DEIXE DEUS SER SUA ESPERANÇA

DEIXE DEUS SER SUA ESPERANÇA

Esperança é a resposta que a dor precisa. Esperança é a voz silenciosa que diz que algo precisa acontecer. Esperança é o combustível da alma.

Quando se perde a esperança sente-se que o desespero ganha espaço, a alma entra em colapso e o mundo vira um caos. Por vezes fazer uma loucura torna-se a resposta direta a dor. Assim, é preciso manter a chama da esperança viva.

Quando a dor chega a nossa tendência natural é primeiramente ancorar nossa esperança em pessoas, circunstâncias ou oportunidades, e por não sermos correspondidos, saímos frustrados.

O salmista afirmou no Salmos 62.5: “Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança.” Diante da dor, o salmista nos inspira a depositarmos nossa esperança em Deus. Ele afirma: “Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa…” Deus não abandona aqueles que O procuram. Ninguém que O busca sairá frustrado.

No Salmo 9.18 somos também inspirados a lembrar que “…O necessitado não será para sempre esquecido, e a esperança dos aflitos não se há de frustrar perpetuamente.”

Por isso, achegue-se mais a Deus; leve a Ele sua dor e sofrimento; pare de estabelecer suas próprias respostas e fontes de esperança; faça dEle sua esperança e você terá nEle a esperança que procura.

Com humildade, simplicidade e objetividade, diga também: “Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança.”

Deixe Deus ser sua esperança!

O QUE É A PÁSCOA?

O QUE É A PÁSCOA?

PÁSCOA É A OPORTUNIDADE PARA QUE…

1 – …TODOS SE LEMBREM QUE SÃO PECADORES E REBELDES CONTRA DEUS.

João 8.36

Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado.

Romanos 3.23

Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus

A PÁSCOA É A OPORTUNIDADE PARA QUE…

2 – …TODOS ENTENDAM O QUE JESUS VEIO FAZER NESSE MUNDO.

João 1.29

No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!

1 João 2.14

E vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho para ser o Salvador do mundo. 

1 Timóteo 1.15

Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores…

1 Coríntios 15.3,4

Que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, segundo as Escrituras.

A PÁSCOA É A OPORTUNIDADE PARA QUE…

3 – …OS PECADORES SE ARREPENDAM DE SEUS PECADOS E CREIAM NA PESSOA E OBRA DE JESUS NA CRUZ PARA QUE SEJAM SALVOS.

Atos 2.38

“Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados.”

Atos 16.31

“Crê no Senhor Jesus e serás salvo…” 

A Páscoa é o claro entendimento de que todos são pecadores diante de Deus e que ninguém pode se auto salvar, mas que o Senhor Jesus, sendo Deus, tornou-se homem perfeito e veio a esse mundo e morreu numa cruz, pagando assim o preço do pecado, e ao ressuscitar dos mortos, venceu a morte e validou Sua obra expiatória pelos pecados na cruz. 

Assim, Deus ordena a todos que se arrependam de seus pecados e creiam em Jesus e Sua obra por na cruz do calvário pelos pecados. 
Essa é a Páscoa!

ENTENDENDO A PÁSCOA

ENTENDENDO A PÁSCOA

A Bíblia afirma que todos pecamos contra Deus. Somos pecadores! Não somos nós mesmos o padrão de comportamento que Deus quer; a sociedade também não é. Deus é o padrão. Não atingimos seu padrão; “erramos o alvo” estabelecido por Ele. Assim, somos pecadores. Temos um débito com Ele.

Caso você cometa um crime, segundo as leis você tem que pagar por ele. É a justiça de forma prática. Se você quebra as leis de Deus, você precisa pagar o preço dessa “quebra” da lei de Deus. A Bíblia diz em Romanos 6.23: “Porque o salário do pecado é a morte.” O preço da desobediência a Deus é a morte.

A justiça de Deus, segundo a Bíblia, exige um pagamento pela ofensa cometida contra Ele. Agora, ninguém pode pagar pelo pecado cometido, porque “todos são pecadores”. O que fazer? 

É nesse ponto que entendemos a Páscoa. O pecado que não podemos pagar, Jesus, sendo Deus, tornou-se homem e veio a esse mundo para fazê-lo. Na Páscoa entendemos que todos os pecadores têm a grande oportunidade de voltar para Deus porque Jesus pagou o preço do pecado na cruz. 

Não há pecado que não possa ser perdoado. Não importa quantos pecados ou quantas vezes se pecou. Qualquer que arrependido se achegar a Deus receberá dEle o perdão, a justificação e a remissão dos pecados.

Nessa páscoa Deus quer que você entenda que há perdão para os seus pecados. A ordem de Deus é que você se arrependa e creia em Jesus. Apenas se achegue a Ele, dizendo: “Senhor, sou pecador, confesso meus pecados a Ti, tenha misericórdia de mim; perdoa-me; salva-me”. 

A Páscoa é o entendimento de quem você é diante de Deus , e o que o Senhor Jesus veio fazer por você na cruz do Calvário.

QUANDO DEUS “DEIXA IR”

QUANDO DEUS “DEIXA IR” 

1 João 4.8 afirma que “Deus é amor”. Seu amor é muito bem retratado no pai da parábola de Lucas 15.11-31, a qual chamamos de “parábola do filho pródigo”.

 

Na parábola, o filho mais novo decide ir e o pai não o impede. Isso não significa que o pai não o amava, mas simplesmente que deu-lhe a parte de sua herança e o “deixou ir.”

 

O pai da parábola é o próprio Deus. Ele é o Deus que ama, que tem o melhor para os seus; que cuida, zela, protege, sustenta e orienta. Mas sendo amoroso, Ele não prende e não ameaça aqueles que não querem o Seu amor. Ele apenas os “deixa ir”

 

Quando Deus “deixar ir”, isso não significa que desprezou os que O desprezaram. Em Seu perfeito amor, Ele permite que alguns se desviam de forma desastrosa e perigosa, enquanto por Sua graça ainda os preserva e cuida de males piores.  

 

Quando Deus “deixa ir” ele sabe que o “país distante” não é melhor do que a casa do Pai. Ele sabe que os tempos difíceis chegarão. O vigor, o dinheiro, o ânimo, o prazer e alegria numa hora acaba. Mas é preciso passar pela decepção e pelo “fundo do poço.”

 

Quando Deus “deixar ir, Ele permite a pessoa experimentar a miséria. Permite porque é necessário experimentar comer com “os porcos” e “passar fome” para valorizar a abundância do passado. É quando a pessoa diz: “eu era feliz e não sabia.”  

 

Quando Deus “deixar ir” alguns voltarão para casa e outros não. Os que voltam dizem: “Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai” (Lucas 15.17,18).

 

Deus talvez o tenha deixado ir para que você volte arrependido, quebrantado e valorizando quem realmente Ele é. Porque quando Deus deixa você ir é o melhor que você faz, é voltar.

QUANDO O MEDO CHEGAR

QUANDO O MEDO CHEGAR

Em 2 Crônicas 20.1,2 temos o seguinte relato: “Depois disto, os filhos de Moabe e os filhos de Amom, com alguns dos meunitas, vieram à peleja contra Josafá. Então, vieram alguns que avisaram a Josafá, dizendo: Grande multidão vem contra ti…” No versículo 3 encontramos a reação do rei Josafá: “Então, Josafá teve medo e se pôs a buscar ao SENHOR; e apregoou jejum em todo o Judá.”

No versículo 12, o rei Josafá em sua oração disse algo muito interessante: “…Porque em nós não há força para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti.” Josafá diante de seu medo, reconhece seus limites humanos. Ele sabia que não tinha capacidade alguma contra o inimigo, e pior, ele não tinha nenhuma estratégia de ação organizada, mas declarou sua confiança no Senhor.

Nos versículos 15 e 17 o Senhor respondeu a Josafá dizendo: “…Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus…Neste encontro, não tereis de pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o salvamento que o SENHOR vos dará…Não temais, nem vos assusteis; amanhã, saí-lhes ao encontro, porque o SENHOR é convosco.”

Como Josafá, talvez algo tem ocorrido em sua vida que lhe traz muito medo e ao enfrentar o problema você talvez tenha também chegado ao seu limite e não sabe o que fazer.

Mas o Deus de Josafá não mudou em nada! Ele espera que como Josafá, você também O busque. Ele espera de você uma atitude de dependência total.

Quando o medo chegar, volte-se para Deus. Decida ouvir constantemente Sua doce voz, como em Hebreus 13.5, que diz: “…De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.”

APRENDENDO A ESTAR CONTENTE

APRENDENDO A ESTAR CONTENTE

Todos, sem exceção, estamos prontos a ficar irritados quando as coisas não ocorrem como achamos que deveriam ocorrer. Nossa irritação passa pelo pressuposto de que merecemos algo melhor nessa vida.

Em Filipenses 4.11, Paulo dá um testemunho interessante sobre si mesmo. Ele afirmou: “…aprendi a viver contente em toda e qualquer situação.”

O contentamento foi algo que Paulo teve que aprender. Essa não era uma capacidade inerente dele ou um dom. Ele reconheceu a necessidade de ser ensinado sobre essa área de sua vida.

Por ter aprendido, Paulo não mais se importava sobre suas condições de saúde, econômica, social, familiar, ministerial ou emocional. Ele aprendeu que sua vida não poderia ser definida e nem dirigida por nada e por ninguém, a não ser pelo próprio Deus.

Para Paulo, desfrutar de prosperidade material ou passar privação, não influenciaria o seu ânimo, porque ele “aprendeu” a se contentar onde e como Deus o colocasse. Ele aprendeu de que Deus era a fonte de sua vida. Por isso em Filipenses 4.13 ele diz: “Tudo posso naquele que me fortalece.”

Bem, se você tem o mesmo Jesus de Paulo e conhece o caráter de Deus como ele conhecia, então você também já está qualificado para aprender o contentamento, isso porque estar contente não tem nada a ver com melhoras na condição de vida, mas na clara visão de quem Deus é.

Enquanto você continuar acreditando que Deus lhe deve uma situação melhor, esteja certo de que você continuará murmurando, triste e frustrado.

Se você não crê que Deus cuida de sua vida nos dias maus e bons, você nunca aprenderá estar contente nEle. E pior, provavelmente você não é ensinável e tudo indica que não aprenderá muita coisa nessa vida.

ENTENDENDO A DOR

ENTENDENDO A DOR

A palavra “dor” e seus sinônimos aparecem cerca de 70 vezes na Bíblia. Conforme Gênesis 3, a dor é um dos diversos resultados da entrada do pecado no mundo. 

Deus tem propósitos na dor. Deus tem estabelecido que pela dor a realidade de Sua graça será manifestada. Essa foi a experiência de Paulo em 2 Coríntios 12. Diante de uma dor extrema, enfrentando um “espinho na carne”, ele orou ao Senhor e sua oração foi respondida, não do seu modo, mas segundo os propósitos de Deus. E o Senhor diz a ele no versículo 9: “…A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza…” E Paulo concluiu dizendo: “…De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.”

Paulo reconheceu que na dor a presença da graça de Deus estaria ali para o ajudar. E a lição é essa: É por intermédio da dor que Deus manifestará ao que sofre Sua presença, força, ânimo, paz, e no tempo certo, o alívio total. 

O livro de Apocalipse revela que a dor terá fim. Em Apocalipse 21.4 diz que Deus “…lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.” A promessa de Deus é que a dor um dia será extirpada.

Enquanto você aguarda a destruição definitiva da dor, não fuja dela. Clame a Deus! Anime-se nEle! 

Apegue-se nas palavras de Jesus em João 16.33: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”

Há dia e hora no relógio de Deus para que a dor cesse.

OS PROPÓSITOS DAS PROVAÇÕES

OS PROPÓSITOS DAS PROVAÇÕES

As provações virão! Quando elas chegam o desânimo e o vigor espiritual podem também aparecer. Quando as provações chegam o foco central nunca deveria ser a provação em si, mas os objetivos e propósitos de Deus nelas. 

Na verdade, o Senhor permite e usa as provações para certos fins. Um deles é para apurar a própria fé; saber a qualidade dela. Jesus afirmou em Lucas 8.13: “A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; estes não têm raiz, creem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam.”

Tiago 1.3 aponta para outro propósito da provação. O texto diz: “Sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança.” Segundo Deus, as provações são importantes para fortalecer o caráter espiritual e ajudar a pessoa a se manter perseverante, duro, firme e inabalável.

Mas tudo também tem limite. As provações não duram eternamente. Deus sabe a hora de dar fim a todas elas. 2 Pedro 2.9 afirma que ” o Senhor sabe livrar da provação os piedosos…” Deus entende os nossos limites.

Não existe “Super Cristão”. Existe sim, pessoas que amam profundamente a Deus e por Ele estão dispostas a enfrentar tudo e todos, enquanto vivem um dia de cada vez olhando para Jesus e confiando nEle.

Por isso, mantenha-se firme diante de suas provações. Não abandone sua fé; não perca seu ânimo em Deus. Quando não tiver forças para nada, faça a oração do salmista no Salmo 143.11: “Vivifica-me, SENHOR, por amor do teu nome; por amor da tua justiça, tira da tribulação a minha alma.”

Creia firmemente que muita coisa boa de Deus virá após as provações. Creia assim! Viva assim! Fique firme!

A PRÁTICA DA JUSTIÇA

A PRÁTICA DA JUSTIÇA


Em 1 João 3.7 o apóstolo João afirma: “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo.”

O apóstolo João apresenta nesse texto a importância do discernimento espiritual. Sem o discernimento espiritual podemos ser enganados por nós mesmos e por outras pessoas. O ponto central de João é que aqueles que dizem ter fé em Jesus, pratica a justiça, ou seja, vive uma vida correta aos olhos de Deus, de si mesmo e das pessoas. Por um outro lado, ninguém deveria dizer que crê em Jesus se não pratica a justiça. 

A Bíblia ensina claramente que alguém se torna justo por depositar sua fé em Jesus Cristo. Ao agir assim, praticar o que é justo e certo se torna uma prática de vida; um hábito.

Não se pode desassociar o crer em Jesus do viver como Ele. Se alguém diz crer em Jesus, Ele será visto por meio de comportamento prático que condiz com a fé nEle. Charles Spurgeon afirmou: “A graça que não muda minha vida não salvará a minha alma.”

A fé em Jesus deve produzir uma vida justa e reta. E para que você não seja enganado, responda para você mesmo as seguintes perguntas: A fé que eu digo professar em Jesus é demonstrada em mim pelo estilo de vida que Ele viveu? Poderia dizer para mim mesmo que a forma como eu vivo realmente demonstra a vida de Jesus? As pessoas ao meu redor realmente veem Jesus em minha vida? O próprio Senhor Jesus se vê em mim?

Quem é de Jesus pratica a justiça.

A OBEDIÊNCIA DE HOJE

A OBEDIÊNCIA DE HOJE

2 Crônicas 7 narra a dedicação do templo em Jerusalém ao Senhor, construído por Salomão. A cerimônia de dedicação foi algo maravilhoso e sobrenatural (vs 1-3). Após o término de todos os atos de dedicação, todas as pessoas foram embora com muita alegria por ver tantas bênçãos do Senhor sobre o reino de Salomão e sobre o povo de Israel (vs 4-11).

Depois daqueles dias, o Senhor falou com Salomão e lhe disse que havia ouvido sua oração (v 12). No versículo 13, o Senhor afirma algo muito importante: “Se eu fechar o céu para que não chova ou mandar que os gafanhotos devorem o país ou sobre o meu povo enviar uma praga.” O Senhor esclarece a Salomão que Suas bênçãos seriam perdidas caso o povo ande no pecado. Somente o pecado faz cessar as bênçãos de Deus.

Mas no versículo 14 o Senhor conclui dizendo: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.” O Senhor faz Salomão lembrar que a única forma de se ter Suas bênçãos restauradas seria pelo pronto arrependimento e retorno a Ele.

A simples lição do texto é que as bênçãos de ontem não garantem as bênçãos de hoje. O relacionamento com Deus precisa ter frescor. O que importa é a caminhada com Ele hoje e agora. A obediência de hoje é o que Deus requer.

Assim, avalie sua vida espiritual hoje e agora. Se você hoje está em obediência ao Senhor, continue. Suas bênçãos estão sobre você. Caso você tenha se desviado dEle, volte hoje e agora. Se humilhe, ore e busque agora a face do Senhor.

O que vale mesmo para Deus é a sua obediência de hoje.

 

DEUS SE IMPORTA

DEUS SE IMPORTA

Em Mateus 10.29,30 Jesus diz: “Não se vendem dois pardais por uma moedinha? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados.”

Jesus cita essas palavras num contexto de perseguição. No versículo 28 ele afirma que diante de uma perseguição severa por causa de seu nome, seus verdadeiros seguidores podem morrer. Mas ele diz que eles não devem nem temer a morte e nem os que matam, antes devem temer a Deus. Sim, Aquele que tem o controle soberano de tudo; Aquele que cuida dos pardais e sabe a quantidade de cabelos de cada um. Ele que realmente se importa com os grandes e pequenos detalhes da vida.

O Deus que a Bíblia revela é aquele que ouve as orações, sente a dor e está presente. Ele cuida das necessidades de Seu povo porque os ama e os quer bem. 

Se um dia você entregou-se totalmente ao Senhor Jesus, Ele hoje é o seu Senhor e Salvador. Nele deve estar sua esperança, confiança e dependência. Ele se importa com você, e quando o medo ou a incerteza chegar é preciso crer e confiar que Deus se importa com você.

Não se deixe desanimar diante das circunstâncias da vida; diante de mudanças; diante de um futuro possivelmente incerto; diante de qualquer peso da vida. Entregue tudo nas mãos desse Deus que se importa. 

Não tenha medo! Se Deus cuida de pássaros e sabe a soma dos cabelos de sua cabeça, Ele cuidará de você, porque Ele se importa. Creia nisso! Viva assim!

A questão nunca é o tamanho dos seus medos e problemas, a questão sempre é o tamanho do seu Deus.

ENFRENTANDO AS PROVAS

ENFRENTANDO AS PROVAS

Em João 6.5 Jesus vê uma grande multidão chegando e pergunta a Filipe: “…Onde compraremos pão para esse povo comer?” No versículo 6 é explicado a razão da pergunta de Jesus: “Fez essa pergunta apenas para pô-lo à prova, pois já tinha em mente o que ia fazer.” No versículo 7 Filipe respondeu: “Duzentos denários não comprariam pão suficiente para que cada um recebesse um pedaço!”

Ao ver uma multidão chegando Jesus antecipa um problema (a necessidade de comida) e compartilha com Filipe. Filipe primeiramente questionou com respeito aos recursos. Ele viu o problema e o achou grande demais. Filipe tinha uma suposta solução para o problema que não era prática, objetiva e muito menos espiritual.

Diante do grande problema e da pergunta de Jesus, o certo seria Filipe dizer: “Senhor, não sei o que fazer, mas o Senhor sabe e tem todo o poder para agir de forma sobrenatural.” Mas infelizmente Filipe não agiu assim. Ele foi racional e calculista demais.

Filipe falhou no teste porque não viu o problema com os olhos de Deus. Ele não teve a percepção que estava diante de uma prova espiritual. Filipe falhou diante da prova, mas você não precisa falhar.

Quando os grandes problemas chegarem à sua vida é preciso saber que você pode não ter a resposta, mas Jesus a tem. Sua simples ação diante das provas é pedir humildemente que Ele aja e faça um grande milagre.

Diante da prova, não tente depender de você, não deixe o problema lhe paralisar e não limite a ação de Deus. Agostinho afirmou: “Os testes vêm para nos provar e nos melhorar.”

Lembre-se que Senhor permite as provas para trazer à luz quem realmente somos, em que e em quem confiamos e como reagiremos.

AME A DEUS

AME A DEUS

Um professor da Lei vem até Jesus em Marcos12.28 e lhe faz a seguinte pergunta: “Qual é o principal de todos os mandamentos?” Jesus então nos versículos 29,30 responde: “…O principal é: Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força.”

Jesus explicou os detalhes de como amar a Deus. Ele afirmou:

“Amarás…”. Essa palavra significa um amor relacional incondicional, que doa, que faz, que sacrifica, que se entrega.

“de todo o teu/tua…” Essa frase revela a natureza enfática desse amor.

“coração” – O núcleo da identidade; a fonte de todos os pensamentos, palavras e ações. O centro de todo o ser.

“alma…” – Reflete o ser humano em toda sua realidade emocional, volitiva e psíquica. “Alma” é o que faz a vida ser vida.

“entendimento” – Significa a mente como a faculdade da compreensão, o pensamento, a escolha inteligente advindo do uso da razão.

“força” – A expressão apresenta toda a capacidade que vem da ordem física e do vigor da vida.

Jesus nos ensina que devemos amar a Deus com uma sinceridade perfeita, com o máximo de fervor, com o exercício pleno de uma razão iluminada e com toda a energia de nosso ser.

Ao dizer que você ama a Deus, isso significa afirmar que Ele está no centro de sua vida e decisões; que Ele está no centro de seus pensamentos, palavras e ações. E acima de tudo que você está plenamente disposto a obedecê-lo, porque 1 João 5.3 afirma: “Porque nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos seus mandamentos.”

Se você não ama a Deus, sua vida não tem propósito eterno.

ABANDONE SUA FORÇA

ABANDONE SUA FORÇA

Viver a vida centrada em Deus inclui uma postura de dependência e humildade diante dEle. Em 1 Pedro 5.5 o apóstolo afirma: “…Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.”

A graça de Deus está disponível apenas aos humildes. Humildes são aqueles que já “jogaram a toalha” e reconheceram suas fraquezas e debilidades. Eles estão conscientes que não podem dar um passo a mais em sua própria sabedoria porque entendem que ela é falha e perigosa.

Enquanto conseguirmos achar força em nós mesmos jamais experimentaremos a graça de Deus. Qualquer postura arrogante e orgulhosa de nossa parte nos leva mais para longe dEle e para o fracasso da vida.

Devemos estar dispostos a reconhecer nossa necessidade diária; devemos manter-nos desejosos por Deus e por Sua ação poderosa em nossas vidas; devemos focar nEle como nossa única e última esperança. Quando assim o fizermos nossa vida encontrará norte e equilíbrio.

Provérbios 11.2 afirma: “Em vindo a soberba, sobrevêm a desonra, mas com os humildes está a sabedoria.” Todos aqueles que andam na soberba acabam sendo envergonhados, mas os que andam humildemente com Deus, encontrarão dEle as soluções para a vida.

Enquanto existir uma fagulha de segurança e esperança firmada em sua própria capacidade, habilidade e força, infelizmente você nunca dependerá exclusivamente de Deus.

Apelo para que você se lance desesperadamente na graça de Deus. Não dependa de si mesmo; não se apegue em seus supostos méritos. Abandone sua força; confie em Deus!

DESEJO EGOÍSTA

DESEJO EGOÍSTA

Em Mateus 20.21 a mãe de Tiago e João se apresenta com seus filhos a Jesus e Lhe faz um pedido: “…Declara que no teu Reino estes meus dois filhos se assentarão um à tua direita e o outro à tua esquerda”. No versículo 22 Jesus responde o seguinte: “…Vocês não sabem o que estão pedindo. Podem vocês beber o cálice que eu vou beber? Podemos, responderam eles.”

Nesse episódio mãe e filhos demonstram diante de Jesus o desejo egoísta de poder e influência. Mas a resposta dEle foi confrontadora: “…Podem vocês beber o cálice que eu vou beber?” O “cálice” era a forma objetiva de Jesus dizer sobre seu sofrimento e morte. Tiago e João respondem impetuosamente sobre o “cálice” dizendo: “Podemos!” Na verdade eles não estão sabendo nada sobre o significado do “cálice”. O desejo egoísta do coração deles não permitiu que vissem os riscos em seguir a Jesus.

Mas Tiago e João terminaram bem suas histórias como seguidores fiéis de Jesus. Tiago morreu por sua fé em Jesus em Atos 12.1,2 e João foi exilado na ilha de Patmos com cerca de 90 anos. Eles realmente entenderam, pelo Espírito Santo, o significado do “cálice”. 

Se você pretende seriamente seguir a Jesus, você precisa sondar os desejos mais profundos de seu coração. Em Seu reino é preciso que você esteja disposto a rejeitar qualquer glória ou honra própria, e se dispor a suportar qualquer sofrimento e dificuldade que por Ele é trazido ou permitido. 

É necessário que você peça a Deus uma visão mais ampla sobre Ele mesmo e Seu reino, enquanto trata com seriedade as motivações de seu coração. 

Ficamos cegos espiritualmente, e Deus não é glorificado quando nossos corações são governados por qualquer desejo egoísta.

DECIDA VIVER SABIAMENTE

DECIDA VIVER SABIAMENTE

A vida é um presente de Deus. Desde que o pecado entrou no mundo não é fácil viver realizado, alegre, e debaixo de excelentes decisões. Diante de um mundo caótico e que despreza deliberadamente a Deus, precisamos de muita, mas muita sabedoria para decidir o que fazer e o que não fazer.

Na Bíblia temos o livro de Provérbios que nos ensina a viver de forma sábia nesse mundo. O livro foi escrito visando ajudar especificamente os inexperientes na vida e os jovens. Em Provérbios 1.4 lemos: “Ajudarão a dar prudência aos inexperientes e conhecimento e bom senso aos jovens.”

Provérbios 1.5,6 diz ainda que “se o sábio lhes der ouvidos, aumentará seu conhecimento, e quem tem discernimento obterá orientação para compreender provérbios e parábolas, ditados e enigmas dos sábios.” Assim, o livro de Provérbios é um manancial de vida não só para os jovens, mas para todos aqueles que desejam viver a vida de forma sábia. 

A fonte principal para viver em sabedoria é o próprio Deus. Salomão afirma em Provérbios 1.7: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria…” A palavra “temor” significa “respeito reverente”. Salomão especifica que para desfrutar das bênçãos da sabedoria nessa vida as pessoas precisam decidir centrar suas vidas na pessoa e na Palavra de Deus. Por rejeitar a Deus e seus princípios, muita gente vive de forma tola e insensata. 

Assim, o livro de Provérbios é um recurso de Deus para que você viva sabiamente essa vida. Cabe a você se dedicar a ler um capítulo por dia e decidir praticar o que estiver lendo. 

Lembre-se do conselho de Provérbios 16.16: “É melhor obter sabedoria do que ouro!” Por isso, busque a sabedoria! Decida viver sabiamente!

MUDE O FOCO

MUDE O FOCO

Jesus ordenou em Mateus 6.33: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” No contexto dessa passagem, Jesus está falando sobre as preocupações e ansiedades da vida.

Jesus deixa bem claro que o problema da nossa ansiedade é que desejamos muito, e acima de nossas forças manter a segurança, o bem-estar, o conforto, a paz, a tranquilidade e a estabilidade em tudo. Mas isso é impossível! Esse é um foco errado para centrar a vida.

Quando Jesus afirma que devemos buscar “em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça…”, Ele apenas está afirmando que o alvo supremo da vida não deve ser uma boa saúde, uma estabilidade financeira, uma boa casa, uma linda família, uma dispensa farta, oportunidades de passeios, entretenimentos, etc. Não que essas coisas sejam erradas, mas elas não podem se tornar o objetivo final de nossas vidas. Jesus está afirmando que o foco de nossas vidas precisa ser o Reino de Deus.

Jesus não faz apologia ao sofrimento ou à desgraça da vida, o que Ele simplesmente nos ensina é que todas “as demais coisas serão acrescentadas…” Devemos aprender a viver além das circunstâncias. Precisamos ajustar nossos passos ao compasso de Deus na história. Devemos viver nesse mundo para sermos instrumentos dEle para que Seu Reino vá adiante. Essa deve ser a prioridade; esse deve ser o foco.

O que Jesus pessoalmente diz a você é o seguinte: “Mude o foco! Centre suas energias no meu reino e não se preocupe com mais nada; Eu suprirei tudo!” Sem dúvida essa é uma grande promessa para cada um de nós.

Onde está o foco de sua vida?

OS TESOUROS DA TERRA

OS TESOUROS DA TERRA

Jesus ordenou em Mateus 6.19-21: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.”

Jesus nesse texto nos adverte para que não acumulemos tesouros nessa terra. Não que os tesouros sejam ruins, mas porque eles não têm valor diante de Deus e não acrescentam em nada quanto à eternidade.

Jesus também conclui que se pode apenas ter o tesouro (e o coração) em um só lugar. Não se podem colocar as energias da vida nos tesouros na terra e nos tesouros do céu ao mesmo tempo. Assim, não é tanto com a riqueza do discípulo que Jesus está preocupado, mas com sua lealdade a Ele.

Na Bíblia, focar nas riquezas e em bens materiais é sempre um grande prejuízo para a alma, isso porque os tesouros materiais são temporais, e ninguém pode levá-los consigo após a morte. Em contraste, os tesouros celestiais são duráveis e preciosos aos olhos de Deus.

Na prática, os tesouros dessa terra podem nos fascinar e exercer uma influência espiritual destrutiva. O segredo então é destruir seu poder, fazendo-os trabalhar para valores eternos. Isso se faz vivendo de forma generosa, doando, sendo simples e mantendo-se contente.

A palavra de alerta é: você pode perder os tesouros celestes. Você pode nunca chegar à vida eterna pelo simples fato de se deixar ser dominado e consumido pelos tesouros dessa terra.

Onde está o seu tesouro?

 

UMA IDENTIDADE DEFINIDA

UMA IDENTIDADE DEFINIDA

Vivemos num mundo onde muitas pessoas estão numa imensa crise de identidade. Alguns se deixam definir pela profissão que tem, pelos cargos que ocupam, pelo nome de família, pela cultura, pelo corpo esculpido, pelo acúmulo de bens tecnológicos, pela conta bancária, pelos relacionamentos sociais, pelas viagens, pelos bens materiais, pelas oportunidades, etc.

Na Bíblia, quando estudamos a vida de Jesus, Ele não tinha qualquer crise de identidade. Paulo afirma em Filipenses 2.6-8 o seguinte sobre a identidade de Jesus: “…Ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou…”

O texto é claro em afirmar que Jesus é Deus. Ele se tornou homem como nós para nos salvar de nossos pecados. Por saber quem era, Jesus sabia muito bem o que fazia e o porquê fazia.

Assim como Jesus, quando você tem sua identidade definida baseada em como e porque Deus lhe criou, então você vive em paz, sem crise e útil em Suas mãos para Ele e para as pessoas ao seu redor.

Mas enquanto você continuar mantendo sua identidade definida pelo o que os outros pensam de você, pela casa onde mora, a roupa que veste, o carro que anda, o celular que usa, as pessoas com quem convive, os títulos que alcança, as viagens que faz, os idiomas que fala, então você continuará em crise existencial e nunca experimentará a vida ao máximo, amando a Deus e servindo ao próximo.

Assim sendo, responda: você sabe quem você é? Você sabe os motivos pelos quais faz o que faz?

O EVANGELHO DE JESUS

O EVANGELHO DE JESUS

Jesus sabia que ao voltar ao céu seus discípulos agora ficariam encarregados com a missão de continuar Seu trabalho no mundo. Para que eles levassem a cabo a missão, eles precisariam de uma compreensão exata do que essa missão exigiria. Assim, em Marcos 16.15-16 Jesus deixa claro a missão. Ele diz: “…Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.”

A missão tinha um requisito claro: “ Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” A palavra “Evangelho” é uma palavra de origem grega que significa “boa notícia”. Essa “boa notícia” é a mensagem de salvação e esperança trazida por Jesus Cristo ao mundo.

Não há esperança numa “boa notícia” sem saber a “má notícia”. O Evangelho, que é “a boa notícia”, anuncia esperança a todos os pecadores. Que todos são pecadores é “a má notícia”. O Evangelho de Jesus ordena que todos se arrependam de seus pecados e creiam nEle para serem salvos.

A missão de seus discípulos seria então pregar esse Evangelho ao mundo. Pregar que há esperança para qualquer pecador com qualquer tipo de pecado. Pregar que nada e ninguém, além de Jesus, pode salvar e transformar a vida.

O Evangelho de Jesus traz sempre uma responsabilidade dupla. Primeiro, se você creu no Evangelho de Jesus sua responsabilidade é obedecer-lhe e pregar esse Evangelho prontamente na sabedoria e direção do Espírito de Deus. Segundo, se você não creu no Evangelho, a ordem de Jesus é que você creia.

Jesus ordenou que Seu Evangelho fosse pregado e crido. Pergunta: você diria hoje que precisa pregar o evangelho de Jesus ou precisa crer nele? Por favor, responda.