PRATIQUE A PALAVRA!

PRATIQUE A PALAVRA!

Jesus disse em Mateus 7.24-27: “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.”

Segundo o ensino de Jesus uma casa pode ser bonita e ornamentada, mas se ela for construida num alicerce errado ruirá quando a tempestade bater trazendo desperdício de recurso e tempo. Assim também é a vida espiritual.

Para Jesus a prática da Palavra de Deus é o que realmente interessa. Se você não colocar em prática o que ouve não adianta nada. Você não ganha nenhum mérito espiritual porque apenas ouve Suas verdades. Você só terá a vida transformada quando praticar o que ouvir.

A única forma de se tornar um verdadeiro seguidor de Jesus é ouvir Sua Palavra e prática-la. Em 1 João 2.4 lemos: “Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.”

Jesus sempre enfatizou a prática da Palavra como algo prioritário. Em Lucas 11.27-28 uma mulher se levanta no meio de uma multidão e exclama: “…Bem-aventurada aquela que te concebeu, e os seios que te amamentaram! Ele, porém, respondeu: Antes, bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!” O importante é a prática da Palavra!

Assim, em que alicerce você está construindo sua vida espiritual? Você é apenas um bom ouvinte ou um efetivo praticante?

A pratica da Palavra de Deus contitui a rocha onde você deve alicerçar sua vida. Não fazer isso é uma perda de tempo, esforço, recurso e da própria vida.

Pratique a Palavra!

ELES DECIDIRAM…

ELES DECIDIRAM…

Os primeiros cristãos abraçaram a fé em Jesus com compromisso, seriedade e coerência. Eles decidiram viver e ser diferentes. Eis as principais decisões que tomaram:

#1 – ELES DECIDIRAM OBEDECER AOS ENSINOS DE JESUS

Eles se comprometeram num viver digno, justo, submisso, entregues ao bem-estar do outro e em obediência irrestrita aos mandamentos de Deus. Eles tinham em Jesus uma razão para viver e morrer.

#2 – ELES DECIDIRAM FAZER A VONTADE DE DEUS

Eles sabiam que “amar a Deus” envolvia obedecê-Lo e fazer Sua vontade. Por agir assim, nunca pensaram na felicidade e no prazer momentâneo da vida como um fim último.

#3 – ELES DECIDIRAM AMAR PESSOAS

Decidiram fazer o bem a todos indistintamente; decidiram sair de si mesmos; decidiram focar no outro. Eles não eram consumistas e nem materialistas.

#4 – ELES DECIDIRAM PERDOAR

Eles decidiram não viver com mágoas, ressentimento e rancor de seus inimigos. Eles decidiram perdoar e obedecer o que Jesus ensinou em Lucas 6.27,28: “… amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam.

#5 – ELES DECIDIRAM VIVER POR FÉ

Eles não tinham e nem exigiam resposta para tudo. Eles apenas davam passos de fé, confiando na bondade amorosa do Deus soberano. Estavam cientes de que a vida não é restrita simplesmente ao “aqui” e “agora”. Eles pensavam na recompensa eterna e futura.

#6 – ELES DECIDIRAM PROCLAMAR A JESUS

Eles estavam certos da missão clara dada por Ele: “…fazei discípulos de todas as nações…” Por isso, saíram pregando a Jesus como o “caminho”, a “verdade” e a “vida” para todos.

Por decidirem assim, esses primeiros cristãos não amaram o mundo, não viviam em crise de auto imagem, não eram narcisistas e não eram ansiosos ou depressivos.

Se quisermos viver com propósito e significado nessa vida, precisamos avaliar como estamos vivendo e DECIDIR viver os que ELES DECIDIRAM.

CONTRA UM MUNDO “CRISTOFÓBICO”…

CONTRA UM MUNDO “CRISTOFÓBICO”…

Nesse exato momento muitos cristãos no mundo estão sendo vítimas de atrocidades físicas e barbáries sem fim. O nosso mundo está cada vez mais “Cristofóbico”.

“Cristofóbico” não porque há apenas grupos que falam, argumentam, filosofam, “batem boca” e propõe leis inócuas contra os valores que os cristãos defendem como a existência e ação de Deus na história, o casamento, a família, a concepção de uma criança no útero etc. Estou indo além.

“Cristofóbico” porque há hoje uma segregação, discriminação, e nos últimos dias um ódio expresso que está aterrorizando, maltratando, humilhando, matando, esquartejando, degolando, fuzilando e crucificando cristãos. Estou falando da ação mundial de grupos islâmicos radicais. Estou falando da crueldade organizada, dogmatizada e propositada. Há um levante mundial ordenado hoje quanto a tudo o que é de “Cristo” e “cristão.”

Ninguém precisa esperar meses e anos para receber notícias das barbáries cometidas contra cristãos na Síria, Iraque, Paquistão, Índia, Indonésia, Sudão, Coreia do Norte, Níger e outros paises. Há diversas fotos e vídeos espalhados pela internet que expõe o horror.

É claro que um verdadeiro cristão sabe que seguir a Cristo inclui sofrimento e perseguição. Jesus predisse e avisou sobre isso em Mateus 10.21,22:Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão. Sereis odiados de todos por causa do meu nome…” Por vezes a perseguição é no nível psicológico, social ou familiar. Mas a perseguição pode incluir abuso físico e morte violenta como a de Estevão em Atos 7, Tiago em Atos 12 e Paulo e Silas em Atos 16.

Mas qual deve ser a postura de um cristão diante daqueles que sofrem perseguição por sua fé em Cristo? Em Hebreus 13.3 somos ensinados: “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles; dos que sofrem maus tratos, como se, com efeito, vós mesmos em pessoa fôsseis os maltratados.

“Lembrar” significa: 1) Não viver com a atitude de que “isso não tem nada a ver comigo”; 2) Orar. Orar por proteção, solução, intervenção sobrenatural, sabedoria aos que estão diretamente envolvidos e pelos inimigos como Senhor Jesus ensinou em Lucas 6; 3) Contribuir financeiramente com instituições que apoiam cristãos em perseguição; 4) Usar as redes sociais para expor o repúdio a toda ação “Cristofóbica”; 5) Enviar e-mail para as embaixadas desses países pedindo uma postura e ação.

Como cristãos devemos viver de forma pacífica e pacificadora. Devemos deixar claro que toda “alma é livre” para crer e viver como quer. Contudo devemos sempre combater a dogmatização, a violência, o proselitismo e a falta de respeito a crença e a postura do outro.

Não espere que nosso atual governo fará algo por essa causa. Um país como o Brasil que se cala diante das atrocidades na Venezuela, mantém laços estreitos com Cuba e Irã e fala de “islamofobia” na Assembleia Geral da ONU, é um país desacreditado, infantil e isolado na comunidade internacional.

Termino dizendo que se há um Islã moderado no mundo, que respeita tudo e todos, diante da realidade “cristofóbica”, essa é uma grande oportunidade para se levantarem e dizerem “não” a todo esse radicalismo. O silêncio do Islã moderado significa o que?

Façamos algo!

 

QUEM CRÊ, AMA. QUEM AMA, CRÊ.

QUEM CRÊ, AMA. QUEM AMA, CRÊ.

Em 1 João 3.17 lemos: “Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?”

O amor precisa se revelado em ações objetivas, práticas e concretas. Os que fazem algo em favor das necessidades das pessoas revelam para elas mesmas, para outros e para Deus que “permanecem…no amor de Deus.”

Amar pessoas significa “fechar o coração.” “Fechar o coração” significa não manter um “jogo de empurra” simplesmente para se livrar do problema. Não diga: “isso não é comigo”. Não filosofe: “muita gente está passando dificuldade nesse mundo”. Não fuja da responsabilidade: “o governo, a sociedade, a igreja, a instituição ‘tal’ deveria fazer alguma coisa.” Antes, assuma a responsabilidade e faça algo!

Se você não consegue repartir seu pão, sua roupa, seu dinheiro, sua influência, seu poder e suas habilidades, não é que tipo de cristão você é, mas que tipo de ser humano que você demonstra?

É importante lembrar que sempre é mais fácil estar engajado na luta e na causa pelos problemas da humanidade do que amar o ser humano mais próximo; aqueles com com quem nos esbarramos todos os dias: pais, filhos, amigos, parentes etc.

Qualquer um pode se auto-avaliar se realmente crê em Deus e experimentou a nova vida que Jesus oferece, pelo simples fato de estar dominado e dirigido pelo AMOR.

AMAR exige sacrifício, entrega, abnegação, altruísmo, envolvimento, doação e ações que possam melhorar, ajudar e fazer crescer o outro, sem tirar um nada de proveito pessoal.

A melhor tradução de uma fé genuína em Jesus Cristo é amar a Deus, com um coração obediente e submisso e amar as pessoas. Quando isso é feito, a fé revela-se pelo amor e o amor autentica a fé.

Assim, quem crê, ama e quem ama, crê. É isso que Deus quer. É isso que precisa ser vivenciado.

EM BUSCA DE PAZ

EM BUSCA DE PAZ

Vivemos num mundo turbulento, rancoroso, ansioso e estressado. As pessoas estão vivendo cada vez mais inseguras, aflitas e cansadas. Todos estão em busca de paz.

Há vários fatores que tiram a paz. Muita gente perde a paz quando ouve as notícias que espalham o aumento do terrorismo mundial e da violência urbana.

Outros perdem a paz porque gostariam de ver mudanças significativa em pessoas. Especialmente aquelas mais íntimas cujos os hábitos de vida prejudicam a fluidez de um relacionamento saudável.

Várias pessoas perdem a paz quando se deparam com circunstâncias onde não se tem uma explicação clara, objetiva, lógica, intelegível e racional.

A verdade pura e simples é: desde que o pecado entrou nesse mundo, a vida não é justa. Nem sempre entendemos o porquê de tudo o que acontece. Isso gera a ansiedade, o nervosismo, o controle, o stress, a frustração e expõe a necessidade de paz.

Em Isaías 9.6 Jesus é chamado de o “Princípe da Paz”. Ele diz em João 14.27:  “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo…” Deus oferece em Jesus a paz interna. Não é algo que alguém se esforça ou implora para ter; não é fruto de longas horas de meditação; não é resultado de terapia ou de rito, regra ou dogma religioso. Antes, a paz bíblica é um presente que Deus dá a todos os que recebem a Jesus com Senhor e Salvador.

Um exemplo da paz que Jesus dá está narrado no em Atos 16. Paulo e Silas foram a cidade de Filipos para pregar o Evangelho. Uma grande oposição se levantou. Eles foram açoitados e presos. Ao invés de murmurarem ou reclamarem contra Deus, o versículo 25 revelam a reação deles: Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus…” Como conseguiam fazer isso? Pelo simples fato de que a paz de Deus invadiu seus corações e os fazia viver além das circunstâncias duras e difíceis.

Assim, a paz tão desejada não tem nada a ver com ausência de circunstâncias, pessoas, problemas ou notícias da vida. Os que creem em Jesus confiam nEle, e recebem do Espírito Santo uma indescritível paz, que faz com que enfrentem a vida com serenidade, tranquilidade e confiança plena em Deus.

Você tem essa paz?

A APARENTE AUSÊNCIA DE DEUS NA DOR

A APARENTE AUSÊNCIA DE DEUS NA DOR

Há momentos em que as dores chegam e parecem ser insuportáveis. E com elas chegam também diversos pensamentos estranhos.

No Salmo 13 Davi está em dor. As palavras do salmo soam num forte tom emocional. E diante de sua dor, que é causada por um “inimigo” 2,e é profunda (vs 2,3), ele convive com a aparente ausência de Deus. Por quatro vezes ele ora usando a expressão: “até quando…”.

No versículo 1 Davi pergunta: “Até quando, SENHOR? Esquecer-te-ás de mim para sempre? Até quando ocultarás de mim o rosto?” Ao viver a dor, Davi ora questionando a Deus. Ele reclama que Deus não age. Parece até que Ele não se importa; não se envolve. Davi sente-se esquecido e abandonado. Ele vive uma suposta ausência ou indiferença de Deus quanto a sua dor.

Mas Davi ao invés de descartar Deus, ou de forma egoísta e precipitada dizer que Ele não existe”, ele opta por confiar e depender dEle. Davi termina o Salmo afirmando nos versículos 5,6: “No tocante a mim, confio na tua graça; regozije-se o meu coração na tua salvação. Cantarei ao SENHOR, porquanto me tem feito muito bem.”

Passar por dores é algo muito interessante. As dores tem a capacidade de apurar e refinar a nossa fé.

Quando as dores chegam elas colocam em cheque nossas crenças, valores e conceitos. Esses, ou tornam-se sólidas convicções, ou apenas passam a ser classificadas como mitos.

Quando as dores chegam devemos decidir pela opção de Davi: confiar em Deus! É preciso sempre em manter os olhos fixos nEle e em Sua extrema e soberana bondade.

Não se pode se perder na dor. Não há extrema dor que Deus não esteja presente e carregando-nos. Precisamos abraçar as grandes promessas que Deus nos dá em Sua Palavra. Em Isaías 43.2 lemos: “Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.” Hebreus 13.5 afirma: “…De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.”

A.J. Gossip expressou com muita propriedade: “A dor é uma coisa gentilmente esperançosa. Ela é uma prova, uma garantia clara de que tudo ainda não acabou e que ainda há uma chance.”

Não cometa o erro de julgar a Deus simplesmente porque Ele não se move diante de sua dor do jeito e na hora que você quer. Use esse tempo de dor para orar a Ele, alimentar-se dEle, submeter-se a Ele, esperar nEle, descansar nEle, centrar-se nEle e acima de tudo confiar nEle.

USANDO BEM AS PALAVRAS

USANDO BEM AS PALAVRAS

As palavras são muito importantes. Uma palavra errada, na hora errada, de forma errada com o tom errado, pelo motivo errado, pode destruir muita coisa boa.

O uso das palavras revela mais sobre as pessoas do que elas imaginam. Jesus disse em Mateus 12.34, “… a boca fala do que está cheio o coração.” O famoso pregador inglês John Wesley afirmou: Deixe que suas palavras sejam a imagem real do seu coração.”.

Usar palavras é uma arte. Salomão ensina essa arte ao dizer em Provérbios 22.11:O que ama a pureza do coração e é grácil no falar terá por amigo o rei.” Blaise Pascal afirmou: Palavras amáveis não custam muito. No entanto, elas realizam muito.”

É preciso usar bem as palavras. Elas tem um tremendo efeito. Elas podem animar, encorajar, fortalecer e elevar, ou podem desanimar, destruir, enfraquecer e arrasar. Provérbios 16.24 ensina : “Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo.”

Há várias formas de usar palavras. Por vezes usar palavras exige manter silêncio – Provérbios 17.28 diz: “Até o estulto, quando se cala, é tido por sábio…” Não falar por vezes é mais sábio do que argumentar. O silêncio quando usado de forma correta é uma arma poderosa na comunicação.

Usar as palavras também pode exigir que se “faça de surdo.” A Bíblia diz no Salmo 38.13: “Mas eu, como surdo, não ouço e, qual mudo, não abro a boca.” Nem sempre é necessário dar ouvidos a tudo o que os outros falam. Jesus fez uso dessa postura quando acusado por seus algozes. O silêncio é uma boa resposta no meio de acusações infundadas.

Segundo o Salmo139.4, Deus conhece tudo sobre nossas palavras. O texto diz: “Ainda a palavra me não chegou à língua, e tu, SENHOR, já a conheces toda”. Por isso devemos fazer-Lhe duas orações: Põe guarda, SENHOR, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios” (Salmo 141.3), e “As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu!” (salmo 19.4)

Lembre-se: suas as palavras produzem imagens. É preciso usá-las sempre para glorificar a Deus e edificar pessoas.

Por isso, use bem as palavras!

ORE!

ORE!

Provérbios 3.6 nos ensina: “Reconhece-O em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas.”

Infelizmente muitos oram pouco ou não oram nada. Se questionados sobre o problema talvez muitos diriam que seria por falta de tempo, falta de palavras ou falta de “espiritualidade”.

A ausência de oração na vida é algo sintomático do que simplesmente a “falta” de alguma coisa. Na verdade oramos pouco ou nada por causa da nossa autossuficiência e da falta gritante da dependência de Deus.

Achamos que podemos lidar bem com a vida sem Ele. Por uma lógica até dizemos: “porque incomodar Deus com a minha vida; Ele já tem muitos problemas no mundo para lidar.” As palavras até soam com certa “humildade” e “sabedoria”, mas na verdade elas transbordam mesmo de autossuficiência.

É Deus que nos ordena a colocar “todas” as coisas diante dEle. “Toda” é uma palavra abrangente e inclusiva. “Todas” são “todas”.

Deus não está tão ocupado com o mundo aponto de desinteressar pelos pequenos ou grandes dilemas de nossas vidas.
Deus não é um objeto da religião; Deus é uma pessoa com quem nos relacionarmos. E orar não é um recurso para os “fracos”, mas é uma oportunidade para estreitar uma maior amizade e intimidade com Ele.

Orar significa colocar diante de Deus tudo o que está no coração. Orar é expor toda alegria, dor, felicidade, desapontamento, frustração, ânimo, desânimo e seja lá o que for, usando palavras ou não

Orar não significa pressionar Deus para que seja feito do jeito e da forma que queremos. Orar não é “decretar” a Deus o que Ele deve fazer. Orar não é tentar manipular Deus com Sua Palavra, como que dizendo: “Te peguei…está aqui na Bíblia…tem que ser feito porque o Senhor prometeu…”. Orar também não significa falar frases sem sentido.

Orar não deve começar conosco, mas com Ele. Jesus ensinou: “Vós orareis assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o TEU nome; venha o TEU reino, seja feito a TUA vontade…”

O que vale mesmo diante do Senhor é deflagrar e abortar a nossa hipócrita autossuficiência e ir ao encontro de uma total, plena e irrestrita dependência dEle. Isso sim, O agrada.

O princípio é simples: Ore! Mas ore certo!

SE UM MORTO PUDESSE FALAR NO DIA DE SEU PRÓPRIO FUNERAL, O QUE DIRIA?

SE UM MORTO PUDESSE FALAR NO DIA DE SEU PRÓPRIO FUNERAL, O QUE DIRIA?

A morte é real. Alguns não a levam muito a sério. Outros dizem: “Devemos celebrar a vida”; “pensar na morte, pra que?” Mas a realidade é que todos iremos morrer. Estamos preparados?

Se um morto pudesse falar no dia seu funeral, o que diria? Talvez essas seriam suas palavras:

“Olá, bom tê-lo aqui. Faz tempo que não nos vemos. Fico feliz que está aqui para me ver, ou para dar um consolo a um dos meu parentes ou amigos. Muito obrigado!

Eu nunca pensei em morrer. Ia aos funerais, mas nunca me achei um mortal. Não achava que ia morrer, não queria morrer e esforcei-me muito para não morrer ou falar sobre a morte.

Mas aqui estou…morto. É real o que alguém disse: “nu sai do vente e nu voltarei…” Acabou tudo! Se soubesse que iria morrer chegaria a fazer muita coisa diferente do que fiz.

Sim, gastaria mais do meu tempo com pessoas. Gastaria mais do meu tempo com minha família. Sinto que não fui o marido que deveria ter sido. Por muitas vezes deixei minha esposa triste com minhas palavras e atitudes. Poderia ter saído mais com ela para bater papo, tomar um lanche e conversar e conversar. Mas fiquei tão preso no trabalho, com amigos e com prazeres, que me perdi da pessoa que mais me amou nesse mundo. Que erro que cometi!

Oh, como gostaria de ter passado mais tempo com meus filhos. Não os vi crescer; não vi a fase da vida deles. Quantas vezes errei dando a eles presentes e não a minha presença. Achava que estava fazendo tudo certo. Esqueci de dar a eles valores e princípios. O pior é que hoje sei que eles vão sofrer. Digo isso porque de alguma forma sou parte do modelo que eles serão na vida. Que tolice!

Por estar envolvido com tantas coisas bobas, esqueci de me relacionar com as pessoas que gostavam de mim. Meus familiares, meus parentes, meu amigos. Poderia tanto ter tido mais tempo com eles! Quantas vezes na pressa não dei atenção, ou pedi para alguém dizer que não estava. Quantos telefones não atendi; quantas desculpas dei. Que besteira!

Mas o pior de tudo, gostaria de ter focado mais na vida espiritual. Gostaria de ter lido, ouvido e estudado mais sobre as verdade de Deus. Aqui é que realmente percebo quanto fui tolo em não busca-Lo. Achava que as verdades espirituais eram todos balelas. O importante era ter uma religião. Mas agora vejo, como tudo está errado e fui insensato.

Agora que descobri que era uma alma envolta num corpo, e esse corpo está aqui frio e vai para túmulo, mas a minha alma está viva. Por que não investi na minha alma? Por que não me deixe estar mais aberto aos princípios espirituais? Por que não ouvi mais de Deus, mais de Jesus Cristo, mais da Bíblia? Por que não me voltei mais para Ele?

Infelizmente e só agora entendo o que Jesus quis dizer: “ Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”. Que que pena, eu não cri! Que pena que perdi minha vida! Que pena!

Mas hoje, vocês todos que me ouvem, podem viver de uma forma diferente porque ainda estão vivos! E quem está vivo tem esperança.”

Pense nisso!

CAPACITADOS PARA AMAR

CAPACITADOS PARA AMAR

Jesus foi questionado por um intérprete da Lei sobre qual seria o maior dos mandamento. Ele respondeu assim em Mateus 22.37-39: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Nesse texto Jesus resume que a exigência de Deus é amar a Ele e ao próximo.

Jesus em sua afirmação usa a forma verbal grega “agapao” para “amar”. “Agapao” é o mais alto nível de amor. “Agapao” significa amar de forma desinteressada, sacrificial e comprometida com o bem do outro sem esperar nada em troca.

Assim, amar significa manter relações responsáveis com Deus e com o próximo. Quem ama é alguém responsável. É o amor que consolida toda relação entre Deus e o homem e entre o homem e o homem. Quem ama não precisa de mais nada na vida.

Quando não se ama o pecado aparece. E aparece em forma de egoísmo, desejos errados, ódio, mentira, engano, amargura, ressentimento etc.

Dr Jay Adams afirmou: “O amor é a resposta final para todos os problemas da existência.”

O alvo da vida é aprender a amar e todo ensino deve nos conduzir amar a Deus e ao próximo.

Quem ama a Deus é sensível ao que Ele diz e ordena e está disposto a fazer tudo para agradá-Lo e fazer tudo para não desagradá-Lo. O amor a Deus se expressa pela obediência irrestrita, pronta e disposta a Ele.

Quem ama o próximo centra-se no próximo. Quem ama demonstra paciência, age com bondade, não é possessivo, não demonstra orgulho ou vaidade, não é grosseiro e estúpido, não é egoísta, não se irrita, não guarda mágoas, não fica feliz pelas coisas erradas, antes alegra-se com o que é certo. Quem ama persiste, suporta e espera. É assim que Paulo em 1 Coríntios 13.4-7 define uma pessoa que ama.

Amar é o resultado direto da ação do Espírito Santo na vida de uma pessoa (Gálatas 5.22). Amar é uma capacidade espiritual que é derramada nos corações de todos aqueles que creem em Jesus (Romanos 5.5). Fora de uma ação espiritual profunda de Deus no coração, o ser humano é incapaz de amar.

Somente quando o poderoso amor de Deus invade o seu coração é que você então poderá ir adiante amando a Ele e ao próximo. Amar é o que Ele exige. E o que Ele exige, Ele dá a graça, a força, a capacidade e o poder para cumprir.

O GUIA PARA A FELICIDADE

O GUIA PARA A FELICIDADE

Todos temos algo em comum: queremos ser felizes. Esse não é um desejo ruim. É bom. O ruim é quando se busca a felicidade desconsiderando, desagradando e desonrando a Deus; aí a busca pela felicidade torna-se peso, tristeza e amargura na vida.

No livro de Provérbios temos o guia para a felicidade. Salomão nos ensina em Provérbios 3.13: “Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento.”   O texto diz que “sabedoria” faz uma pessoa feliz.

Mas o que é a sabedoria? Sabedoria é a capacidade de julgar corretamente e seguir o melhor curso de ação com base no conhecimento e na compreensão.

Se a sabedoria traz felicidade, Salomão dá a dica em Provérbios 4.7 do que se deve fazer: “…Adquire a sabedoria; sim, com tudo o que possuis, adquire o entendimento.”

Mas onde está a fonte para se adquirir a sabedoria? Salomão revela a fonte em Provérbios 1.7: “O temor do SENHOR é o princípio do saber…Ele ainda diz em Provérbios 2.6: “Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento.”

Salomão toma o cuidado de explicar que a sabedoria que conduz a felicidade está em Deus. A felicidade não pode ser o fim último do homem. Deus precisa ser o fim último. Quando o homem realinha sua vida com Deus, a felicidade torna-se um resultado. Oswald Chambers acertou ao afirmar: “Santidade, não a felicidade, é o fim principal do homem.”

Assim, uma vida feliz não vem do nada. A felicidade na vida é um resultado por agir com base nos princípios e valores de Deus apresentados em Sua Palavra.

O primeiro sermão de Jesus foi sobre a felicidade. A sabedoria que conduz a vida feliz está em Jesus. É por isso que Paulo afirmou em Colossenses 2.3: “Porque nEle estão escondidos TODOS os tesouros da sabedoria e do conhecimento”

Se você está a busca da felicidade e da sabedoria para viver, o convite é que você venha a Jesus.

O que abandona a insensata forma de viver e se lança na sabedoria oferecida por Deus em Jesus, recebe o guia para a felicidade como consequência.

Você virá a Jesus?

TEMA A DEUS!

TEMA A DEUS!

Uma ordem bíblica que incomoda muitas pessoas é: “temei a Deus.” A palavra “temer” em português sempre está associada com “medo”. “Medo” é algo paralisante.

“Temer a Deus” não significa “ter medo de Deus”. Sabemos disso porque 1 João 4.18 diz: “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor.”

No Antigo Testamento a palavra “temor” no hebraico é “yare” que significa “respeito, reverência”. A forma verbal “yarah” significa “temer” no sentido positivo. Assim deve-se “temer a Deus” porque Ele é cheio de boas intenções (Ex. 20.20) e os que assim o fazem são beneficiados com sabedoria e conhecimento para a vida. (Sl 119.38; Pv 1.7, 9.10).

No Novo Testamento a palavra grega “phobos” significa “medo”, “temor”. Não um mero “medo” do poder ou do castigo de Deus, mas um temor salutar que leva a agradá-Lo e não querer desagradá-Lo.

“Temer a Deus” então é uma profunda reverência e respeito pelo que ELE é, faz e ordena, que conduz a adoração, submissão, admiração e um tratamento duro, sério e radical para com o pecado.

Os que temem a Deus tem uma visão clara e nítida de quem Ele é. Eles O respeitam, O reverenciam, O amam, O obedecem, O servem, O adoram, O admiram. São pessoas que estão dispostas a compreender e fazer Sua vontade.

Os que temem a Deus sabem muito bem que Ele é santo e abomina o pecado, e por isso querem se afastar deliberadamente de tudo o que não O agrada, porque não só querem viver em santidade, mas também não querem experimentar as dolorosas consequências da proximidade e prática do pecado na vida.

Assim, é preciso “temer a Deus”. E há muitas bênçãos para quem o faz. Em Provérbios 19.23 lemos: “ O temor do SENHOR conduz à vida; aquele que o tem ficará satisfeito, e mal nenhum o visitará.

Jerry Bridges afirmou: “Posso saber se eu realmente temo a Deus quando tenho um verdadeiro ódio ao pecado e um desejo sincero de obedecer aos Seus mandamentos.”

Tema a Deus!

AS PRINCIPAIS ATITUDES PARA 2015

AS PRINCIPAIS ATITUDES PARA 2015…

Nada em sua vida muda se não você não tiver uma ATITUDE. 2015 só será diferente se suas atitudes forem de investir mais no que é preciso e menos no que prejudica.
Se você quiser ver uma diferença significativa no final de 2015 algumas atitudes precisam fazer parte do “cardápio” da sua vida todos os dias.
EM 2015…FOQUE “MAIS” EM DEUS

A ordem clara de Jesus em Mateus 6.33 é: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”

Os que buscam a Deus não argumentam sobre Ele na base de uma teoria filosófica. C.S Lewis escreveu: “Deus nunca se faz de filósofo diante de uma lavadeira.” Deus é uma pessoa com quem nos relacionamos. Com Ele se fala, alegra, chora, canta, cala, ri. Com Ele se vive.

Os que buscam a Deus sabem lidar melhor com o inevitável, a ansiedade, a angústia, o stress de maneira calma, responsável e confiante. Por isso em 2015 ame e foque mais em Deus!

EM 2015…FOQUE “MAIS” EM PESSOAS.

A Bíblia ensina em Romanos 13.9: “…Se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”

Nascemos com pessoas ao redor. Morremos com pessoas ao redor. Por que será que tanta gente insisti em viver longe de pessoas? Por que não fazemos de pessoas uma prioridade na vida?

Em 2015 valorize mais pessoas. Valorize mais seu cônjuge, seus filhos, seus parentes e seus amigos. Invista com seu tempo, bens e recursos em “gente” que precisa. Em 2015 ame e foque mais em pessoas.

EM 2015…FOQUE “MAIS” EM SUAS RESPONSABILIDADES.

Há coisas na vida que só dependem de você. Você por várias vezes tem ouvido que é preciso alimentar de forma saudável, fazer exercícios, gastar menos e poupar mais e trabalhar duro, pesado e sério. Você está agindo assim?

Provérbios 27.12 diz: “O prudente vê o mal e esconde-se…” Muita gente está sofrendo hoje por nunca ter levado áreas de sua vida a sério. Em 2015, seja mais responsável consigo mesmo.

Lembre-se, não é o ano que muda sua vida e lhe faz feliz. São as suas atitudes que muda o ano e o faz mais feliz e diferente. Por isso mude hoje suas atitudes e você terá um ano feliz.

TOMANDO DECISÕES ACERTADAS – (2)

TOMANDO DECISÕES ACERTADAS – (2)

Comumente ninguém decidi para errar. Erra-se por decidir mal. Erra-se pela falta de conhecimento, inteligência e sabedoria na decisão.

Boas decisões não nascem do nada. A Bíblia ensina que boas decisões são pautadas na SABEDORIA. E a fonte está em Provérbios 2.6: “Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca procedem o conhecimento e o entendimento.” Sabedoria de Deus é o modo ordeiro e moral de pensar e conduzir a vida.

Pessoas sábias aprendem a tomar boas decisões porque são dirigidas pelos princípios de Deus, e aprenderam a aplicar de forma prática esses princípios aos dilemas da vida.

Mas quais são os princípios para se tomar uma boa decisão na vida?

O primeiro princípio para se tomar uma boa decisão na vida é considerar os ensinos de Deus revelado em Sua Palavra. Em Provérbios 3.5-6 lemos: “Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em TODOS os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.

O segundo princípio para se tomar uma boa decisão é buscar conselhos. Muitos erros são evitados quando se consulta pessoas maduras e experientes para orientar a vida. Em provérbios 15.22 diz: Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito.”

O terceiro princípio para se tomar uma boa decisão é evitar a precipitação no agir. Em Provérbios 19.2 lemos: “Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado.” É extremamente importante aprender a esperar, refletir e tirar o poder emocional e colocar o poder racional e lógico na decisão. Salomão ainda nos ensina Provérbios 21.5:“Os planos do diligente tendem à abundância, mas a pressa excessiva, à pobreza.”

O quarto princípio para se tomar uma boa decisão é sondar as motivações. Intuitivamente achamos que tudo o que fazemos dará certo. Essa é um tendência natural já ensinada em Provérbios 16.2: “Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos…” Nem sempre os motivos na decisão são corretos. Por vezes decide-se errado para impressionar pessoas ou demonstrar aos pais, parentes e amigos que eles estão errados na percepção da vida. Motivos errados levam a decisões erradas e decisões erradas paralisam a vida.

Assim sendo, se você deseja ter uma vida diferente, é preciso aprender a tomar boas decisões baseado nos princípios simples, elementares e sábios da Palavra de Deus.

TOMANDO DECISÕES ACERTADAS – (1)

TOMANDO DECISÕES ACERTADAS – (1)

Todos os dias cada um de nós se depara com inúmeras oportunidades para decidir sobre a as várias facetas da vida. O que fazer? Como decidir?

Alguém disse com muita propriedade: “Muitos dos nossos problemas ocorrem porque decidimos nossas vidas baseadas em autoridades não confiáveis: na cultura (“todo mundo está fazendo isso”),na tradição (“nós sempre fizemos isso”), na razão (“parece lógico de fazer”), ou na emoção (“eu me sinto bem fazendo isso”).

O Salmista nos dá um norte claro ao dizer no Salmo 119.30: “Escolhi o caminho da fidelidade e decidi-me pelos teus juízos.” Ele sabia que sua vida tomaria um rumo certo se ela estivesse totalmente apoiada e fixada nos princípios da Palavra de Deus.

Para que possamos desfrutar de uma vida feliz e equilibrada é necessário que nossas decisões sejam baseadas nas eternas verdades de Deus.

Há dois princípios bíblicos básicos que nivelam todas as demais decisões.

1o – DECIDA SEGUIR A JESUS COMO SEU SENHOR E SALVADOR PESSOAL

Jesus afirmou em João 7.38: “Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.”

A vida somente toma sentido quando Jesus está no comando dela. Essa é principal decisão da vida. Ela define onde se passará a eternidade; define a forma como se vai viver; define a influência sobre todas as outras decisões. Você já recebeu Jesus como seu Senhor e Salvador?

2o – DECIDA FAZER TUDO PARA A GLÓRIA DE DEUS

Somos ensinados em 1 Coríntios 10.31: “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.”

Paulo foi bem incluso quando disse “fazei TUDO para a glória de Deus.” Tudo significa tudo! Toda decisão precisa ter como motivação última a glória de Deus. O que você faz glorifica a Deus?

Se Jesus é o Senhor de sua vida, Ele agora manda e dirige o seu viver. Se Ele é o seu Salvador, sua alma vive descansada e cheia de esperança hoje e eternamente. E se tudo o que você fizer tiver como motivação última a glória de Deus, não há como decidir errado.

Quando os princípios de Deus são prioridades em sua vida, esteja certo de que você estará sempre andando confiante no trilho certo.

VIVENDO À LUZ DA ETERNIDADE

VIVENDO À LUZ DA ETERNIDADE

Todos sabemos – mas nem sempre acreditamos – que nossa vida nessa terra é passageira, breve, temporária e transitória. Não estaremos aqui por muito tempo. Em Tiago 4.14 lemos: “Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.”

A grande maioria acha que é algo meio mórbido pensar e falar sobre a morte. Mas na verdade é uma grande tolice passar pela vida negando e evitando a morte e a eternidade. Salomão nos ensina em Eclesiastes 7.2: “É melhor ir a uma casa onde há luto do que ir a uma casa onde há festa, pois onde há luto lembramos que um dia também vamos morrer. E os vivos nunca devem esquecer isso.

Se a vida é temporária devemos saber como vive-la. Não podemos nos apegar muito a ela. Temos coisas nesse mundo que esforçamos, lutamos e brigamos em vão.

Jesus afirmou em João 6.40: De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.” “Vida eterna” é uma promessa a todos os que creem em Jesus. É uma vida que transcende a própria vida. Ele orou assim em João 17.3: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”

Há anseios nessa vida que jamais serão satisfeitos aqui. São anseios que só serão cumpridos na eternidade. Não podemos nos enganar que seremos completamente felizes nesse mundo. Aqui não é o lar final. Os que creram em Jesus como seu Senhor e Salvador foram criados para algo muito melhor.

Quando vivemos todos os dias à luz da eternidade, os valores mudam profundamente. Começamos a usar o dinheiro com sabedoria; valorizamos mais profundamente os relacionamentos; desenvolvemos melhor nosso caráter em vez de fama, riqueza, compras, status ou realizações; controlamos melhor o que lemos, assistimos na TV e nos entretemos.

Você e eu não viveremos eternamente nesse mundo. Somos mortais! Precisamos parar de pensar a curto prazo; precisamos investir nas coisas eternas; precisamos fazer das coisas eternas uma prioridade e o foco da vida.

Assim, viva hoje à luz da eternidade!

NESTE NATAL…

NESTE NATAL…

NESTE NATAL…confraternize com seus amigos e familiares, mas ponha a mão no bolso e seja generoso com alguém. Faça um “limpa” em seu guarda-roupa e doe boas roupas. Ponha uma boa comida na mesa daqueles que você sabe que precisa. Presentei uma criança que não seja um de seus filhos.

NESTE NATAL…só compre o que realmente você precisa. Não faça prestações em cartões ou cheques. Lembre-se que isso pode ser um inferno em sua vida em 2015. Diga não ao consumismo e vença o seu ímpeto de ser igual a alguém ou ser aprovado pelo que é ou tem.

NESTE NATAL…faça algo simples. Caminhe de mãos dadas com o cônjuge; vá passear no parque com os filhos; lave as louças; enxugue as louças; jogue um jogo de mesa com a família; veja fotos antigas; arrume um bom tempo para dar boas gargalhadas.

NESTE NATAL…deixe o seu smartphone, tablet, computador e televisão de lado. Faça um jejum 24 horas de toda a tecnologia. Não abra facebook, instagram ou What’s app. Sente-se para bater papo com seu cônjuge, filhos, pais, avós e amigos. Lembre-se, talvez seja esse o último Natal com alguns deles.

NESTE NATAL…pare alguns minutos para refletir. Vá para um lugar a sós e pense em algo de bom que você tem recebido. Não comece com coisas materiais ou realizações, comece por exemplo, agradecendo pela saúde. Mas seja específico, agradeça pelos olhos que veem, que pelas mãos que pegam, pelos ouvidos que ouvem, pelos pés que andam etc. Tenha um coração grato e humilde diante de Deus.

NESTE NATAL…Tire um tempo para ler as histórias bíblicas sobre o Natal. Leia Mateus capítulo 1 e 2; leia Lucas capítulo 1 e 2; leia João capítulo 1. Leia devagar e orando para que Deus fale ao seu coração enquanto revê as mesmas verdades do Natal que inspiram pregadores, professores, e todos os mestres da arte.

NESTE NATAL…lembre-se que o centro de tudo é JESUS. Ele veio ao mundo como a demonstração clara do amor de Deus e sua prontidão em reconciliá-lo com Ele devido seus pecados. Jesus é “o caminho, a verdade e a vida” e ninguém terá um relacionamento com Deus Pai sem Ele (João 14.6).

Tudo o que alguém supostamente esteja buscando nesse Natal, a resposta está só em Jesus.

NESTE NATAL faça tudo diferente!

A ATITUDE CERTA NO NATAL

A ATITUDE CERTA NO NATAL

Para muitos o período de Natal é um tempo maravilhoso de confraternização com os amigos e uma oportunidade especial para estar junto com a família.

Para outros, o período de Natal torna-se um momento triste e depressivo. As lembranças das dores do ano que se finda batem forte e parece que uma nuvem negra se instaura na alma.

Mas na verdade a atitude do Natal não pode e nem deve ser regida por situações boas e ruins que ocorreram na vida. É preciso ir adiante; é preciso manter uma atitude diferente e mais sublime no Natal.

Em Lucas 2 temos o relato do nascimento de Jesus. José e Maria não encontraram uma hospedaria porque a pequena cidade de Belém recebeu muito mais gente para recensear conforme o decreto do imperador Romano, César Augusto.

Em Lucas 2.6,7 lemos assim sobre o nascimento de Jesus: “…e aconteceu que, enquanto se achavam em Belém, chegou o tempo de a criança nascer. Então Maria deu à luz o seu primeiro filho. Enrolou o menino em panos e o deitou numa manjedoura, pois não havia lugar para eles na pensão.”

Por que José e Maria se submeteram a dormir num estábulo e a colocar Jesus numa manjedoura (literalmente num cocho, onde animais comem) quando esse nasceu?

A resposta é simples: José e Maria eram um casal humilde e estavam gratos a Deus por encontrarem um local para ficar e para deitar o pequeno Jesus.

Por um outro lado, Deus permite toda essa situação para revelar que o Rei Salvador vem ao mundo de um forma humilde para alcançar somente os humildes de coração.

É bem provável que nenhum de nossos pais ou qualquer um de nós enfrentamos uma situação tão calamitosa como a de José e Maria quando do nascimento de Jesus. Nossas vidas, ainda que estejamos numa situação adversa, é bem melhor do que a deles. É certo de que talvez não tenhamos as “meias” cheias de presentes, mas deveríamos ser gratos porque no mínimo temos pés e pernas onde as meias do dia a dia cabem.

É triste afirmar, mas nem sempre nossa atitude tem sido marcada pela humildade e gratidão. O espírito consumista, hedonista e de orgulho depõe contra nós no período de Natal. Somos fascinados pela ostentação e pelo glamour e não pela simplicidade da cena do primeiro Natal.

Lembremos sempre: Sem a atitude certa, não há Natal.

A VIDA RADICAL DO DISCÍPULO DE JESUS

A VIDA RADICAL DO DISCÍPULO DE JESUS

O termo “radical” assusta. Dá uma ideia de “extremismo”. Mas na verdade, o termo radical vem do latim “radix”, raiz. Geralmente se usa a palavra para se referir aos que tem opiniões que vão as raízes e que são extremos em seus compromissos.

Tornar-se discípulo de Jesus não significa abraçar uma religião, antes é assumir um profundo e radical compromisso de vida que transforma a forma de pensar, falar, agir e reagir.

Mas o discípulo de Jesus não está sozinho nessa caminhada. O Espírito de Deus é o agente que promove o crescimento e a mudança. Na verdade onde há o Espírito de Deus profundas mudanças ocorrerão. A ordem de Paulo em Gálatas 5.16  é: “…andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne.

Há uma ação do Espírito de Deus, mas há uma responsabilidade do discípulo de tomar a iniciativa. Quando o discípulo vai em direção a obediência, Deus opera.

Em Efésios 4.22-24 Paulo afirma: “No sentido de que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e vos renoveis no espírito do vosso entendimento, e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade. E em 4.28 ele exemplifica: “Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado.”

O discípulo de Jesus é ordenado a crescer radicalmente nele. Em 2 Pedro 3.18 lemos: “Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo…”

Crescimento significa mudança e amadurecimento; significa fazer algo novo, inédito, diferente e incomum; significa sair de hábitos velhos e trocar por outros novos; significa sair da vida estática para uma vida dinâmica.

O discípulo de Jesus se propõe a abandonar radicalmente o pecado, fazer a correção e a educar-se para não manter-se nos velhos erros. Ele decidi reestruturar radicalmente a forma de pensar, decidir e conduzir a vida.

Assim sendo, se não há mudanças radicais em seu viver é preciso questionar se houve uma compreensão clara e uma firme decisão em se tornar um discípulo de Jesus.

Os discípulos de Jesus buscam viver a vida dEle. Que vida? A vida diferente e radical.

Você é esse discípulo de Jesus?

PERDOE!

PERDOE!

Perdoe! É preciso perdoar. Deus nos ordena em Colossenses 3.13: “perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra o outro…”

Mas antes de tudo é preciso achar a dor. A dor que machucou, destruiu, arrancou, destroçou, arrebentou e matou.

Perdão significa ir ao encontro da dor, chorar, reconhecer o estrago, mas também significa decidir fechar a porta do passado e nunca mais abri-la. Quem perdoa zera as contas do passado.

Perdoar significa “deixar ir”, deixar livre, soltar, libertar, despedir. Perdoar significa assumir o definitivamente e, com boa attitude, o ônus da história.

Perdoar é algo irracional aos olhos humanos, porque é uma decisão e não uma emoção.

Perdoar é “faxinar” o coração; é prover a cura das memórias e a “aminésia” dos erros pelo amor. Perdoar é tratar a ofensa e liberar o ofensor. Perdoar é uma questão de obediência a Deus.

Quem perdoa reconhece que só Deus tem o direito de julgar e tratar a pessoa e a situação.

Quem perdoa deixa aberto os canais por onde fluem a confiança e o amor.

Quem perdoa reconstrói em si a destruição deixada.

Quem perdoa diz não ao ressentimento e a mágoa.

Quem perdoa deixa a graça prevalecer e não a vingança.

Quem perdoa reconhece a fraqueza humana e vê com misericórdia o ofensor.

Perdoar é difícil, porque custa caro. Custa o ego; custa o orgulho; custa a sinceridade para dizer que “doeu”; custa a humildade para também se ver diante de Deus e reconhecer as grandes e horrendas ofensas cometidas contra Ele.

Por isso, vá a Deus, se veja perante Ele e peça perdão. Depois, saia para perdoar a qualquer um que lhe ofendeu e esteja disposto a perdoar a qualquer um como estilo de vida.

Perdoe!