PESSOAS RESSENTIDAS

PESSOAS RESSENTIDAS

A primeira pessoa ressentida na Bíblia foi Caim. Em Gênesis 4, ele e seu irmão Abel trouxeram uma oferta ao Senhor. Abel agradou a Deus, porque trouxe a oferta como Deus desejava. Caim, por sua vez não agradou a Deus, porque não fez como Deus queria. Ao invés de Caim se humilhar e se arrepender diante de Senhor, fazendo a oferta como Ele deseja, Caim reagiu errado. O versículo 5 diz que “Irou-se, pois, sobremaneira, Caim, e descaiu-lhe o semblante.” 

Caim se ressentiu com Deus. Mas no versículo 6,7 o Senhor o confrontou dizendo: “…Por que andas irado, e por que descaiu o teu semblante? Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo.” Mesmo tendo sido advertido por Deus, o qual desejava a mudança de seu coração, Caim continuou em seu ressentimento e o final de sua atitude está relatada no versículo 8: “Disse Caim a Abel, seu irmão: Vamos ao campo. Estando eles no campo, sucedeu que se levantou Caim contra Abel, seu irmão, e o matou.” 

Caim matou seu irmão Abel por ter alimentado ressentimentos e mágoas contra Deus. O final do capítulo 4 revela a dura vida que Caim teve por causa da sua atitude insana. 

“Ressentimento” vem da palavra “re-sentir”; sentir novamente; sentir-se mal em relação a alguém repetidamente; ter queixa contra alguém. O ressentimento é a capacidade de pegar um fato ocorrido no passado e revivê-lo.

Pessoas ressentidas tem diversas posturas. Elas alimentam ira, raiva, mágoa, ódio e inveja contra o outro. Elas também deliberadamente não falam, ignoram e evitam os que a ofenderam. Elas são egoístas, insistem em não perdoar; elas insistem em sentir os problemas do passado; elas também insistem em não rever seus próprios erros; elas são péssimas avaliadoras de si mesmas. William Shakespeare afirmou: “Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.”  

O principal problema de pessoas ressentidas é que elas não avaliam e adequam suas vidas no padrão de Deus. Elas não se veem como Deus as vê; elas não enxergam os outros com os olhos de Deus, e tudo isso faz com que elas sejam míopes em analisar a vida na ótica divina. 

José, Jó, Davi e o próprio Senhor Jesus foram vítimas de erros de outros. Por que eles não foram tomados por ressentimentos e uma atitude de retaliação? Porque conseguiram ver Deus em suas vidas; conseguiram entender que Deus estava usando o mal para o próprio bem; conseguiram perdoar e não permitiram que o mal do outro decidisse o rumo de suas vidas. 

Talvez você diga: “mas eu não tenho poder para agir assim; para perdoar. Sei que preciso mudar minha atitude, mas não consigo mudar!” Essa é a razão porque você precisa ir a Jesus e pedir Seu poder e Sua vida em você. Porque Ele sabe muito bem o que é sofrer o mal e sempre suas expectativas estiveram em sintonia com o próprio Deus. É por Ele que você terá poder para perdoar e manter sua vida no padrão que Deus quer.

Venha a Jesus e troque o ressentimento pelo perdão.

VERDADES REVELADAS

VERDADES REVELADAS

No livro bíblico de Êxodo temos a biografia de Moisés. Ele foi um homem inteligentíssimo. Moisés fora adotado pela filha de Faraó e recebeu toda a instrução necessária para ser um excelente líder e general em sua geração.

Quando adulto, após ter matado um egípcio, Moisés fora perseguido por Faraó e fugiu. Em Midiã, ele se casou e tornou-se um pastor das ovelhas de seu sogro, Jetro. Ele pastoreava já há cerca de 40 anos quando algo muito interessante aconteceu. 

Ao pastorear perto do Monte Sinai, Moisés viu um espinheiro pegando fogo, mas esse não era consumido. Então se aproximou. Ao chegar perto ouviu uma voz vinda do espinheiro que disse: “…Moisés! Moisés! — Estou aqui — respondeu Moisés. Deus disse: — Pare aí e tire as sandálias, pois o lugar onde você está é um lugar sagrado. E Deus continuou: Eu sou o Deus dos seus antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó…” (Êxodo 3.4-6).

Nesse dia Moisés teve uma maravilhosa experiência com Deus. O Senhor se revelou a ele e o comissionou. Sua vida nunca mais foi a mesma. Moisés tornou-se o primeiro grande líder, libertador e legislador de Israel. 

Moisés tornou-se alguém porque Deus se revelou a Ele. Moisés não conheceu a Deus e seus planos porque era intelectualmente preparado, ou tinha uma cultura excepcional, ou ainda porque dominava toda a visão política, econômica ou religiosa do Egito. Não! Moisés se tornou alguém porque Deus lhe revelou a Si e Suas verdades. 

Assim, ninguém compreenderá e conhecerá a Deus, Seus planos, Seus projetos, Seus objetivos e Sua salvação eterna, se Ele mesmo não lhe abrir os olhos espirituais; se Ele mesmo não der entendimento espiritual; se Ele mesmo não Se der a conhecer e revelar Suas verdades.  

Foi isso que fez Jesus exclamar em Mateus 11.25-26: “Naquela ocasião Jesus disse: — Ó Pai, Senhor do céu e da terra, eu te agradeço porque TENS MOSTRADO às pessoas sem instrução aquilo que escondeste dos sábios e dos instruídos! Sim, ó Pai, tu tiveste prazer em fazer isso.”

Sem revelação espiritual vinda do próprio Deus, todos continuaremos cegos. Não haverá possibilidade de entender as verdades lidas, ouvidas, memorizadas ou até mesmo ensinadas. A ignorância espiritual continuará reinando.

Sendo assim, o que fazer? Devemos orar. Devemos pedir como o salmista fez no Salmo 119.18: “Abre meus olhos para que veja as maravilhas que resultam de tua Lei.”

Que seja essa nossa oração: “Senhor, revele-nos tuas verdades…abra os nossos olhos espirituais.”

LIDANDO COM ERROS DO PASSADO

LIDANDO COM ERROS DO PASSADO

Todos, sem exceção, erramos no passado. Todos fizemos escolhas estúpidas e loucas. Todos falamos coisas que machucaram pessoas e de alguma forma nos arrependemos por isso. 

Não são poucas as pessoas que devido a erros do passado vivem o hoje e o agora através do “se”: “Se eu não tivesse agido daquele jeito…”, “se eu não tivesse feito aquilo…”, “se eu pudesse voltar ao passado e apagá-lo…”, “se eu apenas tivesse escutado…” 

É certo que muitos de nós semeamos coisas no passado que estamos colhendo hoje. Precisamos lidar de alguma forma com atitudes do passado que nos atormentam, mas os erros não são o fim da vida. É preciso apenas lidar corretamente com os erros passados. 

Lidar com o passado é mais do que simplesmente dizer: “ninguém é perfeito”. É mais do que racionalizar e dizer: “todo mundo faz isso”. É mais do que usar a tática de insistir em culpar os outros pelos nossos problemas. É mais do que se jogar numa cama e dizer-se doente para que as pessoas tenham pena e dó. É mais do que se deixar ser atormentado pela culpa, criando meios para se autopunir. É preciso realmente usar as estratégias certas para lidar com os erros do passado. As estratégias certas são apresentadas pelo próprio Deus. 

O primeiro passo para lidar com o passado errado é admitir a culpa. É dizer para Deus: “eu errei Senhor, me perdoe”. É dizer para os envolvidos: “eu errei, me perdoe”. Dizer algo exige uma nova postura diante do problema; uma nova atitude. Exige um coração humilde. A promessa da Bíblia para os que admitem seus erros está em Provérbios 28.13: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” Você não pode mudar os erros de seu passado, mas pode humildemente admitir que errou diante de Deus e das pessoas. 

O segundo passo é aceitar o perdão de Deus em Cristo. Paulo afirmou em Romanos 8.1: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” Pecados confessados a Deus, sejam quais e quantos forem serão perdoados. A vida daquele que confessa seus pecados é “zerada” diante de Deus. Deus sempre recebe o quebrantado e o arrependido. A Bíblia revela Deus como terno, compassivo e perdoador para todos os arrependidos. 

Ao admitir os erros diante de Deus e aceitar o seu perdão em Cristo, o terceiro passo é não andar mais com os olhos no passado, mas fixá-los no hoje e no amanhã. É preciso esquecer o que passou. “Esquecer” significa não trazer para a vida aquilo que já foi confessado a Deus e perdoado por Ele. O projeto agora de vida é viver o presente e o futuro diante das novas oportunidades que Deus concederá. Aos que se achegam a Deus para tratar os erros de seu passado, Ele mesmo promete pelo profeta em Isaías 43.18,19: “Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz; porventura, não o percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo.”

Por que você não aproveita esse momento e trate agora, de forma correta, os erros do seu passado com Deus? Ao fazer isso, uma nova vida lhe espera.

DEPENDÊNCIA DA GRAÇA

DEPENDÊNCIA DA GRAÇA

Há certas circunstâncias difíceis na vida que não podemos fazer nada. Paulo em 2 Coríntios 12.7-10 se vê diante de um grande problema o qual ele chama no versículo 7 de “espinho na carne”. Há uma divergência sobre o que seria esse “espinho na carne”, mas o que se sabe é que era algo que o afligia fortemente. Paulo não pôde fazer nada para resolver a situação; ele estava diante de uma questão insolúvel. O que ele fez?

No versículo 8 ele dá a resposta: “…três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim.” Paulo não ficou inerte, ele orou. Ele queria alívio. Contudo no versículo 9 ele recebe a resposta de Deus: “…A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza…” Assim, a solução de Deus para Paulo foi levá-lo a depender dEle e descansar em Sua graça para lidar com a crise na qual passava.

“Graça” é uma palavra interessantíssima e importante na Bíblia. “Graça” significa “favor não merecido”. A Bíblia apresenta três tipos de “graça”:

1) A “GRAÇA COMUM”. Essa é aquela que Deus dá a todos de forma indistinta, tais como: o brilhar do sol, as estações, comida, roupa, abrigo, trabalho, etc. Todos os seres humanos, sem exceção, estão envolvidos nessa “graça comum”.

2) A “GRAÇA SALVADORA”. Essa é a que Deus opera na vida de uma pessoa trazendo convicção de seus pecados, apontando para a salvação em Jesus. Essa “graça salvadora” faz do indivíduo um ser regenerado, nascido de novo, herdeiro com Cristo e filho de Deus.

3) A “GRAÇA CAPACITADORA”. Essa é a que o apóstolo Paulo experimentou no texto lido. É um tipo de “graça” que traz força na luta, na dor, na tribulação; que traz discernimento e capacita ir adiante quando humanamente tudo conspira contra. Essa é a “graça” que faz a pessoa ir além do normal, do lógico, do trivial, do óbvio, do comum e do racional. É uma graça que sustenta na provação, no cansaço e nos problemas sem fim.

Os autossuficientes, prepotentes, orgulhosos, “cheios de si” e legalistas não entendem esse viés da “graça”. Eles não conseguem dizer “obrigado” na manifestação da “graça comum”. Eles não enxergam seus pecados e por fim não participam da “graça salvadora”. Eles não estão envolvidos na “graça capacitadora” porque não querem depender de Deus por crerem em si mesmos e em suas próprias forças e capacidades.

A “graça” de Deus está disponível apenas para um grupo de pessoas: os humildes! Deus nos diz claramente Em 1 Pedro 5.5: “…Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça.”

A razão pela qual os problemas chegam em sua vida, como chegou a Paulo, tem como motivo principal revelar a realidade de sua fraqueza e a suprema importância de você depender totalmente de Deus em sua fraqueza.

Se diante das lutas você aprender a depender da maravilhosa graça de Deus, sua vida nunca perderá o “gás”, o ânimo e a alegria. Irmão Lawrence afirmou: “Quanto maior a perfeição a que uma alma aspira, mais dependente ela será da graça divina.”

CENTRE EM CRISTO

CENTRE EM CRISTO

Todos, sem exceção, experimentamos pressões em nosso dia a dia, algumas são extremamente maiores que outras e nos trazem desânimo, desencorajamento, ansiedade e um sentimento de perda do controle da vida.

O problema do desânimo é que ele pode nos conduzir a decisões erradas, dentre elas, a tentativa de tirar a própria vida, porque o desânimo é capaz de colocar uma venda em nossos olhos e nos dizer categoricamente que não há solução. O desânimo é o inimigo número um da esperança. Mas há esperança!

Jesus afirmou em João 16.33: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”

As palavras de Jesus apontam para um caminho seguro diante do desânimo. Em primeiro lugar, Ele diz: “…tenhais paz em mim…” O interessante dessa frase é que Jesus não começa com o problema, mas com a esperança. Ele começa consigo mesmo. Ele apresenta a si mesmo, antes do problema. Assim, você precisa primeiramente vir a Jesus, tê-Lo consigo para que você possa desfrutar da Sua paz, antes mesmo do desânimo chegar. A paz que Jesus promete pode ser traduzida por tranquilidade, calma, estabilidade, serenidade e um senso de confiança diante das lutas da vida.

Em segundo lugar, Jesus não esconde os problemas que as circunstâncias podem trazer. Ele diz: “…No mundo, passais por aflições…” Jesus não diz que os problemas não chegariam. Ele também não diz que ao vir a Ele todos os problemas acabariam ou seriam solucionados. Jesus nos choca com a realidade. Ele diz que teremos problemas de várias ordens nesse mundo. Ele está ciente de que desde que o pecado entrou no mundo, o mundo das pessoas virou um caos. Agora, Ele também sabe que se você tentar enfrentar esse mundo sozinho, sem Ele, você será dominado pelo desânimo e cansaço. Ele não lhe esconde os problemas, mas lhe providencia a solução.

E em terceiro lugar, Ele diz: “…mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” A mesma aflição e dor que você passa, Jesus também passou. Ele sabe muito bem de suas lutas. Ele venceu todas as dores advindas do pecado que o mundo tem. Ele venceu por você e para você. A vitória do desânimo não está em você, mas em Cristo. Quem está com Cristo, tem o ânimo de Cristo e a vitória de Cristo. Assim, o segredo é centrar em Cristo e não nos problemas. O ânimo vem quando se tira o foco do problema e o coloca em Cristo. É nEle, por Ele e com Ele.

Se você se sente cansado, desencorajado, triste e desanimado, Deus lhe traz uma solução simples: Cristo Jesus. Ele não é somente a solução para qualquer problema emocional, Ele é a única solução. Não basta apenas saber, lembrar ou refletir nisso, é preciso crer e viver.

Assim, centre sua vida em Cristo!

CAMINHAR POR FÉ

CAMINHAR POR FÉ

Há na vida os momentos de silêncio, negros e difíceis; dias que parecem longo demais e não há expectativa de nenhuma luz. Esses são os dias onde Deus poderia falar, mas não fala. Nesses dias exige-se andar por fé. Em Hebreus 11.6 lemos: “Sem fé é impossível agradar a Deus…”

Andar por fé significa continuar crendo e confiando em Deus na escuridão, com a mesma intensidade de confiança quando tudo estava claro; quando tudo estava bem.

Andar por fé significa acatar o silêncio de Deus, não como Sua inércia, mas como uma expectativa de que Sua soberania, aliada ao Seu amor, está proporcionando algo maior e melhor.

Andar por fé significa que ainda que a vida esteja realmente dura, a tristeza bate, o choro venha, o desânimo surja e a incerteza apareça, nada disso torna-se o combustível para questionar, murmurar, desprezar ou abandonar a Deus.

A mulher de Jó, por exemplo, reagiu errado quando das grandes provações de sua vida. Ela disse a Jó, seu marido: “…Ainda conservas a tua integridade? Amaldiçoa a Deus e morre.” Mas Jó, andando por fé, lhe respondeu: “Falas como qualquer doida; temos recebido o bem de Deus e não receberíamos também o mal?” (Jó 2.9,10).

É bem mais fácil andar por fé quando Deus está nos proporcionando tudo de bom. Mas o teste da fé não é quando a vida vai bem, mas quando ela vai mal. Andar por fé é olhar além do problema, da luta e da dor.

Andar por fé é caminhar consciente de Deus no meio de decisões extremas. É assumir a mesma postura e atitude de Moisés conforme relatado em Hebreus 11.24-27, que diz: “Pela fé, Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado; porquanto considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão. Pela fé, ele abandonou o Egito, não ficando amedrontado com a cólera do rei; antes, permaneceu firme como quem vê aquele que é invisível.”

Se você decidir se consumir em seus problemas, questionar e chatear-se com Deus, lamuriar e murmurar, esteja certo de que você está reagindo errado diante do teste de sua fé. Esse mesmo teste que foi também aplicado a Abraão, Jacó, José, Davi, Jó, Jeremias, Jesus, Paulo e tantos outros, os quais passaram e foram vitoriosos porque não firmaram seus olhos nas circunstâncias, mas no Senhor.

Deus se agrada e muito, quando ao aferir a fé de alguém, permitindo as provações, vê que a reação do provado não é de rebeldia, mas de confiança.

Ele também se alegra em ouvir a voz de um coração em dor que diz: “não entendo Senhor, mas confio.” E mais, Deus já tem um tempo marcado para tirar a todos dos problemas, dores e crises. Ele não brinca com ninguém, mas Ele também sabe que não existe fé sólida sem dores.

Andar por fé é confiar em Deus a despeito de qualquer circunstância.

Você está andando por fé?

SEJA GRATO!

SEJA GRATO!

O cotidiano de muitos pode estar sendo tomado por diversos compromissos, responsabilidades, pressões pessoais, familiares e profissionais. Na correria da vida, o dia pode até parecer pequeno demais, e ao chegar em casa cansados, se pensa apenas em descontrair, relaxar e descansar, e por vezes, já se planeja o que fazer no próximo dia.

Se não houver uma contínua vigilância, as atitudes acima podem estabelecer um padrão de vida e podem se tornar hábitos perigosos, conduzindo a pessoa a uma vida de constante murmuração e ingratidão. Pessoas ingratas são incapazes de reconhecer outras pessoas e muito menos as boas mãos de Deus dirigindo e sustentando suas vidas.

Há vários benefícios em praticar a gratidão. Segundo Robert Emmons, pessoas gratas se sentem mais vivas, dormem melhor, expressam mais compaixão e bondade, e até têm sistemas imunológicos mais fortes. Pessoas gratas aumentam significativamente o bem-estar e a satisfação com a vida.

A Bíblia não erra ao afirmar há mais de 2000 anos por meio do apóstolo Paulo em 1 Tessalonicenses 5.18: “Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” Deus é glorificado, honrado e exaltado quando as pessoas O reconhecem no que se é, tem e se tornou. Uma pessoa grata sempre sabe que nada é pequeno demais quando Deus é a fonte e a origem de tudo. O escritor americano Izaak Walton afirmou: “Deus tem duas residências: Uma é no Céu, e a outra é em um coração manso e grato.”

A atitude de agradecimento é mais importante do que o próprio ato de agradecer. Deus se alegra quando vê corações gratos. Paulo enfatiza em Colossenses‬ ‭3‬.17: “Tudo o que fizerem, seja em palavra seja em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, DANDO POR MEIO DELE GRAÇAS A DEUS PAI.” O pregador inglês Charles Spurgeon disse: “Não é o quanto temos, mas o quanto apreciamos do que temos é que nos faz felizes.”‬‬‬

O coração grato sempre vê o melhor em cada situação. Ele vê problemas e fraquezas como oportunidades; tribulações e lutas como ferramentas para o refino da alma; tentações e pecados como ocasiões para se viver mais humilde e dependente de Deus, enquanto se torna também mais gracioso e menos crítico para com os pecados e erros de outras pessoas.

Assim, seja grato! Faça da gratidão um estilo de vida. Reconheça que Deus é bom, amoroso, misericordioso e soberano. Reconheça que Ele tem planos maiores e melhores em sua vida. Agradeça a Deus pelo que tem, é e se tornou. Agradeça a Ele pelas pessoas próximas e íntimas; louve-O pelo bom e pelo ruim, pela alegria e pela dor, pelo “sim” e pelo “não”; agradeça por tudo o que Ele tem permitido em sua vida. Use também esse dia para dizer: “obrigado Deus!”

G. K. Chesterton afirmou: “A gratidão é a mãe de todas as virtudes… a forma mais elevada do pensamento…”

Seja Grato!

NECESSIDADES E GOSTOS

NECESSIDADES E GOSTOS

Temos necessidades básicas, como um local para morar, alimentação, água e roupas. Para esse básico precisamos ser responsáveis em assumir pelo trabalho ou externando essas necessidades para que outros nos ajudem. 

O nosso problema nem sempre são as necessidades básicas, mas sim quando fazemos de nossos gostos, nossas necessidades; quando nos deixamos ser definidos pela cultura social que tenta estabelecer gosto, como necessidade. O nosso grande desafio é saber distinguir e definir muito bem nossas necessidades e nossos gostos.

Jesus afirmou em Mateus 6.31,32: “Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios são quem procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas.” Jesus deixa claro nesse texto que não somos responsáveis por definir nossas próprias necessidades. Ele nos choca com a ideologia mundana versus a teologia celeste: só Deus realmente sabe o que precisamos!

Deus é quem realmente sabe tudo sobre nós. Ele conhece cada necessidade e cada gosto. Ele sabe de tudo e sabe também a hora de tudo. Deus é digno de confiança. Ele é o Criador e o Mantenedor sábio, amoroso e bom de toda a Sua criação. Ele é todo Onisciente, ou seja, Ele sabe tudo sobre tudo, desde o complexo ao mais simples. E ainda Ele é o Onipotente. Ele tem o poder para suprir tudo. Ele controla desde o fio de cabelo que cai da cabeça. 

Assim, quando você entrega a Deus o direito dEle definir suas supostas necessidades e gostos, creia que elas estão em boas mãos. Deus é extremamente bom, cuidadoso e sabe exatamente o que você precisa para o hoje e para o amanhã, e tem o poder para lhe abençoar em tudo. Paulo ensina em Filipenses 4.19: “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.” 

O primeiro de tudo em sua vida é que você esteja convicto de que Jesus é a prioridade de seu viver. Se Ele o for, sua vida estará nos eixos. Cabe a você agora entregar tudo a Ele, porque Ele é poderoso para suprir cada necessidade e conceder os seus gostos a Seu tempo para a Sua glória e para o seu próprio bem estar.

ADMINISTRADORES DA VIDA

ADMINISTRADORES DA VIDA

Infelizmente esquecemos que tudo o que temos e somos pertencem a Deus. Davi afirma no Salmo 24.1: “Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam.” Paulo escreveu em Romanos 11.36: “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!” 

A falta de conhecimento de que tudo pertence a Deus, cria em cada um de nós um falso conceito de posse. Isso é algo muito perigoso. Quando acreditamos que somos donos de tudo o que temos, faremos também de tudo para ter mais, controlar o que pudermos, e buscaremos com unhas e dentes impedir que algo se perca. 

E o que essa visão de posse pode fazer com vida? Ela pode trazer muitos estragos. Os que acreditam que são possuidores sofrem por demasiado com a perda de algo; sentem demasiadamente o fracasso; se consomem profundamente quando o planejado não ocorre; frustram-se demais; se estressam demais; e o pior, se decepcionam demais consigo mesmos, com pessoas, e infelizmente, com o próprio Deus. 

Mas quando se está ciente de que a vida e tudo o que ela proporciona é apenas um comodato divino, abre-se então uma maravilhosa oportunidade para a gratidão, o contentamento e a generosidade. Crer que Deus é o dono de tudo, faz com que sejamos mais conscientes e competentes em nossa missão de vida. 

O segredo é viver constantemente a lembrança de que não somos donos de nada, apenas administradores do que dEle temos recebido. Isso significa que somos apenas administradores da vida, da saúde, das habilidades e das capacidades. Somos administradores do cônjuge, dos filhos e da família. Somos administradores de empresas, do emprego, dos recursos, bens, dinheiro e tempo. Somos meros administradores.

Os administradores da vida agem como Davi, quando doou boa parte de seus recursos financeiros e bens para a construção do Templo de Jerusalém. Davi ao doar afirma o seguinte em 1 Crônicas 29.11,12,14: “Teu, SENHOR, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu, SENHOR, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos. Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força… Porque quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos dar voluntariamente estas coisas? Porque tudo vem de ti, e das tuas mãos Lhe damos.”

O incrível de tudo é que os administradores da vida sabem lidar melhor com as perdas. Eles têm sempre um coração resignado e grato porque entendem que o Senhor não somente é o dono, mas é também soberano sobre tudo. Ele age conforme Sua perfeita vontade. Essa foi a postura de Jó quando perdeu seus filhos e todos os seus bens. Ele diz em Jó 1.21: “…Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o nome do SENHOR!”

A vida de cada um de nós será bem mais tranquila e em paz quando entendermos que tudo o que temos, somos e nos tornamos é apenas uma dádiva de Deus, não para ser possuída, controlada ou deificada (endeusada), mas um meio, uma forma onde Ele será mais conhecido, mais glorificado, mais honrado e mais adorado.

Não possua! Administre!

JESUS E A PALAVRA DE DEUS

JESUS E A PALAVRA DE DEUS

Jesus afirmou em Mateus 5.18,19: “Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus.”

Jesus veio para cumprir a Lei e os Profetas. Sua obediência foi total e completa para com a Palavra de Deus. Ele amou, obedeceu, estudou, memorizou, ensinou e pregou a Palavra de Deus.

Jesus valorizou a Palavra de Deus afirmando que “…nem um i ou um til jamais passará da Lei até que tudo se cumpra.” Yod (traduzida por um “i”) era a menor das letras do alfabeto hebraico, quase tão pequena como uma vírgula. O “til” (grego “keraia”) era um acento, sinal que distinguia algumas letras hebraicas de outras. O ensino de Jesus é que a Palavra de Deus permanecerá para sempre. Nem um “i” ou um “til” da Lei deixará de se cumprir. Jesus valoriza e dá importância à Bíblia. 

Nesse texto, Jesus é claro em afirmar o valor da obediência e do ensino ao menor dos mandamentos. Ele faz uma conexão entre a Palavra de Deus e a entrada no Reino dos céus. 

Não é só obedecer, é também ensinar. E não é só ensinar, é ensinar da forma certa. Nem todos os mandamentos tem o mesmo “peso”, mas o que importa não é a dimensão do mandamento, mas QUEM deu o mandamento. 

Deus é ofendido quando se afrouxa e relaxa em seus mandamentos. Afrouxar a verdade é diminuir a autoridade de Deus. Deus é desonrado quando Sua Palavra, por menor que seja, não é obedecida e ensinada corretamente. Quem o faz no relaxo “será considerado mínimo no reino dos céus”, mas quem o faz com zelo “será considerado grande no reino dos céus.”

Deus nos deu seus mandamentos para que possamos obedecê-los e ensiná-los. Jesus é o exemplo máximo de obediência e ensino da Palavra.

Deus busca pessoas sérias. Aqueles que O amam, obedecem, e não se envergonham em ensinar Suas verdades. 

Você obedece e ensina fielmente as verdades de Deus?

UMA CONSCIÊNCIA TRANQUILA

UMA CONSCIÊNCIA TRANQUILA

Um certo homem cometeu uma grande fraude na empresa em que trabalhava. Sua consciência não o deixava dormir. Para aliviá-la escreveu à empresa o seguinte: “Envio anexo uma parte do valor que fraudei da empresa. Caso não consiga dormir em paz hoje à noite, enviarei mais uma parcela amanhã.”

A consciência é algo presente na vida de todos. Segundo a Bíblia a consciência é uma poderosa voz que avalia moralmente os atos, os pensamentos, os planos, os desejos, as opiniões, os interesses, as vontades, as reações. Ela pode sussurrar, debater, discutir ou gritar conosco. 

Em João 8, os saduceus e fariseus trouxeram a Jesus uma mulher pega em adultério. Usando o Antigo Testamento, esses homens queriam difamar a Jesus. Ele simplesmente disse a eles: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” Mas eles acusados pela consciência, saíram e foram embora. (João 8.7,9).

Deus nos fala pela consciência. Ele a implantou em cada ser humano. Em Romanos 2.15 lemos: “Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se.” Através da consciência, Deus escreveu sua Lei em nossos corações. Por ela, Deus nos confronta com nossos erros e pecados, nos leva ao arrependimento e nos conduz ao perdão. 

A sua consciência hoje lhe deixa desconfortável? Talvez ela esteja lhe dizendo: “não vá a tal lugar; não ande com tais pessoas; não leia isso; não assista tal programa na TV; fuja desse site; não minta.” Talvez você esteja tentando calá-la. Mas a consciência apenas está lhe dizendo: “pare com isso e mude de vida.”

Sua consciência lhe diz que você precisa dar um passo em direção a Deus. Davi nos diz no Salmo 32.3,4: “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.” 

Somente a verdadeira confissão diante de Deus pode libertá-lo de uma consciência culpada. Faça isso agora, e viva tranquilo com sua consciência diante de Deus e diante dos homens.

SUA ALMA ESTÁ SACIADA?

⁠SUA ALMA ESTÁ SACIADA?

Jesus disse: “Aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna.” (João 4.14).

A alma de todos está sedenta. Ela busca algo para preencher e ser saciada. E é em Jesus que essa busca cessa.

A mulher samaritana estava em busca de algo para sua alma. Achava que vários relacionamentos preencheriam o vazio; achava que a religião o pudesse fazer. Mas ela nunca imaginou que naquele dia comum, algo incomum aconteceria: ela encontraria tudo o que precisava para sua alma em Jesus.

Jesus explica como uma alma pode ser saciada.

Em primeiro lugar – NINGUÉM PODE PROVIDENCIAR SEU PRÓPRIO SACIAMENTO.

Jesus disse: “Aquele, porém, que beber da água que EU LHE DER.” A resposta está em Jesus. Ele é a origem da satisfação; vem dEle; é uma ação espiritual e fora do âmbito da normalidade. O saciar da alma não é providenciado pelas próprias mãos, mas em Jesus.

Em segundo lugar – A PESSOA PRECISA QUERER VIR A JESUS.

Jesus disse: “aquele, porém, QUE BEBER…” A transformação de uma vida não vem por imposição, por atos religiosos, por esforço ou pelo conhecimento. Não, ela vem por EXPERIMENTAR. Não adianta saber e ter o remédio se a pessoa não se dispõe a toma-lo. A mudança não vem pelo conhecer a “água”, mas por experimentar, por “beber”. Jesus só é real para quem nEle crê, O recebe e O vive.

Em terceiro lugar – A ALMA SACIADA EM JESUS FICA COMPLETAMENTE SATISFEITA.

Jesus disse: “…nunca mais terá sede…” Quem vem a Jesus completa em sua vida aquilo que a religião, os prazeres, as pessoas, as circunstâncias, os esforços, a cultura, a filosofia, o entretenimento nunca conseguiram dar. Jesus vem na vida e completa tudo o que faltava. Quem vem a Jesus NUNCA MAIS precisa buscar satisfação em nada.

Em quarto lugar – A ALMA SACIADA EM JESUS TORNA-SE UM CANAL DE BÊNÇÃO.

Jesus disse: “a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna.” Quando a alma está satisfeita, a vida vive. A água espiritual que Jesus dá produz uma “fonte” de bênçãos para si e para outros.

Sendo assim, pare de tentar produzir a sua própria satisfação. Entregue-se a Jesus e deixe Ele preencher todos os vazios de sua alma.

APRENDENDO A COMUNICAR

APRENDENDO A COMUNICAR

Comunicar é uma arte. Comunicar envolve expressar de forma verbal ou não verbal os pensamentos e sentimentos.

Não se comunicar gera muitos conflitos. Conflitos não resolvidos por sua vez intensificam os problemas. Os problemas para serem resolvidos precisam de uma boa comunicação.

Há pessoas que não se comunicam porque vieram de um histórico familiar repressivo; outras não sabem se expressar; outras são culturalmente limitadas; e outras ainda são extremamente tímidas e temem serem rejeitadas ou censuradas.

A Bíblia nos ensina a comunicar com eficiência. Ela nos dá parâmetros simples e práticos para uma excelente comunicação.

Bons comunicadores…

1. SÃO BONS OUVINTES

Em Tiago 1.19 lemos: “…Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.”

Muitos conflitos seriam resolvidos se buscássemos ouvir e entender melhor o que outro está tentando falar. 

Bons comunicadores…

2. PENSAM ANTES DE FALAR

Salomão nos ensina em Provérbios 15.23: “O homem se alegra em dar resposta adequada, e a palavra, a seu tempo, quão boa é!”

Muitos se comunicam atropeladamente e de forma irada. Não é à toa que os conflitos se acumulam e os relacionamentos murcham.

Bons comunicadores…

3. FALAM A VERDADE

Paulo nos ensina em Efésios 4.25: “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo…”

Nenhum relacionamento sobreviverá na base da mentira, hipocrisia e falsidade. A verdade precisa ser dita com amor, sensibilidade e franqueza, mas precisa ser dita.

Bons comunicadores…

4. ESCOLHEM O TEMPO CERTO PARA FALAR

Em Eclesiastes 3.1,7 Salomão nos ensina que: “…há tempo para todo propósito debaixo do céu” e há “…tempo de estar calado e tempo de falar.”

Você pode ter toda a razão, todo o argumento e uma boa atitude ao se comunicar, mas se errar o tempo para falar, não alcançará seu objetivo e ficará frustrado. Há um tempo certo para falar.

Se você se deixar conduzir por esses princípios bíblicos e simples de comunicação, os seus relacionamentos vão melhorar e muito.

A FUTILIDADE DA POPULARIDADE

A FUTILIDADE DA POPULARIDADE

Uma pessoa popular é aquela que tem a apreciação, admiração e simpatia do povo; que recebe uma estima pública. 

A popularidade é o desejo de muitos. Ser alguém reconhecido no que faz, é e se tornou algo extremamente convidativo, e até mesmo pode trazer benefícios. Mas é sempre bom lembrar que a popularidade tem um preço.

Em Eclesiastes 4.16, Salomão conta-nos sobre a vida de um monarca. Ele diz: “O número de pessoas que um rei governa é muito grande; no entanto, quando deixa de ser rei, ninguém é agradecido pelo que ele fez. É tudo ilusão, é tudo como correr atrás do vento.” 

Salomão afirma que o tal rei governou e tinha influência sobre muitas pessoas. Com certeza todos sabiam quem era o rei, e a muitos trouxe benefícios. Contudo, quando passou seu reinado, ninguém lhe foi grato pelos benefícios de seu reinado. E a conclusão final é que correr atrás do poder e da popularidade é algo sem valor. 

Walt Disney fez uma afirmação sobre sua popularidade. Ele disse: “Tanto quanto me lembro, ser uma celebridade nunca me ajudou a fazer uma boa imagem, ou fazer com que minha filha me obedecesse; ou me capacitou para impressionar melhor minha esposa. A popularidade nunca me ajudou nem a manter a pulga fora do meu cão…”

Sábio é que você não faça da popularidade o foco de sua vida. Concentre antes em construir um legado de vida. Construa sua vida em princípios e valores.

Sábio também é nunca tentar viver para agradar ou suprir as expectativas dos outros. Isso produzirá stress e um peso na vida. 

Em Marcos 1, quando Jesus curou um leproso, Ele disse ao leproso o seguinte no versículo 44: “Olha, não digas nada a ninguém…” Por que Jesus disse isso ao homem? Porque Jesus não queria dar a falsa impressão às multidões que Ele veio para ser um “curandeiro”, um “solucionador de problemas humanos”. Todos os seus milagres eram realizados para apresentar suas características como Messias e Salvador. Ele estava focado em resolver o problema maior, o pecado. O pecado era o causador de todos os males físicos, da psique e do espírito. Jesus resolveu não ser popular, mas abençoar pessoas. É sempre bom lembrar que as multidões a quem Ele curou e cuidou foram as mesmas que um dia clamaram: “crucifica-O, crucifica-O”. 

Buscar a popularidade pela popularidade, é algo fútil, inútil e sem valor.

SEMEANDO E COLHENDO

SEMEANDO E COLHENDO

Boa parte da Bíblia foi escrita originalmente para uma sociedade agrária. As pessoas estavam extremamente familiarizadas com o trabalho na terra; o cultivo de plantações. Muitos dos ensinos de Jesus envolveram a vida agrícola e por isso há várias referências sobre “semear e colher”.

Semear e colher é uma lei do mundo natural, como também o é do mundo espiritual. Um homem colhe o que semeia. Paulo ensina em Gálatas 6.7: ”Não se enganem: ninguém zomba de Deus. O que uma pessoa plantar, é isso mesmo que colherá.”

Há consequências naturais das ações. O mundo opera sob a lei de causa e efeito. Não há maneira de contornar isso. Cada vez que se escolhe uma ação, naturalmente se recebe uma consequência. 

A verdade é que todos estamos plantando o tempo todo. Plantamos pensamentos, atitudes, dinheiro, recursos, palavras, etc. E sempre colheremos o que plantarmos. E tudo começa com uma semente. E uma semente produz várias outras.

O que se semeia, se colhe! A Bíblia afirma com clareza: “…os que lavram a iniquidade e semeiam o mal, isso mesmo colhem…” (Jó 4.8); “…semeiam ventos, colhem tormentas…” (Os 8.7); “…o que semeia a perversidade colhe males…” (Pv 22.8).

Muitos inadvertidamente acreditam que a vida irresponsável, sem regras, sem disciplina, sem normas, sem valores e sem limites é a verdadeira vida. Engano! A vida é um constante “semear e colher”, seja no campo profissional, moral, educacional, familiar, físico, emocional, relacional e acima de tudo, espiritual. 

Há uma frase correndo solta na sociedade: “o importante é ser feliz!” Não, não é! O importante é fazer a vontade de Deus; o importante é agradar o Seu coração; o importante é ser sábio nas decisões da vida; o importante é conduzir a vida nos padrões que Deus estabeleceu. Isso é vida! 

Por isso, semeie o que quer colher. Não desista e nem deixe ninguém destruir sua semeadura. Mantenha-se firme plantando, mesmo nos momentos difíceis. O Salmo 126.6 nos ensina: “Quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo trazendo os seus feixes…”

Um sábio disse: “Plante um pensamento, colha uma ação; plante uma ação, colha um hábito; plante um hábito, colha um caráter; plante um caráter, colha um destino.”

Assim sendo, responda: O que você está semeando hoje em seu casamento, na educação de seus filhos, na sua vida profissional, no uso de seus recursos e em seus relacionamentos? E acima de tudo, o que você está semeando em seu relacionamento com Deus?

Não se esqueça: todos colheremos amanhã o que estamos semeando hoje.

A DIREÇÃO DE DEUS

A DIREÇÃO DE DEUS

Eliezer era um servo de Abraão. Ele recebeu uma ordem direta de seu senhor, Abraão, para ir à casa de seus familiares e providenciar uma esposa para seu filho Isaque. Ele o fez. E quando estava perto, orou. Ele orou especificamente sobre tudo o que precisava. Deus ouviu sua oração e o guiou em tudo. Em Gênesis 24.27 lemos suas palavras: “ …quanto a mim, estando no caminho, o SENHOR me guiou à casa dos parentes de meu senhor…”

É claro que eu e você queremos ser guiados por Deus. Se você quer a direção de Deus em sua vida é preciso que você decida seguir alguns passos espirituais simples.

1. ORE

Muita gente diz: “preciso da direção de Deus para minha vida”, mas poucas vezes fala com Ele. Salomão nos ensina em Provérbios 3.6: “Reconhece-O em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas.” Aprenda a levar tudo a Deus em oração.

2. BUSQUE A PALAVRA DE DEUS

Não há direção de Deus para a vida que discorde de Sua Palavra. Deus não abençoa aquilo que está contra Sua Palavra. O salmista faz uma oração diretiva no Salmo 119.35: “Guia-me pela vereda dos teus mandamentos, pois nela me comprazo.” A Palavra de Deus é o guia certo e seguro para a vida.

3. BUSQUE CONSELHOS

Deus usa pessoas sábias, maduras e experientes para lhe dirigir e guiar. Por meio delas, o Senhor lhe mostra a direção. Salomão afirma em Provérbios 15.22: “Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito.”

4. ESTEJA ATENTO

Essa foi a postura de Eliezer em Gênesis 24. Enquanto ele orava por algo específico, o Senhor foi revelando sua direção porque ele estava atento. Por isso, esteja atento! Uma pessoa atenta estará mais sensível à direção de Deus.

5. FAÇA ALGO

Eliezer “estava no caminho” quando o Senhor o dirigiu. Por isso, vá em direção daquilo que deseja. Deus nunca fará aquilo que compete a você fazer. À maneira que você segue em direção ao que deseja ser guiado, Deus lhe conduzirá a locais, pessoas e circunstâncias certas. D. L. Moody disse: “Todos devem trabalhar e pedir a orientação de Deus.”

Se o seu desejo é ter a direção de Deus em sua vida, esteja certo de que Ele em tudo lhe dirigirá.

A VIDA ETERNA

A VIDA ETERNA

O apóstolo João afirmou em 1 João 2.25: “E esta é a promessa que ele mesmo nos fez, a vida eterna.” Essa promessa da “vida eterna” foi prometida pelo próprio Senhor Jesus em João 3.16: “Porque Deus amou o mundo, de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Pensar, falar e indagar sobre a “vida eterna” deveria ser algo prioritário a todos nós. Isso porque Jesus mesmo afirmou categoricamente em Marcos 8.36: “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”

A Bíblia usa a palavra grega “aionios” para se referir a “eterno”. “Aionios” traz consigo o contexto de uma vida em “quantidade”, perpétua e sem fim, mas também se refere a uma “qualidade” de vida aqui e agora. Jesus disse em João 10.10: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” “Abundância”, na língua original, refere-se a algo “extremo”. Assim, Jesus vem para oferecer ao que nEle crê uma vida plena, completa e “extrema” hoje e para sempre.

A “vida eterna” também significa escapar do poder da morte. A maldição advinda da entrada do pecado no mundo, não só trouxe a morte física, mas a morte eterna. “Morte” nunca significa na Bíblia “aniquilamento”, mas “separação”. Alguém “morto” significa que o corpo físico foi separado da parte imaterial; da alma. “Morte eterna” significa a eterna separação de Deus. Contudo, a morte não é o fim! A morte física e eterna existem por causa do pecado, mas Deus enviou Jesus para libertar os que creem nEle de todo o estrago causado pelo pecado. Paulo afirmou em Romanos 6.23: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” Jesus ainda afirmou em João 11.25,26: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente.”

Quando você crê e recebe a Jesus pela fé, você ganha dEle não só a certeza de uma vida após a morte, mas uma vida plena e cheia de significado aqui e agora. Você ganha um relacionamento direto, estreito e amoroso com Deus Pai e com Jesus. Jesus disse em João 17.3: “Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”

A “vida eterna” é uma vida livre, plena e para sempre. A “vida eterna” é uma vida cheia de paz, alegria, segurança, de conforto, força e esperança. Essa é a vida que você deseja e sonhou, mas você nunca poderá tê-la por si mesmo. Ela está acessível, e é oferecida gratuitamente por Deus hoje e agora a todos aqueles que se dispuserem a crer e a receber a Jesus como o seu Senhor e Salvador.

Você hoje está disposto a crer e a receber a Jesus como seu Senhor e Salvador para ter a vida eterna?

ACERTANDO NA VIDA

ACERTANDO NA VIDA

Todos erramos. Todos falhamos de forma gritante. Todos sabemos que há áreas em nossas vidas que simplesmente não funcionam. A questão é que ninguém precisa fingir ou fugir dessa realidade. Tentar fazê-lo é ser vitimado pelo autoengano.

A Bíblia define a todos como “pecadores”. Ser um “pecador” significa que nossa propensão natural é desviar-se do que é certo, reto, direito e justo aos olhos de Deus.

Precisamos encarar nossos pecados com muita honestidade, sinceridade e seriedade diante de Deus. Em Provérbios 28.13 somos advertidos: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.”

Há algumas simples verdades que aprendemos desse pequeno versículo. Em primeiro lugar aprendemos que nossa tendência natural é sempre encobrir o pecado e não dar o peso e o tratamento que ele merece. É muito mais fácil ignorar nossos pecados.

Em segundo lugar aprendemos que quando se encobre os pecados a vida emperra, trava e não anda. O pecado entope e bloqueia a alma, não deixando a vida fluir.

Em terceiro lugar aprendemos que há esperança para qualquer tipo de pecado. Quando se arrepende e se confessa, Deus muda a vida. Deus sempre vai ao encontro do humilde e do quebrantado de coração.

É sempre bom que você se lembre e se encoraje com o testemunho do salmista no Salmo 32.3,5: “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia…Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.”

Deus espera que você se volte para Ele, e quando o fizer Ele acertará sua vida; Ele a colocará no eixo como você deseja. Não tenha medo de confessar seus pecados, apenas não continue negando o que é tão óbvio para você e o que já está tão claro diante de Deus.

Erwin Lutzer afirmou: “O perdão é sempre livre. Mas isso não significa que a confissão é sempre fácil. Às vezes é difícil. Incrivelmente difícil. É doloroso admitir nossos pecados e confiar-nos aos cuidados de Deus. ”

O acerto de sua vida e a paz que tanto procura estão em humildemente admitir seus próprios erros e pecados diante de Deus e pedir o Seu perdão.

JESUS NÃO É O PAI

JESUS NÃO É O PAI

Durante anos, grupos religiosos insistem em crer de forma errada com respeito a Jesus. Há grupos que defendem que Jesus não é Deus, e ao fazerem isso negam a verdade de João 1.1 que diz: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” O “Verbo” do texto é o mesmo apresentado em João 1.14 onde lemos: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai.” Assim, ao se referir ao “Verbo”, João está falando de Jesus. Jesus veio dos céus, sendo Deus, para revelar e manifestar Deus, o Pai. Outra coisa importante nos dois textos é que Jesus é Deus, mas não é Deus Pai; ambos são duas pessoas distintas.

Segundo a Bíblia, o Pai e o Filho devem sempre ser entendidos como duas pessoas distintas. Os apóstolos Pedro, Paulo e João, creem assim. Por exemplo, Pedro afirma em 2 Pedro 1.2: “Graça e paz vos sejam multiplicadas, no pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor.” Paulo também afirma em Filipenses 1.2: “Graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.” O apóstolo João também escreve em 2 João 1.9: “Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto ao Pai como ao Filho.” 

Jesus ao se referir ao Pai, disse em João 4.24: “Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” Ao se referir também ao Pai, Jesus afirmou em João 5.37: “O Pai, que me enviou, esse mesmo é que tem dado testemunho de mim. Jamais tendes ouvido a sua voz, nem visto a sua forma.” Ao contrário, Jesus diz de si mesmo após a sua ressurreição em Lucas 24.39: “Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.” Portanto, Jesus não pode ser o Pai – que é espírito – uma vez que Ele, o Pai, não tem carne nem ossos como Jesus os tem. 

Em João 14.8, Felipe um dos discípulos de Jesus faz a seguinte afirmação: “…Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta.” No versículo 9 Jesus responde: “Felipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?” O que Jesus quis dizer com essa frase: “Quem me vê a mim vê o Pai”? Jesus não afirma no texto que Ele é o Pai, pois Ele não o é. Jesus é a expressão de quem o Pai é. Jesus é da mesma essência e natureza do Pai; Jesus é Deus. Ele na verdade é a expressão exata do Pai. O que o Pai é, Jesus também o é. Vemos a clareza dessa verdade em Hebreus 1.1-3: “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas.” 

Jesus não é o Pai, mas após sua ascensão aos céus, Ele está assentado à direita do Pai. Antes de morrer apedrejado, Estevão teve uma visão onde distinguia claramente Deus o Pai, de Deus o Filho. Lemos suas palavras em Atos 7.56: “…Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus.” 

No Novo Testamento temos a evidência clara e a nítida verdade de que Jesus não é o Pai, mas tem a mesma natureza divina do Pai. Assim, Deus Filho não é o Pai; Deus Pai, não é o Filho, mas ambos têm a mesma natureza divina.

PERSEVERANÇA ESPIRITUAL 

PERSEVERANÇA ESPIRITUAL

Louis Armstrong era bem conhecido pelo seu rosto sorridente, voz rouca e sua extrema habilidade no trompete. Mas sua infância foi muito difícil, cercada de dores e privações. Ele foi abandonado por seu pai quando criança e enviado para um reformatório aos 12 anos. O que parecia ser um fim, tornou-se o começo, isso porque regularmente Peter Davis visitava a escola e dava instrução musical aos meninos. Louis logo se destacou no trompete e tornou-se o líder da banda na escola. Sua trajetória de vida foi totalmente reajustada porque ele permaneceu firme nos estudos de trompete e assim desenvolveu uma fama internacional como trompetista.

A história de dor, superação e persistência de Louis Armstrong deve servir de exemplo para a perseverança espiritual; para manter-se firme na fé em Cristo. O apóstolo João escreveu em 1 João 2.24: “Permaneça em vós o que ouvistes desde o princípio. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis vós no Filho e no Pai.”

O Espírito Santo é o mestre habilidoso, amoroso e cuidadoso de todo cristão, mas perseverar na caminhada espiritual é uma responsabilidade pessoal de cada um. Há um esforço espiritual a ser feito. Em Judas 3 somos advertidos: “Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a BATALHARDES, diligentemente, pela fé…” A vida cristã não é um processo automático. Devemos nos instruir, batalhar, permanecer e perseverar na fé.

Uma das evidências de que você realmente é um verdadeiro discípulo de Jesus, é o fato de que você permanece e não se afasta dEle, antes mantém seu compromisso de fé nEle. Sua fé está firmada em Jesus e não há nada mais importante do que Ele; seus desejos e intenções precisam focar nEle. Em você se cumpre o que Jesus disse ao grupo de judeus em João 8.31: “…Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos.”

Você receberá muitas propostas filosóficas, ideológicas e hedonistas para abandonar a Cristo. Mas permaneça fiel e obediente a Ele. Agindo assim você não só experimentará uma revolução espiritual, mas Deus se fará real em sua vida.

Há pessoas nesse mundo esperando para ouvir o som de sua vida em Cristo, que com o passar dos anos se torna cada vez mais belo, majestoso e inspirador.

Existe uma benção de Deus sem medida para todos os que perseveram e mantém seu compromisso de fé em Cristo Jesus. Fique firme!