O salmista declarou no Salmo 103:14: “Ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó”.
Fomos criados frágeis por decisão de Deus. A fragilidade não é um erro do projeto humano, mas parte da nossa condição diante do Criador. Fomos criados para depender do Senhor.
O pecado produz em nós a ilusão da autossuficiência. Acreditamos que maturidade é não depender de ninguém e que fé é ter tudo sob controle. Porém, Jesus afirmou em João 15:5: “Sem mim, nada podeis fazer”. O evangelho não nos conduz à independência, mas, à dependência de Deus. Muitas vezes, associamos a presença do Senhor à ausência de dor, mas o Senhor Jesus declarou com clareza em João 16:33: “No mundo tereis aflições”.
Deus nem sempre remove suas fraquezas; frequentemente, Ele, como o bom Pastor (Salmo 23), atravessa com você os vales mais difíceis. Nos momentos de dor, suas falsas seguranças são quebradas, e você descobre o quanto necessita d’Ele.
Quando Deus parece silencioso, isso não significa abandono. O salmista pensava assim e clamou no Salmo 13:1: “Até quando, Senhor?” Mas a Palavra afirma no Salmo 34:18: “Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado.” No meio da fraqueza, Deus, por vezes, se mantém em silêncio para que você aprofunde sua confiança nEle.
Jesus Cristo é o maior exemplo disso. Sendo Deus, tornou-se homem frágil, porém sem pecado. Na cruz, suportou dor, humilhação e abandono para salvar pecadores. Por isso, humilhe-se diante do Senhor. Reconheça suas fraquezas espirituais e seus pecados. Arrependa-se e creia em Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Somente Ele pode perdoar, restaurar e dar vida eterna.