eles são eternos descontentes e infelizes.

Mas a gratidão a Deus tem um impacto poderoso na vida. Quando começamos a agradecer a Deus nossa perspectiva muda. William A. Ward observou que “gratidão pode transformar dias comuns em dias de ação de graça, converter trabalhos rotineiros num prazer e fazer com que as simples oportunidades se tornem uma bênção.”

Na vida temos dias bons e outros ruins, mas devemos aprender a ser gratos por tudo. Paulo foi enfático em afirmar em 1 Tessalonicenses 5.18: “Em tudo, dai graças…”. Podemos decidir ser gratos a Deus mesmo quando as circunstâncias estão desfavoráveis e seria muito mais fácil reclamar. Podemos ainda chorar e lamentar, mas ainda ser gratos. Podemos vivenciar várias situações emocionais adversas, mas mesmo assim ser gratos a Deus. Quem é grato a Deus entende o princípio de Romanos 8.28: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.”

A gratidão a Deus é algo maravilhoso porque reorganiza nossos corações para um relacionamento correto com Ele, enquanto nos liberta de vários outros erros, atitudes, emoções e vícios perigosos, que não só destroem nossas almas, mas prejudicam e muito os nossos relacionamentos.

A gratidão a Deus faz com que vejamos a vida de uma forma diferente. Quem é grato a Deus desfruta de uma calma, paz e tranquilidade indizíveis.

Você já agradeceu a Deus hoje?

RENDER-SE A DEUS

RENDER-SE A DEUS

Ao ENTRAR nesse mundo, Jesus disse ao Pai em Hebreus 10.9: “…Eis aqui estou para fazer, ó Deus, a tua vontade…” ESTANDO nesse mundo, Jesus afirmou em João 4.34: “… a minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.” Ao SAIR desse mundo, Jesus orou no Getsêmani em Mateus 26.39: “…Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.” A vida de Jesus foi um constante render-se a Deus.

Render-se a Deus não é fugir de um problema; não é ser passivo diante de fatos da vida; não é se acostumar com algum erro; não é aceitar um fatalismo, se desculpar ou ser preguiçoso diante de uma responsabilidade.

Render-se a Deus é se entregar totalmente à Sua vontade; é levar a vida a Ele com suas alegrias, dores e desejos. Significa entregar a Ele o controle total da vontade, do direito, das posses, dos interesses, da vida, do tudo. C. S. Lewis observou: “Quanto mais deixamos que Deus assuma o controle sobre nós, mais autênticos nos tornamos – pois foi Ele quem nos fez.”

Render-se a Deus significa reconhecer que o que se é, o que se tem e o que vier a ser e a ter, pertencem a Ele e voltam a Ele.

Render-se a Deus é uma pura questão de vontade. O rendido voluntariamente entrega ao Senhor seus desejos, seus medos, seu senso de controle, de segurança, de estabilidade, sua racionalização, sua lógica, suas tolas discussões e rende-se de forma absoluta e irrevogável a Deus.

Quem se rende a Deus para de brincar e brigar com Ele; para de O desafiar. O rendido humildemente se entrega a Deus, e entende que não precisa de todas as argumentações e todas as dúvidas respondidas. O rendido fica satisfeito com a simplicidade da fé.

Render-se a Deus é experimentar uma profunda transformação. A proximidade e intimidade com Deus são proporcionais à entrega completa de tudo a Ele.
Somente quando você se render a Deus de corpo e alma, renegar o pecado, o mundo, o seu “eu”, sua vontade e seu forte querer, é aí então que você descobrirá uma nova e interessante faceta da vida.

Render-se a Deus é um dos maiores desafios da vida. Um hino bem conhecido diz: “Tudo, ó Cristo, a ti entrego; Tudo, sim, por ti darei! Resoluto, mas submisso, sempre, sempre, seguirei! Tudo entregarei! Tudo entregarei! Sim, por ti, Jesus bendito; Tudo deixarei!”

Deus espera a sua entrega total, a sua submissão total e o seu render-se total. Render-se a Deus é um dos maiores desafios da vida, mas também é um dos grandes componentes de uma vida completa e plena.

O ORGULHO

O ORGULHO

O orgulho pode ser definido pelo exagero do próprio valor e importância, aliado a uma demonstração de arrogância nas palavras e ações. Orgulho é aquele sentimento e sensação de superioridade e desdém em relação a outros.

O orgulho é fonte e raiz de todos os pecados. O orgulho é o mais grave e o mais sutil de todos. Jesus afirmou em Marcos 7.21-22: “ Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a SOBERBA, a loucura.”

A prova do poder sutil do orgulho é que ele nem sequer é reconhecido frequentemente, e muito menos é citado em nossas confissões. Por isso, o orgulho é o lado negro da alma que expõe com nitidez a natureza caída em pecado e distante de Deus. O orgulho nos afasta do Senhor. Todas as desobediências têm o orgulho como sua raiz; toda rebelião tem orgulho por trás dela; todos os maus tratos a outras pessoas são causados pelo orgulho.

Martinho Lutero afirmou no século XVI: “O deus deste mundo é riquezas, prazer e orgulho.” O que pode ser dito hoje na segunda década do século XXI? Ao passar dos anos o homem está cada vez mais centrado em si, e essa tendência não tem uma perspectiva de melhora. O orgulho é um mal latente da natureza caída e tende somente a crescer.

O orgulho é um perigo. Ele é a mais alta evidência de estupidez e imaturidade. Ele destrói de forma lenta e letal a vida. O orgulho é real. É preciso falar dele; é preciso dissecá-lo; é preciso denunciá-lo para o bem de nossas almas e saúde espiritual.

O mundo é consumido pelo orgulho. Dr. Stuart Scott afirmou: “Orgulho é uma epidemia. Está em todo lugar e se manifesta de várias maneiras. Por mais que detestamos admitir, todos temos orgulho, cada um de nós. A questão não é, ‘Eu tenho orgulho?’ Mas, ‘Onde ele está?’ E ‘quanto de orgulho eu tenho?’ Todos temos a tendência de pensar muito sobre nós mesmos, e em nós mesmos.”

Essa é a triste constatação do orgulho em nossas vidas. Nossas mentes, pensamentos, desejos, intenções, motivações, vontades, palavras, olhares, posturas e reações espelham e revelam a fétida realidade do orgulho.

O orgulho trabalha calado e destrói a nós e aos outros. Mas hoje podemos iniciar um processo diferente, pedindo ao Senhor que nos mostre a cada um de nós, as facetas do nosso orgulho e comece a mudar completamente nossas vidas.

INVESTIMENTO ERRADO

INVESTIMENTO ERRADO

Em Lucas 12.16-21, Jesus nos conta a parábola sobre um homem agricultor. Ele diz: “…O campo de um homem rico produziu com abundância. E arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstrui-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus.”

Nessa parábola de Jesus, esse homem comete três erros básicos. O primeiro erro é visto na forma como ele investiu seus esforços apenas para essa vida. Não era errado ele se estruturar melhor porque sua produção foi além da expectativa. O errado foi confiar sua alma apenas na abundância material. O errado foi focar apenas na vida terrena.

Quando o que somos e fazemos se tornam a prioridade e o centro de nossas vidas, nos tornamos cegos e insensíveis quanto a valores maiores. É triste quando esquecemos que a vida não é tudo o que temos e vemos. Jesus nos disse para acumularmos tesouros no céu e não terra (Mateus 6.19-21), ou seja, não podemos ser consumidos por coisas dessa vida que são extremamente passageiras.

O segundo erro desse homem é visto no fato dele não ser sensível à voz de Deus. Esse homem não conseguiu ouvir a voz de Deus na abundância material. Por não ouvir a voz de Deus, esse homem tornou-se egoísta e ingrato. Ele não louvou a Deus e muito menos O reconheceu. Suas palavras o condenam: “Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te.”

Deus nos fala por suas bênçãos. A abundância não necessariamente precisa ser em bens materiais, mas em boa saúde, oportunidades, excelentes relacionamentos e tantas outras questões da vida. A voz de Deus precisa ser respondida com humildade, gratidão, louvor e reconhecimento de que tudo o que somos e temos vem dEle.

O terceiro erro desse homem é visto no fato dele não ter feito nenhum investimento espiritual em sua vida. Esse homem somente focou sua vida no aqui e agora. A isso Jesus afirmou severamente em Marcos 8.36: “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” E não é sem motivo que o próprio Deus lhe diz: “…Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?”

Esses mesmos erros desse homem podem ser também os seus. Todos, sem exceção morreremos e nos apresentaremos diante de Deus para prestar contas da vida que nos foi dada. Paulo afirmou em Romanos 14.12: “Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.” Por isso, faça de Jesus o maior tesouro da sua vida. Foque nEle e viva essa vida com intensidade. Use os bens materiais, saúde, habilidades e capacidade como meio para trazer honra e glória a Ele.

Segundo Jesus, investir na vida como fim último não é apenas um investimento errado, mas é um perigo eterno para a alma.