ACHANDO DESCANSO

ACHANDO DESCANSO

Há uma frase muito comum no nosso dia a dia: “estou cansado”. Essa terminologia não necessariamente significa uma fadiga física, mas algo que faz com que a vida seja um fardo e um peso. Por vezes não há uma definição clara mas esse estado da alma poderia ser traduzido como um desânimo constante, uma falta de esperança e perspectiva, um sentimento de que algo está faltando. A alma sente-se vazia, cansada e busca descanso.

Jesus em todo o seu ministério estava sempre convocando as pessoas para se aproximarem dEle a fim de receberem o descanso para a alma. Em Mateus 11.28-29 Ele faz um convite maravilhoso: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jogo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas.”

O convite de Jesus não expirou a validade. Ele continua hoje convidando as pessoas “cansadas” e “sobrecarregadas” para receberem o descanso que elas tanto buscam e necessitam. Na verdade, a única qualificação que Jesus exige para dar descanso é que as pessoas estejam realmente “cansadas” e “sobrecarregadas”.

Jesus, espiritualmente abre seus braços para receber, abençoar e transformar a todos que se achegam a Ele.

Ir em direção a Jesus e aceitar seu descanso é em primeiro lugar reconhecer de que realmente está “cansado” e “sobrecarregado”. Em segundo lugar é uma declaração pessoal de que as próprias tentativas de gerenciar a vida e tentar produzir o auto descanso não funcionaram. Houve consciência de que a vida ficou ingovernável. Em terceiro lugar é também um declaração de um ato de fé. Ir a Jesus e pedir Seu descanso é simplesmente crer e dizer: “ Senhor, creio em Ti…ajuda-me!” 

O resultado final e prático para todos aqueles que aceitam o convite de Jesus é que eles recebem dEle descanso e alívio. A agonia, o fracasso, o medo, a culpa e a tensão, cede a paz. O pecado é perdoado. O peso é tirado. A alma encontra-se com o Criador e a harmonia torna a vida. Tudo torna-se leve. A alma respira. A vida flui.

Os que recebem o descanso de Jesus precisam agora apenas a aprender a trazer tudo para Ele, a cada instante e em cada ocasião. Não há necessidade de se viver mais ansioso, estressado, angustiado e deprimido. Os problemas da vida tornam oportunidade para aprender a viver dia após dia o descanso que Ele dá para o hoje e para a eternidade.

O teólogo A.W.Pink afirmou: “Enquanto estivermos ocupados com qualquer outro objeto que não seja o próprio Deus, nunca haverá nem descanso para o coração e nem paz para a mente.”

Assim, descanse hoje sua alma em Jesus!

NÃO DESPERDICE O SOFRIMENTO

NÃO DESPERDICE O SOFRIMENTO

O Novo Testamento nos ensina sobre os sofrimentos de Jesus. Ao estudar Sua vida se percebe claramente que ele passou por angústias, pressões psicológicas e maus tratos físicos. Jesus foi mal interpretado, criticado, debochado, zombado e por fim torturado na cruz.

Se o Mestre sofreu, o seus seguidores também o serão. Esse princípio é ensinado em 1 Pedro 4.1: “Portanto, uma vez que Cristo sofreu corporalmente, armem-se também do mesmo pensamento…” O Em Hebreus 12.3 o autor da carta afirma o seguinte:“ Pensem bem Naquele (Jesus) que suportou tal oposição dos pecadores contra si mesmo, para que vocês não se cansem nem se desanimem.”

Em Romanos 8, Paulo estabelece as bênçãos incontáveis para aqueles que estão em Cristo. Os que estão em Cristo são herdeiros futuros de Deus, não obstante os sofrimentos se façam presente no dia a dia. Ele diz em Romanos 8.17: 17 “Se somos filhos, então somos herdeiros; herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, se de fato participamos dos seus sofrimentos, para que também participemos da sua glória.”

A verdade simples é que Deus tem propósitos nos sofrimentos. Em Romanos 8.28 Paulo enuncia: ”Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.” Para alguns, o propósito é aproximá-los dEle. Para os que seguem a Jesus, o propósito final é formar mais de Jesus e Seu caráter em suas vidas.

Deus está agindo soberanamente nas pessoas. Ele sabe destruir e construir coisas em nossas vidas. Ele por vezes precisa demolir nossos ídolos e tudo aquilo que apoiamos nossa confiança e segurança que não seja nEle. Deus é especialista em demover “palifitas” e “casabres” espirituais para iniciar grandes palácios. E claro, quando Ele inicia o desmoronamento a dor aparece e o suposto conforto, prazer e felicidade é abalado. Contudo, isso não significa que Ele não ama e não cuida, antes Ele está destruindo em nós o que nos prejudica e alimenta o egoísmo, o orgulho e a vaidade enquanto ergue em nós um edifício espiritual novo onde o centro de tudo seja o retorno a nossa verdadeira humanidade: viver para Sua hona e glória.

A questão não é SE você passará por sofrimento mas QUANDO passará por ele. E acredite, Deus usa esses momentos escuros e estressantes para fazer um profunda faxina espiritual para seu próprio bem.

Deus usa os dias de tristeza para acender em nossos corações Suas verdades, purificar nossas almas e nos trazer discernimento sobre o que é essencial.

Por isso, não desperdice o sofrimento!

FALANDO A VERDADE

FALANDO A VERDADE

Pesquisas revelam que 20% das pessoas mentiriam para ganhar mais dinheiro; 25% mentiriam para poder manter a aparência; 30% mentiriam no preenchimento do formulário de emprego para ocupar um espaço no mercado de trabalho; 46% conhecem um amigo(a) que já enganou e mentiu para o cônjuge; 51% disseram que as pessoas não são hoje mais honestas do que eram há dez anos; 60% disseram que mentiriam para se livrar de uma situação de embaraçosa.

Outra pesquisa faz a seguinte pergunta: para quem você mentiu regularmente? 86% disseram – para os pais; 75% para os amigos, 61% para os patrões; 59% para os filhos; 73% para irmãos e irmãs e 69% para os cônjuges.

A Bíblia diz 1 Coríntios 13.4 que “o amor se alegra com a verdade.” Em Efésios 4:15, Paulo diz: “Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.” Esses textos nos ensina que devemos falar amorosamente a verdade sobre tudo – falando a verdade, tratando com a verdade e vivendo em verdade. Relacionamentos estáveis são mantidos com base na verdade e honestidade.

São muitos que fazem da desonestidade seu lema de vida e estão colhendo tragédias em sua vidas e seus relacionamentos. É certo que nenhum casamento, nenhuma família, nenhuma empresa, nenhum governo e nenhuma sociedade pode lidar com desonestidade sem entrar em falência. Todas as excelentes relações são construídas com base na confiança. Construir confiança vem por falar a verdade. Confiança e verdade andam juntas. Portanto, pessoas que não são confiáveis são destruídas pela sua própria desonestidade.

Relacionamentos saudáveis desenvolvem com base na verdade. O sábio disse em Provérbios 10.10: “Quem esconde a verdade causa problemas.” Que tipo de problemas? Amargura, ressentimento, desconfiança, dúvidas etc.

A conseqüência mais grave do esconder a verdade é a superficialidade nos relacionamentos. Você não pode ser íntimo de uma pessoa escondendo dela a verdade. E por que escondemos a verdade? Porque somos covardes. Queremos evitar conflitos. Dizemos para nós mesmos: “Se eu disser a verdade às coisas vão piorar.” O mundo em que vivemos quer apenas manter a paz a qualquer custo e por isso faz uso da mentira. Quem não valoriza relacionamentos com certeza não considerará a verdade. A verdade é uma aliada para quem considera o cônjuge, os filhos, os parentes e os amigos.

A verdade precisa ser praticada. Quando ela é dita com amor, pode até doer, mas é benéfica. Por isso, valorize seus relacionamentos. Viva e fale a verdade a bem de seu relacionamento com Deus e com as pessoas.

CONHECER A DEUS

CONHECER A DEUS

O personagem principal da Bíblia é Deus. A Bíblia começa com Deus. A primeira afirmação dela não questiona a realidade de Sua existência, mas afirma Sua presença, pró-atividade, sabedoria, poder, propósito e indizível grandeza. Gênesis 1.1 lemos: “No princípio criou Deus os céus e a terra”.

A ciência com suas descobertas maravilhosas ajuda-nos a entender um pouco da grandeza de Deus. Por exemplo, nosso sol é um dos 100 bilhões de estrelas em nossa galáxia, a “Via Láctea”. Acredita-se que haja cerca de 100 bilhões de galáxias. Nossa galáxia tem a largura de aproximadamente 100 mil anos luz. Um ano luz mede cerca de 9 trilhões de quilômetros. A distância média entre galáxias vizinhas é de 10 milhões de anos luz. Essas informações sobre realidade do universo nos faz enxergamos a magnitude do poder de Deus revelado só na criação.

Deus se auto revelou através da Sua Palavra. Nela aprendemos tudo o que precisamos saber sobre Ele. A Bíblia é enfática que Ele é real, tem todo o poder, conhece todas as coisas e está em todos os lugares ao mesmo tempo. No Salmo 139.1-6 Davi exclama essas verdades sobre Ele ao dizer: “ Senhor, tu me sondas e me CONHECES. SABES quando me sento e quando me levanto; de longe PERCEBES os meus pensamentos. SABES muito bem quando trabalho e quando descanso; todos os meus caminhos são bem CONHECIDOS por ti. Antes mesmo que a palavra me chegue à língua, tu já a CONHECES inteiramente, Senhor. Tu me cercas, por trás e pela frente, e pões a tua mão sobre mim. Tal CONHECIMENTO é maravilhoso demais e está além do meu alcance; é tão elevado que não posso atingir.”

Paulo em Romanos 11.33 afirma: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria, como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e quão inescrutáveis os seus caminhos!”

O mais alto privilégio que um ser humano pode ter em todos os dias de sua vida é poder conhecer e experimentar Deus em sua vida. Jesus afirmou em João 17.3: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”

Assim, convido você para a maior e melhor de todas as buscas intelectuais: CONHECER A DEUS! Uma leitura cuidadosa da Bíblia levará você a mais fascinante de todas as descobertas. Enquanto você O busca entender com um coração puro e sem preconceito, a promessa de Jeremias 29.13 será cumprida em sua vida: “ Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração.”

OS ÚLTIMOS DIAS

OS ÚLTIMOS DIAS

Na Bíblia a expressão “últimos dias” refere-se a um período de depravação moral e espiritual dos homens, que culminará com a manifestação final justiça de Deus contra o pecado e o retorno pessoal e visível de Jesus em glória para estabelecer nessa terra o reino universal e mundial conforme profetizado pelos profetas do Antigo Testamento e pelo próprio Senhor Jesus.

Segundo as profecias dadas por Jesus em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21 os “últimos dias” seriam marcados pelo gradual desenvolvimento do engano espiritual, da falsidade, do aumento de guerras, e conflitos entre as nações, terremotos em vários lugares, o crescimento da fome, aliado a uma perseguição conceitual, psicológica e física aos seguidores de Jesus. O evento profético que dará visibilidade a esses “últimos dias” será o arrebatamento da igreja profetizado em 1 Tessalonicenses 4.11-17.

Paulo ensinou sobre os “últimos dias” em 2 Timóteo 3.1-5. Ele profetizou a postura dos homens dizendo o seguinte: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes.”

Paulo vai adiante dizendo que os “últimos dias” também seriam marcado por uma grande apostasia, ou seja, pessoas se afastariam da verdade de Deus. Ele diz em 1 Timóteo 4.1: “O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios.” Pedro profetizou sobre os “últimos dias” em relação a disposição do homem em zombar das coisas de Deus e viver uma vida moral desenfreada. Ele afirma 2 Pedro 3.3: “Antes de tudo saibam que, nos últimos dias, surgirão escarnecedores zombando e seguindo suas próprias paixões.”

Os “últimos dias” são evidentes. Desde o início do século XX até o presente momento em que estamos vivendo no século XXI, muito dessa realidade espiritual profetizada tem sido percebida de forma real e clara, de alguma forma podemos afirmar que estamos vivendo como nunca os “últimos dias”.

Jesus ao iniciar seu ministério, estando a nação de Israel longe de Deus, profere Suas primeiras palavras dizendo: “Arrependam-se, pois o Reino dos céus está próximo” – (Mateus 4.17).

“Arrependam-se!” Ou seja, coloque toda sua esperança somente em Jesus e esteja ciente de que esse mundo só vai de mal a pior.

O PODER DA INFLUÊNCIA

O PODER DA INFLUÊNCIA

Jesus afirmou em Mateus 5.13:“Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.”

O sal é algo perceptível. Sua função básica é dar sabor, proteger e purificar. Na época de Jesus o “sal” vinha principalmente do Mar Morto. Não havia refinarias e sua ação seria comprometida caso fosse misturado com outros elementos impuros.

Nesse texto Jesus usa a metáfora do sal para ensinar o PODER DA INFLUÊNCIA. Os discípulos de Jesus são “sal da terra”, ou seja, eles fazem a diferença nesse mundo. Eles são chamados a influenciar. O pecado contaminou o mundo. Os valores, padrões, conceitos, interesses, a moral, a postura e os princípios do mundo são diferentes do Deus que estabelece em Sua Palavra.

O discípulo de Jesus deve manter sempre uma linha clara entre o “certo” e o errado”. Ele precisa também considerar  “feliz com Jesus” e não andar em busca de um “pacote de felicidade” que o mundo apresenta.

O discípulo de Jesus não faz concessões porque ele não pertence mais ao sistema do mundo. Ele anda na contra mão da história. Ele vive numa “contra cultura”. O poder de sua influência apenas é percepida quando ele assume publicamente viver igual a Jesus e não no padrão do mundo.

Assim, se você se é um seguidor de Jesus, o seu “sal” precisa salgar. Você precisa assumir a postura de influenciar onde está e por onde vive. Jesus não veio para estabelecer uma religião, mas um estilo de vida, ou seja, pessoas que se dispõe voluntariamente a ama-lo, servi-Lo, obedece-Lo, viver Seus ensinos e imitar Sua vida.

O mundo não precisa de mais filosofias e religiões; já existem muitas. O mundo busca mesmo uma direção que possa seguir com segurança . O mundo está sedento de algo coerente, sério, íntegro e que dá para entender. O mundo deseja algo que resolva os conflitos internos de sua alma, traga soluções práticas para o dia a dia, e faça com que a vida realce cada manhã. O mundo busca uma resposta. E a resposta é JESUS. Ele diz em João 14.6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai, senão por Mim” . Mas o mundo precisa de alguém que ensine sobre Jesus e que O viva.

Por isso, assuma ser “sal da terra”. Use o poder de sua influência.

LIDANDO COM OS ZOMBADORES ESPIRITUAIS

LIDANDO COM OS ZOMBADORES ESPIRITUAIS

Jesus disse em Mateus 7.6: “Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.”

Esse é um texto chocante. Pessoas são comparadas a “cães” e a “porcos”. A pergunta básica olhando para esse texto é: quem são os “cães” e os “porcos”?

“Cães” e “porcos” eram animais na época de Jesus associados com hábitos sujos. Os “cães” que não eram os bem comportados cachorrinhos de colo de nossos dias, antes eram cães selvagens e que fuçavam no lixo da cidade. Os “porcos” sempre foram animais imundos e impuros para os judeus.

“Cães” e “porcos” é uma ilustração dada por Jesus a pessoas cuja a incredulidade as coisas de Deus se mostra de uma forma forte e agressiva. Essas pessoas tratam as verdades espirituais com desprezo, zombaria e crítica. A esses Jesus diz claramente: “Não lhes deis o que é santo e precioso”.

Um judeu jamais daria alimento “santo” a cães, ou seja, aquele alimento que fora a oferecido como sacrifício no altar. Um judeu jamais sonharia em jogar valiosas pérolas aos porcos. Isso porque os porcos provavelmente confundiriam as pérolas com nozes ou ervilhas e tentariam come-las, e ao descobrir que não eram comestíveis, iriam pisotea-las e até mesmo poderiam atacar o doador.

O que Jesus ensina nesse texto é que as verdades de Deus são “santas” como uma “pérola de grande valor.” (Mateus 13.46). O Evangelho de Jesus, a salvação que Ele oferece, e o relacionamento com Deus são a prioridade das prioridades. Se alguém a rejeita, questiona e ridiculariza condena-se a si mesmo e ao mesmo tempo se torna indigno de continuar ouvindo as preciosas verdades.

Jesus ensina que você não deve continuar expondo as verdades de Deus para com os que não querem ouvir ou crer. Não discuta com eles, apenas não lhes dê informoções espirituais visto que eles não as querem. Por um outro lado elas são preciosas demais para serem desprezadas. Apenas ore por eles!

Contudo, se você é um dos zombadores e sarcásticos das verdades de Deus, meu apelo e que você se arrependa de sua incredulidade e creia em Jesus como Senhor e Salvador. Caso não queira, “toque sua vida”. Lembre-se que ninguém tem obrigação de aceitar suas críticas e incredulidades e ao mesmo ninguém também é obrigado a repassar para você qualquer verdade espiritual. Infelizmente você é um intratável espiritualmente.

AS DUAS PORTAS

AS DUAS PORTAS

Jesus fez um apelo a uma decisão em Mateus 7.13,14: “Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.”

Nesse texto Jesus está por concluir o Sermão do Monte. E antes de finaliza-lo Ele exige que seus ouvintes (e leitores) tomem uma decisão. E Jesus no texto apresenta a decisão através da metáfora das “duas portas”.

A primeira porta é a “porta estreita.” Ele diz que “estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida…” Essa é definida por um caminho difícil, cheio de limites demarcados por Deus segundo Sua Palavra. Essa porta conduz a um caminho onde há um “jugo suave” e um “fardo leve”; onde há lutas e provações; onde os pensamentos e vontades são centrados em Deus. Essa é a porta que conduz a vida hoje e na eternidade. E a constatação de Jesus é que “…são poucos os que acertam com ela.”

A segunda porta é apresentada como “porta larga”. Essa é porta é a “…do caminho que conduz para a perdição.” Essa é a porta do caminho fácil e confortável. É a porta da imoralidade, da permissividade, da vida sem freios no pensamento e na conduta. É a porta onde o foco são os desejos e as inclinações naturais. Essa também é a porta da superficialidade, do egoísmo, da hipocrisia, da ambicão, da religião ritualista que deixa tudo, permite tudo,onde nada é exigido. Essa á porta que conduz a perdição. E a triste constatação de Jesus é que é “…são muitos os que entram por ela.”

Ninguém está neutro nessa decisão. Decidir pela ”porta larga” é escolher pelo pecado, pela justiça própria, pelo orgulho e pela religiosidade vazia. Decidir pela “porta estreita” é escolher pelo arrependimento da ambição egoísta, da cobiça, de si mesmo, da auto-imagem e todo pensamento, comportamento, desejos e vontades que não honram e nem agradam a Deus.

Assim, Jesus ordena que você tome a decisão certa: “Entrai pela porta estreita…” Ele quer que você mude de vida! Ele sabe que “estreita é a porta, e apertado, o caminho…” Mas Ele também quer que você saiba que esta porta é a “…que conduz para a vida…” A vida que você está procurando e de alguma forma na “porta larga”.

D.L. Moody declarou: “Eu acredito do fundo de minha alma, que há mais gente neste dia se perdendo por falta de uma decisão espiritual do que por qualquer outra coisa.”

Decida pela “porta estreita”!

O JESUS DO IMPOSSÍVEL

O JESUS DO IMPOSSÍVEL

Em João 6 temos a história da multiplicação dos pães para uma grande multidão. Os versículos 5-11 nos relata o seguinte: Jesus olhou em volta de si e viu que uma grande multidão estava chegando perto dele. Então disse a Filipe: — Onde vamos comprar comida para toda esta gente? Ele sabia muito bem o que ia fazer, mas disse isso para ver qual seria a resposta de Filipe. Filipe respondeu assim: — Para cada pessoa poder receber um pouco de pão, nós precisaríamos gastar mais de duzentas moedas de prata. Então um dos discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse: Está aqui um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos. Mas o que é isso para tanta gente? Jesus disse: — Digam a todos que se sentem no chão. Então todos se sentaram. Estavam ali quase cinco mil homens. Em seguida Jesus pegou os pães, deu graças a Deus e os repartiu com todos; e fez o mesmo com os peixes. E todos comeram à vontade.

Esse um texto extremamente rico em lições espirituais. A primeira está relacionada com a pessoa de Filipe. Jesus pergunta a ele: “Onde vamos comprar comida para toda esta gente? E ele responde: “Para cada pessoa poder receber um pouco de pão, nós precisaríamos gastar mais de duzentas moedas de prata.” Jesus pergunta: “Para onde vamos” e Filipe responde: “quanto vai custar”. Filipe era um sujeito calculista, estatístico e pessimista. E a verdade é que alguns de nós somos como Filipe. Acreditamos que o impossível é realmente impossível. Pela lógica “os números não fecham”, a “crise é profunda”. Tudo é grande demais…impossível demais… Tudo é fora da realidade. Mas o Jesus que faz a pergunta é o mesmo que tem a resposta. O texto diz: “Ele sabia muito bem o que ia fazer…” Assim, quando os problemas chegarem, antes de desesperar, entenda que o Senhor permitiu e Ele mesmo tem a resposta. Basta dizer a Jesus o que Filipe não disse: “Senhor…eu não sei…mas o Senhor sabe…o Senhor tem a resposta.”

A segunda lição é a do menino que tinha cinco pães e os dois peixinhos. Ele trouxe para Jesus o pouco, e o pouco tornou-se muito. Assim, traga a Jesus o pouco que você tem. Traga a Ele, seja lá o que for. E diga: “Senhor está aqui…faça do meu pouco uma benção para muitos…glorifique o Teu nome, nesse pouco.”

A terceira lição é sempre saber que o Senhor Jesus é especialista em situações impossíveis. Ele multiplicou o cinco pães e dois peixinhos e alimentou uma grande multidão. Assim, não há nada impossível ao Salvador. Se Ele quiser agir, toda necessidade será suprida e tudo que é ilógico, improvável e impossível será solucionado.

É importante que você não esqueça que o Jesus do impossível continua ainda vivo e ativo.

UMA VIDA ESPIRITUAL SADIA

UMA VIDA ESPIRITUAL SADIA

Estamos todos os dias sendo bombardeados por uma cultura de violência e imoralidade, o que faz com que não sejamos mais chocados com nada e aumente em nós dia após dia uma insensibilidade ao mal segundo os olhos de Deus.

Tentar racionalizar o comportamento errado, achando que a exposição ao pecado não trará mal algum, é um grande engano. Quanto mais se expõe ao mal, ao pecado e ao erro, mais a resistência espiritual diminui e mais o conformismo aumenta.

Na Bíblia, a verdade explícita é que Deus ama o que é bom, certo e justo e odeia o que é mal e pecaminoso. Salmo 5.4,6 nos diz: Pois tu não és Deus que se agrade com a iniqüidade, e contigo não subsiste o mal…Tu destróis os que proferem mentira; o SENHOR abomina ao sanguinário e ao fraudulento.”

O caráter santo de Deus exige nada menos do que a oposição hostil a toda forma de mal. E naturalmente, todos aqueles que dizem amar a Deus e segui-Lo deveriam também odiar ao mal e amar o que é bom. Provérbios 8.13 diz: O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal…” A.W. Pink disse: “ Um Deus inefavelmente santo, que tem a maior aversão ao pecado, não foi inventado por qualquer um dos descendentes de Adão.”

Se você se diz ser um fiel seguidor de Cristo, é natural que você venha desejar ser conhecido como alguém que anda em integridade, sem se acomodar a qualquer estilo de pecado em sua vida. Contudo, você precisa saber que viver odiando ao mal será uma grande luta. Lutar contra o mal e odiá-lo pode ser um grande desafio, contudo, quando você se torna contra aquilo que Deus é contra, e quando você se dispõe a viver como Ele quer, você receberá a Sua ajuda, apoio e força.

Não flerte com o pecado porque ele certamente lhe dará um “bote” espiritual. O ensino de Paulo em 1 Timóteo 2.2 é: “Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.

O caminho da santidade é difícil porque exige luta, esforço e uma vida disciplinada. Mas na caminhada, o Senhor lhe oferece toda a Sua graça, força e recursos espirituais em nosso Senhor Jesus pelo poder de Seu Espírito Santo.

Por isso, sempre dê prioridade a Deus, e lute. A construção de uma vida espiritual sadia nunca virá sem compromisso.

EVIDENCIANDO O AMOR

EVIDENCIANDO O AMOR

A visão que o mundo tem sobre o amor tem sido confundido com a busca dos próprios prazeres e desejos egoístas. Os maiores propagandistas dessa mentalidade de um amor hipócrita em nossa cultura tem sido a mídia, os filmes e as redes sociais.

Na Bíblia, “amor” é um termo usado para descrever o bem estar de alguém. Amor na Bíblia é um estilo de vida que coloca de lado o próprio interesse e foca no direto e benefício do outro, sem se importar com o custo.

No Novo Testamento, a palavra mais usada para esse tipo de amor é “ágape”. “Ágape” é a qualidade do amor de Deus. Na Bíblia, o amor de Deus é expressado de forma prática ao dar Jesus como Salvador daqueles que não merecem Seu amor, antes o Seu julgamento. Paulo diz em Romanos 5.8: “ Mas Deus prova o seu próprio AMOR para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.”

Jesus é a demonstração do amor de Deus. Ele tornou-se o substituto dos pecadores na cruz do calvário; Ele recebeu a ira de Deus que todo pecador merecia. Jesus revelou o amor DANDO a si mesmo para salvar os pecadores. O Pai expressou amor DANDO o Filho como o preço do pecado. Assim, amor bíblico é alguém DANDO algo sacrificial a bem do outro. Na prática eles precisam morrer para si mesmo, para seus interesses, voltar-se a bem do outro e revelar a mesma qualidade de amor como o de Deus.

O cristianismo autêntico não é definido pela aglomeração de pessoas que se reúnem em busca de uma benção, antes é a disposição em ser uma benção para alguém. A beleza do verdadeiro cristianismo está em viver e ser como Jesus; está em demonstrar nitidamente o Seu amor. Jesus afirmou em João 13.35: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.”

O amor verdadeiro é demonstrado de forma prática. O amor abre sua casa ao outro (1 Pedro 4.9,10); serve o outro (Gálatas 5.13); edifica o outro (Romanos 14.19); ajuda o outro em suas dificuldades (Gálatas 6.2); submete-se ao outro (Efésios 5.21); perdoa o outro (Colossenses 3.13); conforta o outros nas suas dificuldades (1 Tessalonicenses 4.18); repreende o outro (Tito 1.13); encoraja o outro (Hebreus 10.24,25); confessa os próprios pecados ao outro (Tiago 5.16) e ora pelo outro (Tiago 5.16).

Não se engane! Se você não demonstra o amor de Jesus aos que estão ao seu redor, você nunca pertenceu a Ele. Essa verdade está afirmada em 1 João 1.7,8: “…todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.”

Sem a evidência prática do amor de Jesus, você continua enganado e iludido por uma fé morta. Sem amor você continua espiritualmente perdido.

O VENCEDOR

O VENCEDOR…

No dia 25 de Julho de 2015, em Detroit – EUA, foi inaugurada por um grupo de 700 satanistas, uma suposta estátua (Baphomet) representando Satanás. A inauguração feita em um prédio industrial de Detroit gerou diversas manifestacões tanto ao contrário como a favor. O custo final da obra de meia tonelada e de quase três metros de altura foi patrocinada por um grupo satanistas e ficou em aproximadamente U$ 100.000,00.

Essa realidade que aparentemente parece bizarre na verdade é algo muito real. Satanás é real. Ele existe e está agindo. No campo espiritual, não há neutralidade. C.S.Lewis afirmou: “Não há terreno neutro no universo; cada polegada quadrada, cada fração de segundo é reivindicada por Deus e contra reivindicada por Satanás.”

A Bíblia é clara quando se fala sobre Satanás. Ele é o inimigo já derrotado de Deus. Ele é contra tudo o que Deus é, faz, diz, afirma, deseja e estabelece. Ele odeia o Criador e todas as suas criaturas. Seu foco é afastar as pessoas de Deus e destruí-las. Essa é sua maior satisfação. Ele é astutíssimo. Ele é um ser espiritual poderoso que pode se transformar em “anjo de luz” (2 Coríntios 11.14).

Sua maior arma é a mentira. Ele ama a falsidade e engano. Ele trabalha poderosamente no campo conceitual; nas ideias; nos pensamentos. E ninguém é pário para ele. Ele é capaz destruir qualquer vida e relacionamento. Ele só teme grandemente uma pessoa: O SENHOR JESUS! Por quê?

A Bíblia nos diz Colossenses 2.15: “…despojando (Jesus) os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. Quando Jesus Cristo morreu na cruz os pecados foram expiados. Abriu-se a oportunidade da reconciliação com Deus. Cumpriu-se a profecia de Gênesis 3.15, que o nascido de uma mulher esmagaria a cabeça da serpente.

A morte de Cristo na cruz desarmou e derrotou Satanás. A única arma eternamente destrutiva que ele tinha foi tirada de sua mão, ou seja, a sua acusação diante de Deus que somos culpados e que todos agora precisamos perecer. Mas quando Cristo deu sua vida na cruz, essa acusação foi anulada. E agora, todos os que se entregam a Cristo nunca mais perecerão. Eles foram tirados do poder de Satanás; eles foram “libertados das trevas para o Reino do Filho…” (Colossenses 1.13). Os que creram em Cristo nunca mais poderão ser separados do grande amor de Deus que está em Cristo Jesus (Romanos 8.37-39). Eles estão seguros hoje e eternamente. Tudo…tudo por causa de Jesus, O VENCEDOR!

DEFININDO O PECADO

DEFININDO O PECADO

O pecado é um dos mais asquerosos nomes no dicionário e o vilão da história humana. Ele é o destruidor da vida, a expressão do mal e o causador da morte.

O pecado ludibria, engana e ilude. Ele é  letal. Ele mata lentamente, deixa a míngua e rouba a vida.  Ele se apresenta bonito, garboso e promissor, mas no final ele presenteia com a culpa, com o desespero, com a tristeza, com a desesperança e com a morte. Seu canto inaudível diz que o bom, o melhor, o prazer, a alegria e toda felicidade está em seguí-lo.

O pecado  mente. Mente com respeito a tudo. Mente especialmente com respeito a Deus; ele O odeia. O pecado diz que Deus não existe, ou se existe não se importa. O pecado afasta as pessoas de tudo o que é de Deus, tudo o que é bom, santo, puro, justo, reto, prudente, aceitável, sábio, certo e verdadeiro. O pecado impede que a vida flua; ele a destrói.

O maior e pior estrago que o pecado pode fazer é ludibriar e camuflar sua existência. O ser humano insiste em ignorá-lo. Defender e expor a realidade do pecado com todo o seu matiz é ser ignorante, retrógrado, ultrapassado, piega, fanático e descontextualizado.

O pecado é descrito na Bíblia como transgressão da lei de Deus (1 João 3. 4) e rebelião contra Ele (Deuteronômio 9.7). E todo ser humano está atrelado ao pecado. Romanos 3.9 afirma: “…pois já temos demonstrado que TODOS, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado.” E ainda em Romanos 3.23: “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.”

O pecado teve seu começo com Lúcifer, que não contente com sua posição angelical, intencionou ser igual a Deus, introduzindo assim o pecado (Isaías 14.12-15). Renomeado depois de Satanás trouxe o pecado para a raça humana no Jardim do Éden onde tentou Adão e Eva. Gênesis 3 é o texto bíblico que descreve essa rebelião. Desde aquela época, o pecado então tem sido passado por todas as gerações da humanidade e nós, descendentes de Adão, herdamos o pecado dele. Paulo diz Romanos 5.12: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.”

O pecado é a mais triste, revoltante e frustrante constatação e diagnóstico da humanidade. Eu e você somos pecadores! É importante também saber que a mesma Bíblia que expõe o pecado, é a mesma que traz a solução para ele. À parte de Deus não a resposta para o pecado.

REANIME A ESPERANÇA

REANIME A ESPERANÇA

O Salmista afirmou no Salmos 9.18:“Pois o necessitado não será para sempre esquecido, e a esperança dos aflitos não se há de frustrar perpetuamente.”

Esperança é uma palavra da alma. É uma solicitação, um desejo, uma vontade, um requisito interno de que algo precisa acontecer. Esperança é quase uma exigência de uma ação diante da dor.

Ouvimos: “ele perdeu a esperança”. Essa é uma frase que espelha o desespero, o fracasso e o caos. O suicídio por vezes ronda como a única esperança. Sair da dor parece ser a resposta.

É preciso “reanimar” a esperança. Por isso, não erre ao ancorar sua esperança. É nossa tendência atrelar nossas vidas em pessoas, circunstâncias, oportunidades, lugares etc. Achamos que esses são os verdadeiros ancoradores da alma. E sempre o resultado é frustração. Porque pessoas erram conosco e as circunstâncias nem sempre nos são favoráveis como pensamos. E uma vez frustrado, onde achar a esperança?

O salmista nos ensina a ancorar nossa esperança em Deus. Ele diz no texto: “…a esperança dos aflitos não se há de frustrar perpetuamente.” Deus não deixará frustrado aqueles que se achegam a Ele. Ele não os esquecerá e agirá por eles. O Salmo 39.7 também afirma: “E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança.” E o Salmo 62.5 completa: “Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança.”

Por isso, não fique debatendo nas águas do sofrimento e da dor. Não corra para você, para os chegados, para os próximos ou qualquer circunstância. Não fuja para o entretenimento; achegue-se a Deus. Faça dEle sua esperança e você terá a esperança que procura.

Com Deus sempre há esperança. Assim, reanime a esperança!

BUSQUE A GLÓRIA DE DEUS!

BUSQUE A GLÓRIA DE DEUS!

O grande compositor Bach disse: “Toda a música não deve ter nenhum outro objetivo final que não seja a glória de Deus e o refrigério da alma.” Ao dirigir suas composições ele sempre colocava “JJ”,   “Jesus Juva”, que significa: “Jesus me ajude.” Ele sempre terminava suas composições com “SDG”, “Soli Dei Gratia”, que significa “Só a Deus seja o louvor.”

O salmista nos diz no Salmo 29.1-2: “Tributai ao SENHOR, filhos de Deus, tributai ao SENHOR glória e força. Tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome, adorai o SENHOR na beleza da santidade.” Nosso Deus merece toda a glória. Ele deseja que Lhe demos glória. O salmista declara: “…a glória devida ao seu nome.” “Dar glória a Deus” significa reconhece-Lo como Aquele que é digno de louvor e honra, atribuindo só a Ele louvor e exaltação.

Paulo declarou em 1 Coríntios 10.31:“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.” Paulo com três verbos – “comais…bebais…façais” – engloba toda vida. Ele diz que tudo o que se faz deve ter como motivação última “…a glória de Deus.” Nossa forma de viver deve em tudo promover e buscar a glória de Deus. Devemos busca a glória de Deus com nossos lábios e com nossas vidas.

O Senhor Jesus viveu nesse mundo pensando, agindo e focando na glória do Pai. Em João 12.28 Ele ora: “ Pai, glorifica o Teu nome…” E ainda em João 17.4 Ele afirma: “Eu Te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer.” Jesus buscou em Sua vida a glória do Pai. E verdade é que muitas vezes a nossa vida é construída em torno de coisas que não estão erradas, mas elas simplesmente não têm qualquer valor espiritual; são coisas que não glorificam a Deus.

Quando você busca a glória de Deus em sua vida, isso significa que em todas as áreas dela você levará em conta o que Ele diz, pensa e deseja. Ele, e somente Ele, sempre será o padrão e a medida por onde tudo em sua vida será julgado e avaliado.

R.C. Sproul escreveu: “Nós não segmentamos nossas vidas. Nós não damos algum tempo para Deus e outro para os nossos negócios, escolaridade etc, mantendo partes dele para nós mesmos. A ideia é que devemos apresentar toda a nossa vida na presença de Deus, sob a autoridade de Deus e para a honra e glória de Deus. Isso é o tudo de uma verdadeira vida cristã.”

Quando você busca a glória de Deus, sua vida torna-se cheia e plena de todo propósito e significado que tanto procura.

Busque a glória de Deus!

POR QUE BUSCAMOS A JESUS?

POR QUE BUSCAMOS A JESUS?

No início do capítulo 6 de João, Jesus atravessa o mar da Galiléia e muita gente o segue e se impressiona de como Ele curou os enfermos. E ao ver a multidão faminta, depois de ouvi-Lo, compadecida dela, Jesus multiplica cinco pães e dois peixinhos e dá a comer a todos eles. No final daquela tarde, Ele se retira para um lugar secreto, enquanto seus discípulos, pelo mar, tomam rumo a cidade Cafarnaum. O mar começa a ficar agitado, e Jesus, andando miraculosamente pelo mar, encontra-se com seus discípulos. No outro dia, a multidão entra em barcos em busca novamente dEle. E em João 6.25-27 temos o relato desse encontro do Salvador com a multidão.

No versículo 25, alguns dentre a multidão perguntam a Jesus: “…Mestre, quando chegaste aqui?” Jesus não responde a essa pergunta. Pelo contrário, no versículo 26 Ele faz uma outra afirmação: “…vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes.” Jesus não diz a eles como ele chegou lá, mas diz a eles porque eles vieram até Ele. Jesus os confronta com a motivação errada deles. Eles queriam pão. Eles queriam mais uma exibição miraculosa. Eles queriam fazê-lo rei para resolver os problemas deles. E então Jesus os exorta no versículo 27 dizendo: “ Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo.”

Jesus contrasta o pão material com o pão A ênfase dEle é que eles deveriam parar de buscar a Jesus por coisas terrenas e centrarem suas vidas nos conceitos espirituais. Porque o terreno é passageiro e o eterno é o que tem valor real.

Assim também, o confronto de Jesus continua ainda hoje para cada um de nós. Podemos estar buscando a Jesus apenas para ganharmos ou não perdermos algo nessa vida terrena; apenas para mantermos uma vida mais confortável, não perdermos o “status quo” ou para viver o hoje e o agora em função de bens materiais ou qualquer conforto e segurança que o dinheiro possa proporcionar.

Hoje Jesus também pergunta: “Você me busca pelo o que Eu faço ou não faço a você, ou pelo o que realmente Eu sou e represento em sua vida?” “ Você me busca por razões materiais ou por necessidades espirituais”?

A resposta a essas perguntas produzem um profundo e real diagnóstico de quem você realmente é, onde está o centro de sua vida, quais são suas prioridades, a quem você adora, quais são suas reais motivações, e o que realmente está lhe dirigindo hoje.

BUSQUE AO SENHOR!

BUSQUE AO SENHOR!

Em 767aC, Deus levantou um profeta ao sul de Jerusalém para pregar Sua palavra ao reino do norte, em Israel, na cidade de Betel. Seu nome era Amós. Ele era um pastor de ovelhas e ao mesmo tempo produtor de figos. Deus o chamou com a árdua tarefa de pregar contra a idolatria que dominava Israel. A nação estava sob o domínio de Jeroboão II, e em seu reinado houve muita riqueza e prosperidade. Isso, ao invés de trazer gratidão ao Senhor, resultou em injustiça, ganância, negligência aos pobres, e por fim, uma religião formal e idólatra.

Ao presenciar essa realidade histórica, Amós apresenta o Senhor, como o Deus do universo, o Soberano que deve ser adorado e servido. E ao mesmo tempo, o profeta expõe com veemência a violação da aliança com Deus, os rituais religiosos vazios, a arrogância e auto confiança.

Amós em sua pregação, não só aponta o julgamento, mas propõe a restauração e o retorno a Deus. Em Amós 5.4, o próprio Deus pela boca do profeta, faz um convite a nação: “Busquem-me e terão vida”

Como uma história de quase 3.000 anos atrás se aplica as nossas vidas hoje?

O certo é que como os Israelitas do passado, alguns de nós decidimos viver nossas vidas do nosso jeito. Cheios de auto confiança, também fabricamos e confiamos em ídolos modernos. Colocamos nossas expectativas e segurança na nossa habilidade, no dinheiro, na posição social, na experiência de vida, nos amigos, nas promessas dadas etc. Deixamos de considerar os princípios de Deus; não O obedecemos e não mais dependemos dEle para dirigir nossas vidas. O final já sabemos, é sempre trágico.

Por um outro lado, O mesmo Senhor hoje continua a dizer a cada um de nós como disse ao seu povo no passado: “Busquem-me e terão vida”. Esse apelo é ampliado em Isaías 55.6-8, quando o profeta afirma: “Buscai o SENHOR enquanto se pode achar…Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele…Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR…”

A verdade é que, enquanto estivermos seguros em nós mesmos, agarrados em nossos conceitos e preconceitos, sem nos rendermos totalmente a Deus, não só não avançaremos, mas estaremos ora estagnados, ora regredindo; fazendo com que a vida se torne dia a dia mais difícil de ser vivida.

Deus então propõe hoje, a mesma e a única solução: “Busquem-me e terão vida”.

CONHECENDO O AMOR

CONHECENDO O AMOR

Em 1 João 3.16  lemos: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos.” Esse versículo diz muitas verdades sobre o amor em poucas palavras.

Primeiro o versículo DEFINE o amor como um ato de “dar”. O texto diz: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu…” O amor é o componente que tira o indivíduo de si mesmo e o leva em direção ao outro. E foi assim que Jesus fez. Ele se deu saindo dos céus; Ele se deu vivendo entre nós e assumindo nossa humanidade. Jesus nos ensina que o amor eficaz e que realiza, é aquele que vai em direção ao outro dando e doando.

Em segundo lugar o versículo EXPLICA que o amor é expresso num ato de “dar” de forma sacrificial. O texto diz: “…Cristo deu a sua vida por nós…” O que significa essa frase? Essa frase revela que Jesus DEMONSTROU o amor de forma extrema: Ele deu sua vida na cruz para pagar o preço dos nossos pecados. Daí dá para entender quão grande são os nosso pecados e quão grande foi o amor de Jesus que O levou a tão grande sacrifício. Paulo expressa a mesma verdade em Romanos 5.8 ao afirmar: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” Assim, não adianta dizer que ama e não demonstra amor de forma extrema. O amor sempre quer o bem do outro, mas corre todos os riscos para que o outro fique bem, ainda que os interesses e desejos se tornem nulos, desprezados e “morto” a favor do bem do outro.

Em terceiro o versículo APLICA o amor. O texto termina dizendo: “ e devemos dar nossa vida pelos irmãos.” Ao olhar para o grande amor de Cristo dando sua vida por nossos pecados, não devemos contemplar e ficar boquiabertos, chocados ou maravilhados. Não! Devemos FAZER O MESMO. Devemos agir da mesma maneira; devemos estar prontos a “…dar nossa vida…” O amor não pode ficar no discurso, no papel, na contemplação. O amor precisa amar. O amor precisa focar intensamente no outro.

Essas verdades não são utópicas. Elas podem ser vivenciadas dia a dia. Para viver o amor é preciso receber o amor de Deus. É preciso aceitar o que Jesus fez por você naquela cruz. É o poder de Deus, e não o seu esforço, que lhe dará as condições para amar no mesmo nível.

Quando o amor de Jesus é praticado as pessoas começam a crer no sobrenatural. Porque o mais difícil na vida não é uma cura física, o mais difícil é destruir o egoísmo de uma vida.

OS PONTOS FRACOS

OS PONTOS FRACOS

Em Atos 14.15 Paulo afirma: “…Nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos…” Essa é uma contundente afirmação sobre a nossa real humanidade.

É sempre mais fácil e comum gloriar-nos de nossos pontos fortes e pouco de nossa humanidade. As vezes queremos ser vistos como “super humanos” e negamos a realidade de “meros mortais”

Negar a humanidade não é algo apenas falso, mas é um desserviço a nós mesmos e a todos os que nos cercam. Isso porque Deus ama os fracos. Na verdade, Ele gosta de tomar os nossos pontos fracos e transformá-los em fortes.

Isso não quer dizer que os pontos fracos sejam os pecados como a avareza, ganância, egoímo etc. Por pontos fracos quero dizer sobre nossas limitações. Algo que quer herdamos e não podemos mudar.

Deus é especialista em usar nossa desvantagem, limitação e necessidade, seja ela uma doença, uma característica de personalidade, uma cicatriz, uma circunstância, temperamento, uma passado difícil, um presente sem expectativas. Tudo isso se torna matéria prima nas mãos de Deus.

Veja o exemplo na incarnação de Jesus. O Salvador nasceu em uma família simples e numa inóspita manjedoura. Ele foi criado num distante e desprezado vilarejo: Nazaré. Trabalhou com um humilde carpinteiro e viveu como um homem comum. Mas um dia, quando se apresentou para ser batizado por João Batista, com um coração simples e humilde, o poder do Espírito Santo o revestiu. Pedro sobre Ele diz em Atos 10.38: “…fez o bem e curou os oprimidos pelo diabo…”
Todos somos limitados em algo. Todos temos nossos pontos fracos. Todos precisamos reconhecer humildemente nossas limitações e nos apresentar a Deus para que Ele toque, mova, aja e faça algo para Sua glória.

Não tenha medo de dizer a Deus: “ Senhor eis aqui minha fraqueza; Senhor aqui meus “pontos fracos”; Senhor eis aqui minhas limitações”. É orando assim e agindo assim que o seu nível de dependência dEle aumenta, seu orgulho cai e seu senso de utilidade para os que são fracos cresce.

Alguém afirmou: “Se eu nunca tivesse um problema, eu nunca saberia que Deus era capaz de resolvê-lo.” Por isso, decida que seu “ponto fraco” se tornará uma oportunidade para que Jesus apareça e engrandeça.

APRENDENDO A CONFIAR EM DEUS

APRENDENDO A CONFIAR EM DEUS

É um grande desafio confiar em Deus, mas não é algo impossível de se viver. Salomão, em Provérbios 3.5-7, nos ensina três princípios de como podemos aprender a confiar em Deus.

1 – NÃO DEPENDA DE SI MESMO

Salomão diz em Provérbios 3.5: “Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento.” A maioria dos desapontamentos que enfrentamos é porque nos ensinaram a depender de nós mesmos. Mas viver a vida que Deus quer, exige desaprender a confiar em nós mesmos e confiar nEle. E todo esse processo por vezes é doloroso. “Confiar em Deus” significa aprender a entregar anseios, desejos e circunstâncias em Suas mãos; significa dia a dia render expectativas e planos a Ele. Corrie Ten Boom afirmou: “ Nunca tenha medo de confiar um futuro desconhecido a um Deus conhecido.”

2 – CLAME A DEUS

Salomão nos ensina em Provérbios 3.6: “Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.” Precisamos mais do que um compromisso pessoal de dependência de Deus, precisamos clamar a Ele como forma de demonstrar nossa dependência. Nada conseguiremos na caminhada espiritual sem oração. A oração é a plena demonstração de nossa dependência do Senhor. Quando oramos admitimos que o caminhos e os pensamentos dEle são mais altos, sublimes e suficiente que os nossos. A Bíblia deixa claro que todas as vezes que clamarmos ao Senhor, Ele nos ouvirá. O Salmo 34.17 afirma: “Clamam os justos, e o SENHOR os escuta e os livra de todas as suas tribulações.” Que confia em Deus depende dEle e   quem depende dEle, ora.

3 – FUJA DO MAL

Salomão nos também afirma em Provérbios 3.7: “Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal.” Muita coisa nesse mundo pode nos destrair ou bagunçar nossa vida com Deus. Em 1 João 2.16 lemos: “Nada que é deste mundo vem do Pai. Os maus desejos da natureza humana, a vontade de ter o que agrada aos olhos e o orgulho pelas coisas da vida, tudo isso não vem do Pai, mas do mundo.” A vida funciona melhor quando lembramos que a verdadeira fonte de nossas bençãos e alegria vem por agradar ao Senhor. Quando centramos nossas vidas nEle, encontramos vida abundante.

Assim, se você quer mesmo aprender a confiar em Deus, pare de depender si mesmo, busque mais a Ele em oração e fuja de tudo aquilo que O desagrada.