HÁ UM PROPÓSITO A MAIS

HÁ UM PROPÓSITO A MAIS

Por que Deus tem nos mantido com saúde,  alimento,  roupas,  trabalho, recursos, tempo, sustento, relacionamentos e muito mais? Será que é simplesmente para vivermos uma boa vida e depois morrermos? Acredito que não! Há um propósito a mais.

Todos percebemos que a vida é mais do que a própria vida. Existe uma razão maior para vivermos nesse mundo. Há um propósito a mais. Billy Sunday afirmou: “Mais homens falham por falta de propósito do que a falta de talento.” E o jovem missionário David Brainerd também expressou: “Oh, quão precioso é o tempo, e como me dói vê-lo escorregar vagarosamente, enquanto eu faço tão pouco para qualquer bom propósito.”

Não estamos aqui por nada. E o principal propósito de nossa existência foi declarado por Paulo em Atos 17.28: “Pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos…” Deus nos trouxe a esse mundo porque Ele quer ser glorificado por nós e através de nós. Ele tem propósitos definidos hoje e agora. Na verdade a nossa realização pessoal somente encontra um fim quando estamos plenamente ativos e focados em viver para glória de Deus e realizar Seus propósitos.

A Bíblia é um livro que relata a história de pessoas a quem Deus usou. Alguns grande nomes aparecem na história bíblica como Noé, Abraão, Jacó, José, Moisés, Josué, Davi, Salomão, Elias e outros. Mas há também os meros anônimos que também foram usados por Deus. Gente simples como a pequena escrava judia que se tornou o instrumento para a cura da lepra do poderoso general Naamã; ou ainda o anônimo que emprestou a jumentinha para Jesus entrar em Jerusalém; ou o outro anônimo que também emprestou o cenáculo, palco da última ceia; ou ainda um tal de Epafrodito que foi de auxílio para Paulo em Filipenses 2.25-30, e tantos outros. Assim como Deus usou essas pessoas em Seu plano maior, é também Seu plano usar a cada um de nós para Seus propósitos, independente da dimensão do propósito.

Ser usado para os propósitos de Deus nada mais é do que fazer a história com Deus. E os que agem assim não ficam esperando “uma benção”; eles se dispõem a ser uma benção. Eles não são “consumistas no reino”; eles não são daqueles que criticam, murmuram e reclamam; eles decidiram não ser expectadores, mas protagonistas.

Pessoas que entendem que há um propósito a mais, são aquelas que abrem mão do tempo, recursos, bens, dons, habilidades, talentos e capacidades e os colocam para que Deus possa usar para fazer a diferença.

Assim sendo, é preciso perguntar: Você será um agente com Deus na história desse mundo, ou vai apenas “assentar no bonde da história” e ver a vida passar?

A oração mais poderosa que você poderia fazer agora, seria a seguinte: “Senhor quero ser usado por Ti; usa-me para os Teus propósitos nesse mundo!”

Há um propósito a mais.

RESOLUÇÕES ESPIRITUAIS

RESOLUÇÕES ESPIRITUAIS

RESOLUÇÃO significa simplesmente a capacidade de decidir algo. É o meio pelo qual alguém se posiciona em uma determinada questão ou situação. Pessoas resolutas são firmes e determinadas especialmente diante do perigo; elas continuam onde alguns pararam ou nunca tentaram.

A história está repleta de erros espirituais memoráveis. Muitos foram cometidos por pessoas bem-intencionadas e outras, gerados por indivíduos motivados por ganância e poder que provocaram catástrofes igualmente terríveis. Na verdade, desde o momento em que Adão e Eva resolveram que valeria a pena desobecer a Deus, todos hoje somos tendentes a resoluções espirituais equivocadas que podem trazer grande destruição.

Mas aá vários exemplos positivos de profundas resoluções espirituais na Bíblia. Uma dentre elas é a que foi tomada pelo jovem Daniel na Babilônia.

Daniel foi um dos cativos da primeira leva de cativos de Jerusalém para Babilônia. Ele, seus três amigos e outros tantos jovens de sua idade passaram a assistir no palácio real. E estando ali, o rei Nabucodonozor ordenou que fosse dado a todos eles uma porção diária de comida e vinho. Mas Daniel se incomodou com essa ação do rei devido suas convicções espirituais. Em então em Daniel 1.8,9 lemos sobre sua atitude: “Daniel, contudo, resolveu não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei, e pediu ao chefe dos oficiais permissão para se abster deles. E Deus fez com que o homem fosse bondoso para com Daniel e tivesse simpatia por ele.” O resultado final foi que devido suas resoluções espirituais, Daniel não só teve a sabedoria de Deus para montar um plano alternativo, como foi honrado por Ele em sua resolução espiritual.

Há várias resoluções espirituais que se deve tomar, mas de forma prática, imagine o impacto que teria em sua vida se você hoje decidisse por exemplo, abandonar um pecado secreto, pedir perdão a quem você ofendeu, perdoar um ofensor, ou ainda não aceitar uma proposta ou um convite que transgridiria o conjunto de seus princípios e valores.

Dennis Griffith escreveu em seu blog sobre as decisões de um também jovem adolescente chamado Jonathan Edwards. Ele diz que Edwards desejava seguir os princípios de 2 Pedro 3.18 que diz: “antes crescei na graça e no conhecimento de Cristo Jesus…” E para isso ele escreveu uma lista de resoluções, as quais revisava toda semana. O resultado então foi que Edwards, um homem de origem humilde, tornou-se um homem piedoso e sua vida ensinou e inflamou um dos maiores avivamentos da história, sendo ele reconhecido como uma das mentes mais brilhantes do continente americano.

Assim, reveja seus valores espirituais e coloque-os todos numa perspectiva eterna e não temporal, e então você estará preparado para decidir as questões corriqueiras e cruciais da vida.

DIGA “OBRIGADO”

DIGA “OBRIGADO”!

Relacionamentos são constantemente ameaçados quando se vive com ressentimentos, ciúmes, expectativas irreais e também pela ingratidão. E a ingratidão está em alta. Vivemos num mundo onde as pessoas cada dia mais estão se acostumando a serem servidas, e mais, estão exigindo ser servidas. Há um grande déficit de gratidão.

A ingratidão destroem relacionamentos. Por exemplo, uma pesquisa recente com 2 mil americanos revelou que, embora quase todo mundo concorde que no ambiente de trabalho, os chefes agradecidos são os mais bem-sucedidos, apenas 10% deles agem conforme essa impressão e expressam agradecimentos no dia a dia.

Pessoas ingratas comumente acrescentam também outros hábitos ruins a sua vida: elas reclamam, murmuram, censuram, criticam, difamam, lastimam e queixam-se de Deus, da vida e das pessoas. Elas são egoístas.

Na contracultura desse movimento egoísta é necessário sempre dizer “obrigado”. William A Ward observou que “gratidão pode transformar dias comuns em dias de ação de graça, converter trabalhos rotineiros num prazer e fazer com que as simples oportunidades se tornem uma benção”. Um pequeno gesto de agradecimento pode fazer a diferença e transformar um casamento, uma família, um ambiente de trabalho e uma sociedade. É preciso criar o hábito de dizer sempre, “obrigado.”

Assim, diga primeiramente “obrigado” a Deus. O salmista afirmou no Salmos 100.4:”Entrai por suas portas com ações de graças…” Diga “obrigado” a Deus pela vida, saúde, alimentos, roupa, família, emprego, amigos, oportunidades, bênçãos espirituais e especialmente por Sua graça em nos enviar a Jesus para nos conectar novamente com Ele.

Diga também “obrigado” a Deus pelas lutas, dores, sofrimentos, dificuldades, provações, fraquezas e pelas orações não respondidas, porque sempre o “não” de Deus hoje é o Seu “sim” amanhã.

Diga “obrigado” as pessoas a seu redor. Diga “obrigado” a todos aqueles que lhe fazem o menor favor ou benefício. Diga “obrigado” para o cônjuge, filhos, pais, amigos, os que lhe servem  todos os dias.

Diga “obrigado” não só em palavras; envie um e-mail, escreva uma carta, deixe um recadinho escrito, mande uma mensagem por Facebook, WhatsApp ou outra forma de comunicação em redes sociais.

E por que então não começar dizer “obrigado” agora? Diga “obrigado” sempre que puder. Faça da gratidão um hábito em sua vida.

Aprenda a dizer sempre a Deus e as pessoas, “obrigado.”

CORRIJA O FOCO ESPIRITUAL

CORRIJA O FOCO ESPIRITUAL

Comumente não conseguimos definir muito bem as circunstâncias da vida quando elas chegam. Somos lentos em entender processos e especialmente os de Deus em nossas vidas. Isso porque nem sempre Ele esclarece o que fazer e como o fará. 

Somos tendente a agir e reagir errado quando as coisas não acontecem como planejamos ou desejamos. E por vezes, silenciosamente, fazemos perguntas erradas, acusamos pessoas, acusamos Deus, reclamamos das circunstâncias, usamos muito o ” se” e por fim nos sentimos desanimados, derrotados e deprimidos.

Quando estudamos a história de Jó, de alguma forma nos vemos nele. Jó teve dias extremamente difíceis, cheios de dores e questionamentos.

Além de suas lutas internas, ele teve que lidar com a interpretação errada que sua esposa e seus amigos fizeram dele. E mais, de alguma forma Jó queria respostas que só Deus poderia dar, mas Ele manteve-se calado e aparentemente até inerte. 

Jó tinha perguntas. Jó fez perguntas. Suas perguntas revelavam mais dele do que o próprio Deus. Suas perguntas eram mais ou menos assim: “Por que eu fui acometido por tanta desgraça, sendo eu um homem tão fiel, íntegro e temente ao Senhor?” “Por que Deus não responde minha oração tirando-me deste caos, mesmo que seja pela morte?” “No meio de minhas dores será que Ele realmente se importa?” No final, Deus não respondeu suas perguntas, na verdade Ele fez outras perguntas onde Jó viu suas limitações. 

Os capítulos 38-42 do livro de Jó descrevem a fala de Deus. Deus fez perguntas às quais Jó ficou impossibilitado de responder; elas eram simples, mas profundas demais. E quando Deus termina de falar, Jó apenas diz o seguinte em Jó 42.2,5: “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado…Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem.” Jó humildemente se rende a Deus e a Seus propósitos em sua vida. Jó corrige seu foco espiritual. 

Como Jó, qualquer um de nós podemos também nos perder em nossos problemas, sejam eles pequenos ou grandes. Podemos permitir que eles ocupem um lugar tão prioritário em nossas vidas, ao ponto de agir e reagirmos errados em relação à Deus e Sua fidelidade, amor, bondade e propósito para conosco. 

É preciso ter fé! É preciso desfocar no problema e focar no propósito maior que Deus tem. E é assim que devemos andar e orar com Deus
Contudo quando colocamos os “óculos” e as “lentes” espirituais de Deus, essas corrigem nossas deficiências e nos faz ler nossa história à luz da plena, amorosa, bondosa e soberana história dEle em nós e por nós.

Por isso, corrija hoje seu foco espiritual!

SEM FORÇAS

SEM FORÇAS

Tem hora que as forças acabam. Tem hora que o esgotamento físico, mental e emocional chega no limite. E o que fazer?

Se você sente-se sem forças, você não está sozinho(a). Há pessoas na Bíblia que passaram pela mesma experiência. Por exemplo, Jó. Em Jó 6.12 ele diz: “Acaso tenho a força da pedra? Acaso a minha carne é de bronze?” Observe também o desabafo do salmista no Salmos 38.8: “Sinto-me muito fraco e totalmente esmagado; meu coração geme de angústia.

Se você sente-se sem forças diante das lutas de sua de sua vida, é importante que você saiba que isso não significa que você esteja longe de Deus e que nem Deus está longe de você.

Mas você pode dizer: estou orando, orando e orando, mas percebo que Deus não me responde. Bem, você também não está só nesta atitude. O Salmista no Salmos 69.3 conta sua experiência. Ele diz: “Cansei-me de pedir socorro; minha garganta se abrasa. Meus olhos fraquejam de tanto esperar pelo meu Deus.”

A pergunta que talvez você possa estar fazendo nesse momento seja: vale a pena orar? Vale a pena confiar que Deus trará uma resposta? O próprio Deus que responde a sua pergunta. E Ele mesmo o faz através de várias promessas em Sua palavra. Nos Salmos 28.8 lemos: O Senhor é a força do seu povo, a fortaleza que salva o seu ungido.” O Salmos 89.21 Deus afirma: A minha mão o susterá, e o meu braço o fará forte.” No Salmo 118.14 somos desafiados: “O Senhor é a minha força e o meu cântico; ele é a minha salvação.” Em Jeremias 31.25 o próprio Deus diz: Restaurarei o exausto e saciarei o enfraquecido”. E o texto clássico de Isaías 40.29-31, o profeta diz: Ele fortalece ao cansado e dá grande vigor ao que está sem forças. Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam bem alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam.”

Você está sem forças hoje? Essas são promessas maravilhosas escritas para você. É preciso que você leia, releia, reflita, memorize com bases nelas.

O Senhor Jesus diz em João 16.33: “Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.

Oriento você venha a Jesus. Ele provavelmente não lhe tirará todos fardos, mas Ele lhe ajudará a carregá-los. Em Jesus você terá todos os dias Sua pessoa, Seu poder, Sua sabedoria e Sua paz. Ele é tudo o que você precisa.

Lembre-se: quando seu ânimo está renovado em Jesus, você receberá dEle todas as forças que precisa para lidar com um problema de cada vez, sem dimensioná-lo.

Se você se sente sem forças, fortaleça-se no Senhor!

A HONESTIDADE

A HONESTIDADE

A palavra honestidade tem origem no latim honos, que remete para dignidade e honra. A honestidade é uma característica de uma pessoa ou de uma instituição e significa falar a verdade, não omitir, não dissimular. O indivíduo honesto repudia a malandragem, a esperteza e o querer levar vantagem.

Uma pesquisa sobre a honestidade revelou que: 20% das pessoas já mentiram para ganhar mais dinheiro; 25% disseram que podem mentir apenas para ter boa aparência; 30% disseram que mentiram no preenchimento do formulário de emprego; 46% conheciam um amigo que já enganou o cônjuge; 51% disseram que as pessoas não são hoje mais honestas do que eram há dez anos; 60% disseram que se pode mentir para se livrar de uma situação embaraçosa.

Outra pesquisa fez a seguinte pergunta: “Para quem você mentiu regularmente?” 86% disseram que mentiram para os pais; 75% para os amigos; 61% para os superiores no emprego; 59% para os filhos; 73% para irmãos e irmãs e 69% para os cônjuges.
O resultado dessas pesquisas constatam que está faltando gente honesta no mundo.

O certo é que nenhuma pessoa, nenhum relacionamento, nenhuma empresa, nenhuma sociedade e nenhum país poderá se manter de forma séria e ordeira, se a honestidade não se tornar um valor.

A Bíblia ensina que a honestidade é de grande valor diante de Deus e todos aqueles que desejam se relacionar com Ele e experimentar Suas bençãos devem viver uma vida correta, séria e honesta. O Salmos 15.1-3 afirma: “Senhor, quem habitará no teu santuário? Quem poderá morar no teu santo monte? Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica o que é justo; que de coração fala a verdade e não usa a língua para difamar; que nenhum mal faz ao seu semelhante e não lança calúnia contra o seu próximo.”

É buscando agradar a Deus e e viver de forma honesta para com as pessoas, o apóstolo Paulo testemunha sobre si mesmo em 2 Coríntios 8.21: “Pois estamos tendo o cuidado de fazer o que é correto, não apenas aos olhos do Senhor, mas também aos olhos dos homens.”

Honestidade significa que a pessoa ama, fala, vive e defende a verdade. A pessoa honesta não faz rodeio; é direta, clara, sincera; não diz “meias verdades.” O honesto é confiável; ele não esconde, não oculta e não dissimula em nada; ele é coerente e consistente. Pessoas honestas não mentem, não furtam, não roubam e nunca precisam arrogar para os outros sua honestidade.

Assim, se a honestidade não é um valor em sua vida, você precisa humildemente ir a Deus, e em plena confissão e arrependimento pedir que Ele purifique totalmente seu coração do pecado, da mentira, da falsidade e da hipocrisia.

Não se engane! Quando o Deus da verdade não reina no coração humano, a desonestidade crescerá, e será inútil manter expectativas de mudanças profundas.

JESUS E AS MULHERES

JESUS E AS MULHERES

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como: redução na carga diária de trabalho, equiparação de salários com os homens e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano. 53 anos depois, em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, que foi depois homologada oficialmente em 1975 pela ONU (Organização das Nações Unidas).

O dia “Internacional da Mulher” foi estabelecido para resgatar atos de injustiça, deslealdade, preconceito, inferioridade e outras atrocidades sofridas pelas mulheres. Muito já se alcançou, mas há algo que precisa ser ainda entendido e apreciado por toda mulher.

Em Lucas 8.2,3, o evangelista Lucas relata algo muito interessante sobre Jesus e as mulheres. O texto diz o seguinte: “…iam com Ele (Jesus)…mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios; e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Suzana e muitas outras, as quais lhes prestavam assistência com os seus bens…”

As mulheres na época de Jesus eram totalmente desvalorizadas. Os rabinos, por exemplo, jamais permitiam mulheres em seu rol de ensino ou como discípulas. Eles a trataram como seres inferiores. Mas Jesus não agiu assim. Ele foi gentil, cordial e amoroso com as mulheres. No relacionamento com Jesus as mulheres receberam esperança, amor e cuidado. Ele pessoalmente curou algumas delas de doenças físicas e as purificou espiritualmente, a exemplo Maria, que era de Magdala, na Galiléia.

No relacionamento com Jesus, as mulheres ganharam dignidade e puderam viver a plenitude de sua feminilidade. E por causa de seu respeito, amor e cuidado com elas, elas o serviram, se devotaram a ajuda-lo e apoiá-lo, e isso se estendeu até mesmo com recursos financeiros.

É certo que leis, governos e a sociedade cível precisam continuar trabalhando em conjunto afim de coibir todos os abusos sofridos pela mulher, mas é preciso algo a mais. Como as mulheres do texto de Lucas, cada mulher precisa de um encontro pessoal com Jesus em sua vida.

É por Ele que se restaura toda a alma, o jeito e a forma de ser mulher tanto no lar como na sociedade.

É sempre bom lembrar que a esperança feminina não está num sistema ou numa data, não obstante ser isso muito importante. Mas a esperança feminina está numa pessoa: Jesus Cristo!

 

O ERRO DE AGRADAR AS PESSOAS

O ERRO DE AGRADAR AS PESSOAS

Viver agradando pessoas é um perigo. Provérbios 29.25 nos alerta: “Quem teme ao homem cai em armadilhas…”

Há pessoas que são mentalmente escravas da aprovação dos outros. Se elas não são aprovadas, elas se amarguram; elas se preocupam demais com os que os outros pensam dela. O certo é que se você centrar sua vida tentando descobrir o que o outro quer que você seja, em breve você se tornará o que o outro quer.

Viver preocupado com que os outros pensam é algo muito profundo; é algo espiritualmente sério: é uma idolatria. Devemos nessa vida apenas agradar a Deus. Quando lemos em Êxodo 20.3 a ordem de Deus: “Não terás outros deuses além de mim”, isso significa que qualquer coisa que você coloca acima de Deus se torna um ídolo. A profissão, os bens, um relacionamento, um esporte, desejos etc, podem se tornar um ídolo em sua vida; a lista é grande. E assim, quando você permiti que as opiniões e o pensamento das pessoas se tornem algo prioritário em sua vida, mais do que a opinião e a vontade de Deus, isso lhe transforma num idólatra. E qualquer coisa que tira o seu coração de Deus é um ídolo. E a idolatria é pecado!

Um exemplo. Do ponto de vista espiritual quando você esconde das pessoas suas decisões espirituais, ou seja, você não quer que elas saibam sobre sua fé em Jesus, sobre sua ida a igreja, sobre sua leitura da Bíblia etc, simplesmente porque ao saber disso, você crê que elas podem deixar de lhe amar, ou até mesmo lhe criticar, nesse exato momento agradar pessoas tornou-se mais importante do que agradar a Deus, e isso é idolatria. E para essas questões espirituais, Paulo afirmou categoricamente o seguinte em Gálatas 1.10: “Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo.”

Você até poderia dizer: “Muito bem…é isso que eu precisava ouvir… vou parar de agradar as pessoas e começar agradar e pensar mais em mim mesmo.” Errado! Não agradar as pessoas não significa que você deva centrar em si mesmo. Jesus disse o seguinte em João 5.30: “…não procuro agradar a mim mesmo, mas àquele que me enviou”. O alvo final da vida não é agradar pessoas, agradar a você, mas agradar a Deus.

Lembre-se: Você não pode agradar a todos. Na verdade não há necessidade de agradar a todos. Quem agrada a todos arruinará a vida, e por isso pare de agradar a todos e agrade apenas a Deus. Liberte-se desse vício da aprovação das pessoas.

Se você creu em Jesus como seu Senhor e Salvador, você já está totalmente aprovado por Deus e amado por Ele. E se alguém porventura lhe amar menos, é importante que você saiba que Deus nunca o fará, porque o Seu amor por você não é baseado naquilo que você faz, fez ou deixou de fazer. Ele te ama porque decidiu te amar. E isso é algo maravilhoso, poderoso e libertador!

Não viva debaixo da aprovação de ninguém. Viva apenas debaixo da aprovação de Deus.

A VIDA BAGUNÇADA

A VIDA BAGUNÇADA

Talvez numa analise fria e simples você descreveria que sua vida hoje está uma bagunça. Talvez você ache que ela está num desastre completo. Sente-se que não há mais nada de pior que poderia acontecer. E o resultado é que você se sente triste, chateado, desanimado e confuso.

A Bíblia apresenta algumas histórias de pessoas cuja a vida estava numa bagunça total. Eles se sentiram como você.

Por exemplo, Jacó. Em Gênesis 27, ainda moço, enganou seu pai e seu irmão. Ele era um mentiroso e um trapaceiro e fugiu para salvar sua vida. Enquanto Jacó fugia, ele teve um encontro com Deus. Ali Deus afirmou que seria com ele. Quando acordou, Jacó disse que o Senhor estava naquele lugar. Deus usou aquela bagunça total de sua vida para transformá-lo e fazer dele um homem especial. Deus é especialista em transformar pessoas bagunçadas.

O outro exemplo é José em Gênesis 47. Ele foi odiado por seus irmãos. Eles quase o mataram, mas preferiram vendê-lo para os ismaelitas, que o venderam depois para Potifar no Egito. E por José ter ido para o Egito, Deus salvou milhares de pessoas da fome, dentre eles seus irmãos que o odiaram tanto. Deus é especialista em transformar a bagunça que o ódio promove, em perdão.

Um outro exemplo é Sansão em Juízes 13-16. Ele foi um homem escolhido por Deus desde o ventre, mas a vida toda fez as “coisas da cabeça”. Ele se tornou orgulhoso, prepotente, imoral e egoísta. Diante de seu último erro, Sansão se arrependeu. E o final é que em sua morte Deus o usou mais para Seus propósitos do que quando ainda estava vivo. Deus é especialista em transformar vidas bagunçadas e usá-las como Ele quer, ainda que seja no último minuto.

Talvez sua vida pode até parecer que está organizadinha na superfície, mas por baixo reina uma grande bagunça e confusão. Angústia, dor, vergonha, decepção, medo, indecisão e outros adjetivos talvez sejam a definição de sua vida nesse momento. Mas a boa notícia é que Deus é bem maior do que sua vida bagunçada.

Deus é onipotente. Ele não está confinado pelos limites que você dá a Ele, e até mesmo por sua descrença nEle. Ele não se ofende. Ele é especialista em situações confusas. Ele não tem medo trabalhar em situações confusas e bagunçadas. Ele sempre surpreende com Sua “Maravilhosa Graça”.

O que está bagunçado na sua vida hoje? Qual é a confusão que você está lutando? Entregue pra Deus. Diga a Ele: “Senhor, está aqui…tudo bagunçado…dê um jeito…já lutei demais…sou incapaz demais…estou perdido demais…”

Lembre-se de Efésios 3.20 que diz: “Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós.”

Entregue sua bagunça de vida a Deus e deixe Ele tranformá-la em uma grande benção. Deus é especialista em lidar com vidas bagunçadas.

O AMOR AO DINHEIRO

O AMOR AO DINHEIRO

O dinheiro é um problema? Não! O dinheiro pode tornar-se um problema? Pode! O dinheiro é bom, mas corrompe; a questão sempre é como lida-se com ele. O certo é que o dinheiro mal usado pode nublar a linha da moralidade e da consciência.

O apóstolo Paulo afirmou em 1 Timóteo 6.10: “Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males…” “amor do dinheiro”, não o “dinheiro” é o problema. E de onde Paulo tirou esse princípio? Com certeza Paulo lia os escritos de Salomão no livro de Eclesiastes. Eclesiastes 5.10 afirma: Quem ama o dinheiro
jamais terá o suficiente;
quem ama as riquezas jamais ficará
satisfeito com os seus rendimentos.”

Amar o dinheiro não significa apenas ser avarento e ganancioso; significa torná-lo prioridade na vida; significa confiar, esperar e sentir-se seguro com ele. Os que amam o dinheiro por vezes acreditam que podem controlar tudo e todos; mantém-se soberbos e orgulhosos; enganam-se num falso senso de segurança e estabilidade, e até mesmo acreditam estar acima da lei e da justiça.

Jesus ao ter um encontro com um jovem rico, esse queria saber sobre a vida eterna. Mas quando confrontado para abandonar o amor ao dinheiro, ele foi embora muito triste. E após sua partida, Jesus afirmou categoricamente em Mateus 19.23: “Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no reino dos céus.”

Essa é uma palavra dura para o homem do século 21. Jesus não está dizendo que todos ricos não serão salvos, mas que isso seria algo muito difícil. Por que? Porque os ricos amam o dinheiro; eles o coloca em primeiro lugar; eles definem suas escolhas, relacionamentos, oportunidades e espiritualidade através da ótica financeira. E quem assim o faz, perde a sua alma.

J.D. Rockefeller, falecido em 1937 com a idade de 97 anos, um homem muito rico, não só freqüentava assiduamente a igreja, como também, muitas vezes ensinava a palavra de Deus. Num dos seus estudos bíblicos testemunhou o seguinte com respeito ao seu êxito extraordinário: “Considero meu dever ganhar todo o dinheiro que possa ser ganho de modo honrado, mas também dar todo o dinheiro que se possa dar.” O que é o sucesso? É o dinheiro? Então é muito pouco…Quem é o mais pobre no mundo? Eu lhes direi: O mais pobre que eu conheço é o que nada possui além de dinheiro.”

Diante da possibilidade do amor ao dinheiro, o mais prudente a fazer é incorporar na vida a oração que o sábio fez em Provérbios 30.7-9: “Duas coisas peço que me dês
antes que eu morra: Mantém longe de mim
a falsidade e a mentira;
não me dês nem pobreza nem riqueza;
dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais,
eu te negaria e te deixaria,
e diria: ‘Quem é o Senhor?’
Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar,
desonrando assim o nome do meu Deus.”

A ordem bíblica é: Não ame o dinheiro. Antes, direcione seu amor apenas para Deus e para as pessoas.

OS PROPÓSITOS DE DEUS

OS PROPÓSITOS DE DEUS

Pensamos erradamente sobre as circunstâncias da vida. Achamos que se elas vem num pacote “bom” é porque merecemos, mas se elas chegam num pacote “ruim” achamos que fizemos algo de errado e nos sentimos péssimos, desesperamos, deprimimos e perdemos o ânimo.

O livro de Jó é um livro que expõe a dor ao extremo. Jó sofreu como poucos. Mas depois de passar por todas as suas aflições e dúvidas, tendo sido finalmente questionado por Deus em vários assuntos, sem ser capaz de dar-Lhe uma resposta, Jó concluiu em uma só frase sua visão sobre a ações de Deus em sua vida em Jó 42.2 dizendo: “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado.”

Jó em suas lutas entendeu que Deus tem todo o poder e um plano perfeito sobre tudo, e nada pode impedir que Ele siga adiante com o que está fazendo. Jó aprendeu que há um Deus soberano que tem propósitos definidos e reina sobre tudo.

Segundo a Bíblia, Deus reina sobre todas as circunstâncias. Ele tem um propósito claro em tudo. Paulo afirmou essa verdade em Romanos 8.28: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

A palavra “cooperar” significa “trabalhar junto”, ou seja, Deus permite que as circunstâncias boas e ruins da vida trabalhem para um plano perfeito e bom que Ele está desenvolvendo na vida daqueles que O amam.

Assim, o que supostamente não faz sentido hoje, o fará amanhã, porque Deus está no controle de todas as circunstâncias. Mas pensar assim exige fé. E fé significa andar com Deus, confiando nEle e manter-se calmo, e em paz quando as circunstâncias são desfavoráveis. Fé significa andar confiante no escuro da mesma forma que se fazia quando tudo estava claro. Fé significa agir com a mesma postura de Moisés em Hebreus 11.27 que “…saiu do Egito, não temendo a ira do rei, e perseverou, porque VIA AQUELE QUE É INVISÍVEL.”

No dia 30 de julho de 1967, Joni Eareckson Tada, uma jovem de 18 anos, sofreu uma fratura cervical que a deixou tetraplégica. Durante seus dois primeiros anos de reabilitação ela experimentou a raiva, depressão, pensamentos suicidas, e as dúvidas espirituais. Depois de uma séria experiência com Deus, Joni escreveu seu primeiro best-seller internacional chamado: “Joni: A inacreditável história da luta de uma jovem contra a quadriplegia e depressão.” Sua auto biografia tornou-se um filme, tendo ela mesma como atriz principal. Desde então ela tem escrito mais de 50 livros, envolvido em comitês para ajuda a deficientes, dando palestras e ajudando a muitos que sofrem diante de circunstâncias que não entendem. Joni ajuda as pessoas a caminhar com fé em Deus. Joni decidiu que suas circunstâncias não dirigiriam sua vida.

Ninguém será feliz nessa vida enquanto continuar brigando e teimando com Deus, ao invés de humildemente andar por fé e buscar compreender os Seus perfeitos propósitos.

TRATANDO A CULPA

TRATANDO A CULPA

“Culpa” não é apenas um sentimento negativo, ou uma picada na consciência quando se comete algo errado ou grave. “Culpa” é um termo judicial que aponta para uma responsabilidade criminal diante de um tribunal de justiça humano ou divino.

A “culpa” nunca deve ser minimizada, subestimada ou desprezada. Contudo, há pessoas que sentem-se culpada por estar sendo vítima de táticas de manipulação e controle de alguém. Essa é uma “falsa culpa”. Fora disso, sempre há uma razão pela qual alguém sente-se culpado.

A “culpa” verdadeira produz medo e vergonha. Medo, devido a dimensão das consequências inesperadas do pecado; vergonha pelo fato de se ter feito algo de errado ou falhado diante de uma obrigação.

Mas a “culpa” não é de toda ruim. A Bíblia afirma que a “culpa” é o resultado direto do pecado, e o único meio para se lidar com ela é o verdadeiro arrependimento. O arrependimento verdadeiro produz mudanças verdadeiras e profundas. Ao reconhecer o seus pecados, o salmista afirma o seguinte no Salmos 32.5: “Então reconheci diante de ti o meu pecado
e não encobri as minhas culpas.
Eu disse: “Confessarei as minhas transgressões”,
ao Senhor,
e tu perdoaste a culpa do meu pecado.”

Na Bíblia, Deus, em Jesus, providenciou o único meio para que toda a culpa do pecado fosse tratada. Em Isaías 53.6 lemos que Jesus foi o sacrifício para tirar a culpa do pecado. O texto diz: Contudo, foi da vontade do Senhor
esmagá-lo e fazê-lo sofrer,
e, embora o Senhor tenha feito da vida dele
uma oferta pela culpa…” E é somente por meio de Jesus que Deus concede Sua maravilhosa graça perdoando a todos aqueles que reconhecem seus pecados, livrando-os de toda culpa. Em 1 João 1.9 lemos: Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.”

Assim, todos os que se achegam a Jesus e recebem dEle perdão de seus pecados, podem agora andar com uma consciência pura e limpa de qualquer culpa diante de Deus e dos homens.

Se a sua culpa é advinda do pecado contra Deus e contra as pessoas, o caminho não é encobri-lo, mas confessá-lo. Assuma hoje a responsabilidade de seu erro e para de se desculpar, culpar pessoas ou as circunstâncias. Lembre-se que o pecado apenas gera engano e mentira.

É importante que você saiba que não há pecado que Deus não perdoe. No momento em que você se vira contra o pecado em direção a Jesus Cristo, seu pecado é perdoado.

Quando o pecado é confessado, a graça de Deus é suficientemente capaz para perdoar qualquer pecado, limpar qualquer culpa, de qualquer pessoa e em qualquer tempo.

Trate o seu pecado e assim você tratará a sua culpa.

 

EM CRISE EXISTENCIAL

EM CRISE EXISTENCIAL

O ser humano comumente vive desiludido, desesperançoso e desesperado. Ele é plenamente dominado por um extremo descontentamento que o faz pensar constantemente no “novo” como a solução de sua crise existencial. Ele acha, por exemplo, que algo novo o levará a uma vida melhor. Assim ele quer um novo emprego, um novo amor, um novo carro, uma nova casa, um novo país etc. Ele é compulsivamente inquieto e insatisfeito. E pior, logo que realiza um desejo surge outro.

Platão afirmou que o espírito humano vive numa caverna; falta a ele o senso de eternidade. Dizia ele que os indivíduos são seres vazios que vivem em busca de preencher seu mundo interior com algum entretenimento ou com algum objeto.

A crise existencial do ser humano é tão interessante que mesmo quando as coisas aparentemente parecem até estar indo bem, surge um sentimento de falta; um sentimento de algo que traga satisfação, alegria, esperança e razão permanente para viver.

Mas segundo a Bíblia, tudo o que todos estão procurando está em Deus. Salomão, escreveu em  Eclesiastes 3:11: “Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem…” O que significa isso? Significa que Deus criou cada um de nós com desejo de coisas eternas e espirituais. Em outras palavras: todos têm uma inquietude que só Deus pode satisfazer.

Tentar satisfazer a alma com coisas externas é perda de tempo. Quem insiste em agir assim apenas aumenta o vazio, a frustração e a solidão. A alma não pode ser satisfeita com mais um drink, mais um gole, mais uma noitada, mais um caso, mais uma viagem, mais uma compra, mais uma droga, mais uma hora extra de trabalho etc. A alma não se preenche com um “mais mais” que nunca cessa. Isaías 55.2 o próprio Deus afirma o seguinte: “Por que vocês gastam dinheiro com o que não é comida? Por que gastam o seu salário com coisas que não matam a fome? Se ouvirem e fizerem o que eu ordeno, vocês comerão do melhor alimento, terão comidas gostosas. Escutem-me e venham a mim, prestem atenção e terão vida nova.”

Tentar desassociar Deus da vida é como achar que um peixe sobreviverá fora da água. A nossa fonte de vida está em Deus. A existência humana só encontra razão nEle. Agostinho afirmou:  “Fizeste-nos para Ti e o nosso coração não está tranqüilo até que descanse em Ti”.

A crise existencial deixa de ser crise quando volta-se para o Eterno, o Criador, o que trouxe tudo a existência. E essa volta é feita por meio de Seu Filho Jesus. Foi Ele mesmo afirmou em João 6.35: “…Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede.”

Jesus não é uma das opções para a crise existencial, Ele é a solução definitiva para ela. E quem se entregou a Ele, sabe muito bem disso.

 

“NÃO JULGUEIS!”

“NÃO JULGUEIS!”

Jesus ensinou em Mateus 7.1:“Não julgueis, para que não sejais julgados.” Conforme Jesus nesse texto, não devemos julgar as pessoas. Mas o que significa a ordem de Jesus “não julgueis”?

“Não julgar”, em primeiro lugar, não significa abandonar o senso crítico em relação as pessoas; não significa “fechar os olhos”, “fingir” sobre algo; recusar em discernir entre o bem e o mal, entre a verdade e o erro. “Não julgar” significa apenas que você não deve CENSURAR ou condenar alguém de forma severa sem fatos.

Julgar alguém é procurar o erro que por vezes nem existe; é destruir pessoas com palavras maliciosas; é passar adiante o que não é verdadeiro com o objetivo de denegrir a imagem; é imaginar o horrível da pessoa.

Julgar é uma forma extrema de censurar e tentar assumir o papel de juiz. Ser juiz de alguém é propor a responsabilidade, autoridade e competência para julgar. O pior de tudo é que julgar significa arrogar ser o próprio Deus, o justo Juiz. Isso é uma blasfêmia! Julgar é se achar capaz de poder ler o coração, os pensamentos, as motivações e os desejos de outros. Na verdade julgar alguém é “brincar de ser Deus”.

Em Mateus 7.2, Jesus segue em sua argumentação e nos leva a refletir seriamente, dizendo: “Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.” Isso significa que haverá um maior rigor para os julgadores. Os julgadores cruéis também receberão, na mesma medida, as consequências de seus atos insensatos de julgar.

Jesus não pede que você seja cego diante de uma situação relacional, antes que você seja terno, amoroso, sensível, misericordioso, bondoso, esperando o bom das pessoas. Ele ordena que você renuncie a pecaminosa ambição de se colocar no lugar de Deus, pois na verdade, só Ele conhece o coração das pessoas.

Thomas Kempis afirmou sabiamente: “Aquele que com bom senso reconsidera suas próprias atitudes, encontrará poucas razões para julgar mal o outro.”

Por isso, busquemos obedecer a ordem clara, séria e objetiva de Jesus: “Não julgueis!”

TORNANDO-SE COMO CRIANÇA

TORNANDO-SE COMO CRIANÇA

Falta a nossa sociedade um senso de valorização da criança e de tudo o que é “infantil.” Na verdade, o próprio termo “infantil” é visto como pejorativo e assume uma conotação negativa. Nesse mundo adulto as crianças quase não tem vez, a menos que se tornem adultas.

Mas esse nunca foi o conceito que Jesus teve em relação as crianças. Elas sempre ocuparam um espaço especial em Seu ministério. Elas se tornaram para Ele um modelo simples de uma caminhada espiritual profunda.

Por exemplo, em Mateus 18.1 Jesus é questionado por seus discípulos: “…Quem é o maior no Reino dos céus?” E nos versículos 2-4 Jesus responde da seguinte maneira: “Chamando uma criança, colocou-a no meio deles, e disse: “Eu asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus. Portanto, quem se faz humilde como esta criança, este é o maior no Reino dos céus.”

Esse texto, em primeiro lugar revela que no conceito de Jesus, tornar-se como criança significa se deixar levar pelo que é simples; é viver sem complexidade. A criança é o exemplo de simplicidade. Ela não vive a vida com muitas perguntas existenciais. Ela não busca resposta para tudo. Ela de forma simples vive intensamente o presente. E no Reino de Deus não há espaço para pessoas complicadas e que complicam. O Reino de Deus é apenas vivenciado por aqueles que se renderam a simplicidade de Deus; aqueles que estão abertos e prontos a viver confiando em Deus por entenderem que Ele é Deus. No Reino de Deus não se complica, mas confia.

Em segundo lugar, no conceito de Jesus, tornar-se como criança significa reconhecer os erros e pecados. A criança não tem problema em ser repreendida pelos seus erros. Quando bem ensinada e treinada ela obedece. A criança não é orgulhosa. Ela está disposta a mudar quando repreendida porque é humilde. E o Reino de Deus são dos humildes; dos que se deixam repreender. O Reino de Deus são dos arrependidos, dos convertidos e dos quebrantados; são dos que dizem a Deus: “eu errei…perdoa-me”. Ninguém verá o Reino de Deus enquanto manter-se no pedestal da hipocrisia espiritual, achando-se o perfeito e o certinho. O Reino de Deus é para pecadores arrependidos.

Em terceiro lugar, no conceito de Jesus, tornar-se como criança significa viver em dependência. Uma criança depende de um adulto para tudo. Uma criança não produz nada e nem se auto dirige. Ela crê que na fome terá a comida e que será dirigida, pega pela mão para atravessar a rua ou ir para escola etc. A criança é dependente. E o Reino de Deus é apenas dos que aprenderam a depender do Pai. As crianças espirituais não dependem mais de si, de seus esforços, méritos e capacidades. Eles sentem prazer em depender de Deus e por isso oram, lançam diante dEle todas as agonias e alegrias da vida. Elas vivem intensamente na presença e na dependência do Pai.

O Reino de Deus são daqueles que se tornam como criança e que tem no Pai seu prazer, alegria, amor, respeito, obediência e submissão.

Você espiritualmente já se tornou como uma criança?

EM BUSCA DE TRANSFORMAÇÃO

EM BUSCA DE TRANSFORMAÇÃO

Se formos sinceros e honestos diríamos que precisamos urgentemente de uma transformação interna rápida e profunda. A alma clama e sai à busca de uma mudança que possa suprir totalmente o vácuo espiritual da vida. O problema é que pode-se ir a pessoas erradas, em locais errados e num sistema filosófico e religioso errado. Assim, a pergunta vem: para onde ir? para quem ir?

A resposta bíblica é: pare de procurar seus próprios meios de transformação e vá somente a Jesus. ..” A.C.Dixon escreveu: “Homens apresentam seus respectivos planos e filosofias para a reparação dos males da terra, mas somente Jesus apresentou, não é um sistema, mas Sua própria vida e personalidade como a única capaz de suprir todas as necessidades da alma.” Jesus diz em João 8.12: “… Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.” O vazio da alma produz uma sensação de incerteza e insegurança; tudo se torna escuro e de difícil discernimento. Só em Jesus é que se cessa toda a confusão da alma.

E na busca de transformação, a alma também deseja um caminho certo, uma forma de viver concreta, correta e coerente, e acima de tudo uma razão que conecta Deus aos afazeres e realidades da vida. E para essas questões Jesus afirma em João 14.6: “…Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” Todo o suprimento último que a alma precisa para uma completa transformação está em Jesus. Ele mesmo declara em João 6.35: “…Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede

Quem vier a Jesus receberá dEle tudo o que a alma precisa. Não há nada que Ele não coloque no lugar; não há nada difícil que não se torne fácil e suportável. É nEle que os milagres acontecem. Em João 3.1-12 Jesus transformou a água em vinho para que o noivo não fosse envergonhado em sua festa de núpcias. Ele fez ali um grande milagre. E milagres é a especialidade de Jesus. É isso que ele pode fazer a você! Adrian Rogers escreveu: “O mesmo Jesus que transformou água em vinho pode transformar sua casa, sua vida, sua família, e seu futuro. Ele ainda está no negócio de milagres, e Seu negócio é o negócio da transformação.” Em Jesus há esperança!

É importante que se diga que o maior impedimento para transformação de sua vida, é você mesmo. Enquanto você insistir em viver seus caminhos pecaminosos, rebeldes e orgulhosos contra Deus; seus preconceitos, incredulidade e “achismos”, tudo se torna uma grande barreira e o impedirá de experimentar a ação miraculosa e transformadora de Jesus em sua vida.

Deus quer transformar sua vida e isso só será feito apenas por meio de Jesus. É Ele mesmo quem diz em João 10.10: “…Eu vim para que tenham vida e a tenha em abundância.”

OS ESTÁGIOS DA TENTAÇÃO

OS ESTÁGIOS DA TENTAÇÃO

Em Tiago 1.13-15 lemos: “Quando alguém for tentado, jamais deverá dizer: “Estou sendo tentado por Deus”. Pois Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido. Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz ao pecado, e o pecado,  após ser consumado, gera a morte.”

Não é pecado ser tentado. Pecado é cair na tentação. Satanás pode criar as condições para o pecado, mas a decisão e a responsabilidade final é de cada um de nós.

A questão é que dentro de nós a muitos desejos pecaminosos. Há um tendência natural a tudo o que é mal. Desejamos aquilo que desagrada a Deus e agrada nossa “carne”. “Carne” é um termo bíblico que define toda nossa tendência de pensar, desejar, sentir, falar e agir contra os princípios de Deus. Tudo isso existe dentro de nós e facilita a tentação.

A tentação tem seus estágios e o primeiro deles é a atração; a sedução. Satanás sabendo dessa realidade, lança a isca da tentação para atrair a vítima ao pecado. Pode ser um envolvimento sexual ilícito, uma posição tão desejada, o dinheiro fácil, a oportunidade de vingar-se etc. As possibilidade são enormes.

O segundo estágio da tentação é concepção do pecado. Nesse estágio os desejos, vontades e anseios são motivados e “turbinados”; o pecado é assim concebido. E uma fez concebido, se não for “abortado” rapidamente, a semente do pecado planta-se e torna-se resistente.

O terceiro estágio da tentação é a queda, o pecado em si. O pecado não é um simples fato mas um processo. Depois de seduzido, desejado e concebido, o pecado nasce. E ao nascer traz consigo as mais desastrosas consequências.

Satanás é um ser ardiloso. Ele cria todas os meios possíveis para conduzir pessoas ao pecado, a desobediência e a rebelião contra Deus porque sabe o peso dos resultados destruidores do pecado.

Mas a Bíblia traz esperança para aqueles que estão lidando com a tentação: 1o) Quem lida com a tentação de sempre ter em Deus o seu bem maior. O salmista afirma no Salmos 43.4: “…Deus, a fonte da minha plena alegria.” Ninguém será seduzido ao pecado quando Deus for a plena fonte de alegria. 2o ) Quem lida com a tentação precisa aprender a orar e depender de Deus. Jesus ordenou em Mateus 26.41: “Vigiem e orem para que não caiam em tentação…” 3o ) Quem lida com a tentação deve aprender a resistir a tentação. Em Tiago 4.7 lemos: “Resistam ao Diabo, e ele fugirá de vocês.” 4o) Quem lida com a tentação precisa aprender a refugiar em Cristo. Em Hebreus 4.15 somos encorajados: Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.”

 C.S.Lewis escreveu: “Cristo foi o único homem que nunca cedeu à tentação, e é também o único homem que conhece ao máximo o que significa a tentação.”

Se a tentação bater a sua porta, peça a Cristo para atender.

INJUSTIÇADOS

INJUSTIÇADOS

Quando a vida de José passava por um árduo deserto de injustiças, e ele não entendia nada do que se passava, um oásis é visto e lido em Gênesis 39.23: “…O Senhor era com José…”

Sentir-se injustiçado é algo muito triste. E se há alguém na Bíblia que sabia o que era realmente injustiça e falsa acusação, essa pessoa era José.  José recebeu um tratamento injusto de seus irmãos. Eles o odiavam e intencionavam   matá-lo, mas por fim venderam-no como escravo.

As injustiças sofridas por José o levaram ao desconhecido. José tornou-se escravo numa terra desconhecida, com um idioma desconhecido, vendido para um homem desconhecido, indo para uma casa desconhecida, para fazer um trabalho desconhecido. Sua vida tornou-se um mistério dia após dia. De repente, José, um jovem de dezessete anos, com todo vigor pela frente, com sonhos, viu-se no desconhecido.  E para piorar, estando na casa de seu patrão Potifar, ele foi injustamente acusado de sedução sexual pela esposa, o que o levou injustamente a prisão. A prisão para José foi o fim do fim.

Assim como José, você talvez sinta-se injustiçado. E a injustiça pode estar sendo não é só uma, mas várias. E pior, não há o que fazer, nem a quem recorrer. Você sente-se estar num beco sem saída. E o que fazer?

Em primeiro lugar é preciso saber que você não está sozinho na história de sua injustiça. José é seu companheiro. José não tinha mais esperança de nada, mas ele não estava perdido na história. O texto diz que “Deus era com José”, e isso é o suficiente.

Se Deus está em sua vida, você tem esperança. Deus mesmo afirma em Isaías 55.8,9 que Ele tem planos maiores e melhores para você. O texto diz: “Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos’, declara o Senhor. Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos; e os meus pensamentos, mais altos do que os seus pensamentos.”

Os planos de Deus para José era torná-lo um grande governador e futuramente o provedor de toda sua família para que as promessas feitas a Abraão, Isaque e Jacó fossem cumpridas. Deus estava no controle das injustiças sofridas por José.

As injustiças doem, mas se ficarmos nos lambendo e sentido pena de nós mesmos não iremos para frente. Nesse mundo cheio de pecado e injustiças somos ludibriados que a justiça precisa reinar e os que fazem tudo certo receberão bênçãos e recompensas no dia a dia. Isso não aconteceu com José e não acontecerá com nenhum de nós. Precisamos aprender a tocar nossas vidas no caminho de Deus. O que o mundo chama de estrume, Deus chama de adubo.

É preciso aprender que quando Deus permite que a injustiça venha, sem dúvida há um propósito maior e mais profundo. José aprendeu isso. E você decide se irá a buscar o que Deus quer, ou chorar a vida toda, reclamando, resmungando e se ressentido.

Aprenda a lidar com as injustiças.

 

OS BONS SAMARITANOS

OS BONS SAMARITANOS

Em Lucas 10.25-37 lemos o seguinte episódio no ministério do Senhor Jesus: “Certa ocasião, um perito na lei levantou-se para pôr Jesus à prova e lhe perguntou: “Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?” “O que está escrito na Lei?”, respondeu Jesus. “Como você a lê?” Ele respondeu: “ ‘Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. ” Disse Jesus: “Você respondeu corretamente. Faça isso e viverá”. Mas ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: “E quem é o meu próximo?” Em resposta, disse Jesus: “Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto. Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado. Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele. Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe disse: ‘Cuide dele. Quando eu voltar pagarei todas as despesas que você tiver’. “Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” “Aquele que teve misericórdia dele”, respondeu o perito na lei. Jesus lhe disse: “Vá e faça o mesmo”.”

O bom samaritano é o centro dessa parábola. Ao ver o homem caído ele teve compaixão (v.33); ele foi até ele e cuidou (vs.34); ele se importunou a ponto de fazer despesas e assumir riscos (v.35). Ele age de forma muito diferente do que o sacerdote e o levita, os quais juntos, em sua religiosidade, não se envolveram e não conseguiram fazer nada.

A história do “Bom Samaritano” é mais do que uma história bíblica; é uma metáfora que ensina que devemos parar nossas vidas para ajudar alguém que esteja sofrendo. 

Na vida quanto mais nos aproximamos de pessoas, mais oportunidades teremos e mais responsabilidades com elas assumimos. Precisamos fazer sempre uma pergunta chave: “quem é o meu próximo?”

Assim os ‘bons samaritanos” são aqueles que se envolvem, se aproximam e se tornam responsáveis de forma prática, objetiva, generosa e sacrificial em ajuda ao outro. 

É aquele que oferece uma carona, que envia comida e suprimentos quando alguém da família está no hospital, alguém que dispõe a arrumar a casa, cuidar das crianças, lavar a roupa, pagar uma conta etc. Os “bons samaritanos” são aqueles que estão alertas as necessidades e buscam ajudar.

Se sua “religiosidade” é apenas de ordem conceitual e não prática, ela apenas lhe tornará alguém mais pNy orgulhoso e cheio de auto-justiça. E o mundo não precisa de mais de gente inteligente e sábia; de mais comitês para isso e para aquilo . O mundo precisa de gente que faça o óbvio; gente que saia da zona de conforto para sacrificialmente ajudar aos que estão em necessidade. 

Pense nisso!

A FÉ COERENTE

A FÉ COERENTE

Em 1 João 2.9 lemos: “Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, até agora, está nas trevas.” 

Em João 5.12 Jesus disse: “Eu sou a luz do mundo.” Se alguém afirma “estar na luz” isso significa dizer “ser de Jesus.”  E se alguém diz “ser de Jesus” e mantém ódio contra pessoas, isso é algo incoerente. A fé coerente em Jesus se materializa na prática do amor e não no ódio.
 
O ódio é um pecado relacional destrutivo. Ele é alimentado pela ira, mágoa, inveja e rancor. O “ódio” consome a pessoa por dentro enquanto consome outros por fora. E a fé coerente em Jesus não combina com o ódio, mas com o amor.

O amor é um teste da profissão de fé em Cristo Jesus. É impossível ter um relacionamento correto com Deus sem que o amor não apareça. A prática do amor é a prova de que Deus está trabalhando na vida. 

Quando sua fé em Jesus é coerente, Ele ilumina a sua vida. E as trevas da maldade, da amargura, do ressentimento, do ódio e da inveja vão sendo minimizadas dando espaço ao amor. E quem é de Jesus, ama; e quem ama é capaz de fazer coisas inacreditáveis. 

Sua fé em Jesus deve conduzi-lo a amar o outro e se isso não acontece, duvide de sua fé. A fé coerente nunca odeia, mas ama. E ama sempre de forma surpreendente e indizível. 

Madre Teresa de Calcutá dou sua vida para servir os leprosos na Índia. Um dia um certo senhor apresentou-se a ela e disse: “Eu jamais daria banho em um leproso; nem que me dessem um milhão de dólares.” Ela respondeu: “nem eu o faria por um um milhão de dólares. Tudo que faço é por amor e amor não tem preço.”

Sua fé é coerente?