FRAQUEZA…

FRAQUEZA…

Gostamos de nos aparentar fortes. No mundo atual o conselho é sempre ser confiante, nunca admitir medo, manter o controle, convencer pelas palavras, pelas roupas, pelo dinheiro, pelos bens, pelo status.

Mas a verdade é que todos somos fracos. Não estou falando de  fraqueza de caráter, que pode e deve ser mudado. Falo de alguma deficiência herdada que não pode ser mudada. Temos fraquezas físicas, intelectuais, emocionais e espirituais.

A grande maioria das pessoas negam, defendem ou desculpam suas fraquezas, mas o melhor que se pode fazer com elas é reconhecê-las. Ao reconhecer as fraquezas você se identifica naturalmente com ser gente; ser pessoa; ser “ser humano”. E mais, você larga a farça e se apresenta a Deus para que Ele possa lhe usar. Deus trabalha em pessoas fracas e são neles que o seu poder é melhor demonstrado. Essa era a realidade de Moisés (Ex 3,4) Ele tinha uma forte deficiência física na fala. Ele a reconheceu diante de Deus. Deus o usou como poucos na história. Nenhum de nós, em bom senso, contrataria para assumir cargos de chefia homens como os discípulos que Jesus escolheu.

O futuro de Jesus dependia deles. Mas Jesus “os contratou”. Por quê? Porque olhou além de suas fraquezas. Ele não os chamou baseado no que eram, mas no que poderiam se tornar.  Esse era o estilo de Jesus. Ele sendo Deus, tornou-se homem, fraco, e por meio de uma posição de fraqueza, tornou-e servo.

Por isso, admita suas fraquezas; seja grato por elas; compartilhe-as abertamente. Isso lhe impedirá de se tornar orgulhoso, hipócrita  e auto suficiente. Sua vulnerabilidade o libertará do estresse de manter uma falsa imagem; o fará humilde e dependente de outros; o fará mais compassivo(a), enxergando melhor os erros de outros; o tornará mais confiável aos que te cercam e acima de tudo ajudará muitos a jogar fora as máscaras.

Não esqueça que quando você compartilha seus pontos fortes, você atrai competição, mas quando compartilha os pontos fracos, você gera comunidade. Por isso, jogue fora suas máscaras, seja você mesmo, confesse as pessoas, entregue-se a Deus. Caminhe na total dependência dEle.

O QUE É A PÁSCOA?

O QUE É A PÁSCOA?

A PÁSCOA É…

1. JESUS VEIO AO MUNDO PARA ME SALVAR

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)

“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.” (Lucas 19.10)

“Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores…” (1 Timóteo1.15)

2. JESUS MORREU NA CRUZ PELOS MEUS PECADOS

“Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram.E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.” (2 Coríntios 5.14,15)

“Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus…” (1 Pedro 3.18)

“Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos.” (1 João 3.16)

3. JESUS RESSUSCITOU PARA MINHA VIDA ETERNA COM ELE

“Ele não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos de como vos preveniu, estando ainda na Galiléia….os quais diziam: O Senhor ressuscitou e já apareceu a Simão!” (Lucas 24.6,34)

“Ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela.” (Atos 2.24)

“O qual (Jesus)foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação.” (Romanos 4.25)

“Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita.”(Romanos 8.11)

A Páscoa só é aplicada em sua vida se você se arrepender de seus pecados e crer em Jesus como seu substituto naquela cruz. Faça isso agora!

ENTENDENDO A MORTE E O PÓS MORTE


ENTENDENDO A MORTE E O PÓS MORTE

Por Roberto N. Amorim

01 – A REALIDADE DA MORTE’

Todos nascemos, vivemos e morremos. E depois? Esta pergunta tem desafiado a humanidade através da História do Mundo. Nosso entendimento do que acontece após a morte influenciará muito a maneira pela qual vivemos. É por isso muito importante entender esse assunto.
Ninguém escapará da morte. Todas as pessoas experimentarão a morte física e o estado intermediário independente de idade.  Na história biblíca apenas houve duas exceções a esta regra:  Enoque (Gn 5.24) e Elias ( 2 Rs 2.11).  No demais, baseado em Hb 9.27, todos passarão pela experiência da morte, seguindo a existência consciente durante um período transitório (Veja o caso do Rico e de Lázaro em Lc 16.30-31) até a ressurreição do corpo.

02 – DEFINIÇÃO DE “MORTE” NA BÍBLIA


A morte física está descrito na Bíblia como a separação e espírito do corpo  o que parece ser o resultado imediato da decadência e extinção do corpo físico. Tiago diz que o corpo sem o espírito está morto (Tg 2.26), e o escritor de Eclesiastes, ao falar da morte física diz que o corpo retorna ao pó de onde veio e o espíritoa Deus, que o deu (Ec 12.7); o que confirma a realidade dita pelo próprio Deus em Gn 3.19.

03 – ONDE A MORTE ATINGIU


O termo “morte” na Bíblia não se limita simplesmente à morte física. Ela também é usada para descrever o estado espiritual de todas as pessoas (exceto Cristo) nascidas neste mundo. O apóstolo Paulo diz que somos “espiritualmente mortos em pecado”. Apenas o encontro pessoal com Jesus é que nos faz  vivificados nEle (Ef 2.16). Como resultado de ser morto espiritualmente produzimos trabalhos consistentes com a morte, escuridão e profunda ignorância de Deus (Ef 4.17-19).
A morte física e espiritual são um resultado do pecado de Adão (1 Co 15.21, Rm 5.12). Adão como o representante da humanidade foi ordenado a não comer do fruto da árvore sobre o pagamento de uma morte certa (Gn 2.17). Esta pena de “morte” envolveu mais que a morte espiritual, pois o homem foi proibido de voltar a entrar no jardim, tomando da árvore da vida e viver para sempre em um estado pecaminoso (Gn 3.23-24). Assim, a pena de morte para o pecado incluíram morte física, bem como a morte espiritual.

Mas aqueles que morrem nesta condição de morte espiritual resta ainda outra morte. Este, no entanto, é permanente, sem esperança de mudança ou libertação. Ela é referida como a segunda morte e resulta num estado permanente de separação da presença graciosa de Deus. É a punição eterna para o pecado de rejeitar a Deus em Cristo. O termo referido em Ap 21.8 é a “segunda morte”. Os que creram em Jesus como seu Senhor e Salvador não passarão pela “segunda morte” (Ap 20.6)

04 – O PROBLEMA PRÁTICO DA “MORTE”


O problema existencial da morte é tão grave que muitos perdem a esperança na vida. Mas, para o cristão, a morte não tem a palavra final . A “perda” não é o resultado final.  Ainda que a morte impõe medo, tristeza, uma expectativa, o cristão tem a certeza, baseada na ressurreição de Cristo e do ministério da habitação do Espírito, que a ressurreição e vida com Deus será a sua / seu destino final  (1 Ts 4.13). Enquanto choramos por nossos entes queridos falecidos que creram em Jesus,  eles estão com o Senhor, mas lamentamos apenas a perda momentânea.
Em face da morte de um ente querido devemos buscar o Senhor para consolo de nosso coração (Hb 4.15) e lembrar que o Senhor Jesus não está insensível a realidade dos que sofrem com a perda de alguém querido (1 Co 15.55-57), visto que ele mesmo chorou diante da morte de um amigo querido (Jo 11.35).

05 – TEORIAS SOBRE O ESTADO PÓS MORTE


Primeiro, há aqueles que sugerem que a alma entra num estado de limbo inconsciente até a ressurreição do corpo. Geralmente aqueles que defendem “sono da alma”, como é frequentemente referido, afirmam que este é o significado das muitas referências a cristãos “adormecer” no Senhor   (1 Ts 4.13-15).
Mas é altamente improvável que “sono” nada mais é do que uma figura de linguagem chamada de metáfora (eufemismo), que se refere ao corpo da pessoa falecida que um dia será “acordado” para estar com Cristo na vida de ressurreição. Assim, a metáfora não é que eles já estão em um estado inconsciente, mas sim que morte não é o seu destino final, antes, por terem crido em Cristo, eles estarão ligados a ressurreição com Cristo (Jo 11.11-14). A metáfora indica que a morte é apenas temporária para o cristã

Segundo, há aqueles que argumentam que as almas dos falecidos não estão ainda completamente purificados, daí eles vão para o purgatório a experimentar limpeza e preparação para o céu e presença de Deus. Esse ensino é baseado em um texto do livro apócrifo(*1) ( 2 Macabeus 12:42-45 onde Judas Macabeu se diz ter tomado uma coleção monetária a ser enviado a Jerusalém como oferta pelo pecado, ele diz-se que “fez expiação pelos mortos, para que eles possam ser entregues a partir de seus pecados”. Outras passagens do Novo Testamento são utilizados para apoiar a doutrina de purgatório (Mt 5.26, 12.32, 1 Co 3.15 e 2 Tm 1.8).
Uma uma rápida olhada nessas passagens revela que a doutrina do purgatório não pode ser sustentada. Jesus e o apóstolos não ensinaram sobre isso. O conteúdo do Novo Testamento baseia-se na necessidade do arrependimento pessoal ( Mt 3.2, 4.17; Mc 1.15; At 2.38, 3.19) e no crer e confiar somente em Jesus como Senhor e Salvador antes da morte para se ter a vida eterna (Jo 3.15,16; 3.36; 5.24; 6.47,54; 10.28). Os apóstolos tinham essa esperança e a mesma é garantida para todos os que confiam em Cristo nessa vida.

Em terceiro lugar, há os que são fascinados com a idéia de que a alma desencarna em um corpo e reencarna em outro. Esse conceito é chamado de reencarnação. O cerne desse ensinamento propõe que a alma voltará em consecutivas vezes em outras vidas até ser finalmente aperfeiçoadas.
A Bíblia não ensina nada para provar esse conceito. Antes, a Bíblia ensina claramente ao contrário. Ela foca que morreremos apenas uma só vez. Lemos Hebreus 9:27-28 diz: “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.”
O ensino da reencarnação destrói totalmente a morte sacrificial e vicária de Jesus pelos pecados. O texto diz que Jesus ofereceu “uma vez para sempre para tirar os pecados…”.
Paulo ensino em 2 Coríntios 5.10 que cada pessoa será julgada “segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.” Nesse texto Paulo não fala de “vários corpos”, mas de “um só corpo”. A Bíblia não ensina que o espírito voltará para ser aperfeiçoado em outro corpo. Ao morrer o espírito volta para Deus (Ec 12.7).
As últimas palavra de Jesus na cruz são ditas a um ladrão que crucificado ao Seu lado pede que Jesus se lembre dele no Paraíso (Lc 23.42). As palavras de Jesus foram firmes, contudentes e clara: “hoje estarás comigo no Paraíso” Ainda que o corpo desse ladrão estivesse morto, sua alma estaria consciente, não dormiria e nem teria que voltar novamente. Jesus confirma a presença do ladrão arrependido em Sua presença eterna.
A idéia que a alma é aperfeiçoada através da reencarnação é absolutamente oposta ao ensino que a salvação da alma é pela graça de Deus, conforme ensinado em Ef 2.8,9.

Em quarto lugar há um ensino que paira em muitas religiões que é o da “comunicação com os mortos.” Ou seja, Uma suposta capacidade de se falar com alguém que já morreu.
Esse é um ensino absolutamente contrário a Bíblia. Quando  o homem rico em Lucas 16 pediu que alguém dentre os mortos tornasse um mensageiro para sua família, Abraão disse que isso não seria permitido, e que era desnecessário (Lc 16.27-31).
No Antigo Testamento, Deus condenou como “uma abominação” esse esforço em vão de consultar os mortos (Dt 18.9-12). Ainda em Eclesiastes 9.5 lemos: “os mortos não sabem coisa alguma.”  Eles não podem nos olhar, cuidar, nos fazer algum bem ou se comunicar conosco. A consulta aos mortos está ligada à idolatria e à feitiçaria. Assim, é um erro perigoso e abominável a Deus tentar consultar os mortos.

06 – O DESTINO ETERNO APÓS A MORTE

A Bíblia nos diz que depois do momento da morte, a pessoa é conduzida ao Céu ou Inferno com base no fato de ter ou não recebido Cristo como seu Salvador. Para os que receberam Jesus, o período após a morte significa “estar ausente do corpo e presente com o Senhor” (II Coríntios 5:6-8; Filipenses 1:23). Para os que não creram, o período após a morte significa punição eterna no Inferno (Lucas 16:22-23).
Exatamente neste ponto é que se faz confusão quanto a questão a respeito dos acontecimentos depois a morte. Apocalipse 20:11-15 descreve todos os que estiverem no Inferno serão lançados no lago de fogo.

Os capítulos 21 e 22 de Apocalipse descrevem um Novo Céu e Nova Terra. A partir do momento após a morte até a ressurreição final, a pessoa reside em um Céu ou Inferno literal e “temporários”.

O destino final da pessoa não mudará, mas o “local” preciso no qual passará este destino mudará. Em algum momento depois da morte, os que creram em Jesus serão enviados ao Novo Céu e Nova Terra (Apocalipse 21:1). Em algum momento depois da morte, os não crentes serão lançados no lago de fogo (Apocalipse 20:11-15).

Estes são os destinos finais e eternos de todas as pessoas – totalmente baseados no fato de cada pessoa ter ou não confiado somente em Jesus Cristo para salvação de seus pecados.

POR QUE AMAR A SUA IGREJA LOCAL?

POR QUE AMAR A  SUA IGREJA LOCAL?

Por  Roberto N. Amorim

Se você remover a uva do ramo da videira ela logo murchará. Assim, remova os cristãos de suas igrejas locais e eles em breve secarão. Muitos cristãos estão frios, secos, mirrados e estagnados espiritualmente.

O Salmo 102.6 diz: “Sou como a coruja do deserto, como uma coruja entre as ruínas.
Ser um membro ativo de uma igreja local me impede de viver como “uma coruja no deserto.”

Em meus primeiros anos como um jovem cristão foi a igreja local que me manteve conectado em Deus. Ela foi uma grande família para mim. Ela deu-me orientação, apoio, amor e direção. Sou grato pela igreja. O Salmo 68:6 diz que: “Deus dá um lar ao solitário…”
Jesus disse em Mateus 16:18: “E eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.”
A igreja de Jesus é composta de milhões de igrejas locais ao redor do mundo. Ela ultrapassa cultura, raça, língua, o poder político e econômico. É uma afirmação clara de que o inferno não a pode e nem a pôde vencer!
Isso é um grande conforto em um mundo dominado pelo terrorismo, violência e num crescente declínio moral. Nada pode deter a igreja de Jesus! A igreja é a maior força da terra. Imagine o poder espiritual que há em grupos locais orando, servindo, evangelizando e usando suas vidas para Deus? É algo tremendo!
Em Atos 12.5 Pedro havia sido preso por Herodes. Esse intentava matá-lo. O texto diz algo supreendente: “…a igreja orava intensamente a Deus por ele.” A igreja mantinha-se orando em favor de Pedro e de um milagre em sua libertação. E foi isso que realmente ocorreu. Precisamos orar pelo outro e precisamos que orem por nós. Precisamos como igreja estar buscando a Deus em oração em favor uns dos outros e de das necessidades. Precisamos demonstrar nossa dependência total a Deus como igreja. Como igreja precisamos orar juntos. É gostoso quando se ouve alguém dizer na igreja: “estou orando por você.” A pessoa sente-se acolhida, amada, protegida. Orar uns pelos outros é uma experiência tremenda como igreja!

Deus estabeleceu para sua igreja líderes espirituais. Em Atos 13:1 lemos: “Na igreja de Antioquia havia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, chamado Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca , e Saulo.” Esses líderes são diferentes uns dos outros. Recebem dons diferentes para fortalecer a vida da igreja. Alguns tem a responsabilidade de apontar para Deus e trazer sua verdade de forma exortativa (profetas) e outros tem a capacidade de apontar o caminho para Deus explicando verdades e aplicando-as de forma prática (mestres).
Essas qualidades foram encontradas numa igreja local (“Antioquia”). Assim, a liderança espiritual madura expõe as verdades de Deus ao povo para que sigam firmes olhando para o Senhor.

Em Atos 20.17, Paulo mandou vir até ele os “anciãos da igreja.” Os líderes espirituais daquela igreja local na cidade de Éfeso.
Deus fortalece a vida de uma igreja local através desses homens experientes e maduros na fé. Por meio de sua força espiritual e sabedoria, as pessoas podem se manter animados e motivados na fé.
Em Tiago 5:14 o texto diz: “Entre vocês há alguém que está doente? Que ele mande chamar os presbíteros da igreja, para que estes orem sobre ele e o unjam com óleo, em nome do Senhor.”
Sem a igreja local, eu chamaria quem quando estou enfermo? Deus estabeleceu que os líderes espirituais da igreja são uma fonte de Deus dada para a oração e a cura dos enfermos.
Em Romanos 16:1 Paulo escreve: “Recomendo-vos a nossa irmã Febe, que está servindo a igreja em Cencréia.”
Febe era uma irmã que estava servindo a Deus; servindo a igreja local em Cencréia.  Assim, é através da igreja local que você começa a conhecer os verdadeiros “servos”. Ali você encontra pessoas que fazem a diferença na vida de outras como você raramente  encontra na sociedade em geral.
Em 1 Coríntios 1:2 “à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus e chamados para serem santos, com todos os que, em toda parte, invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso:” É na igreja local é que você encontra as pessoas que andam com Deus: “…aos santificados em Cristo Jesus e chamados para serem santos…”. Pessoas que você se sente bem em estar. Gente que procura agradar a Deus e ser uma inspiração para sua vida.
As igrejas locais são lugares para ouvir a palavra de Deus e participar com os outros em adoração, sendo fortalecidos através dos dons espirituais e de ministérios inspiradores. Conforme 1 Coríntios 12 é na igreja local que se administra os dons dados por Deus. Por meio da igreja as pessoas são apoiadas em sua vida emocional, familiar, social e espiritual. Deus usa pessoas na vida da igreja para fortalecer a vida um do outro. Você não encontra nenhuma ação coletiva tão forte  no trabalho, nas associações de bairro, nas agremiações de clubes, nos estádios e na torcida de futebol etc. Esses são dons divinos dado por Deus à igreja.

Em 1 Timóteo 3:15 lemos: “…Se eu demorar, saiba como as pessoas devem comportar-se na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e fundamento da verdade.” A igreja é  “…coluna e fundamento da verdade.” A verdade não se encontra nas universidades, nem nos jornais de maior circulação no país, nem nos filmes, novelas, documentários, nem em partidos políticos etc. É na igreja local que se encontra a verdade. Isso porque através dela a Palavra de Deus é ensinada, pregada e exposta. A verdade de Deus explanada mantém as pessoas conectadas em Deus, em seus princípios e valores.

Por que amar a sua igreja local?

1 – Ela liga você a uma família espiritual e lhe impede de tornar-se um solitário em sua caminha cristã.

2 – Ela lhe traz segurança, força, estabilidade que nem o inferno pode destruir.

3- Ela coloca pessoas em sua vida que lhe apoiam e oram por você.

4 – Ela fornece ministérios diversos e diferentes do seu próprio ministério o que promove um bem ao todo.

5 – Ela incentiva sua vida espiritual através de liderança forte, madura e dedicada.

6 – Ela fomenta sua alma a ser um verdadeiro servo para as pessoas.

7 – Ela lhe estimula a viver mais próximo de Deus por encontra-se com pessoas que andam também com Deus.

8 – Ela promove um lugar para você experimentar um profundo tempo de adoração, crescimento no conhecimento da Palavra, oportunidade de expor e ser exposto pelos dons dados pelo Espírito Santo e se envolver num ministério para apoiar outros.

9 – Ela lhe mantém alinhado com a verdade de forma para que você não se perca na corrupção que o mundo expõe.

Essas são razões suficientes para você amar a sua igreja local!

AS PROFECIAS DA BÍBLIA SE CUMPRIRAM MESMO?

AS PROFECIAS DA BÍBLIA SE CUMPRIRAM MESMO?

Por Roberto N. Amorim

” Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo.   ” (2 Pedro 1:21)

A Bíblia é o mais lido, traduzido e vendido na história. No entanto, A Bíblia é muito mais do que isso; ela é a Palavra de Deus; ela é inspirada por Deus.

2 Timóteo 3:16 diz: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça.”

A Bíblia não é apenas um livro cheia de boas idéias. Antes, a Palavra de Deus nos é dada pelo próprio Deus e é completamente tomada de todas as Suas verdades escrita letra por legra, frase por frase.

Uma das razões pelas quais a Bíblia é verdadeira e confiável  é devido as milhares de profecias contidas que foram cumpridas e outras que vão ainda serão cumpridas exatamente como Deus previu.

Profecia é a capacidade de falar com autoridade de parte de Deus, ou em seu nome, já que serve para predizer acontecimentos futuros ou declarar a sua vontade para o presente ( Êxodo 3:10, 14 e 15; Deuteronômio 18:15 e 18; II Sam. 23:2; Mateus 11:9 e 10; II S. Pedro 1:21). A profecia é o meio escolhido por Deus para comunicar-se com o homem (ver Núm. 12:6; Amós 3:7).

Por exemplo, a Bíblia contém mais várias profecias sobre a primeira vinda de Jesus (ver apêndice abaixo). Todas elas escritas muitos anos antes de seu nascimento. A Bíblia profetizou, quando, onde e como seria o seu nascimento.

Há outras profecias que previram com detalhes como Jesus iria morrer, a exemplo de Isaías 53. 1000 anos antes de Jesus morrer Davi descreveu no Salmo 22 a morte de Jesus na cruz sem usar a palavra “crucificação”. Só Deus poderia saber isso.

Qual a probabilidade de que eu poderia fazer previsões sobre você e que cada um delas se tornasse realidade? As chances são tão astronomicamente improvável que não poderia escrever o número. É preciso mais fé para acreditar que o cumprimento das profecias bíblicas teria
sido uma coincidência do que crer que Deus planejou todas elas.

Nos tempos bíblicos ninguém queria ser um profeta. A lei israelense ditava que um profeta de Deus tinha de estar certo cem por cento do tempo. Caso errasse uma só vez seria morto (Dt. 13:1-3; 18:22). Bem, a seriedade do ofício profético exigia do profeta que ele fosse verdadeiro em suas profecias.

Cada profecia bíblica estava correta e precisa. Assim,  você pode confiar na Bíblia porque ela cumpre tudo o que previu.

Apêndice – Profecias sobre Jesus e seu cumprimento

– Seria “semente de uma mulher”
Profecia: Gênesis 3:15
Cumprimento: Gálatas 4:4; Lucas 2:7; Apoc. 12:5; Mat. 1:18
– Seria descendente de Abraão
Profecia: Gênesis 18:18 (12:3)
Cumprimento: Atos 3:25; Mateus 1:1; Lucas 3:34; Gál. 3:16
– Seria descendente de Isaque (filho de Abraão)
Profecia: Gênesis 17:19
Cumprimento: Mateus 1:2; Lucas 3:34
– Seria descendente de Jacó (filho de Isaque)
Profecia: Números 24:17 e Gênesis 28:14
Cumprimento: Lucas 3:34; Mateus 1:2
– Descenderia da Tribo de Judá
Profecia: Gênesis 49:10
Cumprimento: Lucas 3:33; Mateus 1:2-3
– Descendente de Davi
Profecia: Jer. 23:5 e 6
Cumprimento: Mateus 22:41-46
– Seria herdeiro do trono de Davi
Profecia: Isaias 9:7 e 11:1-5; II Samuel 7:13
Cumprimento: Mateus 1:1 e 6
– Seu lugar de nascimento
Profecia: Miqueias 5:2
Cumprimento Mateus 2:1; Lucas 2:4-7
– A época de nascimento
Profecia: Daniel 9:25
Lucas: 2:1-2 e 2: 3-7
– Nascido de uma virgem
Profecia: Isaias 7:14
Cumprimento: Mateus 1:18; Lucas 1:26-35
– A matança dos meninos
Profecia: Jeremias 31:15
Cumprimento: Mateus 2:16-18
– A fuga para o Egito
Profecia: Oséias 11:1
Cumprimento: Mateus 2:14 e 15
– João Batista preparando o caminho
Profecia: Malaq. 3:1; Isa. 40:3; II Reis 1:8
Cumprimento: Mat. 3:3; Marc. 1:4 e 6
– Seu ministério na Galiléia
Profecia: Isaias 9:1 e 2
Cumprimento: Mateus 4:12-16
– Iria curar doenças, carregando Ele mesmo nossos sofrimentos
Profecia: Isaias 53:4
Cumprimento: Mat. 8:17
– Seu ministério na região de Zebulom e Naftali
Profecia: 9:1
Cumprimento: 4:15-16
– Como profeta
Profecia: Deuteronômios 18:15
Cumprimento: João 6:14; 1:45; Atos 3:19-26
– Como servo de DEUS
Profecia: Isaias 42:1-4
Cumprimento: Mateus 12:18-21
– Falaria por parábolas
Profecia: Salmos 78:2
Cumprimento: 13:35
– Seria sacerdote como Melquisedeque
Profecia: Salmos 110:4
Cumprimento: Habacuque 6:20; 5:5 e 6; 7:15-17
– O desprezo por parte do judeus
Profecia: Isaias 53:3
Cumprimento: João 1:11; 5:43; Lucas 4:29; 17:25; 23:18
– Algumas de suas características
Profecia: Isaias 11:2; Salmos 45:7; Isaias 11:3 e 4
Cumprimento: Lucas 2:52; 4:18
– Sua entrada triunfal em Jerusalém
Profecia: Zacarias 9:9; Isaias 62:11
Cumprimento: João 12:12-14; Mateus 21:1-11
– Seria traído por um amigo
Profecia: Salmos 41:9
Cumprimento: Marcos 14:10 e 43-45; Mateus 26:14-16
– Seria vendido por trinta moedas de prata
Profecia: Zacarias 11:12 e 13
Cumprimento: Mateus 26:15; 27:3-10
– O dinheiro seria devolvido para comprar um campo de um oleiro
Profecia: Zacarias 11:13
Cumprimento: Mateus 27:6 e 7; 27:3-5; 8-10
– O lugar de Judas deveria ser ocupado por outro
Profecia: Salmos 109:7 e 8
Cumprimento: Atos 1:16-20
– Testemunhas falsas o acusariam
Profecia: Salmos 27:12; 35:11
Cumprimento: Mateus 26:60 e 61
– Permaneceria em silêncio quando acusado
Profecia: Isaias 53:7; Salmos 38:13-14
Cumprimento: Mateus 26:62 e 63; 27:12-14
– Seria golpeado e cuspido
Profecia: Isaias 50:6
Cumprimento: Marcos 14:65; 15:17; João 19:1-3; 18:22
– Seria odiado sem motivo
Profecia: Salmos 69:4; 109:3-5
Cumprimento: João 15:23-25
– Sofreria em substituição a nós
Profecia: Isaias 53:4-6 e 12;
Cumprimento: Mateus 8:16 e 17; Rom. 4:25; I Col. 15:3
– Seria crucificado com pecadores
Profecia: Isaias 53:12
Cumprimento: Mateus 27:38; 15:27 e 28; Lucas 23:33
– Suas mãos e pés seriam traspassados
Profecia: Salmos 22:16; Zacarias 12:10
Cumprimento: João 20:27; 19:37; 20:25 e 26
– Seria escarnecido e insultado
Profecia: Salmos 22:6-8
Cumprimento: Mateus 27:30-44; Marcos 15:29-32
– Dariam a Ele fel e vinagre
Profecia: Salmos 69:21
Cumprimento: João 19:29; Mateus 27:34 e 48
– Ouviria palavras proféticas com zombaria
Profecia: Salmos 22:8
Cumprimento: Mateus 27:43
– Oraria por seus inimigos
Profecia: Salmos 109:4; Isaias 53:12
Cumprimento: Lucas 23:34
– Seu lado seria traspassado
Profecia: Zacarias 12:10
Cumprimento: João 19:34
– Os soldados lançariam sortes sobre suas roupas
Profecia: Salmos 22:18
Cumprimento: Marcos 15:24; João 19:24
– Seus ossos não seriam quebrados
Profecia: Salmos 34:20; Êxodo 12:46
Cumprimento: João 19:33
– Seria sepultado com os ricos
Profecia: Isaias 53:9
Cumprimento: Mateus 27:57-60
– Sua ressurreição
Profecia: Salmos 16:10, 110; Isa. 53:8, 10; Zac. 6:12 e 13; Mateus 16:21; Atos 2: 24; 8:32 e 33
Cumprimento: Mateus 28:9; Lucas 24:36-48
– Sua ascensão
Profecia: Salmos 68:18
Cumprimento: Lucas 24:50 e 51; Atos 1:9

A BÍBLIA É CIENTIFICAMENTE CORRETA?

A BÍBLIA É CIENTIFICAMENTE CORRETA?

Por Roberto N. Amorim

“Louvai-o, céus dos céus e as águas que estão acima do firmamento. Louvem o nome do SENHOR, pois mandou ele, e foram criados. E os estabeleceu para todo o sempre; fixou-lhes uma ordem que não passará.” (Salmo 148:4-6)

Alguém já deve ter dito que a Bíblia não é um livro cientificamente preciso. Essa afirmação não é correta. Alguém que tenha dito isso nunca estudou a Bíblia.

Deus colocou as leis da ciência e garantiu que sua Palavra não haveria de contradize-las.

Johannes Kepler, o famoso astrônomo e matemático disse: “A ciência pensa o que que Deus já havia pensado.” Em outras palavras, Deus estabeleceu as leis da física e depois nós a descobrimos.

A Bíblia não foi concebida para ser um livro científico. Você não estuda a Bíblia para construir um foguete. E a Bíblia não usa uma linguagem científica. Mas a Bíblia nunca equivoca-se com a ciência! Durante os 1600 anos  em que a Bíblia foi escrita, em nenhuma vez ela fala mal da ciência. Na verdade, sempre ela está a frente da ciência.

Por exemplo:

– Por milhares de anos, as pessoas acreditavam que a Terra era plana. Mas a 2600 anos atrás, Deus disse em Isaías 40:22 que Ele estava sentado no círculo da terra.

– Por milhares de anos as pessoas acreditavam que a Terra estava sendo sustentada por alguma coisa. Os hindus acreditam que os elefantes gigantes seguravam a terra. Os gregos acreditavam que Atlas era que a segurava. Os egípcios acreditavam que cinco colunas sustentavam a terra. A Bíblia nunca disse que algo sustentava o planeta.

– Por milhares de anos as pessoas acreditavam que o número de estrelas podiam ser contadas. Mas Jeremias 33:22 diz que não se pode contar as estrelas.

– Em 1861 publicaram um livro chamado “51 evidências irrefutáveis de que a Bíblia é cientificamente imprecisa”. Atualmente, você não vai encontrar um único cientista no mundo a concordar com qualquer desses fatos incontestáveis. Todos foram refutadas pela ciência.

A primeira lei da termodinâmica estabelece a conservação de energia em qualquer transformação, a segunda lei estabelece condições para que as transformações termodinâmicas possam ocorrer. Quem conserva a energia e estabelece as condições para tudo ocorrer é Deus.

Deus é o Deus da verdade. Deus sustenta a verdade. A verdade nunca muda. Por isso o salmista diz alegre e entusiasticamente: “Louvai-o, céus dos céus e as águas que estão acima do firmamento. Louvem o nome do SENHOR, pois mandou ele, e foram criados. E os estabeleceu para todo o sempre; fixou-lhes uma ordem que não passará.” (Salmo 148:4-6)

A BÍBLIA É HISTORICAMENTE CORRETA?

A BÍBLIA É HISTORICAMENTE CORRETA?

“…é impossível que Deus minta…” (Hebreus 6.18)

Por Roberto N. Amorim

Você pode confiar na Bíblia porque seus ensinos  estãos correta. Você pode confiar na Bíblia porque a sua teologia está correta. Você pode confiar na Bíblia porque ela é correta  em relação à moralidade e a ética. Você ainda pode confiar na Bíblia porque ela é HISTORICAMENTE CORRETA.

Por que isso é importante saber que a Bíblia é HISTORICAMENTE CORRETA?

A Bíblia nos diz em Hebreus 6:18 que “…é impossível que Deus minta…” . A única razão pela qual o universo funciona é porque Deus é verdadeiro em todo o tempo.

Se a Bíblia  contém mentiras, então ela não pode ser o livro de Deus. Ela não poderia ser de Deus, porque Deus não pode mentir.  Quando a Bíblia faz afirmação sobre tudo, ela expõe a veracidade de tudo e isso inclui não são os conceitos da salvação e Deus, mas também os conteúdos históricos.

Como sabemos que a Bíblia é historicamente precisa? Para saber é necessário entender a forma como se julga qualquer conteúdo histórico.

1 – A Bíblia está baseada em pessoas que participaram de fatos históricos e relataram sobre eles.

Um historiador com certeza buscaria a informação histórica a partir daqueles que viram e viveram os fatos. A Bíblia foi escrita principalmente por pessoas que participaram de fatos e os testemunharam. Exemplo: Moisés estava lá quando o mar se abriu. Josué estava lá quando as muralhas de Jericó caíram. Os discípulos viram a Jesus ressuscitado. Eles escreveram sobre isso. A realidade desses fatos são comprovadas historicamente porque esses testemunharam o que viram, atestaram e escreveram.

2 – A história da Bíblia foi transcrita com extremo cuidado.

Por exemplo, ao copiar o Velho Testamento – os escritores – copiavam os rolos dos outros copistas (à mão) com extremo cuidado. Essa era a profissão deles: copiar os rolos do Antigo Testamento. Isso era feito com muito cuidado.  Eles tinham uma lista de regras que usavam para certificar que o conteúdo copiado era exato. Eles mantinham um número específico de colunas enquanto compiavam  Antigo Testamento. Essas colounas deviam ser sempre as mesmas. Esses copistas sabiam quantas letras havia em cada livro. Por exemplo, eles sabiam que havia 1653  “a”s no livro. Se ao copiar e contar h houvesse 1654,  eles queimavam o rolo e começavam tudo novamente.

3 – A arqueologia prova que a Bíblia é verdadeira.

Os arqueólogos cavaram em lugares mencionados na Bíblia. Por exemplo, eles encontraram a piscina de Siloé, onde o cego foi curado e parte do Templo de Herodes.

O Império dos Hititas é um grande exemplo de como a arqueologia tem nos mostrado que a Bíblia é historicamente precisa. Por gerações, os historiadores não tinham registros da existência dos hititas em outros lugares. No início de 1900, os arqueólogos descobriram 10.000 tabletes de argila na capital hitita. Agora todos sabem que os hititas existiram.

Essas provas históricas corroboram para fortalecer a verdade e a fé de que a Bíblia é historicamente correta. Mas elas são ineficazes para quem se mantém desacreditando na Bíblia. Porque não é a ausência de argumentos que desfaz a incredulidade, antes é a incapacidade humana de manter-se duro diante dos fatos. Ou seja, quando alguém não QUER crer, nada o fará crer.

30 PROMESSAS DA BÍBLIA PARA CONFIAR EM DEUS EM MOMENTOS DE CRISE FINANCEIRA

30 PROMESSAS DA BÍBLIA PARA CONFIAR EM DEUS EM MOMENTOS DE CRISE FINANCEIRA

 

  Por Pr. Roberto N. Amorim

 

  DEUS PROMETE…

 

  1. CUIDAR DE VOCÊ

 Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves?”Mt 6.26

 

  1. SUPRIR SUAS NECESSIDADES

Os leõezinhos sofrem necessidade e passam fome,porém aos que buscam o Senhor bem nenhum lhes faltará.”Sl 34.10

  1. SUPRIR O QUE VOCÊ PRECISA NO DIA DE HOJE

“O pão nosso de cada dia dá-nos hoje.” – Mt 6.11

  1. GUIAR SUA VIDA

 

“O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.”Sl 23.1

 

  1. DAR-TE SONO E DESCANSO

“Em paz me deito e logo pego no sono, porque, Senhor, só tu me fazes repousar seguro.” Sl 4.8

  1. DAR-TE FORÇA

 

“Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” –Is 40.31

 

  1. DAR-TE SUA PAZ

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” – Jo 14.27

 

  1. DAR-TE UMA NOVA PERSPECTIVA DE VIDA

 

“Então, lhes recomendou: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui”Lc 12.15

 

 

 

  1. NÃO LHE ABANDONAR

 

“O Senhor é quem vai adiante de ti; ele será contigo, não te deixará, nem te  desamparará; não temas, nem te atemorizes.”Dt 31.6

  1. SER O SEU AUXÍLIO

“Assim afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem”Hb 13.6

 

  1. SUA PROTEÇÃO CONTRA INIMIGOS

“Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?”Rm 8.31

 

  1. TRABALHAR PARA SEU BEM

 

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”Rm 8.28

 

  1. DAR-TE SABEDORIA

 

“Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida.”– Tg 1.5

 

 

  1. DIRIGIR SUA VIDA

“Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas”. – Pv 3.5,6

 

  1. RESPONDER SUAS ORAÇÕES

“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á.Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á.”Mt 7.7,8

 

  1. DAR-TE CONFORTO PARA VOCÊ CONFORTAR OUTROS

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação!  É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus.” – 2 Co 1.3,4

 

  1. DAR-TE ALEGRIA

“Mais alegria me puseste no coração do que a alegria deles, quando lhes há fartura de cereal e de vinho”. – Sl 4.7

 

  1. SATISFAZER SEUS DESEJOS MAIS PROFUNDOS

“Agrada-te do Senhor,e ele satisfará os desejos do teu coração”. – Sl 37.4

  1. HONRAR SUA CONFIANÇA NELE

 

“E ele lhes respondeu: Por causa da pequenez da vossa fé. Pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele passará. Nada vos será impossível”. – Mt 17.20

 

 

  1. SER SEU REFÚGIO NA MAIOR LUTA E PROBLEMA

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares;  ainda que as águas tumultuem e espumejem e na sua fúria os montes se estremeçam”. – Sl 46.1-3

  1. DAR-TE UMA NOVA PERSPECTIVA DE VIDA

 

“Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação.Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez.” – Fp 4.11,12

 

  1. ENSINAR-TE O PRINCÍPIO DO “CONTENTAMENTO”

 

“De fato, grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento. 7 Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. 8 Tendo sustento e com que nos vestir estejamos contentes.”– 1 Tm 6.6,7

 

  1. LIBERTAR-TE DA AVAREZA ( O AMOR AO DINHEIRO)

 

“Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. 10 Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores”. – 1 Tm 6.8,9

 

 

 

 

 

 

  1. ARRANCAR DO SEU CORAÇÃO AS PRIORIDADES TERRENAS

“Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam;  mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam;  porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” – Mt 6.19-21

 

 

  1. ENSINAR-TE A IMPORTÂNCIA DA GENEROSIDADE

     

“Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento; 18 que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; 19 que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida.” – 1 Tm 6.17-19

  1. FAZER CRESCER SUA FÉ

“Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações,  sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança.  Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes”. – Tg 1.2-4

 

  1. LEVAR-TE A UM PROFUNDO RELACIONAMENTO COM ELE

“Converteste o meu pranto em folguedos; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria, para que o meu espírito te cante louvores e não se cale. Senhor, Deus meu, graças te darei para sempre”. – Sl 30.11.12  

  1.  PROSPERAR SEU TRABALHO

“Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos! Do trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem.” – Sl 128.1,2

  1. ENSINAR-TE  O TEMPO DAS COISAS

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu:tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora.” – Ec 3.1,6

  1.  SER CONTIGO

 

“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus;   eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel.”

Is 41.10

 

 

 

A PRÁTICA DA PALAVRA

VOCÊ ESTÁ PRATICANDO A PALAVRA?

“Todo aquele que ouve estas palavras e as põe em prática é como um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha.” (Mateus 7:24)
“Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes.” (João 13.17)

Ler, estudar, meditar, decorar e ouvir a Palavra de Deus é inútil se você não a COLOCA EM PRÁTICA. Nos enganamos pensando que fazer essas coisas em relação a Palavra é sinônimo direto de interiorizá-la. Obvio que esses conteúdos são importantes, mas apenas lançam o alicerce para o essencial: A PRÁTICA. Tiago exorta dizendo que Devemos tornar-nos cumpridores da palavra e não somente ouvintes (Tiago 1:22).

Praticar a Palavra é uma decisão difícil porque Satanás luta intensamente contra isso. Ele não importa que você estude ou não, se aprende ou não. Ele apenas envidará esforços para você não praticar.

Exemplo: diante de uma tentação sexual, o importante é fugir, é orar, é dizer “não” e “cair fora”. O que você aprendeu da Palavra nesse assunto deve conduzir a prática de fugir do pecado.

Assim, focar na Bíblia e não colocar em prática é apenas um entretenimento cristão.

O que você sabe que deve obedecer da Palavra de Deus, hoje e agora? O faça na força e no poder de Deus!

A GUERRA ESPIRITUAL

A GUERRA ESPIRITUAL

Pr. Roberto N. Amorim

Você está ciente de que está numa guerra espiritual?

Muita gente esteve em celebrações da igreja nesse último domingo. E por essa prática dominical, alguns acham-se “cristãos”. Seus nomes estão no registro de batismo; casaram numa cerimônia cristã e esperam ser enterrados como cristãos. Mas não há pouco ou nada de “Jesus Cristo” em suas vidas. Eles sinalizam a vida de forma errada. Nunca os vê em qualquer “luta” sobre a sua fé! Nunca os vê em conflitos, esforços, guerras, abnegações ou qualquer militância espiritual. Seu cristianismo os satisfaz e até parece lhes entreter bem, mas certamente não é o cristianismo bíblico; não é a fé que o Senhor Jesus ensinou e que Seus apóstolos pregaram.

A Palavra de Deus  ensina sobre uma guerra espiritual e real ( Ef 6.12 − 1 Pd 2.11) Há diversos versículos que use termos como “luta”, “guerra” e “combate” etc. Jesus ensina que  há “um caminho estreito” (Mt 7.13,14). Paulo diz que há um “bom combate da fé” (1Tm  6.12); há um desafio em sermos “bons soldados de Cristo” (2Tm 2.3); há uma chamada para vestir “toda a armadura de Deus” (Ef 6.11).  A Bíblia ensina que luta principal do cristão é com o mundo, a carne e o diabo. ( 1 Jo 2.15-17; 1 Pd 5.8, Gl 5.19-21). Estes são inimigos ferozes e mortais.

O verdadeiro cristianismo inclui a consciência de uma “batalha (Jd 1.3)  uma “luta” (Fp 1.27) , uma “guerra” (! Pd 2.11). O verdadeiro cristão é chamado a ser um “soldado” (2Tm 2.4), e deve se comportar como tal a partir do dia de sua conversão até o dia da sua morte.

O conforto de nosso tempo, as diversas ocupações, cansaços, preocupações e tantas outras desculpas e desatenção, conduz muitos a uma vida espiritual indolente e despreparadal. Talvez isso explique a falta de “musculatura”, constância e firmeza espiritual de tantos nesse século XXI.

Minha exortação é que despertemos para a luta espiritual diária e constante Não há tempo para dormir e nos preocuparmos com coisas sem valor (Rm 13.12).  Satanás não está dormindo; nossa carne é realmente “fraca” e o mundo nos apresenta com novas e melhores estratégias para nos tirar do foco em Deus.

Esteja atento! Leia, estude, medite, memorize e ouça a Palavra de Deus. Paulo diz que nessa guerra temos que tomar a “espada do Espírito, que é a Palavra de Deus (Ef 6.17). Conviva com o “batalhão” – seus irmãos em Cristo (Hb 10.24,25). Ore a sós e ore juntos (Ef 6.18,19); mantenha-se alerta entendendo claramente suas fraquezas, confessando-a e buscando ajuda no Senhor (Rm 7; 1 Jo 1.9, Sl 30.10); fuja de situações tentadoras (1 Co 6.18; 10.14)  e não dê um espaço de sua vida a carne, ao mundo e a Satanás. Lembre-se que você não está num pic-nic, está numa guerra! Vigie!

ORE. CONTINUE ORANDO E ESPERE

ORE! CONTINUE ORANDO E ESPERE…

 Pr. Roberto  Naves Amorim

“Mas eu não me sinto envergonhado, pois o SENHOR Deus me ajuda. Por isso, eu fico firme como uma rocha e sei que não serei humilhado.” (Isaías 50:7)

 

 

Ao orar você precisa crer que Deus está lhe ouvindo e precisa aprende a esperar nEle. Esperar é criar a expectativa de Deus responderá sua oração. A isso chamamos de FÉ. Esperar atentamente em Deus chama-se fé. Esperar em Deus nunca é um desperdício de tempo. Na verdade, comunhão com Ele é o melhor tempo mais bem gasto.

 

O problema  de muitos de nós é que nossa oração tende a morrer. Paramos de orar. Não mantemos persistência. Uma das possíveis razões pelas quais você não ouve Deus é pelo fato de que não mantém a persistência em sua oração e não espera nEle. No mundo “online” e “fast-food” que vivemos, achamos que tudo com Deus é rápido e na hora. E pasme: não é! Deus se importa com sua vida, problemas e dilemas, mas Ele tem um plano maior quando a resposta não vem de imediato. E é necessário crer nisso. Ele importa com sua vida, mas tem seu tempo certo para tudo.

 

A Bíblia diz que há três coisas para fazer enquanto você espera:

 

Espere caladamente – ”  Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança. (Salmos 62:5).

 

Espere calmamente – Descansa no SENHOR e espera nele, não te irrites por causa do homem que prospera em seu caminho, por causa do que leva a cabo os seus maus desígnios.” (Salmos 37:7)

 

Espere constantementeQuanto a mim, esperarei sempre e te louvarei mais e mais.”  (Salmo 71.14).

 

CINCO MANEIRAS DE DESTRUIR SUA VIDA ESPIRITUAL E DE SEUS FILHOS…

CINCO MANEIRAS DE DESTRUIR SUA VIDA ESPIRITUAL E DE SEUS FILHOS

Pr. Roberto N. Amorim

PRIMEIRA:

Deixe de ler e estudar a Bíblia. Alimente-se  somente de TV, Facebook, de Instagram, WhatsApp  ou outros conteúdos de entretenimento. Com isso, seus filhos aprenderão que a Bíblia é um livro qualquer e que não é necessário pessoalmente aprender a se alimentar dela, deixando moldar sua mente pelo mundano e secular. Desconsidere o princípio ensinado e vivido por Jesus: “…Não só de pão viverá o homem, mas de toda a Palavra que procede da boca de Deus.” (Mt 4.4)

SEGUNDA:

Diante das menores dificuldades, tais como indisposição, chuva, frio, cansaço, não vá aos cultos em sua igreja. Seja bem descompromissado. Com isso, seus filhos vão crescer com a idéia de que participar das atividades da igreja não é assim tão necessário. Desconsidere o princípios bíblico: “E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quando vedes que se vai aproximando aquele dia” (Hb 10.24,25).

TERCEIRA:

Quando estiver à mesa ou em reuniões da família, faça críticas ou comentários negativos sobre as orientações do pastor e de outros líderes da igreja. Assim, seus filhos crescerão não tendo respeito por eles, nem dando crédito aos seus ensinos. “Ora, rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós, presidem sobre vós no Senhor e vos admoestam; e que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós” (1Ts 5.12,13).

QUARTA:

Dirija sua vida por dinheiro, por bens, por status, pelo prazer, pela fama, pelo reconhecimento, pela banalidade. Assim, seus filhos crescerão num lar que não seja diferente de qualquer outro. Afinal, que valor há em aplicar os princípios da palavra de Deus a todos os aspectos da vida familiar? “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te” (Dt 6.6,7).

QUINTA:

Fofoque, julgue e fale mal das pessoas. Comente à vontade e sem misericórdia a vida dos demais membros da igreja e de outras pessoas. Depois, aos encontrá-los, não deixe cumprimentá-los com um forte abraço e um largo sorriso.  Assim, você dará a  impressão a seu filho de que a vida cristã é pura hipocrisia e ele desejará seguir o mesmo caminho. Lembre do texto de Tito 3.2: “Que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas moderados, mostrando toda a mansidão para com

O Segredo é sua vida! As palavras motivam, mas o EXEMPLO ARRASTA. Incentive seus filhos a serem um cristão verdadeiro e a se compromissar com Deus e com a igreja. Seja um exemplo para o seus filhos. Transmita a eles os valores da palavra de Deus. Se eles ainda não fizeram uma decisão por Jesus, ajude-os a fazerem isso. Faça o possível para que eles sejam felizes e cumpridores dos seus deveres como cristão e como cidadão.

 

HÁBITOS ESPIRITUAIS

HÁBITOS ESPIRITUAIS…

“…sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós.” (Gálatas 4:19)

A forma mais prática e poderosa de você crescer em maturidade espiritual, ou seja, mais parecido com Jesus, é aprender a estabelecer hábitos espirituais.

Você não pode falar sobre caráter sem falar de hábitos. O caráter é a forma normal de agir. Por exemplo, se você é honesto apenas parcialmente, ou se você é honesto somente quando você escolhe ser honesto, agindo assim, integridade nunca fará parte da qualidade em seu caráter. Ter integridade significa que você sempre é honesto. É o seu hábito. Você nem mesmo precisa pensar sobre isso. Quando alguém lhe dá um dinheiro a mais você sempre devolve, porque ser honesto faz parte de seu caráter.

Claro, existem dezenas de bons hábitos que desenvolvemos à medida que crescemos em direção à maturidade. Mas hábitos fundamentais devem ser aprendidos primeiro e devemos desenvolvê-los. Então, quais são os requisitos mínimos? Quais são os hábitos básicos que dão origem a todos os outros?

São hábitos que influenciam o tempo, o dinheiro e os relacionamentos. Se você reconhecer o senhorio de Cristo nessas três áreas da vida, então Ele realmente estará no controle de sua vida.

Se você quiser crescer na caminhada espiritual, é necessário crescer no conhecimento de Jesus, na perspectiva de Jesus da vida, nas convicções espirituais que Jesus tinha, fazer o que Jesus fazia e deixá-lo formar Seu caráter em você.

Entendo isso, inicie a praticar a vida de Jesus em você. Pergunte: Jesus faria isso, falaria isso, pensaria isso? Como posso reagir como Jesus nessa circunstancia? Agindo nesse hábito de pensamento e ação seu caráter vai se transformando igual ao dEle.

O alvo do discípulo é ter a vida de Jesus como sua própria vida.

DECIDA FAZER ESCOLHAS SÁBIAS…

DECIDA FAZER ESCOLHAS SÁBIAS…

A certa altura do filme “Crimes e Pecados” – uma fábula contada com maestria sobre a complexidade das escolhas humanas e o microcosmos moral que elas representam – o personagem interpretado por Woody Allen – ( Cliff Stern – um cineasta idealista) diz: “Nós somos a soma das nossas decisões”.

Stephen Covey afirmou: “Existem três coisas constantes na vida: princípios, escolhas e mudança.”

O livro de Provérbios ensina:

“Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.” (Provérbios 14.12)

Steve Beckman escreveu: ” Você faz suas escolhas, e suas escolhas fazem você.”

No Antigo Testamento a vida do líder Josué impressiona por uma sábia decisão:
Josué 24:14,15

“Porém, se vos parece mal servir ao SENHOR, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR.” (Josué 24.15)

Decisões sábias são aquelas construídas sobre os PRINCÍPIOS DE DEUS, como ensinou Jesus em Mateus 6:33: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”

Todo dia você faz escolhas: algumas são de grande importância outras de menor importância. Suas escolhas determinará o seu fracasso ou sucesso na vida.

Como tem exercido seu poder de escolha? Você tem simplesmente
seguido seus instintos ou tem refletido para tomar as decisões?

Toda decisão errada prejudica de alguma forma!

William Law

“Nada prejudica ou destrói-nos mais, do que o uso errado da liberdade de escolha que Deus nos confiou.”

Algumas orientações úteis:

– Não faça decisões impulsivas, decisões precipitadas.
– Tome as decisões. Não fique indeciso ou procrastine. Lembre-
se:”É melhor um fim horroroso do que um horror sem fim.” –
-Aplique sempre o bom senso, a razão e a lógica.

Faça todas as escolhas com Deus em mente e use o padrão que ele estabelece em Sua palavra.

Você é o maior responsável pela sua vida.

Permita que Jesus seja para você: O Caminho, a Verdade e a Vida em
todas as áreas e circunstâncias da sua vida.

COMO PROTEGER SUA VIDA FAZENDO ESCOLHAS CORRETAS?

Lembre-se…

1) – SUAS ESCOLHAS AFETAM RADICALMENTE SUA VIDA

Jack Hyles

“Guie-se por princípios e tome as decisões.”

Moisés fez escolhas ousadas em Deus que afetaram sua vida e a de outros. Lemos em Hebreus 11:24-26:
“Foi pela fé que Moisés, quando já era adulto, não quis ser chamado de filho da filha de Faraó. Ele preferiu sofrer com o povo de Deus em vez de gozar, por pouco tempo, os prazeres do pecado. Ele achou que era muito melhor sofrer o desprezo por causa do Messias do que possuir todos os tesouros do Egito. É que ele tinha os olhos fixos na recompensa futura.

Por causa de sua escolha:

Ele é considerado um dos grandes nomes de Deus (Hebreus 11:24),
2) Ele apareceu no monte da Transfiguração (Mateus 17:1-5)
3) Pessoas vão cantar seu cântico (Apocalipse15:3,4)

2) – DAS PRINCIPAIS ESCOLHAS DE SUA VIDA

A. QUEM SERÁ O SEU DEUS?

Jesus convidou em Mateus 11.28-30:

Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.

B. QUEM EU DEIXAREI ME INFLUENCIAR?

Quem são seus amigos? O que você lê? Quem são seus mentores? Com quem você anda?
“Não escolhas para amigo um homem de mau caráter.” (Talmude)

1 Coríntios 15.33 diz: “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.” Provérbios 9.6: “Deixai os insensatos e vivei; andai pelo caminho do entendimento.”

C. O QUE SEREI E FAREI DA VIDA? – Sua vida profissional

Deus quer que você trabalhe e seja um excelente profissional. Jesus afirmou em João 5.17: “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.”

A Bíblia no ensina em Provérbios: 12.9 – “Melhor é o que se estima em pouco e faz o seu trabalho do que o vanglorioso que tem falta de pão.” 12.24 “A mão diligente dominará, mas a remissa será sujeita a trabalhos forçados.” 13.11 “Os bens que facilmente se ganham, esses diminuem, mas o que ajunta à força do trabalho terá aumento.”

D. COM QUEM PARTILHAREI MINHA VIDA? Sobre o casamento

Conselhos básicos:

Não brinque com o sexo

Hebreus 13.4
“Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros.”

Leve o casamento a sério

1 Coríntios 7.27

“Estás casado? Não procures separar-te…”

Não se apresse para se casar. Faça-o com critério e bom senso.

1 Coríntios 7.27 “…Estás livre de mulher? Não procures casamento.”

3) SEJA COMPROMISSADO COM SUAS ESCOLHAS

“Podemos tentar evitar de fazer escolhas através de não fazermos nada, mas mesmo isso é uma decisão.” (Gary Collins)

Escolhas adequadas sem compromisso não valem nada!

Por causa da falta de compromisso: 1. Casamentos fracassam. 2. Muitos abandonam a escola. 3. Muitos abandonam o Senhor.

Em nenhum lugar é o compromisso mais importante do que em questões espirituais…

José foi compromissado com seus princípios espirituais…

Gênesis 39.7-8
“Aconteceu, depois destas coisas, que a mulher de seu senhor pôs os olhos em José e lhe disse: Deita-te comigo.Ele, porém, recusou e disse à mulher do seu senhor: Tem-me por mordomo o meu senhor e não sabe do que há em casa, pois tudo o que tem me passou ele às minhas mãos.”

39.9 Ele não é maior do que eu nesta casa e nenhuma coisa me vedou, senão a ti, porque és sua mulher; como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?

Daniel foi compromissado com seus princípios espirituais…

Daniel 1.8

“Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se.

1.9 Ora, Deus concedeu a Daniel misericórdia e compreensão da parte do chefe dos eunucos.

Seduções mundanas vão lhe atrair e seduzir. “Amigos” vão tentar chegar a um compromisso. Você deve se comprometer e não ceder a pressão.

POR ISSO…
Faça escolhas certas,
Torne-se adepto do processo correto de tomada de decisão.
Primeiro e mais importante, decida servir a Deus e depois fazer todas as escolhas com Ele.

Medite…
“A escolha é a alma gêmea do destino.” (Sarah Ban Breathnach)

“Destino não é uma questão de sorte, mas uma questão de escolha; não é uma coisa que se espera, mas que se busca.” (William Jennings Bryan)

Faça escolhas sábias na base dos princípios de Deus.

ENTENDENDO A “PÓS-MODERNIDADE”…

O QUE É A “PÓS-MODERNIDADE”…

Por Roberto N. Amorim

 

DEFINIÇÃO…

Vivemos um tempo de mudanças, mudanças profundas em todos os sentidos: no campo das ciências e tecnologias, da política, nas relações sociais entre outros. E todas essas mudanças são frutos do vento do desenvolvimento econômico e tecnológico que empurrou as relações humanas e sociais para a direção da pós-modernidade.

A pós-modernidade é definida por muitos autores como a época das incertezas, das fragmentações, das desconstruções, da troca de valores, no abandono do otimismo.

Chamada e estudada como Pós-Modernidade, ela é caracterizada por mudanças significativas provocadas e vividas pelo homem. Entre as mais evidentes, e que desencadearam muitas outras, pode-se apontar a globalização, unificadora das sociedades do planeta, um novo modo de cultura e as novas condições que põem em perigo a continuidade da espécie humana.

A Pós-Modernidade surgiu com a desconstrução de princípios, conceitos e sistemas construídos na modernidade, desfazendo todas as amarras da rigidez que foi imposta ao homem moderno. Com isso, os três valores supremos, o Fim, representado por Deus, a Unidade, simbolizada pelo conhecimento científico e a Verdade, como os conceitos universais e eternos, já estudados por Nietzsche no fim do século XIX, entraram em decadência acelerada na Pós-Modernidade.

Por conta disso, para a maioria dos autores, a Pós-Modernidade é traçada como a época das incertezas, das fragmentações, da troca de valores, do vazio, do niilismo, da deserção, do imediatismo, da efemeridade, do hedonismo, da substituição da ética pela estética, do narcisismo, da apatia, do consumo de sensações e do fim dos grandes discursos.

OS EFEITOS GERAIS…
Como conseqüência dessa derrocada, surgiram outros fenômenos sociais e culturais. O declínio da esfera pública e da política, a crise ecológica, o impasse histórico do socialismo, os tribalismos, a expansão dos fundamentalismos, as novas formas de identidade social e as conseqüências da informatização sobre a produção e sobre o cotidiano trouxeram à tona a discussão sobre a pluralidade e a fragmentação presentes na época atual.

Essas mudanças e outras que também marcaram a história da humanidade, como a explosão da bomba atômica em Hiroshima, o perigo nuclear e o terrorismo internacional, fizeram com que o futuro se tornasse incerto e ameaçador, enfraquecendo a crença na posteridade e fazendo com que as ações humanas passassem a ser conduzidas focando apenas o presente, diluindo assim o sentido da continuidade histórica.

Essa conduta, associada ao avanço ininterrupto dos meios tecnológicos de comunicação e aos efeitos da globalização com a sua queda de fronteiras, fez emergir um novo tipo de sociedade, caracterizada, salvo raras exceções, pelo narcisismo, pelo hedonismo, pelo imediatismo e pelo consumismo. Sem a pretensão de tomada do poder, essa nova organização social participa, sem envolvimento profundo, de pequenas causas e dá adeus à esperança e aos grandes ideais.

Ao mesmo tempo em que se associou à Pós-Modernidade a decadência das grandes idéias, valores e instituições ocidentais como Deus, Ser, Razão, Sentido, Verdade, Totalidade, Ciência, Sujeito, Consciência, Produção, Estado, Revolução e Família, valorizou-se outros temas considerados menores ou marginais em filosofia, como Desejo, Loucura, Sexualidade, Linguagem, Poesia, Sociedades Primitivas, Jogo, Cotidiano, enfim, elementos que abrem novas perspectivas para a liberação individual.

Às vezes parece que o mundo está de pernas para o ar. No bombardeio de informações e notícias que chegam à sociedade a cada instante, seja por meio do rádio, da televisão, de revistas ou da Internet, a violência, os atos de corrupção, os seqüestros, os crimes com requintes de crueldade ganham cada vez mais destaque.

Vive-se numa época de grande barbárie e de pouca solidariedade. São tempos de alta competitividade guiados pela lógica da acumulação de bens e das aparências. Em nome dessa nova ideologia, os indivíduos se permitem agir passando por cima de valores que sequer chegaram a formar. O que importa é ser reconhecido, ser admirado, ter acesso a uma infinidade de produtos e serviços e usufruir o máximo do prazer.

A educação recebida dos pais e das escolas, os valores como ética, moral e caráter, a religião, a solidez do casamento e da família, estão perdendo espaço para novas formas de comportamento regidas pelas leis do mercado, do consumo e do espetáculo.

E para isso, tudo é válido. Age-se de acordo com o momento e com a conveniência. “Pegar um atalho”, como se diz na linguagem da informática, tornou-se uma prática comum. Nesse contexto, não há por que esperar e se sacrificar para adquirir bens e ter sucesso, se existe meios mais rápidos para conseguir o que se pretende.

OS SINTOMAS SOCIAIS…

A sociedade pós-moderna se caracteriza pelas ações de seus sujeitos que seguem a cartilha das ideologias materialistas – o ter acima do ser – do hedonismo – o prazer acima de tudo – da permissividade – tudo é bom desde que me sinta bem – relativismo – “não há nada absoluto, nada totalmente bom ou mau e as verdades são oscilantes” – consumismo – se vive para consumir, há uma contínua substituição de tudo: coisas, pessoas, relações, etc. Niilismo – caracterizada pela subjetividade, a paixão pelo nada,  e a descrença em qualquer fundamentação religiosa para a existência humana numa indiferença assustadora.

Na sociedade ocidental pós-moderna a visibilidade de cenas tende a ser obscena, quando exclui a dimensão da subjetividade e da privacidade das pessoas. Ou seja, anula-se a dimensão do privado, tornando  “tudo” público, do cotidiano dos ansiosos por fama dos ex-anônimos do programa televisivo Big Brother, aos já famosos da revista Caras, e, também, o ritual histérico dos evangélicos, dos carismáticos e islâmicos, que se oferecem para serem vistos pela televisão seduzindo todos com suas “justas causas”, aos miseráveis  igualmente noticiados e fotografados decorrentes de algum fato jornalístico.

Os sintomas de obscenidade da era moderna de exploração sexual ou de exploração do trabalho, operavam sempre no oculto, eram marginalizadas aos subterrâneos da vida social. Os dispositivos ideológicos de manutenção das cosias como estavam, eram a opressão social, a repressão psíquica e o trabalho ideológico de recondução da libido para fins de trabalho ou exploração industrial; hoje, na sociedade pós-moderna, reforçando o que foi dito acima, operam mecanismos de promoção da visibilidade do que era privado, como se decretasse o fim do segredo ou o fim da intimidade.

A doença da era moderna era a histeria, onde ocorria a teatralização do sujeito incapaz de suportar tanta repressão, originada no conflito endopsíquico. Freud funda a psicanálise graças às histéricas que lhe insinuam um gozo impossível. O mal-estar da cultura pós-moderna é mais complexo, os sintomas subjetivos se pulverizaram no disfarce coletivo, parecendo que “estamos todos bem”.O mal-estar pós-moderno é visível e trivial, expressado na linguagem do cotidiano do trabalho compulsivo, muitas vezes vendido como se fosse “lazer” ou “ócio criativo”, que gera stress, a perversão, a depressão, a obesidade, o tédio.

Em termos de patologia social, a modernidade fez surgir coisas contraditórias como indústrias e a atitude liberal, a ciência, a tecnologia, a multiplicação da população pobre e de guerras racionais. A pós-modernidade marca o declínio da Lei-do-Pai, cujo efeito mais imediato no social é a anomia, onde a perversão se vê livre para se manifestar em diversas formas, como na violência urbana, no terrorismo, nas guerras ideologicamente consideradas “justas”, “limpas” ou “cirúrgicas”. A razão cínica é cada vez mais instrumentalizada.

Na pós-modernidade a perversão e o estresse são sintomas resultados da falta-de-lei, da falta-de-tempo, e da falta-de-perspectiva de futuro, porque tudo se desmoronou (do muro de Berlin a crença nos valores e na esperança). Tudo se tornou demasiadamente próximo, promíscuo, sem limites, deixando-se penetrar por todos os poros e orifícios.

Nossa sociedade é regida mais do que pela ânsia de “espetáculo”; existe a ânsia de prazer a qualquer preço, não made in id [Isso] mas made in Superego. O superego pós-moderno “tudo vale” e “tudo deve porque pode”. Todos se sentem na obrigação de se divertir, de “curtir a vida adoidado” e de “trabalhar muito para ter dinheiro ou prestígio social”, não importando os limites de si próprio e dos outros.

As pessoas se sentem no dever de se vender como se fosse um prazer, de fazer ceia de natal em casa à meia noite, de comemorar o gol que todo mundo está comemorando, de curtir o carnaval nos 3 ou 4 dias, de seguir uma religião, de usar celular sem motivo concreto, de gastar o dinheiro que não têm, de fazer cursos e mais cursos, ascender na empresa, escrever mil e um artigos por ano na universidade, enfim, todos parecem viver na “obrigação” de se cumprir uma ordem invisível, e de ser visivelmente feliz e vencedor. O senhor invisível que no manda é o superego pós-moderno; “ele manda você sentir prazer naquilo que você é obrigado a fazer”. E, ai daquele que não consegue, ou que se nega seguir a moral de rebanho, pagará de três modos: será estigmatizado pelos seus pares (“Ele quebrou o código, é um traidor do super-ego pós-moderno!”), ou pagará com um terrível sentimento de culpa ou, ainda, sofrerá os sintomas de uma doença psicossomática. Daí se descobre muito do vazio deixado no coração das pessoas e a tentativa de acabar com tudo através de um suicídio.

Não é sem motivo que os lugares de trabalho em que a competição é mais acirrada, onde não existem limites definidos entre trabalho, estudo e lazer, que encontramos pessoas queixosas, infelizes, freqüentemente visitando os médicos e hospitais. Se a modernidade prometia a felicidade através do progresso da ciência ou de uma revolução, a pós-modernidade promete um nada que pretende ser o solo para tudo.

O PÓS-MODERNISMO E A FÉ…

O maior desafio da igreja cristã em cada geração é se fazer entendida pelas pessoas de sua própria época. Esse fato é importante, pois nunca vamos conseguir falar de qualquer assunto, se não nos comunicarmos na linguagem cultural de nossa sociedade. Então, devemos ter o trabalho de pesquisar e entender o que se chama o “espírito da época”, ou as maneiras de pensar do homem atual, para que a mensagem chegue ao coração das pessoas.

O homem pós-moderno busca seu espaço apenas no presente. Em outras palavras o homem precisa tirar do seu Hoje toda a sua expectativa de desejo satisfeito, significado e realização de uma vida inteira.

A sobrecarga do presente leva o homem a uma insatisfação muito grande, pois não há imediatismo que consiga dar conta de toda a expectativa e esperança humana.
As reações, entretanto não param aí, ao sentir o vazio de propósito no seu interior o ser humano pós-moderno faz do entretenimento o alvo chave para seu querer.

Desde a descontração com os amigos num bar, passando por uma viagem turística até aos esportes radicais em contato com a natureza, sempre se busca um prazer compensador para todo o contexto indefinido da pós-modernidade.

Até a religião antes execrada pela modernidade volta à cena, não como era antes, mas como um dos instrumentos de alivio humano para o conflito interior de ser. Isto é, essa religião pós-moderna não precisa ter coerência nenhuma em seus pressupostos, mas apenas acolher o homem dando-lhe uma esperança, qualquer que seja. Como ela não exige coerência de visão ou de doutrina ela pode abusar para o misticismo irracional ou para o pragmatismo econômico sem cair em contradição, sendo que as religiões que possuem essas características são as mais procuradas pela população.
Os pós-modernos correram para as prateleiras dos supermercados da fé na tentativa de preencher o vazio da alma com “modismos espirituais”. Como se distanciaram da crença bíblica, passaram a adotar no lugar dela (no lugar do vazio espiritual) todo tipo de irracionalismo. Ao passo que negam a historicidade de Jesus (para não dizer a divindade dEle), acreditam em duendes, cristais, Nova Era… Ao mesmo tempo em que rejeitam a fé tradicional (graças aos resquícios do pensamento iluminista dos quais talvez nem se deem conta), abraçam crendices sem fundamento racional algum. (Aliás, o próprio Jesus é esvaziado e o cristianismo se torna irracional e místico.)

Assim, de um lado está a multidão espiritualmente desnorteada tentando encontrar/escolher uma crença que lhe dê maior satisfação (numa aplicação espiritual do pensamento consumista), e, de outro, mas em menor número, os herdeiros do Iluminismo/Naturalismo, os neo-ateus e céticos, colocando no mesmo “saco” todo tipo de crença. Onde os cristãos se inserem nesse contexto?

Resistentes que são às verdades reveladas e às instituições religiosas, os pós-modernos precisam ver na vida dos cristãos a diferença e a relevância que eles afirmam encontrar no evangelho. Precisam ver que ainda existe esperança, mas que ela não vem da humanidade; vem do alto. Apenas o evangelho vivido sincera, genuína e experimentalmente na vida dos cristãos poderá atrair os desesperançados e desesperados pós-modernos, sempre em busca dos prazeres, do consumismo e das experiências místicas que, na verdade, só fazem aumentar o vazio existencial.

Para alcançá-los temos que pregar o evangelho no contexto em que estamos inseridos. A apologética (a defesa da fé) ainda tem o seu lugar, tendo em vista que os que desafiam as bases racionais da fé (os herdeiros do Iluminismo) continuam por aí. Por isso, os cristãos devem se valer de todos os meios possíveis para divulgar a superioridade da Bíblia Sagrada, aproveitando-se dos poderosos recursos da era da informação. Mas nunca é demais lembrar que isso não basta para o pós-moderno.

A modernidade destronou a Revelação e colocou em seu lugar a razão como árbitro da verdade – daí ser necessário, sim, usar a razão para chamar atenção à Revelação. Mas o pós-modernismo minimiza a ambas – a Revelação e a razão – e adiciona a intuição e o sentimento. E isso não é ruim, pois, na verdade, a cosmovisão cristã ultrapassa os limites da razão humana, avançando nos domínios do sobrenatural e da fé.

Se quisermos alcançar os pós-modernos, temos que ir além da mera proclamação racional da verdade. Temos que nos relacionar e mostrar a relevância prática do evangelho. Só assim as pessoas poderão ser convencidas de que, afinal, o estilo de vida proposto por Deus é o único que oferece verdadeira esperança. Vendo na vida dos cristãos a felicidade, a harmonia, a saúde, a paz – valores buscados por todos -, muitos se convencerão de que a cosmovisão bíblica não faz sentido apenas para os cristãos, mas que se trata de boas-novas para todos. Além disso, é preciso – com todo tato e respeito – mostrar as incoerências (além das potencialidades) do pós-modernismo e a impossibilidade de ajustá-lo ao dia a dia.

O projeto iluminista favoreceu o dualismo “mente” e “matéria”. A nova geração, no entanto, está cada vez mais interessada na pessoa como um todo. Se faz necessários apresentar uma visão holística que do ser humano e a importância que da saúde, da educação integral, ou seja, valorizando os aspectos físico, mental, espiritual e social, exatamente como Jesus fez durante Seu ministério terrestre.

Como os pós-modernos valorizam a vida em comunidade é preciso se valer de recursos como os pequenos grupos e mesmo as tradicionais reuniões de culto (com algum tipo de reformatação) para mostrar que concordamos com a ideia de que os indivíduos se aproximam do saber por meio de uma estrutura cognitiva mediada pela comunidade da qual participam, que também é essencial para a formação da identidade. Na verdade, devemos deixar claro que o conceito de comunidade é extremamente valorizado nas Escrituras.

Embora entendamos que os princípios da Palavra de Deus não devam ser adaptados convenientemente às convenções e aos padrões humanos, é importante compreender o pensamento reinante a fim de que a proclamação do evangelho seja tornada relevante para as pessoas que vivem neste momento histórico.

COMBATENDO A SOLIDÃO NO NATAL…

COMBATENDO A SOLIDÃO NO NATAL…

Filipense 4.10 “…Fiquei muito alegre porque vocês mostraram de novo o cuidado que têm por mim. Não quero dizer que vocês tivessem deixado de cuidar de mim; é que não tiveram oportunidade de mostrar esse cuidado.

Festas de Natal tendem a ampliar a solidão que sentimos quando estamos separados de nossos entes queridos. Alguns deles estão em outros longes, em outros países ou já faleceram. A ausência deles e a boas lembranças podem causar uma forte solidão.

Paulo estava na prisão em Roma e a igreja da cidade de Filipos enviou uma oferta a ele por mãos de Epafrodito. Ele ficou muito feliz! No meio de sua solidão ele agora tinha um amigo para conversar e um recurso financeiro para suprir.

A Bíblia nos ensina como lidar com a solidão:

1) FOQUE NA NECESSIDADE DE ALGUÉM. A igreja de Filipos focou na necessidade de Paulo. Ficou a necessidade e fez alguma coisa. Por isso, dê uma olhadinha ao seu redor e ache alguém necessitado e busque ajudar. Se proponha a servir alguém. Tome-se os olhos e olhar ao redor. Veja como você pode servir os outros. Somos fortalecidos quando servimos alguém; quando apoiamos os que necessitam.

2) FOQUE NO PROPÓSITO DE DEUS. A igreja de Filipos sabia claramente o propósito que Paulo tinha: ele gostaria que Jesus fosse conhecido por todo o mundo. Paulo sabia de seu propósito e não parou sua vida porque estava em uma prisão. Paulo poderia se magoar, deprimir e murmurar, mas não o fez. Ele seguiu foca em seu propósito e a igreja foi com ele. Por isso, foque nos propósito de Deus em sua vida. Entenda que seus momentos não serão para sempre e sua dor pode ajudar a muitos. Deixe ser usado para os propósitos de Deus na vida de outros nesse Natal. Não se afunde em si mesmo, levante-se e deixe-se ser usado(a) para os propósitos de Deus.

Quando você se sentir sozinho oriento que pare de construir paredes ao seu redor e comece a construir pontes! Em vez de dizer: “Eu me sinto tão solitário(a)”, diga: “Pai, ajuda-me a ser amigo de pessoas que precisam de um amigo. Ajuda-me a ajudar as pessoas que se sentem sozinhos.” Esse é o antídoto para a solidão.

Pergunte a você mesmo: De que maneira poderia servir aos outros neste Natal?Quem eu poderia ajudar neste Natal? Onde posso ser um instrumento para mostrar a Jesus em palavras e ações?

A VISÃO DE DEUS DIANTE DE UM CASAMENTO INFELIZ…

A Visão de Deus Diante de um Casamento Infeliz

David Kornfield

O número de casamentos infelizes está crescendo.  O número de divórcios reflete isso.  Nos Estados Unidos, pesquisadores, como Barna, indicam que a porcentagem de divórcios entre os que se chamam evangélicos é igual a da população de forma geral.  Uma pesquisa Gallup indicou que 10% dos protestantes e 10% dos católicos são divorciados e que 26% dos protestantes e 23% dos católicos já foram divorciados em algum momento.  Mais de um milhão de crianças, nos Estados Unidos, sofrem o divórcio de seus pais a cada ano e mais de 50% das que nascerão este ano experimentarão o divórcio de seus pais antes de completarem 18 anos.  (Veja o Relatório Executivo ao final deste artigo.)

Será que o Brasil seguirá esse rumo?  Será que as igrejas evangélicas andarão nesse caminho?  Afirmamos categoricamente que Deus ama os divorciados, que a igreja deve ser um lugar seguro para eles, oferecer esperança e um contexto apropriado para restaurar suas vidas.  Ao mesmo tempo, se a igreja reflete a sociedade de forma geral quanto ao número de seus membros que procuram o divórcio, temos que admitir que o evangelho perdeu seu poder.  A igreja precisa ser um lugar seguro não apenas para divorciados, mas também para os que acreditam no casamento e estão dispostos a lutar por um casamento saudável.

Por que o casamento é tão importante para Deus?  Por que Ele insiste “que o que Deus uniu, ninguém separe” (Mt 19.6)?  Os propósitos de Deus para o casamento incluem:

·        Revelar a imagem e semelhança d’Ele e os Seus propósitos em nos criar, abrindo um espaço para experimentarmos a comunhão que Ele tem na Trindade (Gn 1.26, 27).

·        Resolver a solidão que aflige o homem desde antes da queda (Gn 2.18).

·        Dar a cada pessoa a oportunidade de formar uma nova família, principalmente para aquele cuja família de origem era disfuncional (Gn 2.24; Mt 19.5, 6; Ef 5.31).

·        Celebrar, no ato sexual, uma intimidade não apenas física, mas emocional e espiritual.  Deus faz questão que esse ato expresse verdadeiro amor, pureza e aliança (pacto), reservando-o, por essa razão, para o casamento (Gn 2.24).

·        Dar-nos alguém com quem podemos ser transparentes, autênticos, sem experimentar vergonha (Gn 2.25).  O desejo d’Ele é que possamos amar e ser amados sem medo, porque o verdadeiro amor expulsa o medo (1 Jo 4.18).

·        Revelar a grandeza do amor de Cristo por nós como sua Noiva, a Igreja (Ef 5.22-32).  A história, de Gênesis a Apocalipse, enfatiza o amor de Jesus por sua Noiva e nós recebemos o privilégio de ser um espelho desse amor.  Sua aliança, Sua fidelidade e Seus propósitos eternos revelam-se no casamento.

Dessa forma, não devemos ficar surpresos ao saber que Satanás empenha todos os seus esforços para acabar com casamentos saudáveis, prejudicando a muitos, tornando essa união numa relação intensamente infeliz para muitas pessoas.  Se Deus, por Sua vez, não fizesse um compromisso de aliança conosco no casamento, não teríamos chances de nos aproximar dos Seus propósitos eternos.  Um casamento saudável é realmente glorioso!  E um infeliz, pode tornar-se num inferno, destruindo não apenas o casal, mas a família, e espalhando essa herança negativa às gerações seguintes.

Débora e eu trabalhamos com restauração de vidas.  Deus nos permitiu fundar o ministério REVER (Restaurando Vidas, Equipando Restauradores).  Aprendemos que as dores das pessoas são reais e devem ser levadas à sério para que sejam restauradas.  Empatia, chorar com os que choram e ajudá-los a desabafar, a liberar a dor e a experimentar Jesus levando essa dor sobre si são partes fundamentais na restauração de pessoas feridas.  Ao mesmo tempo, precisamos entender bem os propósitos de Deus no sofrimento e não nos enganarmos em pensar que a felicidade das pessoas é o supremo alvo da vida ou de nosso ministério.

Tenho conversado com muitas pessoas crentes que experimentam diversos graus de abuso emocional em seus casamentos.  Dizem não agüentar mais.  Querem, de qualquer forma, algum escape, alguma saída.  Isso é preocupante, pois cada um que se divorcia acaba influenciando outros e, se continuar assim, haverá uma epidemia de divórcio na igreja.  Mas algo é ainda mais inquietante: perdemos a visão de Deus para o casamento e não acreditamos quando Ele comunica claramente Seu coração quanto a como agir em casamentos infelizes.  A Bíblia traduz o coração d’Ele nesse sentido em quatro passagens, com os seguintes temas:

·        Mal 2.10, 13-17 – Deus odeia o divórcio e a violência.

·        Mt 19.3-12 – Não devemos nos divorciar a não ser no caso de adultério.

·        1 Co 7.1-17 – Bases bíblicas para o divórcio e novo casamento da parte dos crentes.

·        1 Pe 3.1-9 – Como tratar um cônjuge descrente.

Quando peço que pessoas infelizes leiam esses textos para ouvir a Deus sobre sua situação, muitas simplesmente desprezam a perspectiva bíblica e continuam focalizando a sua dor, seu sofrimento, sua infelicidade.

O mundo, a carne e o diabo juntam-se para nos convencer de que nossa felicidade é o que deve nortear nossas vidas.  Esta crença, e os espíritos atrás dela, enganam o mundo e querem enganar os santos.  A teoria do humanismo exalta o ser humano como um deus, ele é o mais importante.  O espírito do individualismo exalta o indivíduo e sua realização pessoal.  O hedonismo exalta o prazer e o “direito” de orientar a vida pela busca a qualquer preço da felicidade.

Muitas pessoas que sofrem em seus casamentos estão desnorteadas; focalizam mais sua dor que Cristo; preocupam-se mais com seu sofrimento do que em serem fiéis a Ele.  Em parte é compreensível, porque quem sofre muito tende a perder a perspectiva sã e equilibrada.  O problema aprofunda-se quando os pastores destas pessoas se perdem na dor delas também, apoiando-as na procura de sua felicidade através do divórcio.  Essa procura da felicidade perde totalmente de vista as palavras de Jesus, quando disse: “Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim.  Quem acha a sua vida a perderá, e quem perde a sua vida por minha causa a encontrará” (Mt 10.38, 39).

Precisamos lembrar que o sofrimento é parte natural do chamado cristão.  Somos bem-aventurados quando insultados, perseguidos e caluniados por causa de Jesus (Mt 5.11).  Paulo considerou tudo como lixo, como perda, como esterco para poder realmente conhecer a Cristo.  Ele resume sua visão, dizendo: “Quero conhecer Cristo, o poder da sua ressurreição e a participação em seus sofrimentos, tornando-me como ele em sua morte” (Fp 3.10).  Deus e a Bíblia lidam seriamente com o assunto do sofrimento.  Um livro inteiro da Bíblia é dedicado ao sofrimento injusto (Jó), os Salmos expressam com muita honestidade a dor e sofrimento do salmista; 1 Pedro foi escrito especificamente para crentes que sofrem nas mais diversas situações (na sociedade, no emprego e no casamento).  Pedro ressalta que Jesus é nosso exemplo de como enfrentar o sofrimento e que devemos andar em Seus passos (1 Pe 2.21).

Todos sofremos, crentes e não-crentes, doenças, problemas financeiros, morte de alguém querido, assalto, casamento difícil… Como o cristão responde a esse sofrimento pode ou não refletir a glória de Deus e o exemplo de nosso Senhor e Salvador.  Caráter forma-se na fornalha.  Paulo considera que “os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada” (Rm 8.18).  Conheço poucas pessoas que têm sofrido fisicamente tanto quanto minha filha, Karis, que, com uma doença crônica, passou grande parte de sua vida com dor, internada em hospitais e diversas vezes desenganada pelos médicos.  Mas a glória de Deus que vejo nela me emociona.  Quem sofre no casamento tem um convite para esse caminho de glória.  Há também a opção de fugir desse caminho estreito, trocando a glória de Deus por sua própria felicidade.

Lembremos: felicidade e alegria não são sinônimos.  Felicidade é circunstancial, afetada por muitas coisas, como desemprego, dor, conflitos e adversidade.  Alegria é um fruto contínuo do Espírito (Gl 5.22, 23) e uma expressão fundamental do reino de Deus (Rm 14.7).  Saber a diferença  e viver nessa alegria não é algo automático; é um aprendizado.  Paulo aprendeu a adaptar-se e contentar-se em “toda e qualquer circunstância” através da graça de Deus que o fortalecia (Fp 4.11-13).  Deus quer que tenhamos uma alegria que não dependa do nosso cônjuge.  Este não tem o poder de dominar nossos sentimentos.  Nós mesmos é que escolhemos e somos responsáveis por nossas escolhas.  Quando deixamos o nosso cônjuge ter um poder indevido sobre nós, permitimos um tipo de idolatria em nossas vidas que gera uma série de seqüelas, não só para nós, mas também para nossos filhos.

Isso significa que Deus não se importa com nosso sofrimento, que Ele não dá ouvidos ao nosso clamor?  De maneira alguma!  As Escrituras nos falam constantemente do amor, da misericórdia e da compaixão de Deus.  É exatamente por causa do Seu imenso amor que Ele não permite que adotemos práticas que irão nos prejudicar ainda mais.  A pergunta mais pertinente é se nósconfiamos o suficiente n’Ele para acreditar que os Seus mandamentos existem para nosso maior bem-estar, e que o caminho da obediência é o caminho de bênção para nós e para nossos filhos.

Vejamos, rapidamente, o intuito das passagens que falam da visão divina sobre como agirmos em casamentos infelizes.  Iniciemos por 1 Coríntios 7, que fala especificamente a pessoas crentes casadas com descrentes.  Aqui, Deus chama o cônjuge cristão a olhar para o casamento à luz da eternidade.  O alvo não é ser realizado, alegre ou sentir-se bem.  O alvo é a salvação do cônjuge e a santificação dos filhos.  Se o cristão procura o divórcio quando o cônjuge não quer isso, o não-crente terá bastante razão para sentir-se ferido, magoado e amargurado não apenas com o cônjuge, mas também com o Deus dele (e com a igreja que apóia o divórcio, se for o caso).

Quanto aos filhos, alguém pode até achar que eles viverão muito melhor longe do cônjuge não-crente.  Com certeza, se houver violência no lar, uma separação temporária seria indicada.  Mas os efeitos negativos do divórcio nos filhos são bem documentados.  Também existe um impacto sério no mundo espiritual.  Quando Paulo fala que o cristão deve ficar casado para que os filhos sejam santificados (1 Co 7.14), eu entendo que quando um cristão honra a aliança de casamento, obedece a Deus e se comporta com fidelidade e amor num contexto difícil, os filhos ganham uma herança espiritual abençoada que de outra forma não poderiam adquirir.  Se houver a quebra da aliança, o afastamento dos planos de Deus, a procura de sua própria felicidade acima de qualquer coisa, também será transmitida uma herança no mundo espiritual para as crianças, porém, amaldiçoada.

Meus pais e sogros tiveram casamentos bem difíceis.  Sofreram muito.  Mas a herança que eu tenho e a visão que tenho do casamento, de que ele permanece “até que a morte os separe”, fortalece-me tremendamente nos momentos que eu também lido com dificuldades.  Passar esse legado para meus filhos é muito maior do que qualquer dinheiro ou posses que poderíamos deixar.  Não apenas meus filhos, mas a igreja inteira e o mundo, com todo seu desespero, ganham confiança e esperança de que um casamento saudável é possível.  Essa herança alcançará pessoas e gerações muito além da minha família.

1 Coríntios 7 mostra-nos que existe um padrão de comportamento mais elevado para o crente do que para o não-crente.  O não-crente não conhece Jesus, não tem o poder do Espírito Santo, não sente obrigação alguma de evitar o que Deus odeia e não sente nenhuma necessidade de obedecer à Palavra de Deus.  Ele pode divorciar-se.  Paulo diz, porém, que o crente não pode (falaremos de uma exceção que vejo quanto a isso).  O crente não pensa primeiro em si mesmo.  O propósito de Deus ao criar o homem não é a sua auto-realização e sim que ele O glorifique e desfrute do Pai pela eternidade.  O cristão pensa primeiro na glória de Deus e, em segundo lugar, conforme esta passagem, nas conseqüências eternas para seu cônjuge e filhos.

Por incrível que pareça, nas passagens indicadas neste artigo, Jesus, Paulo e Pedro não comentam a felicidade da pessoa num casamento difícil.  Também não mencionam o amor ou a falta do mesmo.  Ao falar de razões justificáveis para o divórcio, estes textos tratam de comportamentos objetivos e visíveis:  o adultério (Mt 19) e o abandono (1 Co 7).  Ainda que, em outro contexto, Jesus fale do adultério que acontece no coração (Mt 5.27-30), em Mateus 19 e 1 Coríntios 7, Jesus e Paulo não estão falando de adultério ou de abandono emocional.  Falam de comportamentos objetivos e visíveis que um tribunal de justiça reconheceria.

Jesus, Paulo e Pedro não fazem alusão de como uma pessoa não-crente trata seu cônjuge.  Não se referem ao abuso físico ou emocional.  O profeta Malaquias sim, indica que Deus odeia o divórcio e a violência (2.16).  Uma pessoa casada com um cônjuge violento deve tomar as medidas necessárias para se proteger, colocando limites saudáveis e afastando-se dele quando agir de forma violenta.  Tanto o livro Limites, de Cloud e Townsend (Editora Vida), como O Amor Tem Que Ser Firme, de James Dobson (Mundo Cristão), dão boas dicas nesse sentido.

Se alguém não consegue se proteger da violência de seu cônjuge, crente ou não-crente, talvez precise separar-se.  Infelizmente, pessoas crentes também podem ser abusivas.  Quase sem exceção, abusadores foram vítimas de abuso no passado, provavelmente na infância.  A igreja e o cônjuge abusado precisam reconhecer isso e procurar uma forma de tratamento para seus problemas.  Ao mesmo tempo, se o abusador for resistente a tratar-se, a prioridade é dar apoio para que o cônjuge e os filhos não continuem a sofrer atos de violência.  A igreja nunca pode estipular que se submeter a qualquer forma de violência seja parte do que significa ser “submisso” dentro de um casamento.  Se o abusador for membro da igreja, é preciso confrontá-lo e corrigi-lo, seguindo os passos de Mateus 18.15-17 que pode, na pior das hipóteses, chegar à disciplina máxima da igreja.  Ela deve ser um lugar seguro, onde pessoas abusadas podem falar a verdade sobre suas vidas e seus relacionamentos e receber a proteção e o apoio necessários.

Existem casos onde uma separação temporária ou até prolongada é indicada.  Mas já que Paulo deixa claro que não deve haver separação, eu entendo que a mesma precisa ser feita sob a perspectiva de reconciliação.  O alvo da separação temporária é a restauração do casamento.  O motivo da separação é a proteção emocional e física da pessoa abusada, visto que, na separação temporária, haverá maiores chances de cura e crescimento da parte de ambos os cônjuges, para que o casamento possa ser restaurado.

Quando um casamento é tão penoso a ponto de um cônjuge agir como se fosse inimigo (sendo ele crente ou não), precisamos voltar às palavras de Jesus sobre como tratar nossos inimigos (Mt 5.43-48; Lc 6.27-36).  Seja debaixo do mesmo teto ou separados, Ele nos ensina pelo menos quatro atitudes em relação a esse cônjuge “inimigo”:

1.      Amá-lo.  Este amor não é um sentimento romântico, mas uma atitude de desejar o melhor para o outro, agindo segundo esse desejo.  Muitas pessoas em casamentos delicados queixam-se de que perderam seu amor pelo cônjuge.  O amorágape indicado aqui vem de Deus; não é natural a nós.  Esse amor se perde apenas se perdermos o vínculo com Deus.  Se perdermos esse amor, nosso problema é maior e diferente do que a falta de um sentimento especial pelo nosso cônjuge.

2.      Orar pela pessoa que nos maltrata, intercedendo por seu arrependimento, para que ela caia em si, encontre a Jesus e O veja em nós.

3.      Fazer o bem para quem nos odeia.  Uma expressão desse “bem” pode ser insistir para que o cônjuge procure aconselhamento ou passe por algum tratamento de restauração como uma condição de continuarem juntos, ou de voltarem a morar juntos, se já estiverem separados.

4.      Abençoar quem nos amaldiçoa.  Precisamos lembrar que pessoas abusadas naturalmente abusam também.  Pessoas feridas naturalmente machucam outras.  José do Egito, abusado por seus irmãos, em sua dor, não percebeu que ele também os machucou profundamente.  Precisamos abençoar nosso cônjuge, pois, do contrário, faremos mal para ele (veja 1 Pe 3.9).

Eu não tenho dúvida de que essas atitudes são impossíveis para qualquer ser humano que dependa apenas de si mesmo.  Precisamos rogar que o Espírito Santo nos encha para amar como apenas Ele pode.  Ora, se até as dicas que Paulo dá para casamentos bons e saudáveis, em Efésios (5.21-31), são baseadas na condição de sermos cheios do Espírito (Ef 5.18), quanto mais num casamento disfuncional ou abusador!

Paulo fala de submissão da esposa ao marido (Ef 5.22-24).  Não é uma submissão cega.  Existem dois níveis de autoridade acima da autoridade humana em nossas vidas: as Sagradas Escrituras e a nossa consciência.  Se, por exemplo, o marido quer forçar sua mulher a fazer algo que ela entende ser contrário ao ensino bíblico ou contra sua consciência, ela deve desobedecê-lo, ao mesmo tempo que demonstra respeito e até aceita possíveis punições.  (Veja o exemplo de Pedro e João que, respeitosamente, desobedeceram os líderes religiosos, em Atos 5.27-42, aceitando as conseqüências.  Essa atitude se tornou famosa através da “desobediência civil”, da parte de grandes líderes, como Gandhi e Martin Luther King.)

Ser maltratado não é algo que necessariamente vai contra nossa consciência.  Pedro dá instruções claras e profundas a escravos cristãos para se submeterem não apenas aos bons e amáveis chefes, mas também aos maus.  Ele elogia o suportar aflições injustas por causa do nome de Cristo ou por fazer o bem.  Chama-os a andar nos passos de Jesus que “quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças” (1 Pe 2.18-23a).  Após descrever todo o contexto do escravo e de como Jesus agüentou ser maltratado, Pedro inicia tanto as instruções para a esposa, como para o marido no capítulo seguinte, com as palavras “Do mesmo modo” (1 Pe 3.1, 7).  Ele orienta como agir quando somos maltratados pelo governo (1 Pe 2.13-17) ou no trabalho (1 Pe 2.18-21); essas orientações se aplicam aos maus-tratos ou abuso no casamento.  Ao mesmo tempo, como já mencionado, isso tem seus limites.  Se a saúde física, a vida da pessoa ou a saúde emocional estiverem ameaçadas, uma separação temporária seria indicada.

Retomando o ensino bíblico para casamentos em crise, Jesus enfatiza que o que Deus uniu, ninguém deve separar (Mt 19.6).  A aliança do casamento se dá entre três pessoas: Deus, um homem e uma mulher.  Em primeiro lugar, divórcio vai contra a natureza de Deus, contra o caráter d’Ele, contra demonstrar que somos parte de um povo fiel que cumpre Sua palavra e mantém Sua aliança.  Não deve nos surpreender que Deus odeie o divórcio.

Quando o crente toma a iniciativa para se divorciar, age como um não-crente, não acredita que Deus sabe melhor do que ele, não se submete a obedecer Sua Palavra, escolhe fazer o que Deus odeia e, provavelmente, afasta seu cônjuge ainda mais da presença do Deus Eterno.  Paulo ensina que, sendo paciente e perseverando no casamento, poderemos ver uma de duas coisas: o cônjuge arrepender-se ou arrebentar-se.  No primeiro caso, salvamos nosso cônjuge e o casamento e resgatamos algo imensuravelmente precioso para nossos filhos.  No segundo caso, se o não-crente optar por sair do casamento ou adulterar, ele nos libera dessa aliança, dando-nos até a opção de casar novamente (1 Co 7 e Mt 19).

O que fazer se o cônjuge não-crente ou abusador nunca se arrepende e muda, mas permanece dentro do casamento?  Isso talvez seja o maior medo dos cristãos que sofrem em casamentos infelizes.  Ainda se for necessário se separarem por motivos de abuso, eles devem continuar com as atitudes indicadas sobre nossos “inimigos”.  Alguém que está num estado prolongado de separação pode perguntar “nunca poderei me casar de novo e ser feliz?”  Eu entendo que Jesus menciona esse assunto de forma indireta, em seu ensino em Mateus 19.  Quando os discípulos acham que a visão de Jesus para o casamento é pura utopia, ele responde: “Nem todos têm condições de aceitar esta palavra; somente aqueles a quem isso é dado.  Alguns são eunucos porque nasceram assim; outros foram feitos assim pelos homens; outros ainda se fizeram eunucos por causa do Reino dos céus.  Quem puder aceitar isso, aceite.”  (vv. 11, 12).

Eu enxergo que alguns se fazem eunucos (celibato) por causa do Reino, optando por não entrar na felicidade de um novo casamento porque seus olhos estão fixos em Jesus e Seus propósitos eternos.  Aguardando a salvação do cônjuge, entregam suas vidas para Jesus (incluindo suas vidas sexuais), agindo, assim, como verdadeiros discípulos ou filhos de Deus.  Isso implica evitar intimidade e qualquer situação que possa levá-los a se envolver emocional ou fisicamente com o sexo oposto.  Se, por motivos da violência do cônjuge, um cristão precisa ficar separado fisicamente dele, deve assumir a atitude que Paulo relata no final de 1 Coríntios 7, sobre dedicar-se a Jesus com toda sua energia e tempo, como se fosse solteiro.  Ao mesmo tempo, ele precisa ter o cuidado de não deixar o ministério ser um motivo para se afastar das quatro atitudes já indicadas, sobre como se relacionar com seus inimigos.

Seria um pecado a igreja ou um líder pastoral apenas apontar tudo isso e dizer que vai orar pela pessoa que sofre num casamento complicado.  Fé sem obras é morta (veja Tg 2.14-17).  A igreja precisa oferecer diversas formas de ajuda para essa pessoa.  As três principais são:

1.      Grupos familiares, um contexto onde a pessoa abusada pode experimentar um lugar seguro, um ambiente familiar saudável e aprender, se não sabe ainda, como relacionar-se de forma sadia.

2.      Grupos de apoio compostos especificamente de pessoas com problemas que não conseguem resolver.  Aqui ela encontra companheiros de jugo, um lugar onde pode ser realmente honesta, transparente e autêntica em seus altos e baixos, e um contexto no qual tratar seus próprios problemas emocionais.  (Veja meus livros Aprofundando a Cura Interior através de Grupos de Apoio, Volumes 1 e 2, Editora Sepal.  Veja também o livro de Débora, Vítima, Sobrevivente, Vencedor. Perspectivas sobre Abuso Sexual, Editora Sepal, que orienta como montar um grupo de apoio para vítimas de abuso.)

3.      Casais apoiadores.  Estudos feitos nos Estados Unidos (que são citados no site, indicado no relatório ao final deste artigo) demonstram que a porcentagem de divórcios caiu de forma marcante e visível não apenas em uma igreja, mas em cidades inteiras, onde casais saudáveis e capacitados adotaram e acompanharam casais com dificuldades.

A igreja precisa acordar, erguer-se e ser eficaz em resgatar casamentos em crise.  Precisamos parar de oferecer apenas “curativos” para pessoas que sofrem de câncer no seu casamento, e dar apoio, esperança e formas práticas para que elas passem de vítimas a sobreviventes e vencedoras.  Quando um cristão se divorcia do seu cônjuge, de alguma forma muito profunda, está comunicando que falhou na relação mais fundamental de sua vida.  Mas ele não falhou sozinho.  A igreja precisa reconhecer que também falhou ao não dar o apoio, o conselho e a ajuda necessários.

Se a igreja oferecer tudo isso e o crente ainda decidir divorciar-se, resta ainda um passo difícil do “amor que tem que ser firme”, um passo que muitas igrejas hoje em dia não têm coragem ou integridade para tomar.  Quando uma pessoa decide violar consciente e abertamente o ensino bíblico, os passos de confronto e disciplina em Mateus 18.15-17 devem ser seguidos.  Como podemos dizer que levamos o casamento a sério se passamos a mão na cabeça de pessoas que optam em, explicitamente, desobedecer o ensino bíblico nesta área?  Em nome de enxergá-las como vítimas, coitadas, doloridas, feridas e não sei quantas outras coisas, apoiaremos a desobediência explícita à Palavra de Deus?  Se fizermos isso, abandonamos tanto o amor verdadeiro, como a autoridade das Escrituras.  Desafio a igreja a erguer-se, tanto no consolo, aconselhamento e apoio verdadeiro, como em defender o ensino e a prática da visão bíblica do casamento.

Resumindo, Deus tem uma visão gloriosa da aliança do casamento que demonstra Seu caráter e propósitos divinos.  O cristão casado com uma pessoa difícil ou abusadora precisa manter essa visão.  Seu alvo deve ser glorificar a Deus e amar seu cônjuge com a esperança de ver a sua salvação e a salvação de seus filhos.  A igreja deve apoiar de forma palpável na procura de restauração de seu casamento, incluindo ensino bíblico e disciplina, se for necessário.  Se alguém precisa separar-se para proteger-se da violência, isso deve ser um passo temporário com vistas à restauração do casamento.  Dentro ou fora da mesma casa, devemos amar nosso cônjuge, orar por ele, fazer o bem a ele e abençoá-lo.  Nosso supremo alvo não é a nossa realização ou felicidade, mas glorificar a Deus e desfrutar d’Ele para sempre.

Perguntas de reflexão

1.      Como você pode realmente cuidar bem de si mesmo para ter os recursos espirituais e emocionais que precisa a fim de continuar com este cônjuge da forma que glorifica a Deus?

2.      Você tem o apoio de que precisa?  Como poderia ter mais apoio?

3.      O que Deus está falando ao seu coração através deste artigo?  O que você pretende fazer baseado nisso?

 

 

CRISTO, O INCOMPARÁVEL…

CRISTO, O INCOMPARÁVEL!

Dr. John Haggai

“Aquele que vem do alto está acima de todos. Cristo O Incomparável.
Quem é esse Cristo de que falo?
Os personagens de destaque na história perdem sua importância na presença do Incomparável Cristo.

Ele é a Coroa do Universo. O Cumprimento das profecias. O Salvador do mundo.
Cristo sobrepuja a todos.

Ele é a Vox Humana em toda a música e a estática em toda a escultura.

Ele é a mistura mais aprimorada de luz e sombra em toda a pintura.

Ele é o ápice da realização em qualquer empreendimento.

Paro o artista Ele é o supra-sumo da Beleza; para o arquiteto, a Pedra Fundamental.
Para o astrônomo Ele é a Estrela da Manhã; para o padeiro, o Pão da Vida.
Para o biólogo Ele é a Vida; para o construtor, o Alicerce Seguro.
Para o carpinteiro Ele é a Porta; para o médico, o Médico dos Médicos.
Para o educador Ele é o grande Mestre, para o engenheiro, o Caminho Novo e Vivo.
Para o geólogo Ele é a Rocha Eterna, para o escritor, a Palavra Viva.
Para o fazendeiro Ele é o semeador, o Senhor da Colheita; para o floricultor, A Rosa de Sarom e Lírio do Vale.
Para o paisagista Ele é a Videira Verdadeira; para o juiz, o Justo Juiz de toda humanidade.
Para o jornalista Ele é Boas Novas de grande alegria; para o filósofo, a Sabedoria Divina.
Para o pregador Ele é a Palavra de Deus; para o estadista, o Desejo de Todas as Nações.
Para o trabalhador Ele é o Provedor de descanso; para o pecador, O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
Para o cristão Ele é O Filho do Deus Vivo, O Salvador, O Redentor e Senhor.
Para o discípulo Ele é o Comandante Geral que nos dá ordens com clareza incondicional e inconfundível.
ELE É CRISTO, O INCOMPARÁVEL!”

ABRACE OS MOMENTOS DA VIDA…

ABRACE OS MOMENTOS DA VIDA…

Salmo 23.6

“Bondade e misericórdia certamente me seguirão TODOS OS DIAS DA MINHA VIDA; e habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre.”

Abrace os momentos da vida. O sorriso da criança, a brincadeira, a conversa, a flor que nasce. Talvez registre com qualquer câmera. Viva o momento. Acredite: a vida passa pelos momentos. Por isso inspire-se nos momentos. Para isso é necessário percebê-los. Receba as interrupções (problemas, lutas, dores, dificuldades, reveses, tribulações etc) como oportunidade de Deus para experimentar outros momentos que o levarão para os melhores de Deus na vida. Viva na graça de Deus e em sua presença esse momento.

O QUE O DINHEIRO COMPRA E NÃO COMPRA…

O QUE O DINHEIRO COMPRA E O QUE ELE NÃO COMPRA…

O dinheiro compra um bom plano de saúde, mas não compra a saúde.

O dinheiro compra o melhor método educacional e a melhor escola, mas não compra a sabedoria, a inteligência, a capacidade de discernimento.

O dinheiro compra uma casa confortável, mas não compra um lar.

O dinheiro compra os melhores colchões, mas não compra o sono…o descanso.

O dinheiro compra bons divãs e terapias, mas não compra a paz e a tranqüilidade.

O dinheiro compra festas, bailes, bebidas, mas não compra alegria e o contentamento.

O dinheiro compra “virgindade” e prazer, mas não compra amor e intimidade.

O dinheiro compra votos, mas não compra ética.

O dinheiro compra uma boa defesa jurídica, mas não compra a consciência limpa.

O dinheiro compra a terra, mas não compra o céu.

O dinheiro compra supostamente tudo o que é material e visível, mas não compra valores, princípios e a espiritualidade.

Por isso medite:

“Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores.” (1Timóteo 6. 10)

“Não ajuntem riquezas aqui na terra, onde as traças e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e roubam. Pelo contrário, ajuntem riquezas no céu, onde as traças e a ferrugem não podem destruí-las, e os ladrões não podem arrombar e roubá-las. Pois onde estiverem as suas riquezas, aí estará o coração de vocês.” (Mateus 6. 19-21)

“Eu vim (Jesus) para que tenham vida, e a tenham em abundância” ( João 10.10)