O “EVANGELHO” SEGUNDO JESUS

O “EVANGELHO” SEGUNDO JESUS

O termo “evangelho” é encontrado cerca de noventa vezes no Novo Testamento. “Evangelho” é a tradução do substantivo grego “euangelion” que significa “boa notícia”.

Jesus após sua ressurreição ordenou em Marcos 15.16: “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas.” O verbo “pregar” que Jesus usou nesse texto, significa “publicar de forma áudivel uma mensagem, como um arauto de um rei, falando com gravidade, formalidade, e autoridade, de modo que aquele que ouça, obedeça.”

Qual é a “as boas novas” ou “evangelho” que Jesus mandou que fosse pregado a todas as pessoas com o fim que elas obedecessem?

Jesus ordena que se pregue que todos, sem exceção, vivem pecando e são escravos do pecado. Em João 8.34 Ele afirma: “Digo-lhes a verdade: Todo aquele que vive pecando é escravo do pecado…” “Pecado” é definido na Bíblia como transgressão da Lei de Deus e rebelião contra Deus. Jesus ensinou que o pecado conduz à morte física e espiritual. Em João 8.24 Ele diz: “…Se vocês não crerem que Eu Sou, de fato morrerão em seus pecados”. Jesus também afirma que a condenação eterna para todos os que amam e praticam o pecado será no fogo eterno. Em Mateus 25.41 Ele diz: “Então ele dirá aos que estiverem à sua esquerda: ‘Malditos, apartem-se de mim para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos.”

Segundo Jesus, por todos serem “escravos do pecado” ninguém pode salvar-se a si mesmo. Como um escravo pode se auto libertar? Jesus então ensina que Ele mesmo é o único Salvador e o Libertador dos pecados. Ele é o presente e a resposta de Deus para a salvação dos pecadores. Em João 3.16 Ele afirma: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” Essa verdade foi confirmada por João Batista quando esse viu a Jesus. Em João 1.29 lemos: “…Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” Foi na cruz do Calvário, que Jesus, como o Cordeiro de Deus, tirou e pagou o preço do pecado.

Jesus afirma que Ele é o único meio para se ter os pecados perdoados e a forma para se livrar da condenação eterna é através do arrependimento. Arrependimento significa mudar de idéia em relação ao pecado, o que implica na completa mudança do comportamento. Em Sua primeira mensagem Jesus chamou todos ao arrependimento. Em Mateus 4.17 lemos: “Daí em diante Jesus começou a pregar: Arrependam-se, pois o Reino dos céus está próximo.”

Assim, para todos os que entendem e percebem a realidade de seus pecados, Jesus faz um convite em Mateus 11.28: “Vinde a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.”

Hoje é o dia, e o momento é agora para você se arrepender dos pecados e crê em Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Você o fará?

OS CRUZAMENTOS DA VIDA

OS CRUZAMENTOS DA VIDA

O anel proletário em Saint Petersburgo, na Rússia, é um dos cruzamentos mais perigosos do mundo. Ali não há guardas e nem sinais. Carros e caminhões sempre envolvem-se em acidentes. Há sempre uma tensão para todos os motoristas quando precisam enfrentar aquele cruzamento.

Diante das estradas da vida, chegamos também a cruzamentos perigosos. São momentos em que uma decisão pode fazer a vida mudar totalmente de curso.

A Bíblia nos ensina um recurso divino poderoso que podemos usar quando chegarmos diante de um desses cruzamentos da vida. Esse recurso é chamado de “SABEDORIA”.

No Salmo 111.10 lemos: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; todos os que cumprem os seus preceitos revelam bom senso…” “O temor do Senhor” é um termo bíblico que expressa um relacionamento respeitoso e reverente com Deus. Temer a Deus” significa ter um grande apreço por quem Deus é. Mas o que é sabedoria? Sabedoria é a junção do conhecimento e da habilidade que permite uma pessoa fazer escolhas certas e sensatas de acordo com os princípios de Deus e que honram a Ele.

Segundo a perspectiva bíblica, se uma pessoa desconsidera Deus como o Criador de todas as coisas, não aceita que Ele se auto revelou por Sua Palavra, ou despreza que Ele estabeleceu valores absolutos que conduzem a vida, então essa pessoa é um tolo. Ela terá muitos acidentes nos “cruzamentos da vida”.

O tolo não se deixa ser dirigido pela sabedoria de Deus. O tolo ignora o sistema de valores de Deus e consequentemente toma decisões erradas, pobres e com dano a sua vida e a dos que convivem com ele. O tolo é arrogante e se recusa admitir que necessita da sabedoria de Deus para conduzir a sua vida.

Talvez você esteja em um “cruzamento na vida”; precisa tomar decisões e sabe que se o fizer de forma errada poderá ter enormes consequências. Mas se você teme a Deus, peça por Sua sabedoria e Ele lhe dará.

O professor Winkie Pratney afirmou: “Deus não orienta aqueles que querem dirigir sua própria vida. Ele só orienta aqueles que admitem a necessidade de Sua direção e confiam em sua sabedoria.”

Assim sendo, diante dos “cruzamentos da vida”, busque a sabedoria de Deus!

A DIREÇÃO DE DEUS PARA A VIDA

A DIREÇÃO DE DEUS PARA A VIDA

Em Gênesis 24, Abraão envia o seu mais antigo servo, Eliezer, a casa de seus pais, para dali buscar uma esposa para seu filho, Isaque, como era o costume daquela época. Eliezer foi e por providência de Deus encontrou a esposa para Isaque.

Em Gênesis 24.27, Eliezer compartilha com Labão, pai de Rebeca – a futura esposa de Isaque – o seguinte: “…quanto a mim, estando no caminho, o SENHOR me guiou à casa dos parentes de meu senhor…” A verdade é que enquanto Eliezer obedece seu a Abraão, Deus mostra todos os detalhes de sua missão.

Esse é um texto que apresenta princípios sobre a direção de Deus para a vida. Aprendemos por ele algumas lições simples e básicas diante de decisões no dia a dia.

O PRIMEIRO princípio que aprendemos sobre a direção de Deus na vida é que precisamos orar a Ele por tudo. Eliezer orou pedindo direção para a esposa de seu senhor Abraão. Em Gênesis 24.12 Eliezer ora dizendo o seguinte: “SENHOR, Deus do meu senhor Abraão, dá-me neste dia bom êxito…” Nada é insignificante para Deus. É preciso orar por tudo. Você pede direção a Deus diante das responsabilidades para com sua família, emprego, profissão ou em qualquer outra coisa? Aprenda a orar a Deus por tudo.

O SEGUNDO princípio que aprendemos sobre a direção de Deus para a vida é que devemos andar por fé. Eliezer sabia apenas “o que” fazer, mas não sabia “como” fazer. E ele obedeceu a seu senhor sem questionar. Ele orou, creu e agiu. Tem muita gente que fica travada na vida porque precisa ter tudo “certinho”, “organizado”, “previsível” e “bonitinho” antes de agir. Isso não funciona muito quando Deus está dirigindo. Precisamos confiar que Ele estará apontando o caminho. Agora, uma vez com a direção clara, aí sim devemos organizar. É sempre bom lembrar o que Hebreus 11.6 nos ensina: “Sem fé é impossível agradar a Deus…”

O TERCEIRO princípio que aprendemos sobre a direção de Deus na vida é que precisamos “ir”. Eliezer “estava no caminho”; foi indo na direção dada que o Senhor o guiou. Quando damos os passos Deus vai mostrando o resto. Por isso aja, trabalhe, sirva, converse com pessoas, ouça etc. Deus o guiará enquanto você está fazendo algo. Deus conduz você a locais e a pessoas certas. Ficar no seu quarto, no escritório ou em casa pensando não vai resolver muito. Aja!

E por fim, não esqueça que Deus está presente na mesmice, na rotina e no dia a dia. E é nessa que convicção que você deve orar, confiar e agir.

O certo é que quando elegemos prioritariamente Deus em nossas vidas, Ele nos dará claramente Sua direção para tudo.

Viva assim!

DIANTE DA CRISE

DIANTE DA CRISE

Uma desilusão paira no ar. Há muita gente vivendo sem esperança e insatisfeitos com a atual sistema moral, política e econômica da nação. Há um descontentamento geral com nossos líderes; a situação beira ao caos e estamos em crise.

Mas enquanto o quadro geral da nação é cinza para negro, não são poucos os que ainda lutam ainda  com a realidade de suas próprias vidas. Por vezes dizem: “minha vida está vazia”, “minha vida está chata”’, “algo parece estar faltando” e “deve haver algo mais do que isso”. Parece sempre haver uma incansável busca existencial.

E pior, parece que a resposta mais simples para a crise é “alguma coisa a mais”. Para muitos é mais uma drink, mais um gole, mais uma noitada, mais um sexo, mais um caso, mais uma viagem, mais uma compra, mais uma droga, mais uma hora extra de trabalho etc. É um “mais” que nunca para. Não há dúvida que todos temos uma fome e sede por algo. O problema é que buscamos tudo isso em lugares errados.

A questão é que nada aparentemente visível pode responder as necessidades invisíveis da alma.  A segurança, esperanca, satisfação, alegria, realização, paz, e a razão de viver não se encontrar dentro si mesmo, na religião, nas pessoas, nos bens ou nas circunstâncias da vida.

Jesus disse em Mateus 5.6: “ Bem-aventurados os que tem fome e sede de justiça porque eles serão fartos.”  O que Jesus diz nesse texto é que pessoas felizes estão com desejo certo e em busca de uma resposta certa. O que todos procuram está somente em Deus! Salomão, escreveu em  Eclesiastes 3.11: “Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem.” O que significa tudo isso? Deus pôs a eternidade na mente do homem. Deus criou cada pessoa com um desejo de coisas eternas e espirituais. Em outras palavras, todos temos uma inquietude que só pode ser satisfeita em Deus. Agostinho disse:  “Fizeste-nos para Ti e o nosso coração não está tranqüilo até que descanse em Ti”.

Tentar satisfazer as necessidades profundas da alma com coisas externas é perca de esforço, expectativa e tempo. Quem vive assim apenas alimenta mais a decepção, o vazio, a frustração, a solidão e crise da alma.

Deus em Isaías 55.2,3 diz o seguinte: “Por que vocês gastam dinheiro com o que não é comida? Por que gastam o seu salário com coisas que não matam a fome? Se ouvirem e fizerem o que eu ordeno, vocês comerão do melhor alimento…” O que a alma busca, encontra a resposta final somente em Deus.

Em qualquer crise de sua vida a resposta não está nem em pessoas e nem nas circunstâncias. A resposta para a crise da alma, da vida, da sociedade e do país encontra-se somente em Deus.

Deixe Deus lhe suprir e lhe satisfazer!

DEUS SE IMPORTA

DEUS SE IMPORTA

Em Jonas 1.2 Deus ordena ao profeta: “Vá depressa à grande cidade de Nínive e pregue contra ela, porque a sua maldade subiu até a minha presença”. Mas no versículo 3 a resposta dele foi: “…Jonas fugiu da presença do Senhor, dirigindo-se para Társis. Desceu à cidade de Jope, onde encontrou um navio que se destinava àquele porto. Depois de pagar a passagem, embarcou para Társis, para fugir do Senhor.”

Esse texto bíblico ocorre no ano de 770a.C. O grande poder mundial era a Assíria, cuja capital era Nínive. Jeroboão II, o rei de Israel estava fazendo conquistas contra a Síria motivado pelas profecias de Jonas, um profeta de Gate-Hefer (2 Reis 14.25).

Jonas foi comissionado por Deus para ir a Nínive. Nínive (no atual Iraque) ficava cerca de 900kms de distância de Israel. Contudo, Jonas foi para Társis. A distância de Israel a Társis (atual Espanha) era de cerca 4.000kms. Jonas não queria ir a Nínive porque ele odiava os assírios.

Os assírios eram um povo violento, cruel, sem escrúpulos e idólatra. Eles não temiam ao Senhor e Jonas achava que Deus não precisava se preocupar com eles. E para não cumprir seu chamado, o texto diz por duas vezes que “Jonas fugiu da presença do Senhor”.

As verdades espirituais transbordam nesse texto. Precisamos e muito aprender sobre o coração de Deus. Ele é um Deus de amor, bondade e misericórdia. Ele se importava com os assírios. Ele trabalha diferente de nós. Ele quer salvar a todos indistintamente. Ele não se preocupa com o estado religioso, civil, psicológico, racial, moral e social das pessoas. Ele as ama e quer salvar!

E porque Deus se importa, para algumas tarefas incompreensíveis e humanamente impossíveis, Ele escolhe pessoas. Como Jonas, o maior obstáculo para Deus agir sempre somos nós mesmos, com nossos preconceitos e egoísmo. A desobediência de Jonas é também a nossa: viramos as costas para Deus e nem buscamos saber que Ele se importa. Queremos mesmo é viver “nossa vidinha” do nosso jeito, baseado no que achamos ser melhor para nós. Gostamos por vezes de viver na alienação.

Por não compreender que Deus se importa, por vezes também queremos apenas Deus para nós. Criamos um “deus” que nos acuda, nos ajude, nos nos supra e nos sirva. Não pensamos em mais ninguém; o centro somos nós; que as “nínives” da história “se explodam”. Puro egoísmo!

Deus se importa! Ele quer que compreendamos que na Sua agenda Ele inclui outras pessoas.

AMANTES DO DINHEIRO

AMANTES DO DINHEIRO

Jesus ensinou em Mateus 6.24: “Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”.

A palavra original para “Dinheiro” nessa passagem é o termo hebraico “Mamon”. O termo é uma transliteração que significa literalmente “dinheiro”. A palavra foi usada sempre para descrever riqueza material, cobiça e na maioria das vezes é personificado como uma divindade.

Jesus nessa passagem diz que pode-se amar, servir e dedicar-se ao dinheiro. Daí o dinheiro assume um papel de senhor e mestre. O dinheiro torna-se um ídolo. Em Êxodo 20.3 somos ordenados por Deus assim: “Não terás outros deuses além de mim.” Qualquer coisa que assume o primeiro lugar em nossas vidas além do Criador é um ídolo. E qualquer idolatria é pecado, porque viola o primeiro mandamento.

Jesus falou muito sobre o dinheiro e poder que ele exerce sobre as pessoas. Sua conversa mais memorável foi seu encontro com o jovem rico em Mateus 19.16-30. O jovem pergunta a Jesus o que deveria fazer para obter a vida eterna. Jesus lhe pergunta sobre os mandamentos e ele responde que os estava guardando. Então Jesus testa sua capacidade de obedecer o primeiro mandamento e ordena para que ele venda seus bens, doe aos pobres e depois viesse segui-Lo. O jovem não fez isso. Por que? Porque a riqueza era seu ídolo, seu senhor e seu mestre. O jovem era um amante do dinheiro.

O apóstolo Paulo escreveu em 1 Timóteo 6.10: “Pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos.” Este versículo é muitas vezes mal interpretado: “O dinheiro é a raiz de todo o mal.” Não, não é o dinheiro, é o “amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.” O dinheiro, riqueza e bens são coisas neutras, mas quando essas coisas começam a nos controlar aí surgem os problemas.

Os amantes do dinheiro sempre decidem suas vidas a partir do dinheiro. Elas pensam em dinheiro o tempo todo. Pensam em como ganhar, como gastar e focam no dinheiro como algo principal da vida. Eles também pensam em como não perde-lo e poucas vezes pensam em como reparti-lo. Por vezes, quando pensam em repartir, não o faz por plena generosidade, mas para terem suas consciências abrandadas.

Os amantes do dinheiro são ganaciosos por natureza. Eles são capazes de ir ao extremo para ter e manter o dinheiro. Eles estão dispostos a roubar, mentir, enganar, desviar e até mesmo matar.

Os amantes do dinheiro precisam de uma só coisa: arrepender-se diante de Deus de sua idolatria. Eles precisam voltar seus corações para Jesus e ter nEle a sua única fonte de prazer, alegria e contentamento.

A pergunta é: Você é um amante do dinheiro?

A BÍBLIA E VOCÊ

A BÍBLIA E VOCÊ

A Bíblia é a única fonte de revelação e autoridade de Deus para toda a humanidade. Ela foi escrita por inspiração do Senhor. Ele usou mais de 40 autores em um período de 1500 anos. Homens e mulheres foram martirizados para que ela pudesse estar em nossas mãos.

A Bíblia tem sido o livro mais perseguido da história. Muitos têm procurado queimá-la, proibi-la e torná-la ilegal, desde os dias dos imperadores romanos a perseguição continua, e especialmente hoje nos países dominados por atitude anti-cristã.

Sidney Collett em seu livro ALL About the Bible (Tudo Acerca da Bíblia) relata: “Voltaire, o francês renomado e incrédulo que morreu em 1778, afirmou que, cem anos depois dele o cristianismo estaria varrido da face da terra e teria passado à história. Mas o que aconteceu? Voltaire passou para a história, ao passo que a circulação da Bíblia continua a aumentar em quase todas as partes do mundo. A respeito da presunção de Voltaire de que o cristianismo desapareceria num prazo de cem anos, apenas cinqüenta anos depois de sua morte a Sociedade Bíblica de Genebra usou a gráfica e a residência de Voltaire para imprimir pilhas de Bíblias.” Que ironia da história!

O profeta Jeremias amava a Palavra de Deus. Lemos suas convicções sobre ela em Jeremias 16.15: “Achadas as tuas palavras, logo as comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração…”

Um dos grandes problemas da espiritualidade moderna é a ausência cotidiana do uso da Palavra de Deus. Não há espiritualidade sem a leitura, audição, estudo, memorização e acima de tudo a obediência as Escrituras Sagradas. A falta da Palavra de Deus produz desnutrição espiritual.

A negligência aos ensinos da Palavra de Deus produz decadência espiritual, moral, relacional, familiar, social e política de uma sociedade.Todos os seus ensinos são suficientes para dirigir a vida e apontar para salvação eterna. É por ela que somos advertidos de nossos erros e pecados. Mas é também por ela que recebemos a esperança eterna por meio de Jesus. Jesus é o início, o meio e o fim de toda a Palavra de Deus.

É pelo estudo e ensino da Bíblia que a pessoa “se encontra”. É por meio de seus sábios conselhos que cada ser humano aprende a como agradar a Deus e a obedece-Lo. Por ela aprende a como se relacionar de forma sábia e diligente com o próximo.

Assim, leia, ouça, estude, memorize e pratique Palavra de Deus! Satisfaça com sua beleza, solidez e suficiência. E quando estiver diante dela, faça a mesma oração que o salmista fez no Salmo 119.18: “Abre os meus olhos para que eu veja as maravilhas da tua lei.”

NASCER DE NOVO

NASCER DE NOVO

Recentemente o site da UOL apresentou em um vídeo de 22 segundos a cena de um jovem debruçado numa grade que dividia a calçada de uma rua. Aparentemente ele estava chateado com algo. Depois de 11 segundos ele sai andando pela calçada, passa por um poste de luz, chuta algo e 6 segundos após sua saída, um carro desgovernado bate exatamente na grade onde ele estava. O jovem não é morto porque ele se retirou 6 segundos antes e o veículo se choca diretamente com o poste que de alguma forma protegeu o rapaz. O nome dado ao vídeo foi “Ele nasceu de novo.”

 “Nascer de novo” para muitos significa ser inexplicavelmente livre da possibilidade concreta da morte. Mas será esse mesmo o significa de “nascer de novo”? O que realmente significa “nascer de novo”?

A passagem clássica da Bíblia sobre “nascer de novo” é João capítulo 3. Nesse texto Jesus encontra-se com um famoso e respeitado líder religioso de sua época: Nicodemos. Este de noite veio ter com Jesus e introduziu sua conversa dizendo o seguinte no versículo 2: “…Mestre, sabemos que ensinas da parte de Deus, pois ninguém pode realizar os sinais miraculosos que estás fazendo, se Deus não estiver com ele”. E Jesus sem demorar lhe afirmou no versículo 3: “…Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo”. Ao ouvir essa declaração de Jesus, Nicodemos indagou no versículo 4: “Como alguém pode nascer, sendo velho? É claro que não pode entrar pela segunda vez no ventre de sua mãe e renascer!” Então Jesus respondeu nos versículos 5-7: “Digo-lhe a verdade: Ninguém pode entrar no Reino de Deus, se não nascer da água e do Espírito. O que nasce da carne é carne, mas o que nasce do Espírito é espírito. Não se surpreenda pelo fato de eu ter dito: É necessário que vocês nasçam de novo.”

 Nicodemos chegou a Jesus porque tinha uma necessidade espiritual real. Os anos de prática sincera na rígida religião judaica não lhe trouxe a resposta para sua alma. Ele queria ser salvo! Ele queria entrar no reino dos céus! Ele queria ter convicção de que após sua morte ele estaria com Deus. Ele estava desejoso por uma resposta. E a resposta de Jesus foi simples: “…é necessário …nascer de novo…”

 “Nascer de novo” não se refere a nascimento físico, ou a uma dedicação maior na vida religiosa e nem ainda a uma volta a terra com um novo corpo.

 “Nascer de novo” significa “nascer do alto”; significa nascer de Deus. “Nascer de novo” é uma ação de Deus na vida da pessoa dando-lhe convicção de seus pecados e apontando para a definitiva solução deles por meio morte sacrificial de Jesus pelos pecados na cruz.

“Nascer de novo” significa que os pecados foram perdoados, o coração foi limpo e Espírito de Deus habita na pessoa dando novos desejos, anseios e vontades.

“Nascer de novo” significa que prioritamente o foco da vida passa ser amar, obedecer, submeter, servir e viver para Deus.

O que Jesus disse a Nicodemos, diz hoje também a todos nós: “…Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo”.

PESSOAS FELIZES

PESSOAS FELIZES

Felicidade é um sentimento de alegria, bem estar e de paz; é a qualidade ou estado de ser feliz. Felicidade é uma busca de todo ser humano. Tomás de Aquino afirmou: “Existe dentro de cada alma uma sede por felicidade e significado.”

Para alguns, felicidade pode ser definida como ter “sucesso”, acumular bens, ter dinheiro, criar e aproveitar oportunidades, dar-se ao luxo, manter o “status quo”, buscar um “corpo perfeito”, estar com pessoas influentes e ter prazer ao máximo.

Vivemos numa cultura que busca ansiosamente a felicidade. Felicidade tornou-se um imperativo social. A jornalista Barbara Axt escreveu o seguinte: Vivemos numa época em que ser feliz é uma obrigação – as pessoas tristes são indesejadas e vistas como completamente fracassadas. A doença do momento é a depressão. ‘A depressão é o mal de uma sociedade que decidiu ser feliz a todo preço’… Muitos de nós estão fazendo força demais para demonstrar felicidade aos outros – e sofrendo por dentro por causa disso. Felicidade está virando um peso: uma fonte terrível de ansiedade.”

Mas a verdade explícita e por vezes negada, é que desde que o pecado entrou no mundo (Gn 3), as pessoas são infelizes e buscam por felicidade. Há um vazio inexplicável no coração de todo ser humano.

Em Mateus 5.3, Jesus inicia o seu famoso “SERMÃO DO MONTE” afirmando por nove vezes a frase “bem-aventurados…” O termo significa literalmente felizes, alegres, benditos e abençoados. Jesus apresenta uma nova e estável proposta de “felicidade”.

“Bem-aventurados…” é uma expressão que representa muito mais do que apenas um estado emocional superficial ou passageiro. Jesus fala de um bem-estar espiritual concedido a todos os que se conectam com Deus.

Segundo todo o ensino do Senhor Jesus, “felicidade” é um estado duradouro de paz, de alegria, de contentamento dado por Deus, e que nunca é dirigido por qualquer circunstância ou ausência de problemas.

A proposta estável de “felicidade” segundo Jesus é resultado de uma vida interna reconectada com Deus. E é para isso que Jesus veio ao mundo, trazer o homem de volta a Deus. Jonathan Edwards afirmou que “a felicidade da criatura consiste em se alegrar em Deus…”

A proposta de Jesus para você é bem simples: a sua busca de felicidade não está em coisas, circunstâncias ou pessoas. A verdadeira felicidade está em voltar a origem, a um relacionamento pessoal com Deus. E quem tem Deus em sua vida vive a pessoa de Deus, os desejos de Deus e os propósitos de Deus. E quem vive Deus não busca a felicidade, porque a felicidade já mora dentro dela.

ENTENDENDO DEUS PELO PERDÃO

ENTENDENDO DEUS PELO PERDÃO

José é um dos maiores exemplos bíblicos sobre como demonstrar perdão de forma prática e objetiva. Quando ainda jovem, seus irmãos alimentaram ódio contra ele. E em uma propícia oportunidade, seus irmãos o venderam para uns mercadores midianitas. Estes, por sua vez, venderam-no como escravo para um general no Egito chamado de Potifar.

Nem se pode medir a dor e o sofrimento de José. Ele foi desprezado, usado e desvalorizado por seus irmãos. José foi tirado bruscamente do relacionamento familiar, e em especial de seu pai, Jacó, que o amava profundamente.

Depois de vários anos, os papéis se invertem. De forma miraculosa José torna-se o segundo homem mais poderoso no Egito, e devido a uma grande fome mundial, seus irmãos vão ao Egito para comprar alimento. E após reconhece-los e sem ser reconhecido, José monta um projeto para entender as reais motivações de seus irmãos que culmina em ele mesmo se fazer conhecido a eles. E por sua atitude e pela providência divina, seu irmãos, seu pai e todos seus parentes são salvos da maior crise econômica da história de então.

Após a morte de Jacó, seus irmãos, por terem suas consciências atacadas pela culpa, se apresentam a José para se tornarem seus escravos. E em Gênesis 50.19-21 temos sua resposta a eles: “…Não tenham medo. Estaria eu no lugar de Deus? Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem, para que hoje fosse preservada a vida de muitos. Por isso, não tenham medo. Eu sustentarei vocês e seus filhos.”

O perdão de José concedido a seus irmãos é sustentado por pelo menos três princípios básicos.

O primeiro princípio é que José sabia que Deus estava em sua história. Ele aprendeu que Deus estava no controle de sua vida. Se ele não fosse para o Egito, ele não se tornaria um homem poderoso, e assim ele não poderia salvar tantas pessoas da fome como o fez.

O segundo princípio é que José sabia que Deus estava no controle total do mal que fora feito contra ele. José aprendeu que Deus sabe muito bem usar os erros humanos para levar adiante Seus propósitos soberano. Com Deus o mal nunca tem a palavra final.

O terceiro princípio é que pelo fato de José olhar a vida do ponto de vista de Deus, ele se dispôs a ser um instrumento para abençoar. Deus era o centro do pensamento e das ações de José e por isso ele se tornou uma benção para seus irmãos e familiares.

Na verdade, ninguém será capaz de perdoar o ofensor enquanto não entender Deus em sua história. Mágoas e ressentimentos são decisões que revelam o pobre conhecimento de Deus. Os que insistem em não perdoar, ou são totalmente ignorantes de Deus, ou são expressamente rebeldes a Ele.

O certo é que se o perdão não faz parte de sua vida, infelizmente você não entendeu Deus.

ACERTANDO NAS DECISÕES DA VIDA

ACERTANDO NAS DECISÕES DA VIDA

Numa placa de rua estava o seguintes dizeres: “Coisas acontecem por uma razão. Por vezes a razão é a estupidez de fazer más decisões.”

Todos fazemos várias decisões por dia. Elas podem ser pequenas ou grandes dependendo das responsabilidades que são assumidas no campo pessoal, profissional e relacional da vida. O certo é que somos o produto direto das decisões tomadas. E podemos escolher certo ou errado.

A pergunta mais simples seria: como fazer decisões acertadas na vida?

Em primeiro lugar, decisões precisam ser tomadas com BOM SENSO. O Provérbios 2.11 lemos: “O bom senso te guardará, e o discernimento te protegera.” Pessoas sábias sempre refletem antes de decidir. Elas “colocam suas cabeças para funcionar” e “engrenam o seu cérebro”. Elas são prudentes e analisam previamente os resultados e impactos de uma decisão. Elas estão cientes de que elas mesmas são as maiores responsáveis por suas vidas.

 Em segundo lugar, decisões precisam ser tomadas SEM O IMPULSO EMOCIONAL. Aprendemos em Provérbios 19.2: “Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado.” Muitas decisões erradas são tomadas quando se está chateado, irado ou empolgado. Tomar decisões no âmbito emocional é basicamente convidar a tragédia para vida.

Em terceiro lugar, decisões precisam ser tomadas depois de CONSULTAR PESSOAS IDÔNEAS. Em Provérbios 15.22 aprendemos que “Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito.” Mais do que um conselho precisamos saber a quem estamos pedindo o conselho. Há pessoas que vivem contando suas vidas para qualquer um. Esse é um grande erro. É preciso procurar pessoas idôneas, com experiência de vida e maturidade espiritual. Pessoas que possam ajudar a enxergar a situação de outro ângulo e abrir os olhos para questões que não estão sendo identificadas no momento. É preciso buscar conselhos, mas com pessoas certas.

Em quarto lugar, decisões precisam tomadas CONSIDERANDO PRIORITARIAMENTE DEUS. Em 2 Samuel 22.33 lemos: É Deus quem me reveste de força e torna perfeito o meu caminho.” Perdemos quando não consideremos as verdades de Deus nas horas das decisões, e pior, perdemos quando não oramos buscando sua orientação.

E por último, a principal decisão da vida é ENTREGAR-SE A JESUS COMO SENHOR E SALVADOR. Em Mateus 11.28 Jesus convida a uma decisão pessoal: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.” Jesus faz um convite a todos aqueles que já decidiram errado e afundaram suas vidas. Ele deseja dar-lhes uma nova vida.

Lembre-se: Quem decide seguir a Jesus já tem si o potencial de acertar em todas as decisões da vida.

VOCÊ É UM VERDADEIRO “CRISTÃO”?

VOCÊ É UM VERDADEIRO “CRISTÃO”?

“Cristão” é comumente definido como “uma pessoa que professa a crença em Jesus Cristo ou na religião baseada nos ensinamentos de Jesus.” Enquanto este é um bom ponto de partida para entender o que é ser um “Cristão”, a Bíblia apresenta o termo de uma forma mais ampla.

O palavra “Cristão” foi usada primeiramente na Bíblia em Atos 11.26: Em Antioquia, os discípulos foram pela primeira vez chamados cristãos.” Os habitantes da cidade de Antioquia fizeram uso do termo porque o comportamento, a atividade e a fala dos seguidores de Jesus os identificavam com Ele.

Etimologicamente o termo “Cristão” significa “pequeno Cristo.” No passar dos anos, os que decidiram seguir a Jesus adotaram o termo “Cristão” para se identificarem com Ele. Em 1 Pedro 4.16 lemos: “Contudo, se sofre como cristão, não se envergonhe, mas glorifique a Deus por meio desse nome.”

Infelizmente, com o tempo, a palavra “Cristão” perdeu grande parte de seu significado. Pessoas hoje acreditam que são cristãs porque vivem numa “nação crista”, ou porque vão a uma igreja cristã, ou ainda porque participam de certos dogmas e ritos ensinados pelos diversos ramos da cristandade no mundo.

Segundo a Bíblia, ir à igreja, servir aos menos afortunados, ou ser uma boa pessoa não fazem de alguém um “Cristão”. Alguém disse que “ir à igreja não faz de você um “Cristão”, como ir a uma oficina não faz de você um carro.” Ser um membro de igreja, freqüentar cultos regularmente e trabalhar para a igreja não faz ninguém um “Cristão”.

A Bíblia nos afirma em Tito 3:5: “Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo Sua misericórdia, Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo.” O verdadeiro “Cristão” segundo a Bíblia é aquele que passou pelo “novo nascimento”. Um verdadeiro “Cristão” é aquele que se arrependeu dos seus pecados e colocou a sua fé e confiança na pessoa de Jesus Cristo. Creu no fato que Ele morreu na cruz como pagamento pelos pecados e ao terceiro dia ressuscitou.

Um verdadeiro “Cristão” é marcado por seguir e obedecer aos ensinos de Jesus; por viver a vida de Jesus; por publicar verbalmente e em atos sua fé em Jesus; por pregar e centralizar todo o seu viver em Jesus; por se identificar pessoalmente com Ele pelo batismo. Para o verdadeiro “Cristão” Jesus é o seu ûnico caminho, sua única verdade e sua plena vida.

Sendo assim, você é um verdadeiro “Cristão”?

ESTAR CONTENTE

ESTAR CONTENTE

Em Lucas 3 João Batista estava pregando uma mensagem de arrependimento. Os que aceitavam essa mensagem eram batizados. No versículo 14 alguns soldados se apresentaram a ele para serem batizando e perguntaram: “E nós, o que devemos fazer?” Ele respondeu: “Não pratiquem extorsão nem acusem ninguém falsamente; contentem-se com o seu salário”.

 Descontentamento e fé não combinam. Estar contente é uma verdade a ser aprendida e vivida por todos aqueles que professam fé em Jesus Cristo. Paulo afirmou em 1 Timóteo 6.6: “De fato, a piedade com contentamento é grande fonte de lucro, pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar; por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos.” Em Hebreus 13.5: “Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: “Nunca o deixarei, nunca o abandonarei”.

Pessoas descontentes são sempre ingratos e cobiçosos. Eles estão sempre estão se queixando, reclamando e invejando. Os descontentes se sentem injustiçados e privados de algo; eles parecem nunca ter o suficiente e querem mais e mais. De forma prática, eles sempre vivem fora de seu orçamento financeiro; compram coisas que não podem pagar, e se individam. A verdade é que nada pode deter uma pessoa egocêntrico e descontente. Os descontentes sempre serão infelizes não importa o quanto são e tenham.

Estar contente não tem nada a ver com posses, dinheiro e bens. Contentamento é uma atitude. Pessoas contentes não estão a busca de ter mais para estarem mais satisfeitas, elas são alegres com o que tem.

“Estar contente” é um aprendizado. Pessoas contentes aprendem a ser gratos por cada circunstância e por tudo o que é e tem. Elas aprendem a descansar na plena provisão de Deus. Elas sabem que Deus soberanamente determina a sua parte com um propósito definido para Sua glória. Elas também aprendem a ficar feliz com o pouco, porque entendem que cobiça e contentamento se excluem. E por fim, pessoas contentes confiam que Deus vai suprir aquilo que eles necessitam e precisam, e tendo ou não tendo, sempre mantém um coração generoso para ajudar os que necessitam.

E por último, pessoas contentes nunca roubam ou vivem nas garras da corrupção. Eles andam de cabeça erguida e não temem nada, simplesmente porque vivem convictos do princípio de Eclesiastes 4.6 que diz: “Melhor é um punhado de descanso do que ambas as mãos cheias de trabalho e correr atrás do vento”

A vida tem cor, brilho e liberdade para quem vive contente com o que é e tem.

DEPENDER DE DEUS

DEPENDER DE DEUS

Fomos criados para depender de Deus. O primeiro pecado foi um grito de independência de Deus e os resultados continuam até hoje de forma amarga e catastrófica na raça humana.

Em vários trechos da Palavra de Deus somos chamados a depender dEle. Devemos depender de Deus quanto a nossa salvação. Paulo afirmou em Efésios 2.8,9: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.” Devemos também depender de Deus quanto a forma de dirigir a vida. Em Tiago 1.5 aprendemos: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.” Na verdade devemos aprender a depender de Deus em tudo e para tudo nessa vida. Em Provérbios 3.5,6 somos advertidos: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas.”

Depender de Deus não significa que devemos nos manter inertes ou inativos, ou ainda passivos e irresponsáveis. Depender de Deus significa que nenhuma decisão na vida será tomada sem oração e sem averiguar o que Palavra de Deus diz.

Depender de Deus também não significa agir de forma estúpida. Em Mateus 4.5-7 Jesus não precisou pular do pináculo do Templo para “provar” que dependia totalmente de Deus. Essa seria uma atitude insâna e descabida.

Sendo práticos, demonstramos nossa dependência total de Deus quando, por exemplo, estamos doentes indo ao médico e tomando o medicamento indicado. Ou ainda, quando desempregado organizamos um excelente curriculum e o enviamos as empresas de “RH”, colocamo-o no “linkedin” ou ainda o entregamos diretamente onde desejamos ser empregados. Depender de Deus não nos exime de fazer muito bem nossa parte.

Estamos certos também de que há horas na vida em que não temos mais nada a fazer a não ser nos lançar pela fé nas mãos de Deus. Em Daniel 3 Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram lançados numa fornalha ardente de fogo porque decidiram confiar em Deus e não adorar a estátua construída por Nabucodonozor. Eles foram libertos de forma miraculosa. Mas em Mateus 14, João Batista foi decapitado por dizer a verdade a Herodes, ainda que sua vida sempre estevisse em na plena dependência de Deus.

Deus é honrado quando você depende totalmente dEle. Jesus disse em João 15.5: “…sem Mim, nada podeis fazer.” Por isso, seja lá o que for; seja em que situação estiver; seja o que estiver fazendo ou desejando, dependa totalmente de Deus.

Depender de Deus é a forma mais segura de viver.

OBEDECER É TUDO!

OBEDECER É TUDO!

Em 1 João 2.4,5 lemos: “Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade. Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele. ”

Uma dos maiores problemas a fé cristã é a incoerência. Uma pessoa incoerente é aquela que diz uma coisa e faz outra; que age de forma contraditória; que hora afirma algo e depois a nega em palavras e comportamento.

O apóstolo João afirma que “Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade. O verbo “conhecer” do texto significa “conhecer por experiência”, “conhecer por intimidade.” A palavra foi usada no Novo Testamento para a intimidade sexual de um casal. Aplicado a Deus, o termo significa que se alguém diz ter intimidade, proximidade e compromisso com Deus, mas não O obedece, é mentiroso, é incoerente e jamais estabeleceu a verdade como um padrão em sua vida.

Deus quer que desenvolvamos um relacionamento íntimo. Esse relacionamento só vem através obediência. É pela obediência a Deus que demonstramos que O amamos. O texto continua dizendo: “Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele.” Quando alguém obedece, o amor por Deus se expressa de forma real, verdadeira e madura. A obediência é a expressão visível e prática do amor a Deus.

Jesus afirmou em João 14.15,21: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos…Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.” E ainda em João 14.23,24 Jesus continua: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada…quem não me ama não guarda as minhas palavras…” O amor por Deus não se manifesta em sentimento ou em uma experiência mística. O amor por Deus se manifesta na obediência.

 Deus quer que você O ame e se relacione intimimamente com Ele, mas para isso é necessário que você O obedeça. É sempre importante perguntar: Há alguma área em sua vida que tem sido incoerente e incompatível com a fé que você professa em ter Deus? Há algo em que você não está em plena obediência a Deus?

Lembre que para Deus a obediência é a forma de demonstrar seu amor a Ele . C. S. Lewis afirmou: “A saúde espiritual de um homem é proporcional ao seu amor por Deus.”

Por isso, obedecer a Deus é tudo!

QUANDO OFENDIDO

QUANDO OFENDIDO

Esperamos nessa vida sermos protegidos, queridos, respeitados, honrados e amados. Não gostamos que nos tratem mal. O problema é que somos por vezes ofendidos e ofendemos. Infelizmente essa é uma amostra clara da triste realidade do coração humano. Jesus nos diz em Marcos 7.21: “Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem as maldades…” 

 Mas qual deve ser a reação quando somos ofendidos? Em Provérbios 20.22 somos ensinados a agir da seguinte maneira: “Não diga: “Eu o farei pagar pelo mal que me fez!” Espere pelo Senhor, e ele dará a vitória a você.”

 A primeira verdade do texto é que seremos ofendidos. Pessoas nos farão mal; elas nos machucarão. Essa deve ser a expectativa de todos nós. Pessoas que amamos e outras com quem por vezes não temos nem afinidades ou nem conhecemos, nos ofenderão. Seremos ofendidos.

A segunda verdade é que podemos reagir errado a ofensa. O texto diz que nossa reação pode ser: “Eu o farei pagar pelo mal que me fez!” Que atitude é essa? Essa é uma atitude de vingança! “Ele me fez mal, ele receberá o mal”. Qual o problema dessa atitude? Estamos combatendo a violência com a violência. Jesus ensinou em Mateus 5.38,39: “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra.” Paulo confirmou esse princípio em Romanos 12.17-18: “Não torneis a ninguém mal por mal; esforçai-vos por fazer o bem perante todos os homens; se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens. Não vos vingueis a vós mesmos…” Ofensa se combate com bondade e amor e não com mais ofensa.

E por fim, a terceira verdade do texto é que precisamos apresentar a ofensa ao Senhor e esperar pela ação dEle. O texto diz: “…Espere pelo Senhor, e ele dará a vitória a você.” Não devemos esconder a dor da ofensa recebida. O que não devemos é reagir com vingança, antes devemos entregar ao Senhor. Devemos aprender a contar a Ele nossas dores, frustrações e tristezas. Precisamos aprender a dizer aonde está doendo. Devemos orar a Ele, entregar a Ele e esperar por Ele. Entregar para Deus não é uma atitude passiva, é uma atitude mais sábia e prudente.

Se hoje você tem sido ofendido, pare de retaliar a pessoa que lhe ofende e pare de agir de sua forma. Entregue a pessoas e a situação a Deus. Ele sabe muito bem como lidar.

Lembre-se que o Senhor sempre é educado e polido. Quando você age, Ele não age; ele não invade sua vida. Ele só age quando é solicitado. E se você quiser vê-Lo agir em qualquer área de sua vida, é preciso que você entregue tudo a Ele.

LIDANDO COM OS CONFLITOS

Há uma tendência humana aos conflitos. A verdade é que onde há pessoas os conflitos se multiplicam.

Em Tiago 4.1-3 somos norteados sobre a realidade, a origem e a solução dos conflitos: “De onde vêm as guerras e contendas que há entre vocês? Não vêm das paixões que guerreiam dentro de vocês? Vocês cobiçam coisas, e não as têm; matam e invejam, mas não conseguem obter o que desejam. Vocês vivem a lutar e a fazer guerras. Não têm, porque não pedem. Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres.”

Quando Tiago escrevia essa carta, ele se preocupava que a comunidade cristã judaica espalhada pelo mundo aprendesse a viver sem conflitos.

Enquanto Tiago descreve a realidade dos conflitos, ele também revela a origem deles. Ele diz: “De onde vêm as guerras e contendas que há entre vocês? Não vêm das paixões que guerreiam dentro de vocês?

A fonte de todos os conflitos tem sua origem no coração humano. Os conflitos começam dentro de cada um de nós. O orgulho busca o poder, que gera o ressentimento, que gera a impaciência, que gera o conflito verbal ou físico.

Tiago conclui com uma lógica básica: “Vocês cobiçam coisas, e não as têm; matam e invejam, mas não conseguem obter o que desejam. Vocês vivem a lutar e a fazer guerras…” Assim, nossos conflitos são gerados em cada um de nós na busca de querer “ser” e querer “ter”. E nessa busca de identidade e segurança somos capazes de tudo.

Tiago também aponta a solução para os conflitos. Ele diz: “…Vocês…não têm, porque não pedem. Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres.”

O remédio para o conflito encontra-se na oracão. Temos que buscar a Deus quanto aos nossos desejos. Deus responde todas as orações. Ele só não responde orações egoístas; orações cujo o foco não é Sua glória mas o ego de quem ora.

Talvez você esteja em conflito com alguém. Talvez “coisas” se tornaram mais importante para você do que Deus e a pessoa envolvida. Isso está muito errado! Por isso, aprenda a colocar tudo diante de Deus em oração e peça para que Ele sonde profundamente as motivações do seu coração.

Antes de obter “coisas”, aprenda a cultivar um verdadeiro espírito de devoção e contentamento. A aprenda a viver o que Jesus ensinou em Mateus 6.33: “Buscai em primeiro lugar o reino de Deus, e as demais coisas serão acrescentadas.”

Lembre-se: se o seu coração ama mais as “coisas” do que Deus e gente, o que lhe espera pela frente é muito conflito.

A SEGUNDA CHANCE

A SEGUNDA CHANCE

A história dos reis de Israel e Judá sempre começa pela frase: “fez o que era bom aos olhos do Senhor”, ou “fez o que era mau diante dos olhos do Senhor.”

Alguns reis foram fiéis a Deus e foram honrados, outros preferiram seguir seus próprios caminhos e foram reprovados por Ele. Os reprovados dificilmente tiveram uma segunda chance, mas o rei Manassés, filho de Ezequias, a teve e se consertou diante de Deus.

Manassés começou a reinar com doze anos de idade e reinou em Jerusalém por cinquenta e cinco anos. Ele fez o que era mau aos olhos do Senhor, com um agravante a mais: ele abusou do mau que praticava.

Tudo o que não prestava era praticado por Manassés. Ele se dedicou inclusive a magia , as adivinhações e foi até ao extremo de praticar sacrifício humano aos deuses estranhos. Em 2 Crônicas 33.6 lemos: “Fez ele também passar seus filhos pelo fogo no vale do filho de Hinom, e usou de adivinhações e de agouros, e de feitiçarias, e consultou adivinhos e encantadores, e fez muitíssimo mal aos olhos do SENHOR, para o provocar à ira.” Manassés é o único rei da Bíblia que mereceu a repetição superlativa de ter feito o que era “muitíssimo” mal aos olhos do Senhor.

Por andar extremamente longe do Senhor, Manassés recebeu um severo cativo: ele foi humilhado, preso e deportado do seu reino em Judá tornando-se cativo na Babilônia. Ao ver o tremendo amargor de sua vida no cativeiro, ali o rei Manassés mudou de atitude. Ele se arrependeu profundamente diante de Deus de suas atitudes, de todo o mal que havia praticado e fez uma sincera oração. O texto bíblico diz 2 Crônicas 33:12: “E ele, angustiado, orou deveras ao SENHOR seu Deus, e humilhou-se muito perante o Deus de seus pais.”  Deus ouviu sua oração e o restaurou totalmente sua vida e seu reino. Ele voltou a Jerusalém e reconheceu que só o Senhor é Deus. Depois de espiritualmente restaurado, Manassés ordenou a Judá servisse ao Senhor Deus de Israel. Deus lhe deu uma nova chance, e ele não a desprezou.

A mudança de atitude é sempre o que Deus quer ver. Quando o coração se mantém humilde diante dEle, independentemente do tamanho do pecado, Ele perdoa e dá a segunda chance. Por que o Senhor faz isso? Porque Ele é misericordioso e compassivo. Deus não resiste a um coração sincero e arrependido.

Hoje, qualquer que seja tipo de vida que você esteja vivendo, e colhendo as consequências de seu pecado contra Deus, há uma só solução: voltar humildemente para Deus como Manassés fez. E quando você faz isso, Deus estará pronto para lhe dar a segunda chance.

Aproveite a dor advinda de seus erros e pecados para se aproximar humildemente de Deus. Ele lhe ouvirá. Mas lembre-se: hoje Ele lhe oferece a segunda chance; talvez nunca mais haverá a próxima.

A PAZ NO MEDO

A PAZ NO MEDO

Medo é o resultado externo de uma turbulência emocional interna. Dizem os estudiosos que há cerca de 200 tipos de medos, alguns são até hilários, como a “retrofobia” (medo de retornar ao trabalho depois de um feriado) ou “alektorofobia” (medo de galinhas). Mas a campeã dos medos é a “monofobia” (medo da solidão).

Os efeitos dos medos são terríveis para a saúde. Eles trazem palpitações, tonturas, suores frios, pânico e depressão. Eles isolam a pessoa, fazendo-o só; eles afetam o sistema autoimune e levam a sérias doenças cardíacas.

Em João 20.19 lemos sobre o medo dos discípulos de Jesus: “Ao cair da tarde daquele primeiro dia da semana, estando os discípulos reunidos a portas trancadas, por medo dos judeus, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “Paz seja com vocês!”

 No final do dia em que Jesus ressuscitou, o primeiro dia da semana, os discípulos se reuniram. Eles se encontram para se apoiarem mutuamente. Ao entrarem na casa, trancaram a porta. Eles estavam com muito medo dos judeus. Esse medo veio depois a crucificação de Jesus. Eles temiam ser também perseguidos. E no meio do medo, Jesus entra pela porta trancada. O Seu corpo ressurreto não estava mais sujeito ou preso às condições normais da vida humana.

E ao entrar as primeiras palavras que lhe saem são: “Paz seja com vocês!” Jesus traz-lhes a paz no meio do medo. Sua presença retornou; não a mais lugar para o medo. Ele conquistou a morte. A paz e a tranquilidade da alma volta a reinar. Sempre onde Jesus está, há paz.

O medo trava nossas vidas. O medo atropela a fé em Deus e lança luz à incredulidade, o rancor, a mágoa, a ingratidão. Onde há o medo, não há uma alma em paz. O medo arruína e devasta.

Deus não quer que você viva uma vida cheia de medos. Existem cerca de 365 passagens na Bíblia com a frase: “Não temas”. Uma para cada dia do ano.

A Bíblia diz em 1 João 4.18: No amor não há medo; pelo contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor.” Em 1 João 4.16 lemos que “Deus é amor” Assim, quando estamos cientes da pessoa, da presença e do poder do Deus de amor, não há espaço para o medo. Quanto mais seu coração preencher de Deus, menos medo você terá. Você pode estar temendo uma situação na qual não tem controle, mas o Deus de amor tem todo o controle.

Se você está com medo de algo, como aqueles discípulos estavam, vá a Jesus e receba a Sua paz. Vá a Ele e desfrute de Sua paz. Ouça também a Sua voz: “Paz seja com vocês!” Só Ele traz a paz no medo.

ESPERANÇA, SÓ EM DEUS!

ESPERANÇA, SÓ EM DEUS!

Em 586 a. C., conforme as diversas profecias do profeta Jeremias avisando ao povo a abandonar a idolatria e rebeldia contra Deus, o exército de Nabucodonozor cercou e invadiu a cidade de Jerusalém. Os muros da cidade, as casas e os edifícios públicos foram incendiados A pior destruição foi o Templo de Jerusalém; o orgulho nacional do povo de Israel. Os que não morreram foram deportados para a Babilônia e apenas um povo pobre ficou na terra. Foi um tempo de tristeza e grande lamento.

O profeta Jeremias, após a destruição total da cidade, passeia por ela e dominado por uma grande tristeza depressiva escreve o livro bíblico de Lamentações. Mesmo diante de uma indescritível dor, o profeta, no capítulo 3 derrama toda sua esperança em Deus. Ele afirma nos versículos 21-24: “Quero trazer à memória o que me pode dar ESPERANÇA. As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto, ESPERAREI nele.”

Jeremias estava consciente que sua esperança só poderia estar em Deus. Ele sabe que a nação pecou e fora rebelde, desafiando o Senhor com suas práticas repugnantes. Jeremias se lembra que a presença de Deus não foi embora por causa da infidelidade do povo. Ele entendeu que o pequeno remanescente que não havia sido destruído, revelava assim a misericórdia e fidelidade de Deus. E se Deus, ainda que pouco, estava agindo, havia esperança.

Alguém definiu que esperança é “crer que o amanhã será melhor que o hoje. E que depois de amanhã será melhor que o amanhã“. Há sempre esperança em Deus para qualquer pessoa em qualquer momento. Toda a Bíblia, a Palavra de Deus foi escrita para que por meio dela o coração conheça e se encha-se do Deus da esperança. Paulo escreveu em Romanos 15.4: “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança.”

Se como Israel, você um dia desviou-se de Deus e perdeu a esperança, volte-se novamente para Ele, agora. Sua vida mudará! E se as tribulações chegaram, alimente sua alma com a Palavra de Deus todos os dias para encher-se de esperança nEle. Toda a dor passará! Confie!

Aprenda a manter sua esperança, só em Deus.