FÉ COERENTE

FÉ COERENTE

Em uma cidade do Canadá um policial se envolveu com uma jovem que era testemunha num caso em que seis homicídios eram investigados. O policial foi afastado por ser considerado suspeito e por ter tido uma postura incoerente com a responsabilidade que ocupava.
  

Em 1 João 1.6, o apóstolo João desafia os cristãos para que sejam coerentes em sua fé. Ele afirma: “Se dissermos que mantemos comunhão com Ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade.”

João confronta aqueles que dizem ter “comunhão com Ele”, ou seja, um relacionamento próximo com Deus, mas vivem “nas trevas”, no pecado. Como alguém diz que pertence a Deus, sendo “Deus luz” e vive nas trevas? Isso é algo incoerente. Luz e trevas não combinam. João está definido em afirmar que a pratica de vida precisa ser coerente com a fé que professa.

A fé professada precisa ser vivida. A incoerência da fé mata a própria fé e desencoraja outros a ela. A incoerência da fé é algo perigoso porque ela é um estágio anterior ao desvio da própria fé.

Fé coerente afirma que não há nada na vida que esteja em desarmonia com o Evangelho de Jesus. Na verdade, a postura coerente valida a fé que se prega. Josué Gonçalves afirma: “Nada compromete mais a pregação do Evangelho diante do mundo do que a incoerência entre a mensagem que pregamos e a vida que vivemos.”

Quando a fé não é coerente perde-se o impacto desejado por Jesus, conforme Ele ensinou em Mateus 5.13,14: “Vocês são o sal da terra… Vocês são a luz do mundo.” A função específica do sal é dar sabor e preservar. A função específica da luz é brilhar. Tanto o sal como a luz são perceptíveis; não se pode fugir de sua influência. Assim, a fé coerente é perceptível e causa impacto na vida das pessoas. Muitos estão esperando que a fé professada seja praticada antes de nela crer. Billy Graham afirmou: “Nós somos as Bíblias que o mundo está lendo… somos os sermões que o mundo está prestando atenção.”

Como você avalia sua vida com Deus? Você diria que mantém um relacionamento com Ele, mas está praticando algo em sua vida que Ele não aprova? As pessoas ao seu redor estão vendo coerência em sua fé? Você vive o que fala e fala o que vive?

O certo é que se aqueles que dizem crer em Jesus não fizerem a diferença, o mundo verá apenas uma fé de aparência.

Tenha uma fé coerente!

O CONCEITO DE DEUS

O CONCEITO DE DEUS

O filósofo Friedrich Nietzsche disse sem rodeios que a fé equivale a não querer conhecer a verdade. O psiquiatra Sigmund Freud afirmou que uma pessoa que acredita em um Deus Criador é delirante e agarra-se a essas crenças devido a um fator chamado “desejo de realização”. Karl Marx disse que alguém que acredita em Deus deve ter um distúrbio mental que invalidou sua capacidade de pensar.

A Bíblia não defende a existência de Deus. A Bíblia afirma a existência de Deus. Em Gênesis 1.1 lemos: “No princípio criou Deus os céus e a terra.” Deus não se preocupa com o fato de pessoas crerem ou não em Sua existência. Com respeito a essa atitude de descrença e incredulidade a Bíblia afirma o seguinte no Salmo 14.1: “Diz o insensato no seu coração: não há Deus…”

O apóstolo João também não despende seu tempo explicando ou provando a existência de Deus. João apenas afirma categoricamente em 1 João 1.5 o seguinte: “Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que DEUS É LUZ, e não há nele treva nenhuma.”

João afina em sua carta o conceito de Deus. Aqui Ele diz nesse texto que “Deus é “luz”, em outra oportunidade na carta ele dirá que “Deus é amor”. “Luz” no texto é uma metáfora. “Deus é luz” porque Ele é verdade, santidade, justiça e sabedoria. João diz que “…não há nEle treva nenhuma”, ou seja, Deus não se associa com o pecado. Ele não é falso, mentiroso, impuro, injusto, insensato ou maldoso. Todo ser de Deus é absolutamente santo, justo, puro, sábio e sensato. Não há em Deus qualquer mistura de pecado, e nem mancha de iniqüidade e nem qualquer indício de injustiça.

Gilberto Theiss escreveu o seguinte: “Esse Deus que foi expulso por Karl Marx do céu, retirado do inconsciente por Freud, banido da ciência por Darwin, assassinado por Nietzsche, transformado em delírio por Richard Dawkins, secularizado e relativizado por cristãos pós-modernos, em breve virá gloriosamente sobre as nuvens dos céus para espanto, terror e decepção dos incrédulos.”

A verdade é que o seu conceito de Deus afeta profundamente a forma como você pensa, sente e age. Se você está convicto de “Deus é luz” isso terá impacto tremendo em sua vida. Você falará a verdade, fugirá do pecado, procurará o que é certo e decidirá sabiamente a sua vida. É por isso que o salmista afirma no Salmo 36.9: “Pois em ti está o manancial da vida; na tua luz vemos a luz.” Em outras palavras, é através de Deus que enxergamos a vida.

Reorganize hoje o seu conceito de Deus e sua vida entrará no eixo e no equilíbrio que você tanto deseja.

A ALEGRIA COMPLETA

A ALEGRIA COMPLETA

Muita gente nesse mundo vive num profundo estado de tristeza. Não uma tristeza momentânea derivada de circunstâncias reais que machucam e chateiam. Mas uma tristeza que perdura, ainda que se tenha saúde, bens, recursos, pessoas ao redor e todo o tipo de oportunidades. Essa tristeza parece que não consegue sair da alma; nada pode preencher ou completar a vida. É uma tristeza incompreensível. Essa é uma tristeza espiritual que precisa de uma alegria espiritual.

Em 1 João 1.4 o apóstolo João afirma: “Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa.” João tem interesse na felicidade e alegria de seus ouvintes. Mas ele sabe que a verdadeira felicidade está no “Verbo da vida: Jesus”. Jesus é aquele que João teve oportunidade de estar, ver, ouvir e apalpar. Jesus é essa fonte da alegria.

A primeira mensagem de Jesus foi sobre a felicidade. Em Mateus 5.1-12, Jesus dá uma lista sobre como se pode ter a felicidade verdadeira. Jesus sabia que apartado de Deus ninguém poderia ser realmente feliz. Jesus estava ciente de que sua missão era resgatar as pessoas de volta para Deus para que pudessem encontrar a verdadeira vida e, por conseguinte a verdadeira felicidade. Para Jesus felicidade antes de ser uma realidade emocional ela é de origem espiritual. Jesus é essa fonte de felicidade espiritual plena. É nEle que há alegria.

A fé em Jesus abre espaço para que a vida experimente uma alegria completa. A alegria completa de Jesus na alma pode ser experimentada em qualquer lugar, em qualquer circunstância ou diante de qualquer pessoa. Com Jesus se há alegria estando numa prisão, com uma doença, numa notícia ruim, na falta de emprego, na falta de recursos, no término de um relacionamento, na rebeldia de um filho, na incompreensão dos pais, estando só, etc.

A tradução mais literal para o título original da famosa composição de Bach – “Jesus, alegria dos homens” (Jesus, Joy Of Man’s Desiring) – seria “Jesus, a alegria que os homens desejam”. Dois trechos para coral indicam a força com que o compositor considerava Jesus como a resposta aos anseios de felicidade do homem:  

“Feliz sou, porque tenho Jesus.

Oh, quão firmemente eu o seguro,

Para que traga refrigério ao meu coração,

Quando estou triste e abatido.

Eu tenho Jesus, que me ama e se confia a mim.

Ah! Por isso não o deixarei,

Mesmo que meu coração se quebre.

 

Jesus continua sendo minha alegria,

O conforto e a seiva do meu coração

Jesus refreia a minha tristeza,

Ele é a força da minha vida

É o deleite e o sol dos meus olhos,

O tesouro e a grande felicidade da minha alma,

Por isso, eu não deixarei ir Jesus

Do meu coração e da minha presença.”

Se sua fé está alicerçada em Jesus, você já tem essa “alegria completa” e pode enfrentar as lutas de sua vida com a alegria dEle.

E se você não tem essa “alegria completa”, por que não vir a Jesus hoje e agora?

 

A FÉ EM JESUS

A FÉ EM JESUS

Em sua carta – 1 João – o apóstolo João, expõe sobre a fé em Jesus e os efeitos práticos da crença nEle.

João abre sua carta em 1 João 1:1,2 dizendo: “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida. E a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada.”

João escreveu sua carta para combater uma heresia de sua época sobre a pessoa de Jesus, o Gnosticismo. Essa filosofia dizia que Jesus era apenas um homem comum que em um certo dia, no seu batismo, recebeu um espírito – um “aion” – que o capacitou para fazer tudo o que fez, mas que quando de sua morte tal espírito o abandonou na cruz. Esse ensino tinha como objetivo final reduzir Jesus apenas a uma realidade humana e traduzia que a crença nEle era apenas algo subjetivo e sentimental.

Mas a fé em Jesus não é algo sentimental. Ela está baseada em fatos. As bases dessa fé estão alicerçadas na Bíblia e no testemunho de homens como João, que ao escrever sua carta ainda mantinha vívida em sua mente aquele Jesus, com quem conviveu por quase quatro anos, o mesmo que curou os coxos, leprosos, surdos, cegos e que morreu numa cruz, foi sepultado e ressuscitou dos mortos.Para João Jesus não era apenas um homem comum, mas Deus entre nós.

João escreve sua carta para dizer que a fé em Jesus não é algo baseado numa lenda ou numa inspiração sentimental. Jesus era acima de tudo a resposta de Deus para cada ser humano, que sufocados pelos pecado perde o rumo da vida e precisa urgentemente voltar-se para Deus.

A fé em Jesus declara que Ele é o “Verbo da vida”, ou seja, “A Palavra da vida”. A mesma vida que foi perdida pelo abandono de Deus agora pode ser encontrada, porque Deus se aportou entre nós em Jesus seu Filho Amado.

João escreve para dizer que a fé em Jesus está cheia de evidências. E Alister McGrath afirmou: “A fé não é algo que vai contra a evidência, antes vai além disso. As evidências nos dizem: Há um outro lado. Há algo além da mera razão.”

As boas notícias do evangelho são que Jesus manifestou a esse mundo para que você tenha uma nova vida hoje e na eternidade. E essa fé em Jesus não está baseada em sentimentos, mas em sólidas evidências.

Quando você vê, toca e experimenta algo, como foi a experiências do apóstolo João, a sensação daquilo ainda continua e ninguém é capaz ou tem poder para contradizer a sua experiência. É algo impossível! Quando você entende o Senhor Jesus vivencia a sua fé nEle, essa fé se solidifica em seu coração, e ninguém é capaz de contradize-la.

Sua fé está em Jesus?

PESSOAS HUMILDES

PESSOAS HUMILDES

Por vivermos numa sociedade que encoraja a competição e a individualidade, aprender a ser humilde é algo de suma importância para quem deseja desenvolver ricos e completos relacionamentos com os outros.

O cristão é chamado a viver uma vida humilde. Na verdade todos aqueles que se tornam discípulos de Jesus vem a Ele porque reconhecem humildemente que estão “cansados e sobrecarregados” e estão dispostos a aprender dEle que é “manso e humilde de coração” conforme Jesus mesmo ensinou em Mateus 11.28,29).

Paulo chama os cristãos a serem humildes. Ele afirma em Filipenses 2.3 “Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a vocês mesmos.” Assim, o humilde segundo a Bíblia é aquele ganha uma plena consciência de si mesmo baseado na forma como Ele se vê diante de Deus, enquanto procura viver no padrão de Seu Mestre, o Senhor Jesus Cristo.

Assim, pessoas humildes não se escondem de Deus. Elas estão rotineiramente se vendo à luz dEle. Elas fazem sempre um auto-exame honesto de si mesmos reconhecendo seus pecados e os confessando.

Pessoas humildes também reconhecem seus erros e pecados diante das pessoas. Elas não tem medo de dizer: “errei, por favor, me perdoe.” Pessoas humildes não escondem suas fraquezas; elas pedem perdão e ajuda.

Pessoas humildes também sabem lidar com as injustiças. Elas ficam tristes, mas não se põem nem na defensiva e nem na retaliação aos ofensores. Elas veem as injustiças como oportunidade para crescerem num estilo de vida que agrada a Deus.

Pessoas humildes submetem-se às autoridades. Nossa cultura valoriza o individualismo e a insubmissão às autoridades. Mas os humildes não são rebeldes. Eles sempre perguntam: “quem é autoridade sobre a minha vida”? Eles não tem dificuldade para ouvi-los, pedir seus conselhos e obedecê-los.

Pessoas humildes também aceitam lugares e posições humildes. Elas não se preocupam em serem reconhecidos e nem se ofendem por isso. Elas sempre estão felizes com o que é, tem e se tornaram. Elas não se preocupam em aparecer e nem se esforçam para manterem uma aparência para que os outros as admirem.

Pessoas humildes não temem sociabilizar com pessoas simples, pobres ou de menor capacidade cultural.

Pessoas humildes estão dispostas a servirem o outro. Elas sabem que a falta de servir o outro fazem com que elas foquem sempre nelas mesmas, fazendo-as egoístas. Elas já aprenderam que servir ao outro é sinônimo de construir o Reino de Deus.

Pessoas humildes também não usam pessoas, mas cultivam os relacionamentos. Elas estão dispostas a perdoar, a serem gratas e a falarem bem do outro. Elas sabem que seu cristianismo é focado no Criador e no bem estar de todas as suas criaturas.

Olhando para esses princípios você diria hoje que é uma pessoa humilde?

HUMILHADOS DIANTE DE DEUS

HUMILHADOS DIANTE DE DEUS

Jesus afirmou em Mateus 23.12: “Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado.” 

Jesus fez uso desse texto para combater o comportamento arrogante dos líderes espirituais de Israel de sua época, enquanto ensinava a forma como seus discípulos deviam viver e agir. O verbo “humilhar”, que aparece por duas vezes nesse versículo, ocorre também cerca de onze vezes em todo o Novo Testamento e significa: “tornar-se baixo, rebaixar, ter uma opinião modesta de si mesmo e destituir-se de qualquer arrogância”.

O propósito de Deus revelado em Sua Palavra é que sejamos humildes diante dEle. Em Tiago 4.6 somos lembrados que “Deus resiste aos soberbos, mas dá graças aos humildes.” E no versículo 10 somos ordenados: “Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará.” A verdade ensinada nesses dois versículos revela que ninguém poderá desfrutar o melhor da vida sem um coração humilde para com o Senhor. Um anônimo afirmou: “Nunca um homem está tão longe de Deus, como quando em estado de soberba, como também está tão próximo, como quando em atitude de humilhação.” 

Deus deseja que nos sujeitemos e nos submetamos a Ele. Ele espera que abandonemos diante dEle todas as nossas presunções e arrogâncias; que paremos de nos “achar”. Ele quer que nos acheguemos a Ele com um coração dependente dEle, tendo nossa suficiência nEle, esvaziando-nos totalmente de nós mesmos para que Ele nos encha. 

As bênçãos estão preparadas para aqueles que se humilham diante do Senhor, e a Bíblia relata diversas biografias que reforçam essa verdade. Por exemplo, Abraão se humilhou perante o Senhor, e Deus lhe fez pai de multidões. Moisés se humilhou perante o Senhor, e Deus lhe fez libertador e líder de Israel. Josué se humilhou perante o Senhor, e Deus lhe fez sucessor de Moisés. Gideão se humilhou perante o Senhor, e Deus lhe deu vitória sobre os seus inimigos. Davi se humilhou perante o Senhor, e Deus lhe fez o mais renomado rei de Israel. Ezequias se humilhou perante o Senhor, e Deus lhe concedeu mais 15 anos de vida.

O problema é que mesmo sabendo que devemos nos humilhar diante de Deus, não o fazemos. Não estamos dispostos a isso. Mordecai Ham afirmou: “Um dos nossos problemas é que não estamos dispostos a nos humilhar; não estamos dispostos a desistir de nossas opiniões sobre a forma como as coisas devem ser feitas.” 

Deus não agirá em sua vida sem que você se humilhe e se quebrante diante dEle. Ele espera que você se humilhe ante Sua face. Ele, em Sua eternal grandeza, age poderosamente quando você se humilha diante dEle. O Salmo 138.6 afirma: “O SENHOR é excelso, contudo, atenta para os humildes…”

Muito Deus tem para fazer em você, mas Ele espera que você se humilhe diante dEle e aplique as verdades de 2 Crônicas 7.14, que diz: “e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei seus pecados, e sararei sua terra.”

A ALEGRIA DO CÉU

A ALEGRIA DO CÉU

Lucas 15 é um dos textos mais amado e querido em toda a Bíblia. Os versículos 1 e 2 dão o tom do capítulo: “Todos os publicanos e pecadores estavam se reunindo para ouvi-lo. Mas os fariseus e os mestres da lei o criticavam: Este homem recebe pecadores e come com eles.”

Jesus responde em toda a parábola a uma acusação dos fariseus: “Este homem recebe pecadores e come com eles.” Um fariseu jamais se envolveria com um impuro e muito menos lhe ensinaria a Palavra de Deus. Mas Jesus os choca. Ele não só está ensinando esses “impuros”, como está assentado, e comendo com eles. E para confrontá-los, Jesus ensina a esses fariseus uma só parábola em três partes.

A primeira parte da parábola fala sobre um pastor que perdeu uma ovelha e sai a procurá-la, e quando a encontra, se reúne com os outros pastores e todos se alegram juntos pela ovelha encontrada. E Jesus conclui no versículo 7: “Eu lhes digo que, da mesma forma, haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não precisam arrepender-se.”

A segunda parte da parábola relata de uma mulher que perdeu uma moeda, e depois de a procurar a encontra, e assim reúne todos os vizinhos e amigas e eles se alegram pela moeda perdida que foi achada. Jesus então afirma no versículo 10: “Eu lhes digo que, da mesma forma, há alegria na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.” 

A terceira e última parte da parábola refere-se a um pai que perdeu o filho porque esse decidiu sair de casa e viver dissolutamente. Contudo, depois de um tempo, caindo em si, ele volta. Seu pai e todos ficam alegres, menos uma pessoa: seu irmão mais velho. Ele está fora de sintonia com os demais. Jesus no versículo 32 conclui a parábola com o apelo do pai ao irmão mais velho, dizendo: “Mas nós tínhamos que celebrar a volta deste seu irmão e alegrar-nos, porque ele estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi achado.”

Essa parábola de Jesus tem como objetivo final confrontar a hipocrisia e o legalismo dos fariseus que não se alegram – como o filho mais velho – pelo fato de Jesus se associar com os tais “impuros”. Contudo, Jesus deixa claro que o céu se alegra nEle pelo fato de que Ele veio trazer os perdidos para Deus.

A verdade é que há uma alegria nos céus, e essa é a que realmente interessa. Deus fica feliz quando pecadores se arrependem de seus pecados e voltam para Ele.

Por isso, faça o céu sorrir. Faça Deus e os anjos alegres se arrependendo de seus pecados e vindo a Jesus. O céu de Deus é um lugar apenas de pecadores arrependidos que reconhecendo seus pecados, o abandonam e voltam para Deus.

Por um lado, se você já se arrependeu de seus pecados e entregou-se a Jesus, pare de fazer desse mundo o centro de sua alegria. Use sua vida – o que tem e o que é – para “chamar pecadores ao arrependimento”. E ainda, pare de viver como um fariseu, se chocando com pecadores. Abandone seu “gueto cristão” e vá atrás deles. Os ame, os sirva, os ajude e os busque para Jesus.  

Permita que a alegria do céu domine sua forma de ser e viver.

O NARCISISTA

O NARCISISTA

Narcisismo é o termo usado para descrever uma pessoa preocupada e focada especificamente em si mesma. A palavra tem sua origem na mitologia grega. Narciso, era um jovem que viu seu reflexo em um lago e apaixonou-se por sua própria imagem, caiu dentro d’água, e se afogou.

A personalidade narcisista descreve os padrões de comportamento de uma pessoa como sendo arrogante, não-empático, manipulador, invejoso e com um senso de grandiosidade. Ele vê tudo a partir de si mesmo. O narcisista é egocêntrico. A perspectiva de sua vida centrada em si impede seu crescimento espiritual, pessoal e relacional. 

A atitude narcisista na sociedade não tende a melhorar. Segundo a Bíblia o narcisismo crescente é um sinal dos “últimos dias”. Paulo afirmou em 2 Timóteo 3.1-4: “Lembre disto: nos últimos dias haverá tempos difíceis. Pois muitos serão egoístas, avarentos, orgulhosos, vaidosos, xingadores, ingratos, desobedientes aos seus pais…. Não terão amor pelos outros e serão duros, caluniadores, incapazes de se controlarem, violentos e inimigos do bem. Serão traidores, atrevidos e cheios de orgulho. Amarão mais os prazeres do que a Deus.”

Os narcisistas precisam desesperadamente de Jesus. Por quê? Porque ninguém ensinou mais a vida centrada no outro do que Jesus. Ao dizer sobre si mesmo, Ele afirma em Marcos 10.45: ”Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos.”

Jesus veio para servir. Seu serviço específico foi dar sua vida na cruz pelos pecadores. Esse serviço de auto entrega, foi motivado pelo amor. Pecadores egoístas, separados de Deus, tem agora em Cristo a oportunidade de se reconciliar com Ele por causa de sua entrega amorosa na cruz do Calvário. O verdadeiro amor ensinado e vivido por Jesus dá, oferece, entrega e sacrifica. 

Ser um verdadeiro cristão significa sair de si mesmo e servir ao outro como Jesus fez. Na verdade Jesus é enfático com aqueles que o querem seguir. Ele diz em Mateus 16.24: “Se alguém quiser vir após mim, NEGUE-SE a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me.”

Assim, o que todo narcisista precisa é desse encontro poderoso com Jesus. É por meio dEle que o narcisista não só reconhecerá o pecado de centrar em si, como será capaz de negar-se a si mesmo e servir o outro. 

A beleza em seguir a Jesus está no fato de que a vida toma rumo em função do outro. Não num nível perfeito, mas crescente e aceitável aos olhos de Deus. 

O verdadeiro discípulo de Jesus está tomado pelo desejo de ser e viver como Ele. Ele leva a sério o segundo grande mandamento ensinado por Jesus: “amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” Amar torna-se o seu alvo de vida. Amar tornar-se seu estilo de vida. 

Martin Luther King frisou sabiamente: “Sem amor, até a benevolência se torna egoísmo.”

PRECISAMOS DE JESUS

PRECISAMOS DE JESUS

O homem pós-moderno mantém-se inquieto, insatisfeito e desejoso. Ainda que exteriormente não pareça assim, é assim que ele vive. Ele busca por algo mais profundo, significativo e verdadeiro; ele busca por um sentido maior, uma razão, uma resposta para o seu vazio interior. A verdade é que a busca da alma é a busca do próprio Deus. Agostinho estava certo quando disse: “Inquieto está o nosso coração até que descanse em Ti.”

Para qualquer alma sedenta Jesus faz um convite maravilhoso em Mateus 11.28: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.”

Esse não é um convite a religião, a práticas religiosas, a mais um mantra, mais um dogma, mais rito ou coisa parecida. Esse é um convite para todos os que se sentem no último do último, cujas as esperanças se foram. Esse é um convite a um relacionamento profundo, duradouro e transformador com Jesus. É um convite para quem se vê no fundo do poço. É um convite para quem precisa desesperadamente de uma ajuda dos céus.

Jesus nos é apresentado nas páginas do Novo Testamento como alguém cheio de graça e de verdade. Ele recebeu pecadores e publicanos, curou leprosos e paralíticos e demonstrou compaixão para multidões famintas. Por seu amor Jesus traz esperança aos que a perderam. Ele é o conforto para os desesperados.

Mas Jesus também é apresentado no Novo Testamento de uma outra forma. Ele condenou hipócritas cheios de justiça própria, profetizou julgamento sobre os habitantes de Jerusalém por causa da dureza de seus corações, falou sobre o inferno mais do que sobre o céu. Por que Jesus falou assim? Porque Ele é também a única esperança do arrogante, do hipócrita, do orgulhoso, do promíscuo, do imoral, do incrédulo e de tantos outros. Jesus é o confronto que todo rebelde precisa.

Precisamos de Jesus! Precisamos de Sua graça em nossas vidas. Precisamos saber que Deus não espera que purifiquemos nossos atos e pecados antes de irmos a Cristo. Ele quer que venhamos a Ele como estamos – apenas em quebrantamento, em dor, em humildade, em arrependimento e fé.

Precisamos de Jesus! Precisamos de Sua graça, mas também precisamos de Sua verdade. Precisamos ouvir sua voz em João 8.34-36 que diz: “Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado…se pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.”
Precisamos de alguém tão gracioso como Jesus que nos diz a verdade, que nos confronta, que mostra que não estamos bem e que precisamos tratar os nossos pecados e receber dEle o perdão, a verdade, a salvação e a libertação.

Sim, você precisa de Jesus! Só Ele pode lhe salvar de seu egoísmo, impiedade, perversidade, rudeza, covardia, irritabilidade, descuido, idolatria, adultério, e qualquer outro tipo de pecado.

Em Jesus você terá uma nova vida; o “novo nascimento”. É nEle que tudo torna-se novo: novos desejos, novas motivações, novos interesses, novo ânimo, nova perspectiva, novas oportunidades e uma nova canção; um tudo, novo.

Não demore em concluir que você precisa de Jesus; não estenda o seu sofrimento. Seja humilde e diga: “Eu preciso de Ti, Jesus.”

PARE DE RECLAMAR

A tendência humana é reclamar. Comumente reclama-se das pessoas, das oportunidades, do tempo, das circunstâncias, das condições, etc. A lista é grande. Imaginar situações perfeitas num mundo imperfeito é ser romântico ou irrealista demais. Somos idealistas demais num mundo caótico. Devemos aprender que nosso controle sobre pessoas e circunstâncias é basicamente zero. Não existem situações perfeitas num mundo imperfeito.

Em Filipenses 2.14 somos exortados: “Fazei tudo sem murmurações nem contendas…” 

A grande verdade é que pessoas que reclamam revelam muito de si. Revelam a realidade de seus corações egoístas. Ao reclamar elas apenas estão dizendo: “eu mereço algo melhor”. Elas tentam se inserir no centro do universo e exigir que tudo gire ao seu redor e que tudo seja feito da sua forma. 

Pessoas que reclamam cometem um grande erro espiritual. Elas revelam o ápice de sua ignorância sobre Deus. Elas não refletem que Ele dirige tudo e todos; elas disputam com Deus e o Seu governo prioridades sobre pessoas e circunstâncias, e como consequência se decepcionam, se frustram, e se deprimem. 

Pessoas que reclamam não conseguem ver a vida com a ótica de Deus. Eles não entendem que Deus está trabalhando. A vida nem sempre nos supre com aquilo que gostaríamos. Situações da vida são usadas por Deus para nos ajudar a orar mais, confiar mais e agradecer mais. Deus quer que saibamos que Ele está no controle de tudo e de todos.

Antes de você reclamar e exigir, é importante que você se lembre que você não merece nada do que é, tem ou se tornou. Tudo em sua vida é fruto da graça, amor e bondade de Deus. É nessa perspectiva que você deve viver. É preciso que você diariamente se lembre do Salmo 103.3,4 que afirma: “Ele é quem perdoa todas as tuas iniquidades; quem sara todas as tuas enfermidades; quem da cova redime a tua vida e te coroa de graça e misericórdia; quem farta de bens a tua velhice, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.”

A melhor atitude que você deveria tomar do hábito de reclamar, é rapidamente confessar seu pecado de ingratidão e estabelecer uma postura diária e constante de agradecer.

Aprenda a ser cordial e grato com todos os que estão ao seu redor e coloque Deus no centro de suas ações, decisões e reações, achando sempre um espaço para Lhe dizer: “obrigado, Senhor.”

DEUS OUVE O CHORO

O choro é um efeito fisiológico que se manifesta em um estado emocional alterado. O choro é uma expressão para comunicar dor. As lágrimas são um poderoso instrumento de comunicação. Os que reprimem o próprio choro perdem um importante canal de diálogo.

Em Gênesis 21, após ser despedida por Abraão, Agar saiu sem rumo para o deserto de Berseba. Tendo acabado a água ela colocou o menino debaixo de uma pequena árvore, um arbusto. E os versículos 16 e 17 continuam dizendo: “E, afastando-se, foi sentar-se defronte, à distância de um tiro de arco; porque dizia: Assim, não verei morrer o menino; e, sentando-se em frente dele, levantou a voz e chorou. Deus, porém, ouviu a voz do menino; e o Anjo de Deus chamou do céu a Agar e lhe disse: Que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino, daí onde está.” 

Como Agar, por vezes a dor é tão grande, tão imensa que não há palavras para expressá-la. As lágrimas emocionais podem ser identificadas, em linhas gerais, como “pedidos de ajuda”. O choro pode se tornar não só um meio de comunicação da dor, mas uma forma aceitável de oração diante do Senhor. Deus ouve o choro. Deus sempre vê dos céus a dor, ouve, entende e age por aqueles que O buscam.

Um dos menores versículos da Bíblia está em João 11.35: “Jesus chorou.” Ao ver a dor de suas amigas Marta e Maria, pelo fato de seu irmão Lázaro ter morrido, Jesus chora. Jesus chora por causa do estrago que o pecado e a morte causaram na criação. Jesus chora porque revela seu lado humano, cordial e amoroso com as pessoas. Ele sente a dor. 

Jesus não é indiferente à dor. Assim, como ele chorou sentindo a dor de suas amigas, Marta e Maria, e por causa da perda de Lázaro, assim Ele continua sendo sensível à nossa dor. Ninguém precisa de um “Deus” religioso; um “Deus” frio e insensível. Precisamos de um “Deus” que sinta nossa dor; que escuta; que faz algo; que age; que está pronto para chorar conosco. E esse Deus é Jesus. 

Jesus é Deus Todo-Poderoso. Ele nos revela Deus Pai. Ele tornou-se homem de verdade. Ele sabe das nossas alegrias e das nossas dores. Ele sabe o estrago que o pecado fez. Ele veio para nos libertar dos pecados e aliviar as mais profundas dores que o pecado inflige. 

Os que confiam em Suas promessas, não só terão suas dores extirpadas, mas viverão uma eternidade com Ele e com muitos outros que já estão consolados com Ele; viverão num eterno estado de paz que não só foi sonhado e idealizado, mas muito, muito mais; algo indizível. 

Hoje, em Jesus, Deus ouve o seu choro. Porque Ele é capaz de não só de entender seu sofrimento e chorar com você, mas Ele é extremamente capaz de lhe dar consolo e conforto que você precisa. 

Chegue-se a Deus hoje. Não precisa de palavras. Apenas creia, que como Agar, Deus também ouve seu choro.

DEUS ESTÁ AGINDO

DEUS ESTÁ AGINDO!

Uma das frustrações da vida é que o tempo de Deus raramente é o nosso tempo. Estamos muitas vezes com pressa de algo quando Deus não está.

As grandes pessoas da história foram cultivadas através de lutas, tempestades e estações de sofrimento. Por isso, é importante ser paciente e confiar em Deus. Em Tiago 1.3,4 somos lembrados: “Sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.”

Ao contrário de títulos de livros, estudos e pregações, não há “passos fáceis para a vitória” ou “segredos para uma vida santa instantânea”. Quando Deus quer fazer um carvalho gigante, ele leva cem anos, mas quando ele quer fazer um cogumelo, ele faz isso durante à noite.

Quando o profeta Habacuque ficou deprimido porque ele não achava que Deus estava agindo rápido o suficiente, O Senhor lhe disse: “Ainda não chegou o tempo certo para que a visão se cumpra; porém ela se cumprirá sem falta. O tempo certo vai chegar logo; portanto, espere, ainda que pareça demorar, pois a visão virá no momento exato” (Habacuque 2.3).

Deus está trabalhando! Deus está agindo! Deus está trabalhando em sua vida e você precisa crer nisso. Ele tem o controle total de qualquer situação; nada fugiu de suas mãos. É certo de que talvez você não esteja entendendo o porquê e como Ele está agindo, mas Ele é sempre bom, amoroso e sábio. Deus sabe o que está fazendo. Cabe a você confiar nEle, pacificar seu coração e ser paciente.

Deus está agindo e não muda Seus planos baseado em suas reações emocionais. Diante de suas dores, Jó perguntou a Deus: “Quantas faltas e pecados cometi? De que erros e pecados sou acusado? Por que te escondes de mim? Por que me tratas como inimigo?” (Jó 13.23,24). Mas no tempo certo Deus se revelou a Ele. Após ouvir Suas respostas (Jó, capítulos 38-41), Jó afirmou: “Eu reconheço que para ti nada é impossível e que nenhum dos teus planos pode ser impedido. Tu me perguntaste como me atrevi a pôr em dúvida a tua sabedoria, visto que sou tão ignorante. É que falei de coisas que eu não compreendia, coisas que eram maravilhosas demais para mim e que eu não podia entender.”

Deus nunca cede às suas “birras” ou desespero. Ele não leva em conta sua chateação ou mágoa contra Ele. Isso apenas revela o quanto você é imaturo espiritualmente e o quanto, como Jó, você também sabe pouco de Sua graça, bondade e fidelidade.

Você pode se sentir frustrado com o progresso aparentemente lento de Deus em sua vida, mas Ele está agindo, e isso exigirá de você não apenas fé e confiança, mas acima de tudo descanso nEle.

JESUS E O PLURALISMO RELIGIOSO

JESUS E O PLURALISMO RELIGIOSO

Baseado nos princípios claros do Novo Testamento, Jesus é o único caminho para Deus. 

O pluralismo religioso é a crença de que toda religião é verdadeira. Cada uma proporciona um encontro genuíno com o Supremo; uma pode ser melhor que a outra, mas todas são adequadas.

O pluralismo se adequa numa postura relativista e inclusivista que afirma que não há critérios pelos quais se possa saber qual religião é verdadeira ou melhor. Não há verdade objetiva na religião, e cada religião é verdadeira para quem acredita nela, e uma religião é explicitamente verdadeira, enquanto todas as outras são implicitamente verdadeiras.

O pluralismo religioso aplica-se na vida das pessoas de forma consciente ou inconsciente. O Dr. Roberto Simões, num artigo denominado “Os problemas do pluralismo religioso”, de 13 de abril de 2016, faz a seguinte citação: “As pesquisas de opinião mostram que as visões pluralistas de religião desfrutam de grande apoio hoje em dia…” Num recente levantamento, por exemplo, 62% dos adultos americanos concordaram com a afirmação: “Não importa que fé religiosa você segue, porque todas ensinam lições semelhantes de vida.”

Na contramão do pluralismo religioso, Jesus afirma categoricamente em João 14.6: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”

Essa verdade incendiou o coração de seus discípulos. O apóstolo Pedro dominado por essa verdade foi enfático ao argumentar com a liderança judaica, dizendo em Atos 4.11,12: “Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.”  

Paulo aprofunda ainda mais essa verdade ao ensinar em Filipenses 2.9-11: “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.”

É preciso respeitar a variedade e a liberdade religiosa. Contudo, respeitar não significa concordar. Baseado nos princípios claros do Novo Testamento, Jesus é o único caminho para Deus. 

Não existe outro nome nessa terra que um ser humano possa confiar para ser salvo, senão por Jesus. Somente Jesus recebe de Deus nome mais glorioso e poderoso, de forma que todos os joelhos se dobrarão e confessarão que Ele é Senhor.

Por isso, importa e muito em quem você está colocando sua fé, porque se ela não estiver em Cristo, você está perdido e desorientado espiritualmente.

A fé verdadeira não é uma colcha de retalhos. A fé verdadeira tem um nome, Jesus; tem uma direção, Jesus; tem uma verdade, Jesus; tem uma razão para essa vida e para a eternidade, Jesus. Sem ele, “…ninguém vem ao Pai”.

O DESASTRE DA RIQUEZA

O DESASTRE DA RIQUEZA

Salomão afirmou em Provérbios 23.4,5: “Não esgote suas forças tentando ficar rico; não apliques nisso a tua inteligência. Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus.”

Deus criou os bens para que todos fossem atendidos. Acumular riquezas é de alguma forma a usurpação de uma quantidade maior desses bens em detrimento dos que nada ou pouco conseguem.

Por causa da natureza temporal da riqueza é que Deus condena tentar se tornar rico e colocar todas as forças da vida nessa finalidade. Salomão ensina no versículo 5: “Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus.”

A riqueza procurada e acumulada sempre produz problemas na vida: ladrões sempre a estão procurando; pessoas se aproximam para desfrutá-la; o governo à sobretaxa, etc. Salomão ainda afirma em Eclesiastes 5.10: “ Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda; também isto é vaidade.” Assim, correr atrás da riqueza é vaidade e aflição de espírito!
Paulo também afirmou em 1 Timóteo 6.9,10: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação e cilada, e em muitos desejos descontrolados e nocivos, os quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos”.

O problema não é o dinheiro, mas o “amor ao dinheiro”. Quando há cobiça, o “amor ao dinheiro”, torna-se objetivo de vida, o preço é alto. Os relacionamentos começam a ser afetados, especialmente em casa, com a esposa e filhos; as prioridades da vida são distorcidas, e o relacionamento com Deus e com princípios espirituais são deixados em segundo plano.

O princípio bíblico para evitar o desastre da busca pela riqueza é simples: abandone a própria sabedoria! Pare de crer que todos os problemas de sua vida serão resolvidos quando você tiver mais e ser mais. Creia no que Deus diz. Sua palavra é clara em afirmar que o “amor ao dinheiro” destrói sua vida, seus relacionamentos e sua caminhada espiritual. Jesus diz em Mateus 6.24: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.”

Faça de Cristo o centro de sua vida, viva de forma simples, seja sábio e comprometido com Deus a partir dos recursos que Ele lhe dá, e acima de tudo, incorpore em seu viver os princípios de Hebreus 13.5,6, que diz: “Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?”

POSICIONE-SE

POSICIONE-SE

Paulo afirmou em 1 Coríntios 13.6: “O amor …não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.” 

Corinto era uma cidade conhecida naqueles tempos por ser um lugar mal para se viver por causa de todo tipo de pecado e em especial a imoralidade sexual desenfreada. Os primeiros cristãos daquela cidade tiveram dias difíceis. Para centrá-los em Cristo, Paulo os ensinou que o amor não tem prazer naquilo que é desagradável aos olhos de Deus; o amor não se “alegra na injustiça, mas regozija-se na verdade.” O amor deve concentrar sua alegria plena naquilo que é verdadeiro, justo e honesto; naquilo que agrada a Deus. 

Para quem decidiu seguir a Jesus, o pecado deve ser abandonado de vez e a nova vida em Cristo deve ser absorvida pela santidade e seriedade no viver. A razão explícita dessa postura é explicada no Salmo 5.4, que diz: “Pois tu não és Deus que se agrade com a iniquidade, e contigo não subsiste o mal.” Os que são de Deus amam o que Ele ama e odeiam o que Ele odeia. 

Vivemos tempos de grande relativismo moral e espiritual. Nossa sociedade está espiritualmente corrupta, onde o padrão normal é se alegrar com tudo o que é mal e injusto aos olhos de Deus. Nossa sociedade não só perdeu a visão do certo e do errado, do justo e do injusto, como também tem perdido a visão de Deus e se alegrado no pecado, no errado e no injusto. E diante dessa realidade, paira sobre nós – sobre nossa sociedade – a voz solene de Deus em Isaías 5.20: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem das trevas luz e da luz, trevas; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” 

Nesses dias onde a moral está em um baixíssimo nível, o pecado é aplaudido e reverenciado, a espiritualidade é desprezada e as verdades de Deus são ridicularizadas, sim, nesses dias difíceis é preciso se posicionar; é preciso dizer quem você é e no que crê. É preciso vivenciar convictamente os princípios do Salmo 1.1,2, que diz: “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.”

Você nunca poderá amar a Deus, viver para Ele e servi-Lo, enquanto não se posicionar. Enquanto não viver para Ele de todo o seu coração; enquanto não tratar seriamente o pecado em sua vida; enquanto continuar amando o que Ele não ama e alegrando-se no que Ele não se alegra. 

Deus espera que você se posicione; Ele o quer ter como aliado diante de um mundo que se alegra com a injustiça e não se regozija com a verdade.

OS MILAGRES

OS MILAGRES

Em João 2, Jesus e seus discípulos foram convidados para um casamento. De repente, no meio da festa, acaba o vinho. “Acabar o vinho” era uma grande gafe social. Naquele estilo de sociedade, falhar em fornecer o vinho aos convidados numa festa de casamento seria um erro tremendo, que com certeza nunca seria esquecido pelos convidados e nem pelos noivos.

Diante desse grande problema Jesus é convidado a intervir. Para dar uma solução a esse dilema, Ele pede aos servos da casa que encham os potes até à borda com água. E após obedecerem a Jesus, o milagre ocorreu: a água transformar-se em vinho. Não num vinho qualquer, mas num bom vinho. O casamento foi salvo. Todos ficaram felizes e gratos.

O texto termina dizendo no versículo 11: “Com este, deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galiléia; manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele.” Naquele dia memorável os noivos ficaram alegres, os convidados ficaram alegres, os discípulos ficaram alegres, Jesus ficou alegre, mas mais do que isso, pessoas creram em Jesus e abandonaram a incredulidade.

Há pelos menos quatro verdades sobre os milagres nesse texto. O primeiro é que quando Jesus é convidado para estar na vida de alguém, os milagres acontecem. Deve-se esperar grandes coisas quando Jesus está presente na vida. O segundo é que nada é sem importância quando apresentado a Jesus. Jesus fez um milagre que salvou um casal de noivos de uma grande gafe. Assim, Ele miraculosamente pode agir em qualquer pessoa e em qualquer necessidade, desde que se creia nEle e o peça. Em terceiro lugar, os milagres podem incluir a participação de pessoas. Homens colocaram água nas talhas; homens levaram a água ao mestre-sala; a água é transformada em vinho. Assim, milagres acontecem e por vezes Deus usa pessoas para que eles se realizem. Em quarto lugar, milagres surgem quando se há disposição para obedecer. Aqueles homens fizeram tudo como Jesus ordenou e viram os milagres. A obediência é o caminho para os milagres. Por isso é sempre importante lembrar que milagres nunca ocorrerão onde há incredulidade, falta de perdão, egoísmo, orgulho, a pratica da imoralidade sexual, mentiras e qualquer outro pecado gritante. O pecado impede os milagres.

Tudo é possível para Deus! Você pode experimentar grandes milagres quando convida Deus para intervir em sua vida. Esqueça fórmulas; não se preocupe em tentar fazer orações bonitas e perfeitas, apenas convide Jesus para agir em todas as situações em que você precisa de um milagre.

O Milagre não é importante e nem relevante até que você precise de um. E mais, nenhum argumento humano é páreo para alguém com uma experiência divina.

NÃO DESISTA!

NÃO DESISTA!

Durante muitos anos uma mulher temente a Deus orou por seu filho, um usuário de drogas. Seu filho vivia sob o poder e a influência das drogas e dos traficantes. Escapou várias vezes da morte. Mas ela perseverantemente buscava ao Senhor pedindo a transformação da vida de seu filho. E depois de longo tempo de oração, seu filho a procurou e resolveu definitivamente abandonar o vício. Decidiu se submeter ao que era necessário e foi para igreja. E a partir de sua decisão espiritual muitas portas se abriram para sua vida. Miraculosamente seu lar foi restaurado e o seu último emprego o recontratou. Ações tremendas de Deus foram chegando dia após dia em sua vida. Um dia com gratidão ele disse a sua mãe: “Mãe, muito obrigado por me amar, por orar e por nunca desistir de mim.”

O capítulo 12 do livro de Romanos está repleto de conselhos espirituais. E bem escondido, quase imperceptível, está uma tremenda e pequena frase no versículo 12: “…perseverai na oração…” O verbo “perseverar” no texto original significa “dedicar”, “ continuar”, “dar constante atenção e cuidado a algo”, “não desfalecer”, “estar em constante prontidão por alguém”.

Quando as circunstâncias difíceis vem sobre sua vida a forma mais natural de reagir é com amargura, culpa, ira ou deixar-se afundar numa profunda tristeza, desistindo das pessoas, circunstâncias e da própria vida. É bom lembrar que a reação ao problema é sempre uma escolha nossa. Muitos diante de problemas insolúveis e incontroláveis decidiram desistir, mas outros decidiram confiar no Senhor.

Os que decidiram confiar no Senhor afirmaram que o problema não teria a voz final, e sem negá-lo decidiram orar perseverantemente; decidiram falar momento a momento, dia após dia do problema com Deus. O problema tornou-se uma grande oportunidade para uma aproximação mais intima e real com Deus; tornou-se uma oportunidade para maior dedicação, dependência e confiança no Senhor.

Assim, não desista porque os problemas chegaram. Ore! Ore um pouco! Ore um pouco mais! Ore mais! Ore sempre! Ore perseverante! Ore como estilo de vida. Não desista! Ore!

 

 

VERDADEIROS ADORADORES

VERDADEIROS ADORADORES

Fiji é um pequeno país formado por ilhas no Oceano Pacífico. O país foi representado na Olimpíadas “Rio 2016” com 52 atletas para competir em 10 modalidades. Fiji não tinha grandes expectativas de ganhar medalhas nestes Jogos.

Surpreendentemente, conquistou sua primeira medalha na história dos Jogos Olímpicos no “Rugby de Sete”, e foi de ouro, vencendo por 43 a 7 sobre a favorita, o Reino Unido. Durante o jogo, vários atletas apontavam para o céu após marcarem pontos. No final, os jogadores se reuniram no centro do gramado, fizeram uma oração. Abraçados, cantaram o hino “Vencemos pelo sangue do Cordeiro.” Depois de cantar o hino, o capitão Osea Kolinisau foi questionado pela imprensa a razão para o sucesso do time, e ele disse: “Primeiro de tudo dou graças ao Senhor; Ele tem sido a nossa fonte de força…O Deus que nós servimos está aqui conosco no Rio de Janeiro.” O time de “Rugby de Sete” de Fiji entende o que é “adoração”.

No Salmos 29.1,2 somos ordenados: “Tributai ao SENHOR, filhos de Deus, tributai ao SENHOR glória e força. Tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome, adorai o SENHOR na beleza da santidade.

Adorar é mais do que cantar a Deus, mas inclui cantar. Adoração envolve atribuir a Deus o valor que Ele é digno, fazendo isso com a mente e as emoções.

Os verdadeiros adoradores expressam seu amor a Deus porque O reconhece nas realidades da vida. Adorar significa reconhecer Deus na vida enquanto se come, compra, limpa o carro, passeia, trabalha, ajuda alguém, pratica esportes, etc.

A razão de nossa existência é adorar a Deus, e fazemos isso de forma pessoal e coletiva. Na verdade a adoração coletiva é o resultado de uma adoração pessoal diária.

Os jogadores de Fiji adoraram juntos a Deus por terem ganhado a medalha de ouro porque eles reconheceram que tudo aquilo que eles se tornaram, Deus foi o responsável. E quem traz Deus para vida, O serve e O adora.

Adoração é o resultado final de quem aprendeu a reconhecer a Deus em tudo o que é e faz.

IMITANDO A CRISTO

IMITANDO A CRISTO

Em 2008, Joseph Schooling com apenas 13 anos de idade tirou uma foto em Singapura ao lado de seu ídolo, Michael Phelps. Em 2008 ele era apenas um jovenzinho de 13 anos apaixonado pela natação. Michael Phelps, algumas semanas depois ganharia oito medalhas nos Jogos Olímpicos de Pequim. Oito anos depois, Nos Jogos Olímpicos “Rio 2016”, Joseph Schooling tira uma outra foto ao lado de Michael Phelps, agora como campeão olímpico dos 100 metros “nado borboleta”. Após as comemorações Joseph Schooling afirmou: “Muito disto é por causa do Michael Phelps… Ele é a razão pela qual eu quis ser um melhor nadador.”

Essa linda história do esporte olímpico nos faz lembrar as palavras de Paulo em 1 Coríntios 11.1: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.” Paulo tinha um alvo: ser como Jesus. Ele estudava a Jesus, ensinava a Jesus, pregava a Jesus e acima de tudo vivia como Jesus. Jesus era tudo para ele. Jesus era a razão do viver de Paulo.

Em João 14.6 estão registradas as palavras do Senhor Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida…” Aqueles que se entregam a Jesus tem uma direção certa, um conceito certo e uma vida certa para viver. Aqueles que decidiram por Jesus tem um foco e uma motivação para a vida. Os que são de Jesus o querem mais do que tudo, e faz dEle a referência para o modo de pensar, falar, agir e reagir. Os que são de Jesus querem imitá-lo.

A vida cristã inicia-se quando você nega-se a si mesmo, arrepende-se de seus pecados, rende-se a Cristo e se dispõe a segui-Lo, servi-Lo e imitá-Lo diariamente e constantemente. A.W. Pink afirmou: “A vida diária pela fé em Cristo é o que faz a diferença entre um cristão doente e um saudável, entre um cristão derrotado e um cristão vitorioso.”

Quem imita a Cristo será como Ele.

AS PROVAÇÕES

AS PROVAÇÕES

Em Tiago 1.2-5 lemos: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes. Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não censura; e ser-lhe-á concedida.” 

Quando as provações chegam, a primeira postura que temos é orar pedindo a Deus que as tire rapidamente. Não queremos dor; queremos conforto.

Mas segundo Tiago, há um PROPÓSITO glorioso nas provações. Deus por sua graça e sabedoria permite provações para testar nossa fé; para nos fazer sadios espiritualmente. Agostinho afirmou: “As provações vêm para nos provar e nos melhorar.”

Tiago nos ensina que quando as provações chegam devemos nos alegrar. Mas nos alegrar por quê? Porque toda provação traz consigo frutos espirituais. Deus tem sempre um propósito por meio delas. 
Warren Wiersbe afirmou: “Deus tem um propósito para provas e testes.”
O principal propósito das provações é a perseverança da fé; a firmeza da fé. 
Perseverança é a capacidade de permanecer firme diante das lutas e dores, e essa resistência produz uma fé íntegra e completa.

George Mueller escreveu: “Aprendi que a fé para ser forte precisa aguentar grandes provações. Eu sei que a minha fé é forte porque ela passou por vários testes… Deus se deleita em aumentar a fé de Seus filhos…Tribulações, obstáculos, dificuldades e as vezes até derrotas, são o próprio alimento da fé.”

É certo que por vezes falta um melhor entendimento sobre as provações. Alguém pode “surtar”, se entristecer, desanimar ou se abater quando as provações chegam. Mas Tiago orienta que quando elas vierem deve-se orar por SABEDORIA. É preciso pedir para que Deus revele Seu propósito e o capacite a lidar momento a momento diante das dificuldades.

Por isso, não despreze, não se chateie, não se irrite com Deus por causa das provações em sua vida. Deus as permite com a finalidade que você tenha fé nEle, ou para fortalecer sua fé que já está nEle.
Dê “boas-vindas” as provações porque Deus tem um propósito. E caso não saiba como lidar, peça sabedoria e o Senhor lhe dará.

As provações são o meio de Deus “malhar” os músculos espirituais de sua fé. Ward Henry afirmou: “Estamos sempre na bigorna. Pelas provações Deus está nos moldando para coisas mais elevadas.”

Creia nisso!