CONTRA UM BRASIL “CRISTOFÓBICO”

O nosso Brasil está cada vez mais “Cristofóbico”. Em um país onde há liberdade de crença, não se pode impor ou tentar impor qualquer religião, ideologia ou filosofia.

“Cristofóbico” não porque há apenas grupos que falam, argumentam, filosofam, “batem boca” e propõe até leis inócuas contra os valores que os cristãos defendem.

“Cristofóbico” porque há hoje uma segregação, discriminação, e nos últimos dias até um ódio expresso que dramatiza, debocha e humilha

cristãos. Há um levante ordenado hoje quanto a tudo o que é de “Cristo”, “cristão” e “cristandade”.

Um verdadeiro cristão não é ingênuo, ele sabe que seguir a Cristo inclui sofrimento e perseguição. Jesus mesmo predisse em Mateus 10.21,22: “Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão. Sereis odiados de todos por causa do meu nome…” Por vezes a perseguição é no nível psicológico, social ou familiar. Mas a perseguição pode incluir até abuso físico e morte violenta como a de Estevão em Atos 7, Tiago em Atos 12 e Paulo e Silas em Atos 16.

Mas qual deve ser a postura de um cristão diante daqueles que sofrem perseguição por sua fé em Cristo? Em Hebreus 13.3 somos ensinados: “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles; dos que sofrem maus tratos, como se, com efeito, vós mesmos em pessoa fôsseis os maltratados.”

“Lembrar” significa: 1) Não viver com a atitude de que “isso não tem nada a ver comigo”; 2) Orar. Orar por proteção, solução, intervenção sobrenatural, sabedoria aos que estão diretamente envolvidos e pelos inimigos como o Senhor Jesus ensinou em Lucas 6.4 – 3) Condenar. Em um país democrático, cada cristão deve usar tudo o que pode para defender e propagar sua fé, principalmente as redes sociais, expondo o repúdio a toda ação “Cristofóbica”.

Como cristãos devemos viver de forma pacífica e pacificadora, amando aos que nos odeiam, orando por eles e fazendo-os bem. Mas também devemos deixar claro que toda “alma é livre” para crer e viver como quer. Contudo devemos sempre combater a dogmatização, a violência, o proselitismo e a falta de respeito a crença.

Por Roberto Naves Amorim

2 comentários em “CONTRA UM BRASIL “CRISTOFÓBICO”

  1. Olá Pastor Amorin.
    Recebo todos os dias, do meu pai, um de seus áudios.
    Fiquei curioso e iniciei uma pesquisa para saber mais sobre eles… cheguei até aqui.
    Agora que o descobri, gostaria de agradecer primeiramente a Deus e depois ao senhor pelas mensagens.
    Peço a Deus que dê forças ao senhor, não só por esse excelente trabalho, mas para todos os seus planos.
    Grande Abraço.
    Juliano Silva.

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