DIANTE DO MEDO

Em 2 Crônicas 20.1,2 temos o seguinte relato: “Depois disto, os filhos de Moabe e os filhos de Amom, com alguns dos meunitas, vieram à peleja contra Josafá. Então, vieram alguns que avisaram a Josafá, dizendo: Grande multidão vem contra ti…” No versículo 3 encontramos a reação do rei Josafá: “Então, Josafá teve medo e se pôs a buscar ao SENHOR; e apregoou jejum em todo o Judá.”

No versículo 12, o rei Josafá em sua oração disse algo muito interessante: “…Porque em nós não há força para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti.”

Josafá diante de seu medo, reconhece seus limites humano. Ele sabia que não tinha capacidade alguma contra o inimigo, e pior, ele não tinha nenhuma estratégia de ação organizada, mas ele declarou sua confiança no Senhor.

Nos versículos 15 e 17 o Senhor respondeu a Josafá dizendo: “…Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus…Neste encontro, não tereis de pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o salvamento que o SENHOR vos dará…Não temais, nem vos assusteis; amanhã, saí-lhes ao encontro, porque o SENHOR é convosco.”

Como Josafá, talvez algo tenha ocorrido em sua vida que lhe traz muito medo e ao enfrentar o problema você talvez tenha chegado ao seu limite e não sabe o que fazer.

Mas o Deus de Josafá não mudou. Ele ainda espera que como Josafá você também O busque. Ele espera de você uma atitude de dependência total.

Diante do medo, volte-se para Deus. Sintonize-se em Sua voz em Hebreus 13.5, que diz: “…De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.”

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QUANDO DEUS “DEIXA IR”

1 João 4.8 afirma que “Deus é amor”. Seu amor é muito bem retratado no pai da parábola de Lucas 15.11-32, a qual chamamos de “A parábola do filho pródigo”. Na parábola, o filho mais novo decide ir e o pai não o impede. Isso não significa que o pai não o amava, mas simplesmente que deu-lhe a parte de sua herança e o “deixou ir”.

O pai da parábola é o próprio Deus. Ele é o Deus que ama, cuida, zela, protege, sustenta e orienta. Mas sendo amoroso, Ele não prende e não ameaça aqueles que não querem o Seu amor. Ele apenas os “deixa ir”.

Quando Deus “deixar ir”, isso não significa que Ele despreza os que O desprezaram. Em Seu perfeito amor, Ele permite o desvio, sabendo que há perigos e desastres nessa atitude, mas por Sua graça Ele ainda os preserva de males piores.

Quando Deus “deixa ir” ele sabe que o “país distante” não é melhor do que a casa do Pai. Ele sabe que os tempos difíceis chegarão. O vigor, o dinheiro, o ânimo, o prazer e alegria são passageiros e acabam. Por vezes é preciso passar pela decepção e chegar ao “fundo do poço”.

Quando Deus “deixar ir”, Ele permite à pessoa experimentar a miséria, porque é necessário experimentar comer com “os porcos” e “passar fome” para valorizar a abundância do passado. É quando a pessoa diz: “eu era feliz e não sabia”.

Quando Deus “deixar ir”, alguns voltarão para casa e outros não. Os que voltam dizem: “Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai…” (Lucas 15.18).

Deus talvez o tenha deixado ir para que você volte arrependido, quebrantado e valorizando quem realmente Ele é. Porque quando Ele deixa você ir, o melhor que você faz é voltar para Ele.

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DIANTE DOS PROBLEMAS

O capítulo 12 do livro de Romanos está repleto de conselhos espirituais. E bem escondido está uma tremenda e pequena frase no versículo 12: “…perseverai na oração…”

O verbo “perseverar” no texto original significa “dedicar”, “ continuar”, “dar constante atenção e cuidado a algo”, “não desfalecer”, “estar em constante prontidão por alguém”.

Quando as circunstâncias difíceis chegam em sua vida, a forma mais natural de reagir é com amargura, culpa, acusação a outros, ou ainda deixar-se afundar numa profunda tristeza, desistindo das pessoas, circunstâncias ou da própria vida.

É bom lembrar que a reação ao problema é sempre uma escolha sua. Muitos diante de problemas insolúveis e incontroláveis decidiram desistir, mas outros decidiram confiar no Senhor. Os que decidiram confiar no Senhor afirmaram que o problema não teria a voz final, e sem negá-lo decidiram orar perseverantemente; decidiram falar constantemente do problema a Deus.

O problema torna-se uma grande oportunidade para uma aproximação mais intima e real com Deus; torna-se uma oportunidade para maior dedicação, dependência e confiança no Senhor.

Por isso, persevere em oração. Entregue ao Senhor todas a suas dores e dificuldades. Entregue a Ele o que você não tem controle. Não desista porque os problemas chegaram, antes use-os como uma grande oportunidade para buscar mais ao Senhor e depender mais dEle.

A. W. Tozer afirmou: “O que devemos fazer em relação aos nossos problemas? Devemos aprender a viver com eles até que Deus nos liberte deles. Devemos orar por graça para suportá-los sem murmurar. Os problemas que são suportados com paciência sempre trabalharão para o nosso aperfeiçoamento espiritual. Eles apenas nos prejudicam quando os resistimos ou os suportamos sem uma disposição de vontade.”

Diante dos problemas seja paciente e persevere em oração.

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O “SIM” E O “NÃO” DE JESUS

Jesus viveu numa sociedade religiosa fria, seca, ritualista e legalista. Havia nas pessoas um tremendo cansaço emocional e espiritual. Sabendo disso, Ele então fez um convite em Mateus 11.28: “Venham a mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e eu os aliviarei.”

O convite de Jesus tinha um grande “SIM” de liberdade. Seu “SIM” era carimbado com Seu amor, graça, misericórdia e bondade a todos. Mas esse Seu “SIM” nunca foi marcado por um fazer o que se acha e quer. Na verdade, o Seu gracioso “SIM” sempre foi prenuncio também de um forte “NÃO”. Um “NÃO” a si mesmo, aos seus próprios interesses, desejos e pecados contra Deus.

Talvez você hoje esteja vivendo em dois extremos: O extremo religioso ou liberal. No religioso, você talvez acredite que quanto mais “nãos” você der a si, mais você se aperfeiçoará ou se aproximará de Deus. Mas tudo isso está lhe cansando e criando um profundo vácuo espiritual.

Talvez você esteja vivendo no extremo liberal, do tipo: “Deixa a vida me levar”. Você não se preocupa com nada e muito menos em saber o que Deus quer e exige para a sua vida. Mas esse seu estilo liberal também está lhe cansando e lhe escravizando em vícios e prazeres. Você também percebe que a vida está “quebrando”; há um enorme vazio e uma falta de rumo na vida.

A solução última é atender o convite de Jesus: “Venham a mim…” Nele você terá o que deseja e procura. Nele você não terá religião, mas relacionamento; nele você não terá libertinagem, mas liberdade.

É no “sim” e no “não” de Jesus que está a verdadeira vida. Venha a Ele!

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EM QUEM VOCÊ CONFIA?

Em Êxodo 17.4, Moisés clamou ao Senhor: “…Que farei com este povo? Daqui a pouco vão me apedrejar.”

Moisés foi um grande líder de Deus. Parte da educação de sua liderança foi desenvolvida no deserto por quarenta anos como pastor. Moisés cuidou dos rebanhos de seu sogro, em Midiã. Nesse tempo ele aprendeu sobre como cuidar de ovelhas.

No deserto, cuidando de ovelhas, nenhuma ovelha de seu pastoreio jamais se levantou contra ele para lhe jogar uma pedra ou fazer uma rebelião. Mas quando ele se tornou líder da nação de Israel, seus liderados foram extremamente hostis para com ele.

Ainda que Moisés tenha sido extremamente treinado por Deus, tanto no Egito como em Midiã, isso não significou que ele sabia tudo. Ao enfrentar pessoas rebeldes e diante de uma profunda angústia, ao invés de confiar em si, Moisés buscou ao Senhor para receber instruções claras de como deveria agir.

Você sabe que tem horas na vida que você perde o rumo; não sabe nem o que falar e nem o que fazer. Tem horas em sua vida que você precisa decidir em quem confiará. Você precisará decidir se confiará em sua capacidade, inteligência, habilidade, força e discernimento, ou em Deus.

Na vida, você terá dias que certamente se sentirá fraco ou limitado. Quando eles chegarem, seria tolice você confiar em sua capacidade e inteligência. O prudente e sábio é reconhecer que você precisa do Senhor, e pedir a Ele por plena direção para a vida.

Fale o que quiser sobre crer em Deus e ter fé nEle. Mas o fato é: se você não confiar toda a sua vida a Ele, você não crê nEle.

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ESPIRITUALMENTE SUFOCADOS

Jesus afirmou em Lucas 8.14: “A parte que caiu entre espinhos, estes são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com as preocupações, as riquezas e os prazeres desta vida; os seus frutos não chegam a amadurecer.” Nesse texto o Senhor Jesus nos ensina do perigo de nos distrairmos e de perdermos o foco espiritual.

O aviso de Jesus é que podemos ser consumidos por “coisas” dessa vida, as quais podem nos cegar quanto à percepção da vontade de Deus para nós.

Os prazeres e distrações que sufocam nossa espiritualidade, os quais Jesus está falando nesta parábola, não precisam ser necessariamente pecaminosos. Podemos simplesmente nos perder porque as coisas mudaram. Por exemplo, conseguimos um excelente emprego, uma melhor remuneração, os negócios começaram a ir bem, a casa própria foi comprada, o desejado carro foi adquirido e se adquiriu o celular top do momento.

Qualquer outra coisa pode consumir sua energia espiritual. Assim, se algo estiver sufocando sua vida espiritual, é hora de dar um passo para trás e perguntar a Deus se o que você está fazendo é a coisa certa.

A busca em centrar a vida em Deus é o que faz a diferença na própria vida. Quando você considera Deus o tudo de sua vida, você será suficientemente honesto com Ele e disposto a dar passos para trás; mudar o rumo da vida.

Não é errado você desfrutar das bênçãos que o Senhor mesmo lhe dá. O erro está em deixar-se ser consumido ou motivado por qualquer coisa ou alguém que não seja Ele mesmo.

Livre-se então das coisas que sufocam sua vida. Deixe-se apenas ser dirigido pela plena vontade de Deus conforme estabelecido em Sua Palavra. Assim você desfrutará de paz, alegria e verdadeiro descanso.

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RESOLVENDO O PASSADO

A vida é composta do passado, presente e futuro. Todos, sem exceção, precisam refletir sobre o passado, buscar entender o presente e se preparar para esperar o futuro.

Muitos erram no presente por nunca terem resolvido o seu passado. Eles esquecem que ninguém pode viver do passado. A Bíblia claramente nos adverte em Eclesiastes 7.10: “Nunca pergunte: Por que os dias passados foram melhores que os de agora? Pois não é sábio fazer essa pergunta.”

Ninguém pode voltar ao passado. Mas infelizmente, muitas pessoas perdem o seu presente focando nele. Muitos continuam carregando mágoas e ressentimentos de pessoas que passaram por suas vidas — algumas até já morreram — ou ainda remoendo erros e culpas.

Outros tiveram um excelente passado. Eles olham para trás com saudade, tendo boas lembranças; e isso é maravilhoso. Mas o perigo é deixar de viver o presente pela nostalgia do passado. O perigo é reclamar que o hoje é diferente do ontem (e o é mesmo). É insistir em viver hoje os bons momentos e as boas memórias do ontem.

Alguém acertou ao dizer: “O passado, passou”. Ninguém pode dirigir sua vida no presente mantendo apenas os olhos no retrovisor do passado. Temos uma vida aqui e agora para ser vivida.

Hoje temos novos desafios e oportunidades. É preciso viver e enfrentar todos eles. Precisamos olhar para o passado, não para vivê-lo, mas para mudarmos e nos inspirarmos no hoje.

Quando você resiste em abraçar o seu presente, enfatizando demais o seu passado, você sufoca as boas oportunidades que o Senhor está lhe colocando para o seu crescimento. A alegria que Deus lhe promete está nesse novo dia.

Seja grato ao Senhor pelo passado, mas também seja grato ao Senhor por esse dia que Ele está lhe dando, e desfrute muito bem dele.

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JOÃO 3:16

O mais conhecido versículo da Bíblia é João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Esse texto saiu dos lábios do Senhor Jesus. As verdades desse pequeno texto têm haver com a salvação eterna de uma pessoa.

Segundo Jesus a causa da salvação é o próprio Deus: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira…” O fator motivador por trás do plano redentor de Deus é o Seu amor. O amor de Deus é que possibilita a salvação. O amor de Deus é a causa motivadora da salvação.

Jesus também fala do custo da salvação: “…que deu o seu Filho unigênito…” Jesus deu sua vida na cruz. Ele não só falou do amor, mas na cruz Ele o demonstrou. A salvação eterna tem preço. Jesus pagou na cruz o preço pelo pecado.

Jesus também apresenta a condição para a salvação: “…para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” A salvação não significa “fazer” algo, mas receber o que já foi “feito”. Muitos erradamente pensam que suas próprias boas obras são o caminho para a vida eterna. Consequentemente, elas fazem isso ou aquilo, ou não fazem isso ou não fazem aquilo para obter a salvação. Mas a salvação já está feita. Ela já está comprada com o sangue de Cristo na cruz. A parte que cabe a todos é crer; transferir confiança de si mesmo e dos próprios esforços para o trabalho já terminado na cruz do Calvário por Jesus.

Assim, Deus espera que você reconheça hoje seus pecados, se arrependa deles e aceite o Seu amor, crendo na obra de Jesus na cruz por você.

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DECIDA ABENÇOAR

Em 1 Reis 17, uma pobre viúva na cidade de Sarepta deu ao profeta Elias de sua escassa provisão. Ao agir generosamente, o resultado em sua vida é descrito no versículo 15: “E aconteceu que a comida durou todos os dias para Elias e para a mulher e sua família.”

Esse texto nos mostra claramente o poder que há em abençoar os que precisam. Nossa tendência é sempre acumular, mas o princípio básico é que para nos tornarmos felizes, precisamos fazer os outros felizes; precisamos ajudar.

A vida torna-se bem vivida, não quando exigimos das pessoas, mas quando nos tornamos úteis a elas. Nossos talentos, habilidades, dons e recursos não existem somente para nós, mas especialmente para outros. Uma vida feliz consiste em fazer o outro feliz.

As pessoas passam por vales, sejam em dor ou necessidades. Por isso, é preciso ser um instrumento para ajudar. Precisamos aliviar a dor do necessitado, confortar o doente, apoiar a viúva, o órfão ou qualquer pessoa carente ao nosso redor.

A bênção em abençoar está no fato de que inevitavelmente seremos também abençoados. Deus estabeleceu o princípio de que ao fazer o bem, receberemos o bem. Ao ensinar, aprenderemos; ao dar, receberemos; ao apoiar, seremos apoiados; ao cuidar, seremos cuidados.

Nesse mundo onde o egoísmo cresce, considere um prazer e um ato humilde diante do Senhor poder ajudar e servir o outro. Considere agraciar as pessoas com a graça que você tem recebido de Deus. Considere ser um conforto e um alívio a quem precisa. Não se preocupe com o que e quanto você dará, apenas dê.

Esforce-se para suprir, animar, consolar, encorajar, e alegrar aquele que precisa. Decida abençoar as pessoas.

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A PERSPECTIVA ETERNA

Somos mortais, mas nos esquecemos disso. Nossa vida é breve. Não estaremos aqui por muito tempo e tentar apenas planejar só para essa vida é algo tolo. Tiago 4.14 nos adverte: “Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.”

Se a vida é curta e passageira, devemos então saber como vive-la. Não podemos nos apegar a ela como um fim último. Esforçar-se, lutar e brigar apenas pela vida é viver em vão porque tudo passa.

O Senhor Jesus ensinou em João 6.40: “De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna…”. “Vida eterna” é uma promessa a todos os que creem em Jesus.

Jesus ensina sobre uma vida que vai além dessa vida e que é a verdadeira vida. Não podemos então nos enganar que seremos completamente felizes aqui. Aqui não é o lar final. Segundo o ensino do Senhor Jesus os que creram nEle como seu Senhor e Salvador vivem na expectativa de algo maior e melhor. Vivem sob uma perspectiva eterna.

Quando você está sob a perspectiva eterna, seus conceitos e valores nessa vida mudam profundamente. Você decide viver com mais sabedoria e debaixo de um propósito maior. A perspectiva eterna faz com que você tire o foco de si e centre nos objetivos de Deus e nas necessidades das pessoas.

Quem ganha a visão da perspectiva eterna ganha também a verdadeira vida, porque essa vida aqui é transitória e a futura será pare sempre.

Viva o seu hoje com os olhos na eternidade. Mantenha-se focado na perspectiva eterna.

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CONFESSANDO A JESUS

1 João 2.23 afirma: “Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai.”

O apóstolo João sinaliza nesse texto que o caminho para Deus, encontra-se somente na pessoa de Jesus. Essa clareza de João nasce da afirmação clássica de Jesus em João 14.6: “…Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”

Os dois textos afirmam que o relacionamento com Deus é proporcionado por Jesus. Jesus não só revela o Pai, mas condiciona que o relacionamento com Ele é algo exclusivo de quem nEle crê.

Somente Jesus viabiliza o relacionamento pessoal com Deus. É preciso confessá-Lo como Senhor e Salvador para que esse relacionamento nasça. “Confessar” significa concordar com o que a Palavra de Deus diz sobre Jesus e Deus e, Deus e Jesus.

“Confessar” significa expressar de forma verbal e pública a fé em Jesus. É isso que levará qualquer pessoa a um relacionamento com Deus, o Pai. Em Mateus 10.32,33 Ele mesmo asseverou: “Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus; mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus.”

Dr. John Stott afirmou: “Não se pode ter um relacionamento com o Pai sem confessar a Jesus. Somente Jesus, o Filho, pode revelar Deus, o Pai, aos homens. Somente Jesus, o Filho, pode representar os homens e reconciliar os homens com Deus, o Pai.”

O princípio prático e simples é: se você nega a Jesus, você não tem o Pai; se você confessa a Jesus, você tem o Pai.

Você já confessou Jesus em sua vida?

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MOTIVOS CERTOS

Paulo afirmou em 1 Coríntios 13.3: “Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo… mas não tiver amor, nada disso me valerá.”

Paulo usa a partícula “se” para estabelecer uma possibilidade. Ele ensina que alguém pode sacrificar tudo o que tem para buscar servir aos pobres. A pessoa pode estar envolvida num programa de distribuição de alimentos ou contribuir para que isso ocorra, mas se sua motivação não for o amor, nada vale.

A reflexão chocante de Paulo é que sem amor, o que se faz não tem valor. Sem amor o tempo e o esforço são desperdiçados. Fazer coisas boas e doar algo por obrigação, por pressão de um grupo, por culpa, pelo desejo de reconhecimento, retribuição ou simplesmente para deduzir no imposto de renda, mas sem amor, não significa nada diante de Deus.

O princípio básico do texto é que devemos profundamente sondar nossas motivações. Podemos nos tornar vítimas até mesmo de nossas boas ações. Podemos doar errado. O amor sempre é demonstrado pelo autossacrifício, mas nem todo autossacrifício é um ato de amor. Podemos doar ou fazer qualquer outra coisa por culpa ou porque queremos obter um favor especial de Deus. Mas o Senhor Jesus nos ensinou em Mateus 6.1: “Tenham o cuidado de não praticar suas ‘obras de justiça’ diante dos outros para serem vistos por eles. Se fizerem isso, vocês não terão nenhuma recompensa do Pai celestial.”

Se seu motivo para abencoar algo ou alguém é obter a aprovação dos homens, seus elogios serão sua única recompensa. Mas se você estiver motivado pelo amor a Deus, Ele o recompensará. O que lhe motiva a abençoar e ajudar outros ?

Antes de ajudar outros, olhe para dentro de seu coração e certifique-se de que seus motivos são retos e justos diante do Senhor. O único motivo aceitável diante dEle é o amor.

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QUANDO NÃO ENTENDEMOS

Quando os problemas chegam, começamos a questionar muitas coisas. Por vezes até deduzimos que Deus não nos ama, nos abandonou ou se escondeu de nós.

Quando Jó experimentou muitas dores, ele entrou em desespero e fez muitas perguntas sérias e legítimas. Em Jó 3.20 ele pergunta: “Por que se dá luz aos infelizes, e vida aos de alma amargurada?”

Questionar é uma realidade da natureza humana. Todos temos perguntas sobre a vida. A busca por entender as coisas, ainda que seja um desejo do coração, nem sempre nos serão reveladas.

Quem tem todas as respostas é o próprio Deus. Ele, em Sua sabedoria, decide ou não nos revelar as razões. Agora, Ele não nos deve nenhuma explicação. Ele não precisa de nossa permissão para agir em nossas vidas. Deus é Deus.

A verdade é que você só sabe de alguma coisa sobre Deus e a vida porque Ele mesmo decidiu revelar a você. Há coisas que você nunca entenderá aqui, somente no céu. Um dia tudo ficará claro.

Somos limitados. Não entenderemos tudo aqui. Paulo reconheceu isso e afirmou em 1 Coríntios 13.9,12: “Pois em parte conhecemos… Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido.”

O que Deus então requer de você? Ele deseja que você apenas confie nEle e continue a amá-Lo, servi-Lo e honrá-Lo.

Diante de qualquer dor ou sofrimento, precisamos viver pela fé no Senhor e não pelos sentimentos. Precisamos continuar crendo no Senhor mesmo quando não entendemos; quando as coisas não parecem fazer muito sentido.

O coração de Deus muito se alegra quando mantemos nossa fé e confiança nEle.

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TEMER A DEUS

Salomão afirmou em Provérbios 1.7: “…O temor do Senhor é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino.”

Quando a Bíblia em algumas dezenas de textos refere-se a “Temer a Deus” ela não está afirmando literalmente que o homem deve ter medo de Deus.

Deus para muitos é alguém ríspido, bravo, impaciente, nervoso, irado e pronto a castigar todos os que não andam conforme suas leis. Essa é uma visão distorcida e desequilibrada de Deus e sua justiça. 1 João 4.18 afirma: “o amor lança fora o medo e aqueles que temem não são aperfeiçoados no amor.” De forma que ninguém é chamado a relacionar-se com Deus pelo medo, mas pelo amor, pois “Deus é amor” (1 João 4.16).

Deus é amor, mas é também justiça. Ele não suporta a hipocrisia e a rebeldia contra Ele. O Senhor não permitirá que alguém que o chame de “Senhor” e “Mestre” viva de forma leviana e no pecado.

“Temer a Deus” então é viver debaixo de um sentimento de reverência e respeito pelo que Ele é e faz por nós; é viver o equilíbrio de seu amor e justiça; é viver com um Deus pessoal que ama e cuida, e que dentro desse cuidado usa a correção para não andarmos nos caminhos enganosos do pecado.

“Temer a Deus” é viver por opção perto do amor de Seu amor em obediência e submissão a Ele como um bom e amoroso Pai e ao mesmo tempo manter-se longe do pecado.

Ninguém desenvolverá um senso de “temor a Deus” sem ler, ouvir e estudar e meditar na Palavra de Deus. As raízes das fraquezas de nosso “temor a Deus” encontram-se primariamente na negligência e desobediência à Sua Palavra.

Sendo assim, que o “temer a Deus” seja sua forma de viver.

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USA-ME!

Por que Deus tem nos mantido com saúde, alimento, roupas, trabalho, sustento, relacionamentos e muito mais? Será que é simplesmente para “viver a vida”? Acredito que não!

Todos percebemos que a vida é mais do que a própria vida. Existe uma razão maior para vivermos nesse mundo. E sempre é importante lembrar que não estamos aqui para nós mesmos a não ser para a glória de Deus.

Paulo nos diz isso em Atos 17.28: “Pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos…” Deus nos trouxe a esse mundo porque Ele quer nos usar para seus objetivos e propósitos. Na verdade, somos realmente realizados quando descobrimos nossa utilidade para Deus e seu Reino.

A Bíblia conta-nos histórias de pessoas que Deus usou, tais como: Noé, Abraão, Jacó, José, Moisés, Davi, João Batista e outros. Mas Ele usou pessoas anônimas e gente simples como a pequena escrava judia na casa do leproso general, Naamã. Usou também um anônimo para emprestar a jumentinha para Jesus entrar em Jerusalém; usou ainda um outro anônimo para emprestar o cenáculo, palco da última ceia; usou um tal Epafrodito (Filipenses 2.25-30), a mãe de Rufo (Romanos 16.13) e tantos outros. Deus usou muitas pessoas no passado, usa outras no presente e quer lhe usar também!

Como Deus usou tantas pessoas, Ele também quer lhe usar para Sua glória. Não fique esperando “uma bênção”, seja uma bênção! Use seu tempo, recursos, bens, dons, habilidades, talentos e capacidades e disponha-se em fazer a diferença e a ser diferente.

Talvez seja a hora de dizer “basta” ao comodismo, às desculpas e ao passado. É hora de sonhar com o novo e fazer, pela graça de Deus, o novo acontecer.

É tempo de orar e dizer: “Senhor quero ser usado por Ti; usa-me!”

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DECIDA DESCANSAR

O trabalho glorifica a Deus e dignifica o homem. Deus quer que todos trabalhem e Ele mesmo chama a preguiça de pecado. Todos devemos trabalhar, sendo úteis e produtivos para o bem da família e da sociedade. Mas, também é necessário descansar.

O Senhor ordena em Êxodo 20.9-10: “Faça todo o seu trabalho durante seis dias da semana; mas o sétimo dia da semana é o dia de descanso, dedicado a mim, o SENHOR, seu Deus. Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem os seus filhos…”

O sábado foi dado como um dia descanso. Na prática, isso significa que você precisa de um “dia de descanso”. Todos, sem exceção, devemos definir quanto tempo trabalharemos e devemos obedecer a esse mandamento de descansar.

A desobediência quanto ao descanso ordenado por Deus, tem produzido uma sociedade ativista, materialista e doente. Há pessoas sofrendo de um esgotamento profissional chamado de “Síndrome de Burnout” (do inglês “queimar por completo”). São pessoas que não param de fazer algo. Elas estão doentes porque pecam na obstinação pelo sucesso.

Aprenda a descansar! Pausar a vida é bom para seu físico, mente, emoções, relacionamentos e espiritualidade. O descanso propicia oportunidades de reflexão sobre a vida e novas decisões.

Acima de tudo, o descanso faz com que você exerça sua fé no Senhor, crendo que Ele abençoará os seus seis dias trabalhado, enquanto você aprende a louvar, agradecer e honrá-Lo pelo que você tem e se tornou.

Descanse! Faça desse dia um dia para recarregar suas baterias físicas, mentais, emocionais, relacionais e espirituais. Talvez o mais espiritual que você possa fazer no seu dia de descanso é simplesmente dormir!

Por isso, decida descansar!

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SENDO GENTIL

O Senhor Jesus ordenou em Lucas 6.31: “Façam aos outros o mesmo que vocês querem que eles façam a vocês.” Nesse texto Ele nos ensina que devemos fazer aos outros aquilo que desejamos que elas façam a nós. Assim, seguir a Jesus significa tratar muito bem as pessoas e ser cordial com os que nos servem.

Há muitas pessoas que ainda não entenderam que ser um seguidor de Jesus, um verdadeiro cristão, inclui tratar as pessoas – qualquer uma delas – com consideração, cortesia e respeito.

Pessoas rudes e grosseiras, além de ter um problema pessoal e cultural também têm um sério problema de ordem espiritual: elas são egoístas. Egoísmo é pecado. O pecado apenas se resolve com confissão, ou seja, reconhecimento do erro diante do Senhor, e arrependimento, ou seja, mudança do estilo de vida diante de Deus e das pessoas.

O melhor lugar para você ser gentil é em sua casa. Em casa você é tendente a ser mais desrespeitoso com as pessoas com quem você diz amar e se preocupar. Por isso, mude sua forma de agir e falar para com sua esposa, esposo, filhos, irmãos e pais. Muitas famílias estão arruinadas pela grosseria. Cortesia e gentileza são sempre uma oportunidade de amar através de pequenas ações.

Max Lucado nos recorda da gentileza do Senhor Jesus, ao dizer: “Nosso Salvador se ajoelha e contempla os atos mais sombrios de nossas vidas. Mas, em vez de recuar horrorizado, ele se inclina com gentileza e diz: ‘Posso limpar isso se quiser’. E da bacia de sua graça, ele pega uma palma cheia de misericórdia e lava nosso pecado.”

Assim sendo, lembre-se: ser gentil é ser também como Jesus.

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CONTROLANDO A IRA

Vivemos num mundo impaciente onde as pessoas estão fervendo em ira. Agir e falar com raiva tem sido uma constante social. A ira tem destruído vidas e relacionamentos. É preciso então saber como lidar com ela.

A Bíblia, em Provérbios 29.11 nos apresenta uma resposta simples e profunda de como lidar com a ira. O texto diz: “O tolo demonstra toda a sua ira, mas o sábio se domina e a reprime.”

O texto ensina que a ira chegará e quando ela vier, demonstrará se você é tolo ou sábio. Como? Pela forma como você reagirá. O tolo falará sem pensar. O sábio reconhecerá a ira e a manterá sob controle. O que faz a diferença entre um tolo e um sábio em relação a ira é que o sábio pensará antes de agir. O sábio não se deixará levar pelas emoções; ele porá um freio à ira.

Frear a ira é algo excelente. Você deve controlar sua ira e esperar um tempo certo para falar com a pessoa. Deve-se controlar a ira no momento, mas não deve mantê-la no coração. Manter a ira produz amargura. A ira não é pecado até que exploda. A ira é pecado se gerar amargura.

Ao responder impulsivamente, você tende a responder com raiva. Mas ao esperar para falar sobre o conflito, isso resolverá o problema. Quanto mais tempo você controlar seu temperamento, melhor será o resultado.

Assim, após controlar sua ira, espere um tempo, ore e depois busque resolver o conflito. Aja sabiamente e considere se é mesmo necessário falar com a pessoa. Se for necessário, seja gentil em suas palavras e expressões. Jamais prejudique a pessoa; fale a verdade em amor.

Aprenda a controlar a ira.

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ÍDOLOS FUNCIONAIS

Deus, graciosamente nos abençoa com coisas. O problema é que podemos fazer delas — nossos casamentos, nossas famílias, nossos empregos, nossas habilidades, nossos hobbies — ídolos.

Idolatria significa confiar em algo ou alguém além de Deus. Quando sua confiança não está no Senhor, sua vida pode ser profundamente devastada. A Bíblia nos recorda de que os ídolos nos decepcionarão. Jeremias 10.14,15 afirma: “..suas imagens são mentira…Vaidade são, obra ridícula…”

Mas o problema é que sempre estamos confiando em ídolos funcionais. Fazemos de nossas habilidades, capacidades, oportunidades, carreiras profissionais, relacionamentos e dinheiro, o centro de tudo. Permitimos que essas coisas se tornem o significado último do viver.

Quando nos seguramos em nossos ídolos funcionais, declaramos o nosso próprio fracasso. A Palavra de Deus nos avisa em Isaías 44.20: “Adorar uma imagem não adianta nada; é o mesmo que comer cinzas. O homem que adora imagens não pensa direito, mas vive enganado. Ele não pode se salvar, pois não é capaz de dizer: Isto que está na minha mão não é um deus coisa nenhuma.”

Os ídolos funcionais sempre mentem e lhe escravizam. O Salmo 115.8 declara: “Que fiquem iguais a esses ídolos aqueles que os fazem e os que confiam neles!” Acredite, você se tornará naquilo que você mais valoriza. Se você valoriza o dinheiro, você acabará se tornando um materialista. Se você valoriza o prazer, você se tornará um hedonista. Se você valoriza acima de tudo, Jesus Cristo, você se tornará um discípulo dEle.

Olhe bem para o seu coração e veja se há algo ou alguém maior ou mais importante do que o Senhor. Se houver, isso é um ídolo funcional. Destrua-o ou ele lhe destruirá!

Nada e ninguém devem ocupar o lugar que pertence somente ao Senhor em sua vida.

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LIDANDO COM OS OFENSORES

Os conflitos da vida são inevitáveis. Pessoas vão lhe agredir e machucar com palavras. Na grande maioria das vezes a tendência natural é reagir errado. Quando feridos, a estratégia emocional errada é falar sem pensar, revidar e dar o troco.

Você não pode controlar muito do que acontece em sua vida, mas você pode escolher como reagirá ao que a vida lhe faz. Você pode ficar com raiva, se estressar ou ficar deprimido quando você for vítima de insultos. Mas também você pode decidir responder a todos eles de uma forma amorosa, bondosa e graciosa. A escolha é sempre sua.

Provérbios 29.11 afirma: “O tolo mostra toda a sua raiva, mas quem é sensato se cala e a domina.”

Viver emocionalmente responsável significa controlar sua mente antes de abrir sua boca. É preciso pensar antes de falar.

As pessoas lhe ofenderão. Quando isso ocorrer é preciso que você tente não se igualar a elas; não tente agir no mesmo nível; não tente “empatar” com alguém que lhe prejudicou. Deus lhe chama à resposta certa e maior: perdoar. Perdoando você realmente vence.

Quando você é maltratado por alguém sua reação natural é explodir ou se calar. Mas Deus lhe chama a reconhecer sua dor diante dEle e responder com calma, amor e verdade diante do ofensor.

Responda graciosamente às pessoas que lhe ofendem. Inicialmente não diga nada; apenas ore, deixe com o Senhor e perdoe. Caso haja uma oportunidade, fale com a verdade e com amor ao ofensor. Caso não, decida não reagir no mesmo nível e nem se ressentir.

Nunca permita que suas ações ou reações sejam determinadas pelas ações e reações dos outros. Controle-se emocionalmente e aja graciosamente com os ofensores.

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