
Em 2 Crônicas 20.1,2 temos o seguinte relato: “Depois disto, os filhos de Moabe e os filhos de Amom, com alguns dos meunitas, vieram à peleja contra Josafá. Então, vieram alguns que avisaram a Josafá, dizendo: Grande multidão vem contra ti…” No versículo 3 encontramos a reação do rei Josafá: “Então, Josafá teve medo e se pôs a buscar ao SENHOR; e apregoou jejum em todo o Judá.”
No versículo 12, o rei Josafá em sua oração disse algo muito interessante: “…Porque em nós não há força para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti.”
Josafá diante de seu medo, reconhece seus limites humano. Ele sabia que não tinha capacidade alguma contra o inimigo, e pior, ele não tinha nenhuma estratégia de ação organizada, mas ele declarou sua confiança no Senhor.
Nos versículos 15 e 17 o Senhor respondeu a Josafá dizendo: “…Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus…Neste encontro, não tereis de pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o salvamento que o SENHOR vos dará…Não temais, nem vos assusteis; amanhã, saí-lhes ao encontro, porque o SENHOR é convosco.”
Como Josafá, talvez algo tenha ocorrido em sua vida que lhe traz muito medo e ao enfrentar o problema você talvez tenha chegado ao seu limite e não sabe o que fazer.
Mas o Deus de Josafá não mudou. Ele ainda espera que como Josafá você também O busque. Ele espera de você uma atitude de dependência total.
Diante do medo, volte-se para Deus. Sintonize-se em Sua voz em Hebreus 13.5, que diz: “…De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.”
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O capítulo 12 do livro de Romanos está repleto de conselhos espirituais. E bem escondido está uma tremenda e pequena frase no versículo 12: “…perseverai na oração…”
Jesus viveu numa sociedade religiosa fria, seca, ritualista e legalista. Havia nas pessoas um tremendo cansaço emocional e espiritual. Sabendo disso, Ele então fez um convite em Mateus 11.28: “Venham a mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e eu os aliviarei.”
Em Êxodo 17.4, Moisés clamou ao Senhor: “…Que farei com este povo? Daqui a pouco vão me apedrejar.”
Jesus afirmou em Lucas 8.14: “A parte que caiu entre espinhos, estes são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com as preocupações, as riquezas e os prazeres desta vida; os seus frutos não chegam a amadurecer.” Nesse texto o Senhor Jesus nos ensina do perigo de nos distrairmos e de perdermos o foco espiritual.
A vida é composta do passado, presente e futuro. Todos, sem exceção, precisam refletir sobre o passado, buscar entender o presente e se preparar para esperar o futuro.
O mais conhecido versículo da Bíblia é João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Em 1 Reis 17, uma pobre viúva na cidade de Sarepta deu ao profeta Elias de sua escassa provisão. Ao agir generosamente, o resultado em sua vida é descrito no versículo 15: “E aconteceu que a comida durou todos os dias para Elias e para a mulher e sua família.”
Somos mortais, mas nos esquecemos disso. Nossa vida é breve. Não estaremos aqui por muito tempo e tentar apenas planejar só para essa vida é algo tolo. Tiago 4.14 nos adverte: “Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.”
1 João 2.23 afirma: “Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai.”
Paulo afirmou em 1 Coríntios 13.3: “Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo… mas não tiver amor, nada disso me valerá.”
Quando os problemas chegam, começamos a questionar muitas coisas. Por vezes até deduzimos que Deus não nos ama, nos abandonou ou se escondeu de nós.
Salomão afirmou em Provérbios 1.7: “…O temor do Senhor é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino.”
Por que Deus tem nos mantido com saúde, alimento, roupas, trabalho, sustento, relacionamentos e muito mais? Será que é simplesmente para “viver a vida”? Acredito que não!
O trabalho glorifica a Deus e dignifica o homem. Deus quer que todos trabalhem e Ele mesmo chama a preguiça de pecado. Todos devemos trabalhar, sendo úteis e produtivos para o bem da família e da sociedade. Mas, também é necessário descansar.
Vivemos num mundo impaciente onde as pessoas estão fervendo em ira. Agir e falar com raiva tem sido uma constante social. A ira tem destruído vidas e relacionamentos. É preciso então saber como lidar com ela.
Os conflitos da vida são inevitáveis. Pessoas vão lhe agredir e machucar com palavras. Na grande maioria das vezes a tendência natural é reagir errado. Quando feridos, a estratégia emocional errada é falar sem pensar, revidar e dar o troco.