O MAIOR NO REINO DOS CÉUS

O MAIOR NO REINO DOS CÉUS

Em Mateus 18.1-4 há algo muito interessante no ministério de Jesus. O texto diz: “Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos céus? E Jesus, chamando uma criança, colocou-a no meio deles. E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus.” 

Jesus nesse texto intenta atingir profundamente o coração de seus discípulos, isso porque eles estavam preocupados com a questão da grandeza. Eles fazem a pergunta “quem é o maior no reino dos céus?”, pensando que de alguma forma Jesus escolheria um deles para ser o maior. Eles queriam saber quem ocuparia o mais alto cargo de administração quando Jesus estabelecesse Seu reino. Eles apenas imaginavam um reino temporal do Messias, onde Ele mesmo, Jesus, concederia os espaços administrativos. Eles sonhavam com uma distribuição de honras; eles pensavam apenas em uma monarquia mundana. 

Jesus ao saber da intenção deles poderia apenas ter dito que Ele era o maior no reino. Mas não, Ele foi adiante. Ele sabiamente chamou uma criança e por meio dela apresentou o modelo dos principais, dos maiores no reino. Jesus apontou para a natureza da criança. Primeiro, que quando Ele chamou a criança ela veio voluntariamente e de bom grado. Segundo, ao apresentar a criança, os discípulos sabiam que as crianças de forma geral eram consideradas como propriedades e não como indivíduos; ninguém lhes dava valor. Terceiro, a criança com simplicidade e humildade torna-se o padrão da grandeza diante de Deus. Se alguém quer ser grande no reino de Deus, que se torne criança. Jesus deixa claro que o reino e sua grandeza tem princípios e valores diferentes. 

Ninguém poderá pertencer ao reino de Deus enquanto achar-se importante demais. É preciso atender ao chamado de Jesus e vir até Ele de bom grado, deixando para lá o que se acha que é, tem ou se tornou. 

Ninguém poderá pertencer também ao reino de Deus enquanto se achar no poder e no controle das coisas. Uma criança não controla, não ameaça e não tem poder sobre nada. Prepotentes, arrogantes, soberbos, jactanciosos e altivos nunca terão espaço no reino de Deus.

Segundo Jesus, ninguém poderá pertencer ao reino de Deus enquanto não enxergar sua fragilidade. Uma criança precisa de segurança; ela tem medo. Ela sabe que precisa desesperadamente que alguém segure sua mão num beco escuro ou diante de um desconhecido. Quem se acha forte demais não estará no reino de Deus. 

Jesus admite o fato de que ninguém poderá pertencer ao reino de Deus enquanto continuar na hipocrisia. As crianças não são boas em enganar. Elas são bastante miseráveis e fracassam sempre em enganar seus pais. Quem continua tentando esconder de Deus seus erros e pecados, nunca entrará no reino de Deus. 

Jesus sabia que devemos nos converter em uma criancinha, e o meio para isso é nos humilharmos, ou seja, deixarmos de ser adultos. No reino de Deus o único adulto é o próprio Senhor Jesus. Ele sabe onde nos levar, onde nos conduzir e como nos orientar. Não há espaço no reino de Deus para adultos, só para crianças, e essas são as que se humilham diante dEle. 

Pergunta: Você já se tornou uma criança? Sua resposta diz se você está no reino de Deus ou não.
 

SEGUIR A JESUS

SEGUIR A JESUS

Em Lucas 9.57,58 Jesus e seus discípulos estavam caminhando quando de repente surgiu uma pessoa e disse a Ele: “…Seguir-te-ei para onde quer que fores. Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.” 

No texto, Jesus não condena e nem discute quanto a ousadia, sensibilidade, ânimo ou a disponibilidade dessa pessoa. A resposta de Jesus apenas revelou as suas intensões e motivações. Essa pessoa busca em Jesus apenas conforto e segurança pessoal.

Quando Jesus compara o Seu modo de vida com as raposas e as aves, Ele apenas aponta que Sua missão de vida era mais importante do que a própria vida. Para Jesus, manter-se na missão da vida conforme o Pai Lhe dera, era mais importante do que o conforto e segurança da vida. 

Segundo Jesus, qualquer pessoa que se propõe a segui-Lo precisa estar também plenamente disposta a incorporar a missão. A missão de Jesus passa a ser a missão de seus seguidores. Seus verdadeiros seguidores não podem segui-Lo pensando em objetivos pessoais. Quem vem a Jesus simplesmente pensando em resolver problemas existenciais, realmente não entendeu a missão. 

Seguir a Jesus exige compromisso total com Ele. Exige fazer dEle o centro da vida. Exige ter nEle a razão da própria vida. Exige viver para Ele e seus propósitos de forma consciente e focada. Paulo entendeu isso de uma maneira tão clara que afirmou em Filipenses 1.20: “Segundo a minha ardente expectativa e esperança de que em nada serei envergonhado; antes, com toda a ousadia, como sempre, também agora, será Cristo engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte.” 

Não existe seguir a Jesus sem se render totalmente a Ele. Essa é uma entrega da vontade. É uma entrega sem discutir ou racionalizar. Em Lucas 9.23-25 temos o teor da entrega nos parâmetros de Jesus. Ele diz: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?”

Se você realmente pensa em seguir a Jesus, é bom pesar as consequências dessa decisão. A principal delas é de âmbito pessoal. Ao considerar seguir a Jesus nos seus parâmetros uma crise se instaurará em sua vida. Essa crise vem porque você precisa decidir continuar vivendo do seu jeito ou se entregar totalmente a Ele; da forma e do jeito dEle.

Uma das reações daquela pessoa ao ouvir as palavras de Jesus foi decepção. Isso porque suas expectativas estavam no âmbito pessoal de conforto e segurança. Mas seguir a Jesus é algo muito diferente; significa negar-se a si mesmo, todos os dias tomar a sua cruz e segui-Lo sem olhar para atrás e para mais ninguém.

Você está disposto a seguir a Jesus nesses parâmetros?

RESISTA AO DESÂNIMO

RESISTA AO DESÂNIMO

O trabalho de um escultor é muito árduo. Para que a escultura saia ele precisa escolher a pedra certa e então começar o trabalho com o cinzel e o martelo. Enquanto desbasta, o excesso de pedra vai caindo revelando arte. Mas para fazer que a bela obra de arte saia, ele precisa continuar batendo e desbastando. Obras de arte dão trabalho, mas o seu final é recompensador se o escultor não desanimar.

Paulo afirmou em Gálatas 6.9: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.”

Constantemente temos que lidar com o desânimo. Muitas coisas trabalham para nos impedir de ir adiante; para nos fazer parar. O principal segredo para lidar com o desânimo é resistir a ele. Paulo afirmou: “…não nos cansemos…”

Por vezes você se cansa de fazer o que é certo e direito; você se cansa de fazer bem a sua parte; você se cansa da rotina; você se cansa de lidar com suas responsabilidades. Por vezes você se cansa com aquilo que sabe que precisa fazer. Quando você desanima, você se torna ineficaz. O desânimo é um veneno para a vida.

O desânimo é poderoso e letal; ele sempre nos acua, nos silencia e tem seus aliados. O desânimo é sempre um forte aliado dos fracassos na vida, do mau humor quando as coisas não saem do jeito planejado, da frustração e da reclamação. Quando você reage às circunstâncias da vida de forma errada, o desânimo lhe dominará.

Mas é preciso resistir ao desânimo da forma certa. É preciso parar de ouvir a voz do desânimo que diz: “isso não vai dar certo…” É preciso ouvir a voz da fé que afirma: “Deus me ajudará; Deus me dará força e sabedoria para fazer; Deus fará um milagre; Deus está ao meu lado; Deus abrirá uma porta.”

Grandes pessoas não são extraordinárias em si mesmas ou nasceram “cheias de luz”. Grandes pessoas se tornaram grandes porque elas determinaram em olhar para Deus e para Seu poder; elas decidiram centrar em Deus e não ceder ao desânimo.

Resista hoje ao desânimo. Resolva seguir o santo conselho de Paulo: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.”

NÃO SE PERCA!

NÃO SE PERCA!

Quando as dores rondam nossas vidas temos a tendência natural de perguntar: “Por que tudo isso está acontecendo comigo?” “Onde está Deus que permite tudo isso?” 

Somos livres para perguntar o que quisermos, mas nem sempre teremos imediatamente as respostas. A primeira coisa que devemos fazer quando qualquer problema chegar à nossa vida, é orar. 

Devemos orar porque a oração nos faz realistas. Ela nos ajuda a não fugir e nem fingir. A oração diz que o problema realmente existe, que não temos controle, mas que ele não tem a palavra final. A palavra final de tudo está com Deus.

Quando oramos a Deus, recebemos sempre dEle a resposta. Nem sempre ela vem como queremos, mas ela chega. O salmista orou no Salmo 4. No versículo 1 ele ora: “Responde-me quando clamo, ó Deus da minha justiça; na angústia, me tens aliviado; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração.” No versículo 3 ele afirma: “…o Senhor me ouve quando eu clamo por ele.” Deus sempre responde as orações.

Deus sempre deve receber de cada um de nós toda a glória e louvor. Se o problema for resolvido segundo nossos desejos: Ele deve ser glorificado. Se o problema não for resolvido segundo desejamos: Ele também deve receber a glória. 

Você pode se perguntar: “Mas por que devo dar glórias a Deus se a resposta não veio como eu desejava?”

Quando abrimos a Bíblia, Deus tem planejado e permitido todas as coisas. No seu plano perfeito “todas as coisas” incluem as coisas ruins. Ele permite tudo dentro de Seu plano devido a sua infinita sabedoria e vontade. Ele pode solucionar qualquer problema ou usá-lo para algo maior, cumprindo assim Seus propósitos. Ele recebe a glória porque tudo está sendo feito conforme Sua perfeita e maravilhosa vontade. 

O livro de Jó demonstra claramente essas verdades. Satanás, o aparente agente dos problemas, dores e males em Jó, nada mais era do que um instrumento no plano maior dos propósitos de Deus em Jó. 

Jó em seu livro sempre atribuiu a Deus, e não a Satanás a realidade de sua vida. Em Jó 2.10 ele diz ao argumentar com sua esposa: “…temos recebido o bem de Deus e não receberíamos também o mal?” No final do livro, em Jó 42.11 o texto diz que seus parentes vieram “…e o consolaram de todo o mal que o Senhor lhe havia enviado…” 

Jó, por fim reconhece e dá glória a Deus, pelo fato de entender que Ele estava moldando e montando sua história. Ele entendeu que havia um propósito maior e mais profundo em tudo o que se passou. Em Jó 42.2, ele afirma: “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado.” 

Deus recebeu a glória na história de Jó. E sua história termina assim em Jó 42.12: “Assim, abençoou o SENHOR o último estado de Jó, mais do que o primeiro…”, confirmando assim as palavras de Eclesiastes 7.8 que diz: “Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio…”

Se você não crer que Deus está soberanamente no controle de tudo, e o que ocorre em sua vida foi planejado por esse Deus amoroso e sábio, cujos propósitos são maiores e melhores e que é digno de toda glória, você com certeza se consumirá em dor e amargor; e o pior, você certamente se perderá durante os dias de sua vida.

Confie que Deus está no controle de tudo! Não se perca!

SUFICIENTE GRAÇA

SUFICIENTE GRAÇA

Paulo afirmou em 2 Coríntios 12.9: “Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.”

Paulo no meio de sua crise, a qual ele chama de “espinho na carne”, pede ao Senhor por três vezes que o tire. Paulo, como todos nós, em meio às dores, queria não só alívio, mas uma solução definitiva. Contudo a resposta de Deus a ele foi surpreendente. Deus não o tirou da crise, mas deu-lhe Sua graça.

Deus dispensou a Paulo Sua suficiente graça. E o que isso significa? Significa que Deus deu a ele a certeza plena de Sua presença e Seu poder no meio da crise. É como se Deus dissesse: “Paulo, eu envio a graça que você precisa; te envio a minha força; estou contigo, porque eu não sou só o Deus da graça, mas sou a própria graça. Receba de mim a força e o poder para lidar com suas dores. Eu te envio a mim mesmo. E isso é o suficiente para você.”

Essa realidade vivida por Paulo é tudo o que precisamos. Tudo o que é necessário para a vida vem da intimidade plena com Deus. Não importa o que enfrentamos; Ele é a resposta completa. Deus quer que saibamos que Sua graça é suficiente para lidar com qualquer crise da vida.

A graça suficiente de Deus é uma promessa para cada um que se achegue a Ele. Ninguém ficará desamparado quando O buscar. Ninguém também ficará desesperado, porque Sua suficiente graça acalma e pacifica a alma.

A graça suficiente vem para uma habitação completa. Deus não apenas nos dá o que precisamos e depois vai para outro lugar com o fim de resolver o problema de outras pessoas. Não! Sua graça suficiente vem para ficar. Em Hebreus 13.5,6 é afirmado: “…porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei…”

A suficiente graça de Deus “se aperfeiçoa na fraqueza”. A palavra “aperfeiçoa” no original grego significa “realizar”, “concluir”. O que Paulo quer dizer é que Deus entra completando poderosamente algo indizível na vida daquele que está em crise. Enquanto apresentamos nossa dor e fraqueza, Ele se apresenta com Seu poder.

O certo é que a suficiente graça de Deus nunca age na vida daqueles que não reconhecem e percebem suas fraquezas. Sem o reconhecimento da necessidade de Deus, ninguém nunca O verá agindo. Deus somente torna-se o tudo para aqueles que reconhecem que não possuem mais nada.

Assim, não se engane tentando se relacionar com Deus na base do que Ele fará para você dentro de suas próprias expectativas; isso lhe trará decepção e frustração. Deus nem sempre tirará os espinhos de sua vida. Jesus afirmou categoricamente em João 16.33: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”

Sendo Deus a suficiente graça que você precisa, a certeza é que Ele estará com você a cada passo do caminho. Ele é um amigo presente e fiel. Diante da fraqueza e dor, Ele estará ali. Sua voz dirá a você: “A minha graça te basta.” Entendendo isso, com certeza você dirá as mesmas palavras de Paulo: “De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.”

Sua suficiente graça é o que você precisa, e isso basta.

DEUS É BOM!

DEUS É BOM!

Quando as coisas estão indo bem, é difícil pensar ou desacreditar que Deus é bom. Mas se a vida toma um rumo ruim, e algo devastador acontece, a primeira pergunta é: “Como poderia um Deus bom permitir isso?”

A Bíblia deixa claro que desde que o pecado entrou no mundo, as coisas ruins acontecem. Num mundo caído, marcado pelo pecado, deliberadamente distante e rebelde de Deus, a pergunta deveria ser outra: “por que tantas coisas boas acontecem num mundo de gente tão ruim?” A surpresa deveria ser que o bom Deus ainda age nessa terra que O despreza.

“Deus é bom”! Esse é um coro que ecoa em toda a Bíblia. O Salmo 25.8 afirma: “Bom e justo é o Senhor…” O Salmo 107.1 exorta: “Deem graças ao Senhor porque ele é bom; o seu amor dura para sempre.” O Salmo 119.68 diz: “Tu és bom, e o que fazes é bom; ensina-me os teus decretos.” 

Deus é bondoso para com todos os seres humanos. O Salmo 145.9 ensina: “O Senhor é bom para todos; a sua compaixão alcança todas as suas criaturas.” A bondade de Deus não leva em conta a forma indigna como muitos O tratam. Deus demonstra Sua bondade trazendo, por exemplo, a chuva sobre os justos e injustos, como Jesus ensinou em Mateus 5.45.

O Salmo 34.8 afirma: “Provem, e vejam como o Senhor é bom. Como é feliz o homem que nele se refugia!” O salmista faz um convite pessoal para que se prove e veja a bondade de Deus. Ele nos ensina a ver que Deus, por Sua bondade, traz livramento aos temores e tribulações da vida. Por sua bondade, Deus escuta cada oração, cada súplica. Ele não está alheio à dor. E todos aqueles que O buscarem verão Sua bondade e ficarão felizes. Em Naum 1.7 o profeta declara: “O SENHOR é bom, um refúgio em tempos de angústia. Ele protege os que nele confiam.”

Deus, por Sua bondade está trabalhando em sua vida e circunstâncias. Talvez você nem esteja vendo ou percebendo. Ele faz com que todas as coisas cooperem para seu bem, conforme o ensino do apóstolo Paulo em Romanos 8.28. O segredo é não permitir jamais que vozes ocultas destruam o conceito da bondade de Deus. É preciso crer e dizer sempre: “Deus é bom”.

Alegre-se hoje na certeza de que Deus é bom. A. B. Simpson afirmou: “Comece a se alegrar no Senhor, e os seus ossos ficarão verdes como a erva tenra, e seu rosto brilhará como a flor em seu frescor… A alegria em Deus é bálsamo e cura. Se você se alegrar em Deus, Ele lhe dará vida e poder.”

Olhe para Deus! Confie em Deus! Creia pela fé que Deus é sempre bom.

UM TEMPO DIÁRIO COM A PALAVRA DE DEUS

UM TEMPO DIÁRIO COM A PALAVRA DE DEUS

O Salmo 1.1,2 apresenta o perfil de uma pessoa justa. Ela é apresentada como alguém feliz pelo simples fato de que “não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na LEI DO SENHOR, e na sua LEI medita de dia e de noite.”

O justo é alguém diferente. Ele não só não se associa com os que não temem a Deus, mas antes tem o seu “prazer na lei do Senhor”. A palavra “prazer” significa “deleite”, “satisfação”. Ler, estudar, meditar e ouvir a Palavra de Deus não é um peso para ele; é um prazer e alegria.

O justo ama a Palavra de Deus. O Salmista nos diz no Salmo 119.97: “Quanto amo a tua lei! É a minha meditação, todo o dia!” No versículo 103 ele ainda diz: “Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca.”

Dizer-se “ser de Deus” e não separar tempo para ler, meditar e ouvir a Palavra de Deus, é uma brutal incoerência. É por meio dela que se ganha esperança, ânimo, força e discernimento. Por ela se aprende como se pode viver na perspectiva e interesse de Deus. Por ela se afina o ouvido para entender e viver a verdade. Por ela se previne dos enganos e erros. Por ela se torna sábio, diligente, inteligente, prudente, íntegro e seguro nessa vida.

Não fique esperando o próximo culto, a próxima mensagem, o próximo estudo ou o próximo professor para que você tenha uma experiência espiritual. Não espere por ninguém! Vá e beba diretamente da fonte da Palavra de Deus. Assuma a responsabilidade final pelo seu aprendizado, crescimento e intimidade com Deus. 

Faça parte de uma elite dos seguidores de Jesus, aqueles que diariamente leem, meditam, estudam, confiam, defendem e acima de tudo, praticam e obedecem a Palavra de Deus.

Leia a sua Bíblia nesse ano! Mantenha-se disciplinado, persistente, focado e dedicado na leitura da Bíblia. Leia 3 capítulos por dia e 5 aos domingos e você lerá a Bíblia em um ano. Faça-a através da versão impressa ou dos diversos aplicativos para celular e tablets. Leia como, e quando quiser, mas leia a Bíblia!

Lendo a Bíblia você se manterá diariamente atualizado com a mente de Deus, saberá lidar com a realidade da sua vida e servirá outras pessoas. Chip Ingram afirmou: “Ao passar tempo com a Palavra de Deus você entenderá o amor de Deus e o Espírito Santo criará em você novos desejos para amar e servir os outros como nunca antes em sua vida.” 

Lembre-se: seu tempo diário com a Palavra lhe dará uma nova perspectiva da vida, e por causa disso você será profundamente transformado. 

Jesus declarou em Mateus 24.35: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.” Warren Wiersbe ao comentar essa passagem afirmou: “O mundo muda. As circunstâncias mudam. Eu mudo, mas a Palavra de Deus nunca muda.” Leia a Palavra de Deus!

CONSELHOS PARA O PRÓXIMO ANO

CONSELHOS PARA O PRÓXIMO ANO

Salomão afirmou em Provérbios 9.9: “Instrua o homem sábio, e ele será ainda mais sábio; ensine o homem justo, e ele aumentará o seu saber.”

Eis aqui algumas instruções e conselhos que podem lhe fazer uma pessoa mais sábia e diferente no próximo ano.  

#1
Organize e planeje sua vida de forma equilibrada! Provérbios 19.21 diz: “Muitos são os planos no coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor.” Provérbios nos ensina que naturalmente somos uma “fábrica de fazer planos” e devemos fazê-los. Contudo mantenha todos eles diante do Senhor, estando sempre aberto à Sua direção. Provérbios 16.3 diz: “Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos.” Planos bem-sucedidos são os que são feitos e submetidos ao Senhor. 

#2
Não abandone sua intimidade com Deus. Encontre-se com Ele diariamente. Saia da meninice espiritual; alimente-se por você mesmo através da Palavra de Deus. Ore! Ore quando a vida estiver boa e ruim. É nEle e por Ele que o bom da vida se realiza e o ruim apenas se torna difícil. Seja também grato e louve a Deus diariamente. Ache algo para dizer: “obrigado Senhor… bendito seja o Teu nome”. Nunca desculpe seu pecado. Quando pecar contra o Senhor assuma e diga: “eu fiz isso…” Peça perdão a Ele e peça perdão também às pessoas a quem você pecou. Seja humilde! Não há preço para uma consciência pura e limpa diante de Deus e dos homens. 

#3
Aproxime-se mais das pessoas. Não faça nada que lhe afaste delas. É difícil consolidar uma amizade, mas é muito fácil perdê-la. Foque em seus relacionamentos e os valorize. Trate com seriedade também qualquer ressentimento, mágoas ou amarguras. A vida é sempre melhor para os que decidem viver o perdão como estilo de vida. 

#4
Assuma a responsabilidade sobre sua vida. Pare de reclamar, criticar e julgar o cônjuge, os pais, os filhos, o professor, o patrão, o empregado, os governantes, o país, ou qualquer pessoa. Não desculpe seus erros nos erros dos outros, e muito menos culpe-os pelo seu fracasso. Saia da dependência emocional do outro. Seja responsável para com suas ações e reações. Assuma o controle de sua vida. 

#5
Não use seu dinheiro de forma errada. Aprenda a não gastar se não tem. Aprenda a guardar. Aprenda a contribuir para o Reino de Deus e para com os necessitados. Não seja cobiçoso. Esteja contente com o que é e tem. Não viva no padrão de ninguém. Rejeite ser medido por bens materiais. Use com critério o seu dinheiro.

#6 
Siga a Jesus. Viva para o Mestre. Não se arrisque achando que fora dEle há vida. Os que tentaram viver assim se enganaram. É nEle que a vida toma sentido e brilho. Submeta-se a Ele! Ame-O! Sirva-O! Alegre-se nEle! Entregue-se a Ele sem reservas. É unicamente nEle, por Ele, por meio dEle e para Ele que a vida encontra vida hoje e eternamente. 

Medite sobre esses princípios. Decida por eles. Que a sua vida e seu próximo ano seja cheio de bênçãos e de muita felicidade.

DECISÕES ESPIRITUAIS PARA O PRÓXIMO ANO

DECISÕES ESPIRITUAIS PARA O PRÓXIMO ANO

As melhores decisões de uma vida são as de ordem espiritual. Decisões que começam com os princípios e a perspectiva de Deus, e são seguidas com seriedade, produzem paz, segurança e sucesso na vida.

A primeira decisão espiritual a ser feita é lidar seriamente com o pecado. Provérbios 28.13 afirma: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” O pecado é uma palavra agressiva à sensibilidade intelectual do homem do século XXI, mas é um termo extremamente atualizado diante de Deus. Quando pecamos, pecamos contra Ele. Ninguém terá uma vida em paz e tranquila sem tratar seriamente o pecado diante do Senhor. Pecado precisa ser confessado pelo nome. Chame orgulho de orgulho, egoísmo de egoísmo, avareza de avareza, etc. Chame o pecado pelo nome correto e livre-se dele pela graça do Senhor. 

Em segundo lugar decida também não se proteger. Isso parece uma afirmação absurda, mas não é. Há muita gente que vive tentando defender sua honra, capacidade, reputação, etc. Não tente se proteger, antes aprenda a colocar tudo diante de Deus e peça para que Ele aja em seu favor. O salmista agiu assim ao dizer no Salmo 37.5,6: “Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará. Fará sobressair a tua justiça como a luz e o teu direito, como o sol ao meio-dia.” Assim, volte-se completamente ao Senhor e deixe que Ele o defenda e o proteja. Pare de se auto proteger. 

Em terceiro lugar decida não ser possuído pelas posses. Não há nada errado em possuir coisas e desfrutá-las, mas há um grande perigo em deixar com que as posses nos possua. Nossa tendência egoísta é chamar sempre as nossas posses de “minha” e lutar para querer mais. Devemos nos lembrar que tudo o que temos e somos vem do Senhor. Romanos 11.36 afirma: “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!” Decida dar mais, doar mais, ajudar mais, contribuir mais, fazer mais com os recursos que o Senhor lhe tem dado. Livre-se da avareza, da ganância e da mesquinhez. Aja com generosidade.

Em quarto lugar decida ainda amar as pessoas. Jamais procure prejudicar alguém, mesmo que esse seja um inimigo declarado. Jesus claramente ensinou em Lucas 6.27-31: “Mas eu digo a vocês que estão me ouvindo: Amem os seus inimigos, façam o bem aos que os odeiam, abençoem os que os amaldiçoam, orem por aqueles que os maltratam. Se alguém lhe bater numa face, ofereça-lhe também a outra. Se alguém lhe tirar a capa, não o impeça de tirar-lhe a túnica. Dê a todo aquele que lhe pedir, e se alguém tirar o que pertence a você, não lhe exija que o devolva. Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles.” Pessoas precisam ser amadas e nunca odiadas. Ame as pessoas!

Em quinto e último lugar decida glorificar a Deus em tudo o que você fizer. Paulo nos ordena em 1 Coríntios 10.31: “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.” Uma profunda revolução sobrevirá àqueles que centrarem Deus em suas vidas. Habitue-se em fazer tudo para glória de Deus. 

Lembre-se que os verdadeiros acertos na vida advêm de decisões espirituais baseados nos princípios e na perspectiva de Deus.

A FELICIDADE NO PRÓXIMO ANO

A FELICIDADE NO PRÓXIMO ANO

A busca pela felicidade é algo inerente do ser humano. A cada final de ano saudamos as pessoas com o tradicional “Feliz ano novo!” O certo é que todos queremos ser felizes e desejamos isso também a outras pessoas.

A Bíblia tem muito a dizer sobre a “felicidade”. Contudo ela não enfatiza a felicidade apenas como um estado emocional e passageiro; ela vai além. A descrição de uma pessoa feliz segundo a Bíblia é determinada especificamente por decisões feitas com base na pessoa e nos princípios de Deus. Alguém que assim age é chamado na Bíblia de “bem-aventurado” ou “feliz”.

Ao definir uma pessoa feliz, o Salmo 1 diz o seguinte: “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Ele é como árvore plantada junto à corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido. Os ímpios não são assim; são, porém, como a palha que o vento dispersa. Por isso, os perversos não prevalecerão no juízo, nem os pecadores, na congregação dos justos. Pois o SENHOR conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá.”

O salmo 1 apresenta apenas dois grupos de pessoas: os “justos” e os “ímpios”. O nome dado a essas pessoas refere-se à forma como elas se relacionam com Deus.

O primeiro grupo são os “justos”. Esses são aqueles que consideram, centram, compactuam e caminham com Deus e seus princípios. Sua forma de ver e encarar a vida leva sempre em conta o que Deus pensa e diz em Sua Palavra, a Bíblia. Eles enxergam a vida pelo prisma Divino e não fazem dela um fim em si mesmo, antes a tem para os objetivos e propósitos de Deus. A atitude de “justo” faz dele um indivíduo muito feliz.

O segundo grupo são os “ímpios”. Eles no salmo são também chamados de “perversos”, “pecadores” e “escarnecedores”. O conteúdo dessas definições implica que esse tipo de pessoa é alguém que estabelece para si mesmo uma suposta estrutura ética e moral na qual tenta viver à parte de Deus. São pessoas que não apenas decidem suas vidas sem os padrões estabelecidos por Deus, mas O ignoram totalmente não só através de suas ações, mas também por meio de palavras de desprezo e arrogância contra Ele, enquanto fazem brincadeiras frívolas, zombado de tudo aquilo que é Divino, santo e verdadeiro. Esse tipo de pessoa aos olhos de Deus é um infeliz.

Segundo o salmo 1, “justos” e “ímpios” têm caminhos, conselhos e conversas diferentes. Eles não se compatibilizam. Eles agem e reagem à vida de forma diferente. Eles têm hábitos, jeitos, estilos e modos contrários e irreconciliáveis. Eles não se harmonizam porque a fonte da felicidade de um não é igual a do outro. O “ímpio” centra em si e sua vida é “como palha que o vento dispersa.” O “justo” centra em Deus e “tudo o quanto ele faz é bem sucedido.”

Segundo a Bíblia no Salmo 1, “felicidade” é uma questão de como se vê, age e reage para com Deus. Há somente dois grupos de pessoas: “justos” e “ímpios”.

Assim sendo, observando a forma como você vê, age e reage para com Deus, você diria que é um “justo” ou um “ímpio?” Sua própria descrição diante de Deus, determinará se você será feliz ou não no próximo ano.

EVITANDO FRACASSOS PARA O PRÓXIMO ANO

EVITANDO FRACASSOS NO PRÓXIMO ANO

Cria-se muita expectativa para um próximo ano. Muita gente crê que há algo mágico na frase “feliz ano novo”. Contudo nada mudará pelo simples deslocar do ponteiro de segundos do dia 31/12 para o dia 01/01. Na verdade, se decisões na vida não forem acertadas com base primeiramente nos valores de Deus e na sabedoria, o fracasso será certo.

Para se evitar fracassos no próximo ano é preciso tomar decisões acertadas, e a primeira delas é aprender a centrar a vida em Deus. Jesus afirmou em Mateus 6.33: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e Sua justiça, e as demais coisas serão acrescentadas.” A falta de prioridade para Deus é o número um dos fracassos da vida. Quem não se submete a Deus e à Sua Palavra terá dificuldade em viver e jamais poderá confirmar o que está escrito em Isaías 43.18-19, que diz: “Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz; porventura, não o percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo.” 

Em segundo lugar, para se evitar fracassos no próximo ano é preciso uma análise fria e coerente de como se está vivendo. É preciso fazer um inventário de todas as áreas da vida. Provérbios 27.12 nos ensina que: “o prudente percebe o perigo e busca refúgio; o inexperiente segue adiante e sofre as consequências.” É preciso ser realista sobre decisões que foram tomadas e quais os resultados alcançados. É preciso abandonar pecados, crenças, estilos, hábitos e visão de vida. Quem não avalia a vida, não muda. 

Em terceiro lugar, para se evitar fracassos no próximo ano é preciso ouvir mais. Provérbios 15.22 afirma que: “os planos fracassam por falta de conselho.” Não é ouvir qualquer um, é ouvir as pessoas que temem a Deus, nos amam e querem o nosso bem. O orgulho e o preconceito impedem as pessoas de ouvirem. Muitas decisões erradas são tomadas pelo fato de não se pedir opinião, e decisões erradas se tornam atrasos de vida. 

Em quarto lugar, para se evitar fracassos no próximo ano é preciso também aprender a lidar com as dificuldades da vida. Provérbios 24.10 afirma que: “se você vacila no dia da dificuldade, como será limitada a sua força!” O próximo ano reserva a todos alegrias e lutas. Comumente somos enganados por acreditar que teremos apenas coisas boas na vida, mas isso não é verdade. Teremos lutas e precisaremos saber lidar com elas. Algumas serão extremamente difíceis e será necessário uma fé inabalável no Senhor, pessoas para apoiar e muita sabedoria. 

Infelizmente muitas pessoas entrarão no próximo ano sem fazer mudanças em sua vida espiritual, familiar, relacional, social, financeira e profissional. Elas já chegarão ao próximo ano sem norte e sem rumo, tudo porque decidiram continuar do mesmo jeito. 

Lembre-se sempre que o fracasso na vida é a combinação da insistência em viver sem considerar os princípios de Deus aliada às decisões insensatas. Fuja das duas.

DEUS E MINHAS DORES 

DEUS E MINHAS DORES

Ao lidar com questões de saúde, desemprego, falta de recursos, morte, acidentes ou qualquer outra coisa inesperada, comumente perguntamos: “onde está Deus?” Ou oramos: “Pai, por que o Senhor deixou acontecer isso?”

Durante milênios o povo de Deus sente-se confuso quando as grandes dificuldades e sofrimento chegam. De alguma forma perguntamos se Deus realmente nos ama. No Salmo 74.1, o salmista teve essa impressão. Ele diz: ” Por que nos rejeitas, ó Deus, para sempre? Por que se acende a tua ira contra as ovelhas do teu pasto?”

A pergunta que paira sobre todos os que pertencem a Deus é: Por que Ele permite que coisas ruins aconteçam com o seu povo? Ou, pior, por que Ele as envia? Porventura são elas castigos? 

Algumas verdades precisam ser compreendidas diante do sofrimento e da dor.

1 – A terra está devastada pela entrada do pecado e por isso o mundo sofre. Vamos ter nessa vida alguns relances do céu, mas aqui não é o céu. 

2 – Deus em seu amor, graça e bondade eterna, coloca limite a dor. Ele sabe até onde podemos suportar. Ele freia a dor na hora certa. 

3 – Deus promete cuidar, amparar, fortalecer, animar e encorajar ao seu povo diante da dor. Os Salmos abundam quanto a essa verdade. Não estamos nunca só. 

4 – Deus honra a fé. Deus se agrada em ver que quando seus filhos não conseguem ver Ele agindo no todo, mas pela fé eles não se amarguram com Ele porque sabem que Ele é amor e tem algo maior que vai além da débil e equivocada visão de ver a vida.

5 – Há dores e sofrimentos que são advindos da rebeldia, hipocrisia e desobediência a Deus. O pecado é como comida estragada, faz mal; o único meio é colocar pra fora; vomitar. O único caminho para o pecado é o arrependimento e a confissão, como nos ensina o Salmo 32, 51 e 1 João 1.9.

6 – Deus permite as dores para nos achegarmos a Ele de uma forma especial e íntima. Há pessoas que nunca seriam transformadas profundamente sem as dores da vida. As dores revelam quem somos e o estado real de nosso coração.

Deus não é cínico, sarcástico ou está brincando conosco. Não! Ele é o Deus de todo amor, toda graça, toda bondade e sempre presente.

O desafio diante das lutas é confiar, esperar e depender plenamente dEle. Ele agirá a Seu tempo. 
Lembre-se sempre que aqui não é o céu. O céu está no céu. Enquanto aqui vivermos teremos lutas.

O NATAL DO JESUS INCOMPARÁVEL

O NATAL DO JESUS INCOMPARÁVEL

Em Lucas 2.10,11, um anjo anuncia aos pastores o nascimento de Jesus. Ele diz: “…Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é Cristo, o Senhor.”

O anjo define a criança como Salvador dos pecadores, O Messias desejado de Israel, e o Senhor; o próprio Deus. Ele sabia o que estava falando porque conhecia muito bem as profecias bíblicas sobre Ele, e o conheceu pessoalmente na eternidade. Jesus é superior aos anjos e homens. Ele é incomparável!

Cerca de 30 anos depois do anúncio do anjo aos pastores, um homem aparece: João Batista. Ele foi o profeta enviado por Deus para preparar o caminho para o ministério de Jesus. Ele fez uma afirmação tremenda sobre Jesus em João 1.29,30: “…Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! Este é aquele a quem eu me referi, quando disse: Vem depois de mim um homem que é superior a mim, porque já existia antes de mim. Em João 3.31 João Batista também afirma algo maravilhoso sobre Jesus: “…Aquele que vem do céu está acima de todos.” Para João Batista, Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, é próprio Deus pré-existente que vem do céu. Ele é superior a todos. Para João Batista, ninguém é igual a Jesus. Ele é incomparável.

Dr John Edmund Haggai afirmou: “Nenhum personagem na plataforma da história pode permanecer ao lado do Cristo incomparável.
Ele é a coroa do universo, o cumprimento das profecias, o salvador do mundo. Cristo sobrepuja a todos.
Ele é a voz humana em toda a música, a estética de toda escultura.
Ele é a mais aprimorada mistura de luz e sombra de toda a pintura.
Ele é o ápice da realização de qualquer empreendimento.
Para o artista, Ele é a sublimidade da beleza.
Para o arquiteto, a Pedra fundamental.
Para o astrônomo, Ele é a brilhante Estrela da manhã.
Para o padeiro, Ele é o Pão da vida.
Para o biólogo, Ele é a origem da vida.
Para o construtor, Ele é o firme fundamento.
Para o carpinteiro, Ele é a porta.
Para o médico, Ele é o Médico dos Médicos.
Para o educador, Ele é o Mestre dos Mestres.
Para o engenheiro, Ele é o novo e vivo Caminho.
Para o geólogo Ele é a Rocha eterna.
Para o escritor, Ele é a Palavra Viva.
Para o camponês, Ele é o Semeador e o Senhor da colheita.
Para o floricultor, Ele é a Rosa de Sarom, o Lírio dos vales.
Para o viticultor, Ele é a Videira verdadeira.
Para o magistrado, Ele é o Juiz de toda a terra.
Para o jornalista, Ele é a boa notícia de grande alegria.
Para o filósofo, Ele é a sabedoria de Deus.
Para o pregador, Ele é a Palavra de Deus.
Para o estadista, Ele é o desejado de todas as nações.
Para o trabalhador, Ele é o descanso de todas as fadigas.
Para o cristão, Ele é o Filho do Deus vivo, o Salvador, o Redentor e Senhor.
Para o discípulo, Ele é o supremo pastor.
Para o pecador, ‘Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.’
Ele é Cristo, o incomparável.”

Jesus é incomparável! Por isso, entregue-se nesse Natal a Ele e deixe que Ele o dirija todos os dias de sua vida, e você verá que Ele é incomparável.

O NATAL DOS INSEGUROS

O NATAL DOS INSEGUROS

Em Mateus 2.1-3 lemos: “Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, magos vindos do Oriente chegaram a Jerusalém e perguntaram: Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo. Quando o rei Herodes ouviu isso, ficou perturbado, e com ele toda a Jerusalém.”

Herodes era o rei dos judeus quando Jesus nasceu. Ao receber a pergunta dos magos onde estaria o “Rei dos Judeus”, Herodes ficou “perturbado”. A palavra no original significa “agitado”, dá uma ideia de pânico, medo e terror. Herodes ficou com medo de ter um outro rei em seu lugar. Por que tanto medo? A história responde. 

O imperador Júlio César nomeou Antípater, pai de Herodes para ser o governador da Judéia, que estava sob a ocupação romana. Antípater, conseguiu a seu tempo colocar seu filho Herodes, como prefeito da Galiléia. Em 40 a.C Herodes foi declarado rei dos judeus pelo imperador Otaviano. Herodes não era judeu, era um edomita; ele era da casa de Esaú. Ele se casou com a judia Mariana com o fim de se tornar mais aceitável aos judeus que agora governava. Ele era um guerreiro inteligente, capaz, hábil orador e um diplomata. Mas Herodes também era cruel, impiedoso, ciumento, desconfiado, e tinha muito medo de perder sua posição e poder. Para defender sua posição ele matou em sua época o sumo sacerdote Aristóbulo, afogou seu cunhado, matou sua esposa Mariana, matou sua mãe e seus dois filhos. Cinco dias antes de sua morte (cerca de um ano depois que Jesus nasceu), ele mandou executar seu terceiro filho. Herodes era um bárbaro. O ato mais bárbaro é que para assegurar seu governo, sabendo que o “Rei dos Judeus” havia nascido em Belém, e que os magos não voltaram dando retorno do local exato da criança, ele então mandou matar todas as crianças em Belém e seus arredores. Herodes nunca permitiria qualquer ameaça a seu trono. Herodes era um homem inseguro e ciumento. Ele não quis o Natal de Jesus porque além de inseguro, ele era um homem depravado.

E hoje os “Herodes” andam soltos em nossa humanidade. Pessoas inseguras que tentam controlar tudo, não conseguem abrir mão de seus próprios planos, prioridades, valores, costumes, pensamentos; gente fixa em seus próprios paradigmas. Eles por vezes querem um Cristo do seu jeito ou nem o querem. Eles se apavoram com a possibilidade de mudanças, transformações e compromisso. Eles não estão dispostos a alterar em nada a maneira como vivem. São pessoas inseguras.

E você? Continuará também sendo o dono e senhor de sua vida, agindo como um rei em seu pequeno reino, controlando tudo e todos, vivendo na base do medo e da insegurança? Isso certamente será trágico em sua vida! Seja como os magos, vá ao encontro de Jesus, e você O achará.

NO NATAL RELEMBRAMOS…

NO NATAL RELEMBRAMOS…

O tempo de Natal é algo maravilhoso e ao mesmo tempo confuso. Confundimos natal com “Papai Noel”, “trenó”, “árvore de natal”, “luzes”, comida, bebida, festas, reunião de família, brinquedos, presentes, etc.

Mas o que é o Natal? A definição, significado e verdade sobre o Natal é algo único. O Natal é explicado na Bíblia em Mateus 1.12-23, quando o anjo aparece a José dizendo: “…José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles… Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor por intermédio do profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco).”

A verdade revelada a José é que a CRIANÇA QUE NASCERIA DE MARIA, CUJO NOME SERIA “JESUS”, ERA O PRÓPRIO DEUS QUE VIRIA AO MUNDO PARA SALVAR-NOS DOS NOSSOS PECADOS. 

Paulo explica essa verdade em 1 Timóteo 1.15 ao dizer: “…Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.” Essa é a simples e profunda mensagem de Natal.

No Natal relembramos de QUEM SOMOS e QUEM DEUS É. 

No Natal relembramos de que somos pecadores diante de Deus. Em Romanos 3.23 lemos: “Pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.”

No Natal relembramos que a criança é o presente gracioso do amor de Deus aos pecadores. Em João 3.16 Jesus diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.” 

No Natal relembramos que todos os que se arrependem encontram em Deus o perdão, a vida eterna, a plena reconciliação com Ele e a vida que tanto se procura. Em Atos 3.19 Pedro afirma: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados…”

No Natal relembramos que o dia de uma nova vida para você pode ser hoje e agora; relembramos que o Salvador Jesus veio para salvar você de seus pecados; relembramos que Deus perdoa todos os seus pecados se você vier a Ele. 

No Natal relembramos que há esperança para todos nós, e todos os que recebem a Jesus como Senhor e Salvador, não só encontram o sentido do Natal, mas a vida que tanto estão procurando.

OCUPADOS DEMAIS PARA O NATAL

OCUPADOS DEMAIS PARA O NATAL

Em Lucas 2.6,7 lemos: “Enquanto estavam lá, chegou o tempo de nascer o bebê, e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.”

Quando Jesus nasceu em Belém, nada de extraordinário mudou no cotidiano das pessoas. As pessoas estavam envoltas com seus supostos problemas, responsabilidades e dilemas. Elas não atentaram para o maior evento da humanidade: a vinda do Salvador. Elas estavam perdidas; desconectadas da pessoa e da obra de Deus no mundo.

Uma das pessoas perdidas no primeiro Natal foi o dono da hospedaria. Maria e José chegaram ali para se hospedar. O hospedeiro foi totalmente indiferente à situação de Maria e José. Maria estava grávida. Eles haviam percorrido cerca de 145 kms de Nazaré a Belém. O texto bíblico não indica que esse homem fez qualquer esforço para ajudar o casal naquela situação.

Não dar uma hospedagem digna é algo incomum as pessoas do Oriente Médio. Elas costumam ser extremamente hospitaleiras, prontas para ajudar e cuidar. Eles são um tipo de pessoa que não deixariam uma mulher sozinha para ter uma criança. Mas aquele dono da hospedaria o que é que ele fez?

O texto diz que Maria “…deu à luz o seu primogênito…” seu primeiro filho por si mesma. Maria “…envolveu-o com panos…” Imagine a cena: uma jovem mãe, sem experiência em dar à luz, sem nenhuma parteira para ajudar. E ainda que José estivesse ali ao seu lado, ele não poderia fazer muita coisa. Aquela foi uma hora muito difícil para Maria. Naquele ápice de sua vida como mulher, quando sua feminilidade se revela ao máximo, quando precisava ser cercada de cuidado e carinho, ali estava ela, só. Ela fez tudo o que se podia fazer: envolveu-o em panos. Será que o dono da hospedaria não conhecia nenhuma parteira?

O texto continua dizendo que Maria o colocou “…numa manjedoura…” Manjedoura nada mais é do que um cocho, ou seja, um recipiente feito de um tronco de árvore cavado para dar de comer aos animais. Aquela criança envolta em panos, fora colocada num cocho, sem qualquer assepsia e cuidado. Será que o dono da hospedaria não conhecia ninguém que poderia recepcioná-los?

Por que o dono da hospedaria se perdeu naquele Natal? A simples resposta é porque ele estava ocupado demais. A cidade de Belém estava cheia por causa do censo; estava em grande movimento. Era hora de lucrar. Muitos antepassados de Davi vieram para lá. O dono da hospedaria não era insensível ou hostil; ele estava apenas ocupado demais pensando em lucro e bens materiais.

E muita gente hoje é assim também. Elas mais uma vez estarão perdidas nesse Natal. A razão: estão ocupadas demais. Suas vidas estão cheias de coisas desnecessárias, insignificante e sem sentido.

O triste é que mais uma vez, como em “Natais” anteriores, muita gente estará ocupada demais com coisas dessa vida. Quem costuma se ocupar demais com assuntos seculares, costuma também perder o foco do que é espiritual, importante e prioritário.

Se você está ocupado demais com sua vida, você também perderá a oportunidade de conhecer e receber a Jesus como Senhor e Salvador, porque Ele, Jesus, é o Natal. Ele é o Salvador dos pecados. Ele é o verdadeiro sentido do Natal.

OS ARROGANTES SERÃO HUMILHADOS

OS ARROGANTES SERÃO HUMILHADOS

Os capítulos 1 a 4 de Daniel conta-nos a história da interação do rei Nabucodonozor com Daniel e consequentemente com Deus. 

No capítulo 4, após Nabucodonozor ter um sonho, Daniel o advertiu para que ele mudasse de vida, se humilhando diante de Deus, evitando assim um terrível julgamento que o levaria à insanidade. Mas Nabucodonozor não se humilhou e nem se arrependeu de seus pecados.

Em Daniel‬ ‭4.33-34,36-37‬ o profeta finaliza o veredito de Deus contra Nabucodonozor. Ele diz o seguinte: “A sentença sobre Nabucodonozor cumpriu-se imediatamente. Ele foi expulso do meio dos homens e passou a comer capim como os bois. Seu corpo molhou-se com o orvalho do céu, até que os seus cabelos e pelos cresceram como as penas da águia, e as suas unhas como as garras das aves. Ao fim daquele período, eu, Nabucodonozor, levantei os olhos ao céu, e percebi que o meu entendimento tinha voltado. Então louvei o Altíssimo; honrei e glorifiquei aquele que vive para sempre. O seu domínio é um domínio eterno; o seu reino dura de geração em geração. Naquele momento voltou-me o entendimento, e eu recuperei a honra, a majestade e a glória do meu reino. Meus conselheiros e os nobres me procuraram, meu trono me foi restaurado, e minha grandeza veio a ser ainda maior. Agora eu, Nabucodonozor, louvo, exalto e glorifico o Rei dos céus, porque tudo o que ele faz é certo, e todos os seus caminhos são justos. E ele tem poder para humilhar aqueles que vivem com arrogância.”‬‬‬‬

Esse triste e ao mesmo tempo feliz episódio na vida de Nabucodonozor ensina-nos o seguinte sobre Deus: 

1. Independente da história humana, Ele continua sendo Deus e soberano sobre os grandes governantes do mundo. A história está sob Seu perfeito controle.

2. Ele odeia o orgulho e sabe agir com dureza e firmeza usando métodos extremos para que o orgulhoso se humilhe diante dEle. O chamado dEle para qualquer pessoa é o arrependimento. Todos os que abandonarem a autojustiça e o orgulho, e se humilharem diante dEle terão suas vidas transformadas.

3. Ele é que abre o entendimento para que o mais vil, perverso e orgulhoso ser humano se converta a Ele. Ele perdoa qualquer pecado de qualquer pessoa arrependida. 

4. Deus é o centro de tudo. Toda a honra e toda a glória são e devem ser dadas a Ele. O fim e propósito de todo ser humano, independente de classe social, cultura e poder econômico, é honrar, glorificar e exaltar a Deus. 

Infelizmente ainda há muitos que insistem em viver como Nabucodonozor; não receiam em expor seu orgulho e arrogância. Mas felizmente há um Deus nos céus que humilha e quebranta arrogantes. Ele assim o faz para que esses rendam-se a Ele, e encontrem nEle a vida.

A história de Nabucodonozor está na Bíblia para encorajar a cada um de nós a vivermos humildemente diante de Deus, porque diante dEle todos os arrogantes serão humilhados.

NÃO TIRE SUA VIDA

NÃO TIRE SUA VIDA

Quando a desesperança ronda a vida, muitos gostariam apenas de fechar os olhos e acordar em um outro mundo onde supostamente todas as necessidades atuais seriam supridas. Quando as diversas pressões se tornam insuportáveis, a alma clama desesperadamente por uma solução. É nesse instante que tirar a própria vida parece ser a única saída.

A Bíblia é um livro realista e reconhece a dor, o desespero e a vergonha das pessoas. Saul, Aitofel e Judas são personagens que ao passarem por dores, infelizmente tiraram suas vidas. Moisés, Jó, Elias e Jeremias, diante de suas dores, desejaram morrer.  

A Bíblia não é apena um livro realista em relação à dor das pessoas, mas é um livro de esperança. Ninguém nessa vida passou por maiores dores do que Jesus. Em Mateus 26.37 ao chegar no Jardim do Getsêmani, o texto diz que Ele: “… começou a entristecer-se e a angustiar-se.” No versículo 38 Jesus diz: “A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo.” Seu sofrimento e angústia foram agravados quando da realidade de enfrentar a cruz. Jesus sabia que Ele pagaria na cruz pelos pecados e cumpriria as Escrituras, especialmente em Isaías 53. Lucas 22.44 afirma que: “…estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra.”

 No meio de suas maiores dores, Jesus orou fervorosamente ao Pai, e por Ele foi ouvido.

Mesmo diante de suas maiores dores, não tire sua vida. Há esperança! Essa esperança não está em você, nem em pessoas, nem nas circunstâncias e muito menos na morte. A esperança está em Jesus. Ele diz em João 10.10: “…eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” Ninguém melhor do que Ele conhece a sua dor. Ele sabe que o escape dela está em segurar-se nEle e somente nEle. O Senhor Jesus é poderoso para encher o seu coração de paz e tranquilidade no meio da dor. Ele é capaz de trazer a solução; de reorganizar e reorientar sua vida. Diga apenas a Ele: “Senhor, seja a minha vida; livre-me de erros; eu quero a vida e não a morte; eu quero essa vida abundante que o Senhor promete, e quero e preciso agora. ”

Jesus ouvirá sua oração! Jesus lhe dará a vida que Ele promete. Creia nisso! Não tire sua vida!

SENHOR, SALVA-ME

SENHOR, SALVA-ME

Em Mateus 14:30 lemos a seguinte oração: “Senhor, salva-me.” 

Essa é uma dentre outras pequenas orações da Bíblia. Ela foi feita por Pedro quando estava se afogando. Essa é uma oração feita a Jesus no meio de um grande desespero; o desespero da morte. 

Essa simples oração nos ensina algumas verdades:

1 – Devemos orar.

Devemos orar sempre; orar sem cessar. Devemos orar a cada instante e por qualquer coisa que a nossa alma necessita ou que esteja afligida. Devemos orar sempre. Se nossa alma está aflita devemos orar também: “Senhor, salva-me.”

2 – Devemos orar à pessoa certa: Jesus.

Pedro em sua oração não clamou a Abraão, a Moisés ou a alguns dos profetas. Ele foi direto a Jesus. Devemos parar de ir na direção errada ao orar. Devemos parar de buscar intermediários. Como Pedro devemos orar diretamente a Jesus, e a Ele devemos dizer: “Senhor, salva-me.”

3 – Devemos orar em qualquer circunstância. 

Pedro orou no meio da possibilidade de sua morte por afogamento. Ele não nadou um pouco mais; ele não se esforçou um pouco mais. Pedro apenas orou. Devemos orar diante de qualquer circunstância que estejamos passando. Devemos orar agora! Devemos orar dizendo: “Senhor, salva-me.”

4 – Devemos orar em qualquer lugar. 

Pedro orou no mar. Devemos orar no trânsito, no trabalho, na escola, em casa, na rua, no shopping, no estádio, no hospital, no supermercado, na fila, etc. Devemos orar em qualquer lugar. De onde estivermos podemos orar: “Senhor, salva-me.”

A verdade é que se temos um coração para orar, Deus tem um ouvido para ouvir e uma mão para agir.

O nosso problema central é que não oramos. Pedro em poucas palavras orou muito. Ele nos ensina a efetividade da oração.

Assim, ore a Deus! Apenas fale com Ele. Fale de forma simples; fale com sinceridade; converse com Ele sem empostar a voz e sem tentar impressioná-Lo. Conte a Ele sua dor, suas lutas, seus pecados, suas misérias, sua falta de esperança, sua intranquilidade e seu desespero. Ore a Ele! Diga apenas: “Senhor, salva-me.”

Pedro foi salvo naquela noite porque orou humildemente e com simplicidade à pessoa certa: Jesus. Faça você o mesmo hoje. Diga a Ele: “Senhor, salva-me.”

NÃO PERCA SUA ALMA

NÃO PERCA SUA ALMA

Jesus afirmou em Mateus 16.26: “Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma?”

A riqueza, o status, o poder, a influência, a autoridade, o “nome” e a glória seduzem muita gente. Pessoas podem perder sua alma por ir atrás de coisas mundanas.

Achamos que esse princípio explicado por Jesus apenas se aplica aos que não O conhecem. Mero engano! Muita gente que um dia foi fiel ao Senhor se deixou seduzir por aquilo que o mundo pode oferecer. Pessoas que venderam suas almas e nunca mais as tiveram de volta. Gente que morreu espiritualmente! Gente que apostatou.

São pessoas que se perderam tentando “ganhar o mundo”; tentando dar visibilidade a sua vida; tentando agradar pessoas; tentando justificar seus erros. Pessoas que comprometeram a verdade do evangelho, a integridade pessoal e o valor da família. Gente que viu tudo sucumbir. Perderam a dignidade; perderam a alma.

Não vale a pena ser mais do que é; não vale a pena ir adiante comprometendo prioridades, desprezando valores; não vale a pena lutar por mais domínio, mais posse, simplesmente para se evidenciar e se sobressair. Salomão em Eclesiastes nos diz: “Tudo é vaidade!”

Ananias e Safira (Atos 5) nunca pensaram em vender suas almas por um pedaço de terra. Mas foi isso que fizeram. O preço deles foi alto demais. Eles morreram. Venderam suas almas por um “chão batido”.

Nunca negocie princípios espirituais por valores mundanos. Sua alma sempre correrá risco. Viva com menos, sem influência, na obscuridade, mas viva com consciência limpa e pura diante de Deus e dos homens. Não venda sua alma!

Ninguém venderá sua alma quando o seu amor e lealdade estiverem somente em Deus. O pregador A. W. Pink disse: “Feliz é a alma que foi tomada pela majestade de Deus.”

Assim, abra seu coração para Deus e peça que Ele possa sondá-lo. Peça-O para o tirar dos caminhos escusos e aparentemente “bons”. Peça para que Ele o guie na verdade. Peça que Ele seja o centro de seu coração. Peça ajuda a Ele antes que seja tarde demais. Peça e Ele lhe responderá.

Nunca barganhe sua alma. Ela tem muito valor. Não troque sua esperança em Deus por nada nesse mundo.

Firme seu coração em coisas eternas e deixe ecoar todos os dias a confrontadora e amorosa voz de Jesus: “…que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”