SEJA UMA BÊNÇÃO!

SEJA UMA BÊNÇÃO!

Em Gênesis 12, após Deus determinar a Abraão que saísse de sua terra e prometer fazer dele uma grande nação para abençoar o mundo, Ele ordena, dizendo no versículo 2: “… Sê tu uma bênção!”

Nesse texto Deus ordenou que Abraão se tornasse uma bênção, ou seja, um instrumento pelo qual pessoas seriam abençoadas. Uma leitura sobre a vida de Abraão no livro de Gênesis revelará que ele realmente se tornou bênção para muitas pessoas.

Abraão não se tornou uma bênção do nada. Ele decidiu se comprometer com um estilo de vida íntegro diante de Deus e das pessoas, enquanto obedecia a Ele e perseverava em meio às lutas e dores de sua vida.

Jesus, sendo o descendente principal de Abraão, se tornou o meio de bênção para todo o mundo. Por meio dEle, os que nEle crerem podem se relacionar pessoalmente com Deus, receber a bênção e a salvação, e se tornar dEle uma bênção no mundo. Nesse mundo egoísta, o alvo de Deus é que você creia em Jesus e se torne como Ele para abençoar outros.

A bênção de Deus não está em coisas, lugares ou situações; ela está sobre você. Você não precisa estar com pessoas abençoadas, em lugares abençoados, com coisas abençoadas e em momentos de bênçãos para ser uma bênção. Você precisa apenas se comprometer em ser uma bênção dEle.

Há pessoas ao seu redor que precisam ser abençoadas com sua palavra, seu toque, seu abraço, sua paciência em ouvir, seu sorriso, seu olhar, sua oração, sua oferta e tantas outras coisas. Seja você essa bênção! Ore dizendo: “Senhor, faça-me hoje uma bênção para outros; usa-me!”

Jack Hyles acertou ao dizer: “A maior bênção em todo o mundo é ser uma bênção.”

Seja uma bênção!

O NOME “JESUS”

Em Mateus 1.21 o anjo disse a José: “Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” Deus escolheu o nome perfeito para Seu Filho, “Jesus”, que significa na língua aramaica, “Jeová salva”. Na verdade, esse nome refletiria Sua missão e propósito na terra: “salvar o seu povo de seus pecados”.

Deus vem a nós em Jesus para resolver o nosso principal e mais profundo problema: o pecado. É o pecado que nos separa de Deus e nos condena. Paulo afirmou em Romanos 3.23: “pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.”

Se o nosso maior problema fosse a falta de educação, Deus nos teria enviado um professor para nos ensinar e nos tirar da ignorância. Se o nosso maior problema fosse a falta de autoestima, Deus teria nos enviado um incentivador, um palestrante motivacional ou um terapeuta. Se o nosso maior problema fosse de natureza política, Deus teria nos enviado um rei terreno para corrigir a situação política.

O que todos precisamos não é de mais educação, bons salários, inspiração, bons governos, etc. Tudo isso é muito bom, mas não é o mais importante. O que precisamos é de um Salvador de nossos pecados. E Ele já nos foi dado por Deus: Jesus.

Quando Deus deu o nome de “Jesus” para que assim fosse chamado, o objetivo era apontar que Ele seria o Salvador dos pecados. E foi na cruz, Sua maior obra. É ali que Ele pagou o preço pelos pecados.

Pergunta: Você já foi a Jesus e pediu para que Ele perdoasse os seus pecados? Porque isso é o que Ele faz, e é isso o que realmente você precisa.

JAMAIS SOZINHO

Quando Deus quer tocar alguém Ele usa pessoas. Pessoas que chegam para ajudar, incentivar e ser um conforto. Pessoas é o método de Deus para abençoar pessoas. Contudo, nunca se deve fazer delas o centro da vida. Fazer de qualquer pessoa o centro da vida trará sempre desapontamento e frustração.

O apóstolo Paulo, em 2 Timóteo 4.16,17, relata sua experiência com respeito às pessoas quando precisou delas. Ele diz: “Na primeira defesa, ninguém foi a meu favor; antes, todos me abandonaram… Mas o Senhor me assistiu e me revestiu de forças…”

Paulo não cultivou nenhuma mágoa das pessoas a quem precisou. Mas quando precisou, elas o abandonaram. Mas em seu sofrimento e dor, Paulo sentiu a forte presença de Jesus apoiando e fortalecendo-o.

Escrevendo sobre essa experiência de Paulo, o grande pregador C. H. Spurgeon, disse: “Se tudo o mais o abandonasse, Jesus era seu bastante companheiro; se todos o desprezassem, o sorriso de Jesus era sua força; se a boa causa lhe parecesse um perigo, a presença do Mestre lhe daria a certeza da vitória. O Senhor Jesus que um dia fora colocado na cruz, agora estava junto com ele na prisão.”

É preciso que você creia que onde ser humano algum pode estar, Jesus ali estará. Ele nunca lhe abandonará. Você jamais está sozinho. Foi nessa convicção que Davi afirmou no Salmo 23.4: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo…”

Somente Jesus pode compensar, por Sua presença real e amorosa, qualquer falta ou perda terrena em sua vida. Assim, acertadas e sábias são as palavras de Greg Laurie: “Eu preferiria estar no pior lugar imaginável com o Senhor do que no melhor lugar imaginável sem Ele.”

A FORÇA DA FRAQUEZA

Paulo afirmou em 2 Coríntios 12.10: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte.”

Vivemos numa sociedade que foge e ridiculariza a fraqueza. A sociedade estabelece um padrão mentiroso que devemos nos apresentar sempre fortes, destemidos, corajosos e capazes de lidar com bravura diante dos problemas da vida. Mas a Bíblia diz ao contrário.

Na verdade, a Bíblia ensina que se alguém estiver considerando o Evangelho de Jesus, é necessário que ela entenda a importância da fraqueza. Jesus, em Mateus 11.28 convida para que venham a Ele os “cansados e sobrecarregados”, ou seja, os fracos e necessitados.

O Evangelho de Jesus é o “Deus forte” que se apresenta como o “Emanuel — Deus conosco”, e que na história se fez fraco, tornando-se um homem, com o fim de ir à cruz para salvar os que se veem como fracos, falidos, pecadores e miseráveis diante de Deus.

Jesus está pronto a socorrer, transformar e se compadecer dos fracos. Hebreus 4.15 diz: “Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas…”

O forte Jesus se fez fraco para alcançar os fracos, os humildes, os pecadores, os simples, os desorientados, os “sem rumo”, os em “crise”, os desajeitados, os rejeitados, os falidos, os temerosos, os deprimidos, os insuficientes, os problemáticos, os incompreendidos, os sem esperança, os falidos e tantos outros.

Assim, Deus somente se manifesta e age em sua vida quando você enxerga o tamanho de sua fraqueza e se dispõe a vir e depender dEle.

Deus também espera que ao se entregar a Ele, você viva nEle, dependa dEle e recorra a Ele. Sua fraqueza sempre deve lhe conduzir em buscar a força e poder dEle.

ADORE A DEUS!

O “Catecismo de Westminster” inicia-se com uma pergunta básica: “Qual é o fim principal do homem?” E a resposta é: “O fim principal do homem é glorificar a Deus e ter satisfação nEle para sempre.”

Fomos criados para amar, adorar, glorificar, honrar, dignificar, enaltecer, cultuar, exaltar, magnificar, engrandecer, venerar, desejar, reverenciar, bendizer, proclamar, elogiar, respeitar, obedecer e servir somente a Deus. Adorar a Deus é o fim último do ser humano. Salmo 150.6 afirma: “Todo ser que respira louve ao Senhor…”

O Senhor Jesus ensinou em João 4.24 que a adoração a Deus precisa ser feita “em espírito e em verdade”. Isso significa que você deve adorá-Lo no mais profundo do coração, com uma atitude mais pura possível e com a mente centrada somente nEle.

Em Isaías 29.13, O Senhor diz: “…Visto que este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim…” Colocando esse texto em termos modernos seria dizer que alguém pode cantar as músicas certas, recitar as orações certas, ir aos cultos certos, servir em ministérios certos, mas o coração pode estar muito longe de Deus.

Para Deus, suas palavras e ações nunca substituem o seu coração. A parte sua que ninguém vê é o que é mais importante para Deus. A adoração é antes de tudo sua atitude; sua simples expressão de amor por Deus.

Por isso, adore a Deus de coração! Decida conhecer e buscá-Lo intimamente. A cada circunstância da vida, seja boa ou ruim, renda-se a Ele e O adore. Adore-O hoje, agora e em todo o momento.

C. S. Lewis declarou: “É no processo de ser adorado que Deus comunica a sua presença aos homens.”

Adore a Deus!

ALEGRE-SE SEMPRE NO SENHOR

Paulo afirmou em Filipenses 4.4: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos.”

Ao ler esse texto as perguntas surgem: Como se alegrar quando valores morais, ética, a estrutura familiar e a segurança social estão ruindo? Como se alegrar estando desempregado, ou os negócios indo de mal a pior, ou ainda abatido por uma doença grave? Como se alegrar com mais de 20 milhões de crianças abandonadas, milhões de refugiados, cerca de 4 milhões de abortos por ano?

Quando Paulo escreveu esse texto, ele não estava tomando um café olhando o Mar Mediterrâneo a partir de uma das ilhas gregas, mas estava preso em Roma. Sua acusação era por pregar o Evangelho de Jesus. As prisões romanas eram lugares escuros, fétidos, úmidos e desprovidos de qualquer conforto. E enquanto Paulo vive a injustiça, sua alma se alegra no Senhor; ele está feliz nEle.

Paulo nos ensina que devemos ter sempre nossos olhos em Deus e nos alegrar nEle. Nossa alegria não pode ser condicionada a pessoas, circunstâncias ou coisas.

Se você é infeliz porque as coisas não saem como você deseja ou planeja, isso apenas revela que sua alegria ainda está alicerçada em coisas externas, e isso lhe trará desânimo e frustração. Mas se sua alegria está Deus, na certeza de Sua presença, amor e no Seu controle nos detalhes de sua vida, então sua alma se manterá em calma e em paz.

C. S. Lewis afirmou: “Tudo o que nós chamamos de história humana: o dinheiro, a pobreza, a ambição, a guerra, a prostituição, as classes, os impérios, a escravidão — é na verdade a longa e terrível história do homem tentando encontrar algo diferente de Deus, que vai de alguma forma fazê-lo feliz.”

A ordem divina é: “Alegrai-vos sempre no Senhor!”

JESUS, O ÚNICO!

No “Sermão do Monte” em Mateus 7.28,29 lemos o seguinte: “Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os escribas.”

Quando Jesus terminou seus ensinos do “Sermão no Monte” as multidões ficaram maravilhadas. A razão para isso é que Ele falava com autoridade. Ao ensinar Ele escandalizou o sistema conservador de sua época, confrontou as tradições religiosas sem qualquer reverência e falou com tanta originalidade que atraiu alguns e enfureceu outros.

Jesus proclamou Sua mensagem com segurança, sem hesitar e sem justificar o que falava. Ele expôs as verdades do reino de Deus de forma calma, clara e contundente.

Seus ouvintes naturalmente compararam seu ensino com o dos escribas e fariseus. Esses não tinham autoridade própria; falavam apenas o que receberam da tradição religiosa judaica. A fonte da suposta autoridade deles eram os comentários de rabinos famosos.

Assim “O Sermão do Monte” apresenta o Mestre e a Sua Mensagem. O impacto de Jesus na vida dos ouvintes nos leva a dizer que ou Jesus era um doido, ou era o que reivindicou ser.

Enquanto Jesus for apenas mais um mestre entre muitos mestres, sua vida não experimentará a mudança que Ele mesmo prometeu e que seus seguidores proclamaram nesses últimos 2.000 anos. Enquanto você não estiver convicto de que Ele é o ÚNICO que o leva a Deus, você patinará em sua busca espiritual.

Jesus no “Sermão do Monte” ensinou que Ele é o Mestre, Messias, Senhor, Salvador, Juiz, Filho de Deus e Deus. Por isso, leia e releia o “Sermão do Monte” (Mateus 5 a 7) e peça a Deus para que Ele mesmo revele as verdades de Jesus para que você nEle creia.

EM TEMPO DIFÍCEIS

Há na vida muitos dias difíceis. Dias em que parece não haver “luz”. Há momentos que parecem que Deus poderia falar, mas não fala; Ele mantém-se em silêncio. Ficamos aflitos; achamos que não vale a pena continuar crendo.

Quando os dias estavam difíceis na vida de Jó, ele passou a refletir. Ele expôs seu coração em Jó 3.24-26, ao dizer: “Pois me vêm suspiros em vez de comida; meus gemidos transbordam como água. O que eu temia veio sobre mim; o que eu receava me aconteceu. Não tenho paz, nem tranquilidade, nem descanso; somente inquietação”. As palavras de Jó, são as palavras de muitos. Os tempos de Jó eram difíceis, como talvez o seus o sejam hoje.

Em tempos difíceis é preciso exercitar a plena confiança no Senhor. O maior exemplo bíblico foi o próprio Senhor Jesus.

Antes de ir à cruz, sabendo da responsabilidade imposta, Ele foi ao jardim do Getsêmani e orou. Em Lucas 22.42 suas palavras foram: “Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua”. Jesus se rendeu ao Pai. Ele não foi liberto do “cálice”. O Pai não O livrou. Mas Ele, obediente, submisso e resignado cumpriu o plano perfeito do Pai, pagando na cruz o preço pelo pecado. Jesus, em seu tempo difícil, na escuridão de Sua alma, andou por fé.

Ao seguir a Jesus não espere apenas dias de euforia e alegria, mas espere por tempos difíceis. Nesses dias difíceis você deve continuar crendo nEle como assim o fazia quando tudo estava bem. Lembre-se que Deus não lhe dará todas as respostas no momento, mas Ele promete estar com você o tempo todo. A certeza de Sua presença é tudo o que você precisa.

Em seus tempos difíceis creia em Deus.

DEUS É BOM!

Quando as coisas estão indo bem, é difícil pensar ou acreditar que Deus não é bom. Mas se a vida toma um rumo ruim, e algo devastador acontece, a primeira pergunta é: “Como poderia um Deus bom permitir isso?”

A Bíblia deixa claro que desde que o pecado entrou no mundo, as coisas ruins acontecem. Num mundo caído, marcado pelo pecado, deliberadamente distante e rebelde de Deus, a pergunta deveria ser outra: “por que tantas coisas boas acontecem num mundo de gente tão ruim?” A surpresa deveria ser que o bom Deus ainda age nessa terra que O despreza.

“Deus é bom”! Esse é um coro que ecoa em toda a Bíblia. O Salmo 25.8 afirma: “Bom e justo é o Senhor…” O Salmo 34.8 declara: “Provem, e vejam como o Senhor é bom. Como é feliz o homem que nele se refugia!” O Salmo 107.1 exorta: “Deem graças ao Senhor porque ele é bom; o seu amor dura para sempre.” O Salmo 119.68 diz: “Tu és bom, e o que fazes é bom; ensina-me os teus decretos.” O Salmo 145.9 afirma: “O Senhor é bom para todos; a sua compaixão alcança todas as suas criaturas.”

Deus, por Sua bondade está trabalhando em sua vida e circunstâncias. Talvez você nem esteja vendo ou percebendo. O segredo é não permitir jamais que vozes ocultas destruam o conceito da bondade de Deus. É preciso crer e dizer sempre: “Deus é bom”.

A. B. Simpson afirmou: “Comece a se alegrar no Senhor, e os seus ossos ficarão verdes como a erva tenra, e seu rosto brilhará como a flor em seu frescor… A alegria em Deus é bálsamo e cura. Se você se alegrar em Deus, Ele lhe dará vida e poder.”

Esse é o Deus da Bíblia. Esse Deus é bom!

UM AMOR PRÁTICO E OBJETIVO

O apóstolo João escreve em 1 João 3.17: “Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?”

O amor precisa se revelado em ações práticas e objetivas. Os que fazem algo em favor das necessidades das pessoas revelam para elas mesmas, para os outros e para Deus que “permanecem…no amor de Deus.”

Qualquer um pode se auto avaliar se realmente crê em Deus e experimentou a nova vida em Jesus, pelo simples fato de ser dirigido pelo amor. A melhor tradução de fé genuína em Jesus Cristo é amar a Deus, com um coração obediente e submisso, e amar as pessoas.

João diz que o amor não “fecha o coração” diante da necessidade do outro. Quem “fecha o coração” sempre está dizendo: “isso não é comigo…muita gente está passando dificuldade nesse mundo…o governo, a sociedade, a igreja, a instituição ‘tal’ deveriam fazer alguma coisa.” Quem fecha o coração nunca faz nada; não assume a responsabilidade com o outro.

É importante lembrar que sempre é mais fácil estar engajado na luta e na causa pelos problemas da humanidade do que amar o ser humano mais próximo; aqueles com quem nos esbarramos todos os dias.

AMAR exige sacrifício, entrega, abnegação, altruísmo, envolvimento, doação e ações que possam melhorar, ajudar e fazer crescer o outro, sem tirar um nada de proveito pessoal.

Se você não consegue repartir seu pão, sua roupa, seu dinheiro, sua influência, seu poder e suas habilidades, não é que tipo de cristão você é, mas que tipo de ser humano que você demonstra ser.

O amor precisa ser demonstrado de forma prática e objetiva.

A ESPERANÇA NO NOVO ANO

O que você realmente precisa para o próximo ano? Sem dúvida você pode pensar em várias respostas, mas na verdade o que não lhe pode faltar mesmo é a esperança.

Quando você perde a esperança, perde-se o ânimo, o vigor e a disposição para lidar com a vida. Na verdade, quando se perde a esperança se perde até mesmo a vontade de viver.

A Bíblia é um livro de esperança. Ela apresenta o “Deus de toda a esperança”. Ele revela o Deus que participa na história daqueles que nEle confiam. Em diversos Salmos somos chamados a centrar a vida na esperança que Deus dá.

O Salmo 9.18 diz: “Pois o necessitado não será para sempre esquecido, e a esperança dos aflitos não se há de frustrar perpetuamente.”

O Salmo 46.1-3 declara: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares; ainda que as águas tumultuem e espumejem e na sua fúria os montes se estremeçam.”

O Salmo 62.5 diz: “Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança.”

O Salmo 146.5 encoraja: “Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, cuja esperança está no SENHOR, seu Deus.”

Assim sendo, não jogue fora sua esperança em Deus simplesmente porque os problemas chegaram, e talvez tudo indica que eles se manterão no próximo ano.

Se você se mantiver totalmente ligado em Deus, você será sustentado todos os dias do próximo ano com Sua esperança. Ele, e somente Ele, deve sempre ser a fonte de sua esperança no próximo ano.

TEMENDO O FUTURO

Ao chegar no final de ano saudamos a todos com um “Feliz Ano Novo!”. Mas quando iniciamos o ano precisamos mais do que uma saudação. Precisamos de esperança, ânimo, força, sabedoria e paz diante de tantas coisas que um ano novo pode trazer.

Um ano novo traz consigo algumas perguntas: Será que terei uma boa saúde? Será que meu casamento se manterá? O que será de meus filhos? Será que continuarei ainda no meu emprego? Estarei vivo até o próximo ano? A política e a economia melhorarão? Estarei livre da violência urbana?

Cerca de 3400 anos atrás Deus falou a Josué. Ele estava prestes a conduzir o povo de Deus à terra prometida. Ele tinha motivos de sobra para temer o futuro. Ele recebera de Deus uma enorme tarefa e estava bem ciente dos perigos. Diante de suas futuras e grandes responsabilidades, Deus lhe diz em Josué 1.9: “…Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.”

Você talvez esteja temendo algo. Mas você, como Josué, não precisa se preocupar com nada no próximo ano. Você é chamado apenas para viver o dia de hoje, os problemas e alegrias de hoje e a vida de hoje. Jesus diz em Mateus 6.34: “…basta ao dia o seu próprio mal.”

Deus soberanamente sabe o que acontecerá no próximo ano. Cabe a você manter-se forte e cheio de coragem, enquanto descansa nEle e no Seu maravilhoso comando. Ele promete Sua presença em todos os momentos no próximo ano.

Se você tem a promessa de que Deus estará com você, então você não precisa temer o futuro. A presença dEle em sua vida garante que você pode crer e viver um “Feliz Ano Novo” independente das circunstâncias.

A ATITUDE CERTA NO NATAL

O período de Natal é um tempo maravilhoso, como também triste e depressivo. As lembranças das dores do ano que se finda batem forte e parece que uma nuvem negra se instaura na alma.

Mas na verdade a atitude do Natal não pode e nem deve ser regida por situações boas e ruins que ocorreram na vida. É preciso ir adiante; é preciso manter uma atitude diferente e mais sublime no Natal.

Em Lucas 2 temos o relato do nascimento de Jesus. José e Maria não encontraram uma hospedaria porque a pequena cidade de Belém recebeu muito mais gente para recensear, conforme o decreto do imperador Romano, César Augusto.

Em Lucas 2.6,7 lemos assim sobre o nascimento de Jesus: “…e aconteceu que, enquanto se achavam em Belém, chegou o tempo de a criança nascer. Então Maria deu à luz o seu primeiro filho. Enrolou o menino em panos e o deitou numa manjedoura, pois não havia lugar para eles na hospedaria.”

Por que José e Maria se submeteram a dormirem num estábulo e a colocar Jesus numa manjedoura; num cocho, onde animais comem?

A resposta é: José e Maria era um casal humilde e estavam gratos a Deus por encontrarem um local para ficar e para deitar o pequeno Jesus.

Por um outro lado, Deus permite toda essa situação para revelar que o Rei Salvador vem ao mundo de uma forma humilde para alcançar somente os humildes de coração.

É triste afirmar, mas nem sempre nossa atitude tem sido marcada pela humildade. O espírito consumista e orgulhoso, depõe contra todos nós no período de Natal. Somos fascinados pela ostentação e pelo glamour e nunca pela simplicidade da cena do primeiro Natal.

É preciso lembrar: sem a atitude certa, não há Natal.

O NATAL DO JESUS INCOMPARÁVEL

Em Lucas 2.10,11, um anjo anuncia aos pastores o nascimento de Jesus. Ele diz: “…Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é Cristo, o Senhor.”

O anjo define a criança como o Salvador dos pecadores, o Messias desejado de Israel, e o Senhor; o próprio Deus. Ele sabia o que estava falando porque conhecia muito bem as profecias bíblicas sobre Jesus, e o conheceu pessoalmente na eternidade. Jesus é superior aos anjos e homens. Ele é incomparável!

Cerca de 30 anos depois do anúncio do anjo aos pastores, um homem aparece: João Batista. Ele foi o profeta enviado por Deus para preparar o caminho para o ministério de Jesus.

João Batista fez uma afirmação tremenda sobre Jesus em João 1.29: “…Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” Em João 3.31 ele afirma algo também maravilhoso sobre Jesus: “…Aquele que vem do céu está acima de todos.” Para João Batista, Jesus é superior a todos; ninguém é igual a Ele. Ele é incomparável!

O Dr. John Edmund Haggai afirmou:

“Nenhum personagem na plataforma da história pode permanecer ao lado do Cristo incomparável.

Ele é a coroa do universo, o cumprimento das profecias, o salvador do mundo. Cristo sobrepuja a todos. Ele é a voz humana em toda a música, a estética de toda escultura. Ele é a mais aprimorada mistura de luz e sombra de toda a pintura. Ele é o ápice da realização de qualquer empreendimento.

Para o artista, Ele é a sublimidade da beleza.

Para o arquiteto, a Pedra fundamental.

Para o astrônomo, Ele é a brilhante Estrela da manhã.

Para o padeiro, Ele é o Pão da vida.

Para o biólogo, Ele é a origem da vida.

Para o construtor, Ele é o firme fundamento.

Para o carpinteiro, Ele é a porta.

Para o médico, Ele é o Médico dos Médicos.

Para o educador, Ele é o Mestre dos Mestres.

Para o engenheiro, Ele é o novo e vivo Caminho.

Para o geólogo, Ele é a Rocha eterna.

Para o escritor, Ele é a Palavra Viva.

Para o camponês, Ele é o Semeador e o Senhor da colheita.

Para o floricultor, Ele é a Rosa de Sarom, o Lírio dos vales.

Para o viticultor, Ele é a Videira verdadeira.

Para o magistrado, Ele é o Juiz de toda a terra.

Para o jornalista, Ele é a boa notícia de grande alegria.

Para o filósofo, Ele é a sabedoria de Deus.

Para o pregador, Ele é a Palavra de Deus.

Para o estadista, Ele é o desejado de todas as nações.

Para o trabalhador, Ele é o descanso de todas as fadigas.

Para o cristão, Ele é o Filho do Deus vivo, o Salvador, Redentor e Senhor.

Para o discípulo, Ele é o supremo pastor.

Para o pecador, Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele é Cristo, o incomparável.”

Jesus é incomparável! Entregue-se a Ele nesse Natal e deixe que Ele o dirija todos os dias de sua vida.

O NATAL DOS INDIFERENTES


 
Em Mateus 2.4-6 lemos: “Tendo (Herodes) reunido todos os chefes dos sacerdotes do povo e os mestres da lei, perguntou-lhes onde deveria nascer o Cristo. E eles responderam: Em Belém da Judéia; pois assim escreveu o profeta: Mas tu, Belém, da terra de Judá, de forma alguma és a menor entre as principais cidades de Judá; pois de ti virá o líder que, como pastor, conduzirá Israel, o meu povo.”  
 
Quando os magos apareceram em Jerusalém procurando o “Rei dos Judeus”, Herodes mandou chamar a cúpula dos religiosos de sua época, que compunha dos chefes dos sacerdotes e mestres da lei.
 
Esses homens deveriam saber onde o Messias haveria de nascer, porque compreendiam a profecia de Miquéias 5.2 que afirmava que o Messias deveria nascer em Belém da Judéia.
 
Quando os magos chegaram, esses líderes religiosos não estavam dispostos a viajar cerca de 10 km para descobrir se a criança poderia ser o Messias. Eles perderam o primeiro Natal por causa da indiferença. Eles não se importaram. Não havia espaço para o Messias em seu sistema. E quando a criança cresceu e foi revelada a todo Israel, Eles O odiaram e O mataram. Tudo porque sempre foram indiferentes.
 
Como esses religiosos, talvez você também esteja indiferente a Jesus. Você talvez continua mantendo suas preocupações e interesses apenas no seu dia a dia.
 
Como esses religiosos, você talvez ache que não precise de um Messias Salvador. Você ignora o fato bíblico que diz em Romanos 6.23: “…o salário do pecado é a morte…”  Você continua acreditando que não corre nenhum risco espiritual e não se disporá urgentemente em ir a Ele para ser salvo de seus pecados.
 
Não continue sendo indiferente em mais um Natal. Venha a Jesus! Entregue-se a Ele! Ele é o Salvador, a razão e o significado da vida.

PERDIDOS NO NATAL

Em Lucas 2.6,7 lemos: “Enquanto estavam lá, chegou o tempo de nascer o bebê, e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.”

Quando Jesus nasceu em Belém, nada de extraordinário mudou no cotidiano das pessoas. As pessoas estavam envoltas com seus problemas e dilemas. Elas não se atentaram para o maior evento da humanidade: a vinda do Salvador. Elas estavam perdidas e desconectadas da pessoa e da obra de Deus no mundo.

Uma dessas pessoas perdidas no primeiro Natal foi o dono da hospedaria.  Maria e José chegaram ali para se hospedar. Maria estava grávida. Eles haviam percorrido cerca de 145 km de Nazaré a Belém. O hospedeiro foi totalmente indiferente à situação de Maria e José. O texto bíblico não indica que esse homem fez qualquer esforço para ajudar o casal naquela situação.

Por que o dono da hospedaria se perdeu naquele Natal? A simples resposta é porque ele estava ocupado demais. A cidade de Belém estava repleta de pessoas por causa do censo. Havia um grande movimento; era hora de lucrar. O hospedeiro estava pensando em bens materiais.

E muita gente hoje é assim também. Elas mais uma vez estarão perdidas nesse Natal. A razão: estão ocupadas demais. Suas vidas estão cheias de coisas desnecessárias, insignificantes e sem sentidos. Elas estarão ocupadas demais com assuntos seculares e perderão mais uma vez a oportunidade de focar-se nos assuntos espirituais.

Se você está ocupado demais com sua vida, você também perderá a oportunidade de conhecer e receber a Jesus como seu Senhor e Salvador. Ele é o verdadeiro Natal. Ele veio para mudar sua vida e salvar-lhe de seus pecados. Ele é o que você precisa para sua vida tomar rumo. Venha a Ele!

AMEAÇADOS NO NATAL

Em Mateus 2.1-3 lemos: “Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, magos vindos do Oriente chegaram a Jerusalém e perguntaram: Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo. Quando o rei Herodes ouviu isso, ficou perturbado, e com ele toda a Jerusalém.”

Herodes era o rei dos judeus quando Jesus nasceu. Ao ser inquirido pelos magos onde estaria o “Rei dos Judeus”, Herodes ficou “perturbado”. A palavra significa “agitado” e dá a ideia de pânico, medo e terror.

Herodes sentiu-se ameaçado pela possibilidade de um outro rei, e para assegurar seu governo, impiedosamente mandou matar em Belém e aos arredores todas as crianças de dois anos para baixo. Ele era um homem moralmente fraco, medroso e ciumento. Ele via o nascimento de Jesus como uma ameaça.

O mundo continua ainda cheio de “Herodes” que nunca se ajoelharão diante de Jesus Cristo porque veem também nEle uma ameaça para vida.

Para muitos, o Jesus do Natal os ameaça em seus próprios planos, prioridades, valores, costumes, pensamentos e paradigmas. Os “Herodes” de hoje não querem um Jesus que reine sobre suas vidas. Eles não estão dispostos a alterar em nada a maneira como vivem.

Herodes viu em Jesus uma ameaça. E você? Continuará insistindo nesse Natal em ser o dono e senhor de sua própria vida, produzindo sua própria segurança, agindo como um rei em seu pequeno reino, controlando tudo e todos, vivendo das ameaças e medos da vida?

Pare de estabelecer seu próprio reino. Não insista nos mesmos erros e pecados de Herodes. Abandone-os e deixe Jesus reinar em sua vida. Ele não vem para lhe ameaçar; Ele vem para lhe dar a verdadeira vida. Entregue-se a Ele e experimente o verdadeiro sentido do Natal.

A MATURIDADE ESPIRITUAL

Caso você seja pai ou mãe, uma das alegrias é ver seus filhos amadurecendo. Amadurecimento significa comportar-se de uma forma responsável, decidindo, enfrentando e lidando com as circunstâncias e consequências das realidades da vida.

Na família de Deus é a mesma coisa. Ao nascer pela fé no Senhor Jesus Cristo, Deus espera que você cresça e amadureça espiritualmente.

O autor do livro de Hebreus percebeu uma certa imaturidade espiritual daqueles cristãos ao escrever em 5.13,14: “Ora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal.”

O problema central é que esses cristãos hebreus ouviam a Palavra, mas não a obedeciam. Eles eram imaturos espiritualmente. Um sinal de maturidade espiritual é praticar o que se ouve. É mediante a prática da Palavra que se cresce e amadurece espiritualmente.

Há muitos que vão de igreja em igreja, de uma conferência bíblica para outra, enchendo caderno após caderno de notas, procurando no You tube o pregador “x” ou “y”, mas continuam sendo pessoas mal-humoradas, críticas, orgulhosas, difíceis, egoístas, irresponsáveis, etc. Por quê? Porque não praticam aquilo que ouvem. Se expor à instrução bíblica, ou ouvir verdades espirituais, mas não as praticar, não resolve nada.

Maturidade espiritual significa que você ouvirá e absorverá a verdade bíblica permitindo que ela penetre em sua vida, onde suas atitudes serão formadas e as decisões feitas. Assim, quando as circunstâncias chegarem e for necessária uma ação ou reação sobrenatural, o Espírito Santo lhe capacitará porque haverá munição suficiente para lhe dar estabilidade e força para enfrentá-las.

Não existe maturidade espiritual instantânea. A maturidade espiritual é conquistada pela perseverança, aplicando e obedecendo ao que se ouve da Palavra de Deus nas circunstâncias da vida.

Você diria que está nesse processo de maturidade espiritual?

APRENDENDO E CRESCENDO

A Bíblia declara ousadamente que Jesus é o Senhor de tudo e que os que creram nEle já são vitoriosos sobre o pecado, o mundo e Satanás. Mas isso não significa que os dias serão perfeitos. Enquanto vivermos nesse mundo a vida será difícil.

A vida não é um Beto Carreiro World e muito menos um mar de rosas. Ela não é repleta de milagres na saúde, nas finanças, na família e no trabalho. A vida é feita de lutas. Ter uma expectativa fora dessa realidade não só não é bíblica, como impede o aprendizado e o crescimento.

Paulo afirmou em 2 Coríntios 4.8,9: “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos.”

Para Paulo a vida não era maravilhosa e fantástica todos os dias. Ele passava por diversos problemas. O que o diferenciava é que suas expectativas eram reais. Ele passava por tribulações, perplexidades, perseguições e abatimentos, mas nada disso afetava sua fé, antes o fazia aprender e crescer.

Suas lutas não o angustiavam e nem o desanimavam. Ele não se sentia desamparado por Deus e nem se deixava acabar no meio das aflições. Paulo estava aprendendo e crescendo diante das dificuldades da vida.

Como Paulo, mantenha também sua vida numa expectativa real. Seus dias nem sempre serão de alegria e tranquilidade; os problemas chegarão. A questão não são as lutas, mas como você está aprendendo e crescendo quando elas chegam.

Deus permite e usa os dias difíceis como meio para seu aprendizado e crescimento. O que será preciso é que você persevere em meios às aflições, tristezas, lutas e golpes da vida sem se desesperar ou desistir.

Aprender e crescer é um processo bom, mas não significa que não seja penoso, lento e difícil.

UM CORAÇÃO GRATO

O Salmo 50.23 afirma: “O que me oferece sacrifício de ações de graças, esse me glorificará…”

Durante 40 anos o povo de Israel vagou pelo deserto. Os 40 anos no deserto foi o meio pelo qual Deus usou para disciplinar a Israel de seu pecado de murmuração.

Uma verdade fica bem clara no episódio dos 40 anos de Israel no deserto: Deus nunca está satisfeito com pessoas irritadas, ingratas e que reclamam.

Deus se agrada de um coração grato. Manter-se grato a Deus é uma escolha que se faz todos os dias e em todos os momentos e não só em dias festivos como aniversário, Dia de Ação Graças, Natal ou fim de Ano.

Um coração grato acredita que Deus é o Deus de toda providência. Acredita que Ele provê bens, pessoas, recursos, circunstâncias e oportunidades para a vida. Um coração grato consegue sempre enxergar a vida como um presente de Deus.

Um coração grato também vive pela fé. Um coração grato crê que ainda que a vida esteja debaixo de reveses, dores e de algo que não faz sentido, mesmo assim confia e espera nEle porque reconhece que Ele é amor, bom e sábio.

Por isso, confesse hoje o seu amargor e murmuração. Aprenda a ser grato a Deus. Reconheça quem Ele é e o que está fazendo em sua vida. Decida fazer da gratidão um hábito de vida, independente das circunstâncias. Pare agora e agradeça a Deus por algo ou alguém.

Lembre-se que quando você mantém um coração grato, sua fé torna-se mais forte. Lembre-se também que Deus se agrada de um coração grato.

Que a nossa atitude diária seja como a do salmista no Salmo 103.2: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor e não te esqueças de nem um só de seus benefícios.”