DECIDA ORAR

Orar é falar abertamente com Deus pelos méritos do Senhor Jesus, Seu Filho amado. Orar é uma fala íntima, amorosa, respeitosa e por vezes com muitas, poucas ou sem palavras.

Orar é abrir o coração e falar com Deus por você, por outros e pelas circunstâncias. Orar incluir louvar a Deus, agradecer a Deus e confessar os pecados a Ele.

Saber orar não significa orar. Você na verdade aprende a orar, orando. Você precisa orar. Você pode e deve orar em qualquer lugar e de qualquer forma. Deus apenas ordena e espera que você ore.

Decida orar. Ore!

“Ele, porém, se retirava para lugares solitários e orava.”

Lucas 5:16

“Orai sem cessar” – 1Tessalonicenses 5.17

“Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” – Efésios 6:18

O PODER DO CONTENTAMENTO

Descontentamento e fé não combinam. Estar contente com o que é e com o que se tem é uma verdade a ser aprendida e vivida por todos aqueles que professam fé em Jesus Cristo. Em Hebreus 13.5 lemos: “Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: Nunca o deixarei, nunca o abandonarei.”

Pessoas descontentes tendem a ser ingratas e cobiçosas. Comumente elas estão sempre se queixando, reclamando e invejando outros.

Os descontentes se sentem injustiçados e privados de algo, parecem nunca ter o suficiente e querem mais e mais. De forma prática, eles sempre vivem fora de seu orçamento financeiro, compram coisas que não podem pagar e se endividam. A verdade é que nada pode deter uma pessoa egocêntrica e descontente.

O contentamento é algo poderoso. Estar contente não tem nada a ver com posses, dinheiro e bens. Contentamento é uma atitude. Pessoas contentes não estão em busca de ter mais, elas já estão satisfeitas e alegres com o que têm.

“Estar contente” é um aprendizado. Pessoas contentes aprendem a ser gratas por cada circunstância e por tudo. Elas aprendem a descansar na plena provisão de Deus. Elas aprendem a ficar feliz no Senhor com o pouco ou com o muito, porque entendem que cobiça e contentamento se excluem.

Pessoas contentes confiam que Deus vai suprir aquilo que elas necessitam e precisam, e tendo ou não tendo, sempre mantém um coração generoso para ajudar os que necessitam.

Os contentes também nunca roubam ou vivem nas garras da corrupção. Eles andam de cabeça erguida e não temem nada.

Sua vida tem um novo colorido e liberdade quando você se habitua a ser grato ao Senhor; quando você vive contente por quem é e pelo que tem.

Há, sem dúvida, um grande poder no contentamento.

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ACEITE ÀS INTERRUPÇÕES

Aprenda a aceitar às interrupções da vida, crendo que o próprio Deus as permite com o fim de que você seja usado a bem de alguém que esteja em alguma necessidade.

Não considere que algo que você esteja fazendo seja algo tão importante e prioritário do que a oportunidade de amar, servir e ajudar alguém.

As interrupções na vida sempre se tornam uma benção para quem interrompe e para quem é interrompido. Esses são preciosos momentos no qual Deus se revela e são oportunidades para que vidas sejam abençoadas.

Aceite e seja sensível as interrupções da vida.

Lembre-se:

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” – Romanos 8:28

“Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades.” – Colossenses 4:5

QUANDO NADA PODE SER FEITO

Todos vivemos a frustração diante de circunstâncias que fogem ao nosso controle. Nossa tendência natural é manter a vida sob nossas rédeas e desanimamos ou nos chateamos quando perdemos o controle de algo.

É triste ter que entender que diante de certas circunstâncias nada pode ser feito. O sentimento de decepção, desapontamento e fracasso podem nos consumir. É difícil, mas é preciso entender que não temos o controle sob muitas coisas, e a falta de controle expõe a nua e crua realidade de nossa humanidade, nossos limites e fraquezas e nossa nítida pequenez.

Diante de tantas incertezas e inseguranças da vida, o apóstolo Pedro ensinou em 1 Pedro 5.7: “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” Pedro nos ensina no texto a sermos sinceros conosco mesmo e vermos nossas limitações, enquanto lançamos tudo ao Senhor.

A proposta da Palavra de Deus é que diante do incontrolável é preciso aprender a colocar em oração diante de Deus tudo o que aflige a alma. Pedro sabe que o Senhor age na história e cuida dos que Lhe pertencem. Pedro sabe que diante do incontrolável há um Deus soberano que controla tudo.

Quando nada pode ser feito, você pode se acabar, mas você também pode decidir diferente, buscando a Deus com um coração simples e puro, lançando sobre Ele tudo o que lhe cansa e desespera.

Há algo pesando o seu coração? Independentemente do que seja, apresente numa simples oração ao Senhor. Entregue a Ele. Peça por Sua paz. Peça por calma, direção, força e sabedoria. Peça e Ele lhe dará.

A. W. Pink afirmou: “Antes que Ele forneça o suprimento abundante, primeiro devemos nos tornar conscientes de nosso vazio. Antes que ele dê força, devemos sentir a nossa fraqueza.”

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CONFIE EM DEUS

Confiar em Deus é um grande desafio, especialmente quando os problemas, dificuldades e crises chegam. Quando os desafios da vida chegam somos tendentes a confiar em algo ou alguém.

Somos prontos a confiar em nós mesmos e em nossas capacidades. Ainda que Davi fosse um exímio guerreiro e soubesse lidar muito bem com suas armas, ele não confiou em sua própria habilidade. Ele diz no Salmo 44.6: “Não confio no meu arco, e não é a minha espada que me salva.”

Podemos também errar confiando no homem. Diante das crises podemos confiar erradamente no amigo, no parente, no colega, nos governantes, no profissional, no líder espiritual, etc. Mas, o Salmo 146.3 nos ensina: “Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação.” Em Jeremias 17.5 somos exortados: “…Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR!”

A Bíblia nos ensina a confiar somente em Deus. O Salmo 40.4 declara: “Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança…” O Salmo 22.4,5 diz: “Nossos pais confiaram em Ti; confiaram, e os livraste. A Ti clamaram e se livraram; confiaram em Ti e não foram confundidos.”

Quando sua vida começa a abalar, e a ansiedade e o medo chegam, confie em Deus; confie só nEle. NEle você terá o norte, a segurança, alegria e força para enfrentar qualquer desafio que esteja à frente. Faça do Salmo 56.3 seu lema de vida: “Em me vindo o temor, hei de confiar em Ti.”

Agostinho sabiamente afirmou: “Confie seu passado à misericórdia de Deus, o seu presente ao amor de Deus e seu futuro à providência de Deus.”

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A CULPA

Culpa não é apenas um sentimento negativo, mas é algo extremamente doloroso na consciência quando se comete algo errado contra Deus e as pessoas. A “culpa” nunca deve ser minimizada, subestimada ou desprezada.

Há pessoas que sentem-se culpadas por estarem sendo vítimas de táticas de manipulação e o controle de alguém. Essa é uma “falsa culpa”. A culpa verdadeira produz antes medo e vergonha. Medo, devido à dimensão das consequências; vergonha, pelo fato de se ter feito algo de errado ou falhado diante de uma obrigação.

Mas a culpa não é de toda ruim. A Bíblia afirma que a culpa é o resultado direto do pecado e o único meio para se lidar com ela é o verdadeiro arrependimento.

O arrependimento verdadeiro produz mudanças verdadeiras. Ao reconhecer os seus pecados, o salmista afirma o seguinte no Salmo 32.5: “Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: Confessarei as minhas transgressões, ao Senhor, e tu perdoaste a culpa do meu pecado.”

Na Bíblia, Deus, em Jesus, concede Sua maravilhosa graça perdoando a todos aqueles que reconhecem seus pecados, livrando-os de toda culpa. Em 1 João 1.9 lemos: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.”

Se a sua culpa é advinda do pecado contra Deus e contra as pessoas, o caminho não é encobri-lo, mas confessá-lo. Assuma hoje a responsabilidade pelo seu erro. Pare de se desculpar ou de culpar pessoas ou as circunstâncias.

Não há pecado que Deus não perdoe. Quando o pecado é confessado, a graça de Deus é suficientemente capaz para perdoar qualquer pecado, limpar qualquer culpa, de qualquer pessoa e em qualquer tempo.

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CUIDE-SE PRIMEIRO

Jesus afirmou em Mateus 7.3-5: “Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão.”

Vivemos num mundo vulnerável e problemático. Pessoas erram, machucam os outros e a si mesmas. Quando os erros das pessoas tornam-se gritantes elas estão apenas dizendo que precisam de ajuda. E quem poderia ajudar?

Jesus no texto não está condenando ajudar aqueles que estão em falha. O que Jesus condena é a hipocrisia. Jesus está sendo sério ao dizer que antes de ajudarmos o outro em um problema menor precisamos estar cientes de que não haja algo maior em nossas vidas.

Segundo Jesus o indivíduo que centra no erro do outro sem olhar primeiramente para si é um HIPÓCRITA.

O hipócrita adora o ar da moralidade, da religiosidade e o discurso da ética. Ele sempre está criticando, condenando e julgando os outros. Ele é extremamente impiedoso com o próximo, mas muito complacente consigo mesmo.

O seu dever é cuidar primeiro de si. Veja primeiro os seus defeitos e trate-os com sinceridade. Saiba realmente quem você é e confronte-se a si mesmo. Arranque suas máscaras e humilhe-se. Critique a si mesmo; “bata pesado” em si; confronte sua religiosidade. C. S. Lewis afirmou :“De todos os homens maus, os religiosos são os piores.”

Lembre-se que somos todos fracos e precisamos urgentemente de restauração e apoio. Mas se você tem interesse de cuidar e ajudar os outros comece primeiro consigo mesmo. Olhe primeiro e seriamente para si. Cuide-se primeiro.

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A CRISE EXISTENCIAL

O ser humano comumente vive desiludido, desesperançoso e desesperado. Ele é plenamente dominado por um extremo descontentamento que o faz pensar constantemente no “novo” como a solução de sua crise existencial. Ele acha, por exemplo, que algo novo o levará a uma vida melhor. Assim ele quer um novo emprego, um novo amor, um novo carro, uma nova casa, um novo país etc. Ele é compulsivamente inquieto e insatisfeito. E pior, logo que realiza um desejo surge outro.

Segundo a Bíblia, tudo o que todos estão procurando está em Deus. Salomão, escreveu em Eclesiastes 3:11: “Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem…” O que significa isso? Significa que Deus criou cada um de nós com desejo de coisas eternas e espirituais. Em outras palavras: todos têm uma inquietude que só Deus pode satisfazer.

Tentar satisfazer a alma com coisas externas é perda de tempo. Quem insiste em agir assim apenas aumenta o vazio, a frustração e a solidão. A alma não pode ser satisfeita com mais um drink, mais um gole, mais uma noitada, mais um caso, mais uma viagem, mais uma compra, mais uma droga, mais uma hora extra de trabalho etc. A alma não se preenche com um “mais mais” que nunca cessa. Isaías 55.2 o próprio Deus afirma o seguinte: “Por que vocês gastam dinheiro com o que não é comida? Por que gastam o seu salário com coisas que não matam a fome? Se ouvirem e fizerem o que eu ordeno, vocês comerão do melhor alimento, terão comidas gostosas. Escutem-me e venham a mim, prestem atenção e terão vida nova.”

A crise existencial deixa de ser crise quando se volta para o Eterno, o Criador, Aquele que trouxe tudo a existência. E essa volta é feita por meio de Seu Filho Jesus. Foi Ele mesmo afirmou em João 6.35: “…Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede.”

Jesus não é uma das opções para a crise existencial, Ele é a solução definitiva para ela. E quem se entregou a Ele, sabe muito bem disso.

ENTENDO A JESUS

O apóstolo João afirmou em 1 João 5.20: “Também sabemos que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.”

Ao concluir sua carta, o apóstolo João aponta para seus ouvintes a necessidade de abraçar com convicção a fé no Senhor Jesus.

Nesse pequeno versículo João deixa claro: 1) a IDENTIDADE de Jesus: “Filho de Deus… o verdadeiro Deus e a vida eterna”; 2) a HISTORICIDADE da encarnação de Jesus, o fato de que Ele se tornou um homem: “é vindo”, e 3) a AUTENTICIDADE da deidade de Jesus: “…o verdadeiro… estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo.”

Em outras palavras, a definição desse pequeno versículo é que Jesus é Deus que veio ao mundo em forma humana, autorizado e autenticado pelo Pai para dar a vida eterna a todos os que nEle crer.

Jesus é o verdadeiro! Crer nessa verdade é o que faz a diferença na vida. Por outro lado, o entendimento espiritual dessas verdades não vem por um esforço mental, antes é uma obra do próprio Deus no coração.

João afirma no texto: “…e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro… Jesus Cristo.” Aqueles que recebem o privilégio de entender essa verdade desfrutam de um relacionamento pessoal e íntimo com Deus que os levam a dizer com convicção: “sabemos…”

Após ler esse pequeno versículo, sua sincera oração deveria ser: “Oh Deus, por sua graça, bondade e misericórdia, abra o meu entendimento para que eu possa entender a pessoa e obra do Senhor Jesus, e assim, que eu viva nEle, com Ele e para Ele”.

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O SOCORRO DE DEUS

O Salmo 121.1,2 afirma: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.”

“Elevar os olhos” era um gesto de oração do povo judeu em busca da ajuda de Deus. Durante muito tempo os lugares mais altos de Israel tornaram-se verdadeiros centros de adoração aos ídolos. De forma que levantar os olhos aos montes, na verdade era perguntar se o socorro para os problemas viriam dos ídolos. O salmista responde que somente de Deus vem o auxílio e a ajuda verdadeira.

Muitos, diante de suas dores e dilemas, decidem estabelecer seus próprios “ídolos” para a crise de suas vidas. Querem que o cônjuge, os filhos, os pais, os amigos, os políticos, o presidente, o líder religioso e tantos outros sejam o seu socorro. Pior, lançam sobre eles toda a confiança e no final se frustram e se decepcionam.

O salmista nos ensina a ir só para Deus. Ele está acima de nossas dores e problemas; Ele mantém-se soberano regendo esse “mundo mau”. Ele ainda é o “socorro” de todos os que o buscam.

Seu maior problema é que talvez você não esteja indo para Deus como sua primeira e única opção de socorro. Talvez você costuma lutar muito, esgotar-se para depois render-se a Ele. Aprenda a mudar de estratégia; dependa diretamente dEle.

Assim como o salmista precisava de ajuda, de auxílio, de orientação, de “norte”, de certezas, de “chão” para o seu viver, você também precisa ir humilde e diretamente a Ele.

Não seja como aquele que, se afogando, não abraça o “salva-vidas” que lhe foi enviado, simplesmente porque acha que pode se salvar com mais uma “braçada”.

Faça de Deus o seu auxílio. Há nEle ajuda e socorro para você.

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LIDANDO COM OS INIMIGOS

Jesus afirmou em Mateus 5.43-46,48: “Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos. Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes?… Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste.”

Os religiosos da época de Jesus interpretaram a seu bel-prazer a ordem de Deus em Levítico 19.18: “Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo…” Eles acrescentaram: “…e odiarás o teu inimigo”. Eles desprezavam o texto de Levítico e desconsideravam o princípio básico de Provérbios 25.21: “Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer; se tiver sede, dá-lhe água para beber.”

Jesus ensina que seus seguidores não devem odiar, mas amar e orar pelos seus inimigos. O amor que Jesus ensina não é um sentimento, mas uma ação prática, humilde e sacrificial. E o amor precisa ser acompanhado de oração. Na oração o coração é libertado do rancor e preenchido pelo amor.

Assim, para praticar esse ensino de Jesus, você precisa ir a Deus e se arrepender de toda atitude vingativa, egoísta e odiosa. Você não conseguirá amar e nem orar em sua própria força. Somente em Deus é que você será capacitado para amar e orar pelo seu inimigo.

Agostinho disse: “Muitos têm aprendido a oferecer a outra face, mas não sabem como amar a pessoa que os esbofeteou.” Bonhoeffer afirmou: “Na oração colocamo-nos ao lado do inimigo, estamos com ele, junto dele e por ele diante de Deus.”

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SEJA GRATO!

Cada vez mais está difícil ser grato e ouvir um “obrigado” de coração. O nosso mundo nos ensina a exigir. Somos ensinados a acreditar que quando não temos o que achamos que merecemos, devemos murmurar e reclamar. A ingratidão está em alta.

Paulo ensina em Colossenses 3.17: “Tudo o que fizerem, seja em palavra seja em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, DANDO POR MEIO DELE GRAÇAS A DEUS PAI.”

Deus é glorificado, honrado e exaltado quando as pessoas são gratas a Ele pelo que são e o que se têm. A questão não é nem a quantidade, qualidade ou o volume do que se é ou se tem. Uma pessoa grata sempre reconhece que nada é pequeno demais quando a fonte e a origem de tudo é o próprio Deus.

A atitude de agradecimento é mais importante do que o próprio ato de agradecer. Deus se alegra quando as pessoas são gratas. O pregador inglês Charles Spurgeon disse: “Não é o quanto temos, mas o quanto apreciamos do que temos é que nos faz felizes.”

Uma pessoa grata sempre vê o melhor em cada situação. Ela vê nos problemas e fraquezas, oportunidades; vê nas tribulações e lutas, ferramentas para o refino da alma; vê nas tentações e pecados, ocasiões para se viver em humildade para com Deus e mais graciosa com as pessoas.

Seja grato! Agradeça por tudo. Agradeça a Deus pelas pessoas; louve-O pelo bom e pelo ruim, pela alegria e pela dor, pelo “sim” e pelo “não”. Aprenda a dizer: “obrigado Senhor!”

O escritor americano Izaak Walton afirmou: “Deus tem duas residências: Uma é no Céu, e a outra é em um coração manso e grato.”

Seja grato!

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A “JUSTIÇA”

Em Mateus 5.20 Jesus afirmou: “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no Reino dos céus.”

Essa afirmação de Jesus choca seus ouvintes, porque o problema dos escribas e fariseus é que eles contentavam-se com uma obediência externa. Mas o Senhor Jesus ensina que as exigências de Deus são muito mais radicais do que apenas práticas religiosas externas.

A “justiça” que agrada a Deus tem uma só origem: o coração. Em 1 Samuel 16.7 o próprio Deus afirma: “…O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração.” Ele conhece o coração de todos. Ele sabe o que se passa por dentro de cada um, sem exceção. E o verdadeiro relacionamento com Ele vem do coração.

A “justiça” que excede a religiosidade vazia é antes de tudo uma obra espiritual produzida pelo Espírito de Deus e Ele age nas pessoas dando-lhes as condições para que obedeçam, observem e guardem tudo o que Deus ordena.

Essa “justiça” também é chamada na Bíblia de “Novo Nascimento”; o “nascer do alto”; o “nascer do Espírito”. É nesse mover do Espírito no coração que produz a “justiça” que Deus quer e faz com que a pessoa tome posse do “Reino dos céus”.

Deus está interessado em ver em você uma obediência genuína e não uma religiosidade cheia de “justiça” própria. Deus deseja que suas ações sejam uma resposta a tudo o que Ele significa em sua vida. Deus quer que acima de tudo você O obedeça e sintonize o seu coração com Sua plena vontade.

Oswald Chambers afirmou: “A regra de ouro para o entendimento em assuntos espirituais não é intelecto, mas a obediência.”

DISTANTE DE DEUS

Deus pode estar fora ou dentro de sua vida. O apóstolo João escreveu em 1 João 4.13: “Nisto conhecemos que permanecemos nele, e ele, em nós: em que nos deu do seu Espírito.”

A Bíblia ensina que o Deus de longe se aproxima, se achega, se expõe, cuida e demonstra misericórdia e amor. Deus vem até nós em Jesus e por meio de Sua obra na cruz, paga o preço do pecado e convida e ordena a todos que se arrependam. O arrependimento propicia uma vida íntima e relacional com Deus.

A intimidade se torna grandiosa de forma que os arrependidos não têm um Deus distante, mas DENTRO de si por meio do Espírito Santo. O Espírito Santo é a pessoa de Deus dentro dos que creram. É pelo Espírito Santo que conhecemos a Deus e “permanecemos nEle”.

Deus somente está distante daqueles que insistem em viver suas vidas do seu próprio jeito e em desobediência a Ele. Isaías 55.6-9 afirma: “Busquem o Senhor enquanto é possível achá-lo; clamem por ele enquanto está perto. Que o ímpio abandone o seu caminho, e o homem mau, os seus pensamentos. Volte-se ele para o Senhor, que terá misericórdia dele; volte-se para o nosso Deus, pois ele dá de bom grado o seu perdão. Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos, declara o Senhor. Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os seus pensamentos.”

O arrependimento diante de Deus é a única forma de aproximação e intimidade com Ele. É você quem decide a distância de Deus. Você vai mantê-lo fora ou dentro de sua vida?