FORTE OU FRACO?

Quando vamos aprender que somos limitados e fracos? Esse discurso vai contra toda a filosofia diária que procura dizer: “seja forte”; “não chore”; “enfrente”; “vá adiante”; “você pode”. Mas todos sabemos que em algum momento as palavras de positivismo perdem o efeito.

Na verdade, somos fracos.

Mentimos para nós mesmos quando nos achamos fortes. Isso porque não queremos ajuda, não queremos conselhos, não queremos auxilio; queremos viver a hipocrisia e o engano da “força”.

Quando vamos dizer que somos fracos? Quando vamos reconhecer que não dá mais? Quando vamos afirmar que o limite chegou? Quando?

Na Bíblia, tudo começa a mudar quando reconhecemos nossas fraquezas e buscamos a Deus, quando buscamos por Sua orientação, presença, auxílio, ajuda e apoio. Não fomos criados para vivermos independentes dEle.

Através da leitura do livro dos Salmos aprendemos a importância da dependência de Deus; aprendemos a importância e o lugar da oração, da comunhão e da conversa íntima com Ele. Aprendemos a expor todas as dores, lutas e fraquezas. O salmista declarou no Salmo 130.1: “Das profundezas clamo a ti, SENHOR.”

Deus sabe nos trazer e nos atrair para perto dEle. Porém, por muitas vezes Ele nos permite ir “às profundezas” da vida para que se revele nossa fraqueza para que então abracemos Sua força.

Deus nunca é Deus dos fortes, Ele somente O é dos fracos. É no reconhecimento da fraqueza que vemos o Seu poder. Ele se manifestará e ajudará apenas aos que O buscam; aos que se alegram em confiar nEle e depender dEle.

O paradoxo divino é: os fortes sem Deus são fracos; os fracos com Deus são fortes.

Você é forte ou fraco?

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