BUSCANDO SOCORRO

BUSCANDO SOCORROTodos os dias estamos expostos a situações incontroláveis. Nos expomos a perigos, doenças, acidentes e notícias desagradáveis. O que fazer?

Davi diante dos impasses e perigos de sua vida, afirmou no Salmo 121.1,2: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.”

O Salmo 121 encoraja-nos a depositar nossa confiança plena no Senhor; pedindo, desejando e buscando Sua ajuda. O Salmo nos inspira a repousar nossas vidas sob a proteção eterna do Senhor e nos comprometermos com Seu cuidado, com um coração totalmente resignado.

Davi diz: “Elevo os olhos…” Essa era uma expressão que definia a postura de orar. Esse gesto expressava uma oração cheia de esperança e expectativa da ajuda e salvação no meio da luta.

Durante muito tempo os lugares mais altos – os montes e colinas – de Israel tornaram-se verdadeiros centros de adoração aos ídolos. De forma que levantar os olhos aos montes, na verdade era perguntar se o socorro para os problemas viria dos ídolos. O salmista respondeu de forma negativa a essa possibilidade. Ele diz: “…o meu socorro vem do Senhor.”

Quantas vezes no meio das dores buscamos os “ídolos” para nos socorrer. Queremos que o cônjuge, os filhos, os pais, os amigos, o gerente de banco, o médico, o remédio, o político, o presidente, o pastor, o padre, o guru e tantos outros sejam o nosso socorro. Pior, lançamos sobre eles toda a nossa confiança. E não é à toa que conseguimos nos decepcionar.

O salmista nos ensina a ir a Deus. Para ele, Deus continua vivo e ativo; Ele está acima de todas as nossas dores e problemas; Ele mantém-se soberano regendo o “mundo mal”; Ele ainda é o “SOCORRO” dos que o buscam.

Um grande problema é que não estamos indo a Deus como nossa primeira e única opção. Depois de lutarmos muito e esgotarmos todas nossas opções, por vezes vamos a Deus, e ainda, somos tão orgulhosos e prepotentes que nunca O consideramos.

Assim como o salmista, precisamos de ajuda, de auxílio, de orientação, de “norte”, de certezas, de “chão” para o nosso viver. Mas a pergunta é: para quem estamos indo? Se não formos para Deus, não teremos socorro para nada.

Não seja como aquele que se afogando no mar, não abraça o “salva vida” que lhe foi enviado, simplesmente porque acha que pode sair de seu desespero com mais uma “braçada”.

Faça de Deus o seu socorro, senão, não haverá ajuda para você.

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