O PERIGO DA OCIOSIDADE

2 Samuel 11:1 diz: “Decorrido um ano, no tempo em que os reis costumam sair para a guerra, Davi enviou Joabe, com os seus servos e todo o Israel; eles destruíram os amonitas e sitiaram Rabá; porém, Davi ficou em Jerusalém.”

Esse versículo funciona como a porta de entrada para a queda moral de Davi. O narrador estabelece um contraste intencional: era o tempo de os reis irem à guerra, mas o rei Davi permaneceu em Jerusalém.

Essa não é uma observação casual, pois Davi abandona seu papel de líder ativo e delega a batalha, enquanto se permite conforto e ociosidade.

O problema central não começa com adultério, mas com a negligência do dever. Ao ficar, Davi cria o ambiente propício para a tentação. O aviso é dado: a ociosidade, aliada ao poder e à ausência de vigilância espiritual, frequentemente antecede grandes pecados.

Examine agora sua fidelidade aos deveres que o Senhor lhe confiou. Davi caiu, por decidir pelo conforto em vez da obediência, a passividade em vez da responsabilidade.

Quando você negligencia seu papel, abre espaço para a tentação crescer silenciosamente. O pecado raramente surge de repente; ele é preparado pela falta de vigilância.

A ociosidade enfraquece sua disciplina, sua oração e seu discernimento. O Senhor chama você a permanecer atento, ativo e obediente, pois estar fora do propósito divino expõe você a quedas que poderiam ser evitadas.

O perigo da ociosidade revela a necessidade urgente da salvação em Jesus. Você falha, negligencia e cede ao conforto, mas, naquilo que você não foi, Jesus Cristo foi perfeitamente obediente em seu lugar. Na cruz, Ele levou sua culpa e venceu o pecado que você não vence sozinho. 

Ao crer em Jesus, você recebe perdão, ganha nova vida e poder para viver em obediência.

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