CONTRA UM MUNDO “CRISTOFÓBICO”…

CONTRA UM MUNDO “CRISTOFÓBICO”…

Nesse exato momento muitos cristãos no mundo estão sendo vítimas de atrocidades físicas e barbáries sem fim. O nosso mundo está cada vez mais “Cristofóbico”.

“Cristofóbico” não porque há apenas grupos que falam, argumentam, filosofam, “batem boca” e propõe leis inócuas contra os valores que os cristãos defendem como a existência e ação de Deus na história, o casamento, a família, a concepção de uma criança no útero etc. Estou indo além.

“Cristofóbico” porque há hoje uma segregação, discriminação, e nos últimos dias um ódio expresso que está aterrorizando, maltratando, humilhando, matando, esquartejando, degolando, fuzilando e crucificando cristãos. Estou falando da ação mundial de grupos islâmicos radicais. Estou falando da crueldade organizada, dogmatizada e propositada. Há um levante mundial ordenado hoje quanto a tudo o que é de “Cristo” e “cristão.”

Ninguém precisa esperar meses e anos para receber notícias das barbáries cometidas contra cristãos na Síria, Iraque, Paquistão, Índia, Indonésia, Sudão, Coreia do Norte, Níger e outros paises. Há diversas fotos e vídeos espalhados pela internet que expõe o horror.

É claro que um verdadeiro cristão sabe que seguir a Cristo inclui sofrimento e perseguição. Jesus predisse e avisou sobre isso em Mateus 10.21,22:Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão. Sereis odiados de todos por causa do meu nome…” Por vezes a perseguição é no nível psicológico, social ou familiar. Mas a perseguição pode incluir abuso físico e morte violenta como a de Estevão em Atos 7, Tiago em Atos 12 e Paulo e Silas em Atos 16.

Mas qual deve ser a postura de um cristão diante daqueles que sofrem perseguição por sua fé em Cristo? Em Hebreus 13.3 somos ensinados: “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles; dos que sofrem maus tratos, como se, com efeito, vós mesmos em pessoa fôsseis os maltratados.

“Lembrar” significa: 1) Não viver com a atitude de que “isso não tem nada a ver comigo”; 2) Orar. Orar por proteção, solução, intervenção sobrenatural, sabedoria aos que estão diretamente envolvidos e pelos inimigos como Senhor Jesus ensinou em Lucas 6; 3) Contribuir financeiramente com instituições que apoiam cristãos em perseguição; 4) Usar as redes sociais para expor o repúdio a toda ação “Cristofóbica”; 5) Enviar e-mail para as embaixadas desses países pedindo uma postura e ação.

Como cristãos devemos viver de forma pacífica e pacificadora. Devemos deixar claro que toda “alma é livre” para crer e viver como quer. Contudo devemos sempre combater a dogmatização, a violência, o proselitismo e a falta de respeito a crença e a postura do outro.

Não espere que nosso atual governo fará algo por essa causa. Um país como o Brasil que se cala diante das atrocidades na Venezuela, mantém laços estreitos com Cuba e Irã e fala de “islamofobia” na Assembleia Geral da ONU, é um país desacreditado, infantil e isolado na comunidade internacional.

Termino dizendo que se há um Islã moderado no mundo, que respeita tudo e todos, diante da realidade “cristofóbica”, essa é uma grande oportunidade para se levantarem e dizerem “não” a todo esse radicalismo. O silêncio do Islã moderado significa o que?

Façamos algo!

 

2 comentários em “CONTRA UM MUNDO “CRISTOFÓBICO”…

  1. Compartilhei seu excelente texto, Pastor Roberto. Diplomaticamente, não podemos esperar NADA do Brasil. Se o cristão brasileiro realmente quer ajudar, tem que ser como o senhor sugeriu (orac,ao, contribuição financeira, mídias sociais e e-mails para as embaixadas). Os cristãos nesses países são minoria. Entao, se no’s que somos maioria não orarmos e agirmos em favor deles, NINGUEM o fara’. Seremos indisculpaveis perante Deus !!!

  2. Muito bem Pastor Roberto, nos Cristãos devemos nos unir, orar e agir de maneira pacífica e com atitudes que nos identifiquem com tudo que Jesus É.

    Há de se lamentar o açodamento e a irracionalidade que tudo isso “virou” , os Cristãos também estão muito fracionados pelos sucessivos movimentos que dividem as convenções e junta-se uma fração aqui, outra acolá, escancearam-se os relacionamentos até em denominações páreas.

    Más a verdade que não obstante tudo isso, devemos orar, denunciar através de todas as mídias existentes, enviar e-mails para embaixadas e consulados destes países, para que eles sejam levados no mínimo, reconsiderar suas posições.

    Estamos no fim. Ora vem SENHOR JESUS. Forte abraço, Shalom.

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